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A representatividade de minorias nas campanhas publicitárias do BrasiL

Os últimos acontecidos, no que diz respeito ao racismo, me faz lembrar e reafirmar do quanto ainda é injusto a representatividade dessas minorias nas marcas, na frente de grandes publicidades, capas de grandes editoriais, ganhando frente, voz e vez. Assim, esse texto carrega muitas entre-palavras, porque o que escrevo aqui, ainda assim, é muito pouco do que sinto e do que penso sobre esse tema.

Em uma breve pesquisa no Google sobre o tema é fácil enxergar como ainda engatinhamos no que diz respeito a pouca visibilidade das minorias na publicidade. Em um dos sites, que
fala sobre um estudo realizado pela Elife e a agência SA365 sobre diversidade na publicidade brasileira, analisou 5.261 posts no Facebook e no Instagram feitos por 20 dos principais anunciantes brasileiros entre janeiro e dezembro de 2019, trouxe os seguintes dados:

– Grupos minoritários como LGBTQIA+ corresponderam a somente 4% das peças publicitárias, sendo identificados a partir de figuras públicas e demonstrações afetivas nas publicações.

– A presença de pessoas com deficiências (PCDs) que respondem por 1% das amostras.

– Negros, a porcentagem de participação caiu dez pontos percentuais em relação ao período anterior de comparação.

– Grupos como os amarelos tiveram representatividade em menos de 1%.

– A presença de grupos indígenas não foi registrada em nenhum dos materiais coletados.

Dados estes que dão vergonha, mas que mostram que o viés da publicidade do Brasil ainda tem muito para crescer e as marcas precisam agir e fazer as minorias “virarem estratégias” também, além do básico que é mostrado.

Enfim, qual o nosso papel diante disso? O que a gente pode fazer pelas minorias hoje? Discussão essa que abre várias possibilidades, podemos tirar disso tudo: somos únicos e a representatividade está estampada no nosso rosto. Que saibamos dar frente, voz e vez às minorias, pois o espaço a ser conquistado por elas ainda está só no começo.

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Publicitário professor. Professor publicitário.

