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Como o marketing sensorial impulsiona suas vendas?

Em um mundo instantâneo, conectado e viciado em distrações, as experiências é que são responsáveis por fazer os consumidores pararem e prestarem atenção no seu negócio. Assim, focar apenas em exibir seu produto já não é mais tão relevante quanto a alguns anos atrás.

Por isso, o marketing sensorial se tornou um investimento interessante para quem deseja fixar a marca na mente dos consumidores.

Afinal, perceptivelmente ou não, valorizamos bastante os pequenos momentos, sejam eles excêntricos ou cotidianos. A sensação de tomar um café fresco pela manhã, o alívio de sair de uma rotina pesada de trabalho ou mesmo a alegria de ver um vídeo de gatinhos são algumas das sensações que podem fazer parte da sua estratégia de marketing.

O segredo que nos esquecemos sobre os exemplos acima é que nossos cinco sentidos são peças fundamentais para trabalhar com o marketing sensorial. Mas como podemos definir o que é o marketing sensorial? Quais benefícios ele pode trazer para o seu negócio? Como criar estratégias eficientes?

É baseada nessas reflexões que a Três Meios se propôs a criar este artigo. Separe alguns minutos do seu dia e confira se o marketing sensorial é a estratégia ideal para você que deseja alavancar suas vendas!

 

Marketing sensorial: o que é?

A primeira coisa que precisamos compreender sobre o marketing sensorial é que em nenhum momento tentamos “empurrar” o produto para o cliente. Nada de dizer que você tem grandes descontos ou de ficar exibindo características sobre o seu produto.

Todas essas práticas estão diretamente relacionadas à parte racional do nosso cérebro, e não é essa a região que você está tentando atingir.

Pode não parecer, mas quando nossa parte emocional (ou inconsciente) toma as rédeas do pensamento, deixamos em segundo plano o nosso racional. Quantas vezes você já se pegou pensando sobre uma atitude que tomou para só depois entender que o acontecido fora apenas consequência de um impulso incontrolado?

Esse é apenas um dos exemplos que demonstram a potência do nosso emocional, e ele é importante! Importa porque age com intensidade na decisão de compra do consumidor.

Assim sendo, você já pode inferir que o marketing sensorial é capaz de oferecer uma experiência estabelecedora de conexões emocionais com o cliente.

Ora, mas seria esse um tipo de neuromarketing?

Não exatamente. Apesar do marketing sensorial trabalhar com nosso sistema nervoso, não há como engloba-lo dentro do neuromarketing, eles possuem propostas diferentes.

No próximo trecho, segue a principal diferença entre o neuromarketing e o marketing sensorial.

 

Por que não neuromarketing?

Apesar de ambas as práticas estarem relacionadas ao cérebro humano, o neuromarketing e o marketing sensorial são bem diferentes entre si.

No neuromarketing utilizam-se estudos neurológicos para as práticas de marketing: é a busca por padrões e comportamentos de compra dos consumidores.

O neuromarketing e o marketing sensorial trabalham com aquilo que é sensível ao consumidor

Tal como as sensações, os padrões de comportamento estão relacionados mais à nossa parte inconsciente e menos às decisões conscientes. Por outro lado, a análise comportamental explora mais a nossa essência “automática” — ou seja, se baseia naquilo que fazemos sem pensar. O neuromarketing estuda, em sua maioria, os hábitos.

A abordagem do marketing sensorial é diferente: enquanto o neuro se preocupa em explorar atividades habituais e utiliza delas para influenciar sua decisão de compra, o marketing sensorial apela para os momentos especiais usando, para tanto, os cinco sentidos.

Normalmente, os sentidos explorados são conectados àquelas memórias afetivas ou nostálgicas como o cheiro do bolo da avó, do perfume da esposa ou o sentimento de paz que alguns têm ao se deparar com o campo.

Resumindo: o neuromarketing estuda o que é habitual enquanto o marketing sensorial estuda o que é especial. Abaixo, você confere três das principais vantagens alcançadas nas vendas quando se conta com o marketing sensorial.

