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Medgrupo surpreende público com maior e mais tecnológica tela de LED do Brasil

A Medgrupo – maior instituição de ensino médico do Brasil – surpreendeu seu público ao criar um painel de LED indoor com uma tecnologia jamais vista no mercado. Com apenas 16 cm de espessura, super slim, e excelente relação custo-benefício, a linha QF, utilizada na montagem do painel, transformou os auditórios da Lagoa da Barra, Barra da Tijuca e São Paulo em verdadeiros locais de espetáculo para as apresentações da empresa.

Somente em São Paulo, foram 266 componentes, em 82 m² da mais avançada tecnologia, montados em apenas uma semana, criando o maior painel indoor do Brasil. Criada pela Leyard, em ação conjunta com a AVGroup, integradora do projeto, a ação se tornou case de sucesso para a empresa.

Assista ao vídeo da instalação.

SOBRE A MEDGRUPO

Holding brasileira na área médica, a Medgrupo é focada no treinamento e cursos da área médica para estudantes e residentes de medicina para diversos concursos em todo o território brasileiro. Possui mais de 35 mil alunos e é considerada a maior empresa de ensino médico do Brasil.

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Como o marketing sensorial impulsiona suas vendas?

Em um mundo instantâneo, conectado e viciado em distrações, as experiências é que são responsáveis por fazer os consumidores pararem e prestarem atenção no seu negócio. Assim, focar apenas em exibir seu produto já não é mais tão relevante quanto a alguns anos atrás.

Por isso, o marketing sensorial se tornou um investimento interessante para quem deseja fixar a marca na mente dos consumidores.

Afinal, perceptivelmente ou não, valorizamos bastante os pequenos momentos, sejam eles excêntricos ou cotidianos. A sensação de tomar um café fresco pela manhã, o alívio de sair de uma rotina pesada de trabalho ou mesmo a alegria de ver um vídeo de gatinhos são algumas das sensações que podem fazer parte da sua estratégia de marketing.

O segredo que nos esquecemos sobre os exemplos acima é que nossos cinco sentidos são peças fundamentais para trabalhar com o marketing sensorial. Mas como podemos definir o que é o marketing sensorial? Quais benefícios ele pode trazer para o seu negócio? Como criar estratégias eficientes?

É baseada nessas reflexões que a Três Meios se propôs a criar este artigo. Separe alguns minutos do seu dia e confira se o marketing sensorial é a estratégia ideal para você que deseja alavancar suas vendas!

 

Marketing sensorial: o que é?

A primeira coisa que precisamos compreender sobre o marketing sensorial é que em nenhum momento tentamos “empurrar” o produto para o cliente. Nada de dizer que você tem grandes descontos ou de ficar exibindo características sobre o seu produto.

Todas essas práticas estão diretamente relacionadas à parte racional do nosso cérebro, e não é essa a região que você está tentando atingir.

Pode não parecer, mas quando nossa parte emocional (ou inconsciente) toma as rédeas do pensamento, deixamos em segundo plano o nosso racional. Quantas vezes você já se pegou pensando sobre uma atitude que tomou para só depois entender que o acontecido fora apenas consequência de um impulso incontrolado?

Esse é apenas um dos exemplos que demonstram a potência do nosso emocional, e ele é importante! Importa porque age com intensidade na decisão de compra do consumidor.

Assim sendo, você já pode inferir que o marketing sensorial é capaz de oferecer uma experiência estabelecedora de conexões emocionais com o cliente.

Ora, mas seria esse um tipo de neuromarketing?

Não exatamente. Apesar do marketing sensorial trabalhar com nosso sistema nervoso, não há como engloba-lo dentro do neuromarketing, eles possuem propostas diferentes.

No próximo trecho, segue a principal diferença entre o neuromarketing e o marketing sensorial.

 

Por que não neuromarketing?

Apesar de ambas as práticas estarem relacionadas ao cérebro humano, o neuromarketing e o marketing sensorial são bem diferentes entre si.

No neuromarketing utilizam-se estudos neurológicos para as práticas de marketing: é a busca por padrões e comportamentos de compra dos consumidores.

O neuromarketing e o marketing sensorial trabalham com aquilo que é sensível ao consumidor

Tal como as sensações, os padrões de comportamento estão relacionados mais à nossa parte inconsciente e menos às decisões conscientes. Por outro lado, a análise comportamental explora mais a nossa essência “automática” — ou seja, se baseia naquilo que fazemos sem pensar. O neuromarketing estuda, em sua maioria, os hábitos.

A abordagem do marketing sensorial é diferente: enquanto o neuro se preocupa em explorar atividades habituais e utiliza delas para influenciar sua decisão de compra, o marketing sensorial apela para os momentos especiais usando, para tanto, os cinco sentidos.

Normalmente, os sentidos explorados são conectados àquelas memórias afetivas ou nostálgicas como o cheiro do bolo da avó, do perfume da esposa ou o sentimento de paz que alguns têm ao se deparar com o campo.

Resumindo: o neuromarketing estuda o que é habitual enquanto o marketing sensorial estuda o que é especial. Abaixo, você confere três das principais vantagens alcançadas nas vendas quando se conta com o marketing sensorial.

 

3 vantagens do marketing sensorial

  1. Cria vínculo emocional

Se você estimula boas memórias ao público, é possível que comecem a associar uma sensação semelhante à sua marca. Ou seja, sempre que sentirem um cheiro correlacionado a esta memória ou olharem para o seu slogan, vão se lembrar da sua marca;

 

  1. Estimula o desejo de compra

Quem nunca viu uma Coca-Cola gelada em um dia de calor e não ficou, de súbito, com vontade de tomar um refrigerante? A sensação de frescor da bebida estimula sua vontade de comprá-la, e esse é um sentimento poderoso;

 

  1. Desenvolve identidade

O marketing sensorial não apenas serve para estimular as boas memórias e sensações, mas para vincular sua marca a elas.