Publicitário professor. Professor publicitário. Uma coisa não fica em pé sem a outra… pra mim, pelo menos.
Sabe que tem muitos anos que divido meu tempo entre agência de publicidade (agora empreendendo) e salas de aula (tão importantes e gratificantes quanto). Difícil, jornada diária de 15, 16 horas.
A sala de aula é minha segunda casa. Exatamente isso.
Nos últimos meses, minha segunda casa aconteceu de dentro da minha primeira casa. Literalmente. Consequências de uma quarentena dura, talvez nunca vista antes. Algum tempo para adaptação, compreensão de todos os lados e tudo tem funcionado bem desde então.
Sabe… Agradeço à Deus pela oportunidade que me foi dada de ser professor. Só quem é, sabe o que significa isso. Poder compartilhar conteúdo é algo extremamente gratificante.
Não é nada fácil, é verdade.
Estudo demais pra levar sempre o melhor para os alunos.
Desde 2007 tenho essa atividade em minha rotina. De lá pra cá, não teve um dia sequer que eu tenha deixado de lecionar, corrigir ou pensar nas atividades acadêmicas. Todos os dias da semana, estou dentro de uma sala de aula por pelo menos quatro horas, acreditando levar conteúdo novo, relevante e aplicável à atividade publicitária. Faço isso com muito amor, comprometimento, satisfação.
Sempre me dei bem com meus alunos. Respeito recíproco sempre foi o primeiro valor acordado nas minhas salas de aula que entrei. Quem não gosta disso? Sempre deu certo. De forma espontânea, natural, tento me conectar aos alunos, com discurso leve, informal, verdadeiro e sempre exemplificado às suas realidades. Se não sei algo, a humildade bate em minha porta. Se não sei, digo que não sei, mas que irei buscar a resposta onde quer que ela esteja. Aliás, quem sabe tudo?!
Tem uma coisa que muita gente sabe, mas pouca gente fala: A vitória de um aluno é infinitamente mais prazeirosa do que a própria vitória. Acreditem! Luto por essas vitórias dos meus alunos, todo dia e peço ao Papai do Céu que ocorram cada vez em maior número. Só ontem, duas delas: uma aluna Fecap que entrou numa grande agência e um aluno Faap me falando de uma etapa de um processo seletivo. Eu vibro por eles, eu vibro com eles.
Ser professor não é fácil nesse país. Tenho consciência que tenho uma posição privilegiada dentro desse mercado. Tenho as melhores condições de trabalho e atuo em casas que oferecem o melhor aos docentes e discentes.
Obrigado Fecap. Obrigado FAAP. Obrigado Mackenzie. Obrigado PlugSchool.
Mas, registro aqui que admiro muito e bato palmas para milhares de professores e professoras por esse Brasil que possuem uma realidade diferente da minha. São profissionais da educação que sofrem diariamente com a falta de recursos, a inexistência de reconhecimento e de respeito e ainda assim, continuam lecionando diariamente com sorriso no rosto, torcendo para um futuro de sucesso aos seus alunos. Todos esses, na busca por uma melhor entrega de conteúdo, se desdobraram e reaprenderam muito nos últimos meses para fazerem das aulas virtuais, as mais proveitosas possíveis para seus alunos.
Lembro quase que sempre dos meus professores. Gente que me ajudou bastante. Difícil citar alguns sem esquecer outros, mas ainda sim, farei: obrigado Amadeu, Russell, Bucci, Edson, Guaíra, Davidson, Cida, Lelo, Mecca, Adão, Ângelo, Marcinha, Alberto, Paulo Roberto. Alguns desses citados me deram aula, outros me incentivaram e outros ainda me deram a primeira oportunidade.
Feliz Dia dos Professores aos meus colegas, aos meus professores da escola, da faculdade e da vida e também a todos os que lecionam pelo Brasil, independente da dificuldade ou da falta de reconhecimento que tenham.
Que orgulho de vocês!
#diadosprofessores
por Filipe Crespo
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Creatividade

Ciao, parli italiano, conosci l’agenzia pubblicitaria Creativosbr?

Hola, hablas español, conoces la agencia de publicidad Creativosbr?

Muito feliz com este artigo para CREATIVOSBR. Nunca imaginei escrever para uma multinacional, ora pois, os brilhantes rapazes da agência miram longe. “Creativos” é a denominação de criatividade nestes idiomas, a expansão está próxima. Sto già facendo domanda per la filiale di Venezia.

Creativosbr = criatividade, que indica a capacidade de criar, produzir ou inventar coisas novas. Uma obra criativa pode ser uma pintura, um livro, uma escultura, um edifício, um anúncio, um filme, uma campanha publicitaria, por aí vai. Será somente alguns que possuem o dom, ou todos nós?

Em um de seus relatórios sobre o futuro do trabalho, o Fórum Econômico Mundial apontou a criatividade como a habilidade mais importante para o futuro. Já um levantamento do LinkedIn, feito em 2018 (em 2019 deu a mesma coisa), revelou que ela foi a soft skill mais procurada em ofertas de emprego daquele ano.

Antes disto, a Adobe anunciou os resultados da pesquisa “StateofCreate2016”, comprovando que os investimentos em criatividade recompensam e com benefícios tangíveis: do crescimento de renda até uma maior competitividade e produtividade nacional. O relatório, que entrevistou mais de 5 mil adultos em 5 países, revelou que as pessoas que se identificam como criativas têm uma renda 13% maior do que as não-criativas. Globalmente, mais de dois terços (70%) acreditam que ser criativo ajuda a fazer com que as pessoas sejam melhores trabalhadores, líderes, pais e alunos.