 

3 vantagens do marketing sensorial

  1. Cria vínculo emocional

Se você estimula boas memórias ao público, é possível que comecem a associar uma sensação semelhante à sua marca. Ou seja, sempre que sentirem um cheiro correlacionado a esta memória ou olharem para o seu slogan, vão se lembrar da sua marca;

 

  1. Estimula o desejo de compra

Quem nunca viu uma Coca-Cola gelada em um dia de calor e não ficou, de súbito, com vontade de tomar um refrigerante? A sensação de frescor da bebida estimula sua vontade de comprá-la, e esse é um sentimento poderoso;

 

  1. Desenvolve identidade

O marketing sensorial não apenas serve para estimular as boas memórias e sensações, mas para vincular sua marca a elas.

As esfihas do Habib’s são um bom exemplo: só pela observação você já se torna capaz de distinguir qual alimento pertence à rede de fast-food e qual foi feito por outra lanchonete ou restaurante.

Por que o marketing sensorial funciona?

Desde o início deste artigo até o presente momento você percebeu uma forte tendência produzida por nossas sensações na capacidade de raciocínio, certo? Esse é o principal motivo pelo qual o marketing sensorial funciona.

Mas não pense que isso pode ser feito de qualquer jeito, pois seu mau uso corresponde ao efeito contrário da proposta: espantar sua clientela. De uma maneira ou outra, o marketing sensorial afetará o público, e o melhor é que saibamos como usá-lo para aproveitar seus efeitos positivos.

Afinal, assim como a associação das sensações positivas pode impulsionar um consumidor para a compra, errar na estratégia pode fazer com que ele sinta algum tipo de repulsa, evitando se aproximar de você.

O potencial de transformar os consumidores em admiradores da sua marca ou de fazê-los sentir uma forte conexão com suas propostas é justamente a razão pela qual o marketing sensorial tem sucesso, e dificilmente será substituído no futuro.

 

3 cases bem sucedidos de marketing sensorial

  1. Dunkin Donuts: os bolinhos do Dunkin Donuts são reconhecidos no mundo inteiro, e a marca faz questão de aproveitar isso.

Uma das ações mais conhecidas no marketing sensorial foi o momento em que a empresa colocou dispensadores de aroma em um ônibus na capital da Coreia do Sul, distribuindo o cheiro característico do café servido nas lanchonetes da marca

É claro que a ideia não surgiu apenas para deixar o veículo cheirando a café: o aroma foi dispensado de maneira estratégica, sempre que um anúncio da marca era transmitido pela rádio interna do ônibus.

  1. Hotel Marriott: usando a tecnologia de realidade aumentada — aquela usada no popular game Pokémon Go —, o Hotel Marriott levou seus hóspedes a incríveis destinos de viagens. E nota-se: em toda experiência havia disponível um hotel da marca.
  2. McDonald’s: além de ser uma rede de fast food, o McDonald’s é um gigante do marketing. Tanto que é impossível dissociar a combinação de cores vermelha e amarela da marca, caracterizada pelos famosos “arcos dourados” em um fundo vermelho.

 

Como usar o marketing sensorial para vendas?

Notou que, dentre os três exemplos, ao menos um dos sentidos corporais era estimulado? Neles é que estão a base do marketing sensorial, e cada uma das sensações pode ser aproveitada de uma maneira diferente.

Para demonstrar como a utilização do marketing sensorial impulsiona suas vendas, vamos exemplificar, logo abaixo, uma estratégia para cada um dos nossos cinco sentidos!

 

5 estratégias, cinco sentidos

  1. Audição

Também chamado de marketing sonoro, o uso da audição pode ser um gatilho para que sua marca seja identificada de longe. Uma boa estratégia é contratar um especialista para criar uma música exclusiva para sua marca.

Apostar naquela trilha sonora única faz parte do marketing sonoro

Se você é do Rio de Janeiro, certamente se lembra da música do Metrô Rio (e talvez ela esteja tocando em sua cabeça nesse exato momento). Podemos dizer que esse também é um case bem sucedido de marketing sensorial.

Outro case de sucesso, é o da empresa Mahogany, que decidiu impactar mais o seus consumidores utilizando uma playlist em suas lojas. Mas não foram quaisquer músicas, a marca decidiu pensar em canções que que iam na direção no modo como a empresa se posiciona no mercado.

Dessa forma, toda vez que um consumidor ouve uma determinada música, ele pode remeter à Mahogany.

