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Retail Media anuncia holding para atender redes de varejo

Retail Media anuncia holding para atender de forma mais completa as redes de varejo

A Retail Media, empresa de DOOH em ambientes de consumo, anunciou nesta semana, a criação de uma holding para abrigar suas novas operações.

O Grupo acabou de dar início às operações da New Plus, agência de trade marketing, focada na ciência do consumo e em dados com a finalidade de conhecer o consumidor nos ambientes de varejo. A  New Plus já conta com um grande anunciante internacional como cliente.

O Grupo inicia também as operações da New Office, empresa formada em conjunto com a Office Shopping, tradicional empresa de locações temporárias e mídia offline em Shopping Centers e Hipermercados.

“Entendemos que agora poderemos atuar de forma mais completa“, comenta Marco Antonio Souza, sócio e CEO do Grupo que se forma. Marco diz que após estudos, percebeu-se sinergia entre as empresas, possibilitando assim, uma atuação conjunta com ênfase na solução 360° para o mercado.

Segundo Marco, para manter a essência dos negócios, as empresas passarão a atuar com um aproveitamento do que há de melhor em cada uma. Para a composição da nova estrutura do Grupo, o fundador da Office Shopping, o publicitário Paulo de Tarso, passa a Presidência do recém criado Conselho de Administração.

Os demais sócios e diretores, passarão a atuar nas três empresas com a nova composição. Desta maneira, os sócios entendem que os resultados serão mais sólidos e trarão maiores benefícios para o Grupo como um todo.

Para os sócios Cristiano e Eduardo Tassinari, a criação do Grupo, possibilita atender toda a demanda do digital e offline dos anunciantes de forma mais completa e com isso, poderá oferecer melhores negociações nos ambientes em que atuam, como supermercados, shoppings centers e petz.

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Mirum amplia atendimento à Volvo

 

 

A Mirum, agência full digital do grupo WPP, conquistou mais uma parte da conta de Volvo e SDLG (empresa do Grupo Volvo), com atuação no Brasil e mercados latinos. A agência, que atendia a conta para gestão de mídia e plataformas (TEC, SEO, BI, Atendimento, Mídia), passa a ser responsável também pela parte de Social – Conteúdo, SI e Criação – das marcas.

 

 

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É hora da retomada dos investimentos em mídia

Publicidade vende. Publicidade sempre vendeu. Todo mundo sabe disso. Pelo menos tem sido assim, desde que Volney Palmer montou, em 1842, lá na Philadelphia, a primeira agência de publicidade que se tem notícia em todo o mundo.

A marca líder de mercado precisa anunciar para manter a liderança. As marcas concorrentes que vêm logo atrás precisam anunciar para buscar essa liderança. Está lá o McDonalds anunciando o tempo todo; está lá a Coca-Cola anunciando o tempo todo. Estão lá também o BK e a Pepsi anunciando o tempo todo. Todas elas acreditando no poder que tem a publicidade.

Publicidade vende. Publicidade bem-feita e assertiva vende.

Dessa forma, se mais da metade do ano já foi, é hora de acreditar que a publicidade é quem pode fazer a diferença nesse momento. É hora da retomada dos investimentos em mídia.

Somente a mídia bem-feita, bem acompanhada e bem mensurada é que pode salvar o ano para muitas marcas. A mídia digital tem tudo isso. Não podemos achar de maneira alguma, que o ano está perdido, que já foi, que não dá mais.

Baixar a guarda e acusar o golpe dado pela pandemia é deixar o caminho aberto para seus concorrentes que podem ser um pouco mais otimistas. Se você se distancia do seu público quando ele mais precisa de você, ele ‘jogará’ isso na sua cara mais adiante. Pode ter certeza!

Então, penso que agora é hora de focar sim em 2020; ainda existem quatro meses cheios de energia e otimismo para fazer a diferença e trazer bons resultados para o negócio.

E você? Como pretende cuidar da sua marca nessa reta final de 2020?