Criatividade faz muita diferença e nascemos todos com as mesmas chances de brilhar. Nunca é tarde para desenvolver, libertar essa veia escondida no calabouço! Criativos não são gênios, são apenas pessoas comuns como eu e você. Criativo é um indivíduo que empenha seu coração/cérebro para aprimorar-se como profissional/pessoal, sempre com entusiasmo. Obviamente, é inquestionável o valor do conhecimento, devemos estar abertos, sempre prontos, para: “aprender a conhecer”, “aprender a fazer”, “aprender a conviver” e “aprender a ser”. Neste mundo VUCA que vivemos, com tantas incertezas e desafios complexos, com novas profissões brotando, consumir conteúdo não é mais o suficiente.

Em minha opinião, criatividade também é gerada por quantidade e diversidade (hoje mais do nunca), que permite aprimoramento. No distante ano de 2019 li a biografia de Leonardo da Vinci (Walter Iassacson), a qual mostra que o gênio era um polímata, uma pessoa cujo conhecimento não está restrito a uma única área. Não é somente o autor de obras como os quadros Monalisa ou A Santa Ceia. Era também engenheiro, arquiteto, matemático, escultor, inventor e vegetariano. O livro apresenta o processo mental de Da Vinci ver o mundo, o qual acordava e tinha perguntas que podem parecer até infantis, como: “por que o céu é azul?”, “por que hoje o vento vai para o leste”, “por que a lagarta não voa e a borboleta sim?”. Desta forma pensava o gênio. Entendia que a pergunta é mais importante que a resposta, contrário do que vivemos hoje. As lições de criatividade de Da Vinci são muito validas para hoje, me acompanhem: mantenha-se curioso por toda vida, geralmente abandonamos isso por volta dos cinco anos de idade. Tenha pensamento independente, é sempre importante buscar pontos de vista diferentes do seu e da convenção estabelecida. Apure os sentidos, isso pode ser traduzido como ouvir bem e ser observador. Abrace a incerteza, aceite a dúvida como impulso para uma nova criação e não faça as coisas sempre do mesmo jeito. Equilíbrio entre corpo e mente, Leonardo era um atleta excepcional.

Caminhando para o fim, vendo criatividade por outro ponto de vista, falemos de William Shakespeare, um exemplo de gênio das novas ideias, ninguém duvida do talento do escritor inglês. Li no jornal O Estado de São Paulo, na coluna do mestre Leandro Karnal, um conhecedor profundo do bardo que, das 37 peças que temos acesso hoje, 36 foram baseadas em enredos que já existiam. Pois é, foram transcritos de alguma outra fonte. Tomando o exemplo de William Shakespeare, criatividade não é uma ideia extraordinária, surgida no nada, porém uma capacidade de recriar partes, parcialmente concebida por outra pessoa.

O futuro demanda, mais do que nunca de pessoas ‘creativas’.

“É com o coração que se vê corretamente. O essencial é invisível aos olhos.” (Antoine de Saint-Exupéry).

Obrigado.

Adão Casares, pai da Nathalia e do Bruno.

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Isolamento social e conexão digital: distâncias que promovem reinvenção

Tempo de pandemia está sendo o momento de reinvenção total de comportamentos e do uso e consumo tecnologias. Novos formatos, novos aplicativos, atualizações que foram feitos, principalmente, para a adaptação ao momento atual, como também para suprir essa ausência do contato presencial, que nós como seres sociáveis precisamos.

A pandemia fez colocar uma lente de aumento em tudo. Seja no uso excessivo de se manter conectado, mais também no sentimento da falta de experienciar os momentos de reunião com amigos e família. Inicialmente isso foi resolvido com o próprio uso da tecnologia, no entanto, com o passar do tempo, a necessidade da conexão real mostrou-se mais necessária. 

Foi aí que os estabelecimentos precisaram se reinventar e adotar novas medidas para garantir aos clientes um local mais seguro possível diante das normas impostas pelos órgãos de saúde. Marcas precisaram usar de soluções criativas para manter seu público ativo e online, pois os acessos nas plataformas digitais se fortaleceu ainda mais.

