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Isabella Rocha

Marketing

Estagiando o desemprego: expandindo a criatividade

A movimentação brilhante de jovens que procuram uma oportunidade de trabalho se destacando na rede de mídia corporativa, enquanto estagiam o desemprego.

A inserção no mercado já é considerada, por muitos, um desafio. Porém, em tempos de pandemia, essa situação vem se complicando ainda mais.

Diante disso, está havendo uma movimentação muito divertida entre jovens, a maioria publicitários, de tentar vender seu peixe e chamar a atenção de recrutadores pela criatividade e singularidade. Um exemplo disso são as brincadeiras feitas pelas montagens de seus rostos em capas de jogos ou filmes.

Não existe limites quando o assunto é querer se fazer presente. E parece estar dando muito certo!

Algumas publicações desse estilo já chegaram a mais de 10 mil reações, e muitos comentários de empresas elogiando a engenhosidade. Já imaginou conseguir fazer um post cativo e ser lembrado por isso?

A prática de se autopromover é bastante valorizada no mercado de trabalho, existem até livros que explicam como fazer isso nas mídias sociais, ou durante uma entrevista de emprego.

Entretanto, não são todos os profissionais que possuem facilidade em realizar esse engajamento profissional. Dessa forma, deixo aqui algumas dicas que podem auxiliar no seu processo de reinvenção pessoal:

-Esteja sempre ativo na rede corporativa;

-Faça leituras que te ensinem a autopromoção, como “Mostre seu trabalho” de Austin Kleon;

-Realize um curso que desperte seu lado criativo, como Photoshop;

-Faça Networking;

-Zele pela sua imagem.

A criatividade é a chave para o sucesso. Então, em um mundo onde muitas portas vêm se fechando, abra sua própria janela. Busque oportunidades de sair do comum. Arrisque-se. Eu por exemplo já estou aqui, pensando em criar uma paródia: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela a vaga, que vem e me contrata!”.

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Marketing

Sympla e WeDo! fecham parceria e levam espetáculo a preços populares

Teatro 100% imersivo é a primeira casa de espetáculos virtual, dentro da maior plataforma de eventos do Brasil.

A WeDo!, teatro 100% imersivo, se une a Sympla e fecha parceria como a primeira casa de espetáculo virtual, dentro do maior marketplace de eventos e conteúdos digitais do Brasil.

A partir de maio, os ingressos dos espetáculos promovidos pelo teatro, estarão disponíveis na plataforma Sympla, empresa que atua há nove anos e está presente em mais de 3.100 cidades do país, possibilitando o acesso a uma ampla variedade de eventos, cursos, palestras e workshops, tanto presenciais como online, através da tecnologia que transforma a venda de ingressos em uma experiência simples, eficiente e humana.

Com a integração entre os dois sistemas, o espectador consegue comprar ingresso na Sympla e validar a entrada na porta do Teatro virtual utilizando o número do ingresso, e assim vivenciando a experiência real de forma mais completa.

Para levar a experiência da realidade virtual, o teatro WeDo! adotou o software Vmix de transmissão ao vivo, utilizado em broadcasting, eventos e emissoras de TV. Nele, é possível absorver diversos equipamentos de um switcher profissional como mesa de corte, áudio e gerador de caracteres, possibilitando conectar até mil câmeras ao software, dependendo da configuração dos computadores receptores dessas imagens. Um computador principal recebe o material ao vivo via internet e distribui o espetáculo para os lares espectadores.

Além disso, o Painel Builder permite que a equipe técnica controle suas funções e o Vmix de qualquer lugar do mundo. A direção que além de conectada com a equipe, tem contato direto com os atores, o que proporciona direcionar o caminho do espetáculo em tempo real, um fator de destaque para manter o espírito do teatro e o jogo do improviso vivo entre elenco, direção e plateia.

Juntos, WeDo! e Sympla transmitirão espetáculos do país inteiro, levando a cultura regional a preços populares.

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Marketing

Coca-Cola e sua influência na cultura e visão de mundo

Querido Papai Noel, me vê uma Coca geladinha?

