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Isabela Silveira

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Mitsubishi encara desafio de puxar bicampeão de Skimboard em túnel alagado

Ação “4you4challenge” foi criada pela Tech and Soul e reflete DNA 4×4 da marca

Um túnel de trem abandonado, alagado, no meio do mato no interior do Paraná. O bicampeão mundial de Skimboard, Lucas Fink, dois atletas de Wakeboard – Pedro Zucki e Gustavo Reichert – para explorar o local, e a picape Mitsubishi L200 Triton para impulsionar a travessia e garantir a segurança! Essa foi a combinação perfeita para realizar a proeza de explorar um ambiente inóspito e desconhecido e levar o campeão Lucas Fink a um lugar totalmente diferente daqueles onde ele pratica o esporte. Tudo isso foi registrado na campanha “A Reconquista do Túnel Fábio Rego”.

A ação foi criada pela Tech and Soul e inaugura a plataforma “4you4challenge”, em que a marca vai apoiar iniciativas que promovam desafios como esse. “A busca por desafios faz parte do estilo de vida do consumidor da marca. Dentro do DNA 4×4 de Mitsubishi, nada melhor que descobrir uma paisagem tão incrível e escondida, e termos grandes esportistas para encarar esse lugar e proporcionar belas imagens”, afirma Flavio Waiteman, sócio e CCO da Tech and Soul.

O túnel fica em Jaguariaíva, a 300 quilômetros de Curitiba, cidade que tem pouco mais de 35 mil habitantes. Com cerca de 900 metros de extensão, a profundidade da água que se acumula com as chuvas e também que verte do próprio túnel pode chegar a 1 metro. Ao encontrar essa paisagem, o fotógrafo Pablo Vaz já visualizou que uma grande aventura poderia ser vivida ali!

“Trabalho muito com esportes radicais, viajo bastante e sempre encontro lugares diferentes. Ao ver o túnel já imaginei como seria incrível uma travessia de Skimboard e, claro, pensei em chamar o Fink e a Mitsubishi, que topou o desafio de proporcionar esse feito, puxando o atleta com a picape”, contou o fotógrafo.

Além da L200 Triton, a ação teve a participação do Mitsubishi Eclipse Cross, que levou os demais participantes e serviu de apoio durante a aventura pelo terreno de terra e lama até o túnel.

Para Fink, entre os inúmeros desafios, os principais foram lidar com as pedras escondidas pela lâmina de água e o medo de ter algum bicho por onde ele passaria, como cobras. “Já esquiei em piscinas com ou sem ondas, em áreas alagadas e até na neve, tudo com a mesma prancha que uso na praia, mas nada se compara a essa locação. Foi um mix de euforia e medo, empolgação e cautela, com intensidades variadas, mas, conforme tudo foi acontecendo e com o apoio da equipe, o desafio se transformou numa das sessões mais memoráveis da minha carreira!”

Ficha Técnica Campanha A Reconquista do Túnel Fábio Rego | 4you4challenge

Título: “A Reconquista do Túnel Fábio Rego | 4you4challenge”

Cliente: Mitsubishi Motors do Brasil

Aprovação cliente Mitsubishi: Leticia Mesquita, Marcelo Benaci, João Brites e Luisa Galhardo

Produto: Institucional

AGÊNCIA TECH AND SOUL

CCO: Flavio Waiteman

Diretor de Criação: Fabiano Feijó

Criação: Eduardo Cometi, Giulio Pinotti e José Scorzelli

Produção/Agência: Adriana Kordon

COO: Fernando Amino

Diretor Executivo Atendimento: Rodrigo Svezia

Atendimento: Michelle Zeger, Carolina Nascimento e Fernanda Ludwig

Gerente de Operações: Gabriel Redigolo

Mídia: Ana Paula Ventura, Rafael Nishida e Caroline Gomes.

Estratégia: Márcia Neri e Carolina Maurer

BI: Lucas Vargas e Cainã Ferreira

Conteúdo: William Santos

Motion: Eduardo Guimarães

Produtora de Imagem: Sector One

Idealização – Pablo Vaz e Sector One

Diretor de cena – Rodrigo Fragata

Diretor de fotografia – Vinicius de Lima

Operador de câmera – Victor Freitas

Produção executiva – Caio Bocuti

Montagem e edição – Victor Freitas e Léo Villani

Finalização e color – Victor Freitas

Pós produção – Felipe Marques

Atletas: Lucas Fink, Pedro Zucki, Rodrigo Nascimento e Gustavo Reichert

Making of: Caio Baker

Produtora de áudio – Rozzen Áudio e Blood Áudio

Produção Rozzen áudio: Lucas Stiw, Renan Caludo, Eduardo Pereira.