Por Rodolfo Darakdjian (OPL DIGITAL)

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Retail Media anuncia expansão de sua rede digital OOH

Empresa anunciou a conquista de novos contratos em São Paulo e Nordeste

A Retail Media, empresa de DOOH em ambientes de consumo, anuncia a conquista de novos contratos para expansão de sua rede digital OOH no Nordeste.

Pelo planejamento, a empresa iniciará suas atividades em Salvador no mês de outubro e,em seguida, nas praças de Recife e Fortaleza prosseguindo com as implantações de suas telas digitais. O mobiliário DOOH da Retail Media será expandido nas lojas do Grupo Pão de Açucar, nessas praças. A rede do grupo já contempla telas digitais nos ambientes de consumo das bandeiras Hirota, Petz e na Rede carioca Guanabara.

Segundo Mário Leão, Diretor Nacional de Vendas, “em novembro a empresa já terá completado as instalações do novo parque de mobiliário digital nas três capitais do Nordeste.”

Mário também comemora o recém contrato assinado com o Hiper Center Andorinha, loja referência na zona norte de São Paulo. “Com a concretização de mais essa parceria, a cobertura na região ganhará uma relevância muito importante para a abrangência da atuação dos nossos serviços em São Paulo. Com a instalação dos novos equipamentos, a Retail Media passará a impactar mais de 30 milhões de consumidores por mês.”

“Estamos aumentando a nossa estrutura e cobertura, dessa maneira ultrapassaremos as 500 telas, número que estipulamos como objetivo antes da pandemia. Continuaremos nossa expansão e traremos novidades, ainda este ano”, finaliza Mário.

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Marketing

Méqui venderá edição limitada do molho especial do Big Mac

Méqui venderá edição limitada do molho especial do Big Mac

A partir de 1º de setembro será possível matar a saudade de Méqui com um dos itens mais cobiçados da rede: o icônico molho especial do Big Mac, que passa a ser vendido separadamente em frascos de 190g ou potes de 23g. Além disso, a marca também lança uma edição especial do sanduíche, o Duplo Big Mac, que leva quatro hambúrgueres em sua composição.

Essa é a primeira vez que o molho especial será vendido nos restaurantes do país, anteriormente, um lote especial foi vendido durante uma campanha do McDia Feliz. Para esta ação, apenas uma quantidade limitada de cada opção foi produzida e distribuída pelos restaurantes em todo o território nacional.

“Sabemos que nossos consumidores estão com saudade de frequentar nossos restaurantes e dos bons momentos que estão atrelados ao Méqui. Por isso, decidimos atender um dos principais pedidos que recebemos: oferecer a possibilidade de adquirir o famoso molho especial do número 1. Assim, o público pode apreciar esse ingrediente no restaurante ou em casa, adicionando ainda mais sabor aos sanduíches ou aos seus acompanhamentos preferidos”, destaca João Branco, CMO do McDonald’s Brasil.

Os consumidores poderão adquirir o molho em duas opções de combos do Duplo Big Mac:

●      McOferta Média com Pote 23g: McFritas, bebida, Duplo Big Mac e pote de 23g – R$ 29.90

●      McOferta Média com Frasco 190g: McFritas, 4 unidades de McNuggets, bebida, Duplo Big Mac e frasco 190g – R$ 34.90

Para comunicar a novidade, a marca prepara uma campanha nacional que vai abordar a saudade de Méqui e o amor dos consumidores pelo Número 1, o Big Mac.

Para acompanhar as novidades do Méqui, acesse www.mcdonalds.com.br.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede conta com mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 30/6/2020). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com.

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“Na mídia programática, exposição indesejada da marca não é e nem nunca foi regra”

Durante algumas décadas em nosso país, quando uma empresa desejava comunicar os reais atributos de seus produtos ou serviços aos seus consumidores finais, os caminhos para fazer essa comunicação eram os mesmos. Além da TV aberta, meio de comunicação com mais de 90% de penetração junto aos brasileiros, as empresas e suas agências de publicidade encontravam, ainda, a mídia impressa e, claro, o forte e importante rádio.