As esfihas do Habib’s são um bom exemplo: só pela observação você já se torna capaz de distinguir qual alimento pertence à rede de fast-food e qual foi feito por outra lanchonete ou restaurante.

Por que o marketing sensorial funciona?

Desde o início deste artigo até o presente momento você percebeu uma forte tendência produzida por nossas sensações na capacidade de raciocínio, certo? Esse é o principal motivo pelo qual o marketing sensorial funciona.

Mas não pense que isso pode ser feito de qualquer jeito, pois seu mau uso corresponde ao efeito contrário da proposta: espantar sua clientela. De uma maneira ou outra, o marketing sensorial afetará o público, e o melhor é que saibamos como usá-lo para aproveitar seus efeitos positivos.

Afinal, assim como a associação das sensações positivas pode impulsionar um consumidor para a compra, errar na estratégia pode fazer com que ele sinta algum tipo de repulsa, evitando se aproximar de você.

O potencial de transformar os consumidores em admiradores da sua marca ou de fazê-los sentir uma forte conexão com suas propostas é justamente a razão pela qual o marketing sensorial tem sucesso, e dificilmente será substituído no futuro.

 

3 cases bem sucedidos de marketing sensorial

  1. Dunkin Donuts: os bolinhos do Dunkin Donuts são reconhecidos no mundo inteiro, e a marca faz questão de aproveitar isso.

Uma das ações mais conhecidas no marketing sensorial foi o momento em que a empresa colocou dispensadores de aroma em um ônibus na capital da Coreia do Sul, distribuindo o cheiro característico do café servido nas lanchonetes da marca

É claro que a ideia não surgiu apenas para deixar o veículo cheirando a café: o aroma foi dispensado de maneira estratégica, sempre que um anúncio da marca era transmitido pela rádio interna do ônibus.

  1. Hotel Marriott: usando a tecnologia de realidade aumentada — aquela usada no popular game Pokémon Go —, o Hotel Marriott levou seus hóspedes a incríveis destinos de viagens. E nota-se: em toda experiência havia disponível um hotel da marca.
  2. McDonald’s: além de ser uma rede de fast food, o McDonald’s é um gigante do marketing. Tanto que é impossível dissociar a combinação de cores vermelha e amarela da marca, caracterizada pelos famosos “arcos dourados” em um fundo vermelho.

 

Como usar o marketing sensorial para vendas?

Notou que, dentre os três exemplos, ao menos um dos sentidos corporais era estimulado? Neles é que estão a base do marketing sensorial, e cada uma das sensações pode ser aproveitada de uma maneira diferente.

Para demonstrar como a utilização do marketing sensorial impulsiona suas vendas, vamos exemplificar, logo abaixo, uma estratégia para cada um dos nossos cinco sentidos!

 

5 estratégias, cinco sentidos

  1. Audição

Também chamado de marketing sonoro, o uso da audição pode ser um gatilho para que sua marca seja identificada de longe. Uma boa estratégia é contratar um especialista para criar uma música exclusiva para sua marca.

Apostar naquela trilha sonora única faz parte do marketing sonoro

Se você é do Rio de Janeiro, certamente se lembra da música do Metrô Rio (e talvez ela esteja tocando em sua cabeça nesse exato momento). Podemos dizer que esse também é um case bem sucedido de marketing sensorial.

Outro case de sucesso, é o da empresa Mahogany, que decidiu impactar mais o seus consumidores utilizando uma playlist em suas lojas. Mas não foram quaisquer músicas, a marca decidiu pensar em canções que que iam na direção no modo como a empresa se posiciona no mercado.

Dessa forma, toda vez que um consumidor ouve uma determinada música, ele pode remeter à Mahogany.

  1. Olfato

Sua marca não precisa ter um produto com um cheiro característico como no exemplo do Dunkin Donuts. Essas fragrâncias também podem estar associadas a memórias comuns.

Por exemplo, se você possui uma confeitaria que faz bolo artesanal, pode usar dispensadores de aroma com o cheiro de bolos tradicionais caseiros, como bolo de milho, aipim ou chocolate.

Embora não estejamos sempre atentos a isso, os cheiros marcam nossa experiência cotidiana

Muitos consumidores comiam esses “bolos de avó” na infância. Por isso, esses cheiros certamente ativarão uma sensação nostálgica daquela época, atraindo-os para a sua loja.

Um exemplo que deu muito certo foi a empresa Heinz que, para divulgar seu novo sabor de Ketchup bacon e cebola caramelizada, instalou em alguns abrigos de ônibus, na Av. Brigadeiro Luiz Antonio, um dispositivo que disparava o aroma de cada sabor.

As pessoas que estavam aguardando o ônibus podiam sentir o cheirinho do produto, aguçando a fome dos que são apaixonados por bacon e cebola caramelizada. Com isso, as chances do público comprar o novo produto quando for ao mercado são maiores, já que eles já sabem o cheirinho do ketchup.

  1. Paladar

Seu produto tem um sabor particular, mesmo que seja algo tão comum quanto batata frita? Você chegou a este sabor por conta de alguma combinação de temperos que a concorrência não conhece? Então aproveite essa oportunidade e use-a como parte de sua estratégia de marketing sensorial para vender mais!

Faz parte do marketing sensorial os sabores marcantes e as lembranças particulares

  1. Tato

Este talvez seja o mais complicado, e muitas vezes é confundido como um marketing de experiência. Mas você também pode explorá-lo como marketing sensorial, e as lojas de móveis são bons exemplos.

