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Guilherme Crespo

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Vem aí a segunda edição do prêmio Amigos do Mercado

trofeus

Grupo de publicitários que se reúne através das redes sociais realizará a 2ª edição do Prêmio Amigos do Mercado, grupo que começou em 2015 no WhatsApp e hoje já reúne mais de 22 mil membros no Facebook. Diariamente compartilham vagas de emprego, links de artigos e notícias, trocam contatos e organizam encontros. O maior dos seus eventos foi o Prêmio Amigos do Mercado, que tem o propósito de valorizar o profissional do dia a dia de uma forma muito democrática.

A escolha dos vencedores ocorre toda nas redes sociais, através de enquetes em voto aberto. Em 2017 premiaram os melhores nas categorias: Atendimento, Criação, Executivo, Anunciante, Mídia, Operações Comerciais, Pesquisa, Professor, Projetos Especiais, Profissional de Apoio e o prêmio principal: o Amigo do Mercado. Os finalistas, dez de cada categoria, foram selecionados por um grupo de gestores também escolhidos pelas redes sociais.

Em 2018, novos profissionais serão premiados. Na última quinta-feira, 16, o grupo se reuniu na Editora Globo com participantes da edição do ano passado para apresentar o cronograma deste ano, além das evoluções que estão previstas. Este ano serão acrescentadas as categorias Produtor de Conteúdo, Business Intelligence, Recursos Humanos e mais uma categoria que ainda será escolhida pelos vencedores do ano passado.

A 2a edição do Prêmio Amigos do Mercado busca parcerias comerciais e já conta com os patrocínios de CreativosBr e IWM Agency, além do apoio da Inarco Troféus.

Para participar do grupo, procure por Amigos do Mercado no Facebook, responda um questionário simples e aguarde a liberação.

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Opinião

Brasil – Um produtor de memes

g1

“O brasileiro precisa ser estudado.” É comum lermos essa frase nos perfis dos amigos nas redes sociais. Mas a brincadeira tem um fundo de verdade. O brasileiro, de fato, precisa ser estudado. Não é normal a forma sarcástica com que o brasileiro lida com os problemas e com as alegrias. Quase tudo o que acontece na internet vira meme e viraliza, principalmente os acontecimentos ruins.

São milhares de memes sobre os mesmos assuntos. Quase que um concurso de quem é o mais criativo e original. E acredite: o brasileiro é muito criativo. São diversos os memes feitos em velocidade incrível e entregues mais rápidos que muitos jobs que os clientes pedem. A agilidade que o brasileiro tem de transformar algo ou alguém em meme chega a ser incrível.

Seja pelas quedas de Neymar ou pelo personagem russo criado como um torcedor macabro, o brasileiro aproveita a Copa para se divertir e divulgar suas piadas. Usa a Copa também para invadir as redes sociais de desafetos que criticam a seleção ou nosso jogador principal. E saem em defesa: “só quem critica um jogador do Brasil é a gente, ninguém mais.”

Os brasileiros invadiram o Twitter do jogador Miguel Layún, do México, após um pisão maldoso no tornozelo do nosso craque. Até ameaça de morte o jogador recebeu. Usaram o Twitter para xingar o ator Matthew Lewis, de Harry Potter, dizendo que o Neymar é melhor ator que ele. Incrível como o brasileiro faz piadas com tudo e toma as dores de quem fala mal do nosso país.

Mas a viralização pode ser perigosa, e acabar com a vida profissional de muitas pessoas públicas, como aconteceu com o youtuber Júlio Cocielo, que após ofender o jogador Mbappe, da França, perdeu seus principais patrocínios e ainda recebeu ameaças de outros artistas na internet.

E você? O que acha dos memes? O que acha da força que a internet tem em viralizar tanto coisas boas quanto ruins? O brasileiro precisa mesmo ser estudado?