Porém hoje, muitos anos mais tarde, ainda que com o máximo respeito aos veículos e aos profissionais que atuam nessas frentes, devemos entender que é tudo muito diferente de antes. As coisas mudaram e a possibilidade das marcas entenderem o que seus targets realmente querem, como eles querem e onde eles estão tornou-se absolutamente possível.

A exposição paga de marcas no ambiente online trouxe às empresas anunciantes características bastante vantajosas e nunca encontradas até então nas mídias tradicionais, como por exemplo a possibilidade de mensuração de resultados de campanha, a interatividade com seus públicos em real-time, além da importante e tão desejada segmentação de público.

Poderíamos aqui até tratar detalhadamente das questões de interatividade e da mensuração, enormemente importantes e que permitem às marcas serem mais assertivas, estabelecerem um diálogo com seus consumidores e, claro, atuar de forma mais otimizada e rentável. Porém, o que queremos aqui discutir é a característica da segmentação de público.

A mídia programática é uma das mais relevantes formas de atuação em mídia digital e tem atraído bastante a atenção de gestores de marketing não só no Brasil, mas em todo o mundo. É uma mídia inclusive bastante democrática e, por isso, tem levado empresas pequenas e médias a anunciar até pela primeira vez. O fato ainda de possibilitar às marcas anunciantes maior otimização na compra da mídia, na implementação e na mensuração dos resultados obtidos, a torna por consequência também mais assertiva, contribuindo rapidamente para os objetivos de negócio das empresas.

Mas talvez a maior das diferenças esteja no fato de que a mídia programática quebra uma lógica imposta por profissionais de propaganda e publicidade por muitos anos: o foco não está mais no veículo de comunicação e sim, no target. Desta forma, nesse tipo de mídia estuda-se o comportamento das pessoas no ambiente digital e então a marca aparecerá somente para aqueles que desejam e que tenham demonstrado interesse naquele conteúdo. A mensagem de marca surge então, de forma contextualizada, para quem deseja receber aquele conteúdo, no momento que deseja, na frequência ideal e onde esse público estiver. Pode ser num site de esportes, na mídia social preferida ou mesmo dentro de um aplicativo que utilize. Certeza de gol.

Ocorre que nas últimas semanas, acompanhamos pela mídia um verdadeiro massacre ao setor de mídia programática.  O trabalho realizado pela chamada CPI das Fake News identificou e tornou público que o Governo Federal teria exibido ‘milhões de propagandas em sites maliciosos’ nos últimos meses e que isso ocorreu porque a veiculação se deu através de mídia programática.

“Na mídia programática, exposição indesejada de marca não é e nem nunca foi regra. O problema não está no uso da mídia programática. Está no uso inadequado da plataforma. Um planejamento bem feito cria filtros de brand safety, e a mensagem de marca aparece apenas em um ambiente seguro.”, diz Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital.

A OPL Digital é uma dessas empresas especializadas no tema. Com sede em São Paulo e também em Miami, nos Estados Unidos, a empresa investiu pesado na compra de tecnologia nos últimos anos, atua com uma DSP própria, e hoje tem como clientes governamentais, sendo alguns deles: Ministério da Saúde, Ministério do Turismo, Prefeitura de São Paulo, Eletrobrás, Caixa e Governo do Estado de São Paulo, além de clientes do setor privado como Schneider Electric,  BRF, Seara, Unilever,  Latam, Porsche, CCR, entre outras.

Para um anunciante que decida por comunicar seus produtos e serviços em mídia programática é extremamente importante que busque por empresas que sejam capacitadas e especializadas no tema. Prover cuidados básicos que impeçam as marcas de aparecerem em ambientes não seguros é essencial para quem trabalha com mídia programática.

