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Gabriela Coyado

Marketing

Itaú, Google e Amazon se unem para trazer uma nova experiência de leitura

Nesta terça-feira (12) o Itaú Unibanco lançou a Léia, um comando de voz desenvolvido com apoio de pedagogas, roteiristas e especialistas em lingüística que veio com a missão de tornar a leitura de obras infantis mais interativa.

O novo recurso é resultado de uma parceria com a Google e a Amazon, isso porque, as histórias serão contadas para as crianças através de dispositivos como aAlexa e o Google Assistente, e também por smartphones iOS e Android.

“A tecnologia é um pilar fundamental para as três empresas envolvidas nessa iniciativa e que tem muito a contribuir com a educação. Por meio dela, oferecemos o conteúdo dos livros por um novo canal e de forma interativa, de modo que a conversa entre a criança e o adulto vá além da história que está sendo contada, levando elementos dela para a vida real de quem está dividindo essa experiência de leitura” declara Eduardo Tracanella, diretor de marketing institucional do Itaú Unibanco.

E com apenas um “Ok Google, falar com Léia para uma Criança” um catálogo de diversas obras infantis nacionais estará disponível.

Em outubro, o Léia receberá 3 obras, sendo elas: Super Protetores, de Jessé Andarilho; Sovaco da Cobra, de Ângelo Raphael Albuquerque Ferreira; e A Flor que Chegou Primeiro, de Mayara de Aleluia Pereira. Outros cinco títulos estão previstos para chegar em novembro.

Tudo fica ainda mais divertido com as pausas durante a leitura, para que a criança discuta sobre a história e realize atividades com base no enredo ao lado da família.

Este é um grande passo para o programa ‘”Leia para uma criança” iniciado em 2010 pelo Itaú Social, com o objetivo de incentivar a leitura, por meio da distribuição gratuita de livros infantis para todos aqueles que fossem inscritos, sendo ou não correntistas do banco.

Eu quando menor era inscrita e amava receber o embrulho recheado de livros. Confesso que guardo meus favoritos até hoje. A leitura é algo essencial para o desenvolvimento intelectual das crianças, principalmente durante o processo de alfabetização, além de fortalecer a criatividade, o raciocínio, a concentração, memória, melhorar a fala e escrita, ela ainda amplia o vocabulário e reduz o estresse por ser um baita entretenimento, ainda mais quando a criança se engaja com a história contada, o que eu garanto que a nova inteligência artificial adotada pelo Itaú, possibilitará.

“Incentivar as crianças a lerem é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos”

 

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Marketing

Americanas compra Skoob, rede social voltada para a leitura

 

Na última quarta-feira, dia 15, a Americanas anunciou a compra da Skoob, conhecida como a maior rede social nacional dedicada a leitores.

 

Os valores da negociação não foram divulgados, mas a proposta veio com o intuito de promover aumento na venda de livros, segmento do e-commerce que segue em uma crescente. Estima-se que a Skoob tenha mais de 8 milhões de usuários e conte com 45 milhões de resenhas literárias publicadas até o momento, fato enxergado pela Americanas como uma oportunidade de ampliar sua atuação na área.

Por meio dessa plataforma digital é possível organizar as leituras, entre aquelas que já foram concluídas e as que o usuário têm interesse em iniciar, avaliar as obras, escrever resenhas sobre elas, interagir com outros leitores, assim como diversas outras funcionalidades disponíveis.

Graças a esse mercado, foram gerados mais R$ 197,8 milhões de reais em dezembro de 2020. Além de atrair novos clientes, dados apontam que a recorrência de compra no setor é altíssima. Entre janeiro e agosto desse ano o crescimento registrado foi de 40%. Ainda resta alguma dúvida de que o investimento será promissor? Acho que não!

Falo isso em tempo verbal futuro, pois, pesar de ter sido recebida de maneira muito positiva por todos, a aquisição não deve produzir grandes impactos financeiros em curto prazo. Mas promete ser um sucesso em longo prazo.

Marcio Cruz, CEO da plataforma digital da Americanas, afirma:

“A aquisição é um movimento estratégico da Americanas S.A. para ser ainda mais relevante no dia a dia dos clientes. A Skoob soma conteúdo e conhecimento do universo literário para as nossas marcas, principalmente Americanas e Submarino, estimulando o engajamento dos clientes com informação qualificada a partir de recomendações relevantes de leitores freqüentes”.

Viviane Lordello, co-fundadora do Skoob, também fez sua declaração a respeito:

“Para resumir: sim, todos devemos comemorar muito a compra do Skoob pela Americanas, pois isso mostra que livros são importantes, que a leitura é importante e principalmente que nós (leitores), apesar de sozinhos em nossas leituras, somos muito importantes quando estamos juntos”.

Essa não foi a única ação da Americanas S.A (AMER3) dentro mercado literário, ela vem colecionando presenças em Bienais do Livro e apoiando projetos sociais voltados para o incentivo à educação e cultura. Posicionamento muito louvável nos dias atuais, já que vivemos em uma sociedade onde a desinformação é respaldada até mesmo por autoridades do país.