A realização de videochamadas, seja para reuniões de trabalho ou para matar a saudade de familiares e amigos, “lives”, transmissões ao vivo realizadas dentro de redes sociais e plataformas de vídeo foram algumas das estratégias que diversos artistas, celebridades e também as marcas adotaram para produção e distribuição de conteúdo.

Uma pesquisa realizada pela Opinion Box, em maio, trouxe esses dados: 88% dos internautas brasileiros com smartphone já realizaram uma videochamada com o celular. A prática é mais comum entre as pessoas de 16 a 49 anos (90%). 52% dos que já realizaram videochamadas pelo smartphone afirmam que o hábito aumentou durante a quarentena. O aplicativo que o brasileiro mais usou até hoje para videochamadas é o WhatsApp, experimentado por 95%. Ainda sobre a pesquisa, entre quem assiste ou já acompanhou lives no celular, 64% aumentaram a frequência no período da quarentena.

Conexão entre o real e o virtual é o que estamos sentindo na pele como nunca. O mundo pós-pandemia, com o “novo normal” tão debatido, renascerá muito mais digital e as plataformas de entretenimento virtuais que explodiram durante esses meses de isolamento, vitrine digital de vivências e de experiências coletivas, ampliando ainda mais as possibilidades de encontro e conexão.

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Whatsapp paga ou não paga?

No dia 15 de junho de 2020, uma segunda-feira em meio a pandemia do covid-19, a notícia mais importante para o mundo digital que rolava nas redes sociais, era “O Whatsapp vai permitir enviar e receber dinheiro pelo aplicativo e o Brasil será o primeiro país a testar a nova função”.

Assim que foi anunciado, as marcas que estavam viabilizando essa operação era, a Cielo como intermediaria na transação dos valores de uma conta para a outra, os bancos Nubank, Sicredi e Banco do Brasil por meio dos cartões de débito com as bandeiras: Visa e Mastercard.

Antes de prosseguir no texto, vale a pena abrir um parentese aqui. Pesquisa realizada em 2019 pela Opinion box e Mobile Time demonstra que os aplicativos mais utilizados pelos brasileiros que são usuários de smartphones são: Whatsapp, Facebook, Instagram, Google, Google Chrome, Uber, Youtube e Banco do Brasil, nessa ordem de prioridade. E um relatório da Global Messaging Apps 2019 revela que no Brasil há 120 milhões de usuários ativos mensalmente no aplicativo Whatsapp, colocando assim o Brasil entre os outros países que lideram o acesso à plataforma.

Voltando as notícias, o mercado ficou bastante eufórico com a novidade, principalmente porque após um trimestre de quarentena, o comércio tinha praticamente forçado a se digitalizar e adaptar-se a essa nova realidade que agora é sinônimo de sobrevivência e não mais de tendência. Essa solução do whatsapp, veio a calhar prioritariamente para pequenos players que não dispõem de muitos recursos para realizar esse processo de digitalização da melhor forma possível e no tempo hábil que os consumidores esperam.

Traduzindo, com o comércio fechado, uma das únicas maneiras de se manter o consumo ativo é por meio da venda ‘online’ que é considerado conversão quando ocorre o checkout, o que geralmente é feito através de um e-commerce ou um site com integração a plataforma de transação financeira. Nesse caso boa parte dos pequenos players só podem contar com recursos facilitadores ou soluções reduzidas dessas plataformas.

Por mais que se falem em “tornar o instagram em uma maquina de vendas”, “como vender todo dia pelo whatsapp business” até o momento que esse artigo está sendo publicado, isso são apenas recursos para auxiliar ou facilitar a venda, mas não é a venda propriamente dita, pois, o consumidor está apenas realizando um pedido através da plataforma digital, independente do tamanho da empresa, ela vai ter que se virar para entregar e receber o pagamento do cliente onde quer que ele esteja. Por isso os grandes players ainda saem na frente por possuir uma estrutura maior de logística e sistemas para operacionalizar toda essa parte.

