close

Pabllo Stanlley

DigitalMarketingOpinião

Whatsapp paga ou não paga?

No dia 15 de junho de 2020, uma segunda-feira em meio a pandemia do covid-19, a notícia mais importante para o mundo digital que rolava nas redes sociais, era “O Whatsapp vai permitir enviar e receber dinheiro pelo aplicativo e o Brasil será o primeiro país a testar a nova função”.

Assim que foi anunciado, as marcas que estavam viabilizando essa operação era, a Cielo como intermediaria na transação dos valores de uma conta para a outra, os bancos Nubank, Sicredi e Banco do Brasil por meio dos cartões de débito com as bandeiras: Visa e Mastercard.

Antes de prosseguir no texto, vale a pena abrir um parentese aqui. Pesquisa realizada em 2019 pela Opinion box e Mobile Time demonstra que os aplicativos mais utilizados pelos brasileiros que são usuários de smartphones são: Whatsapp, Facebook, Instagram, Google, Google Chrome, Uber, Youtube e Banco do Brasil, nessa ordem de prioridade. E um relatório da Global Messaging Apps 2019 revela que no Brasil há 120 milhões de usuários ativos mensalmente no aplicativo Whatsapp, colocando assim o Brasil entre os outros países que lideram o acesso à plataforma.

Voltando as notícias, o mercado ficou bastante eufórico com a novidade, principalmente porque após um trimestre de quarentena, o comércio tinha praticamente forçado a se digitalizar e adaptar-se a essa nova realidade que agora é sinônimo de sobrevivência e não mais de tendência. Essa solução do whatsapp, veio a calhar prioritariamente para pequenos players que não dispõem de muitos recursos para realizar esse processo de digitalização da melhor forma possível e no tempo hábil que os consumidores esperam.

Traduzindo, com o comércio fechado, uma das únicas maneiras de se manter o consumo ativo é por meio da venda ‘online’ que é considerado conversão quando ocorre o checkout, o que geralmente é feito através de um e-commerce ou um site com integração a plataforma de transação financeira. Nesse caso boa parte dos pequenos players só podem contar com recursos facilitadores ou soluções reduzidas dessas plataformas.

Por mais que se falem em “tornar o instagram em uma maquina de vendas”, “como vender todo dia pelo whatsapp business” até o momento que esse artigo está sendo publicado, isso são apenas recursos para auxiliar ou facilitar a venda, mas não é a venda propriamente dita, pois, o consumidor está apenas realizando um pedido através da plataforma digital, independente do tamanho da empresa, ela vai ter que se virar para entregar e receber o pagamento do cliente onde quer que ele esteja. Por isso os grandes players ainda saem na frente por possuir uma estrutura maior de logística e sistemas para operacionalizar toda essa parte.

Porém, quando o Whatsapp fala que irá permitir transferir valores financeiros por meio da sua plataforma, isso significa que toda a logística de transação de valor que o pequeno empresário teria que montar ou bancar para que o pedido realizado pelo seu cliente nas redes sociais fosse convertido em receita para o seu negócio, se resume a apenas um clique no whatsapp, ou seja, o whatsapp pode se tornar o maior e-commerce do mundo (nesse caso “e-commerce” no sentido de gerar transação comercial envolvendo recursos financeiros), colocando marcas grande e pequenas no mesmo patamar tecnológico para transações financeiras. Isso é o que se chama de “Game Changer”, a virada de jogo.

Mas como alegria de desprovidos de recursos monetários é curta, no dia 23, terça-feira, praticamente uma semana depois. O Banco Central do Brasil informa a suspensão das bandeiras Visa e Mastercard a iniciarem a opção de pagamento pelo aplicativo do whatsapp alegando que é preciso fazer ainda avaliações para analisar eventuais riscos e se certificar do funcionamento da operação levando em conta os princípios e as regras previstas pela legislação.

