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Beatriz Guerra

Conteúdo

Bubbaloo é Boticário. Boticário é Bubbaloo!

Essa é a hora que todo o Millennial pira: o chiclete que marcou gerações da década de 80 e 90 é o novo ingrediente especial da coleção “Cuide-se Bem Bubbaloo” do grupo Boticário.

A linha contará com produtos inspirados na inconfundível fragrância de tutti-frutti e contará com sabonete líquido e em barra, creme de mãos, hidratante corporal, brilho labial e desodorante. Prepare seu olfato e a memória afetiva, os produtos já estão à venda nas lojas físicas e no e-commerce. Os preços variam de R$30,90 a R$168,21.

Vai ser um desafio não ter vontade de devorar todos esses produtos, né?

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Marketing

Boticário e metrô de SP: uma nova maneira de fazer compras

Que tal um rolê no metrô para fazer umas comprinhas?

É isso mesmo que você leu e, não, não estamos falando do “shopping trem” ou qualquer outro tipo de comércio ambulante sob os trilhos.

Neste mês de Setembro o Boticário lançou suas “lojas de parede” em estações de metrô e alguns terminais de ônibus. Na primeira vista, parece apenas uma propaganda ou um mostruário de seus produtos, mas na verdade é um formato de venda inovador, desenvolvido para comercializar, via QR Code, produtos da marca. A previsão é que mais de 11 milhões de brasileiros que passarem pelo Terminal Rodoviário Tietê e pela Linha 4 Amarela do Metrô terão acesso às primeiras “lojas de parede” para venda de produtos da marca O Boticário.

A infraestrutura conta com fotos dos produtos, descrição e o código destes, simulando uma vitrine. O esquema é simples: ao escanear o QR Code do item desejado, o consumidor é direcionado diretamente para o site do Boticário, que já estará com os produtos no carrinho, pronto para concluir a compra e realizar a entrega no endereço com frete grátis. Ao todo, 41 produtos de perfumaria, cuidados pessoais e cabelos do Boticário serão encontrados nos painéis, que foram produzidos em conjunto com a Almap BBDO.

 

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Marketing

Você já criou conteúdo para sua marca favorita. Duvida?

Uma das tendências que tende a crescer ainda mais no mercado de Marketing em 2021 é o UGC (User Generated Content). O termo significa que os próprios usuários das marcas criam o conteúdo que é utilizado pelas mesmas, geralmente no ambiente digital. Quer entender melhor? 

É claro que as empresas, a cada ano, estão valorizando ainda mais esse tipo de comportamento: é gratuito, espontâneo, inclusivo e gera maior alcance nas redes sociais.  Além disso, as pessoas gostam de participar das estratégias de marcas para ajudar outros consumidores, para ser notado por sua marca queridinha e também sentem muito mais confiança nas empresas ao ver depoimentos de “gente real”.

Nada melhor que ver para crer. Se liga nesses exemplos de ações de UGC que deram certo.

  1. Coca-Cola

Que mal tem percorrer diversos mercados, escolher a latinha com seu próprio nome e comemorar postando esse feito nas redes sociais? 

Absolutamente mal algum, mas saiba que desta maneira você participou da estratégia da campanha deles e agiu exatamente da forma com que eles esperavam. A ideia era que os fãs compartilhassem em suas redes sociais as latinhas com os respectivos nomes. A repercussão foi tão grande que virou caso de sucesso no mundo todo.

2. GoPro
As redes sociais da marca são praticamente feitas por seus consumidores, com foco total para as experiências e possibilidades de aventura que se pode ter com uma GoPro.

3. Starbucks

Podemos considerar o café mais famoso do mundo, né? Já parou pra pensar o tanto de conteúdo que já foi criado cada vez que uma pessoa posta uma foto do seu frappuccino, incrível e perfeito? Há quem diga que, às vezes, o nome do cliente é escrito enorme de maneira proposital, incitando a publicação da foto/produto online. Será?

 

Pensa bem, se você pudesse escolher qualquer marca no mundo para ser notado, qual você escolheria?

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Entretenimento

Maiores bilheterias da história do cinema. O que elas têm em comum?

Quem aí está com saudade de sentar na frente da telona, acompanhado de um grande balde de pipoca caprichada na manteiga e um refri gelado? Já faz um tempo que estamos afastados do cinema por um motivo maior, mas isso não quer dizer que precisamos ficar longe de todo o universo cinematográfico, né?