Porém, quando o Whatsapp fala que irá permitir transferir valores financeiros por meio da sua plataforma, isso significa que toda a logística de transação de valor que o pequeno empresário teria que montar ou bancar para que o pedido realizado pelo seu cliente nas redes sociais fosse convertido em receita para o seu negócio, se resume a apenas um clique no whatsapp, ou seja, o whatsapp pode se tornar o maior e-commerce do mundo (nesse caso “e-commerce” no sentido de gerar transação comercial envolvendo recursos financeiros), colocando marcas grande e pequenas no mesmo patamar tecnológico para transações financeiras. Isso é o que se chama de “Game Changer”, a virada de jogo.

Mas como alegria de desprovidos de recursos monetários é curta, no dia 23, terça-feira, praticamente uma semana depois. O Banco Central do Brasil informa a suspensão das bandeiras Visa e Mastercard a iniciarem a opção de pagamento pelo aplicativo do whatsapp alegando que é preciso fazer ainda avaliações para analisar eventuais riscos e se certificar do funcionamento da operação levando em conta os princípios e as regras previstas pela legislação.

Que o Brasil não é para amadores, isso todos já sabem, e o risco de fraudes ou golpes sempre existirá, mas uma coisa é certa, essa é uma pequena função para a plataforma, mas uma gigantesca funcionalidade para o mercado futuro.

E o que nos resta é aguardar a cena dos próximos capítulos. Mantenha o seu acesso no Creativosbr para acompanhar novas atualizações.

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Mídias digitais podem ser solução para empresas e para namorados.

É isso mesmo. As redes sociais, mídias digitais e aplicativos podem ser ótimas ferramentas para as empresas e para os casais. Não posso deixar de falar sobre o contexto atual de pandemia do coronavírus, mas as soluções digitais já são muito úteis e válidas há muuuuuito tempo e bem antes de isolamento social. Seja você a favor ou não do isolamento social as ferramentas digitais podem te beneficiar.

Muitas empresas encontraram, nesses tempos, nos meios digitais, a única opção de continuar suas atividades e, a partir de então, estão assumindo um relacionamento sério com as redes sociais e aplicativos. E para os casais que estão separados pela consciência do isolamento social também estão amparados por essas ferramentas para amenizar e “reduzir” a distância.

O segmento de varejo já flerta com o digital há tempos e tem incorporado o social em sua estratégia de venda. “A estratégia de social commerce é uma tendência fortíssima para aumento nas vendas e ampliação dos canais de atendimento das marcas. A tendência é o ominichannel que remunera todos os envolvidos no processo, tanto o cliente, quanto o vendedor. O consumidor é quem manda e decide como e onde ele quer comprar”, analisa Renata Carvalho, coordenadora do Ciclo MPE da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net).

Dizer que o “digital” veio para ficar é até desnecessário, mas vou dizer hoje (12), no Dia dos Namorados, só para rimar (risos). Se sua empresa ou seu cliente já flertava o digital e até “tinham um lance” tempos atrás… já está passando da hora de assumir de vez e namorar. O isolamento social mais do que provou a importância do posicionamento digital, portanto, isso se estende a qualquer situação global (ao menos que falte energia).

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E se eu soubesse antes dos impactos do Coronavírus?

Não adianta se enganar, no fundo você sabia!

Um vírus se alastrava pelo mundo inteiro e todo mundo sabia que um dia ele poderia chegar aqui.

Fomos confiantes, acreditamos, pulamos Carnaval e fizemos memes. Surgiram os primeiros casos, e continuamos confiantes. Até que, um belo dia, a TV resolver mostrar mais. Não era só uma gripe ou brincadeira. O número aumentava e parecia que tudo tinha fugido do controle em pouco tempo. Empresas fecharam, pessoas perderam empregos, álcool em gel estava mais disputado que ar, home-office era legal, e ficar em casa se tornou sinônimo de cuidados.

Mas o que estávamos fazendo se não pensamos em estratégias para isso antes? Não criamos conteúdo com antecedência, não colocamos no plano de marketing, muito menos nas ameaças da análise de SWOT.