Não se pode generalizar, e as recentes notícias que trataram das ações do Governo Federal não podem ‘carimbar’ ou marginalizar todo um mercado, que é composto por empresas e profissionais sérios e comprometidos com os resultados dos clientes. Uma ou duas empresas que tiveram tais equívocos não podem ser vistas como representantes de todo um setor. É importante ressaltar que mídia programática não financia o crime e nem patrocina e nem compactua com nenhum tipo de fake news. Atualmente existem políticas de brand safety que, inclusive, são atualizadas constantemente e que eliminam os sites impróprios ou maliciosos. As chamadas passlists, de uso bastante comum em mídia programática, possibilitam que a marca anunciante escolha exatamente os sites e aplicativos em que serão exibidos os anúncios, evitando destinos indesejados. Segurança na rede é preocupação número um de qualquer marca que esteja na rede.

 

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Com reabertura de lojas, Office Shopping retoma suas atividades

A Office Shopping, empresa especializada em mídia e locações temporárias em shopping centers e hipermercados, retoma com mais intensidade suas atividades, com a recente reabertura dos shoppings.

“Não deixamos de funcionar, apenas nos reestruturamos em home office, assim como fizeram diversas empresas.  Como nossa atuação também abrange os super e hipermercados, operamos com a venda de mídia nestes ambientes com maior foco.”, explica Cristiano Tassinari, sócio da empresa.

E é justamente neste segmento que surge mais um contrato da empresa.  Além das mídias estáticas, a Office passa a atender o Grupo Pão de Açucar, na área de eventos. O escopo do projeto permite que as áreas disponíveis sejam palco para eventos que agreguem valor a indústria por meio de projetos especiais com ativação ou ‘comprou ganhou’, ou que os eventos, agora remodelados pelo distanciamento social, sejam mais um atrativo, como por exemplo, os Cines Drive In, Tendas Drive Thru para teste do Covid-19 e até mesmo circos Drive In, em que os carros ficam estacionados na direção do picadeiro.

Todo o know-how na área de atendimento a shoppings da empresa contribuiu para esse convite da área de Malls do GPA.

Além de retomar as atividades com este novo contrato, a Office Shopping também anuncia a chegada ao Green Plaza Shopping, empreendimento de conveniência localizado em Belo Horizonte, no bairro de Santa Mônica, para a comercialização de mall e mídia.

Para Paula Caetano, gestora de marketing do Green Plaza, poder contar com o profissionalismo de uma empresa com quase 30 anos de mercado, nas áreas de mall e mídia, tende a ser uma excelente aposta. Paula comenta ainda, que após a reabertura do empreendimento fechado pela pandemia, o fluxo tende a ser uma crescente, pelo fato da empresa ter em seu mix, várias opções de alimentação, dentre elas: o Burger King, o Mineirão e uma filial muito completa da Droga Clara.

Para finalizar, Tassinari comenta que novidades estão por vir, fazendo referência a uma nova empreitada com seu sócio na Retail Media, Marco Antonio Souza. “Marco é uma pessoa muito ativa e cheia de ideias, precisamos aproveitar esses insights e conhecimentos adquiridos por anos no mercado de OOH”.

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O consumo de conteúdo no Youtube em época de isolamento

No mês passado, em abril, acompanhamos o que diria ser o pico das lives na plataforma do YouTube. Assistir cantores sertanejos, artistas pop e até o estilo brega pedindo licença para entrar na sala de casa dos internautas, e muitas marcas aproveitando essa nova audiência das live shows foi uma maneira diferente para observar a forma de consumo dessa plataforma. O fato é que as pessoas já utilizavam o YouTube como um site de entretenimento e pesquisas, buscando por: lazer, diversão e informação, o que ocorreu foi apenas uma mudança no comportamento e o modo de consumir conteúdo dessa plataforma devido ao cenário em que estamos aprendendo a nos adaptar.

O Google realizou uma pesquisa para analisar as mudanças no comportamento do brasileiro no youtube durante o isolamento e a pequisa seguiu 3 pilares que influenciaram no crescimento da oferta e demanda de conteúdo neste cenário de quarentena.

Achar o equilíbrio entre informações e saúde mental.

Neste momento em que percebemos a importância da informação, também notamos que bombardear nossa mente com um assunto denso como a pandemia, acaba saturando e podendo causar problemas maiores a saúde mental. Dessa forma foi notado que assim como as notícias que cresceram 75% nos meses anteriores, a busca por assuntos relacionados a conscientização e a saúde mental elevou consideravelmente em até seis vezes mais do que o habitual.