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Carol Bastides é a mais nova cliente do CreativosBr

Creativosbr

No último sábado, 07, o CreativosBr conquistou mais um cliente, a surfista Carol Bastides, garota prodígio do surfe brasileiro que promete dar trabalho para os outros surfistas em um futuro não tão distante.

Carol Bastides tem apenas 6 anos e vem sendo observada por grandes nomes do surfe. A atleta coleciona participações em campeonatos como Wizard Brasileiro de Surf Feminino, em Ubatuba, e títulos como Circuito de Surf Amador Backfish, categoria Feminino Open; e Circuito da APGS (Associação Praia Grande de Surf), na cidade de Praia Grande. Pequena no tamanho, gigante no surfe, Carol Bastides tem apena 1,12 m e é a surfista mais jovem da Baixada Santista.

A parceria com o CreativosBr tem por objetivo aumentar sua visibilidade e presença nas redes sociais como Facebook e Instagram além de produção de conteúdo e planos de mídia. O CreativosBr também apoiará a atleta em eventos de surfe pelo Brasil e pelo mundo.

Além da agência de comunicação, que possui clientes como Turminha do Bigode e Afluente, o CreativosBr também atua como portal e escola de cursos, e abrirá – em breve – nova agenda de cursos de especialização voltados para estudantes de comunicação e jovens profissionais do mercado publicitário.

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Vai e vem

Renata Valio troca Ogilvy pela Crane

creativos – renata valio

Depois de um ano como diretora-geral de mídia na Ogilvy, Renata Valio decide deixar a agência e liderar a mídia da Crane, dos sócios Fabio Shimana, Thiago Baron e Rodrigo Toledo. A profissional, que irá priorizar a tecnologia e inteligência de dados para criar soluções para os clientes como HBO, Jaguar e Melissa, aceitou o desafio de ir para uma agência menor acreditando ter muito mais possibilidades em um modelo na qual acredita, segundo ela.

A chegada de Renata representa um conhecimento mais aprofundado dos canais e dos negócios de mídia, de acordo com o sócio e COO da Crane, Rodrigo Toledo.

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Vai e vem

b.drops fortalece seu time comercial

2018-03-19 – Cleber Alucci, Mário Leão, Andréia G. Silva, Patrícia Fávaro e Natália CArvalo (BDrops) – Crédito Maria Júlia Smith

Empresa de mídia out of home (OOH) especializada em salões de beleza, a b.drops acaba de contratar duas novas Executivas de Negócios para fortalecer seu time comercial.

Patrícia Favaro e Andréia G. Silva se juntam aos executivos Cleber Alucci e Natália Carvalho em São Paulo, e Fernanda Nardelli e Andrea da Silva em Curitiba, ambas equipes sob o comando do diretor comercial Mário Leão.

Patrícia Favaro – possui mais de 20 anos de experiência em publicidade tendo iniciado sua carreira na agência JWT e passado por outras grandes como Y&R e Leo Burnett. Em veículos, atuou em jornais como Gazeta do Povo, Estadão, Jornal Metro e O Popular-GO.

Andréia G. Silva – tem grande conhecimento do mercado e foi uma das responsáveis pelo crescimento da b.drops em São Paulo. Antes coordenadora de prospecção de salões de beleza, chega à área comercial para trabalhar com clientes diretos.

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Opinião

A incrível arte de criticar

creativos br – opinião – critica

Tem gente que nasceu para criticar. Veio ao mundo com o objetivo de ser do contra e achar tudo ruim ou sem qualidade. Chegou para cumprir a missão de ser o chato da internet e, desde pequeno, já assume o papel de ranzinza entre os amigos. Faz de tudo para achar defeitos onde não há ou destacar os erros alheios que o dono do equívoco reza para que ninguém perceba.

Mas até onde criticar é ruim? Existem diversos tipos de críticas. Uma delas, a construtiva, é muito bem-vinda e necessária para o crescimento pessoal e profissional. É ela quem direciona, quem ajuda e abre o olho de quem gostaria de estar no caminho certo mas anda em pedras pelo errado. É a crítica construtiva que molda caráter e auxilia aqueles que buscam sempre o melhor para si e para os outros ao seu redor.