Essa crença de que nada falhará é tão crucial quanto perigosa. E agora pensamos no “SE”: e “se eu tivesse comprado álcool em gel antes?”, “e se eu tivesse guardado mais dinheiro?”,  “e se eu estivesse pensando em outra forma de vender meu trabalho?”. Com certeza seria menos duro, mas não seria igual.

Parece que virar tudo de cabeça para baixo faz a gente pensar melhor, mais rápido. E é nesse momento que surgem flores no deserto. Às vezes as tempestades são assustadoras, mas, no dia seguinte, o sol irradia forte.

Se você não fez antes, não precisa se crucificar. Relaxe, é hora de pensar no que você pode fazer. Existe uma imensidão de oportunidades que espera por você.

E pra terminar esse texto cheio de afeto, trago uma frase que escuto o tempo inteiro de senhora minha mãe: “Tudo na vida tem jeito, só não tem pra morte”. Então, saiba disso: tudo passa, fique em casa, se cuide e cuide dos seus.

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3 ferramentas importantes para fazer SEO

Toda empresa quer que o seu site apareça no topo da pesquisa do Google. Até porque, qual é o percentual de pessoas que acessam e realizam compras em sites que estão posicionados na segunda ou terceira página na busca do Google?

É por isso que o SEO é a melhor maneira de ranquear o seu site numa posição de grande visibilidade sem ter que se dispor em gastar com anúncios do Google.

É por isso que trouxemos 3 ferramentas que podem ajudar a melhorar a performance da sua página.

1) Ubbersugest: você pode usar essa ferramenta para ter ideia de quais palavras-chave você vai usar em seu site. Além disso, o uso das palavras-chave corretas permite que o seu público alvo te encontre com maior facilidade na busca do Google. Você também pode utilizar o Keyword Planner do Google, embora seja necessário utilizar o Google Ads para pesquisar qualquer palavra-chave.

2) GTMetrix: com o GTMetrix, você consegue saber o que precisa melhorar necessariamente no seu site e avaliar a sua performance como por exemplo o tempo de carregamento, se há algum código fonte quebrado, se há imagens pesadas impactando no tempo de carregamento da página, entre outras funções.

3) Google Analytics: é a ferramenta certa para entender o comportamento das pessoas dentro do seu site. É possível entender por quanto tempo elas navegam, quais páginas acessaram e também de qual site elas vieram.

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O porta voz da sua marca deve ter mais fama ou Influência?

Em tempos de evidência do marketing digital, principalmente em cenário de consolidação e boom de redes sociais, considero totalmente relevante refletir a respeito de fama e influência, como propôs Bárbara Sacchitiello em artigo publicado no Meio & Mensagem. O meu intuito não é de trazer julgamento, apontar como certo e errado, melhor ou pior, e sim de procurar entender como e em qual ocasião selecionar personalidade mais famosa ou mais influente com determinado público. Bárbara discorre, embasada pela pesquisa “Most Influential Celebrities” realizada pela IPSOS, se a fama é sinônimo de influência enquanto marcas e empresas estão cada vez em busca de vozes em suas estratégias para difundir produtos e serviços. Ter fama não necessariamente significa ser influente, mas também não exclui a possibilidade.

Antes de continuar falando sobre fama e influência vamos falar sobre audiência e visibilidade, e relevância e intimidade. Grave esses termos, têm tudo a ver com a reflexão proposta neste artigo. A pesquisa citada pela Sacchitiello, considerou fama relacionada a popularidade, e influência relacionada a capacidade de promover mudanças e influenciar comportamentos. O estudo também observa que o grau de influência está intimamente associado a credibilidade e carisma. Fama e audiência, influência e intimidade. A fama está totalmente relacionada à exposição, a quantidade de vezes que a pessoa “aparece”, fato este indicado na pesquisa, visto que as pessoas listadas como “famosas” possuem relação direta com veículos de mídia de massa (TV, principalmente). Agora sobre influência… a tendência é pessoas confiarem em pessoas, em pessoas próximas. Frequentemente pedimos indicações de produtos e serviços, não é mesmo? Pesquisamos no Google (confiamos na marca), acompanhamos redes sociais, mas o que notavelmente tem peso maior em uma decisão de compra é a indicação de alguém “próximo”. E, na minha opinião, é exatamente aí onde mora a influência, na capacidade que o indivíduo tem de criar essa proximidade com seus públicos. Mesmo a distância, a sua audiência se sente próxima, e a pesquisa da IPSOS atribui esse “fenômeno” ao grau de comprometimento do “Influenciador”.