A própria plataforma que estava desenvolvendo uma campanha institucional, aproveitou o momento para junto com diversos creators divulgar conteúdos diversos para amenizar e trazer aos usuários alguns momentos de leveza e distração, disponibilizando vídeos que vão desde crochê a meditação para fazer em casa e dicas de autocuidado, estimulando a hashtag #Fique em Casa comigo.

Adaptar ou criar uma rotina para o isolamento.

Com o distanciamento social e o isolamento, a sociedade teve que se adaptar e essa adaptação requer uma curva de aprendizado, no qual o Youtube foi importante como fonte de pesquisa para muitas pessoas que se questionaram e buscaram aprender como adaptar sua casa para o trabalho em home office, como diversificar na cozinha com poucos recursos, como entreter as crianças e até como fazer ginástica em casa ou apartamento.

As idas ao supermercado diminuíram e para isso, tornou-se necessário ser mais estratégico para comprar o essencial e de maior rentabilidade. A busca por “pão caseiro” subiu 66%, assim como receitas com 49% e o termo “cozinha” com 40% em comparação aos meses anteriores.

Se na cozinha os números cresceram, na sala não foi diferente. Os termos “aulas” e “estude comigo” tiveram um aumento de 33% e 52% respectivamente, assim como a busca por mais produtividade no trabalho, o termo “home office” foi o que mais cresce chegando a 173%.

Entender impactos mais amplos na sociedade.

Diante deste cenário, um tema tem tomado dois víeis, de forma macro e micro. A busca e o consumo por conteúdos relacionados a economia tem mantido um crescimento contínuo, porém, dividido entre os interesses com relação à economia global e o acompanhamento de como governos e instituições financeiras tem tomado medidas para minimizar os danos na sociedade de forma geral e o outro interesse relacionado ao próprio bolso buscando maneiras de segurar as finanças pessoais nesse período até que as coisas voltem ao normal.

Esse estudo completo e outros relacionados a tendências de consumo podem ser acessados pelo site disponibilizado pelo Google no site Think With Google que divulga artigos, dados e insights para informar e compartilhar mais conhecimento com seus usuários.

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Mídia Digital para marcas que pulam o Carnaval

Quem trabalha com mídia sabe que em datas específicas ou de festas, os resultados obtidos em campanhas digitais sempre tendem a sofrer alterações.

O Carnaval é uma dessas datas e certamente, já por esses dias de agora, dezenas, centenas ou até milhares de profissionais nas empresas e nas agências quebram a cabeça pensando em como atingir através da mídia digital, o folião consumidor que está com seu celular nas ruas da cidade, curtindo os bloquinhos.

Não é tarefa das mais fáceis, uma vez que, de um dia para o outro, milhões de pessoas ocupam os mesmos metros quadrados de rua, nada comum e nada frequentados nas demais épocas do ano.

Trata-se de uma lógica diferente da convencional para quem compra mídia que faz uso de geolocalização, uma vez que um folião pode ficar no mesmo quarteirão, literalmente no centro de uma grande avenida da cidade, por duas, três ou até quatro horas, pulando loucamente fantasiado e com uma lata de cerveja na mão.

As alterações nos KPIs de mídia nessa data são então consequências de uma clara tendência na redução de consumo de redes sociais nesse período por grande parte desses foliões, que até por motivo de segurança, deixam seus smartphones muito bem guardados em bolsos e bolsas. Sendo assim, se as pessoas ficam mais “desconectadas’, menos expostas também estarão às comunicações de marca.

Mas é claro que existem maneiras inteligentes de se fazer publicidade para esse público em plena folia, ou até mesmo e, principalmente, nos dias que antecedem à essa folia toda.

Já imaginou quantas marcas poderiam se aproveitar desses dias que antecedem o Carnaval para vender mais cerveja, água, cadeira de praia, fantasia etc para entrega boa e relevante de mídia digital?