  1. Olfato

Sua marca não precisa ter um produto com um cheiro característico como no exemplo do Dunkin Donuts. Essas fragrâncias também podem estar associadas a memórias comuns.

Por exemplo, se você possui uma confeitaria que faz bolo artesanal, pode usar dispensadores de aroma com o cheiro de bolos tradicionais caseiros, como bolo de milho, aipim ou chocolate.

Embora não estejamos sempre atentos a isso, os cheiros marcam nossa experiência cotidiana

Muitos consumidores comiam esses “bolos de avó” na infância. Por isso, esses cheiros certamente ativarão uma sensação nostálgica daquela época, atraindo-os para a sua loja.

Um exemplo que deu muito certo foi a empresa Heinz que, para divulgar seu novo sabor de Ketchup bacon e cebola caramelizada, instalou em alguns abrigos de ônibus, na Av. Brigadeiro Luiz Antonio, um dispositivo que disparava o aroma de cada sabor.

As pessoas que estavam aguardando o ônibus podiam sentir o cheirinho do produto, aguçando a fome dos que são apaixonados por bacon e cebola caramelizada. Com isso, as chances do público comprar o novo produto quando for ao mercado são maiores, já que eles já sabem o cheirinho do ketchup.

  1. Paladar

Seu produto tem um sabor particular, mesmo que seja algo tão comum quanto batata frita? Você chegou a este sabor por conta de alguma combinação de temperos que a concorrência não conhece? Então aproveite essa oportunidade e use-a como parte de sua estratégia de marketing sensorial para vender mais!

Faz parte do marketing sensorial os sabores marcantes e as lembranças particulares

  1. Tato

Este talvez seja o mais complicado, e muitas vezes é confundido como um marketing de experiência. Mas você também pode explorá-lo como marketing sensorial, e as lojas de móveis são bons exemplos.

Já reparou que os móveis são dispostos nas lojas como se o ambiente fosse uma sala de estar? Pode parecer bobo, mas isso é feito para lhe passar a sensação de familiaridade, de como seria se a sua própria sala estivesse mobiliada com aqueles produtos. Tentar dispor seus produtos de uma maneira que simula a experiência sensorial já vivida pelo consumidor pode ser uma boa ideia!

Outra forma de atingir seu público, através do tato é fazer como a marca de Pão Açúcar: buscando divulgar seu novo jeito de vender, colocou gôndolas virtuais OOH nas estações de metrô Butantã e Faria Lima, em São Paulo. A intenção era mostrar ao passageiros como fazer compras pode ser prático e rápido.

Para isso, os passageiros que precisavam apenas baixar o aplicativo da rede varejista e fazer suas comprar através do leitor de código de barras. A ação foi muito bem recepcionada e a rede conseguiu atingir seu público de uma forma inusitada;

  1. Visão

De outro lado, a visão acaba sendo a opção mais fácil para elaborar estratégias de marketing sensorial. Tal como as esfihas do Habib’s, facilmente reconhecíveis, e a logo do McDonald’s, que pode ser vista de longe, pense em estratégias que utilizam determinadas cores que destacam seus produtos de maneira a conectar e impressionar seus clientes.

Isso pode tanto ser feito com produtos premium quanto com os mais básicos. Já viu os vídeos da famosa batata de Marechal, aquelas que inundaram a internet na época das Olimpíadas do Rio 2016?

Mostrar como as batatas são dispostas na marmita e na sacola foi o suficiente para atrair a curiosidade não só dos cariocas, mas de diversos brasileiros (e até estrangeiros), que formaram filas em frente à barraca. Vale mencionar que o bairro de Marechal Hermes não fazia parte do circuito olímpico.

O McDonald’s acabou de ganhar o Grand Prix de Outdoor por sua ação,chamada de campanha “Next Exit”  de padronização do sistema de sinalização rodoviário e metropolitano, facilitando a chegada dos consumidores até as lojas mais próximas deles.

A ideia foi usar as curvas da letra M como uma espécie de anúncio minimalista, com frases como “Próxima saída” “À sua direita”.

Dessa forma, a rede de fast food atingiu seu público usando o marketing sensorial, através de uma campanha simples e que condizia com a imagem da marca.

