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Isabella Rocha

Marketing

Iza e Devassa: Criatividade Tropical

É retomado o calendário da nova série da cerveja Devassa, que mostra o processo de criação de músicas com talentos da periferia.

O projeto estruturado pela HNK Lab, produzido pela Trace Brasil, conta com a cocriação da cantora Iza e outros nove nomes de talentos de subúrbios brasileiro. A série, tem como objetivo exaltar a criatividade dentro do setor musical, além de enfatizar a importância da diversidade.
Durante os quatro episódios da série da Globoplay, os talentos Stefanie (rapper), Leo Oliveira e Nanny Santos (percussionistas), Melk (violinista), Ítalo Viana (contrabaixista), Lukinhas “LK” (cantor) Sabrina Azevedo (atriz e compositora), Rafael Rocha (cantor e compositor), Izandra Machado (violinista), mostram todo o processo de criação e produção da música.
Além disso, vale ressaltar que o ecossistema da Trace Brasil conta com a produção executiva e criativa de Alberto Pereira Jr., uma criação audiovisual afro urbana. E para todo o processo de direção da série, foi selecionado um time com grandes nomes de mulheres negras, como: Aisha Mbkila (direção), Mia Lab (pós-produção e finalização).
Com uma visão inclusiva, o objetivo do projeto é cultivar novos talentos por meio da experiência de grandes nomes. Levantando pautas históricas de grande importância para o reconhecimento nacional e conscientização de cultura.
A música criada durante todo o processo de produção da série será lançada até o fim do ano e será tema da nova campanha da Devassa.
Para assistir a série, acesse: https://globoplay.globo.com/criatividade-tropical-abre-as-portas-para-o-gueto/t/Hgfs2F98Gv/detalhes/

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Marketing

Virou single! Good Game Wp ganha nova campanha

A competição de games da Ambev agora ganha um videoclipe produzido pela GeeKMusic e Vandalo.

Promovido pela Ambev, Black Duck e Diverti, e patrocinado pela Nubank e Ifood, o primeiro campeonato oficial de e-sports convida jogadores casuais ou pro players a imergir em um concurso que pode premiar equipes com até R$ 50 mil, sendo R$ 45 mil em dinheiro e R$ 5 mil em créditos para compras dentro do iFood.
As modalidades dessa disputa englobarão os jogos mais famosos no Brasil: League of Legends (LoL), Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), Free Fire e Valorant.

Dessa forma, procurando aumentar a divulgação sobre as inscrições do campeonato da GGWP, as produtoras GeekMusic e Vandalo irão abordar o conceito “Jogue o Máximo” da Agência Cooler DVT, uma campanha que se apropria de um foco central em uma comunicação por videoclipe.
Nele, haverá a participação de Kant, MHRAP, Pedro Qualy e Felícia Rocke personificando personagens de Counter Strike, Valorant, Free Fire e League of Legends.

O single convidativo promete alavancar o primeiro de muitos projetos da GGPW, que objetivam abrir uma nova perspectiva para as empresas que querem investir no cenário competitivo profissional de games e comunidade gamer no geral.

As inscrições vão até 30 de setembro e acontecem de forma gratuita. É a mistura de diversão e experiência na dose certa.
Para mais informações sobre a competição, acesse: https://goodgamebrasil.gg/

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Marketing

Mentes da Inovação: Bayer com a ciência brasileira

A Bayer, procurando incentivar projetos acadêmicos de cunho social, irá premiar em até R$ 30 mil reais projetos direcionados para a saúde e agricultura.
O projeto Mentes da Inovação, lançado ainda hoje, terça-feira, 14, procura estimular ainda mais estudantes a se engajarem em projetos científicos que cooperam na qualidade de vida da sociedade. Comemorando seus 125 anos no país, a ideia empresarial se prendeu em um objetivo de fortificar uma imagem de um novo posicionamento da Bayer pilotado por valores morais: colaboração e inovação aberta.
A inscrição é aberta ao público universitário, sem restrição de curso de graduação a pós-doutorado, e tem início nessa terça feira (14) e término em 08 de outubro.
A premiação será concebida para até seis vencedores, sendo três de uma mesma categoria. O anúncio será feito no Dia Mundial da Ciência, 24 de novembro, e contará com uma bancada de juízes, representantes da própria Bayer e da Fiocruz, e de parceiros institucionais do projeto, como a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras, Embrapa, Pacto Global Rede Brasil e da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.
Os parâmetros e critérios medidos durante a competição levarão em consideração a capacidade técnica, inovação e impacto positivo de contribuição para a sociedade.
Essa iniciativa dá continuidade ao projeto de criação da Life Hub, um hub de inovação que também se edifica em uma jornada se baseando em três pilares importantes: sustentabilidade, pessoas e inovação. O ecossistema da Life Hub se ramifica em startups, universidades e em outros lugares onde a primazia é o networking.
Além disso, os finalistas terão a oportunidade de receber futuramente o estímulo de seus projetos no Life Hub com um aporte de até R$ 500 mil.
A empresa aposta em uma relação de mutualismo com a sociedade, avançando na ciência no Brasil e conectando jovens com este ambiente.
Para mais informações ou inscrição no programa, acesse: https://www.bayer.com.br/pt/mentesdainovacao (mais…)