Deixo aqui uma frase de um de meus livros favoritos, para que reflitamos:

“Então, vê agora por que os livros são tão odiados e temidos? Eles mostram os poros no rosto da vida. As pessoas acomodadas só querem rostos de cera, sem poros, sem pêlos, sem expressão.” – Fahrenheit 451, Ray Bradbury.

 

 

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Conteúdo

A importância da Pauta

Quando se trata de pauta logo nos vem à cabeça aquele documento elaborado com o objetivo de orientar nossas ações, alinhando os objetivos e estabelecendo tudo aquilo que deve ser tratado no decorrer do dia, amplamente utilizado para reuniões e na área do jornalismo.

Mas você sabia que a pauta também é muito presente no cotidiano das agências de publicidade?

É por meio dela que ocorre a gestão de todos os processos dentro de uma agência, tornando o fluxo dos jobs algo mais dinâmico e produtivo, otimizando o tráfego. E quando se trata de cumprir prazos com agilidade, possuir esse tipo de planejamento é essencial, por isso vamos explorá-lo com mais detalhes.

Ao estabelecer uma pauta conseguimos monitorar o job em suas várias etapas, acompanhando o andamento pelos diversos departamentos da agência, seja na parte da criação, redação, arte, produção, atendimento até chegar à finalização. Fica muito mais fácil designar os responsáveis por cada parte do projeto, distribuir as tarefas, mensurar a quantidade de trabalho a ser feito e, além de tudo, administrar os deadlines, podendo até mesmo colocar alguns jobs mais urgentes na frente de outros de menor prioridade, sem que haja confusão.

Ao mesmo tempo em que esse tipo de mecanismo ajuda a analisar minuciosamente o status do projeto a qualquer momento, também nos permite ter um overview da situação em geral. Porém mesmo com as facilidades criadas a partir disso, é indispensável que todos os departamentos e profissionais que neles trabalham tenham um canal aberto de comunicação entre si, para tirar dúvidas e entender de maneira mais clara algumas propostas, o que evita muitos erros e mal-entendidos que podem comprometer o andamento do job.

Graças a tecnologia temos a possibilidade de tornar esses processos virtuais para que todos da equipe tenham acesso simultâneo e ilimitado às informações necessárias. Ferramentas como o Trello e o Pipefy atendem muito bem a esse propósito, alguns softwares como o Siga e o Operand também são altamente recomendados para auxiliar na organização.

Muitos deles utilizam a metodologia Kanban, que separa as tarefas entre aquelas que já foram executadas, aquelas que estão em execução e aquelas que já foram entregues. Perfeita para tudo aquilo que discutimos até aqui.

Essas são apenas algumas sugestões, mas reitero que cada empresa trabalha de maneira distinta das outras, e nem sempre o que funciona bem em uma, funcionará de maneira igualmente satisfatória nas outras. É necessário analisar a forma que as pessoas trabalham ali, suas necessidades e limitações para aí sim estabelecer o melhor método a ser adotado. Mas de uma coisa não tenha dúvidas: estabelecer e seguir a pauta é vital.

 

 

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Marketing

McDonald’s convida grafiteiros para mudar o visual dos muros do Drive-Tudo

Uma ação recente da rede de fastfood McDonald’s vem chamando atenção.A rede, que é considerada dona da maior cadeia mundial de restaurantes de fastfood de hambúrguer, resolveu incentivar jovens artistas do Graffiti ao conceder espaço em suas fachadas para a arte urbana, ainda tão marginalizada por muitos.

O Projeto Graffiti é fruto de uma parceria entre a rede com a agência Hub Brasil e surgiu com o intuito de trazer visibilidade para o trabalho desses artistas, transformando a experiência dos clientes em algo ainda mais divertido e dialogando com eles de forma muito mais próxima por meio da arte. As obras têm como tema a mobilidade, explorada deforma descontraída, unindo os produtos mais conhecidos da marca com características específicas de cada região escolhida para fazer parte da ação.

Ela será realizada nas fachadas ou em muros próximos do Drive-Tudo de 15 restaurantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Distrito Federal.

Os artistas convidados nasceram em diferentes estados brasileiros, são pessoas vindas de 6 estados, entre eles podemos citar a participação de: Celso Campos (Gatuno), Lelin Alves, Renato Gave, Regis Teixeira, Kajaman, Teo Armando, SaschaBeeler, Deleon, JotapêPax, Bernardo Belezzia (Sober.Nardo), TeoMovase, Ramon Phanton (Salve os Muros) e Anderson (and.aero).

A significação do grafite vai muito além de simples pinturas em locais públicos, é um ato político, utilizado muitas vezes como forma de crítica social, é cultura, engloba liberdade de expressão, democratiza os espaços públicos para que diferentes sujeitos tenham voz nas cidades, é intervenção direta do povo e veículo de comunicação urbana. É arte e não deve ser confundido com vandalismo. Que os muros se tornem nossas telas.