O objetivo desse texto é entender porque nós, seres humanos, criamos tantos vínculos afetivos com as produções audiovisuais e, analisar se, há um denominador em comum que explica tudo isso. Mas, antes, nada melhor que lembrar quais foram os filmes de maior sucesso na história para entender o que faz com que sejam tão aclamados pelo público.

1º Avatar (2009) | 20th Century Fox | US$ 2.847.246.203

2º Avengers: Endgame (2019) | Walt Disney Studios Motion Pictures | US$ 2.797.800.564

3º Titanic (1997) | Paramount Pictures / 20th Century Fox | US$ 2.201.647.264

4º Star Wars: The Force Awakens (2015) | Walt Disney Studios Motion Pictures | US$ 2.068.223.624

5º Avengers: Infinity War (2018) | Walt Disney Studios Motion Pictures | US$ 2.048.359.754

6º Jurassic World Universal Pictures (2015 )US$ 1.671.713.208

7º The Lion King (2019) | Walt Disney Studios Motion Pictures  US$ 1.656.943.394

8ºMarvel’s The Avengers (2012) Walt Disney Studios Motion Pictures | US$ 1.518.812.988

Furious 7 (2015) | Universal Pictures | US$ 1.516.045.911 

10º Frozen II (2019)Walt Disney Studios Motion Pictures | US$ 1.450.026.933

*De acordo com a matéria da Forbes

Dentre as dez produções, podemos dizer que ao menos quatro estão ligadas ao universo dos super-heróis e que todas – literalmente –  utilizam-se de um universo fictício para produzir a história. Por que será que na lista não há nenhum filme baseado em fatos reais, uma biografia ou um documentário mostrando a realidade de algum país pelo mundo? Isso é fácil de explicar. 

A imagem do super-herói existe há muito, muito tempo. Mesmo. Antes até do surgimento da escrita. Essa interpretação está entre nós desde a mitologia grega, nórdica e em todas as culturas que conhecemos. Até hoje, continuamos nos apaixonando pelo mesmo aspecto dessas história: o fascínio em ver os personagens se envolvendo com os mesmos acontecimentos, inúmeras vezes, que, adivinhem, são os mesmo acontecimentos que presenciamos em nosso dia a dia: tomar decisões, fazer sacrifícios, abrir mão de amizades, costumes, viver uma realidade totalmente nova. Enfim, a lista de problemas que um ser humano passa diariamente é enorme, né? (socorro)

De acordo com o autor Umberto Eco: “o herói mitológico existe pela imediata e constante identificação do leitor com sua história, que de alguma forma está congelada em um passado histórico”. Apesar dos heróis terem se modificado enquanto aparência (pensa só se o Odin iria imaginar que, algum dia, haveria um super-herói tipo o Robin?), eles continuam vivendo do mesmo jeito: lidando, todos os dias, com infinitas versões de uma história. Então, resumidamente, a gente gosta de ver que eles se ferram que nem a gente.

E aí, você é fã de produções com um quê heroico? Se sim, por que você acha que se identifica com elas?

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Opinião

Método Pomodoro: a solução para procrastinadores

O Pomodoro é perfeito para você, que gostaria que o dia tivesse, pelo menos, 38 horas. É também para você que sente que faz várias coisas durante o dia todo, mas que no fim do dia, não conseguiu concluir nada do que tinha programado. Esse texto é para te tranquilizar e dizer “calma, você tem salvação”.  

Já ouviu falar do “Método Pomodoro’? É uma técnica, desenvolvida em 1988 pelo italiano Francisco Cirillo e publicada no livro “The Pomodoro Technique”. O autor estava à procura de uma maneira de aumentar sua produtividade nos estudos durante os primeiros anos de universidade. Para isso, ele utilizou um timer de cozinha (em formato de tomate) para organizar suas tarefas. Consiste em uma maneira diferente de gerir o tempo que pode ser aplicada em diversas tarefas, seja nos estudos, seja no trabalho, entre outras. O diferencial do Pomodoro, além de medir quantidade e qualidade dos afazeres, é que ele permite medir o que está atrapalhando a realização das tarefas.

Como fazer o método?

O conceito do Pomodoro é que as tarefas tenham duração de, exatamente, 25 minutos. Concluindo-a ou não, deve parar e descansar 5 minutos. A ideia é que o fluxo de trabalho seja dividido em blocos de superconcentração, garantindo a agilidade do cérebro. 

