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Isabella Rocha

Marketing

Cashback: inovação ou releitura?

Como marcas alavancam vendas utilizando uma nova roupagem do antigo cartão fidelidade. a nova tendência do cashback é, na verdade, uma atualização marketeira do antigo cartão fidelidade.

Avanços tecnológicos, modas, novas tendências e a inserção de praticamente tudo em um ambiente virtual.
A virtualização de atividades corriqueiras vêm se tornando uma grande jogada de marketing para as empresas que procuram estar no dia a dia do brasileiro. Essas marcas apostam hoje, em tempos pandêmicos, em aplicativos próprios, realizações de pagamentos pelo PIX e tudo que possa girar em torno do nosso bem mais precioso: o celular.
Pensando nisso, um programa de fidelização do cliente que vêm crescendo de forma significativa é a utilização do Cashback.
Implantado em 2007 no Brasil e ganhando força atualmente, o cashback é um programa que traz benefícios tanto para o cliente, quanto para a empresa. Isso porque ao enxergar uma troca com reais proveitos, isso é, receber dinheiro de volta, existe uma tendência concreta do retorno do cliente.
Além de garantir visibilidade de branding com o cliente, existe a possibilidade de um buzzmarketing por recomendação, aumentando gradualmente assim a receita média da empresa.
Mas, será que essa nova descoberta não passa de uma atualização do que entendemos como cartão fidelidade?
Ressalva as semelhanças, o cartão fidelidade procura manter seus clientes com uma meta a ser batida em valor e quantidade de compras para liberar algum produto ou serviço de volta. Enquanto o cashback se prontifica de um método mais rápido, dando ao usuário, seja na primeira compra ou não, um valor de ressarcimento.
Essa nova roupagem veste uma ideia de recompensa imediata ao cliente, uma jogada genial que fideliza seu consumidor pela vontade de acumular ainda mais caixa.
Uma disputa entre grandes que considera a capacidade econômica empresaria e que levanta inúmeros questionamentos sobre esse programa.
Até quanto o caixa das empresas aguenta essas restituições? Como incluir as pequenas empresas dentro desse programa? Qual será a evolução do cashback?

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Marketing

Marketing para aquecer

Como as ondas climáticas de frio intenso podem ser transformadas em uma estratégia de marketing com responsabilidade social.

Com o inverno marcando sua presença fortemente e as temperaturas despencando cada vez mais, as ondas de frio no Brasil trazem inúmeros casos de hipotermia pelo país.
Os alvos, majoritariamente pessoas em situação de rua, infelizmente e literalmente, morrem de frio.
Por isso, tentando diminuir esses casos e procurando conscientizar a população de que uma roupa guardada no fundo do armário pode salvar uma vida, as ONGs realizam, durante muitos anos, a movimentação da Campanha do Agasalho, que entrega para essas pessoas roupas que possam protegê-las do inverno.

Pensando nisso, uma ação que vem crescendo no mercado são as transformações de uma doação de agasalho em porcentagem de desconto para a aquisição de algum produto em questão. As empresas estão apostando em um marketing de consumo consciente que traz benefícios para todos os lados, além de ser de ajuda social.
Um exemplo disso são os tatuadores, que estão criando campanhas para seus clientes levarem uma peça de roupa de frio e, em troca, é dado um desconto para a realização de uma tatuagem.
Ou então, marcas de beleza e cosmético que presenteiam seus clientes com produtos quando doadas roupas para o frio intenso.
Esse feito, além de trazer mais pessoas para a prática de um bem social, deslumbra novos clientes com a redução de preço e aumenta a venda empresarial. Não existe um lado que saia perdendo.

E aí, o que você acha dessa atitude? Uma causa nobre ou apenas um interesse por trás de uma boa ação?

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Opinião

O marketing dentro da saúde

Como estratégias de marketing podem ser feitas pelo banco de dados da vacinação do Sus.

Com as vacinas sendo entregues e a campanha de imunização já iniciada, a priorização decidida, por diretrizes políticas e da saúde, de iniciar as vacinações por pessoas que apresentam comorbidades, podem trazer informações importantes para o mapeamento da população.

