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Opinião

Mídias digitais podem ser solução para empresas e para namorados.

É isso mesmo. As redes sociais, mídias digitais e aplicativos podem ser ótimas ferramentas para as empresas e para os casais. Não posso deixar de falar sobre o contexto atual de pandemia do coronavírus, mas as soluções digitais já são muito úteis e válidas há muuuuuito tempo e bem antes de isolamento social. Seja você a favor ou não do isolamento social as ferramentas digitais podem te beneficiar.

Muitas empresas encontraram, nesses tempos, nos meios digitais, a única opção de continuar suas atividades e, a partir de então, estão assumindo um relacionamento sério com as redes sociais e aplicativos. E para os casais que estão separados pela consciência do isolamento social também estão amparados por essas ferramentas para amenizar e “reduzir” a distância.

O segmento de varejo já flerta com o digital há tempos e tem incorporado o social em sua estratégia de venda. “A estratégia de social commerce é uma tendência fortíssima para aumento nas vendas e ampliação dos canais de atendimento das marcas. A tendência é o ominichannel que remunera todos os envolvidos no processo, tanto o cliente, quanto o vendedor. O consumidor é quem manda e decide como e onde ele quer comprar”, analisa Renata Carvalho, coordenadora do Ciclo MPE da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net).

Dizer que o “digital” veio para ficar é até desnecessário, mas vou dizer hoje (12), no Dia dos Namorados, só para rimar (risos). Se sua empresa ou seu cliente já flertava o digital e até “tinham um lance” tempos atrás… já está passando da hora de assumir de vez e namorar. O isolamento social mais do que provou a importância do posicionamento digital, portanto, isso se estende a qualquer situação global (ao menos que falte energia).

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Marketing

Edu Guedes e Regina Volpato se unem em ação de Branded Content

O apresentador Edu Guedes marcará presença no programa de Regina Volpato na TV Gazeta na tarde desta quarta-feira (18) para uma ação de branded content de Sensilatte, alimento funcional para intolerantes à lactose.

A campanha envolve o preparo de um prato à base de leite pelo chef de cozinha e a apresentadora, que comentam a presença do ingrediente na receita e relacionam com produto utilizado por pessoas com restrição alimentar.

Regina Volpato participou do ‘Edu Guedes e Você’, na RedeTV!, na última segunda-feira (16), também para abordar a ação comercial.

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Opinião

O porta voz da sua marca deve ter mais fama ou Influência?

Em tempos de evidência do marketing digital, principalmente em cenário de consolidação e boom de redes sociais, considero totalmente relevante refletir a respeito de fama e influência, como propôs Bárbara Sacchitiello em artigo publicado no Meio & Mensagem. O meu intuito não é de trazer julgamento, apontar como certo e errado, melhor ou pior, e sim de procurar entender como e em qual ocasião selecionar personalidade mais famosa ou mais influente com determinado público. Bárbara discorre, embasada pela pesquisa “Most Influential Celebrities” realizada pela IPSOS, se a fama é sinônimo de influência enquanto marcas e empresas estão cada vez em busca de vozes em suas estratégias para difundir produtos e serviços. Ter fama não necessariamente significa ser influente, mas também não exclui a possibilidade.