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Opinião

O verde nunca valeu tanto

Como estratégias de marketing podem causar memória afetiva em consumidores que zelam por uma boa reputação empresarial que abraça a inciativa verde.

Ao longo dos anos, a pauta sobre sustentabilidade, preservação e cuidado com o meio ambiente vem ocupando espaço em mais lugares de visibilidade. Há, por exemplo, influenciadores digitais que dedicam seu tempo em discutir situações preocupantes que agravam a saúde ambiental de nosso planeta, como o consumo inconsciente de recursos naturais.
Dessa forma, devido a essa maior divulgação sobre o assunto, existe também um aumento na população preocupada com o meio ambiente, procurando direcionar seus consumos e estilo de vida onde há o menor impacto ambiental.
Esse redirecionamento, por sua vez, é o que motiva o marketing de alguma empresa a apresentar um posicionamento que os faça não perder, mas sim ganhar mais consumidores.
Um exemplo disso são os projetos ambientais dentro do setor de cosmético que procuram retirar o processo de experimentos laboratoriais em animais. O “cruelty-free” se transformou em um diferencial para pessoas que seguem uma filosofia de produção consciente.
Segundo pesquisa realizada pela agência de pesquisa norte-americana, Union + Webster, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), 87% dos brasileiros preferem empresas com práticas sustentáveis, e 70% dos entrevistados disseram não se importar em pagar um pouco mais para isso.
É esse público que atraí empresas e faz com que as mesmas tomem medidas de transformação. Ou pelo menos, fazem acreditarmos que exista uma.
Os mesmos produtos cruelty-free que atraem um público consciente, por exemplo, podem ser burlados com uma fácil exceção. Algumas empresas declaram que não realizam testes em animais em sua produção de cosmético. Porém, esse tipo de declaração pode significar, por exemplo, que a empresa não testa seu produto final em animais, mas pode comprar de outras indústrias, ingredientes que foram submetidos em testes com cobaias.
Mas como a ciência disso, para os consumidores, ainda é quase que nula, essas empresas conseguem se cobrir em uma cortina de preceitos e filosofia sustentável.
São essas as estratégias de marketing que causam memória afetiva aos consumidores que procuram uma marca “preocupada” em questões ambientais. É com esse armamento que se compõe a boa reputação de uma empresa. O marketing constrói uma imagem positiva, agradável e empática de uma marca que abraça a iniciativa verde e que quer diminuir agressividades ambientais.
Mas será esse seu verdadeiro interesse?

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Marketing

Cashback: inovação ou releitura?

Como marcas alavancam vendas utilizando uma nova roupagem do antigo cartão fidelidade. a nova tendência do cashback é, na verdade, uma atualização marketeira do antigo cartão fidelidade.

Avanços tecnológicos, modas, novas tendências e a inserção de praticamente tudo em um ambiente virtual.
A virtualização de atividades corriqueiras vêm se tornando uma grande jogada de marketing para as empresas que procuram estar no dia a dia do brasileiro. Essas marcas apostam hoje, em tempos pandêmicos, em aplicativos próprios, realizações de pagamentos pelo PIX e tudo que possa girar em torno do nosso bem mais precioso: o celular.
Pensando nisso, um programa de fidelização do cliente que vêm crescendo de forma significativa é a utilização do Cashback.
Implantado em 2007 no Brasil e ganhando força atualmente, o cashback é um programa que traz benefícios tanto para o cliente, quanto para a empresa. Isso porque ao enxergar uma troca com reais proveitos, isso é, receber dinheiro de volta, existe uma tendência concreta do retorno do cliente.
Além de garantir visibilidade de branding com o cliente, existe a possibilidade de um buzzmarketing por recomendação, aumentando gradualmente assim a receita média da empresa.
Mas, será que essa nova descoberta não passa de uma atualização do que entendemos como cartão fidelidade?
Ressalva as semelhanças, o cartão fidelidade procura manter seus clientes com uma meta a ser batida em valor e quantidade de compras para liberar algum produto ou serviço de volta. Enquanto o cashback se prontifica de um método mais rápido, dando ao usuário, seja na primeira compra ou não, um valor de ressarcimento.
Essa nova roupagem veste uma ideia de recompensa imediata ao cliente, uma jogada genial que fideliza seu consumidor pela vontade de acumular ainda mais caixa.
Uma disputa entre grandes que considera a capacidade econômica empresaria e que levanta inúmeros questionamentos sobre esse programa.
Até quanto o caixa das empresas aguenta essas restituições? Como incluir as pequenas empresas dentro desse programa? Qual será a evolução do cashback?