A fama é quantitativa. O influência é qualitativa. Mas um quesito não exclui o outro. Porém convenhamos, não se agrada Gregos e Troianos, o processo de influência também se dá através do caminho da segmentação. Mas pera lá. O que vale mais: fama ou influência? Vamos trazer para a realidade de uma marca e refazer a pergunta, o que vale mais audiência ou relevância, alcance ou engajamento? O papel do gestor não seria (ou não deveria ser) buscar desenvolver ambos os lados? Destinar esforços para aumento de relevância e engajamento e com isso estabelecer maior proximidade com seu público. Como também, não deixar de lado estratégias que aumentem a quantidade de pessoas que estarão predispostas a, quem sabe um dia, serem influenciadas pelo discurso.

Talvez o mais ideal seja comparar o momento da marca (e do possível porta-voz) e o objetivo da ação. Trazendo nomes bastante conhecidos como exemplo, uma marca X poderia fazer uma ação visando alcance com Rodrigo Faro em um momento, e em outro procurar gerar engajamento com Nathália Arcuri, buscando influenciar público com interesses mais específicos. E por falar em Nathália Arcuri, vale dizer que após ter gerado certo nível de influência na área de finanças, Nathália parece destinar esforços para aumento de audiência ou, como estamos falando neste texto, aumento da fama (Vide participação ativa na TV).

Se já diziam que “Quem não é visto não é lembrado”, podemos acrescentar que quem não gera confiança não é comprado?

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5 passos para escolher sua área

-Por Sophia Furlan

 

Escolher a faculdade já foi difícil, mas mal sabia eu que ainda teria que escolher um segmento dentro da minha área.

 

Por ter feito ensino técnico eu já tinha experiência como agência, mas fazia um pouco de tudo, e gostava de muitos dos jobs – menos Atendimento.

 

Enfim, comecei a estagiar para quem foi meu jurado da banca de TCC, hoje meu professor, coordenador de curso e chefe, e como se não bastasse um só, quis dar uma de Branca de Neve e ter 7.

 

Mas para ajudar você nessa árdua missão, separei alguns passos para você seguir:

 

Conhecer as áreas

Antes de tudo é necessário que você entenda o que a agência, anunciante e veículo fazem, para que assim possa seguir os próximos passos. Entenda a estrutura de cada um e as funções de cada cargo.

 

Entender o que você gosta

Saber as coisas que te atraem na área é muito importante para você entender o que você gostaria de fazer, assim você não vira um profissional frustrado por trabalhar com o que não gosta.

 

Entender o que você não gosta

Além do que gosta, saiba o que não te atrai muito, principalmente através dos trabalhos da faculdade, nos quais você consegue ver no que não é tão bom e o que não curte fazer.

 

Experimentar

Ter contato através do estágio é muito importante, pois é aí que você colocará a mão na massa e entenderá o que compete a você ou não. E isso não significa fazer estágios na mesma área. Pelo contrário: quanto mais diferente forem uns dos outros, melhor para você ter uma visão geral do Mercado.

 

Fazer o que gosta

Parece clichê, mas quando você é bom no que não gosta e tem dificuldade no que ama, está se torna uma decisão difícil. Aconselho que faça o que gosta independentemente de ser bom ou não, pois você pode se dedicar mais ao longo dos estudos e atuação.

 

Espero ter te ajudado a encontrar seu nicho dentro desta área linda e cheia de lógica! 

 

Daqui 3 anos volto pra contar pra vocês se ainda quero seguir Marketing mesmo!

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