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Mídia

Reputação das marcas – O case recente do Burger King

Durante essa semana uma imagem tomou conta das redes sociais e foi alvo de indignação. A foto foi tirada no dia 13 de junho (terça-feira) na cidade de Lincoln, localizada no estado norte-americano de Nebraska. Ela continha basicamente o letreiro de uma unidade da famosa rede de fast-food Burger King, com os seguintes dizeres logo abaixo: “Todos nós nos demitimos. Desculpe a inconveniência”.

O recado foi colocado pelos funcionários para anunciar a decisão de uma demissão em massa. O fato por si só já é digno de espanto, mas a motivação por trás dessa ação é um fator ainda mais chocante: os funcionários alegaram estar trabalhando sob condições degradantes e precárias dentro do estabelecimento.

Rachel Flores, gerente-geral da loja, contou em entrevista ao site Today que seu desligamento da empresa foi antecipado após a repercussão da forma de protesto, mas desde o final de junho ela e outros seis funcionários já haviam enviado pedidos de demissão.

Segundo relatos da ex-funcionária, a gerência se recusava a contratar mais funcionários, mesmo diante da iminente necessidade, pois trabalhavam dois ou três funcionários, quando o número ideal seria entre cinco e sete, fato que sobrecarregava a equipe, composta pela metade da força de trabalho necessária para cada turno. A carga horária de trabalho chegava a até 60 horas semanais.

Muitos funcionários, inclusive, apontaram que não havia ar-condicionado na cozinha, o que prejudicava a ventilação do espaço e levou muitos deles a passarem mal com quadros de desidratação. Todos ali se sentiam profundamente esquecidos e desrespeitados pela atual administração.

Um porta-voz da rede Burger King disse em nota que notificou o franqueado para que situações semelhantes não se repitam e que a experiência de trabalho descrita nesta localidade não está de acordo com os valores da marca. Apesar do desfecho, o ocorrido reabre um debate muito importante, e por vezes deixado de lado devido ao caráter essencialmente capitalista de nossa sociedade: o respeito aos direitos trabalhistas e a manutenção de ambientes de trabalho que promovam empatia e harmonia com os colaboradores.

Trabalhar em um local que te trata com dignidade, que dá ouvidos a sua vivência e opiniões e se preocupa também com o seu bem-estar físico e mental é algo fundamental para que a relação de trabalho se estabeleça de forma amistosa. Nenhum direito trabalhista ou humano deve ser infringido.

Casos semelhantes e de maior gravidade já foram reportados diversas vezes pela mídia nos últimos anos, com por exemplo aqueles que envolvem principalmente a indústria de moda e marcas como Zara, Cori, Emme, Luigi Bertolli, Pernambucanas, Marisa entre outras,envolvidas em acusações de uso de mão de obra em condições análogas à escravidão em instalações próprias e confecções terceirizadas.

Carregar ocorridos como os citados acima, além de manchar a imagem de qualquer marca, diminui a credibilidade dela diante do público e reduz os ganhos, já que os consumidores não querem se vincular de nenhuma forma a práticas do tipo, deixando então de consumir, para que não sejam vistos como pessoas que compactuam com o que foi feito. Além de, obviamente, ser algo que infringe os princípios morais e éticos estabelecidos na sociedade, sendo configurado crime.

Então a dica que fica é: transfira seus valores diretamente para sua empresa, de forma transparente, e garanta que todos os colaboradores compactuem com eles também, como forma de zelar pelo cumprimento do propósito de sua marca e imagem. Aja sempre de maneira ética com seus funcionários, os respeitando como indivíduos dignos de serem ouvidos e terem seus pontos de vista considerados, além de proporcioná-los condições adequadas para que realizem suas funções com segurança. Administrar uma empresa requer uma liderança que caminhe junto com os funcionários, não só “mande e desmande”.

Impressões danosas como essas dificilmente são esquecidas pelo público, mesmo que sejam abafadas rapidamente por algumas mídias. Então vale a pena manter a atenção redobrada no cumprimento de todos os quesitos citados acima para que nenhuma das partes, tanto a marca quanto os colaboradores, sofram danos que os comprometam de alguma forma.

 

 

 

 

 

 

 

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Entretenimento

Conheça o “YouTube Shorts”, o novo recurso implementado pelo YouTube

Durante o período de quarentena, experimentado por todos nós desde o início do ano passado, foi evidente o crescimento estrondoso de aplicativos que possibilitam a criação de vídeos de curta duração, como o TikTok, Instagram Reels e Kwai. Dentro deles, os usuários se sentem livres para expor seus talentos, dicas, opiniões e a diversão é garantida com a criatividade e a autenticidade rolando solta com os vídeos mais incríveis. Afinal de contas, o brasileiro precisa ser estudado, não é mesmo?