Gostou do conteúdo? Quer saber mais de OOH? Fale com a Três Meios.

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Marketing

Marketing de Gentileza é a nova rede social gratuita de conteúdo sobre marketing e negócios no Brasil

A plataforma digital pretende atrair profissionais e estudantes que se identificam com a abordagem de marketing gentil e com ambiente de networking mais empático 

 

A pandemia do novo coronavírus trouxe à tona uma infinidade de discursos de ódio e rancor nas redes sociais, deixando para segundo plano as boas relações humanas, e também revelou a falta de preparo das empresas para com os clientes no ambiente online. Ou seja, a missão dessas plataformas, que é de construir conexões de qualidade entre as pessoas, parece se perder com o passar do tempo.

 

Com o objetivo de ser uma alternativa neste cenário, a empreendedora e especialista em Marketing de Conteúdo HumanizadoLaíze Damasceno, acaba de lançar a plataforma digital Marketing de Gentileza, a primeira rede social colaborativa e gratuita sobre marketing gentil e humanizado e negócios do Brasil.

Voltada para profissionais e estudantes, trata-se de uma plataforma que, ao contrário de muitas outras, geralmente povoadas por trocas de ofensas, foi feita especialmente para gerar networking e conteúdo sobre o universo de marketing, negócios, transformação digital e temas correlatos, de forma gentil e humanizada, conectando pessoas e formando uma grande comunidade para a troca de conhecimentos, ideias e experiências e de colaboração. Isso tudo acontece por meio de artigos, posts, vídeos, fotos, discussões, interação por comentários entre os membros, lives, materiais como ebooks e cursos online. No Marketing de Gentileza não são permitidas ações agressivas e preconceituosas.

“Somos a primeira comunidade gratuita do Brasil feita por pessoas e para pessoas que querem tornar o mundo digital mais humanizado. Trabalhamos incansavelmente para transformar o mercado de marketing do Brasil. Acreditamos que a partir de um marketing gentil e honesto é que se constroem marcas fortes, inspiradoras, admiradas e prósperas, sem abrir mão de valores humanos e princípios éticos, destaca a fundadora do MDG, Laíze Damasceno.

Além da rede gratuita, o MDG é também uma escola digital, que realiza cursos, imersões, mentorias e projetos especiais de conteúdo, proporcionando aos participantes cada vez mais conhecimento, de forma que estes se sintam capacitados para se desenvolverem no mercado, fecharem negócios e ampliarem suas áreas de atuação, sem deixar de lado a gentileza, a integridade e o respeito.

Saiba mais em www.marketingdegentileza.com.

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11 dicas essenciais para qualquer publicitário

A vida de Publicitário, sobretudo de Redator, me trouxe muitos aprendizados. Muitos deles adquiri sozinho, muitos deles com pessoas importantes com as quais tive o prazer de trabalhar. Logo, fiz uma lista de dicas importantes e que acho que devo passar pra frente. Mas, para não ficar naqueles chatos “10” pontos, trouxe 11. Seguem:

1) Anote tudo: em reunião de briefing, ao sair do chuveiro ou enquanto faz suas necessidades, anote. Mesmo que você tenha memória de elefante!

2) Busque sempre referências: cansou? Busque mais! E entenda que referências devem ser apenas uma inspiração. Faça sua releitura, use sua criatividade!

3) Duas ideias para o cliente: sempre leve para o cliente uma versão que ele pediu e uma versão que você sugere: o cliente deve ser atendido, mas você deve propor sua ideia. #valeuYa

4) Degradê é brega: foi-se o tempo que era bonitinho. Hoje não é mais. Deixe de lado. Não sou Diretor de Arte, mas tenho respaldo de 99% dos que trabalharam comigo. #faleiesaícorrendo

5) Nunca use mais de uma exclamação: nem mesmo se você for do varejão! Jamais utilize três exclamações. Eu já nem gosto de usar exclamação, mas se for usá-la, não use mais de uma, por gentileza. Obrigado.

6) Seja generalista, não mais especialista: o mercado valoriza profissionais que manjam de tudo um pouco, muito mais do que aquele que manja pra cacete de uma coisa só.

7) Se for usar duas telas, saiba que é pra sempre: pois é! Fica a dica. É irreversível.