Já reparou que os móveis são dispostos nas lojas como se o ambiente fosse uma sala de estar? Pode parecer bobo, mas isso é feito para lhe passar a sensação de familiaridade, de como seria se a sua própria sala estivesse mobiliada com aqueles produtos. Tentar dispor seus produtos de uma maneira que simula a experiência sensorial já vivida pelo consumidor pode ser uma boa ideia!

Outra forma de atingir seu público, através do tato é fazer como a marca de Pão Açúcar: buscando divulgar seu novo jeito de vender, colocou gôndolas virtuais OOH nas estações de metrô Butantã e Faria Lima, em São Paulo. A intenção era mostrar ao passageiros como fazer compras pode ser prático e rápido.

Para isso, os passageiros que precisavam apenas baixar o aplicativo da rede varejista e fazer suas comprar através do leitor de código de barras. A ação foi muito bem recepcionada e a rede conseguiu atingir seu público de uma forma inusitada;

  1. Visão

De outro lado, a visão acaba sendo a opção mais fácil para elaborar estratégias de marketing sensorial. Tal como as esfihas do Habib’s, facilmente reconhecíveis, e a logo do McDonald’s, que pode ser vista de longe, pense em estratégias que utilizam determinadas cores que destacam seus produtos de maneira a conectar e impressionar seus clientes.

Isso pode tanto ser feito com produtos premium quanto com os mais básicos. Já viu os vídeos da famosa batata de Marechal, aquelas que inundaram a internet na época das Olimpíadas do Rio 2016?

Mostrar como as batatas são dispostas na marmita e na sacola foi o suficiente para atrair a curiosidade não só dos cariocas, mas de diversos brasileiros (e até estrangeiros), que formaram filas em frente à barraca. Vale mencionar que o bairro de Marechal Hermes não fazia parte do circuito olímpico.

O McDonald’s acabou de ganhar o Grand Prix de Outdoor por sua ação,chamada de campanha “Next Exit”  de padronização do sistema de sinalização rodoviário e metropolitano, facilitando a chegada dos consumidores até as lojas mais próximas deles.

A ideia foi usar as curvas da letra M como uma espécie de anúncio minimalista, com frases como “Próxima saída” “À sua direita”.

Dessa forma, a rede de fast food atingiu seu público usando o marketing sensorial, através de uma campanha simples e que condizia com a imagem da marca.

Gostou do conteúdo? Quer saber mais de OOH? Fale com a Três Meios.

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ABA e Editora Leader lançam livro sobre marketing e o propósito dos anunciantes

Obra é assinada por Sandra Martinelli, presidente-executiva da Associação Brasileira dos Anunciantes, e tem patrocínio da Leader

“Um Olho no Peixe e outro no Leão – Uma interpretação do propósito dos anunciantes” foi escrito por Sandra Martinelli com o intuito de compartilhar sua experiência na posição de presidente-executiva da ABA (Associação Brasileira dos Anunciantes), que exerce há seis anos. “É uma compilação dos pensamentos construídos nesse período em que estou à frente da gestão executiva da ABA, que tem cerca de 140 empresas associadas responsáveis por 70% do investimento em mídia realizado no país”, explica a autora.
A obra é fundamental tanto profissionais da área de Marketing que querem se atualizar, estudantes em busca de conhecimento e empreendedores interessados em aprender mais sobre a função do Marketing, que diante da pandemia e do novo normal extrapolou o ambiente de negócios.
Sandra explica que o “peixe” é a estratégia que pode ajudar na multiplicação de ideias. Já o Leão é o prêmio à criatividade concedido aos cases diferenciados pela inteligência.
Com seu gosto por escrever, a autora proporciona uma leitura atraente, ao mesmo tempo que transmite conhecimento atualizado e relevante do começo ao fim.
Mas por que propósito? Ela nos esclarece que empresas e marcas assumiram um compromisso maior com o social e o coletivo, atendendo as expectativas de gerações emergentes e de consumidores cada vez mais atentos a aspectos como diversidade e inclusão.
A autora aborda temas essenciais como Marketing Responsável, Publicidade sem estereótipos, Inclusão e Diversidade, Assédio em eventos, Relacionamento com agências, Cannes Lions entre tantos outros que compõem esta obra única em seu conteúdo.
“Como editora na construção desta obra me sinto honrada por apresentar uma obra que nasce para impactar um mercado que é carente em muitos pontos.
Obrigada Sandra Martinelli por fazer parte do Rol de autores da Editora Leader.”, afirma Andréia Roma, CEO da Editora Leader.

“Marketing é diálogo. E as empresas anunciantes precisam dialogar com a extensa cadeia de stakeholders que a sociedade moderna exige. E a ABA, como agente transformador, procura justamente trabalhar nesse coletivo, com ações de marketing que geram valor não somente para as empresas anunciantes, mas para a sociedade. O livro reflete toda a contribuição que a gestão de Sandra Martinelli promoveu para que a ABA seja vista como um grande exemplo de um ecossistema que enfrenta desafios disruptivos, sempre com ousadia, foco e determinação.”, diz Nelcina Tropardi, Presidente da ABA e Vice-Presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos da HEINEKEN.

O lançamento acontecerá de forma virtual em 26 de novembro, às 19h00, e contará com a participação da autora Sandra Martinelli, da prefaciadora Nelcina Tropardi, e da coordenadora Andreia Roma.
Para assistir ao lançamento basta acessar https://www.youtube.com/c/EditoraLeader/ ou https://www.facebook.com/editoraleader/.
Para adquirir o livro acesse: https://editoraleader.com.br/livro/serie-lideres-de-marketing/livro-um-olho-peixe-e-outro-no-leao-portugues/

Sobre a autora
É presidente-executiva da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) há seis anos. Atua no Marketing há 36 anos, entre os bancos Unibanco e Santander, e grandes agências, Ogilvy e Grey. Tem MBA pela Dom Cabral, pós-graduação em Propaganda e Marketing pela ESPM, e graduação em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas. É um dos grandes nomes do mercado brasileiro de Marketing e Comunicação.
Recebeu ao longo de sua carreira mais de 200 prêmios, como o Hall of Fame de Marketing, Marketing Citizen 2018, WFA President’s Awards 2019 e 2020, Dirigente de Marketing do Ano 2019, dentre outros.