A Google, percebendo isso, resolveu implementar uma nova ferramenta no YouTube, já reconhecido mundialmente como uma plataforma de streaming e compartilhamento de vídeos. O novo recurso é o chamado: “YouTube Shorts”. Vamos entender um pouco melhor as vantagens e desvantagens desse update?

Com o YouTube Shorts, o usuário possui recursos muito parecidos com aqueles já utilizados em outros aplicativos voltados para vídeos curtos, como a possibilidade de publicar vídeos (gravados no modo vertical) contendo até 60 segundos, gravá-los e editá-los dentro do próprio aplicativo, adicionando filtros, múltiplos trechos, legendas de modo automático ou manual, e até mesmo áudios e músicas. O layout é semelhante àquele com o qual todos já estamos acostumados, contendo os botões sempre à direita e possibilitando uma rolagem infinita de conteúdo (que cá entre nós, é a culpada por passarmos horas e horas vendo vídeos sem nos dar conta da passagem do tempo haha).

Por um lado, trazer esses recursos de um modo não muito diferente do que já estamos habituados é bom! Já que não haverão muitas dificuldades no manuseio, e o modo de exibição já tem uma usabilidade e eficiência comprovadas pelo público, em experiências anteriores dentro de outros aplicativos. Mas esse fator também possui um lado ruim: Por que as pessoas deixariam um aplicativo que já faz parte do dia a dia delas, onde elas já têm suas preferências reconhecidas pelo algoritmo, já seguem as personalidades que produzem os conteúdos que as agrada, e já produzem conteúdo ali de forma satisfatória para seus propósitos, para trocarem por outro mais recente, sem muitos diferenciais e com menos recursos já inclusos? Essa possibilidade só será algo a ser considerado pelos usuários no momento em que o YouTube adicionar algo realmente inovador, que os outros aplicativos do ramo ainda não possuem.

Visando se destacar dentro desse cenário de difícil disputa, o YouTube permitiu que os vídeos curtos tenham integração com o extenso catálogo de vídeos já publicados na plataforma, sendo possível selecionar trechos específicos, não só deles, mas também de músicas que fazem parte do acervo do YouTube Music, que possui contrato com grandes artistas e gravadoras. Isso traz a possibilidade de criar conteúdos baseados em outros já existentes, fator vantajoso para o usuário.

Como os “shorts” ainda não foram aderidos massivamente pelas pessoas, o número de vídeos dentro dessa categoria ainda é bastante reduzido, o que favorece um maior alcance para os que se arriscam. Vídeos simples alcançam marcas de milhões de visualizações em pouco tempo. Mas isso não se torna tão atrativo ainda para aqueles que produzem conteúdo, pois os vídeos no formato “shorts” ainda não são capazes de gerar receita. A plataforma ainda não estruturou um plano de monetização a longo prazo, mas criou um fundo com cerca de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 530 milhões de Reais) para recompensar criadores que produzirem conteúdos exclusivos que agradem a comunidade.

A função ainda se encontra na fase beta, ou seja, de desenvolvimento e aprimoramento, podendo sofrer alterações. Os vídeos publicados no Shorts apenas estão disponíveis na versão Mobile do YouTube para Android e iOS, e somente em alguns países (o Brasil já é um deles). Eles se encontram em uma aba específica chamada “Shorts”, similar a uma prateleira que coloca em destaque alguns dos vídeos já publicados.

Que tal ir lá conferir e contar pra gente a sua opinião?

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Marketing

Leite Moça substitui tradicional camponesa das embalagens por mulheres brasileiras reais

Pela primeira vez em cem anos, as latas de Leite Moça não terão mais a tradicional camponesa em suas embalagens. O protagonismo agora pertence às mulheres brasileiras reais, consumidoras do produto e responsáveis pela sustentação da marca por tantos anos. A ação faz parte da campanha “Leite Moça® 100 anos. Tudo que pode dar certo vai dar certo”, que justamente comemora os 100 anos da Leite Moça; e –para isso – contará com seis novos rótulos inéditos.

Ao todo serão cem histórias de muita superação e empoderamento, sendo contadas nas mídias sociais da empresa. Todas demonstrando o impacto da marca na vida de diversas mulheres e como isso as ajudou a empreender e fazer do leite condensado da Nestlé uma de suas principais fontes de renda (senão a principal).

“Trazemos histórias de transformação e crescimento pessoal conquistados usando a marca como aliada na culinária e na confeitaria. Assim homenageamos a Moça e as moças que fazem parte da sua trajetória” – acrescenta Renata d’Ávila, da FCB Brasil, responsável pela campanha.