Para colocá-la em prática, você vai precisar de:
– Timer ou cronômetro para fazer contagem regressiva (pode usar o celular, mas desative as notificações)
– Uma lista de tarefas
– Lápis e borracha 

Método Pomodoro exemplificado

O primeiro passo é criar sua lista de tarefas que deseja concluir durante o dia. Depois, dividi-la em períodos de 25 minutos e trabalhar ininterruptamente durante o dia.

Assim que o time tocar, significa que o primeiro período de 25 minutos foi concluído. Faça um “x” ou risque a tarefa concluída ou anote o status feito (25%, 50%, etc) e faça um breve intervalo de 5 minutos. Procure fazer coisas que não tenham ligação com os objetivos do dia, como: ouvir uma música, navegar nas redes sociais, brincar com seus pets, entre outros. A cada quatro ciclos, faça uma pausa maior (entre 15 e 30 minutos) para descansar.
(Atenção, não deixe de fazer esses intervalos, pois são necessários para “oxigenar o seu cérebro” e aumentar a agilidade mental.)

Vantagens de usar a técnica Pomodoro:
– Alivia a ansiedade;
– Aumenta o foco e a concentração;
– Aumenta a motivação;
– Reforça a determinação para atingir os objetivos.

E aí, você já conhecia o método? Acha que vai te ajudar?

Dica digital: existem alguns aplicativos que ajudam na aplicação do método, como: Tomato Time, Pomodoro Time, Pomodoro Keeper e Focus Keeper.

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Marketing

Como aumentar o alcance da sua marca pelo Pinterest

A rede social já virou sinônimo de “referência”. As pessoas visitam o site em busca de inspiração, produtos e uma comunidade de pessoas criativas. E, acredite, você consegue achar de tudo. Desde moda, maquiagem, exercícios físicos, bem-estar, decoração, viagem, “faça você mesmo” a receitas de comida, etc etc.⠀

Há pouco tempo o Pinterest abriu o site para que as marcas pudessem fazer anúncios, e agora, também virou uma plataforma de compra direta. Se essa informação não te empolga, se liga nos dados da rede social publicados pelo portal da UOL:

  • o Pinterest tem hoje mais de 175 milhões de usuários. E o Brasil está entre os dez países com maior número de usuários cadastrados na rede.
  • Cada pin gera, em média, duas visitas ao site e seis visualizações de páginas.
  • 93% dos usuários do Pinterest usam a rede para planejar uma compra.

Essas informações animam qualquer tipo de perfil, seja você um empreendedor individual ou uma empresa. No site, a criação de Pins visualmente atraentes só vai acrescentar positivamente a sua marca. Para isso, é necessário categorizar suas publicações em grupos de anúncios segmentados, definir seus objetivos de negócios e veiculação da campanha, para que seja bem sucedida. E, olha, é bem fácil criar um conteúdo interessante na plataforma, tendo em vista que oferecem inúmeras formas de publicação, como: vídeos; carrosséis; coleções; vídeos; imagens estáticas.

Como anunciar no Pinterest?

Os anúncios no Pinterest são chamados de Pins Patrocinados. Eles são iguais ao Pins (publicações) que são comuns de fazer, exceto que você paga para promovê-los e, por isso, aparece para um público mais amplo.

Primeiro passo: configurar anúncios.

Para anunciar, é necessário que você crie uma conta business. O valor depende totalmente do orçamento e do gasto que planeja gastar em suas campanhas. Para fazer isso, é só se cadastrar no site: ads.pinterest.com, preencher com alguns dados e pronto. 

Informação importante: requisitos dos anúncios.

Para patrocinar seus pins, verifique sempre as seguintes demandas:

  •  precisam estar no seu próprio perfil business
  •  ser salvos em pastas públicas
  • ter URLs de destino (sem encurtadores de link na URL de destino ou na descrição)
  • não ser GIFs ou vídeos de terceiros
  • seguir os “Padrões para Anúncios” do Pinterest.

O último passo é determinar qual será o tipo da sua campanha.

A plataforma oferece alguns tipos de campanha para te ajudar em como guiar sua campanha.