É fato a influência das marcas em nosso dia a dia. Nosso jeito de se vestir, de pensar e se portar vem de uma manipulação por parte das empresas, que procuram criar um consumo inconsciente em massa. Um exemplo disso é a necessidade constante do indivíduo de trocar seu aparelho móvel anualmente. A maioria explora a possibilidade de adquirir aquele smartphone de última geração com a maçãzinha, sabe?
Mas qual é o limite dessa manipulação, que influencia até nossa visão de mundo?

Para empresas como a Coca-Cola, a resposta dessa pergunta seria “ao infinito e além”. Isso porque sua grande jogada de marketing, que dura já mais de 100 anos, concretizou uma fantasia na mente de jovens e crianças ao longo do século.

Se separarmos um grupo de crianças e jovens, e pedirmos para eles desenharem o Papai Noel, sua grande maioria (se não todas) irá ilustrar esse personagem com mesmos traços característicos: a roupa vermelha, o saco de presente e seu semblante envelhecido. Se perguntarmos a essas mesmas crianças o que faz o Papai Noel, suas respostas se assemelhariam com a ideia de sair a noite para entregar brinquedos.

Agora, se questionarmos elas de onde surgiu o Papai Noel, quase ninguém vai saber responder. Isso porque foi criado, de um jeito brilhante, uma memória de consumo inconsciente na cabeça de quase todos os indivíduos. Suas roupas vermelhas e brancas com o objetivo de se assemelhar com a marca, seu caráter amigável e gentil, para criar uma relação de empatia com as crianças, e suas peripécias de saídas à noite para entregar brinquedos fazem com que exista, anualmente, não apenas as melhores campanhas natalinas para a empresa, mas o real e inevitável consumo na cabeça dos jovens do mundo todo.

Tanto é que já estou escrevendo meu pedido para o próximo Natal:

Querido Papai Noel, me vê uma Coca geladinha?

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Opinião

As duas faces do LinkedIn

A saúde psicológica das pessoas que procuram se inserir no mercado em tempos de pandemia e como o LinkedIn pode servir de gatilho mental.

Com o aniversário de um ano da quarentena, o aumento dos casos de brasileiros que sofrem com transtornos mentais, como a depressão, a ansiedade e o estresse, é cada vez maior. As notícias rotineiras sobre os números de casos fatais por covid-19 desanimam qualquer um e é comum que, com isso, a produtividade individual desacelere. Em contrapartida, devido a diminuição da mão de obra nas empresas, as qualificações exigidas pelo mercado estão tornando-se cada vez maiores.

O medo do desemprego desencadeou em uma pressa (ainda maior) em se mostrar essencial naquilo que faz ou que pode fazer dentro do mercado. Um exemplo disso é o aumento na procura de cursos livres. Trabalhadores estão buscando, como sempre, se destacar. E, a mídia social corporativa é o lugar exato para isso.

O LinkedIn se tornou uma ferramenta imprescindível para a recolocação de indivíduos no mercado de trabalho. Ele é a ponte de comunicação que faltava entre trabalhadores e empresas.

Entretanto, sua excessividade pode ser prejudicial.

Assim como toda e qualquer mídia social, a situação de comparação, dentro do LinkedIn, é real e presente. Isso porque há uma movimentação comum e abundante da exposição do desenvolvimento próprio que, diante do cenário atual, pode trazer um sentimento de inferioridade em qualquer pessoa que sofre com a exaustão psicológica.

E, dessa forma, ficamos sem saída. A explosão de sentimentos é devastadora.

Precisamos nos reinventar como indivíduos, concorrer com outros e a nós mesmos, durante uma epidemia mundial. O desafio é elevado ao quadrado.

Por isso, não ponderar o uso da ferramenta é estar suscetível à mais gatilhos mentais.

É necessário mediar o que é absorvido em qualquer ambiente, seja ele virtual ou não, e entender o tempo de cada um.

Precisamos desacelerar para apreciar a vista.
E enxergar calma em momentos preocupantes.

Pois a ansiedade se espreita lugares tão pequenos, que passa despercebida.

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