Antes de continuar falando sobre fama e influência vamos falar sobre audiência e visibilidade, e relevância e intimidade. Grave esses termos, têm tudo a ver com a reflexão proposta neste artigo. A pesquisa citada pela Sacchitiello, considerou fama relacionada a popularidade, e influência relacionada a capacidade de promover mudanças e influenciar comportamentos. O estudo também observa que o grau de influência está intimamente associado a credibilidade e carisma. Fama e audiência, influência e intimidade. A fama está totalmente relacionada à exposição, a quantidade de vezes que a pessoa “aparece”, fato este indicado na pesquisa, visto que as pessoas listadas como “famosas” possuem relação direta com veículos de mídia de massa (TV, principalmente). Agora sobre influência… a tendência é pessoas confiarem em pessoas, em pessoas próximas. Frequentemente pedimos indicações de produtos e serviços, não é mesmo? Pesquisamos no Google (confiamos na marca), acompanhamos redes sociais, mas o que notavelmente tem peso maior em uma decisão de compra é a indicação de alguém “próximo”. E, na minha opinião, é exatamente aí onde mora a influência, na capacidade que o indivíduo tem de criar essa proximidade com seus públicos. Mesmo a distância, a sua audiência se sente próxima, e a pesquisa da IPSOS atribui esse “fenômeno” ao grau de comprometimento do “Influenciador”.

A fama é quantitativa. O influência é qualitativa. Mas um quesito não exclui o outro. Porém convenhamos, não se agrada Gregos e Troianos, o processo de influência também se dá através do caminho da segmentação. Mas pera lá. O que vale mais: fama ou influência? Vamos trazer para a realidade de uma marca e refazer a pergunta, o que vale mais audiência ou relevância, alcance ou engajamento? O papel do gestor não seria (ou não deveria ser) buscar desenvolver ambos os lados? Destinar esforços para aumento de relevância e engajamento e com isso estabelecer maior proximidade com seu público. Como também, não deixar de lado estratégias que aumentem a quantidade de pessoas que estarão predispostas a, quem sabe um dia, serem influenciadas pelo discurso.

Talvez o mais ideal seja comparar o momento da marca (e do possível porta-voz) e o objetivo da ação. Trazendo nomes bastante conhecidos como exemplo, uma marca X poderia fazer uma ação visando alcance com Rodrigo Faro em um momento, e em outro procurar gerar engajamento com Nathália Arcuri, buscando influenciar público com interesses mais específicos. E por falar em Nathália Arcuri, vale dizer que após ter gerado certo nível de influência na área de finanças, Nathália parece destinar esforços para aumento de audiência ou, como estamos falando neste texto, aumento da fama (Vide participação ativa na TV).

Se já diziam que “Quem não é visto não é lembrado”, podemos acrescentar que quem não gera confiança não é comprado?

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Marketing

A linha tênue entre oportunidade e o oportunismo do marketing social

Segundo o dicionário Michaelis, oportunidade é a ocasião favorável para realização de algo, enquanto oportunismo é a habilidade em aproveitar os fatos para obter algo. Apesar dos termos serem parecidos, são amplamentes diferentes. De acordo com Francine Lemos, CEO da Cause, consultoria de marcas focada em interesse público, abraçar um propósito vai muito além de uma campanha pontual. Contudo, muitas empresas na busca de se “associarem” a causas sociais precisam se atentar ao contexto e a conexão da marca com o tema ou podem correr o risco de cair pro lado contrário da oportunidade. Mudanças no comportamento dos consumidores refletem em necessidade de posicionamento social por parte das organizações. Em novembro de 2018, foi divulgado – em parceria entre Ipsos, ESPM, Instituto Ayrton Senna e Cause – o estudo “Marketing relacionado à causa”, o qual evidencia que 77% da população brasileira espera maior contribuição social das empresas com a sociedade. soldes coque iphone pas cher Francine Lemos, em entrevista para Meio & Mensagem, fala sobre a postura que as marcas precisam ter ao adotar o “marketing de causa” para não soar como oportunista. coque iphone 7 Enfatiza sobre a necessidade das marcas serem coerentes, planejadas e alerta sobre abraçar causas sem levar o discurso para a prática. coque iphone 8 Ela alerta que, antes de entrar em uma causa, deve-se avaliar se faz sentido para a empresa, se está alinhado com a visão e com os valores, e principalmente se atende uma demanda clara da sociedade. O contexto é primordial para a associação da marca a uma causa e a coerência tem mais importância que a pressa, não dá para ser superficial. coque iphone xs max Francine afirma que a causa não pode ser comunicada sob o ponto de vista de consumo e deve considerar os diversos atores envolvidos na temática. Portanto, antes de se posicionar, é preciso refletir sobre o que a empresa faz de fato e qual é sua real necessidade. coque iphone 8 O fato é que a sociedade clama por posicionamento social por parte das empresas e ela diz isso pelo seu comportamento de consumo. O que você tem feito a respeito? Observe seu próprio comportamento de consumo a respeito do marketing de causa e repare as comunicações das grandes marcas sobre causas sociais.