Produtor Blood Audio: Otavio de Moraes

Sound designer Blood Audio: Vitor Motter

Atendimento/coordenação Blood Audio: Camila Madio

Produção Executiva Blood Audio: Dani Monaco

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Digital

6 dicas infalíveis para exercitar a criatividade

Que caia por terra o conceito de que criatividade é uma espécie de poder mágico que ou você tem ou não tem. Como diz Stalimir Vieira, em seu livro “Raciocínio Criativo na Publicidade”, a criatividade já está latente em todos nós desde sempre e exige paixão para se expandir.

O problema que muitas vezes temos então não é não ter criatividade, e sim, não conseguir usá-la. E isso faz todo o sentido no contexto em que vivemos hoje, com tanto estresse, tantas coisas acontecendo e o fato de ter o ambiente de trabalho dentro de casa e tudo o que isso pode repercutir. Então, quem trabalha ou quer trabalhar com criatividade precisa fazer um esforcinho para manter a cabeça funcionando ou evitar o tal do “bloqueio criativo” em algum momento do caminho.

Por isso vamos juntar aqui algumas dicas básicas para continuar exercitando seu potencial criativo no dia a dia:

  • Buscar novos repertórios – criativo, é imprescindível que você não se deixe parar apenas nas coisas que você já conhece ou gosta. É muito importante conhecer novas coisas, novos estilos, novos gêneros, para expandir sua capacidade criativa a novos ambientes e atingir mais universos. Sem contar que o simples ato de conhecer algo novo e sair de seu lugar comum já ajuda sua cabeça a pensar em novas coisas.
  • Reorganizar seu espaço de trabalho – o exercício de, periodicamente, mudar um pouco a organização de sua mesa e todo o espaço de trabalho (além de limpá-lo, é claro) é algo que pequeno que ajuda a oxigenar a cabeça. Isso porque ficar no mesmo ambiente sempre do mesmo jeito, ainda mais no modelo home-office, acaba nos fazendo ficar muito acostumados a um padrão; quando movemos arrumamos e movemos as coisas de lugar, abrimos pequenos novos olhares também.
  • Manter contato humano – principalmente nos dias de hoje, o processo criativo não é algo totalmente solitário. O contato com outras pessoas nos permite conhecer novos mundos também, e, além de servir para aumentar nosso repertório, também contribui para aprendermos a falar e criar com novas linguagens e pensamentos. Então, nada de ficar trancado no quarto sozinho, hein?
  • Cultivar hobbies – seja tocar um violão, ler uns livros, desenhar, escrever, pintar, montar quebra-cabeça, o que seja; hobbies são muito úteis pra gente refrescar um pouco a cabeça ao mesmo tempo em que trabalhamos novas habilidades e artes, e o resultado disso vai aparecer na próxima vez que for criar alguma coisa, seja em novas ideias ou novo ânimo.
  • Se permitir parar – existe uma utilidade muito grande em tirar momentos para simplesmente relaxar sem fazer nada de “produtivo”. Além de ser fundamental pra saúde física, mental e emocional, uma pausa também é muitas vezes necessária para oxigenar um pouco a cabeça e conseguir “resetar” os pensamentos um pouquinho para revisar aquele projeto com a mente mais fresca e saber melhor onde aprimorar.
  • Treinar – por fim, se você trabalha com criatividade, não dá para esperar que ela simplesmente vai brotar do nada quando você precisar realizar algum trabalho. Exercícios no dia a dia, por menores que sejam, ajudam esse potencial criativo sempre desperto. Então, além de fazer alguma coisa dessa lista, busque também usar momentos livres que tiver para treinar ou aprender uma nova técnica ou criar uma peça pequena só por prazer e para praticar.

São dicas simples, mas que podem ajudar muito. Lembre-se que você, também, é uma pessoa criativa, e que não há uma regra única para ela se manifestar!

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Digital

A cultura do áudio em 2021

Rapaz negro deitado de bruços com a cabeça apoiada na mochila, com o celular na mão e usando headphone sem fio

A questão das diferenças entre as gerações não acabou com o assunto “cringe”, mas desta vez não é pra brigar. O Spotify recentemente divulgou uma nova edição do relatório Culture Next Report 2021, apresentando o comportamento dos brasileiros com os áudios atualmente, entrevistando pessoas da Geração Z e millenials.