  • Reconhecimento (para aumentar seu alcance e reforçar o reconhecimento do produto ou da marca) 
  • Consideração (tem como objetivo gerar mais tráfego a conteúdos dentro e fora do Pinterest) 
  • Conversões (impulsionar ações do usuário, como vendas, inscrições e assinaturas)
  • Vendas off-line (aumentar o ticket médio das compras na loja física)

Além disso tudo, cada vez mais a geração Z e os millennials, estão usando o Pinterest para comprar produtos que reflitam seu interesse por novidades. Você não quer perder essa galera toda, né?

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Marketing

The Sims e a cultura da convergência: o uso da transmídia em #SimsSessions

Calma, eu sei que esse título parece tema de monografia de qualquer faculdade de comunicação. Mas o conceito é super simples e tenho certeza que você já presenciou uma ação de transmídia, só ainda não sabia o nome. Vamos por partes!

Transmídia, nada mais é, que uma maneira eficaz de contar histórias. O termo representa a estratégia de utilizar-se de diversas plataformas para criar um universo narrativo, aproveitando as particularidades de cada uma, para enriquecer o conteúdo. É utilizada, principalmente, pela área de Marketing e criação, que criam diversos conteúdos que se complementam por meio dessa estratégia. O grande objetivo é oferecer uma experiência única e interativa, fazendo com que o consumidor se sinta parte da história.

O conceito foi oficialmente discutido em 1991, pelo professor Marsha Kinder, da University of Southern Califórnia. Nos anos 2000, depois de mais alguns estudos sobre o tema, o pesquisador Henry Jenkins, publicou o livro “Cultura da Convergência”, no qual traduz a transmídia como um fenômeno dentro da convergência de mídias na qual vivemos: “fluxo de conteúdos por múltiplas plataformas de mídia, à cooperação entre múltiplos mercados midiáticos e ao comportamento migratório dos públicos dos meios de comunicação”.

Pronto! Agora podemos chegar no assunto do título. Em meio a essas informações sobre estratégias de conteúdo, o jogo The Sims, que teve sua primeira edição lançada em 2000, finalmente aderiu a uma abordagem diferente – e mais interativa – de conteúdo. A série de jogos, criada pelo designer de jogos Will Wright e produzida pela Maxis, é simulação de vida real na qual o jogador cria pessoas virtuais chamadas “Sims” e administra suas necessidades, humores e desejos.

Desde seu lançamento, The Sims não mudou muito as possibilidades de interação para o jogador. Lançou novas expansões, melhorou bugs do jogo, mas nunca investiu muito em criar algo diferencial para a interação do Simmer. Até agora. 

O Festival Musical, chamado Sims Sessions, inédito no jogo, traz artistas renomados para cantar e tocar para os seus Sims, dentro do jogo. Os Simmers poderão mergulhar em uma experiência de festival musical imersiva em The Sims 4, apresentando performances em Simlish (idioma oficial do The Sims) de Bebe Rexha, duas vezes indicada ao prêmio Grammy, Dave Bayley, vocalista principal da banda Glass Animals, e da cantora, compositora e produtora Joy Oladokun.

É a primeira vez que o jogo cria algum tipo de interatividade com o mundo “real”, apesar de não serem apresentações ao vivo, ou ter qualquer tipo de conexão com a internet. Posso dizer que eu, como amante do The Sims desde sua primeira edição, fiquei muito feliz com a novidade. É legal fazer com que façamos parte da história, bem como o principal conceito de transmídia já diz.

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Marketing

Por que criar uma Persona é tão importante para a sua marca?

Diferente do que algumas pessoas acreditam, a brand persona não é a mesma coisa que o público-alvo da sua marca. Os termos representam coisas diferentes apesar de estarem no mesmo universo do planejamento e comunicação. O primeiro, respectivamente, é como seria a representação do cliente ideal da sua empresa, de maneira humanizada e totalmente personalizada, como: hábitos, frustrações, desafios, hobbies e estilo de vida. Já o segundo termo, representa os clientes atingíveis, palpáveis. São pessoas reais da sociedade que possuem características específicas, determinadas previamente, como: educação, classe social, idade, etc.  

As personas são utilizadas, principalmente, para alavancar as vendas e relacionamento da sua marca com os consumidores. Isso acontece porque para desenvolver todos os critérios de tal, é necessário estudar a jornada de compra do seu cliente, identificar necessidades que a marca pode atender, definir o planejamento de marketing e posicionamento, orientar o desenvolvimento de produto. É uma via de mão dupla: toda a estratégia da empresa deve estar baseado nas preferências da sua persona, e é graças a sua persona que há informações para que esse planejamento seja feito. Essas informações oferecem uma assertividade única.