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Mídia

Crise ou oportunidade? Burger King cria campanha baseada em “haters”

Não é novidade pra ninguém o poder de voz que a internet, através das redes sociais, concederam às audiências das marcas. coque iphone pas cher Com isso, também surgem os “mimimis” e os “haters”, prontos para criticar qualquer ação que contrarie suas preferências e/ou opiniões. Nesse cenário de “nervos a flor da pele”, as marcas procuram se resguardar e ter em seus anúncios discursos que não ofendam nenhum público. coque iphone soldes Porém, isso não é suficiente, e vez ou outra podem desagradar algumas pessoas. coque iphone 8 Algumas marcas começaram a enxergar os comentários negativos como oportunidade e inspiração, e do “diálogo” com os haters passa a surgir campanhas e até produtos. coque iphone Em campanha lançada pelo Burger King em fevereiro e estrelada por um trisal, a marca, como objetivo de gerar reflexão no público sobre o poliamor, acabou virando alvo dos haters. A empresa, conhecida por gerar buzz com assuntos sociais, em resposta lançou uma campanha para responder as críticas acumaladas nas redes sociais. Ariel Grunkraut, diretor de marketing do Burger King no Brasil, destacou que todos os públicos são bem-vindos na empresa e que não aceitam nenhuma forma de preconceito e, em respeito a todos consumidores, reforçam mais uma vez que todas as formas de amor são bem-vindas no restaurante. soldes coque iphone Como a campanha inicial não agradou a todos, a marca decidiu fazer uma brincadeira com as críticas que recebeu, reforçando seu posicionamento contra qualquer tipo de preconceito em resposta aos haters em seu novo filme. Para Rafael Donato, vice-presidente de criação da David (agência responsável pelos comerciais), a nova versão do filme foi a saída para a marca responder aos haters de forma bem-humorada: “Poliamor dividiu opiniões.

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Digital

Dia das Mães poderá ter crescimento de 16% em compras online

A expectativa de crescimento em vendas online, publicada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOmm), chega a R$ 3,3 bilhões para o Dia das Mães. coque iphone 7 Essa movimentação esperada supera em 16% o faturamento do ano passado (2018). coque iphone 6 Vale ressaltar que o estudo considera as vendas realizadas entre 15 de abril e 11 de maio. Este estudo prevê um ticket médio de R$ 345,00 e um volume de 9,81 milhões de pedidos realizados pela internet. A Associação acredita que esse aumento será proveniente ao reaquecimento da economia atrelada e queda no câmbio e a retomada da confiança do consumidor. coque iphone Para Maurício Salvador, presidente da ABComm, o Dia das Mães seguirá a tendência das outras datas sazonais que vêm demonstrando crescimento. coque iphone Para ele se trata de uma data tradicional e relevante, onde as lojas se preparam e fornecem melhores condições de compras para os consumidores. O estudo indica tendência de setores com maior probabilidade de abocanhar uma fatia do bolo maior, aumentando seu faturamento. coque iphone 2019 As categorias preferidas pelos “compradores online” são as de moda, cosméticos, eletrodomésticos, além de artigos de casa e decoração. Não é novidade que datas como essa trazem muita movimentação na economia, por outro lado, o crescimento constante (e alto) do digital revela grandes mudanças no comportamento do consumidor.

