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Marketing

Wella Professionals, OPI e Fleury patrocinam Be Pink Outubro Rosa da b.drops

Nos dois últimos anos, a campanha arrecadou mais de 250 quilos de cabelo e contou com cerca de cinco mil doadoras. Com 300 salões participantes, localizados em Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, a edição 2020 da Be Pink vem para ajudar mais mulheres a descobrirem os perigos da doença.

Criada com o intuito de informar e estimular a doação de cabelos, a Be Pink é a maior campanha Outubro Rosa dentro dos salões de beleza do país. A terceira edição, realizada neste ano, alerta de maneira mais impactante em relação aos sinais que o corpo dá e a importância da detecção precoce do câncer de mama, principalmente no momento atual, diante de uma pandemia.

A iniciativa é um projeto do canal de TV b.drops, exclusivo para salões de beleza, que entende que este é um ambiente onde as mulheres se sentem à vontade e mantêm uma relação de confiança e cumplicidade com os profissionais, facilitando a abordagem do assunto. Nesse sentido, a Be Pink leva materiais informativos diretamente a quem precisa, sobre como realizar o autoexame, quais os principais sintomas e quando marcar uma consulta com especialista. Aliás, toda a programação durante o mês de outubro é voltada ao combate da doença.

O outro pilar da campanha é a arrecadação de cabelo. “Não deixe a autoestima de alguém ficar por um fio” é uma das frases de impacto da Be Pink, que leva uma competição saudável para o ambiente do salão de beleza, estimulando as mulheres a doarem seus cabelos e a ajudarem quem precisa. Especialistas explicam que a autoestima é fonte de energia durante o tratamento contra o câncer de mama e que perder os fios é o maior medo das pacientes, fazendo com que algumas cheguem a negar a medicação. Todo cabelo doado nos salões participantes é destinado às ONGs “Atitude na Cabeça” e “Solidariedade em Fios”, responsáveis pela produção de perucas para pacientes em tratamento.

Outra maneira de ajudar é adquirindo os produtos oficiais da campanha pelo e-commerce, no qual 100% do lucro é voltado para as ONGs parceiras e para a “Américas Amigas”, entidade promotora dos direitos humanos, que luta pela queda da mortalidade por câncer de mama no Brasil. Nos dois últimos anos, a Be Pink arrecadou mais de 250 quilos de cabelo de quase cinco mil doadoras.

Para colocar esse projeto tão especial de pé, a Be Pink é apresentada pela “Wella Professionals” que, além de premiar os salões e profissionais ganhadores da competição, assina todos os materiais informativos. Outras marcas do mundo da beleza, como a “OPI” e a “Intercoiffure Brasil”, também estão envolvidas trazendo mais relevância para a participação dos salões. O Grupo Fleury também apoia a campanha neste ano, reforçando a importância da realização rotineira dos exames para o diagnostico precoce.

É importante ressaltar que o câncer de mama é o mais comum entre mulheres, mas apenas 2% delas conhecem os principais sintomas. Além disso, com a atual pandemia, 75% das mulheres interromperam o tratamento contra a doença. Agora, mais do que nunca, a Be Pink se torna essencial na vida delas e na sociedade como um todo.

Sobre a b.drops

A b.drops é um canal de TV exibido exclusivamente em salões de beleza com o objetivo de levar conteúdo relevante e inteligente para mulheres em um momento de descontração e bem-estar. A empresa já é líder do segmento e está presente nos maiores e melhores salões do Brasil.

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Entretenimento

Por combate à fome, Mastercard promove live

Live será realizada no dia 31 de julho no canal da Mastercard Brasil no YouTube e os donativos serão direcionados à ONG Ação da Cidadania 

No próximo dia 31, sexta-feira, a Mastercard promove mais um grande encontro entre ícones da música brasileira. Desta vez, Liniker e Xenia França se reúnem com Milton Nascimento para cantar sucessos do criador de “Maria, Maria”. A live terá início às 20h30, e será transmitida no canal do YouTube da marca e também nos canais dos artistas, além do Multishow.

A apresentação tem o objetivo de angariar doações de pratos de comida para o movimento “Faça parte: comece o que não tem preço”, iniciativa liderada pela Mastercard que tem como objetivo doar pelo menos 2 milhões de refeições para comunidades carentes em combate à fome e à pobreza.

Durante a live um QR Code ficará disponível na tela, para que o público também possa fazer doações. Cada real doado será revertido em um prato de comida para a ONG Ação da Cidadania, que destinará as refeições para os mais afetados pela pandemia.

Com o mesmo propósito, a Mastercard promoveu, em junho, uma live inédita entre Gilberto Gil e Iza. Assim como na primeira edição, o novo encontro também foi pensado por Zé Ricardo, renomado curador artístico do palco Sunset do Rock in Rio, a pedido da WMcCann, que assina as peças de comunicação.

“Nosso movimento doou, até o momento, 1,5 milhão de refeições, que ajudaram famílias necessitadas neste momento difícil. Foram diversas iniciativas que contribuíram para atingirmos esse número, como nossa última live com Gil e Iza, nossas doações pelas plataformas da RecargaPay e iFood, além da nossa mais recente doação de 1 milhão de pratos de comida para a ONG Visão Mundial. Seguimos com o propósito de atingir nossa meta inicial e esse encontro que promoveremos entre Milton, Xenia e Liniker é mais uma das muitas ações que reforçam o nosso compromisso no combate à fome e aos impactos da pandemia” afirma Sarah Buchwitz, VP de Marketing e Comunicação da Mastercard.

