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Filipe Crespo

Digital

Google faz campanha em TV aberta

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Você já viu anúncio da Google em TV aberta? Pois é, o gigante das buscas online, usará nos E.U.A., o comercial de 1 minuto para promover seu novo navegador: o Google Chrome. É a primeira vez que a TV aberta será utilizada para promover produtos da Google. O custo para produzir o anúncio foi de US$10 mil. Vai ver que é por esse motivo que o anúncio é tão tosco. Ruim mesmo. Dê uma olhada:

 

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Entretenimento

A tal da interatividade

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Enquanto milhares de profissionais de mídia ficam "quebrando a cabeça" para conseguirem algum tipo de interatividade com o público consumidor, através dos meios de comunicação convencionais, outros profissionais de mídia preferem sair da "zona de conforto" e fazer algo desse tipo.

 Isso aconteceu no último dia 30 de Abril, em Londres. A T-Mobile convocou 13.500 pessoas para comparecerem à Trafalgar Square para algo, que fez questão de não divulgar. Lá chegando, o público recebeu microfones e como que num karaoke gigante, virados para um imenso telão, todos cantaram Hey Jude, dos Beatles.

Isso sim é que se pode chamar de interatividade com o público. É a marca sendo participativa. Algo que ainda falta por aqui. Culpa de quem? Sei não. Acho que nossa, profissionais de mídia.

 É…essa tal da interatividade ainda vai dar o que falar.

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Opinião

Remuneração por resultado

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Na semana passada, a Coca-Cola anunciou durante uma conferência, nos E.U.A., que pretende adotar um padrão de remuneração por resultado, para suas agências de publicidade em todo o mundo.

Mas… o que seria isso?

A Coca-Cola propõe que as agências de publicidade sejam remuneradas de acordo com a sua performance. Caso as metas não forem atingidas, somente os custos de produção serão pagos e as agências ficam sem remuneração. Por outro lado, se as metas forem atingidas, os ganhos das agências podem chegar a 30%, valor bem maior do que o tão conhecido desconto padrão.

A Coca-Cola pretende utilizar esse novo método em 35 países, inclusive Brasil, até o ano de 2011.

Fica a questão: será que esse novo formato, é interessante para as agências? Pensem comigo: será que a agência tem que carregar todo esse peso nas costas?  O sucesso ou fracasso de vendas de produto está relacionado com uma série de outras questões, como produção, distribuição, preço, ações da concorrência, etc,  etc, etc. A publicidade não pode levar toda a culpa. Ela faz a parte dela, e as vezes, até mais do que isso, mas milagres, não!

Outra questão bastante interessante é o fato de que com esse novo formato de remuneração, creio que a agência se livra de um grande pesadelo: a aprovação do cliente. Sim, porque se o ganho da agência se dará pelo que ela produzir, o cliente não vai poder ficar dando palpite e interferindo na criação.

Xiiii, sei não se isso é possível.

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Opinião

Como ser um bom Mídia

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Um colega de profissão, o João José, enviou dia desses, alguns ítens que ele considera básicos para um bom profissional de mídia. Eu concordo com ele. Sendo assim, segue o texto:

 

1. Estude muito. Conheça tudo sobre mídia, seu planejamento, sua execução, seu controle e negociações.

2. Conheça tudo e todo mundo dos veículos – de todos eles, dos grandes aos pequenos.

3. Construa um banco de dados, de informações sobre todos os veículos, mercados, audiências, circulações, tiragens, pontos fortes e fracos, diferenciais, etc.

4. Crie e mantenha um amplo relacionamento com todos os profissionais de veículos (além de colegas da agência e do mercado).

5. Aperfeiçoe-se sempre. Faça todos os cursos que houver, sobre mídia e comunicação em geral (mais do que só publicidade, internet, promoção, marketing direto, merchandising, etc – que podem ser úteis no teu trabalho).

6. Tente criar e manter uma equipe de trabalho altamente profissional.

7. Mantenha a ética acima de tudo.

8. Negocie sempre ao máximo com os veículos. Se você não o fizer, seu cliente ou seu chefe o fará – e você perderá a moral.

9. Não aceite subornos, como presentes, convites, shows, etc. Tudo bem almoçar com os profissionais dos veículos, a serviço. Mas nada além disso.