Com e um ano e meio de isolamento social, é inegável como a cultura digital mudou e mudou seus usuários, e uma parte dela que não podemos deixar de prestar atenção é o universo dos áudios — e aqui incluo chamadas de voz, mensagens de áudio, músicas e podcasts.

O estudo nos mostra, por exemplo, que um benefício dos áudios é a possibilidade de se conectar facilmente com pessoas queridas que estão longe, se manter informados e até mesmo aproveitar o tempo para si. Se torna uma opção mais confortável para quem ainda não se sente muito à vontade com chamadas em vídeo ou para quem quer conciliar a rotina agitada no meio digital com algo prazeroso para ouvir enquanto trabalha, para adquirir algum conhecimento, etc., sem necessariamente precisar interromper suas atividades para assistir um vídeo, por exemplo.

Além disso, eles ajudaram muitas pessoas a se sentirem menos sozinhas, aponta o estudo. A conexão que alguns, especialmente os millenials, fizeram com o apresentador do podcast, ou o simples fato de ouvir uma conversa humana mais leve que muitos programas oferecem, ou de tratar sobre assuntos de espiritualidade, a disponibilidade das músicas favoritas ou as nostálgicas, enfim: todos esses são motivos que levam a esse cenário.

E a pesquisa continua a nos mostrar a importância para o bem-estar dos consumidores da Geração Z e dos millenials ao mostrar que outra grande razão que faz esses públicos se manterem conectados com podcasts e demais conteúdos, cada um de sua forma, é que eles os ajudam a se conectarem com si mesmos, reduz o estresse e traz o conforto da voz humana. O áudio já faz parte da rotina de bem-estar e saúde mental das pessoas.

Para as marcas, entender tudo isso é fundamental para saber como se conectar com seu público, se produz ou pensa em produzir conteúdos desse formato. Não basta jogar qualquer coisa em áudio, é preciso ainda pensar realmente em como fazer isso se encaixar no que a pessoa procura quando abre o Spotify ou plataforma semelhante. E até, ouso dizer, tomar cuidado para não soar invasiva e interesseira disso tudo.

Enfim, uma das maiores coisas que o relatório nos oferece é a reflexão do que o consumidor atual, independentemente de sua geração, de fato precisa e que tipo de experiência precisa se disponibilizada para ele baseado em nosso cenário mundial.

O relatório completo pode ser acessado aqui: https://culturenext.byspotify.com/pt-BR

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L’Oréal Paris apresenta nova linha Elseve Hidra Hialurônico

Atriz Juliana Paiva à esquerda, com blusa roxa, e atriz Taís Araújo, à esquerda, com busa branca, ambas sorrindo e com cabelos esvoaçantes.

Nova campanha da WMcCann lança desafio #Hidralurei com a participação de influenciadoras da marca

Cabelos sem vida e desidratados são coisa do passado. A nova linha Elseve Hidra Hialurônico, de L’Oréal Paris, chega primeiro ao Brasil para revolucionar o mercado oferecendo a primeira injeção de ácido hialurônico para os cabelos, que produz uma hidratação quatro vezes mais eficiente do que outros produtos do mercado.

Essa inovação é possível porque a L’Oréal Paris traz sua autoridade no uso de ácido hialurônico no skincare para garantir cabelos hidratados o tempo todo. Para realmente inovar no mercado capilar, Elseve lança sua primeira máscara de hidratação noturna, sem enxágue, que hidrata os fios durante o sono, resultando num despertar com cabelos sem frizz e com movimento.

Para divulgar a nova linha de cuidados capilares, a WMcCann criou uma comunicação integrada que se estende até dezembro de 2021. No dia 27 de julho, de forma pioneira, a marca lança no TikTok o desafio #HidralureiChallenge para promover essa revolução no tratamento dos cabelos – https://vm.tiktok.com/ZMd7H1gBu/.

A ideia é unir influencers da marca como Juliana Paiva, Larissa Manoela e Agnes Nunes com os consumidores para mostrar os efeitos do #Hidralurei, mostrando que é mais que uma hidratação, e sim uma revolução no cuidado capilar por hidratar 4x mais* desde o primeiro uso.

A campanha também terá peças digitais diárias em veículos de comunicação. A ação também terá ativação no “Encontro com Fátima Bernardes” para reforçar a revolução na hidratação com a participação de Tais Araújo no telão, além de merchan de bancada, que vão compor o ecossistema no Twitter com a hashtag #Hidralurei, além de SAC pró-ativo.