As novas embalagens trarão as personagens: Ângela, Bia, Dona Sônia, Gabriela, Tia Bena, Terezinha e Amanda(as duas últimas sendo, respectivamente, mãe e filha). Todas ilustradas com muito zelo e carinho pela Débora Islas. A seguir, conheça resumidamente um pedacinho da história de cada uma:

Verbênia(Tia Bena):descobriu o amor pela confeitaria ao se ver desempregada e precisando sustentar a família.No início utilizava as latas de Leite Moça para assar seus doces, já que ainda não tinha dinheiro suficiente para comprar as forminhas necessárias para assar os pães de mel recheados os quais vendia. Hoje, é dona de uma loja de fábrica, quiosque em shopping e emprega toda a família na zona leste de São Paulo na “Doceria da Tia Bena”. Êta, reviravolta boa!

Gabriela:fazia do pudim sua terapia para enfrentar uma dolorosa perda, e foi graças à receita de pudim de leite que conquistou uma nova forma de renda na pandemia. Assim nasceu a marca “Pudim Terapia”, há aproximadamente um ano.

Ângela:administra um grupo com 207.300 fãs de Leite Moça, dedicado a trocas de receitas com o ingrediente. Para quem também quiser fazer parte, o nome do grupo é: “RECEITAS COM LEITE CONDENSADO”.

Bia:estudou gastronomia e, apesar de trabalhar atualmente como produtora cultural, não deixou de lado a paixão por cozinhar, fazendo dela seu principal passatempo nas horas vagas.

Dona Sônia:carregou consigo, por muitos anos, seu caderninho repleto de receitas que hoje fazem sua fama. Se tornou uma empreendedora de sucesso fazendo palha italiana em Minas Gerais.

Terezinha e Amanda:há 15 anos mãe e filha trabalham em parceria fazendo deliciosos pavês. E o que no início servia apenas para completar a renda hoje se tornou a profissão oficial das duas cariocas no “Atelier Tal mãe, Tal filha”.

Histórias inspiradoras, não é mesmo? Um trabalho incrível, mas que por trazer à tona a diversidade irritou profundamente o público conservador, que além de atacar a iniciativa com comentários gordofóbicos, machistas e racistas, ainda ameaçaram um boicote. Mas tenho certeza de que o número de pessoas que se sentiram cativadas por essas lindas trajetórias e que admiraram o espaço cedido para contá-las foi muito maior do que daqueles que viram com olhar de intolerância.

As novas latas chegarão aos mercados até o final do mês de junho, e que essa ação sirva de incentivo para reforçar o poder transformados de nós, mulheres! Tá esperando o quê para colecionar as novas latinhas, hein?

 

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Publicidade

Avon expande linha de produtos feitos à base de canabidiol

Não é mais segredo que o canabidiol (CDB), um dos princípios ativos extraídos da Cannabis sativa – nome científico da maconha – pode auxiliar no tratamento de diversas doenças, não é mesmo? Já sabemos de seu potencial medicinal, ajudando na melhora de quadros de doenças como epilepsia, esclerose múltipla, mal de Parkinson, Alzheimer, ansiedade, esquizofrenia e câncer. Mas você sabia que o canabidiol pode trazer também benefícios para a sua pele?

É nisso que a comunidade científica e indústria da beleza estão de olho agora: no uso tópico da substância. Em especial, a Avon, que em 2020, lançou a linha de cuidados corporais “Green Goddess” (Deusa verde) que agora se expandiu, contando também com produtos faciais, para acalmar e nutrir da cabeça aos pés. Uma linha vegana, feita 100% de ingredientes naturais, segura, com embalagens recicláveis, fórmulas sem fragrância, sem óleos minerais, sulfatos ou ftalatos, testada dermatologicamente e que acompanha as tendências.Um arraso, né? Perfeita para clientes preocupados com o meio ambiente e com foco no bem-estar.

A linha conta com creme hidratante corporal e facial, óleo de limpeza, e agora também com protetor labial, elixir labial, essência iluminadora e uma máscara. Produtos que possuem efeitos antioxidantes e calmantes, desenvolvidos para minimizar os danos do dia a dia na pele, sendo indicados, principalmente, para peles sensíveis e estressadas.

O óleo para rosto, por exemplo, é preparado com ingredientes de fontes sustentáveis, como: óleo da semente da maconha, esqualano, cúrcuma e extrato de jojoba, todos misturados com a planta, que contém diversas vitaminas e ácidos graxos essenciais. A promessa é ajudar a aliviar irritação, reduzir visivelmente a vermelhidão da pele, equilibrar a oleosidade, hidratar, limpar e relaxar a epiderme. Não restam dúvidas de que os efeitos dessa linha são super importantes para incrementar a rotina de skin-care de qualquer pessoa!

A empresa reforça que a coleção não contém tetrahidrocanabinol (THC), o elemento psicoativo da planta. Mas, mesmo assim, a venda no Brasil ainda não é permitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que apenas admite o uso medicinal da substância. De qualquer forma, ainda há expectativas de mudanças no cenário da legalização em tempos futuros.