8) Revise sempre seus textos depois de escrevê-los: você sempre encontrará erros em seu próprio texto. Ideal é que alguém revise seus textos pra você. Relaxa, é natural.

9) Não se apegue aos seus trabalhos. Eles terão alteração: gostou do seu texto? Nem adianta se apaixonar por ele, pois há grandes chances de que ele seja alterado, e nem é por maldade. Às vezes ele não se encaixa na necessidade do cliente.

10) Nunca tome café com açúcar: aprendi quando trabalhei dentro do cliente Nestlé. Atendia Dolce Gusto. E ninguém me deixava tomar café com açúcar. Hoje agradeço. Vai por mim!

11) Descarte sempre a primeira ideia, ela nunca é a melhor: e não é que é verdade?! A primeira ideia é a que todo mundo tem. Aprendi essa com o Renato Barreto, da DM9. Obrigado, Renato. É a mais pura verdade.

Espero que as dicas tenham ajudado. Acredite. Elas me ajudaram e continuam ajudando. E tem mais por aí. Onze é só um número de dicas que vieram à cabeça agora, mas se eu abrir uma cerveja e olhar para o horizonte por uma meia hora vem mais onze. Quem sabe em breve eu não escreva mais onze?

 

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Me tornei o que eu mais temia

Eu sempre fui o primeiro a chegar no serviço, mas também sempre fui o primeiro a ir embora, ali, no virar das 18h. Sempre fiquei na deprê com a musiquinha do Fantástico e meu ódio pelo Faustão ia muito além de suas piadas chatas e sua mania de interromper as pessoas, mas também pelo fato dele apresentar seu programa no final da tarde na véspera de uma segunda-feira.

Sempre postei memes do tipo: “odeio segunda-feira” ou “sextou”. Me casei com uma workaholic e sempre me olhavam torto nas agências que trabalhei por ir embora no horário, sendo que ninguém me parabenizava por chegar antes de todo mundo e ainda fazer o café. Tenho um irmão obcecado por trabalho e fui criado por um homem que, se deixar, vai trabalhar até depois de morrer. Mas nunca fui um workaholic, embora seja apaixonado pela minha profissão.

Sabe, sou um cara sistemático. Sempre fui muito focado no trabalho e concentrado dentro do meu horário de serviço, é fato. Mas quando dava meu horário eu costumava desligar a chavinha e curtir minha vida pessoal, tomar uma cerveja, ler meus livros, assistir minha televisão, escrever meus textos, namorar, sair…

Até eu abrir minha empresa.

Cá estou eu. De empresa aberta, com meus próprios clientes, jobs intermináveis e fazendo o que amo e sendo meu próprio chefe, me tornei o que eu mais temia: um workaholic. Abro o notebook de sábado, de domingo, acordo às 5h, às 6h, fecho o note às 22h, às 23h, às vezes nem fecho. Às vezes durmo, às vezes acordo de madrugada e vou pro sofá “trabalhar um pouquinho”; afinal, tive uma ideia que não pode esperar amanhecer.

Hoje tomo bronca da esposa – aquela, workaholic –,  acordo antes do chorar do bebê (pensou que fosse me dar baile e tirar meu sono, Nick? Hehe eu acordo antes, meu filho), segundas são domingo, domingos são segundas e por aí vai. Horário de almoço? Nem lembrava que isso existia, como rapidinho pra voltar a produzir. Se isso um dia vai acabar e eu vou voltar a ser um cara normal? É o que eu mais tenho medo de me tornar.