O objetivo da L’Oréal nesta campanha é apresentar a maior inovação da história da marca, que vai revolucionar o tratamento capilar, para seguir empoderando e valorizando todas as mulheres por meio de cabelos hidratados de forma leve, dando movimento aos fios, gerando confiança e segurança às mulheres para que elas possam fazer o que quiserem. Afinal, toda mulher vale muito.

A campanha também terá peças digitais de produto no Facebook, Instagram, Google, YouTube e um projeto especial de Publishers Connect, com conteúdos produzidos por um hub de influenciadoras falando dos principais features e contando suas experiências com essa revolução na hidratação que entrega cabelos quatro vezes mais hidratados.

Elseve Hidra Hialurônico traz uma verdadeira revolução no jeito de hidratar os cabelos, deixando-os saudáveis e soltos sem pesar, libertando o poder de todas as mulheres para se movimentarem com confiança e segurança, sem se preocupar com a rebeldia dos fios.

A linha – com shampoo, condicionador, máscara de hidratação e creme para pentear – ganha um aliado poderosíssimo: o creme noturno, para ser aplicado antes de dormir e sem enxágue. Ideal para evitar o frizz e ressecamento causados pelo contato com o travesseiro, dando vida aos cabelos logo ao despertar.

*Teste instrumental, uso conjunto do shampoo + condicionador + creme para pentear versus shampoo clássico.

Link do filme: https://youtu.be/RP7gDCXheUw

Ficha Técnica:

Agência: WMcCann
Cliente: L´Oréal Paris
Produto: Elseve Hidra Hiaurônico
Nome da campanha: Elseve Hidra Hialurônico
Time do Cliente: Victor Ribas, Taillany Brian e Celso Chagas
Executive Chairman: Hugo Rodrigues
CEO: André França
CCO: Mariana Sá
Direção de criação: Ricardo Weitsman, João Resende e Felipe Gomes.
Criação: Ana Rocha e Larissa Coelho
CSO: Renata Bokel
Planejamento: Luiza Portella, Fabiana Lovate, Marianna Valmore, Thamires Oliveira
Atendimento: Renata Castello Branco, Renata Milhas, Paula Nunes e Katarina Nunes
VP de Mídia: Fabio Urbanas
Mídia: Romana de Oliveira, Patricia Newlands, Clauder Souza, Lucas Brasil, Naiana Grangeiro, Guillermo Perret, Ana Chasco e Maria Ribeiro.
BI: Claudio Gomes, Ingrid Barros e Miguel Masuet
Social Media: Stella Peixinho
VP de Produção: Tato Bono
RTV: Bianca Repsold, Mariana Veronez e Fernanda Pinheiro
Produtora da Adaptação: Craft Brasil
Produtora do filme: Florence Jacob
Diretor: Supernova / Ignacio Ricci
Diretor de Fotografia: Riego Van Wersch
Pós-produção: Digital District
Produtora de Som: X Track
Trilha: Title : L’Oréal Paradise Color Collection
Co-Composer : Arnaud Codet, Alexandre Brovelli
Co-Author : Arnaud Codet, Virginie Krupa
Editor: Capitaine Plouf
Sound Studio : X-track
Produção Gráfica: Nereu Marinho e Mauricio Martim
Art Buyer: Caroline Delvincourt, Chintana Salikoun, Celia Martinez
Fotógrafo: Ignacio Ricci
Produção Digital: Digital District
Manipulação de imagens: Ciro Sollero
Projetos: Isabela Araujo e Erika Casal
Relações Públicas: Kerena Neves

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Opinião

O impacto da publicidade no Dia dos Pais

Um homem à direita e um menino pequeno à esquerda, os dois de costas e um pouco afastados em frente ao oceano.

Como alguém que cresceu sem conhecer o pai, o Dia dos Pais sempre foi um dia complicado e se tornou um trauma. Essa comemoração traz de volta sentimentos bem ruins, e o principal motivo disso são as publicidades; afinal, pra alguém que não soube o que é crescer com um pai, ver inúmeros comerciais ilustrando o pai herói, o pai maravilhoso etc. ou causa desconforto ou indiferença.