Que o Brasil não é para amadores, isso todos já sabem, e o risco de fraudes ou golpes sempre existirá, mas uma coisa é certa, essa é uma pequena função para a plataforma, mas uma gigantesca funcionalidade para o mercado futuro.

E o que nos resta é aguardar a cena dos próximos capítulos. Mantenha o seu acesso no Creativosbr para acompanhar novas atualizações.

Leia Mais
Mídia

O consumo de conteúdo no Youtube em época de isolamento

No mês passado, em abril, acompanhamos o que diria ser o pico das lives na plataforma do YouTube. Assistir cantores sertanejos, artistas pop e até o estilo brega pedindo licença para entrar na sala de casa dos internautas, e muitas marcas aproveitando essa nova audiência das live shows foi uma maneira diferente para observar a forma de consumo dessa plataforma. O fato é que as pessoas já utilizavam o YouTube como um site de entretenimento e pesquisas, buscando por: lazer, diversão e informação, o que ocorreu foi apenas uma mudança no comportamento e o modo de consumir conteúdo dessa plataforma devido ao cenário em que estamos aprendendo a nos adaptar.

O Google realizou uma pesquisa para analisar as mudanças no comportamento do brasileiro no youtube durante o isolamento e a pequisa seguiu 3 pilares que influenciaram no crescimento da oferta e demanda de conteúdo neste cenário de quarentena.

Achar o equilíbrio entre informações e saúde mental.

Neste momento em que percebemos a importância da informação, também notamos que bombardear nossa mente com um assunto denso como a pandemia, acaba saturando e podendo causar problemas maiores a saúde mental. Dessa forma foi notado que assim como as notícias que cresceram 75% nos meses anteriores, a busca por assuntos relacionados a conscientização e a saúde mental elevou consideravelmente em até seis vezes mais do que o habitual.

A própria plataforma que estava desenvolvendo uma campanha institucional, aproveitou o momento para junto com diversos creators divulgar conteúdos diversos para amenizar e trazer aos usuários alguns momentos de leveza e distração, disponibilizando vídeos que vão desde crochê a meditação para fazer em casa e dicas de autocuidado, estimulando a hashtag #Fique em Casa comigo.

Adaptar ou criar uma rotina para o isolamento.

Com o distanciamento social e o isolamento, a sociedade teve que se adaptar e essa adaptação requer uma curva de aprendizado, no qual o Youtube foi importante como fonte de pesquisa para muitas pessoas que se questionaram e buscaram aprender como adaptar sua casa para o trabalho em home office, como diversificar na cozinha com poucos recursos, como entreter as crianças e até como fazer ginástica em casa ou apartamento.

As idas ao supermercado diminuíram e para isso, tornou-se necessário ser mais estratégico para comprar o essencial e de maior rentabilidade. A busca por “pão caseiro” subiu 66%, assim como receitas com 49% e o termo “cozinha” com 40% em comparação aos meses anteriores.

Se na cozinha os números cresceram, na sala não foi diferente. Os termos “aulas” e “estude comigo” tiveram um aumento de 33% e 52% respectivamente, assim como a busca por mais produtividade no trabalho, o termo “home office” foi o que mais cresce chegando a 173%.

Entender impactos mais amplos na sociedade.

Diante deste cenário, um tema tem tomado dois víeis, de forma macro e micro. A busca e o consumo por conteúdos relacionados a economia tem mantido um crescimento contínuo, porém, dividido entre os interesses com relação à economia global e o acompanhamento de como governos e instituições financeiras tem tomado medidas para minimizar os danos na sociedade de forma geral e o outro interesse relacionado ao próprio bolso buscando maneiras de segurar as finanças pessoais nesse período até que as coisas voltem ao normal.

Esse estudo completo e outros relacionados a tendências de consumo podem ser acessados pelo site disponibilizado pelo Google no site Think With Google que divulga artigos, dados e insights para informar e compartilhar mais conhecimento com seus usuários.