E as críticas destrutivas? Essas existem para aniquilar sonhos e humilhar as pessoas. São gratuitas e nem sempre vem acompanhadas de argumentos plausíveis. Ela só que destruir mesmo e fazer com que o equívoco se torne falha das feias. Aliás, nem sempre a crítica é direcionada a um erro. Muitas das críticas destrutivas são direcionadas para atitudes do bem, artes bem feitas, escolhas altruístas.

A verdade é que em um mundo onde a internet dá voz a qualquer pessoa, toda obra está suscetível à críticas, sejam elas construtivas, com o objetivo de fazê-lo melhor, ou destrutivas, a fim de fazer apenas você se sentir mal mesmo. Que comecem as críticas sobre este post.

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Marketing

Parcerias e investimentos em Marketing marcam nova fase da Cabify no Brasil

Barbara Calixto Meio e Mensagem

Com grande parte de seus usuários oriundos do programa de convites, onde um usuário convida o outro e os dois ganham créditos, a Cabify aposta em novas parcerias e investimentos de Marketing. Segundo a diretora global de Marketing da empresa, Bárbara Calixto, “a estratégia de expansão já não é suficiente sem um plano direto de marketing”. Por isso, a empresa espanhola investiu na contratação de uma diretora brasileira, a fim de trabalhar o seu maior mercado no mundo.

Bárbara diz que ainda há muito trabalho a ser feito e que a Cabify vive uma nova fase pós-crescimento orgânico. A hora de investir em marketing é agora e fazer parcerias com marcas também é uma ótima opção. O objetivo é tornar a experiência do usuário cada vez melhor, seja dentro ou fora do veículo, tornando a viagem um momento de relaxamento, de conhecimento de novas experiências ou até mesmo de trabalhar durante o trajeto.

A diretora brasileira da empresa com sede em Madrid ainda enfatiza que há muito trabalho a ser feito para democratizar o acesso ao transporte, encerrando com a ideia de que o que vivemos até aqui é apenas o começo da transformação da mobilidade urbana.

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Opinião

Ser o melhor onde está ou ser bom onde estão os melhores?

creativos br-blog do crespo-opinião

por Alan Cardozo

Uma das grandes“bolas divididas” dos novos publicitários que não nasceram nos grandes mercados do Brasil é saber escolher qual o melhor caminho, encarar o seu mercado local, trazendo inovações, buscando mudar o fluxo já existente e ser o melhor onde se está. Ou será correr atrás dos grandes centros, grandes agências e contas e, claro, grandes profissionais para ser bom entre os melhores?

È claro que como tudo na vida não se tem a receita pronta, mas em algumas conversas informais com colegas de faculdade, futuros publicitários e alguns jovens já consolidados no mercado, é possível perceber que os atrativos relacionados aos grandes centros vão além de um salário mais alto e de trabalhar com as melhores contas do país.

Estes fatores são importantes e dão o primeiro brilho aos olhos daqueles que buscam uma carreira mais sólida, porém algumas outras motivações são apresentadas como primordiais nessa “fuga de casa”. São elas: a facilidade em inovar mais em suas atividades profissionais, a maior chance de obter um reconhecimento a nível nacional, participar de grandes projetos, melhor estrutura de trabalho e uma liberdade para sair da mesmice dos pequenos e conservadores mercados locais.

A partir daí tudo certo, os benefícios que os grandes podem oferecer são bem destacados e saltam os olhos de muitos, mas por que não nadar contra a correnteza?

Buscar mudar o fluxo já existente no mercado local, fazer ser grande, sair das estratégias de cartas marcadas, fazer e ser o melhor onde está. Os benefícios destas escolhas também podem ser destacados, como estar perto da família, dos amigos, conhecer bem o público-alvo, ter ciência das nuances do mercado, reconhecer as fraquezas e atacá-las de modo a superar e tornar mais eficientes as estratégias já utilizadas.