Através de um bom banco de dados que inclui o histórico de navegação é completamente possível cruzar as informações e saber, por exemplo, se aquele folião buscou no período recente pela programação dos blocos de rua da cidade, por hotéis em praias do litoral ou mesmo por preços de entradas em carnavais de clubes tradicionais. Mais do que isso, é possível impactar consumidores que estiveram em um determinado local, como os ensaios das escolas de samba no Anhembi, por exemplo.

E se, por um acaso, o consumidor é daquele que busca “sumir” em datas de bagunça como essa, conseguimos também impactá-lo facilmente, por conta de seu possível rastro deixado no ambiente digital, semanas antes do Carnaval, onde ele buscava por programas mais tranquilos e distantes do barulho. Quem sabe um final de semana em Águas de Lindoia ou Poços de Caldas? Ou quem sabe buscou por filmes que se destacaram no Oscar ou por novidades no Netflix?

É praticamente impossível hoje tomarmos decisão de compra ou consumo sem que tenhamos deixado rastros por aí. A mídia programática está aí exatamente pra fazer com que as marcas possam se conectar com esse público que deixou pegadas na rede.

Nada melhor que um exemplo pessoal.

Nos últimos dez dias de minha navegação no ambiente digital, eu deixei rastros que podem ser de interesse para vários segmentos de mercado. Reservei por um site diárias de hotel em Ilhabela; comprei o agendamento da balsa para não ficar na fila; comprei um par de ingressos para um show de reggae que irá acontecer na Ilha durante o Carnaval; além disso, na última semana, coloquei no meu Waze como destino 2 supermercados da Vila Mariana e entrei em mais de 5 farmácias por Alphaville, buscando protetores solares e repelentes para o corpo.

Juro, não tem nenhuma marca se aproveitando dessas minhas pegadas no ambiente digital, pelo menos por enquanto.

É na dificuldade que surgem as oportunidades. No Pós-Carnaval as marcas voltarão a fazer campanha com força, dentro da lógica do “agora o ano começou”.

Balela, o Carnaval deixa pegadas importantes que podem fazer com que dados virem informações que, por sua vez, se bem pensados e utilizados, transformarão em insights para mensagens futuras de marca.

E você, profissional de marketing ou mídia: como pensou a comunicação da sua marca durante o Carnaval?

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SOUL GOOD: O CHOCOLATE DA DIETA

Durante o Santander Track&Field – maior circuito de corridas de rua da América Latina – a Kopenhagen estreia sua mais nova linha de chocolates, a linha Soul Good, uma proposta que visa unir o que faz bem para o corpo e que seja delicio no paladar.

 

O público deste novo produto é os atletas de rua com estilo de vida saudável, que a partir de agora poderão trazer ainda mais sabor às suas dietas. Assim, a parceria com a Cross Networking no evento foi uma ótima forma de apresentar os novos chocolates para seu público. Ao invés de apenas veicular nas redes sociais banners e posts sobre a novidade, nada melhor que levar a degustação para “dar um gás” a mais durante a corrida.

 

A indústria do chocolate costuma crescer 6% ao ano em países desenvolvidos, faturando cerca de US$8,4 bilhões por ano. Porém, como o Brasil está se desenvolvendo, há de se esperar que tenha números ainda maiores. Atualmente, a venda de chocolates cresce 25% ao ano, chegando a US$35 bilhões em 2018 (Euromonitor, 2019). 

 

Sobre os chocolates Soul Good, é importante ressaltar que além da leveza das calorias do produto, ele aborda um conceito totalmente zero açúcar, lactose, gorduras e clean label – produtos compostos apenas por ingredientes facilmente reconhecidos pelo consumidor. A nova linha da Kopenhagen conta com bombons maciços, de avelã, com língua de gato e lajotinha, além dos clássicos tabletes de cacau e cacau com nibs (pedaços de amêndoas).

 

Com tantas opções, chega até ser difícil escolher uma só, mas como é um chocolate saudável, vá na Kopenhagen e experimente um de cada! Depois nos conte qual você gostou mais.

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