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Vai e vem

RedeTV! contrata Homero Salles para a vice-presidência de Conteúdo

Profissional reconhecido no mercado, Homero possui mais de 40 anos de uma sólida trajetória na televisão. O executivo iniciou a carreira como assistente de produtor na TV Rio Preto, em 1974. 
Em 1977 migrou para o SBT, onde permaneceu durante 20 anos dirigindo Silvio Santos e Gugu em dezenas de programas como ‘Domingo no Parque’, ‘Viva a Noite’ , ‘Domingo Legal’, dentre outros, além de ter sido o responsável por colocar no ar a TVS/SBT. Teve também uma breve experiência como afiliado de Rede, na TV Ponta Negra, em Natal (RN).
Em 1997 conheceu Amilcare Dallevo Jr e Marcelo de Carvalho, presidente e vice-presidente da RedeTV!, ajudando a implantar o embrião do que viria a se tornar a emissora.
Entre 1999 e 2006 comandou a GGP Produções, empresa de produção audiovisual fundada pelo comunicador Gugu Liberato, assumindo posteriormente a direção do programa do apresentador e retornando novamente ao SBT.
Em 2008, negociou o contrato que levou o apresentador Augusto Liberato à Rede Record, assumindo então a direção-geral do “Programa do Gugu”. Em 2017 retornou à GGP Produções, como diretor-geral e de Conteúdo.
Ao assumir o novo cargo, Homero terá papel fundamental na valorização do conteúdo e planejamento estratégico da grade de programação, atuando diretamente nos setores de criação e gestão de produções do núcleo de entretenimento, e gerando insights que promovam ainda mais a atuação da emissora no mercado de comunicação. 
“Neste momento da minha história não encaro só como um desafio, mas sim, fico feliz com a oportunidade de trabalhar novamente junto ao Amilcare e ao Marcelo, porque além de admirar e gostar muito dos dois, quero ver a RedeTV! ocupar o lugar que, na minha opinião, ela merece”, disse o executivo.
Vivendo há muito tempo entre Orlando, nos Estados Unidos, e Cascais, em Portugal, Homero fixará residência em São Paulo nesta semana para o início de suas atividades na emissora na próxima segunda-feira (3).
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Marketing

Conteúdo: 7 dicas para criar um texto eficiente

Escrever é uma tarefa gostosa, mas nem sempre fácil. Criar um texto com estrutura (começo, meio e fim) e prazeroso de ler é um desafio que muitas pessoas que não são do ramo costumam ter. Por esses motivos, é fundamental ter ciência de algumas informações que ajudarão você na hora de escrever um texto bacanudo e eficiente para seu negócio. Vamos a elas? Tom de voz Primeiramente é importante saber o tom de voz da sua marca. coque iphone 8 Qual seu público? Qual a mensagem que quer passar com seus textos. Acerte o tom de voz e tenha sucesso com seus artigos. Textos curtos e diretos Ninguém mais quer ficar lendo textos gigantescos cheios de blá blá blá. Aposte em textos curtos, com parágrafos pequenos e vá direto ao assunto, sem enrolação. Uso de listas O uso de listas gera dinamismo e clareza nas informações. Abuse desse artifício e facilite o entendimento para o seu leitor. Utilizar “5 maneiras de…”, “12 passos para…”, “10 livros que…”gera curiosidade e transparência com quem está lendo seu texto. Dados e informações Enriquecer o texto gera credibilidade e assertividade nas informações. coque iphone 8 Sempre que possível, informe dados, números, porcentagem do que está falando e faça seu leitor ter informações mais importantes sobre o assunto e o cenário que está abordando. coque iphone Dinamismo (uso de vídeos, infográficos) As pessoas não querem mais conteúdo apenas escrito. Vídeos prendem a atenção do leitor em uma era onde o consumo de vídeo cresceu 90% em três anos, e já é preferido por mais de 70% dos internautas brasileiros. Infográficos também são muito bem aceitos por todos os tipos de público e dão dinamismo ao seu texto. Uso de SEO O uso de palavras-chave corretas em seu texto aumenta a eficiência de busca no Google e gera maior visibilidade em seu artigo. coque iphone 8 Aprenda a usar a ferramenta e atraia um público muito maior para o seu negócio. coque iphone pas cher Call to action Todo texto tem um propósito. Chame o público para o seu negócio com o uso de imperativos sempre linkando com o restante do texto. O uso de links para outra página, para o envio de um e-mail ou até mesmo uma forma de garantir o e-mail e outros dados do leitor são boas formas de encerrar seu artigo com sucesso. Pois bem, agora que você já sabe como criar um texto eficiente, ‘bóra’ botar a mão na massa. Pesquise, rabisque, escreva, revise, revise de novo (pleonasmo aceito). coque iphone E só depois que estiver tudo ok, publique.