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Marketing

Marketing para aquecer

Como as ondas climáticas de frio intenso podem ser transformadas em uma estratégia de marketing com responsabilidade social.

Com o inverno marcando sua presença fortemente e as temperaturas despencando cada vez mais, as ondas de frio no Brasil trazem inúmeros casos de hipotermia pelo país.
Os alvos, majoritariamente pessoas em situação de rua, infelizmente e literalmente, morrem de frio.
Por isso, tentando diminuir esses casos e procurando conscientizar a população de que uma roupa guardada no fundo do armário pode salvar uma vida, as ONGs realizam, durante muitos anos, a movimentação da Campanha do Agasalho, que entrega para essas pessoas roupas que possam protegê-las do inverno.

Pensando nisso, uma ação que vem crescendo no mercado são as transformações de uma doação de agasalho em porcentagem de desconto para a aquisição de algum produto em questão. As empresas estão apostando em um marketing de consumo consciente que traz benefícios para todos os lados, além de ser de ajuda social.
Um exemplo disso são os tatuadores, que estão criando campanhas para seus clientes levarem uma peça de roupa de frio e, em troca, é dado um desconto para a realização de uma tatuagem.
Ou então, marcas de beleza e cosmético que presenteiam seus clientes com produtos quando doadas roupas para o frio intenso.
Esse feito, além de trazer mais pessoas para a prática de um bem social, deslumbra novos clientes com a redução de preço e aumenta a venda empresarial. Não existe um lado que saia perdendo.

E aí, o que você acha dessa atitude? Uma causa nobre ou apenas um interesse por trás de uma boa ação?

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Opinião

O marketing dentro da saúde

Como estratégias de marketing podem ser feitas pelo banco de dados da vacinação do Sus.

Com as vacinas sendo entregues e a campanha de imunização já iniciada, a priorização decidida, por diretrizes políticas e da saúde, de iniciar as vacinações por pessoas que apresentam comorbidades, podem trazer informações importantes para o mapeamento da população.

Isso porque, com a comprovação e arquivamento desses documentos que analisam a saúde da população brasileira, o governo pode iniciar campanhas de prevenção, que auxliam e monitoram o número de pessoas afetadas por tais comorbidades, além de prevenir novos casos.
Esses dados, além de conscientizar o governo sobre a saúde de seu povo, pode servir de base para campanhas publicitárias de empresas. E é nesse momento que o marketing entra na saúde.
As empresas, já com o conhecimento e mapeamento sobre a população e sua saúde, poderá chegar em seu público com o produto certo e abordagem pessoal. Essa aproximação certeira acontece pela criação de uma persona, que representa o público alvo das empresas.
Com ela, é possível afunliar as características que firmas procuram em clientes em potencial.
Como exemplo podemos falar sobre as seguradoras e como poderão ser mais incisivas nas vendas de contrato de saúde, uma vez que já entendem as necessidades e enfermidades de seu consumidor. Procurando previnir a parte da população que não se dispõe de comorbidades, a seguradora disponibiliza novos serviços que contribuem para práticas saudáveis, como orientação nutricional.
Por isso, quando tratamos de um assunto tão abrangente quanto o marketing dentro da saúde, as possibilidades de se fazer presente com um produto dentro desse meio são extensas e garantidas. Tudo depende de uma boa jogada e do uso inteligente de big data.

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Mídia

O excessivo conteúdo de DIY

Como as trends e tendências das mídias sociais se transformaram em um excessivo faça você mesmo.