Uma vez tive a audácia, dentro de um dos cursos de especialização que fiz em São Paulo, de dizer que não tinha motivos para sair do Espírito Santo e ir trabalhar em São Paulo, e que não via no pesar da balança benefícios melhores do que estar no convívio dos meus familiares e amigos, e que meu maior objetivo era ser o melhor no meu mercado. Porém, menos de seis meses após essa fala, meus olhos já brilham com o ar de grandeza dos maiores mercados, das melhores contas. O ar de “ser grande” já quero para a minha carreira, mas amanhã pode tudo mudar, pois a balança pende cada dia para um lado.

Enfim, a escolha a ser feita ainda está em fase de amadurecimento e pode ocorrer a qualquer momento da carreira de cada um. E você? Como foi o início e como está sendo a sua carreira no mercado publicitário? Fez algo grande no seu mercado local? Já é um dos melhores nos grandes mercados? Onde essa balança deve pesar mais? Conta pra gente nos comentários

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Opinião

ASSÉDIO, CHEGA DE

chegadeassedio

Preciso confessar uma coisa. Já estou de saco cheio de assédios e desrespeito com as mulheres no ambiente de trabalho. Por muito tempo sustentei um profundo desejo de encher a sua cara de tapa. Acordava de manhã, já preocupada em saber que em uma hora dividiríamos o mesmo ambiente. Para, como sempre, aguentar você chegando com seus insultos e olhares invasivos. Sentia vergonha em vê-lo medindo meu corpo como se fosse carne e se imaginando em situações bizarras comigo com esse seu sentimento nojento e animal.

Eu levantava para buscar café? Automáticos, seus olhos machistas acompanhavam o meu andar enquanto eu ia buscar a porra de um café. Quando eu voltava, lá estava você com esse jeito babaca olhando para os meus seios.

Eu não olhava no Instagram, eu respondia um e-mail porque estava cheia de trabalho, coisa que você deveria também fazer: o seu trabalho. Certo dia me curvei para falar com uma colega, sentada à frente, e me senti sendo invadida novamente pelos seus olhares desrespeitosos. Por muito tempo essa imagem ficou retida na minha cabeça. Nesse dia, aliás, fiquei com receio de você me convidar para almoçar. Mas, graças a Deus, você acabou nunca me convidando. Depois fui para um happy hour com as pessoas de bem do trabalho, relaxar e espairecer com pessoas que me respeitam pela mulher e ser humano que sou. Ainda bem que você não teve coragem. Você certamente seria mal interpretado.

Aliás, com toda a certeza, você estava mal-intencionado. Queria sexo. O tempo passa e nosso chefe o convida para uma promoção, mesmo você sendo um cara que em vez de trabalhar fica secando as mulheres no ambiente de trabalho. Como sempre, mais poder e grana. Na mesma manhã ele juntou a equipe e fez um comunicado formal, o qual você mal escutou porque não parava de me olhar novamente de maneira invasiva. Minha sorte era que você ficaria agora em uma sala isolado. Um dia tive que entrar para tratar de um assunto profissional que, infelizmente, dependia da sua aprovação para ir adiante. Era pleno verão e eu só queria usar uma roupa que me deixasse mais confortável, mas você não parava de me olhar.

Que vontade que deu de grudar no seu pescoço e imaginar que você ficaria todo marcado. Você sentou do meu lado e encostou seu nojento braço em mim, depois de pedir para ver o trabalho no meu computador. Você aprovou o trabalho e, por isso, achou que eu deveria te dar um beijo. Quase falou essa bobagem, mas ainda bem que se conteve. Então, levantei e pedi para que você parasse de ser escroto e de me secar diariamente. Você ficou estático, com cara de bobo. E eu escrevi meu pedido de demissão, porque não sou obrigada a trabalhar em ambiente machista com homens escrotos. Reconheço, porém, uma pontinha de injustiça por saber que tive que largar o emprego que amo para me livrar de pessoas como você.

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