Leia Mais
Marketing

A mudança no hábito de consumo dos brasileiros durante a quarentena

Não tinha como não tocar nesse assunto, visto que já estamos a quase um mês de quarentena no Brasil e há aproximadamente 4 meses que o mundo vem enfrentando essa pandemia.

Um vírus que tem mexido com mais de 150 países e colocado em xeque dois terços da população mundial por não ter uma vacina ou remédio que retarda os efeitos dessa doença. Até o momento temos apenas medidas de prevenção e a busca incessante dos cientistas para minimizar os danos, porém enquanto os especialistas não encontram a cura, outras áreas da sociedade estão sendo bastante afetadas, assim como: cultura, educação, política e economia.

Bom, mas até aí não é novidade pra muita gente. Porém o fato é que toda essa situação mexeu com o comportamento da sociedade. Cidades que nunca dormiam, agora estão praticamente desertas, empresas tomando decisões precipitadas e vendo repercussões negativas em suas redes sociais, a audiência migrando de plataforma e o ser humano se adaptando a nova realidade.

Diante desse cenário a Opinion Box realizou pesquisas avaliando o impacto do Covid-19 no comportamento dos consumidores brasileiros para auxiliar a economia e o comércio a tomar decisões direcionadas às novas necessidades da população.

Dentre as principais mudanças de hábito podemos constatar que 58% estão consumindo mais notícias para compreender e manter-se informados da situação, devido ao cenário não tão satisfatório, tem crescido também o número de brasileiros com ansiedade chegando a 48% e pelo fato de ficarem em casa, atividades relacionadas ao lar subiram desde higiene pessoal 43%, limpeza e faxina 45%. 

Sobre os hábitos que a população mais deixou de fazer estão as atividades relacionadas ao isolamento social, dentre elas:  frequentar casa de amigos e parentes 67%, e ir ao shopping 65%, frequentar as lojas de rua 65% e ir a bares e restaurantes 61%. Por outro lado as atividades que mais se tem feito nos últimos dias são cozinhar 33%, praticar jogos online 32% e trabalho em home office 26%.

Analisando as categorias de serviços, podemos observar um crescimento de usuários para serviços de supermercados online com mais de 25%, plataformas de ensino a distância e cursos online mais de 18% e farmácias online com 17%. Mas quando o assunto é intensidade de uso, o papel inverte e os primeiros colocados são plataformas de streaming de filmes e séries com 46% e em segundo a TV por assinatura com 41%.

E já que falamos da TV, claro que a internet, redes sociais e whatsapp não ficaram pra trás e o crescimento do seu consumo tem sido de 60%, 53% e 49% consequentemente.   

Sabemos que qualquer mudança por menor que seja neste momento, afeta variavelmente o hábito de consumo da população e obviamente os dados mencionados acima, mas o que podemos alegar é que após essa crise passar e a rotina voltar ao normal, uma coisa que certamente não deve retornar são os velhos hábitos, provavelmente nem todos os hábitos serão como antes.

 

Leia Mais
DigitalPublicidade

Sub Veg – Origem Vegetal

Origem vegetal do cheddar ao pão, esse é o conceito da nova campanha da Subway para o seu novo produto, Sub Veg, um sanduíche originalmente vegetariano que promete agradar todos os paladares. Com ingredientes 100% livres de origem animals, tendo em sua composição, proteína de soja, cheddar veg cremoso, pão italiano branco e muita salada.

O Sub Veg é apoiado pela Sociedade Vegetariana Brasileira – SVB e pelo movimento #SegundaSemCarne, movimentos que lutam para a redução do consumo de alimentos com origem animal.

Mcgarrybowen e Speyside Group foram as responsáveis pela criação e estratégia de PR da campanha, que terá uma comunicação voltada para o ambiente digital e será divulgada no dia 24 de março nas plataformas do Facebook, Instagram e Twitter.