 

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Marketing

O “Pride Month” está chegando

 

Junho é conhecido como o “mês do orgulho LGBTQIA+” em diversas partes do mundo. Isso chega até nós de forma bem perceptível quando nos deparamos com uma enxurrada de marcas manifestando apoio à causa neste período. Logo que o mês se inicia, encontramos novos produtos e coleções voltadas especialmente para o público LGBTQIA+ e iniciativas em prol da igualdade e combate à LGBTfobia por todo lado. Mas será que quem as promove ao menos se preocupa em saber a origem do movimento e seu real propósito? Vamos entender um pouquinho sobre isso, e também sobre como se estrutura essa relação e quais pontos merecem atenção, tanto para um olhar positivo, quanto negativo, no sentido crítico.

Para entendermos melhor, vamos voltar ao dia 28 deste mesmo mês, porém no ano de 1969, data marcada pela “revolta de Stonewall”, um levante que se iniciou no bar “Stonewall Inn”, muito conhecido por ser frequentado por pessoas marginalizadas no geral (especialmente o público LGBT), localizado na cidade de Nova York. O bar teve seus frequentadores agredidos por policias em uma das rotineiras operações que ocorriam naquelas redondezas, evento que despertou revolta não só em quem ali estava, mas também em muitas pessoas ao redor do mundo que estavam cansadas de assistir a violência contra as pessoas LGBT sendo tratada com tanta naturalidade. Este foi o estopim para que a causa fosse pauta de debates públicos posteriormente, e encorajou também a busca pela igualdade de direitos e a resistência contra qualquer tipo de opressão, podemos dizer que foi a partir deste acontecimento que as bases do movimento foram constituídas.

A partir daí, mesmo que lentamente e com muitos retrocessos, o caminho rumo ao respeito frente a sociedade se tornou um objetivo cada vez mais próximo, várias discussões ganharam espaço, vários direitos foram conquistados e a aceitação se tornou algo mais presente em muitos ambientes. E é nesse momento que a mídia exerce um papel importantíssimo, já que não podemos negar que grande parte dessa melhora no cenário veio a partir do momento em que a mídia também passou a abordar o tema, levando diretamente para dentro dos lares algo que a sociedade em si tentava esconder. E podemos perceber até os dias atuais o quão fundamental a publicidade e a propaganda são neste sentido, principalmente quando difundem os ideais pelos quais o movimento luta e acima de tudo, quando trazem representatividade, afinal de contas, as pessoas costumam só tratar com normalidade aquilo que elas têm contato, e além do mais, se ver representado é quase como “se enxergar” em espaços que antes você não ocupava, o que ajuda muito até mesmo no processo de identificação, de entendimento e de autoaceitação de muitas pessoas.

Mas ainda sim nos deparamos com muitas manifestações de intolerância quanto à orientação sexual e identidade de gênero. Tristes estatísticas recentes podem ser citadas:

  • O Brasil segue sendo o país que mais mata pessoas trans no mundo,pelo 12° ano consecutivo. Sendo em 2020, uma morte a cada dois dias (aproximadamente 175 assassinatos ao todo).

(Fonte: Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil – Antra).

  • No ano de 2020 foram registradas 237 mortes violentas de LGBT’s.

(Fonte: Acontece Arte e Política LGBTI+ e Grupo Gay da Bahia).

  • Relação Homossexual segue considerada crime em 69 países (podendo até ser motivo para pena de morte em muitos países do Oriente Médio).

(Fonte: International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association –ILGA).

  • Projeto de lei recente (PL 504/2020) que proibia LGBTQIA+ em propagandas/publicidades infantis, dizendo que qualquer alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual seria algo danoso às crianças. Algo totalmente discriminatório, e além de tudo, inconstitucional.

Os acontecimentos citados acima, apesar de muito tristes, contém dados importantes que precisam receber a devida atenção, e vale ressaltar que muitas marcas não buscam se informar constantemente sobre acontecimentos como esses, que impactam diretamente a comunidade, e só se envolvem na causa mês de junho. Isso pode ser um fator que proporciona diversas gafes na hora de se posicionarem a respeito do assunto. São comuns os erros na utilização das siglas, das bandeiras corretas, e até mesmo formas erradas de se referir as pessoas que integram a comunidade. Mas como solucionar este problema?

Simples! Se conecte com a causa o ano todo. Muitos palestrantes LGBTQIA+ conseguem uma renda melhor somente neste período específico do ano, sendo vítimas do oportunismo de algumas empresas, que só enxergam necessidade de abordar o assunto quando ele está em alta e pode lhes trazer algum retorno financeiro (visto que o público LGBT gera aproximadamente 7% do PIB do país e produzem renda anual de US$ 141 bilhões, segundo dados da Out Now e Out Leadership). Então, trazer discussões sobre o assunto mais vezes ao ano, ajudaria não só a empresa mais também os próprios integrantes da comunidade.