Isso porque, com a comprovação e arquivamento desses documentos que analisam a saúde da população brasileira, o governo pode iniciar campanhas de prevenção, que auxliam e monitoram o número de pessoas afetadas por tais comorbidades, além de prevenir novos casos.
Esses dados, além de conscientizar o governo sobre a saúde de seu povo, pode servir de base para campanhas publicitárias de empresas. E é nesse momento que o marketing entra na saúde.
As empresas, já com o conhecimento e mapeamento sobre a população e sua saúde, poderá chegar em seu público com o produto certo e abordagem pessoal. Essa aproximação certeira acontece pela criação de uma persona, que representa o público alvo das empresas.
Com ela, é possível afunliar as características que firmas procuram em clientes em potencial.
Como exemplo podemos falar sobre as seguradoras e como poderão ser mais incisivas nas vendas de contrato de saúde, uma vez que já entendem as necessidades e enfermidades de seu consumidor. Procurando previnir a parte da população que não se dispõe de comorbidades, a seguradora disponibiliza novos serviços que contribuem para práticas saudáveis, como orientação nutricional.
Por isso, quando tratamos de um assunto tão abrangente quanto o marketing dentro da saúde, as possibilidades de se fazer presente com um produto dentro desse meio são extensas e garantidas. Tudo depende de uma boa jogada e do uso inteligente de big data.

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Mídia

O excessivo conteúdo de DIY

Como as trends e tendências das mídias sociais se transformaram em um excessivo faça você mesmo.

Em tempos pandêmicos, a cultura digital se intensificou no dia a dia brasileiro, com diferentes estilos e temas, mas sempre procurando agregar de alguma forma.
Além dos vídeos de entretenimento, uma linha que vem crescendo cada vez mais são os vídeos de curta duração que mostram dicas de DIY.
O DIY, sigla em inglês que significa “do it yourself” – “faça você mesmo”, é uma área virtual que procura ensinar como algum trabalho pode ser feito em casa, um exemplo disso são as dicas de moda que transformam uma peça antiga em algo novo e tendencial.
Entretanto, com esse aumento significativo de pessoas mostrando seu trabalho, as mídias sociais influenciaram indivíduos sem conhecimento algum sobre o produto em questão a aprofundarem e produzirem trabalhos manuais até então feitos somente por comerciantes.
Mas, aprender a fazer chaveiros de resina, receitas que copiam deliciosas refeições famosas ou vestidos de grife aclamados, interfere de alguma forma no mercado?
Por mais que o processo seja exibido passo a passo de como o produto é feito, muitos materiais não são encontrados facilmente em casa, fazendo com que o cliente recorra ao comércio.
Contudo, com a necessidade de renda extra em casa e o índice de desemprego em alta, as tendências de DIY (mais…)

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Publicidade

Tiago Leifert em frente à campanha de vacinação da Pfizer: Tomar para Retomar.

Procurando maximizar a atenção para a ação publicitária pró-vacina, Pfizer – em parceria com a Ogilvy – recruta o apresentador do famoso reality Big Brother Brasil para ser o rosto da campanha.

Com as vacinações já acontecendo por todo o Brasil, está havendo uma movimentação de campanhas publicitárias com o objetivo de incentivar o maior número possível de pessoas a se vacinarem. Isso porque existem muitas propagações de afirmações falsas sobre possíveis efeitos colaterais das vacinas da Covid-19.
Dessa forma, procurando remediar e contestar a proliferação de notícias falsas e, acima de tudo, promover o movimento pró-vacina, a Pfizer Brasil iniciou a campanha “Tomar para Retomar”. Essa campanha traz o rosto do anfitrião do Big Brother Brasil, estimulando brasileiros a seguirem o calendário de vacinação do Programa Nacional de Imunizações para ser possível retomarmos nossas atividades diárias.
Além disso, querendo mostrar sua entrega para essa ação, Tiago Leifert, contratado da rede Globo, doou seu cachê integralmente para o Hospital Albert Einstein.
Elaborada pela agência de publicidade Ogilvy, a campanha conta com o site www.tomarpararetomar.com.br, que se dispõe de conteúdos exclusivos elaborados por equipes médicas, como “Dúvidas sobre Vacinação” e “Prevenção da Covid-19”. Ademais, essa ação terá introdução nos meios de comunicação televisivo, em rádios e sites, e nas redes sociais do Tiago Leifert e da Pfizer Brasil.
“E, quando chegar sua vez, você já sabe: vamos Tomar para Retomar.”