O preço do novo Sub Veg deve ficar R$ 18,00 a versão de 15 cm e R$ 29,00 a opção de 30cm, lembrando que o produto está com o aviso de que deve ficar no cardápio por tempo limitado.

Leia Mais
MarketingPublicidade

Santander e Decolar em um caso de infidelidade

Um casamento de sucesso a base da infidelidade. Pois é, o banco Santander e a marca de viagens Decolar se juntaram para criar um programa de “Infidelidade”, apesar do nome a campanha não tem muito mistério ou segredo, pois se trata de uma campanha de CRM (Customer Relationship Management), ou simplesmente relacionamento com o consumidor, porém a criatividade e a abordagem é que se destaca em meio a outras campanhas. 

O motivo pelo qual as empresas investem tanto dinheiro em campanhas de relacionamento é o mesmo pelo qual os clientes fiéis são tão importantes para as marcas, tendo como foco a rentabilidade.

Um artigo chamado “Zero defection: quality comes to services” escrito por Frederick Reichheld e W Earl Sasser Jr. publicado na Harverd Business Review, foi considerado o estudo seminal de marketing de relacionamento (estudo que impulsiona a disciplina e abra caminhos para que ela se desenvolva, ou seja, se não fosse esse estudo a área de relacionamento com o cliente não seria o que é hoje).

Esse foi o primeiro artigo que mostrou como investir em marketing de relacionamento e técnicas que desenvolvam a fidelidade e a lealdade do cliente, trazem ganhos consideráveis ao longo do tempo.

Um estudo com centenas de empresas, possibilitou observar que elas estavam tendo resultados a partir de técnicas de relacionamento em CRM ao longo do tempo e chegou-se à conclusão de que esses resultados estavam delineados em torno de 5 tipos de comportamentos que clientes dos quais as empresas estimulavam, passavam a gerar maior rentabilidade para elas.

Quando olhamos a rentabilidade das empresas elas podem ser descrita através dos 5 tipos de lucro diferentes que são desenvolvidos ao longo do tempo aplicado pelo CRM nas empresas.

  • Lucro base
  • Lucro gerado por aumento de uso
  • Lucro gerado por redução de custos operacionais
  • Lucros gerados por indicações
  • Lucros gerados por preços mais elevados

Segundo a Associação das empresas de mercado de fidelização, o cartão de crédito é a principal forma utilizada pela sociedade brasileira de acumular milhas de viagens. E por isso a campanha de “infidelidade” se torna tão plausível, pois quanto mais o cliente usar o cartão, mais milhas terá para utilizar em qualquer companhia aérea e serviços oferecidos pelo site da Decolar. Para obter os benefícios, basta se cadastrar no programa de passaporte Decolar, solicita o cartão da bandeira visa do tipo gold, platinum ou infinite e acumula pontos, os pontos acumulados no cartão são creditados e estão prontos para serem utilizados, o objetivo é que o cliente não fique preso a uma só relação.

Ah, quase me esqueci, a campanha é estrelada por nada mais, nada menos do que Fábio Jr. bom, a escolha você já sabe porque não é?!

Leia Mais
ConteúdoMarketing

NUBANK LANÇA INICIATIVA #FANTASIESEUCARTÃO

Bloquinho, ok! Confetes, ok! Fantasia, ok! E o cartão de crédito, tá ok?! 

Todo mundo quer pular o carnaval de boa e sem preocupação, não é? Pensando nisso, a NuBank lançou a iniciativa #FantasieSeuCartão, com o objetivo de evitar ou mesmo diminuir as ocorrências do Golpe da Troca de Cartões, que ocorre na hora do pagamento quando, geralmente, o golpista alega algum erro com a senha ou falha na transação, nesse momento ele troca o cartão devolvendo ao dono um similar e, quando percebe, não está com o seu cartão verdadeiro e já caiu no golpe. Isso acontece por distração e desatenção das vítimas.