Ficha técnica
Livro: “Um Olho no Peixe e outro no Leão – Uma interpretação do propósito dos anunciantes”
Autora: Sandra Martinelli
Editora: Leader
Páginas: 160
Preço: R$ 79,90

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Divulgada a lista com os finalistas do Prêmio Amigos do Mercado 2020

Desenvolvido para reconhecer o profissional do dia a dia do mercado publicitário de forma democrática e divertida, a quarta edição do Prêmio Amigos do Mercado anuncia os finalistas das 15 categorias. Depois de serem escolhidos pelos 100 gestores, os quais foram indicados abertamente pelo mercado, os finalistas agora terão conhecimento de suas nomeações.

Neste ano, a divulgação dos 150 profissionais finalistas se dará através de uma ação em parceria com a Eletromidia, a qual cederá parte de suas telas em estações de metrô e shoppings da cidade de São Paulo e Rio de Janeiro, além da publicação dos indicados nas mídias sociais do Amigos do Mercado e através de veículos de imprensa.

As categorias desse ano são: Anunciante, Atendimento e Negócios, Business Intelligence, Content, Criação, Estagiário, Executivo de Vendas, Inteligência de Mercado, Mídia, Operações, Planejamento, Professor, Profissional de Apoio, Recursos Humanos, além do Prêmio O Amigo do Mercado.

A votação será aberta aos profissionais do mercado publicitário e ocorrerá exclusivamente no grupo de Facebook do Amigos do Mercado e acontecerá entre 09 e 25 de novembro.

Os vencedores das 15 categorias do Prêmio Amigos do Mercado 2020 serão conhecidos no dia 26 de novembro e premiados em live inédita marcada para 03 de dezembro.

Nesta edição, o Prêmio conta com o patrocínio de: Inarco Troféus, Outdoor Social, Compasso Colab, Editora Globo, Blum Mobile Ads Solutions, Seedtag, Carrega+, Band, Retail Media e Eletromidia.

Conheça os indicados:

ANUNCIANTE
Anna Carolina Campos Lota (LG)
Francisco Batalejo (GM)
Glaucia Martinelli (Vivo)
Helena Bonesio (Volkswagen)
Larissa Oliveira (Alpargatas)
Lindsay Stefani (Diageo)
Rafaela Condolo (Mercado Livre)
Sharon Harison (BRF)
Thiago Baltar (Itaú)
Vanessa Kustner (Claro)

ATENDIMENTO E NEGÓCIOS
Carolina Tebaldi (Artplan)
Cindy Fuji Matsu (Africa)
Isabela Crestana (AlmapBBDO)
Joana Credidio (Y&R)
Karolina Cassares (Leo Burnett Tailor Made)
Lara Bigliassi (W/McCann)
Nathalia Romeiro (Suno United Creators)
Pedro Yoshida (Publicis)
Raphaela Guillen (GUT)
Sabrina Pozella (Pullse)

BUSINESS INTELLIGENCE
Gabriel Matos (Mercado Livre)
Leonardo Scatamburlo (Kantar)
Luis Buosi (Ogilvy)
Marcela Ricardo (Band)
Pedro Debs (Diageo)
Pedro Maia (AlmapBBDO)
Priscila Olegário (Grey)
Rafael Schettini (W/McCann)
Ricardo Minervino (Disney)
Wilker Leal (Ref+)

CONTENT
Catia Fonseca (Band)
Douglas Gomides (Influenciador – LinkedIn Top Voices)
Eduardo Costa (Rádio Itatiaia)
Felipe Torres (DAZN)
Jade Gimenez (Viacom)
Karen Cunsolo (UOL)
Léo Paixão (Chef Mestres do Sabor)
Leonardo Haar (Disney)
Samy Dana (Jovem Pan)
Tatola Godas (Rádio 89 FM)

CRIAÇÃO
André de Aquino Vervloet – Firulo (AlmapBBDO)
Charles Alvarenga (Y&R)
Gabriel Duarte Rodrigues (DPZ&T)
Júlia Mota (GUT)
Márcia Lima (Lápis Raro)
Marília Costa (Leo Burnett Tailor Made)
Renato Jardim (Talent)
Rhaissa Bueno (W/McCann)
Ruan Miller (Leo Burnett Tailor Made)
Val Pacheco (Suno United Creators)

ESTAGIÁRIO(A)
Carlos Alves (Grey)
Carla Costa (Itaú)
Erica Messias (AlmapBBDO)
Gustavo Pereira (Dentsu)
Isabella Rosati (Pullse)
Marcela Costa (KondZilla)
Marco Pacheco Mussato (Sapient AG2)
Raul Alessandri (Bayer)
Ricardo Coelho (LG)
Thais Alves (VML)

EXECUTIVO(A) DE VENDAS
Amanda Lopes (Globo)
Andrea Machado (TV Cultura)
Caju (Rádio 89 FM)
Daniel Stelzer (UOL)
Fernando Nogueira (Record)
Guilherme Melo (Band)
João Romano (Discovery)
Juliana Horta (Google)
Marcos Rosseto (RBS)
Vanessa Gregoraci (SBT)