Considerando que cada vez mais crianças são criadas por mãe solo, ou ainda terem a figura paterna presente em outro familiar, essa sensação com certeza não é caso raro. Um grande motivo que traz esse sentimento, possivelmente, é a idealização da imagem de pai que a maioria das campanhas apresenta, mostrando relações perfeitas de pai e filho, só que mostrar o que é real — e, assim, tornar mais humano — pode ser positivo também.

Isso sem falar na quantidade de pessoas que devem ter pedido o pai no último ano: como será que elas devem estar se sentindo com comerciais mostrando o “pai perfeito”? Ainda que possa vir posteriormente um sentimento de gratidão ou de felicidade por outras pessoas terem essa figura em sua vida, mas o primeiro que vem pode ser a melancolia.

Então, buscar realizar campanhas que tragam uma imagem que gere mais identificação do que frustração, mudando a abordagem tradicional, pode ser uma boa ideia. Cabe sempre pensar na responsabilidade da publicidade sobre o que ela passa para as pessoas.

Por fim, para trazer algumas inspirações do que pode ser feito de diferente, vou deixar aqui dois links de campanhas que fugiram um pouco do padrão e que podem trazer um sentimento mais confortante para quem também não está no “padrão”:

  • Campanha das Lojas Marisa de 2017

https://youtu.be/veLS00Ad8R8

 

  • Campanha da Saatchi & Saatchi para a Telecom New Zealand

https://youtu.be/YtU0S1rG2fM

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Marketing

5 formas simples de usar conteúdos interativos

Foto de mulher de costas, câmera sobre o ombro mostrando a tela do seu notebook, que está em uma página amarela e com opções de personalização

Quando estamos ouvindo um monólogo, assim que o locutor encerrar, o conteúdo também acaba. E, se ele não for muito cativante ou o esgotar o interesse do assunto, nem vamos querer ouvir até o fim, não é?

Agora, se estamos em um diálogo, o assunto se estende, se molda e cresce com quem está envolvido nele.

No meio online também, muitas vezes é mais interessante para o consumidor interagir com o conteúdo — e, consequentemente, com a marca — do que apenas receber passivamente o que está sendo dito. Tanto porque isso torna da experiência algo mais diferente quanto porque permite que tenhamos um pouco de algo que tanto tem feito falta: envolvimento humano.

É por isso que os conteúdos interativos se tornaram uma das tendências de marketing de 2021. Em um contexto de isolamento social, eles trazem para o ambiente virtual, onde mais passamos o tempo atualmente, possibilidade de calor humano.

Além disso, também é positivo para a marca pois fortalecer sua conexão com o consumidor, garantir maior retenção e engajamento e fomentar a base de dados — afinal, ao conversar com alguém, você aprende mais sobre ela. E, ao mesmo tempo em que a marca conhece o público, o público conhece melhor a marca e a identidade dela é reforçada.

Mas como fazer isso? A interatividade pode estar presente de diversas formas, e nem precisa de grandes invenções para colocá-la em prática desde já.

  • Lives -> as experiências em tempo real também são uma tendência de 2021, mas para que atinjam seu potencial a interatividade é necessidade, o quanto for possível e adequado. Seja uma live simplesmente para conversar com o público, responder perguntas e ler comentários, ou para educá-lo através do bate-papo, ou interagindo através do chat ao vivo. Para isso, é preciso que se escolha uma plataforma onde seja permitido o uso de ferramentas de interação.
  • Quizzes e questionários -> pode ser tanto algo descontraído para entretenimento, ou algo voltado para entender as dúvidas do público, ou o que eles que eles gostam de consumir da marca e o que querem de novo, ou para suas opiniões, ou até para saber melhor quem eles são.
  • Enquetes -> já dá pra pensar nos stories do Instagram né? Da mesma forma que os quizzes, podemos usar essa ferramenta para perguntar algo ao público ou fazer uma votação.
  • Vídeos interativos -> se você assistiu “Black Mirror: Bandersnatch”, da Netflix, deve se lembrar da experiência de definir o rumo da trama com apenas um clique. Pode ser mais fora da caixinha, mas não é algo impossível, embora precise de uma boa estratégia e planejamento. Lançar um vídeo gravado em que no final o público vota para onde quer que ele continue ou o que quer que o locutor aborde em um próximo tema, e realizar isso depois em uma live, talvez?
  • Publicações para conversar com o público -> terminando com uma opção mais simples, mas que pode funcionar muito bem se for feita com inteligência, também tem a possibilidade de proporcionar uma conversa direta com seus seguidores, seja fazendo uma pergunta, propondo que cada um comente algo sobre determinado assunto, ou até pedindo uma votação nos comentários.