Mas, como descobrir todas essas informações? Como encontrar essas pessoas?  

O primeiro grande passo para chegar nesse baú dos tesouros de informação é:
1. Elaborar e realizar um questionário/pesquisa. O que precisamos saber sobre a persona? Pergunte sobre características físicas, psicológicas e hábitos. É interessante realmente tentar entender a persona, não apenas entrevistá-la. Pergunte sobre assuntos que lhes interessam, desafios e obstáculos, por quais meios se informam. Pense que a persona é sua melhor amiga e você precisa saber tudo sobre ela.

2. Logo em seguida, realizar uma análise de dados: junte todas as informações comuns entre os respondentes. É importante focar sempre nos problemas apresentados e em como a empresa consegue solucioná-los.

3. Por mim, a criação da persona: reúna tudo que já foi criado em um lugar e personifique. Transforme todas as informações em uma (ou mais) pessoa. Tá permitido criar um nome, profissão, o que gosta de ouvir, jeito que se veste. Até mesmo desenvolver toda uma narrativa para apresentar os hábitos e entender como seria o dia a dia da persona.

Não tem segredo, é só ir atrás de possíveis leads que lhe deem informações, e que você consiga transformar em outra pessoa. Para facilitar a organização no processo de criaçao, separamos dois links: um template com alguns tópicos importantes para preencher sobre sua persona; e um gerador de persona, o qual você preenche com dados e o site gera um PDF com todas as informações.

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Conteúdo

Para relaxar, é preciso colocar a mão na massa (ou quase)

Você já parou para analisar se o seu comportamento mudou do início do ano passado até hoje?

Caso você tenha identificado mudanças, saiba que você não está sozinho. Desde que a pandemia foi decretada no Brasil, no início de 2020, o modo de viver e pensar das pessoas sofreu alterações físicas e psicológicas.

Um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e publicado pela revista The Lancet mostra que o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo aumentou em 90%, apenas no primeiro semestre do ano passado. De lá pra cá, os números só aumentaram e a situação se agravou. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) os índices de suicídio, depressão, preocupação, medo, ansiedade, da violência doméstica, fragilidade das redes de proteção e uso abusivo de álcool e outras drogas aumentou mundialmente.

O enfrentamento do dia a dia fica ainda mais difícil quando sua casa se torna seu ambiente de trabalho, há uma ausência de limites entre trabalho e vida pessoal, entre o trabalho e as atividades domésticas. Parece que não sobrou espaço físico para o lazer ou atividades que nos faziam se deslocar desses ambientes. Tudo que conhecíamos foi transferido para o virtual, como: shows online, ligações de aniversário por vídeo, happy hour virtual, entre diversas outras atividades. 

Durante esse período – que continua até hoje – foi possível perceber a tentativa das pessoas em se reconectar com coisas materiais. Natureza; atividades artesanais; culinária. É comprovado que atividades manuais podem virar uma grande terapia para o combate contra o estresse e a depressão. Pois durante sua prática, aumentam a sensação de bem-estar e relaxamento. Quando estabelecida uma rotina, a atividade pode estimular criatividade, proteger a memória e até mesmo trabalhar na melhoria da autoconfiança e da autoestima.

Virar um praticante não é tão difícil assim e está muito mais perto do nosso dia a dia do que pensamos. Você não precisa dedicar 4h do seu dia para a prática de tal, basta parar por, ao menos, 15 minutos para já perceber uma mudança perceptível no seu comportamento. Que tal separar um tempo na sua agenda para uma atividade nova? Você pode até mesmo começar com coisas que já tem aí na sua casa. Quer uma ajudinha?

Redecore seus móveis com papel de parede

Não precisa esquentar a cabeça pensando em tinta específica para tal tipo de móvel, ou tentar marcar um horário em alguma empresa de revitalização de móveis. Aproveite o tempo em casa e tente olhar de outro jeito para sua mobília. Com papel adesivo, ou papel de parede, você já consegue transformar totalmente seus móveis. Você só vai precisar escolher o estilo que mais te agrada, de uma tesoura e cola. 

Produza um desenho “desestressante”

Se o seu principal objetivo é dar um chega pra lá no estresse, a solução é desenhar linhas retas. Podem ser verticais, horizontais e até mesmo em diagonal. Faça um traço para cada problema que estiver pensando. Você vai ver como te ajuda a relaxar e ainda vai te garantir uma grande obra abstrata.