A proposta sugerida pela fintech (startups que trabalham para inovar e otimizar serviços na área financeira) é que, ao sair para pular o carnaval e se divertir com a turma, você personalize o seu cartão independente da bandeira e da empresa bancária. Essa ação dificulta a possibilidade do bandido trocar seu cartão pois estará personalizado de forma que seja fácil a sua identificação, mesmo estando próximo a outros cartões similares.

Quem estiver por São Paulo nesse período, pode passar na sede da NuBank (no bairro Pinheiros) no dia 20 de fevereiro. Ao longo desta data, serão entregues cartelas com adesivos, gratuitas para que os usuários de cartões possam personalizar e se divertirem durante a folia.

Mas para quem não pode passar na sede da empresa ou quem for pular o carnaval em outros lugares, a NuBank deixou em seu site um conteúdo muito interessante com dicas e cuidados para fantasiar o seu cartão da forma segura, evitando causar complicações na hora de retirar a fantasia, dentre as dicas estão: não é recomendado usar fitas ou adesivos de alto relevo, evitar usar as partes próximas do chip, não usar produtos de limpeza e ter atenção redobrada com água. 

No final é só correr para a folia, aproveitar o bloco, curtir com a turma e ficar de olho no cartão para não perder de vista e aproveitar todos os momentos.

Leia Mais
Marketing

5 tendências do cenário de varejo para 2020

Uma nova década começou e com ela a tecnologia vem avançando aceleradamente. Com isso, não seria difícil prever os próximos passos do varejo em relação à experiência de compra das pessoas, até porque o ambiente das novas tecnologias está aí para provar: realidade aumentada, NFC (Near Field Communication), Internet das Coisas, 5G e outras inovações.

Mas, para esse ano de 2020, já é possível vivenciar como algumas dessas tecnologias vêm alterando o cenário do Varejo, tornando-o praticamente irreversível.

Pra quem acha que a tecnologia chegou para acabar de vez com a compra física se enganou, pois – apesar da praticidade e comodidade que os e-commerce têm proporcionado ao consumidor – 82,5% das compras ainda ocorrem no ambiente físico. Por isso, algumas empresas que são nativas digitais têm feito a extensão de suas plataformas como, por exemplo, a compra da Whole Foods, pela Amazon. Na verdade, não é que o digital irá substituir o físico, mas sim complementar, pois a jornada de compra tem se tornado híbrida e não apenas digital.

Após identificar o O2O ou, como podemos chamar, Online to Offline, o que percebemos é que o cliente que prefere fazer compras no ambiente físico não deixa de estar conectado, pelo contrário, a conexão é algo que manterá de forma constante e por isso alguns players têm utilizado isso a seu favor com a implementação da Internet das Coisas (Internet of Things) e o aprimoramento de automação em seus serviços, buscando sempre diminuir os atritos ou falhas na experiência de compra de seus clientes. Lojas inteligentes como a AmazonGo e outras experiências devem ser aprimoradas e vistas com mais frequência, tornando-se popular em vários mercados. 

Todos esses comportamentos têm alguns motivos, e um deles é a Geração Z (nascidos nos anos 2000) que já se encontram iniciando a fase adulta e, por outro lado, podemos acompanhar o aumento do envelhecimento populacional, aproximadamente 32 milhões de pessoas estarão acima de 60 anos até 2025 no Brasil. Dessa forma, podemos perceber o cenário do varejo com um leque de oportunidades: de um lado, um perfil de consumidor que nasceu totalmente incluso na era digital, e do outro, uma geração que vivenciou a transição offline e online e busca por mais cuidados e qualidade de vida.

A Geração Z também é responsável por outro comportamento que está mudando a relação com o mercado varejista, esse hábito é o que podemos chamar de invisible money e pagamentos digitais, praticamente 94% dos seus pagamentos não envolvem dinheiro físico, e a tendência é que esse costume passe para outras gerações. Os varejistas que querem aproveitar essa transformação devem buscar as novas soluções de pagamento. 