Um detalhe a mais que pode perceber é que, se forem feitas as perguntas certas ou se prestar atenção na interação, você também conseguirá ter uma noção melhor de em qual etapa do funil o seu público está, o que ajudará nas futuras produções.

A melhor opção será o que for mais adequado para o seu público. Uma dica é, antes de decidir o formato, fazer um planejamento detalhado (um esboço desenhado por ajudar ainda mais) e definir o objetivo final dessa interação.

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Digital

O fenômeno “cringe” e como os virais são usados na publicidade

Recentemente tem sido muito usado nas mídias sociais o termo “cringe”, que é uma palavra em inglês que se refere a algo que gera vergonha. A expressão viralizou a partir dos jovens da Geração Z dizendo que coisas como gostar de certas séries e filmes, tomar café da manhã, usar hashtags e basicamente ser millenium é “vergonhoso e ultrapassado”.

Isso ganhou grandes proporções nas mídias e gerou tanto debates sobre as diferenças entre as gerações quanto piadas. Mas para a publicidade atual, esse é o tipo de fenômeno que pode ser interessante para as marcas expressarem o que desejam ou atribuir valor próprio, como algumas estão demonstrando.

Antes de mais nada, é muito importante ter em mente dois pontos sobre o uso de ondas da internet como essa: deve ser feito de forma inteligente e adequado ao que a marca se propõe a ser e expressar, para não se tornar algo superficial com o propósito único de ganhar algumas curtidas, e tem que ser feito rapidamente, pois, em geral, essas tendências acabam tão de repente quanto começam.

Separei alguns exemplos de marcas que souberam aproveitar bem disso para ilustrar:

  • A loja Quero Dobra fez em seu perfil no Instagram (@querodobra) uma postagem simples com a frase “A Dobra é cringe?” em que perguntavam abertamente para o seu público se a marca se encaixa nessa característica. Conseguiram vários comentários com o público dando sua opinião de forma positiva: alguns dizendo que não, outros que sim, e, o principal, trazendo o recado unificado de que “se a loja é cringe, seu público é também e ser cringe é legal”. Depois, fizeram stories concluindo o que descobriram junto com o público sobre sua própria identidade. Assim, de forma simples e bem humorada, a marca utilizou da tendência para reforçar e apresentar novamente quem eles são e seus valores.

 

  • O curso Se Liga, também em sua conta no Instagram (@seliga_enem_e_vestibular) fez uma publicação “rejeitando as caixinhas das gerações”, mas assumindo que sua equipe gosta de fazer e de consumir coisas que são consideradas cringe. Embora de uma forma mais simples, buscaram também reforçar a sua identidade jovem e seu diferencial de ser um curso divertido.

 

  • Já a agência @digi.girls, que produz conteúdos para auxiliar mulheres empreendedoras a crescerem no ambiente digital, trouxe uma publicação pontuando as características de uma “empreendedora cringe”, se assumindo como tal. Além de agregar o termo à sua identidade, proporcionaram a reflexão ao seu público para ajudá-lo a formar sua identidade também, aliando a tendência àquilo que o perfil oferece aos seus seguidores.

 

A internet é rápida e essa é só um exemplo de como tendências surgem nela de repente e podem tomar grandes espaços e discussões dentro dela. No momento em que estamos atualmente, em que o ambiente digital se tornou ainda mais importante para as marcas, ficar atento a elas e saber se deve utilizá-las, como fazer isso e o timing correto abre ótimas oportunidades.

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Opinião

Por que fazer o curso de Publicidade e Propaganda

Estava refletindo esses dias que nos tempos que a gente está vivendo se animar para algo tem sido um pouco difícil, até sendo algo que a gente gosta muito. Uma delas é a vida universitária.

Eu mesma me peguei me questionando as motivações para fazer o meu curso e foi muito bom poder tirar um tempo para lembrar, então, queria compartilhar uma reflexão sobre isso com quem estiver precisando (mesmo sem saber) também.

Este é um texto escrito por uma estudante de 3º semestre do curso de Publicidade e Propaganda para estudantes do mesmo curso e para qualquer um que esteja pensando ou questionando a ideia de entrar nesse cursá-lo.

Na época que estava escolhendo meu curso, perguntei a alguns conhecidos que já tinham feito ele sobre como era, e eles descreveram, em geral, como tinha a ver com a criatividade e com o entendimento das pessoas. Eu fiquei muito animada, mesmo sem ter entendido muito bem.