10. Não se prostitua, não se venda, não aceite propina ou vantagem para beneficiar o veículo que seja.

11. Defenda os interesses dos seus clientes – e da sua agência.

12. Não faça mais mídia do que for necessário…o cliente vai descobrir, um dia. E tua agência vai perder a conta.

13. Receba sempre a todos que forem apresentar seus veículos e propostas. A maior queixa dos profissionais dos veículos é a arrogância e o tratamento ruim que recebem dos/das profissionais de mídia. Quanto maior a agência, maior a arrogância. Ninguém tem Poder para sempre…pensem nisso. Um dia, podem precisar de ajuda, ou de emprego.

14. Seja honesto/a, sempre.

15. Seja muito organizado/a, em tudo que fizer.

16. Não autorize nada, sem que esteja devidamente assinado e autorizado pelo cliente.

17. Trabalhe duro e dedique-se ao máximo.

18. Leia tudo que puder, sobre mídia.

19. Não desanime, com as dificuldades e o stress que às vezes vai rolar.

20. Nunca aceite o primeiro preço dos veículos. Nem o segundo…

21. Demonstre, ao cliente, como você negociou bem.

22. Mostre ao dono da agência, que defendendo o cliente a agência manterá a conta por mais tempo.

23. Preserve, acima de tudo, a tua credibilidade. E a dua tua agência.

24. Não importa o meu ou o seu gosto pessoal. O programa de TV que você gosta, a rádio quem você ouve ou o jornal que lê. O que importa é o que o teu público gosta, quer, lê, assiste, ouve. A mídia é feita para o público-alvo da publicidade. Não é feita para os publicitários, nem para os anunciantes.

25. Não leve em consideração apenas a CIRCULAÇÃO que envolve meios (TV, Rádio, Jornal etc…). Privilegie sempre a defesa técnica considerando pela ordem os seguintes fatores : Grau de afinidade, Número de Leitores, Cobertura e por fim, a complementaridade de mídia para com o mercado.

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Publicidade

Visite o México, ou melhor… a Colômbia

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Desde Segunda-Feira, com a “alta” da gripe suína, comecei a buscar notícias sobre os novos números do turismo no México.

Porém, até o momento, pouco se falou a respeito da queda do turismo no país, que certamente vem acontecendo.

O México que é o oito lugar mundial e o primeiro da América Latina no que diz respeito a chegada de turistas, tem no Turismo a terceira maior indústria do país, totalizando uma receita de US$ 13,3 bilhões.

Em minha busca frenética por notícias sobre o tema, acabei me deparando com algo que me chamou ainda mais a atenção.

A idéia inicial era mesmo falar do México, eu sei, mas não resisti ao que encontrei.

Você já viu alguma vez na vida, alguma publicidade do tipo: “Visite a Colômbia”? Pois é, não é algo muito comum mesmo. Eu nunca tinha visto.

O país, que é mundialmente conhecido pelo narcotráfico, sequestros e armados grupos revolucionários pouco simpáticos, não investia nessa indústria do turismo.

Porém, o governo colombiano resolveu arriscar e criou no final de 2008, a Campanha “Colômbia és pasión” (Colômbia é Paixão). O filme publicitário, veiculado primeiramente na rede de TV aberta dos E.U.A., deverá ser veiculado nos demais países da América Latina nos próximos meses.

Na minha opinião, o momento mágico do filme se dá na assinatura, que diz: “El riesgo és que te quieras quedar” (“O perigo é você querer ficar”). Será que corremos esse perigo?

Ficou curioso para ver o vídeo?

Aí vai:

Depois me diga se te convenceu.

Quem quiser saber mais da campanha publicitária colombiana, visite o site www.colombiaespasion.com

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Entretenimento

Todos querem Susan Boyle

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Ninguém poderia imaginar que aquela senhora de aparência ruim, se tornaria o sucesso do momento em todo o mundo.

Para quem não sabe do que eu estou falando, Susan Boyle, de 48 anos, moradora de um pequeno vilarejo perto da gelada Glasgow, na Escócia, se apresentou na semana passada, em um programa de calouros, da emissora britânica TVI. O formato do programa é do tipo American Idol ou Ídolos, como conhecemos aqui no Brasil.

Quando Susan entrou no palco, provocou risos dos jurados e da plátéia, principalmente no momento em que disse que seu sonho era se tornar uma cantora profissional.

Mas todos os paradigmas foram quebrados. A mulher “apavorou” e calou a todos.

Agora, Susan Boyle, virou o fenômeno mundial e todos querem ganhar dinheiro com essa história.

No Youtube, seu vídeo já teve algo em torno de 100 milhões de visualizações e agora Youtube e TVI (emissora britânica que revelou Susan) estudam uma maneira de vender publicidade no vídeo de Susan.