Palestras, consultorias e informação sobre o assunto sendo levadas de forma constante ajudam a criar um ambiente de trabalho muito mais inclusivo, já que os ideais são difundidos de forma muito mais profunda, por estarem presentes no dia a dia dos funcionários. E tem forma melhor de fazer isso do que contratando pessoas pertencentes a comunidade? Acho que não, né! Permita a entrada dessas pessoas e seu desenvolvimento dentro da empresa, tenho certeza de que será uma troca muito enriquecedora. Se posicione na causa mesmo quando isso não te favorece financeiramente, bata de frente! E como dito, mantenha-se sempre informado sobre as constantes atualizações que ocorrem dentro do movimento já que elas vêm sempre com a missão de trazer mais representatividade, e é isso que sua empresa deve buscar: trazer o conceito de diversidade de forma autêntica e representando a comunidade da forma correta. (E para isso existem milhares de personalidades militantes pelos direitos LGBTQIA+ que você pode seguir nas redes sociais, que realmente falam com propriedade do assunto, sendo uma ótima fonte de informação, fica a dica!).

Dessa forma, tenho certeza de que sua marca passará uma imagem muito mais transparente, inspirando muito mais confiança e credibilidade em todos aqueles que te alguma maneira entram em contato, de quem realmente pratica o que prega e não é movida apenas por interesses, mas sim por uma vontade genuína em ver mudanças que guiem nossa sociedade para um caminho com muito mais amor e tolerância.

“Precisamos lembrar que nossa maior força está no nosso amor pela vida e pelas cores, pela beleza e pela música, pela dança e pela alegria. Essa é a nossa arma secreta. É algo que a oposição não tem. Mantenham essas coisas perto de seus corações, porque em tempos de guerra, isso irá sustentá-los” – RuPaul.

 

 

 

 

 

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Marketing

Entenda o sucesso das Assistentes Virtuais

A inteligência artificial é uma tecnologia que vem sendo muito explorada por diversas empresas nos dias últimos tempos. A partir dela, é possível criar diversas ferramentas com o objetivo de otimizar processos, compilar dados mais facilmente, aumentar a produtividade e trazer mais eficiência nos procedimentos em geral, reduzindo em grandes porcentagens as chances de erro e tempo gasto.

Entre elas, podemos citar os “Chatbots”, que funcionam por meio de interações pré-programadas, realizando consultas de informações, cadastros e atendimentos automáticos,sendo capazes de armazenar informações e relacioná-las com o banco de dados da empresa.

E uma tendência ainda mais atual são as “assistentes virtuais”, que recentemente inundaram diversas plataformas. São softwares que possuem um comportamento inteligente, que simulam o raciocínio humano, ou seja, são capazes de entender, aprender e resolver problemas de maneira muito semelhante à nossa, coletando dados sobre o comportamento do usuário para proporcionar um atendimento personalizado e direcionado, trazendo praticidade ao dia-a-dia.

Tudo isso é possível graças ao “machine learning”, um método de análise de dados, como preferências, histórico e padrões do usuário para que o sistema se baseie nele para criar um perfil, o que permite que os dispositivos realizem tarefas de forma quase que independente da intervenção humana, se automelhorando, buscando sempre a adequação necessária, focando em proporcionar uma boa experiência ao usuário.

Conheça agora alguns dos mais famosos assistentes virtuais/pessoais e suas principais funções:

Lu do Magalu: provavelmente você já se deparou com alguma publicação da Lu em seu Instagram; a assistente virtual é famosa por suas postagens nas quais mostra uma rotina de hábitos muito semelhantes aos nossos, além de estar sempre presente divulgando novas ofertas e produtos. É muito interativa e pode ser encontrada em diversas redes sociais, até mesmo em vídeos no YouTube ou em seu próprio portal, o “Portal da Lu”, onde traz vídeos explicativos, podcasts que resumem fichas técnicas, recomendações, além de conteúdos para sanar dúvidas e informar os clientes. Ela inclusive faz participações em outras frentes, fazendo parte até mesmo de campanhas de marketing de marcas como Adidas e Zattini, e até foi escalada para comentar os jogos da Copa do Nordeste. A Lu não é fraca não, hein!

Alexa: é a assistente virtual desenvolvida pela Amazon, capaz de realizar funções das mais variadas, como: controlar chamadas, mensagens e aparelhos eletrônicos da casa, trazer conhecimentos sobre datas, filmes, músicas, podcasts, esportes, livros e notícias, organizar a agenda do usuário, criar alertas, calcular tempo, monitorar clima, realizar compras, e possuir também entendimento em diversas áreas do conhecimento e idiomas (entre eles o “baleiês” falado pela nossa amada personagem Dory, da Disney). Um dos seus pontos fortes como podemos notar, é o entretenimento. Alexa é capaz até de cantar e fazer imitações, dá para acreditar?

BIA do Bradesco: assistente virtual capaz de fazer transações, consultar dados da conta e indicar agências mais próximas. Mas seu reconhecimento veio mesmo quando ela teve de se posicionar contra o assédio. Na campanha lançada recentemente, intitulada “Novas respostas da BIA contra o assédio”, a assistente fruto de inteligência artificial aparece adotando uma postura mais rígida ao receber mensagens ofensivas, do mesmo teor que muitas mulheres recebem em seu cotidiano na sociedade. A ação veio com o intuito de conscientizar contra essa prática.  Iniciativa super louvável, né?