Product-as-a-Service, ou simplesmente Paas; se você ainda não ouviu falar desse termo, com certeza já consumiu ou teve acesso a esse tipo de produto/serviço. Paas nada mais é do que um aluguel, ou assinatura, na qual a empresa oferece ao consumidor o acesso aos benefícios do produto/serviço, mantendo consigo a responsabilidade da manutenção e cuidados necessários que, para o cliente, seriam gastos desnecessários.

Além dessas, outras tendências devem ficar mais em voga sendo que o cenário e a jornada de compra do consumidor está se tornando cada vez mais volátil e se misturando como uma experiência de marca. Vamos acompanhar as cenas dos próximos capítulos e trazer para vocês as transições em primeira mão.

Leia Mais
Marketing

Méqui 1000, uma experiência a parte

Méqui, Mequinho, Mecôso. Com certeza você já foi impactado por essa publicidade, e deve ter achado fantástico a sacada e ousadia da marca de se adaptar da gíria e se apropriar do carinho com que seus consumidores passaram a chamá-lo.
No início, suas fachadas foram mudadas em dois locais, na Avenida Paulista e na Barra, no Rio de Janeiro, sem comunicar o porquê dessa mudança; depois, quando a impacto foi causado de forma positiva, a marca começou a sua comunicação dialogando com o consumidor e pedindo a sua participação para sugerir outros nomes, outros apelidos e outras formas carinhosas que costumam chamar o tão famoso fast food. E com esse retorno, a marca começou a espalhar pelo Brasil adaptação da identidade, desenvolvendo lâminas de bandejas diferentes, mudando embalagens de produtos, mudando menus, foto dos perfis das redes sociais entre outras coisas. Hoje são sete restaurantes com fachadas diferentes, com gírias locais espalhados pelo Brasil.
Há 40 anos que o McDonald’s está no Brasil, e nunca houve uma redução na quantidade de clientes ou mesmo de produtos vendidos. Em um momento de dificuldade econômica em que o Brasil se encontra é notório que a população irá reduzir seus custos, mas os líderes de mercado têm a responsabilidade de provocar mudanças no mercado que possa entregar mais valor agregado e se destacar dos demais para não serem taxados de supérfluos ou desnecessários, porem não é toda marca que consegue isso. Portanto, este ano, o McDonald’s comemora a sua abertura do milésimo restaurante, isso é sinônimo de que não só é um excelente líder de mercado, como também está em um momento especial, pois poucas marcas conseguem manter seus clientes apaixonados e ativos em momentos de crise.
A nova loja fica localizada na Avenida Paulista e possui uma experiencia completa aos consumidores de Méqui. Além dos produtos tradicionais, lá você encontra um menu com 15 produtos exclusivos que só tem lá, também é possível consumir um menu a parte de McCafé com produtos sem lactose e bebidas diferentes.
A experiência não fica só nos produtos, o atendimento será um diferencial, além dos totens de autoatendimento posicionados em todo o restaurante, no segundo andar o cliente pode comprar no menu digital, colocar uma plaquinha com sua identificação na mesa e ser servido sem precisar ir buscar o lanche, uma experiencia nada convencional dos modelos de fast food.
Wi-Fi de qualidade, ambientação totalmente diferenciada e sem contar na arquitetura preservada de uma das casas mais ícones da Avenida Paulista, por ter sido construída em 1940 e apesar de ter alguns aninhos, seu ambiente interno foi totalmente reformulado para que proporcionasse espaços instagramáveis, tendo como ícone central um Big Mac desconstruído de aproximadamente um metro e meio de altura pendurado no centro da loja. E na sua parte externa, além da sua parte de convivência onde acontecerá shows e espaços para brincadeiras, a loja possui um mirante no topo em que disponibiliza binóculos em formato de caixinhas de sanduíches para observar e contemplar a beleza da cidade, pois o restaurante será 24 horas.
Como se não bastasse toda a ambientação, os novos produtos e o novo modelo de atendimento, o Méqui 1000 traz para a sua inauguração uma ativação em parceria com o app Airbnb, que consiste em levar um trailer ambientado do McDonald’s onde as pessoas vão poder reservar para passar uma noite dormindo e curtindo essa experiência maravilhosa.
“A gente tem o privilégio de ser uma marca global, mas ao mesmo tempo, quando a gente fala de comida, estamos entrando muito na cultura local, nos hábitos locais, então é muito comum dentro do sistema McDonald’s você achar restaurantes que vende yakisoba, sopa, croquete, arroz e feijão. Há essa liberdade para que a marca consiga se adaptar as culturas locais e aqui no Brasil a gente também fez isso, mas também como estratégia de comunicação a gente quer se aproximar das pessoas. Então quando a gente usa as gírias locais, fala a linguagem do brasileiro ou até mesmo permite que eles nos chamem com apelidos carinhosos que eles nos dão, a gente mostra que está bem pertinho deles e é isso que a gente é, uma marca que está no dia a dia dos brasileiros”, afirma João Branco – CMO do McDonald’s no Brasil.
Leia Mais
Mídia