Então fui pensar um pouco mais e pesquisar um pouco, e pensava: a Publicidade é importante demais. Ela contribui para a formação da nossa cultura e para a forma como enxergamos os outros e o mundo, e, se for feita com responsabilidade, pode trazer impactos positivos.

Mas foi só quando comecei o curso e fui avançando nos estudos que descobri o quão grande isso é.

Fazer publicidade é ter a chance de mudar o mundo aos pouquinhos com a sua criatividade (e aprender a construi-la no processo). É participar da criação e desenvolvimento de uma ideia que pode falar com públicos que não se sentem ouvidos e trazer reflexões indispensáveis ao contexto social. É vender um produto ou uma marca, sim, mas ter a oportunidade de falar e transformar muita coisa mesmo com uma simples imagem ou frase. É poder ver aquela pequena ideia atingindo o mundo ao seu redor da forma mais incrível, criativa e positiva possível. É ter a oportunidade de entender melhor a nossa cultura e participar ativamente dela.

Eu sei que posso soar muito otimista e sonhadora falando assim, mas a Publicidade é empolgante e acho que deve ser estudada e feita com entusiasmo.

Esse é um texto escrito por uma estudante de 3º semestre do curso de Publicidade e Propaganda que acabou de fazer uma prova de Semiótica e está com sono e completamente entusiasmada com sua escolha. E eu desejo esse sentimento a todo mundo.

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Meu Nome é Correria estreia segunda temporada com apresentação do Cazé

Com realização da E-Content Lab, a segunda temporada estreia nesta quarta-feira, dia 02 de Junho, no Youtube e plataformas de streaming de áudio

Primeiro episódio tem a participação da escritora, roteirista e apresentadora Rosana Hermann

Lançada em 2020, a primeira temporada, que contou com Thaíde como condutor, nasceu de um projeto para a Philips Áudio e Vídeo;

São Paulo, 2º de junho de 2021 – Depois de uma temporada de sucesso em 2020, a campanha do Meu Nome é Correria se transformou em um case da E-Content Lab, laboratório de conteúdo digital, e se tornou um projeto com marca e vida próprias. O programa, que conta a história dos “correrias” em destaque no mundo atual, continua com o patrocínio da Philips Áudio e Vídeo, cliente da agência, e ganha o Cazé como apresentador da segunda temporada, que estreia esta semana (2/06).

Os episódios vão girar em torno da vida das pessoas que idealizam e executam, que fazem os sonhos delas acontecerem. Os papos serão sobre empreendedorismo, propósito e sucesso. “Queremos descontruir o conceito de sucesso como lugar, uma posição. Com as conversas, a ideia é mostrar que o sucesso dessas pessoas é o seu caminho, suas pedras, suas inspirações e, inclusive, suas frustrações. Queremos levar esta reflexão ao público”, comenta o fundador da E-Content Lab, Vinicius Mancini.

Um dos principais desafios do projeto este ano é a mudança nos canais de exibição. O programa deixará de ser veiculado nas redes da Philips Áudio e Vídeo e terá canais próprios. O projeto cresceu e se transformou em uma marca de conteúdo chamada Meu Nome é Correria. “Temos o desafio de manter o ritmo do ano passado, trazer a base do programa para os canais próprios e fazer uma transição de apresentadores, com a saída do Thaíde e entrada do Cazé, diz Mancini.

“Hoje quando você pergunta para alguém ‘como você tá?’, todo mundo responde ‘nossa, tô na maior correria’. Mas a gente tá correndo para que mesmo? E para onde? Compartilhar com nosso público como é a correria desses verdadeiros atletas sociais, esse é o nosso corre nessa segunda temporada do Meu Nome É Correria”, comenta Cazé.

Projeto autoral – O Meu Nome é Correria surgiu como uma campanha de conteúdo criada pela E-Content Lab para a Philips Áudio e Vídeo em 2020. Com a virada do ano, ele passou a ser um projeto autoral da E-Content Lab, tendo a Philips como patrocinadora na categoria de Áudio e Vídeo. “A ideia é iniciar conversas com marcas que estejam relacionadas com o universo do programa e queiram participar de um projeto de conteúdo inspirador”, ressalta Vinicius.

Para a escolha do apresentador da nova temporada, Cazé foi um nome rápido e certeiro, que sempre esteve no radar dos criadores. Segundo Mancini, a ideia é mostrar que o “correria” está todos os lugares, nichos e profissões, por isso é importante contar com um profissional conectado com o assunto, público e com o storytelling para conduzir o programa.