Dai da Dailus: uma jovem de 22 anos, nail artist, produtora de conteúdo, tagarela profissional, louca da astrologia e expert em comprinhas on-line. Esse é o perfil da Daí, assistente virtual da Dailus, que surgiu por meio de uma votação no Instagram para proporcionar uma maior aproximação do público com a marca. Isso veio principalmente devido ao visual escolhido para ela, que rompe com os padrões e estereótipos e traz um sentimento de identificação para os clientes. Suas principais funções são divulgar os produtos da marca e atender os consumidores no site e no SAC da empresa.

CB das Casas Bahia: é a versão atualizada do nosso querido “Baianinho”, símbolo das Casas Bahia por muitos anos. Ele agora cresceu e se tornou o CB, um adolescente influencer na Internet, super antenado em redes sociais e tendências, responsável por anunciar as promoções. A linguagem moderna e descontraída se mistura com os assuntos sérios nos quais o CB é profundamente engajado também, como causas ambientais e sociais. Você sabia que ele até utiliza a linguagem de sinais na hora de se apresentar? O que reforça sua preocupação com ideais como diversidade e inclusão. Sem dúvidas o CB se alinhou às mudanças da nossa sociedade, evoluindo para melhor.

Nat Natura: assume o perfil de uma Consultora de Beleza Natura, Influenciadora Digital, apoiadora de causas socioambientais e “mãe” do Murumuru (um gatinho que ela tem como pet). Veio com a missão de atender consumidores e consultoras, facilitando os processos de consulta,esclarecendodúvidas, podendo até renegociar dívidas, solicitar segunda via de boletos e falar sobre os status de pedidos e pagamentos. Vemos que a Nat é muito eficiente, não é mesmo? E para completar ela interage com o público em diversas redes sociais também, postando até foto na praia e conversando com os seguidores a respeito de aceitação do corpo e outros assuntos extremamente necessários de se colocar em debate. Convenhamos, Nat é um amor de pessoa! (Ops, quer dizer, de Assistente Virtual).

 Google Assistente: com certeza alguma vez você já falou: “Ok, Google” para ativar os serviços desse assistente, especializado em identificar e responder comandos de voz, atendendo a diversas solicitações. Entre suas variadas funções, podemos citar a de solicitar informações, ajudar na organização do usuário, controlar itens da casa, reproduzir músicas, permitir desde a visualização de resultados de jogos até faturas de cartão e agir dentro de diversos aplicativos. O Google Assistente criou até uma música para celebrar a vacinação (em sua versão inglesa), e pode até te ajudar a lavar as mãos para prevenir o Coronavírus, através de um temporizador musical de 40 segundos, tempo recomendado para garantir uma boa higienização. Muito prestativo, não?

Elô da Cielo: nasceu em uma família simples da cidade de São Paulo e trabalha desde cedo para alcançar seus sonhos. É formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Design de UX. Começou a vida profissional como atendente de telemarketing e ingressou na Cielo passando por diversos departamentos até chegar ao de suporte ao cliente. Essa é a Elô, criada pela Cielo com o objetivo de melhorar a experiência dos clientes no atendimento em seus canais digitais, por meio de uma interação mais prática, ágil e amigável, sempre buscando resolver os problemas dos clientes, auxiliando nas dúvidas e sugestões.

Siri: a Siri é uma assistente inteligente exclusiva dos aparelhos Apple. Possui algumas ações parecidas com as que já vimos antes: capacidade de realizar chamadas, enviar mensagens, auxiliar na organização do usuário, acessar apps, definir alarmes, timers e lembretes, conferir calendário, pesquisar rotas, realizar cálculos, pesquisas e traduções, controlar aparelhos domésticos, atualizar sobre notícias e eventos, encontrar músicas e playlists adequadas a contextos diversos etc. Mas sua fama veio mesmo do entretenimento que ela proporciona, com seus hilários trocadilhos, conselhos, piadas e histórias. Siri adora fazer graça!

Carina do Carrefour: uma mulher de 42 anos, econômica, que ama passar tempo com os filhos e trabalha há 10 anos no Carrefour, passando por várias áreas, muito capacitada para transmitir sua experiência de anos aos clientes. Esse foi o perfil escolhido para a Assistente Virtual da rede de hipermercados, ela auxilia os clientes em dúvidas e traz ofertas de acordo com a região.

Vivi da Vivo: assistente virtual responsável por realizar atendimentos de forma rápida e eficiente, respondendo a qualquer dúvida que venha a surgir.

E aí, gostou de conhecer essas Assistentes Virtuais? Notamos que, além de super antenadas nas tendências e dispostas a ajudar os clientes, elas também são engajadas em várias causas importantes. Um grande exemplo de como a tecnologia está a serviço da nossa sociedade, sempre buscando avanços.

 

 

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