INTELIGÊNCIA DE MERCADO
Boaventura Júnior (DPZ&T)
Elaine Venga (ZAHG)
Glauco Moraes (Disney)
Isa Geo (Grey)
Jemerson Farias (R7)
João Galera (W/McCann)
Karla David (Y&R)
Mariana Diniz (Rádio Itatiaia)
Melissa Vogel (Kantar)
Renan Iti (AlmapBBDO)

MÍDIA
Bruna Morano (Africa)
César Nery (DPZ&T)
Daniel Guebara (W/McCann)
Gustavo Masson (Suno United Creators)
Kelly Prado (Talent)
Luisa Sotero (Artplan)
Mayara Andrade (Be180)
Pâmela Araújo (Ogilvy)
Priscila Sato (AlmapBBDO)
Priscilla Leite (Publicis)

OPERAÇÕES
Alana Pereira (CNN Brasil)
Edilson Xavier (Jovem Pan)
Fabio Castro (Sony)
Fernanda Andrade Gonçalves (Band)
Marcos Mansur (Disney)
Priscila Moura (SBT)
Rose Lopes (Eletromidia)
Tainá Martins (Teads)
Thais Bilbao (Globo)
Wagner Sena (ADR Media)

PLANEJAMENTO
Alex André (Grey)
André Sinko (F.biz)
Gabriela Tognozzi (Publicis)
Giulia Queiroz (Suno United Creators)
Guilherme Pádua (Wunderman Thompson Brasil)
João Pedroso (Talent)
Larissa Maida (Y&R)
Maira Miguel (Propeg)
Marcelo Yamautti (Pullse)
Maurílio Filho (W/McCann)

PROFESSOR(A)
Adélio Brito (Mackenzie)
Alexandre Reibaldi (Cásper Líbero)
Antonio Terra (UniBH)
Ciça Mattos (São Paulo Digital School)
Cynthya Rodrigues (IAB Brasil)
Gabrielle Fulchelberg (Mackenzie)
Gil Giardelli (ESPM)
Guilherme Treviso (Impacta)
Gustavo Reis (Tecnisa)
Paulo Arruda (Kantar)

PROFISSIONAL DE APOIO
Antônio Fava (W/McCann)
Danielle Nogueira (SBT)
Erick Correa (Publicis)
Jefferson Fernandes (Rádio Capital)
Jefferson Serrato (Pullse)
Jurandir Lima (MullenLowe)
Rosana Alcântara (Band)
Jair Gomes (Grey)
Suzy Cruz Moreira dos Santos (Vivo)
Vera Vidal (Y&R)

RECURSOS HUMANOS
Agda Shami (Discovery)
Cintia Pessoa (W/McCann)
Fernanda Reis (Publicis)
Gustavo Bronzeli (AlmapBBDO)
Juliene Salvan Dias (Band)
Michelle Mica (Talent)
Nayara Ramos (Grey)
Fabíola Kamida (Editora Globo)
Renata Garrido (Publicis)
Silvia Frange (KondZilla)

O(A) AMIGO(A) DO MERCADO
Allan Barros (Pullse)
André França (W/McCann)
Arnaldo Rosa (ABRX Serviços)
Beto Coimbra (Lojas Marabraz)
Gilberto Tota (Record)
Luciana Valério (SBT)
Manzar Feres (Globo)
Paula Vinhas (Viacom)
Priscilla Leite (Publicis)
Rodrigo Famelli (Africa)

O AMIGOS DO MERCADO

Grupo que reúne mais de três mil usuários em grupos de WhatsApp segmentados por região e área de atuação; mais de 33 mil membros no grupo fechado do Facebook e mais de dois mil seguidores no Instagram, o Amigos do Mercado tem por objetivo tornar o mercado publicitário mais amigável. Surgiu em 2015 e, desde então, permite que os membros, através dos canais mencionados, troquem contatos, vagas de emprego, currículos e notícias do mercado publicitário. Além disto, realiza uma série semanal de lives com profissionais de agências, veículos e anunciantes para falarem sobre a área e mudanças que ocorreram em decorrência do período pandêmico.

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De volta para o cinema

Depois de praticamente 6 meses de portas fechadas, as salas de cinema em São Paulo voltam a exibir filmes. A prefeitura autorizou a reabertura contanto que respeitem os protocolos da pandemia e restrições de funcionamento reduzido para 12 horas por dia.

Com esse movimento, espera-se que haja uma retomada no segmento que durante a pandemia teve uma queda de R$ 2 bilhões de reais em relação ao mesmo período de 2019, isso significa que os cinemas manteve apenas 15% do faturamento de suas bilheterias.

Todos os cuidados estão sendo tomados, entre eles o distanciamento das poltronas, aumento na rotina de limpeza e higienização dos climatizados, além do uso obrigatório do uso de máscaras e a aquisição de ingressos pela internet e totens.

E para atrair o público a retomar o hábito de frequentar as telonas, foi criado um festival chamado “De volta para o Cinema” com uma seleção de filmes campeões de bilheteria de vários gêneros para atrair o maior número de pessoas e os ingressos estão com preços acessíveis entre R$ 5 a R$ 20 reais com o intuito de reaquecer o segmento.

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Começou o Prêmio Amigos do Mercado 2020

Em 2015, o Amigos do Mercado surge como uma iniciativa para tornar o mercado publicitário mais amigável. Após 5 anos, a iniciativa já contempla mais de três mil usuários em grupos de WhatsApp segmentados por região e área de atuação; mais de 33 mil membros no grupo fechado do Facebook e mais de dois mil seguidores no Instagram.

Nestes canais, o Amigos do Mercado permite que os membros troquem contatos, vagas de emprego, currículos e notícias do mercado publicitário. Além disto, realiza uma série semanal de lives com profissionais de agências, veículos e anunciantes para falarem sobre a área e mudanças que ocorreram em decorrência do período pandêmico.