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Marketing

Estagiando o desemprego: expandindo a criatividade

A movimentação brilhante de jovens que procuram uma oportunidade de trabalho se destacando na rede de mídia corporativa, enquanto estagiam o desemprego.

A inserção no mercado já é considerada, por muitos, um desafio. Porém, em tempos de pandemia, essa situação vem se complicando ainda mais.

Diante disso, está havendo uma movimentação muito divertida entre jovens, a maioria publicitários, de tentar vender seu peixe e chamar a atenção de recrutadores pela criatividade e singularidade. Um exemplo disso são as brincadeiras feitas pelas montagens de seus rostos em capas de jogos ou filmes.

Não existe limites quando o assunto é querer se fazer presente. E parece estar dando muito certo!

Algumas publicações desse estilo já chegaram a mais de 10 mil reações, e muitos comentários de empresas elogiando a engenhosidade. Já imaginou conseguir fazer um post cativo e ser lembrado por isso?

A prática de se autopromover é bastante valorizada no mercado de trabalho, existem até livros que explicam como fazer isso nas mídias sociais, ou durante uma entrevista de emprego.

Entretanto, não são todos os profissionais que possuem facilidade em realizar esse engajamento profissional. Dessa forma, deixo aqui algumas dicas que podem auxiliar no seu processo de reinvenção pessoal:

-Esteja sempre ativo na rede corporativa;

-Faça leituras que te ensinem a autopromoção, como “Mostre seu trabalho” de Austin Kleon;

-Realize um curso que desperte seu lado criativo, como Photoshop;

-Faça Networking;

-Zele pela sua imagem.

A criatividade é a chave para o sucesso. Então, em um mundo onde muitas portas vêm se fechando, abra sua própria janela. Busque oportunidades de sair do comum. Arrisque-se. Eu por exemplo já estou aqui, pensando em criar uma paródia: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela a vaga, que vem e me contrata!”.

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Marketing

Sympla e WeDo! fecham parceria e levam espetáculo a preços populares

Teatro 100% imersivo é a primeira casa de espetáculos virtual, dentro da maior plataforma de eventos do Brasil.

A WeDo!, teatro 100% imersivo, se une a Sympla e fecha parceria como a primeira casa de espetáculo virtual, dentro do maior marketplace de eventos e conteúdos digitais do Brasil.

A partir de maio, os ingressos dos espetáculos promovidos pelo teatro, estarão disponíveis na plataforma Sympla, empresa que atua há nove anos e está presente em mais de 3.100 cidades do país, possibilitando o acesso a uma ampla variedade de eventos, cursos, palestras e workshops, tanto presenciais como online, através da tecnologia que transforma a venda de ingressos em uma experiência simples, eficiente e humana.

Com a integração entre os dois sistemas, o espectador consegue comprar ingresso na Sympla e validar a entrada na porta do Teatro virtual utilizando o número do ingresso, e assim vivenciando a experiência real de forma mais completa.

Para levar a experiência da realidade virtual, o teatro WeDo! adotou o software Vmix de transmissão ao vivo, utilizado em broadcasting, eventos e emissoras de TV. Nele, é possível absorver diversos equipamentos de um switcher profissional como mesa de corte, áudio e gerador de caracteres, possibilitando conectar até mil câmeras ao software, dependendo da configuração dos computadores receptores dessas imagens. Um computador principal recebe o material ao vivo via internet e distribui o espetáculo para os lares espectadores.

Além disso, o Painel Builder permite que a equipe técnica controle suas funções e o Vmix de qualquer lugar do mundo. A direção que além de conectada com a equipe, tem contato direto com os atores, o que proporciona direcionar o caminho do espetáculo em tempo real, um fator de destaque para manter o espírito do teatro e o jogo do improviso vivo entre elenco, direção e plateia.

Juntos, WeDo! e Sympla transmitirão espetáculos do país inteiro, levando a cultura regional a preços populares.