Em tempos pandêmicos, a cultura digital se intensificou no dia a dia brasileiro, com diferentes estilos e temas, mas sempre procurando agregar de alguma forma.
Além dos vídeos de entretenimento, uma linha que vem crescendo cada vez mais são os vídeos de curta duração que mostram dicas de DIY.
O DIY, sigla em inglês que significa “do it yourself” – “faça você mesmo”, é uma área virtual que procura ensinar como algum trabalho pode ser feito em casa, um exemplo disso são as dicas de moda que transformam uma peça antiga em algo novo e tendencial.
Entretanto, com esse aumento significativo de pessoas mostrando seu trabalho, as mídias sociais influenciaram indivíduos sem conhecimento algum sobre o produto em questão a aprofundarem e produzirem trabalhos manuais até então feitos somente por comerciantes.
Mas, aprender a fazer chaveiros de resina, receitas que copiam deliciosas refeições famosas ou vestidos de grife aclamados, interfere de alguma forma no mercado?
Por mais que o processo seja exibido passo a passo de como o produto é feito, muitos materiais não são encontrados facilmente em casa, fazendo com que o cliente recorra ao comércio.
Contudo, com a necessidade de renda extra em casa e o índice de desemprego em alta, as tendências de DIY (mais…)

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Publicidade

Tiago Leifert em frente à campanha de vacinação da Pfizer: Tomar para Retomar.

Procurando maximizar a atenção para a ação publicitária pró-vacina, Pfizer – em parceria com a Ogilvy – recruta o apresentador do famoso reality Big Brother Brasil para ser o rosto da campanha.

Com as vacinações já acontecendo por todo o Brasil, está havendo uma movimentação de campanhas publicitárias com o objetivo de incentivar o maior número possível de pessoas a se vacinarem. Isso porque existem muitas propagações de afirmações falsas sobre possíveis efeitos colaterais das vacinas da Covid-19.
Dessa forma, procurando remediar e contestar a proliferação de notícias falsas e, acima de tudo, promover o movimento pró-vacina, a Pfizer Brasil iniciou a campanha “Tomar para Retomar”. Essa campanha traz o rosto do anfitrião do Big Brother Brasil, estimulando brasileiros a seguirem o calendário de vacinação do Programa Nacional de Imunizações para ser possível retomarmos nossas atividades diárias.
Além disso, querendo mostrar sua entrega para essa ação, Tiago Leifert, contratado da rede Globo, doou seu cachê integralmente para o Hospital Albert Einstein.
Elaborada pela agência de publicidade Ogilvy, a campanha conta com o site www.tomarpararetomar.com.br, que se dispõe de conteúdos exclusivos elaborados por equipes médicas, como “Dúvidas sobre Vacinação” e “Prevenção da Covid-19”. Ademais, essa ação terá introdução nos meios de comunicação televisivo, em rádios e sites, e nas redes sociais do Tiago Leifert e da Pfizer Brasil.
“E, quando chegar sua vez, você já sabe: vamos Tomar para Retomar.”

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Marketing

Estagiando o desemprego: expandindo a criatividade

A movimentação brilhante de jovens que procuram uma oportunidade de trabalho se destacando na rede de mídia corporativa, enquanto estagiam o desemprego.

A inserção no mercado já é considerada, por muitos, um desafio. Porém, em tempos de pandemia, essa situação vem se complicando ainda mais.

Diante disso, está havendo uma movimentação muito divertida entre jovens, a maioria publicitários, de tentar vender seu peixe e chamar a atenção de recrutadores pela criatividade e singularidade. Um exemplo disso são as brincadeiras feitas pelas montagens de seus rostos em capas de jogos ou filmes.

Não existe limites quando o assunto é querer se fazer presente. E parece estar dando muito certo!

Algumas publicações desse estilo já chegaram a mais de 10 mil reações, e muitos comentários de empresas elogiando a engenhosidade. Já imaginou conseguir fazer um post cativo e ser lembrado por isso?

A prática de se autopromover é bastante valorizada no mercado de trabalho, existem até livros que explicam como fazer isso nas mídias sociais, ou durante uma entrevista de emprego.

Entretanto, não são todos os profissionais que possuem facilidade em realizar esse engajamento profissional. Dessa forma, deixo aqui algumas dicas que podem auxiliar no seu processo de reinvenção pessoal:

-Esteja sempre ativo na rede corporativa;

-Faça leituras que te ensinem a autopromoção, como “Mostre seu trabalho” de Austin Kleon;

-Realize um curso que desperte seu lado criativo, como Photoshop;

-Faça Networking;

-Zele pela sua imagem.

A criatividade é a chave para o sucesso. Então, em um mundo onde muitas portas vêm se fechando, abra sua própria janela. Busque oportunidades de sair do comum. Arrisque-se. Eu por exemplo já estou aqui, pensando em criar uma paródia: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela a vaga, que vem e me contrata!”.

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