Segunda temporada – O primeiro episódio, que vai ao ar no dia 02 de junho, contará com a participação da jornalista multitarefas Rosana Hermann, que também é roteirista, escritora e palestrante. O programa, que será veiculado no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCh1DHhmh57-qtBIYMupmt3w) e nas plataformas de streaming de áudio, deverá ter de 14 a 16 episódios, mas com perspectiva de crescimento. “Como temos ideia de trazer outras marcas, queremos aumentar o programa e chegar a ter até um episódio por semana”, finaliza Mancini.

Um nicho a ser explorado – Hoje, como o cenário dos podcasts e videocasts giram, em grande parte, em torno de polêmicas, views e audiência, a expectativa da E-Content Lab é ocupar o espaço que existe de iniciativas de conteúdo que envolvem grandes nomes, mas mais inspiradores e menos polêmicos, e que mostram um lado que o público nem sempre conhece.

Sobre a E-Content Lab

Fundada em 2017 pelo professor de Marketing Digital Vinicius Mancini, a E-Content Lab – laboratório de conteúdo digital -, atua como agência e como produtora há mais de quatro anos. Com sede em São Paulo, o time de profissionais da E-Content Lab utiliza o marketing de conteúdo como principal ferramenta para sustentar o relacionamento entre as marcas e seus consumidores, construindo valores mais sólidos e duradouros do que a publicidade por si só. Atualmente, a empresa tem como principais contas a Philips e a AOC, além do Programa Meu Nome é Correria, que se iniciou como campanha publicitária e hoje se tornou um canal proprietário com conteúdo autoral.

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Marketing

Copywriting: 3 motivos para aplicar

Você já ouviu falar em Copywriting? É uma técnica de texto com objetivo de vender, através de uma comunicação persuasiva.

É preciso saber que ele é diferente da redação publicitária, embora possa andar junto com ela: enquanto a redação proporciona uma “venda leve” dizendo como o produto é bom, o copy é focado na persuasão, dizendo o que ele pode fazer pela pessoa.

Para um copy funcionar, ainda que não tenha regras definidas fixamente, é de comum acordo que ele deve ser claro, conciso, convincente, simples e envolvente. Ele é direcionado para uma pessoa só e foca nas emoções, na pessoa em si, e não no produto.

Há vários recursos que podem ser explorados para formulá-lo, em especial os gatilhos mentais, que servem como facilitadores do cérebro para conduzir o leitor ao caminho que desejamos. Alguns famosos são o de prova social, que comprova o valor do que você está vendendo através de relatos de outros consumidores, e o de escassez, que traz a urgência da compra pela mensagem de que ele está acabando ou é limitado. São vários os gatilhos que podem ser usados de diferentes formas.

  • 3 motivos para aplicar

Mas por que usar o copy? Como disse, ele tem o objetivo de persuadir para vender. Mas, até chegar nela, o copy possibilita muitos outros benefícios a sua campanha e marca. Seguem aqui 3 motivos para aplicar essa técnica agora mesmo:

  1. Comunicação mais verdadeira – o copy é feito por uma comunicação que vê o leitor como uma pessoa, e não como um cliente. Ele é sobre como a pessoa funciona. Então, quanto mais usado, mais ele transforma a linguagem da sua marca.
  2. Atração e Conquista – com o texto persuasivo, você leva o potencial consumidor pelo caminho do funil de vendas, o atraindo e o conquistando. Um copy bem feito é capaz de, além de vender o seu produto, fidelizar o consumidor.
  3. Dar a sensação de urgência do produto – um copy bom dá ao leitor a sensação de que ele precisa daquilo agora mesmo e que o instiga a adquirir o produto ou serviço imediatamente.
  • “Ok, legal! Mas como eu aprendo a fazer um bom copy?”

Temos um artigo muito legal aqui sobre como fazer copys atrativos 3e também posso recomendar o curso da Universidade Rock Content e os conteúdos de Youtube e podcast do Marcelo Braggion.

Mas a verdade é que o aprendizado só se cumpre de verdade quando colocamos tudo isso em prática! Pode ser que no começo não dê tão certo, mas é escrevendo mais e mais que nos habituamos a fazer copys que cumprem totalmente a sua função.

Caneta e papel na mão e mãos a obra. Spoiler: você vai se apaixonar.

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