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7 dicas para tirar uma renda extra na quarentena

Divulgação - Pexels

Durante a pandemia muitas pessoas estão desempregadas ou tiveram reduções salariais. Pensando nisto, trago para vocês algumas dicas que estou colocando em prática para abrir meu ateliê de crochê.

Trabalhe com algo que você já sabe fazer
Para abrir um pequeno negócio durante a quarentena, liste coisas que você sabe fazer: um doce gostoso, artesanato ou identidade corporativa. O importante é você se sentir confiante para vender os seus serviços.

Pode ser algo relacionado ou não com a sua profissão. Eu por exemplo, estou fazendo uns freelas de identidade corporativa, mas também estou abrindo o meu ateliê. Una a sua criatividade com a sua experiência. Uma dica muito boa é partir para o lado gastronômico, já que aumentou muito a demanda para serviços de delivery.

Entenda a demanda
Além de fazer algo que você já sabe, deve entender o quanto as pessoas buscarão por este serviço no momento.

Como dito anteriormente, o delivery está com grande demanda, mas não é só isso. Cosméticos e artesanato são muito procurados em datas especiais, como o Dia dos Namorados e o Dia dos Avós, que estão pertinho já.
Pense em datas nas quais as pessoas comprariam o seu produto e se prepare para deixar tudo pronto e depois só vender.

Encontre fornecedores ativos
Para ter um lucro melhor, o segredo é encontrar bons fornecedores. O problema é que com tantos comércios fechados e com fretes absurdos, fica complicado ter fornecedores com bons preços e variedades de produtos.

Vale a pena procurar fornecedores de fora da sua região, pois os fretes acabam sendo menores que de grandes lojas, e há disponibilidade de mercadoria. Buscando armarinhos, pude perceber que os melhores preços estão em cidades próximas, como São José dos Campos, Campinas e regiões do ABC.

Faça do negócio um negócio de família
O melhor durante a quarentena é o tempo que estamos passando com quem mora com a gente. Eu moro com a mamãe, e como ambas fazemos artesanato, decidimos nos unir para produzir roupinhas de nenê e cachecóis para vender, ela no tricô e eu no crochê.

Encontre algo em comum que você e a pessoa com quem mora sabem fazer: se você faz esfihas e sua noiva faz doces, abram uma conta no iFood e vendam juntos!

O importante é se unir neste momento para conseguir superar as dificuldades.

Tenha redes sociais atrativas
Se for um projeto só para a quarentena, talvez não seja tão interessante abrir uma página para a marca de vocês, e sim trabalhar com as pessoas que já te conhecem.

Use suas próprias redes sociais para ofertar o serviço e tirar dúvidas sobre entrega segura e tempo de produção.

Porém, independente de usar sua própria conta ou uma conta nova, use cores atrativas e faça postagens relevantes para o público, despertando o interesse dele e mostrando que você é confiável para comprarem contigo.

Trabalhe o marketing boca a boca
Como as pessoas estão evitando comprar produtos não essenciais, será mais fácil vender para quem te conhece.
Comunique as pessoas próximas a você e ofereça descontos para elas caso te indiquem para amigos que fecharem encomendas com você também.

É uma forma de você aumentar a sua demanda e incentivar as pessoas a comprarem com você, que foi flexível com elas, incentivando a pessoa que te conhecer a fazer o mesmo, aumentando a sua rede de contatos que confiarão ainda mais no seu serviço por um amigo ter te indicado.

Faça ações sociais
As pessoas esperam ainda mais durante a pandemia que as marcas realizem ações sociais. Por isto planeje-se para doar parte de seus lucros ou produzir máscaras e distribuir em hospitais ou para pessoas necessitadas.

Acima do lucro, o importante é nos ajudarmos durante esta fase difícil, para que todos superem este momento e possam voltar a se ver num futuro mais breve.

Gostou das dicas? Fique em casa e continue vendendo, deixando as pessoas felizes em receberem seus produtos e ajudando a sociedade a espairecer um pouco. Una-se com quem está com você e se divirtam fazendo algo que gostam tirando uma renda em cima disso!

Tags : Empreendedorismomarcamarketingpublicidadesocial media
Sophia Furlan

The author Sophia Furlan

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