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Marketing

O digital e o ROI

Muitos consumidores americanos nunca compraram após serem impactados por anúncio em uma rede social. Foi o que 45% afirmaram em pesquisa publicada no fim de agosto pelo eMarketer, e realizada pela CivicScience. O estudo teve resposta de pessoas ativas na internet com mais de 13 anos de idade e identificou a baixa taxa de conversão em vendas nas redes sociais.
Segundo o relato divulgado, apenas 1% dos entrevistados efetivou uma compra após ser impactado por anúncio no Snapchat e 4% afirmaram que compraram influenciados por publicidade vista no Instagram. O Twitter apresentou taxa de conversão de 2% e o Facebook, com maior volume, as taxas chegaram a 16%.
Para Rodrigo Tigre, sócio-diretor da RedMas, empresas de soluções de publicidade digital, o momento em que as marcas abordam o público nas redes sociais pede mais conteúdo, assim, sendo inadequado para uma conversão em venda. “São de 3 a 4 minutos que você usa para conversar e se atualizar dos amigos, ver fotos de celebridades e influenciadores. É um momento em que o foco está muito ligado ao conteúdo. Você até pode ver uma coisa interessante de um anunciante, mas acredito que o momento não é o ideal para se fazer uma venda”. Tigre enfatiza que o contexto em que o usuário está inserido e também o device que está utilizando nessa situação pode influenciar.
Segundo André Miceli, coordenador do MBA em Digital da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a diferença está na relevância do anúncio que é entregue. “Continuo acreditando que redes sociais são importantes para o comércio eletrônico. Mas parte dessa conversão depende da qualidade do anúncio”.
Também no final de agosto aconteceu o evento IAB AdTech& Data 2017, que intensificou o debate sobre o consumidor digital em diversas frentes. Em uma delas, Paulo Ramazza, gerente de marketing insights e analytics da Magazine Luíza, contou como a marca tem conquistado resultados expressivos. Ramazza disse que a companhia há três anos testa ferramentas de múltipla atribuição, e ao ser questionado sobre a insistência no “last click”, afirma que essa mentalidade é baseada na dificuldade de romper culturas extremamente apegadas ao ROI, a falta de habilidades em analytics e no medo da mudança. “Audiência de valor é baseado em pessoas, e não em pixels”, afirmou.

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Opinião

Pra que tanto canal de TV? Não quero saber do terremoto ocorrido na Zâmbia, no século XVI.

Me lembro da primeira vez que vi uma televisão com sinal de TV
por assinatura.

Foi na casa de um colega do meu pai, no bairro da Aparecida,
em Santos.

Com o controle remoto em punho, o rapaz sorridente passava e
apresentava cada um dos canais. Conteúdo variado para todos os gostos, inúmeros
idiomas nunca antes vistos, filmes e modalidades esportivas de todos os
estilos.

Eu me perguntava se haveria tempo suficiente na vida de um
cidadão para conseguir consumir tudo aquilo. E mais, se teria gente o
suficiente para consumir aquele conteúdo diferenciado todo.

Com o passar dos anos, muita gente comprou pacotes de TV por
assinatura pela quantidade de canais que vem em cada um dos pacotes.

Ainda hoje, existem pacotes que chegam a ter mais de 400
canais, no mercado.

Porém, penso eu, que com o passar dos anos, a quantidade de
canais disponíveis no pacote adquirido deixou de ser uma das coisas mais
importantes do meio.

É algo que não faz mais sentido. Nem pra mim e nem pra ti.

Torna-se humanamente impossível consumir todo esse conteúdo,
mesmo que se tire férias atrás de férias do trabalho.

Melhor do que ter um monte de canais, é ter bons canais.
Sim, mais vale a qualidade do conteúdo do que a quantidade de canais.

É sabido que a audiência está pulverizada e a atenção não é
mais exclusiva da TV.  Ele divide a
atenção com inúmeras outras atividades e em especial, ao seu celular.

Quando o cidadão senta no sofá e pega o controle remoto, ele
já sabe o que ele deseja encontrar e também sabe onde tal conteúdo deve estar.

Se for pra zapear canais, como se fazia no passado, ele prefere
ir direto ao Netflix, onde ele tem certeza que não encontrará uma TV CÂMARA no
meio de tua busca pelo conteúdo desejado.

Muito provavelmente, assim como eu, tu deve consumir poucos
canais de TV por assinatura. Pare para pensar: Tu costuma assistir mais do que
5 ou 6 emissoras? Duvido!