O maior evento do Amigos do Mercado é o Prêmio Amigos do Mercado, desenvolvido para reconhecer o profissional do dia a dia do mercado publicitário de forma democrática e divertida.

A escolha dos finalistas é realizada por 100 gestores indicados abertamente através do grupo. Estes gestores indicam até 10 profissionais de cada categoria do prêmio, que serão votados pelo público em enquete aberta, elegendo assim os vencedores da 4ª edição da premiação.

As categorias para este ano são: Atendimento, Criação, Content, Executivo, Anunciante, Mídia, Business Intelligence, Operações Comerciais, Pesquisa, Professor, Inteligência de Mercado, Planejamento, Recursos Humanos, Profissional de Apoio, Estagiário, o Prêmio especial In Memorian e o prêmio principal: o Amigo do Mercado.

Neste ano, o Prêmio Amigos do Mercado será um evento prioritariamente digital, com webinars de confraternização para cada etapa da premiação: reunião com os Top 100 Gestores; reunião com os Finalistas 2020; e o Evento dos Vencedores.

Nas edições anteriores do Prêmio Amigos do Mercado, inúmeras empresas apoiaram o projeto. Desta forma, o evento já teve como patrocinadores: Creativosbr, Converge You, IWM Agency, Inarco Troféus, CBN, Grupo Multifaces Brasil, RedeTV!, Globosat, Seedtag, O Globo, Blis, DM Strategic, Caras, b.drops, Outdoor Social, Facebook, Carrega+, Compasso Coolab e Kallas Mídia OOH.

Para ficar por dentro da premiação indicando gestores e votando nos finalistas, acompanhe o Amigos do Mercado em suas redes sociais buscando por @amigosdomercado.

Empresas interessadas em patrocinar o evento deste ano, podem entrar em contato com leandrobernardes@vlcompany.com.br

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Tenha um bom currículo sem ter experiência

Quando se é universitário é difícil ter qualificações suficientes para as empresas te contratarem, já que buscam experiência ou muitos requisitos.

Hoje trago algumas formas de você construir uma bagagem maior e mais preparada para apresentar às empresas, que vai desde o aprendizado técnico até as tendências de mercado.

Licenças gratuitas do Google
O Google disponibiliza cursos gratuitos com certificado para você aprender a trabalhar com as ferramentas da marca, como Google Ads, Google Analytics e SEO.

Basta dar um Google e começar. Com algum destes certificados, você economiza o tempo do seu futuro chefe em te ensinar a mexer na ferramenta ou o seu próprio tempo, já que muitas vezes você terá que descobrir sozinho como fazer as tarefas do serviço.

Cursos extracurriculares
Ao ter uma bagagem de “talentos” você pode os utilizar na agência. Por exemplo, se você fez Kumon e tem raciocínio rápido para contas, pode se destacar em uma vaga de mídia. Já se você é desenhista ou musicista, fica mais fácil trabalhar em uma produtora de vídeo ou no próprio departamento criativo da agência criando jeangles e ilustrações únicas para os clientes.

O segredo é buscar uma utilidade real das suas skills que antes eram só um hobbie para você, e que agora podem te destacar frente aos demais universitários.

Softwares básicos
Uma coisa é certa: se você faz publicidade, o computador tem que ser seu amigo. Mesmo trabalhando em áreas que o utilizam menos, como o atendimento, ainda sim precisa ter o domínio do pacote básico de softwares: Word, PowerPoint e Excel.

Destes, o que os estudantes mais têm dificuldade é o Excel, por se tratar de fórmulas e raciocínio lógico, mas se você fez Kumon vai tirar de letra. Se você não fez, a faculdade é a hora perfeita para aprender.

Palestras e talks
Pode não ser tão fácil conseguir acesso a talks que são voltados para profissionais já atuantes no mercado, mas se conhecer um professor que apoia os alunos, vale a pena perguntar se ele teria alguma vaga para você em algum desses eventos.

Neles, você não vai aprender a teoria de como funciona trabalhar, por exemplo, com inteligência artificial, mas vai compreender as demandas e ofertas desse mercado nos dias de hoje. Estar atualizado é fundamental na nossa área, e se você consegue se “antenar” de assuntos que são para um público mais maduro, certamente será visto da mesma forma pelo seu entrevistador.

Ainda sim, se não for possível ir a estes eventos, compareça nas palestras universitárias, e não só da sua faculdade. As faculdades públicas possuem várias programações com profissionais da área, e nas particulares, geralmente dá para levar um acompanhante. Então peça para o seu amigo da cervejada um convite pra ir na palestra do Mackenzie e o convide para ir na da Anhembi.

Trocas são sempre bem-vindas e benéficas para ambos.

Estude cases
Uma forma riquíssima de ter ideias para um cliente – e consequentemente estimular a criatividade – é conhecer cases de sucesso e os aplicar para clientes menores de uma forma que dê resultados.
Certamente, você não pode colocar esses cases em seu currículo, mas deve mostrar conhecimento deles durante a sua entrevista, e se tiver freelado e aplicado algum deles ou exercitado na faculdade, vale a pena comentar também.

E aí, gostou dessas dicas para melhorar o seu currículo, skills e se destacar na entrevista de emprego? Então compartilhe esse texto com o seu amigo da faculdade para ele ser um destaque também!

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ConteúdoOpinião

Creatividade

Ciao, parli italiano, conosci l’agenzia pubblicitaria Creativosbr?

Hola, hablas español, conoces la agencia de publicidad Creativosbr?

Muito feliz com este artigo para CREATIVOSBR. Nunca imaginei escrever para uma multinacional, ora pois, os brilhantes rapazes da agência miram longe. “Creativos” é a denominação de criatividade nestes idiomas, a expansão está próxima. Sto già facendo domanda per la filiale di Venezia.