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Digital

Outdoor em aeroporto vira boleto gigante para arrecadar doações

Tinha tudo para ser só mais um outdoor, como qualquer outro, mas este é diferente. coque iphone en ligne Em ação criada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi para a Fundação Laço Rosa, outdoors foram usados como códigos de barras gigantes: um outdoor no aeroporto de Curitiba e outro no aeroporto de Ribeirão Preto.   Ao se aproximar, é possível notar que não é um código de barras qualquer. vente de coque iphone As barras são formadas pelo nome de mulheres que estão em tratamento e na fila para receber doações. coque iphone xr Os boletos gerados são reconhecidos por qualquer instituição bancária, e arrecadarão doações em prol da luta contra o câncer de mama.   Para quem vê o outdoor pessoalmente pode mirar o celular e fazer doação na mesma hora, contribuindo para que essas mulheres que estão em tratamento possam receber perucas, artigo importante para autoestima delas nesse momento. coque iphone 2019 pas cher Os painéis serão atualizados trocando o código do boleto dando a sensação que as contribuições fizeram a fila andar.

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Publicidade

Ovo que bateu recorde no Instagram choca a internet

No dia 4 de janeiro, uma imagem de um ovo foi postada no Instagram com o objetivo de bater o recorde, até então de Kylie Jenner, de foto mais curtida do mundo (na missão de superar 18 milhões de likes). coque iphone 2019 O fato é que a simples imagem de um ovo conseguiu bater (e muito) essa meta audaciosa. coque iphone 7 Em apenas um mês ultrapassou 50 milhões de curtidas. Dias depois, novas postagens do ovo foram publicadas mostrando que o ovo estava rachando. coque iphone 6 Essa ação foi uma iniciativa do publicitário Chris Godfrey, da agência The & Partnership, de Londres, e falou sobre saúde mental, surpreendendo muita gente na internet. A campanha foi um alerta sobre saúde mental e divulga o site www.talkingegg.info, que evidencia uma lista de instituições que lidam com saúde mental em diferentes países, incluindo o Brasil. coque iphone 8 Em entrevista ao The New York Times, o publicitário afirmou que a intenção era testar se algo tão simples quanto um ovo poderia ser mais popular que uma celebridade. O ovo procura mostrar como a “pressão” das redes sociais pode ser prejudicial à saúde mental e ferir pessoas. coque iphone x A mensagem reforça que falar sobre “o problema” pode fazer bem. coque iphone De maneira simples e muito impactante, a campanha reforça um problema social que nasceu com o uso desmedido das redes sociais.

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Mídia

Globo traz novidades para agilizar compra de mídia on e off

Pouco tempo depois de anunciar o projeto de integração das áreas comerciais de TV e de mídias digitais, a Globo lança, nesta segunda-feira (6), a nova versão do portal de negócios da emissora. coque iphone x Esses novos passos rumo à integração do processo comercial seguirão sob o comando de Eduardo Schaeffer, agora Diretor de Negócios Integrados da Globo. O portal de negócios foi reformulado para ser mais do que um guia dos produtos da grade à disposição do mercado publicitário. coque iphone x Agora, também passa a oferecer ferramentas para gerenciar, monitorar, fazer alterações e negociar mídia nos produtos televisivos e digitais do grupo. Para Schaeffer, existe uma exigência de mudança na maneira como as empresas de mídia, anunciantes e agências planejam, gerenciam e distribuem campanhas, proveniente da rapidez como o mundo tem se movimentado. coqueiphone Baseadas nas respostas dos públicos às peças publicitárias, as tomadas de decisão e possíveis alterações em campanhas precisam ser feitas de forma ágil e fácil. coque iphone pas cher Segundo Schaeffer, essa agilidade é uma das grandes mudanças no portal, fortalecendo-o como importante canal de relacionamento entre a Globo e o mercado publicitário. A emissora afirma que para reformular o portal ouviu as demandas das agências e anunciantes para entender as necessidade de facilitar o processo de compra e gerenciamento de mídia. soldes coque iphone Através do portal será disponibilizado acesso ao Globo Ads, ferramenta para reservar, planejar e comprar mídia, além de consultar todos os valores de inserções em rede nacional e nas afiliadas da emissora. O portal de negócios também traz duas novas ferramentas: a Globo Express e a Creative Manager.