Dia desses descobri que não sou o único a utilizar a função “Favoritos”
do aparelho de TV. Sim, ali coloco somente os canais que sei que podem me
interessar.

Alguns amigos também me confessaram fazer o mesmo. No “Favoritos”,
pulo da ESPN, pro HISTORY, pra FOX, pro SPORTV, pra GLOBONEWS e pra TVE.

Pronto, estou feliz com isso! Não quero saber sobre o terremoto
ocorrido na Zâmbia no século XVI.

São esses os poucos canais me atendem e que me fazem pagar a
mensalidade da operadora. Quanto aos demais 300 ou 400 e pouco, nem sei o que transmitem
à meses. Não me fazem falta.

Lógico que preferia não pagar por esse monte de conteúdo que
não me interessa, mas não tem jeito.

As operadoras do serviço sabem desse meu e do seu consumo
focado, mas jamais abrirão a possibilidade de compra avulsa por canal, pois motivos
óbvios.

Ocorre que terão que repensar teu formato de venda, pois além
da Netflix, outros players de similar formato estão chegando.

Sinal maior de atenção é o número de assinantes de TV por
assinatura no Brasil, que depois de mais de dez anos de crescimento considerável,
deverá fechar 2015 com relevante queda em relação ao ano anterior.

Vale a reflexão.

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Digital

Blog do Crespo passa a integrar portfólio de blogs do Grupo A Tribuna


É com imensa alegria que o Blog do Crespo informa que a partir desta data, passa a fazer parte do portfólio de blogs do Grupo A Tribuna.

O anúncio oficial foi feito na tarde desta Terça-Feira pelo Portal do Grupo A Tribuna, o A Tribuna online.

Desta forma, o Blog do Crespo se junta aos outros vinte e seis blogueiros regulares do Grupo que tratam diariamente dos mais variados assuntos como: moda, direito, futebol, gastronomia e bem estar.

Do ponto de vista editorial e de acesso, nada muda aos já leitores do nosso espaço.

O Blog continua no mesmo lugar, com o mesmo link e principalmente com sua independência editorial.

Mantém ainda todas as suas plataformas de redes sociais, que aliás, devem crescer ainda mais.

Já aos novos leitores que agora conhecerão o Blog do Crespo por meio da A Tribuna, encontrarão um espaço destinado ao quente e dinâmico noticiário do mercado publicitário em geral.

Além de campanhas publicitárias, vai e vem de contas e de profissionais, o Blog do Crespo continuará a abordar as mais diversas tendências de consumo de mídia e também tratará de forma despojada e bem humorada do comportamento das marcas no Brasil e no mundo.

É uma parceria que tende a trazer frutos valiosos para ambas as partes.

E claro, um orgulho enorme para um paulistano de nascimento, mas que adotou a Baixada Santista como cenário de crescimento, formação e começo do desenvolvimento profissional e que agora, anos mais tarde, procura retribuir tudo isso à essa querida região e aos seus jovens profissionais e estudantes.

 

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Opinião

Obrigado, Brasília!

No último Sábado, dia 24, estive em Brasília para ministrar o curso “Planejamento de Mídia – do Briefing à Veiculação” oferecido pela PlugSchool, do Plugcitários.

Em um dia inteiro de muito conteúdo, tive a oportunidade de trocar experiências com dezenas de profissionais, empresários, estudantes ou simplesmente simpatizantes de nossa profissão.

Acredito que o conteúdo tenha sido passado de forma leve e espero que as pessoas tenham gostado.

Poder visitar outros mercados, saber um pouco da realidade local e das dificuldades e facilidades que aqueles profissionais tem em seus dia a dia, me fascina.

Agradeço a oportunidade que me foi dada e agradeço a cada um dos aque ali estiverem presentes.

Agradeço também ao Marcos Paulo, profissional do Plugcitários que me deu todo o apoio em Brasília, do início ao fim.

A ideia era mesmo transformar a sala de aula em uma academia de mídia e penso que isso aconteceu.

Agora… é levar esse conteúdo para outras partes de nosso país.

Próxima parada: Florianópolis (28/02). Depois, Salvador (14/03).

E #vamoquevamo

Boa semana a todos!

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