SKY faz ativação no Beco do Batman

Os fãs e amantes da série The Handmaid’s Tale já podem maratonar a nova temporada através do SKY Play e para divulgar essa novidade, a agência Mirum, propôs uma ação out-of-home integrada com o digital no Beco do Batman, em São Paulo.

A ação consiste em um muro temático com o grafismo da asa de Aia para as pessoas interagirem tirando fotos e postando nas redes sociais usando a hastag #resistence.

Além da finalidade de divulgar a nova temporada da série, a ação busca aumentar o conhecimento do público a respeito da plataforma de vídeo on demand da empresa.

 

 

Ficha técnica

Agência: Mirum Agency

Cliente: SKY

Produto: SKY Play

Campanha: Lançamento The Handmaid’s Tale no SKY Play

Diretor de Criação Executivo: Filipe Matiazi

Criação: Carlos Waiss, Danilo Nagami, Lucas Vilela e Mauro Paz

Atendimento: Patrícia Rogoski, Andressa Sucodolski e Ana Clara Oliveira

Planejamento: Paula Granette

Mídia: Bruno Seus, Gustavo Hipolito e Felipe Manno

Gerente de Projetos: Talita Franco

Producer: Paulo Setti e Bianca Mascarenhas

Artistas: Lanó

Galeria: Alma da Rua

Aprovação/Cliente: Alex Rocco, Alex Greif, Adriana Orlandelli, Verônica Guerriere e Gabriela Piffer

 

Leia Mais
Vai e vem

Jovem Pan contrata Guilherme Lima, da Rede Globo, para comandar transformação digital do grupo na área comercial

A Jovem Pan segue em transformação e anuncia a contratação de Guilherme Lima para comandar o comercial digital. Lima, que atua há mais de 20 anos no mercado digital, trabalhou nos últimos anos na Rede Globo Digital, na Microsoft e na In Loco.

A entrada do novo diretor acontece no momento em que a Jovem Pan se prepara para o lançamento do PanFlix, plataforma digital que reunirá todo o conteúdo JP, novos programas e a inauguração de seus novos estúdios. “Estou muito entusiasmado em fazer parte de um grupo de comunicação que está inovando um veículo tradicional como o rádio. Vou dividir com o mercado o novo posicionamento da Jovem Pan que já é um grande case”, afirma Lima.

Guilherme conta que irá trazer para o grupo Jovem Pan uma equipe multidisciplinar com os melhores executivos do mercado e que tenham uma visão do digital em vídeo, áudio, TV e rádio. “Queremos um time que possa entregar conteúdo de qualidade para os consumidores e projetos comerciais 360 graus que atendem as necessidades individuais de cada cliente”, diz.

Leia Mais
1 2 3 4 5
Page 2 of 5