Creativosbr = criatividade, que indica a capacidade de criar, produzir ou inventar coisas novas. Uma obra criativa pode ser uma pintura, um livro, uma escultura, um edifício, um anúncio, um filme, uma campanha publicitaria, por aí vai. Será somente alguns que possuem o dom, ou todos nós?

Em um de seus relatórios sobre o futuro do trabalho, o Fórum Econômico Mundial apontou a criatividade como a habilidade mais importante para o futuro. Já um levantamento do LinkedIn, feito em 2018 (em 2019 deu a mesma coisa), revelou que ela foi a soft skill mais procurada em ofertas de emprego daquele ano.

Antes disto, a Adobe anunciou os resultados da pesquisa “StateofCreate2016”, comprovando que os investimentos em criatividade recompensam e com benefícios tangíveis: do crescimento de renda até uma maior competitividade e produtividade nacional. O relatório, que entrevistou mais de 5 mil adultos em 5 países, revelou que as pessoas que se identificam como criativas têm uma renda 13% maior do que as não-criativas. Globalmente, mais de dois terços (70%) acreditam que ser criativo ajuda a fazer com que as pessoas sejam melhores trabalhadores, líderes, pais e alunos.

Criatividade faz muita diferença e nascemos todos com as mesmas chances de brilhar. Nunca é tarde para desenvolver, libertar essa veia escondida no calabouço! Criativos não são gênios, são apenas pessoas comuns como eu e você. Criativo é um indivíduo que empenha seu coração/cérebro para aprimorar-se como profissional/pessoal, sempre com entusiasmo. Obviamente, é inquestionável o valor do conhecimento, devemos estar abertos, sempre prontos, para: “aprender a conhecer”, “aprender a fazer”, “aprender a conviver” e “aprender a ser”. Neste mundo VUCA que vivemos, com tantas incertezas e desafios complexos, com novas profissões brotando, consumir conteúdo não é mais o suficiente.

Em minha opinião, criatividade também é gerada por quantidade e diversidade (hoje mais do nunca), que permite aprimoramento. No distante ano de 2019 li a biografia de Leonardo da Vinci (Walter Iassacson), a qual mostra que o gênio era um polímata, uma pessoa cujo conhecimento não está restrito a uma única área. Não é somente o autor de obras como os quadros Monalisa ou A Santa Ceia. Era também engenheiro, arquiteto, matemático, escultor, inventor e vegetariano. O livro apresenta o processo mental de Da Vinci ver o mundo, o qual acordava e tinha perguntas que podem parecer até infantis, como: “por que o céu é azul?”, “por que hoje o vento vai para o leste”, “por que a lagarta não voa e a borboleta sim?”. Desta forma pensava o gênio. Entendia que a pergunta é mais importante que a resposta, contrário do que vivemos hoje. As lições de criatividade de Da Vinci são muito validas para hoje, me acompanhem: mantenha-se curioso por toda vida, geralmente abandonamos isso por volta dos cinco anos de idade. Tenha pensamento independente, é sempre importante buscar pontos de vista diferentes do seu e da convenção estabelecida. Apure os sentidos, isso pode ser traduzido como ouvir bem e ser observador. Abrace a incerteza, aceite a dúvida como impulso para uma nova criação e não faça as coisas sempre do mesmo jeito. Equilíbrio entre corpo e mente, Leonardo era um atleta excepcional.

Caminhando para o fim, vendo criatividade por outro ponto de vista, falemos de William Shakespeare, um exemplo de gênio das novas ideias, ninguém duvida do talento do escritor inglês. Li no jornal O Estado de São Paulo, na coluna do mestre Leandro Karnal, um conhecedor profundo do bardo que, das 37 peças que temos acesso hoje, 36 foram baseadas em enredos que já existiam. Pois é, foram transcritos de alguma outra fonte. Tomando o exemplo de William Shakespeare, criatividade não é uma ideia extraordinária, surgida no nada, porém uma capacidade de recriar partes, parcialmente concebida por outra pessoa.

O futuro demanda, mais do que nunca de pessoas ‘creativas’.

“É com o coração que se vê corretamente. O essencial é invisível aos olhos.” (Antoine de Saint-Exupéry).

Obrigado.

Adão Casares, pai da Nathalia e do Bruno.

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06 dicas para arrasar na entrevista de emprego

Se você está procurando a primeira agência de publicidade pra chamar de sua, ou até mesmo um veículo ou anunciante, esse texto é pra te ajudar a se destacar nas entrevistas de emprego!

Apesar de sermos – no geral – comunicativos, sempre tem algo que deixamos de fazer, então preste atenção nas dicas de hoje.

Expressão corporal
A grande sacada das entrevistas de emprego é a expressão corporal. Você deve passar confiança, proatividade e firmeza, mas sem deixar de ser você mesmo

Por isto, mostre que não está tenso, com os ombros relaxados e braços separados em cima da mesa. Estes são sinais básicos de que você está à vontade e receptivo para bater um papo com o entrevistador.

Dresscode
Não só o seu corpo fala, mas também a sua aparência. Ao contrário do que você deve estar pensando, não estou sugerindo que vá de social – a menos que seja o seu estilo.

Você deve se vestir bem, como se fosse sair para um shopping: uma roupa bonita, que seja do seu estilo e de preferência evitando decotes muito profundos. Você pode usar decote, mas a sacada é acompanhá-lo de uma peça elegante por cima, como um blazer ou echarpe.

Olho no olho
Sim, além do corpo e roupa, seu olhar faz toda a diferença. Uma pessoa segura das suas habilidades olha no olho do outro, pois sabe do seu potencial.