Dobraduras

Quem nunca fez um avião de papel, ou ao menos, tentou? Já pensou em fazer origami? É uma tradicional arte japonesa que consiste em dobrar o papel para criar formas, objetos ou animais sem precisar cortá-lo ou colá-lo. É possível aprender por meio de vídeos ou livros, e depois utilizá-los como decoração. Invista em cores e papéis diferentes! 

Cultivar plantas

Boatos dizem que os anos de 2020 e 2021 foram os anos que revelaram os melhores botânicos de apartamento da história. Brincadeiras à parte, as plantas, além de deixarem sua casa mais bonita, são uma ótima alternativa para a sua concentração. Mexer diretamente com a terra, sementes, é um ótimo anti estresse. Ah, e ainda tem a melhor parte: você pode ter os seus próprios temperos em casa.

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Marketing

Bancos digitais: qual foi o segredo do sucesso?

bancos digitais

O Brasiiiiiil amou o novo garoto propaganda do Banco Santander, o Gil. Ex-BBB, economista e futuro Phd. No final do comercial, o garoto propaganda afirma que gosta de tudo open: “Sou a favor de tudo open. Mercado financeiro. Tecnologia. Tudo livre. Open. O mundo tem que ser open, Brasillll“.

É realmente de se admirar que um banco tão tradicional tenha entendido a necessidade de reinventar parte da sua comunicação. Mas será que o público que assiste, e utiliza de serviços bancários, entende que o Santander é um bom locutor para falar sobre essa questão? Afinal, a empresa faz parte do conglomerado dos grandes e tradicionais bancos no Brasil, os quais são extremamente burocráticos, cobram taxas abusivas em praticamente todos os processos bancários e ainda atuam com juros enormes. 

A comunicação precisa ser coerente com a política da empresa, e principalmente, conversar de verdade com seus consumidores. É neste cenário de clareza, liberdade e proximidade, que os bancos digitais aproveitaram a oportunidade de se mostrar muito mais valiosos e parceiros que os tradicionais. 

O conceito de banco digital explodiu no Brasil com o roxinho, mais conhecido como Nubank, fundado em 6 de maio de 2013 por David Vélez Vagner, Edward Wible e Cristina Junquei. Quebrou as barreiras em 2014, quando lançou seu primeiro produto: um cartão de crédito com a bandeira da Mastercard sem anuidade e totalmente controlado pelo smartphone. Parece até golpe, né? Muitas pessoas realmente pensaram isso, duvidaram da empresa, ficaram com medo de fornecer seus dados. Mas foi graças a sua comunicação, simples e extremamente personalizada, que eles conseguiram conquistar o público e logo depois de 2 anos, já havia mais de 8 milhões de pedidos de cartão de crédito da empresa. 

As empresas que vieram – ou cresceram – depois dessa ruptura no mercado financeiro, perceberam que o que tem conquistado fãs é o oferecimento de uma nova experiência ao cliente. É preciso entender como seu público se comporta, o que gosta, faz, deseja, e começar a se comunicar como eles. O banco do futuro e as instituições financeiras digitais estão procurando gerar confiança na marca. E, spoiler, estão conseguindo.

Atualmente, temos exemplos de diversos serviços de banco digital, como: Banco Inter, Neon, Banco Original, Next e diversos outros. Todos com um um posicionamento em comum: ser simples, acessível e eficiente. Separamos alguns dos motivos do porque esse tipo de serviço é tão querido e só tende a crescer:

Não cobram taxas 

O fato de não terem uma agência física já facilita muito no corte de gastos. Daí, esse valor não precisa ser cobrado no ato de criar a conta.

Praticidade

Você pode acessar, literalmente, em qualquer lugar. Você só precisa estar com o celular na mão.

Melhores opções de investimentos

Além das inúmeras opções de investimentos, as contas digitais facilitam a transferência do seu dinheiro para contas de Investimento.

Atendimento estendido 

Você tem alguma dúvida? Precisa de ajuda? Fique tranquilo, mesmo se for 21h terá alguém para falar com você.

Segurança 

Além da segurança no ambiente digital, ser poupado de ir até uma agência bancária já evita inúmeras inconveniências.

 

E aí, você acha que está na hora dos bancos tradicionais mudarem a sua estrutura?

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