“A segunda live do projeto tem foco na genialidade da obra composta por Milton Nascimento e algumas canções que, como intérprete, ele imortalizou. O resultado é um encontro inédito entre dois grandes nomes da nova geração da nossa música, Liniker e Xenia França, e Milton. A beleza e delicadeza estão desde a concepção de filmagem em linguagem cinematográfica até a escolha do repertório repleto de pérolas da música. Um encontro que, só por sua existência, aborda diversidade e pluralidade humana”, detalha Zé Ricardo.

“É uma honra para nós como agência conduzir esse projeto da Mastercard, que promove encontros inéditos que não têm preço para o público e para os artistas, une gerações de cantores talentosos e contribui com o bem maior que é ajudar a combater a fome no nosso País” afirma Kevin Zung, COO da WMcCann.

Todas as recomendações das autoridades de saúde serão seguidas. Também haverá transmissão em libras.

Faça parte: comece o que não tem preço 

A primeira ação do movimento teve início com a doação via iFood e arrecadou 75 toneladas de alimentos, o equivalente a 300 mil refeições para famílias carentes. Já pela plataforma RecargaPay foram doados 50 mil pratos de comida. Ambos os donativos foram direcionados para a ONG Ação da Cidadania. Na segunda fase, a Mastercard doou 1 milhão de refeições para a ONG Visão Mundial Brasil.

Somente na última live, com Gil e Iza, foram arrecadados 200 mil pratos de comida, o que ajudou a totalizar 1.5 milhão de refeições.

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Opinião

Por que pagar de novo?

Existem algumas regras ou práticas de nossa sociedade que nunca me convenceram e também penso que nunca serei convencido!

É o tal do "pagar duas vezes pela mesma coisa". Como isso me irrita!

E tem um pouco também a ver com aquela coisa de levar vantagem, do jeitinho brasileiro, de ser malandro!

Vou explicar:

Anos atrás, eu costumava ir nesses parques de diversões como Playcenter ou Hopi Hari. Ia juntos com amigos, na maioria das vezes.

Os tickets de entrada eram bastante caros e por esse motivo era muito comum irmos de vans ou ônibus para que o custo de transporte fosse dividido entre todos.

Quando eu chegava nesses parques, já com o bilhete comprado, percebia que havia a possibilidade de compra de um tal de "FURA-FILA", que como o próprio nome diz, oferece ao comprador, que ele passe na frente de todas as demais pessoas, em um número X de brinquedos. Ou seja, que ele fure a fila mesmo!

Muitos de meus amigos compravam tais bilhetes, pois além de se livrarem de filas demoradas e chatas, faziam com que o tempo no parque ficasse maior, possibilitando maior tempo livre e consequentemente, maior diversão.

Funcionava mais ou menos assim: você chegava num brinquedo do parque, mostrava seu ticket "FURA-FILA" para um funcionário do parque e este, por sua vez, te encaminhava por um caminho secreto, muitas vezes, pela porta de saída do brinquedo e pronto, você seria o próximo, a curtir minutos de diversão, na frente de todos os outros que estavam horas esperando "na fila normal e demorada"para ir no mesmo brinquedo.

Ou seja: o próprio parque, que organizava as filas e que deveria prezar pela ordem e pelo senso de justiça entre os clientes, possibilitava que houvesse um "JEITINHO BRASILEIRO" para resolver o problema de quem pudesse pagar! 

Ao meu ver, não tem como não relacionar essa prática com o pagamento de uma propina, onde você paga uma quantia para alguém criar facilidade à você! Que alías, é crime em nosso país!

Não sei se essa prática ainda funciona nesses parques, mas penso que é um absurdo e só mostra de forma indevida que com dinheiro, você pode COMPRAR A FACILIDADE num parque de diversões. Pior: leva às crianças, o entendimento que o DINHEIRO pode resolver outras questões do cotidiano da mesma forma.

Uma segunda prática que também me aborrece e que passa essa ideia de "PAGAR DE NOVO" muito mais clara que a primeira, está na cobrança do PPV pelas operadoras de TV por assinatura.

Desta vez, terceiros não são lesados como no primeiro exemplo citado acima. Porém, também vejo como um absurdo gigantesco e isso muito me incomoda.

Canais como Premiere e Combate só podem ser adquiridos por PPV, ou seja, por um pagamento extra, somando-se assim ao seu pagamento normal de mensalidade do pacote.

Como pode uma coisa dessa? Se a operadora já me cobra um valor X para que eu tenha acesso aos canais, por que me cobrar novamente para me dar acesso à outros canais?

Dia desses, por curiosidade, fui ver qual o valor do PPV para assisitir ao jogo São Paulo x Linense, no Premiere, da NET.

Para que o sinal fosse aberto para mim, eu teria que desembolsar a quantia de R$ 85,00! Um absurdo!

Como cliente da operadora nos serviços de TV, Internet e telefone, eu já pago algo em torno de R$ 140,00 mensais. Por que me cobrar mais?

E outra: R$ 85,00 para me liberarem o sinal de um jogo entre São Paulo x Linense pelo Campeonato Paulista?

Com essa quantia, eu iria de limousine para o Estádio do Morumbi e assistiria de lá, em cadeira numerada. 

A bi-tributação para esses tipos de serviçoes em que citei acima é algo surreal e não podemos aceitar. Alguma coisa tem de ser feita.

Por que pagar de novo?

Desculpem o desabafo!

Boa semana a todos!

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