A grande questão é como veicular publicidade no vídeo de Susan. A TVI cogita a possibilidade de inserir algo antes do vídeo, porém o Youtube não aceita esse tipo de publicidade, ficando restrito então, apenas a publicidade em forma de texto durante o vídeo de Susan, o que em nada interessa à TVI.

A briga parece não ter fim, até pelo fato de tanto Youtube quanto TVI, acreditarem que os direitos de publicidades são somente seus. A TVI declara furiosa que o Youtube tem a prática de utilizar-se de produções de emissoras para ganhar dinheiro. Não deixa de ser verdade.

Será que alguém questionou Susan?

E você, o que acha? De quem são dos direitos de publicidade? Na minha opinião se alguém tem que ganhar alguma coisa, esse alguém é Susan.

Enquanto você pensa no assunto, dê uma olhadinha no vídeo legendado http://www.youtube.com/watch?v=QKc02bF7k0g&feature=popular

Vale a pena!!!

 

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Marketing

Produção

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Áreas de atuação em uma agência de publicidade

Dentro de uma agência de publicidade ocorre uma divisão das tarefas. Como em uma empresa normal, há departamentos designados para determinadas funções, porém, por se tratar de uma profissão “criativa” às vezes esses departamentos, ou o modo operacional da empresa, podem diferenciar de empresas de outros segmentos. Os cargos mais comuns que encontramos nas agências são: Atendimento, Mídia, Planejamento, Criação, Finalização, Produção (Produção gráfica e RTVC).

  • Atendimento: Responsável pela comunicação cliente-agência e agência-cliente. É o profissional de atendimento que apresenta peças e campanhas, planejamentos etc.
  • Planejamento: O profissional de Planejamento é responsável pela criação do plano de comunicação, estudando o mercado atual, a concorrência, o público consumidor, fatores do macroambientais e microambientais, etc. Tudo isso para traçar com precisão as metas e objetivos do cliente a curto, médio ou longo prazo.
  • Criação: Este departamento é composto pela dupla de criação, formada pelo diretor de arte, que é o responsável pela parte visual das peças publicitárias e pelo redator, responsável pela criação dos textos (títulos, slogans e outros textos), esta dupla é coordenada pelo Diretor de Criação. É deste departamento que saem as idéias para os anúncios.
  • Produção: Neste departamento, que é dividido em produção gráfica e produção eletrônica (ou RTVC), são feitos todos os contatos (orçamentos, visitas, consultas, etc) com os fornecedores gráficos e produtoras de vídeo.
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Publicidade

Publicidade

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A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.

Publicidade é também uma habilitação do curso de graduação em Comunicação Social.

Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, veiculação e produção de peças publicitárias.Mas estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.

Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.

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Mídia

Mídia

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No Brasil, o termo mídia foi criado a partir do aportuguesamento do inglês “media”, para designar a função, o profissional, a área, o trabalho de mídia ou o ato de planejar, desenvolver, pensar e praticar mídia, nas agências de publicidade.

Isto aconteceu porque até o final da década de 60, nas agências de publicidade, a área era chamada de “departamento de media”, com a grafia inglesa. E eram comuns brincadeiras jocosas que as pessoas faziam misturando “trabalhar em media”, com a expressão pejorativa “fazer média”.

Em parte por isso, e de outra parte, para especificar melhor o significado do termo dentro do mercado publicitário, ao formarem o Grupo de Mídia São Paulo – cuja primeira reunião aconteceu em 15 de agosto de 1968 –, seus fundadores tiveram a feliz idéia de adotar o “i”, aportuguesando a palavra para “mídia”. O mercado relutou um pouco para assimilar essa forma, mas em meados dos anos 70 até o anuário da editora Meio & Mensagem já saía grafado como “Anuário de Mídia”.

Vários anos depois, nos artigos que escrevia para a Folha de S. Paulo, de Nova York, o jornalista Paulo Francis passou a escrever “mídia” ao se referir à grande imprensa, que abriga os grandes veículos com reconhecida influência na população e nos governos. E depois, passou a usar “mídia” para os meios de comunicação em geral.

Não demorou muito para que toda a imprensa brasileira, tanto os jornalistas bem conceituados, como também apresentadores de auditório e artistas, passassem a se referir aos meios de comunicação como “a mídia”. E com a popularização da informática, hoje o termo também é usado até para designar os discos de CD e DVD.

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