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Marketing

O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática

Está cada vez mais crescente as empresas que se posicionam ambientalmente. coque iphone 8 Algumas apostam em estratégias de logística reversa com embalagens retornáveis, outras investem em criar embalagens através de resíduos. Envolver agentes civis e o poder público no diálogo, assim como desenvolver novos materiais industriais “ecologicamente corretos”, de acordo com texto publicado no Meio & Mensagem por Karina Balan, são ações que possuem potencial para solucionar o problema de desperdício de recursos e descarte indevido de resíduos em escala industrial. Existe um clima de “pressão” sob as marcas para adotarem princípios da economia circular. coque iphone 8 No último final de semana, a economia circular foi tema em muitos painéis do Festival Path, em São Paulo. Representantes de grandes players como Ambev e Coca-Cola e especialistas em políticas sustentáveis, apresentaram seus desafios para escalar práticas sustentáveis no Brasil e no mundo. soldes coque iphone Thaís Vojvodic, gerente de sustentabilidade da Coca-Cola, disse durante o Path que inovação não é sempre sobre tecnologia, mas sobre romper barreiras culturais entre empresas. A Coca-Cola e a Ambev, por exemplo, há dois anos criaram a iniciativa Reciclar Pelo Brasil para oferecer apoio cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e têm como parceiros empresas como Vigor e Nestlé. Para Thaís, as empresas continuam sendo concorrentes e competindo entre si, porém, quando se trata de reciclagem e sustentabilidade não há motivos para competir. Os investimentos em embalagens retornáveis e em logística reversas já voltaram a ser uma prática das empresas. Contudo, para Thaís, o desafio é incentivar o consumidor a adotar um hábito antigo, no caso dos retornáveis. acheter coque iphone en ligne O Fórum Econômico Mundial aconteceu em janeiro, em Davos, na Suíça. Na ocasião, James Quincey, CEO da Coca-Cola, compartilhou que até 2030 a companhia pretende coletar e reciclar 100% das suas embalagens. Neste trajeto da economia circular, a Nestlé também caminha junto com a mesma meta, porém com prazo até 2025. O Head de sustentabilidade da Ambev, Richard Lee, afirma que as práticas relacionadas com sustentabilidade devem ser vistas como parte do core business das empresas, deixando de ser apenas branding. coque iphone xr “Se não tivermos uma bacia hidrográfica saudável, não conseguimos operar adequadamente”, exemplifica Richard, que afirma também que a empresa investe junto a startups e universidades para incorporar soluções sustentáveis. Sob outro viés, aponta Fernando Penedo, especialista em sustentabilidade urbana, que entre as empresas, a sociedade civil e os governos possuem desalinhamentos no quesito sustentabilidade. “É muito difícil vermos iniciativas de sustentabilidade das empresas sendo criadas junto à sociedade civil. Além disso, geralmente empresas privadas não querem se misturar com assuntos públicos, o que é necessário. Hoje em dia, quem cuida do pós-consumo no País é apenas o poder público”, ponderou e exemplificou com o caso da cidade de São Paulo, que gasta sozinha mais de R$ 1 bilhão anuais para coletar e transportar o lixo do município. Thaís, da Coca-Cola, ressalta a ótica econômica: “A carga tributária referente a produtos reciclados pode se apresentar pouco viável para algumas empresas. Um produto que já pagou toda a sua cadeia tributária, como uma garrafa PET, quando é reciclado paga o mesmo valor novamente, enquanto o descarte de lixo tem custo menor.

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