Por mais que seja difícil, olhe ao máximo nos olhos da outra pessoa. Se você se sente desconfortável, intercale olhar no olho esquerdo e no direito do outro, assim não fica com o olhar fixo e se sente mais à vontade.

Simpatia com a concorrência
Ao contrário do que muitos pensam, é importante – e muito – tratar os demais participantes bem.

Em processos seletivos em grupo, o avaliador quer compreender a sua capacidade de se relacionar com todos.

Por isto, não olhe apenas para ele, mas para cada concorrente que você tem, falando com simpatia com todos eles, mostrando que não está lá competindo – por mais que você esteja sim.

Objetivos na ponta da língua
Sim, as perguntas do RH já caíram de moda, como “qual animal você seria?” ou “porque merece esta vaga?”. Mas se tem algo que sempre precisam saber é: suas fraquezas, forças e objetivos.

É muito importante entenderem no que você é bom para verificarem se está alinhado com o que buscam; no que você é pior para compreenderem se suas dificuldades podem atrapalhar muito a sua estadia na empresa; e seus objetivos, que devem estar alinhados com os da marca.

Então, tire um tempo antes do grande dia para entender melhor sobre você, sobre as bandeiras que você defende e como você se vê naquela agência, veículo ou cliente.

Mostre que está preparado pra ontem
Não tem estagiário melhor para empresas do que aquele que se mostra pronto pro que der e vier.

Vá com caderno, caneta, agenda, o que for. Mas mostre que está pronto para tomar notas sobre o seu primeiro job caso te contratem naquele mesmo instante!

Anote sobre a empresa, sobre o processo seletivo ou algo que achar relevante. Só não perca o foco com rabiscos, ou então essa dica que era pra te ajudar acabará te atrapalhando no final.

E aí, está menos nervoso para a sua entrevista?

Acho que não, mas tenha certeza que pode se sentir mais confiante se seguir estas dicas no dia que for em busca do seu primeiro estágio!

Aproveite e anote todas elas no caderninho que eu sugeri estar ao seu lado no dia da entrevista!

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Fake News, não são “Fakes” e nem “News”, diz pesquisa

“Se a mentira fosse apenas a negação da verdade, então este seria um dos modos, por negação, de provar a realidade. Mas a pior mentira é a mentira criadora. ” Clarice Lispector (2004).

Comecei esse texto citando Clarice Lispector propositalmente. Uma grande autora que, juntamente com Cora Coralina e Carlos Drummond de Andrade, podem ter sido “vítimas culturais” dos princípios das “Fake News”, principalmente nas redes sociais. Ou vai dizer que nunca viu frases de impacto somadas a belas fotos (normalmente na natureza em pose reflexiva) com autoria atribuída a um dos autores citados, não necessariamente sendo deles?

É isso! E isso nos dá uma pista para desvendar e não cair no conto do vigário. Seguindo a mesma lógica as Fake News podem tentar pegar a credibilidade de alguma personalidade, instituto de pesquisa ou marca “emprestada”. E, não necessariamente pessoas famosas, utilizam de pessoas comuns, inclusive para depoimentos de produtos utilizando como prova social em argumentação de venda.

Como dito na citação no início do texto, a pior mentira é a criadora, esse pode ser o pior dos problemas das Fake News, que após ser disseminada em massa pode passar a ser tida como verdade. Eis que temos aí outros problemas que, inclusive, podem se tornar solução: a leitura crítica e os títulos sensacionalistas. Estamos em um período grande ascensão do mercado digital e, nós da área de comunicação principalmente, sabemos que cliques são importantes para as métricas, e nada como um bom título para chamar atenção (ou uma boa “copy” como está na moda dizer). Portanto alguns portais podem exagerar nesse título, deixando informações duvidosas com a finalidade de atrair o usuário para ler a mensagem… que muitas vezes não leem, pelo menos não antes de compartilhar. Enquanto outros são apenas portais de humor, satirizando situações.

No título desse artigo citei que as “Fake News” não são “Fakes” e nem “News”, e intuito não foi negar a falsidade da ação, mas reforçar aqui que a falsidade é intencional e, pior, é muito bem pensada e usada com estratégia. Se partirmos da ideia que o escritor da “Fake News” sabe que está distorcendo fatos com o propósito de confundir o interlocutor da mensagem, ou até mesmo para atrair mais cliques para o link, ou amentar conversão em uma página de venda… isso nunca será uma notícia, e essa prática, ao meu ver, antiética (para não dizer criminosa) não é nenhuma novidade.

Bom, não dá para falar de Fake News sem falar sobre política. A novidade em questão é a escala, proporção e velocidade que as notícias falsas e ataques pessoais ganham com as ferramentas digitais. De acordo com matéria publicada no Meio & Mensagem, o Facebook tem sido pressionado por grandes anunciantes, em campanha intitulada de #StopHateForProfit, para que otimize as políticas de restrição à publicação de discursos de ódio e conteúdo nocivo na plataformas. Como resultado dessa ação foram derrubas contas do Brasil, Canadá, Equador, Ucrânia e Estados Unidos. No Brasil foram 73 contas ligadas aos gabinetes do presidente e família.

Na minha opinião estamos vivendo uma guerra ideológica velada e que para muitos não importam se a notícia é falsa, desde que represente em parte ou em totalidade a forma com que pensa sobre determinados assuntos. Enquanto as marcas e pessoas públicas timidamente começam a se posicionar sobre questões sociais, as pessoas “comuns” ferozmente estão se posicionando, inclusive de maneira desrespeitosa. As pessoas querem e estão gritando suas “verdades”. 

Opiniões estão cada vez mais escancaradas sem nem ao menos saber se tinha alguém interessado em ouvi-la, essa é a minha opinião.

 

P.S: Me solidarizo com os historiadores e professores que escreverão e ensinarão sobre meados de 2020.

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