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Marketing

Coca-Cola e sua influência na cultura e visão de mundo

Querido Papai Noel, me vê uma Coca geladinha?

É fato a influência das marcas em nosso dia a dia. Nosso jeito de se vestir, de pensar e se portar vem de uma manipulação por parte das empresas, que procuram criar um consumo inconsciente em massa. Um exemplo disso é a necessidade constante do indivíduo de trocar seu aparelho móvel anualmente. A maioria explora a possibilidade de adquirir aquele smartphone de última geração com a maçãzinha, sabe?
Mas qual é o limite dessa manipulação, que influencia até nossa visão de mundo?

Para empresas como a Coca-Cola, a resposta dessa pergunta seria “ao infinito e além”. Isso porque sua grande jogada de marketing, que dura já mais de 100 anos, concretizou uma fantasia na mente de jovens e crianças ao longo do século.

Se separarmos um grupo de crianças e jovens, e pedirmos para eles desenharem o Papai Noel, sua grande maioria (se não todas) irá ilustrar esse personagem com mesmos traços característicos: a roupa vermelha, o saco de presente e seu semblante envelhecido. Se perguntarmos a essas mesmas crianças o que faz o Papai Noel, suas respostas se assemelhariam com a ideia de sair a noite para entregar brinquedos.

Agora, se questionarmos elas de onde surgiu o Papai Noel, quase ninguém vai saber responder. Isso porque foi criado, de um jeito brilhante, uma memória de consumo inconsciente na cabeça de quase todos os indivíduos. Suas roupas vermelhas e brancas com o objetivo de se assemelhar com a marca, seu caráter amigável e gentil, para criar uma relação de empatia com as crianças, e suas peripécias de saídas à noite para entregar brinquedos fazem com que exista, anualmente, não apenas as melhores campanhas natalinas para a empresa, mas o real e inevitável consumo na cabeça dos jovens do mundo todo.

Tanto é que já estou escrevendo meu pedido para o próximo Natal:

Querido Papai Noel, me vê uma Coca geladinha?

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Opinião

As duas faces do LinkedIn

A saúde psicológica das pessoas que procuram se inserir no mercado em tempos de pandemia e como o LinkedIn pode servir de gatilho mental.

Com o aniversário de um ano da quarentena, o aumento dos casos de brasileiros que sofrem com transtornos mentais, como a depressão, a ansiedade e o estresse, é cada vez maior. As notícias rotineiras sobre os números de casos fatais por covid-19 desanimam qualquer um e é comum que, com isso, a produtividade individual desacelere. Em contrapartida, devido a diminuição da mão de obra nas empresas, as qualificações exigidas pelo mercado estão tornando-se cada vez maiores.

O medo do desemprego desencadeou em uma pressa (ainda maior) em se mostrar essencial naquilo que faz ou que pode fazer dentro do mercado. Um exemplo disso é o aumento na procura de cursos livres. Trabalhadores estão buscando, como sempre, se destacar. E, a mídia social corporativa é o lugar exato para isso.

O LinkedIn se tornou uma ferramenta imprescindível para a recolocação de indivíduos no mercado de trabalho. Ele é a ponte de comunicação que faltava entre trabalhadores e empresas.

Entretanto, sua excessividade pode ser prejudicial.

Assim como toda e qualquer mídia social, a situação de comparação, dentro do LinkedIn, é real e presente. Isso porque há uma movimentação comum e abundante da exposição do desenvolvimento próprio que, diante do cenário atual, pode trazer um sentimento de inferioridade em qualquer pessoa que sofre com a exaustão psicológica.

E, dessa forma, ficamos sem saída. A explosão de sentimentos é devastadora.

Precisamos nos reinventar como indivíduos, concorrer com outros e a nós mesmos, durante uma epidemia mundial. O desafio é elevado ao quadrado.

Por isso, não ponderar o uso da ferramenta é estar suscetível à mais gatilhos mentais.

É necessário mediar o que é absorvido em qualquer ambiente, seja ele virtual ou não, e entender o tempo de cada um.

Precisamos desacelerar para apreciar a vista.
E enxergar calma em momentos preocupantes.

Pois a ansiedade se espreita lugares tão pequenos, que passa despercebida.

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