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Itamar Peixoto

Opinião

Consultoria ou Agência?

CREATIVOS BR – Opinião – Consultoria ou Agência de comunicação

Dentre as voltas que o mercado (que a vida) dá, vez ou outra me pego pensando: o que será mais eficiente: consultoria ou gestão de comunicação? O que poderá dar melhores retornos para a empresa: concentrar todos os esforços de comunicação ou terceirizar? Posso lhe afirmar que os consultores e agências de consultoria terão ótimos argumentos para convencer de que a consultoria é a melhor opção para a empresa. Por outro lado, gestores e agências de comunicação (e/ou de propaganda) tem toda uma base para contra argumentar e lhe provar que é a gestão que o contratante precisa. Ambas as opções serão eficiente para o cliente, basta entender qual é o momento. Mas o que o cliente precisa de fato? São diversos vieses a serem ponderados para essa decisão.

É evidente o espaço que as consultorias têm ganhado no mercado, incluindo o de comunicação. O fato é que o que vai gerar resultado na empresa pode não ser uma nova comunicação e sim uma reestruturação do negócio, uma evolução do mindset corporativo, ou repensar os processos. Antes de convidar os amigos, organize a casa para recebê-los. O mercado muda muito e as empresas precisam acompanhar essa evolução, e isso incluí as agências de comunicação.

Por outro lado, a agência de comunicação tem a responsabilidade e a expertise de estabelecer diálogo com os públicos de interesse da empresa, que podem ser (e são) extensos e variados. De acordo com o porte e necessidade de comunicação pode ser inviável interiorizar a comunicação e ser importante ter uma agência.

Precisamos entender e acompanhar as voltas que o mercado sempre dá. Vejo empresas que decidiram contratar equipe interna para gerir sua própria comunicação e com isso chamar a responsabilidade pra si sobre a ótica de reduzir custo, ter agilidade e mais relevância. E também vejo empresas que, pelos mesmos motivos, decidem contratar uma agência de comunicação. Diferentes empresas, em diferentes momentos do negócios, carecem de diferentes soluções.

Mas quem disse que não dá para aliar a consultoria e a gestão de comunicação? Principalmente na busca pela relevância, a integração dessas duas frentes podem somar em um resultado sinérgico incrível. Contudo, o que vou dizer serve tanto para o contratado quanto para o contratante, o que fará a diferença é a empatia no negócio. É você, enquanto agência ou consultoria, entender e se preocupar de fato o que será fundamental na empresa, entender e respeitar qual é o momento dela. Ou a você, enquanto cliente, entender o valor da sua verba, olhar para dentro (da empresa), considerar todos os seus recursos, principalmente humanos, e concluir de acordo com os seus desafios (objetivos) o que fará diferença no momento.

Consultoria ou agência? O mercado ganha com as consultorias se envolvendo e balançando as agências e as agências se posicionando e entendendo a essência de uma consultoria.

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Marketing

Restaurante cria perfil no Happn para divulgar promoção

MARKETING-CREATIVOSBR-RESTAURANTE-UNE-A-APLICATIVO-DE-PAQUERA

Para promover um novo prato, o restaurante Abbraccio Cucina italiana criou um perfil no Happn para que os usuários do aplicativo de paquera possam curtí-lo e ganhar um prato cortesia. Esta estratégia de divulgação tem como finalidade lançar o prato Filetto ala Wellington, que se trata de uma releitura do tradicional Bile Wellington e circulará até o dia 30 de novembro.

Esta ação acontecerá por meio de segmentação geolocalizada exclusivamente nas cidades em que o restaurante possui unidades: São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Niterói e Brasília. Os usuários do Happn visualizarão o Fileto a la Wellington no aplicativo e ao curtir o perfil receberão uma mensagem explicando sobre a cortesia, a qual dá direito a um prato principal do menu na compra de outro.

 

 

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Vai e vem

Paulo Centenaro é o novo diretor executivo da ABRADI

PAULO-CENTENARO-ABRADI-VAI-EVEM-CREATIVOSBR

Com a responsabilidade de aumentar a representatividade no país, unificar as 14 regionais e posicionar a instituição como transformadora digital, agora a ABRADI conta com a direção executiva de Paulo Centenaro.

“A nacionalização da instituição visa, principalmente, criar um back-office estruturado com uma equipe própria administrativa-financeira potencializada por contratos de empresas de contabilidade e de advocacia”, disse Marcelo Sousa, presidente da Abradi Nacional.

Há quase dez anos Paulo assume a mesma função na unidade de São Paulo e afirma que a Abradi vai trabalhar para mostrar ao mercado que seus profissionais estão ativos na liderança da transformação digital no país.

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Opinião

O que os Mídias esperam dos veículos?

O-QUE-OS-MÍDIAS-ESPERAM-DOS-VEÍCULOS-MÍDIA-CREATIVOS-BR

Antes de falar sobre isso, precisamos considerar algumas questões que dizem respeito principalmente ao comportamento de consumo e também aos desafios empresariais. Não é nenhuma novidade dizer que somos “multitelas”. Estamos em celulares, computadores e televisões quase sempre. Nos celulares são diversos aplicativos competindo pelo nosso tempo, assim como nos computadores acessamos vários sites e deixamos sei lá quantas abas abertas; e ao assistir TV são bem amplas as opções de canais. Trabalhamos com um notebook, pegamos o celular diversas vezes e fitamos a TV, não necessariamente nessa ordem. Mas também lemos livros, blogs e revistas, somos impactados por mídias out-of-home enquanto ouvimos uma música via streaming. A nossa realidade é fazer muita coisa “ao mesmo tempo”. Temos dois ou três empregos, mais de uma empresa, participamos de alguns projetos, defendemos muitas causas, enfim, são muitas as bandeiras que levantamos. E bem neste cenário cresce a repulsa por propaganda. Pulamos anúncios, instalamos bloqueadores, pagamos streaming para não ouvir e ver propagandas, não pegamos folhetos em semáforos. Ok, mas o que isso tem a ver?

Em um passado não tão distante era possível atingir os objetivos dos clientes praticamente fazendo publicidade, comprar mídia nos veículos de maior audiência e afinidade com o público resolvia. Mas agora a mídia é segmentada, e o anunciante precisa falar adequadamente com seu público em vários canais diferentes. E precisa também integrar o PDV, eventos, marketing direto, endomarketing, marketing digital… e por aí vai. Ah, e tem que ser interessante, tem que ter conteúdo relevante. Todo esse conjunto precisa estimular interatividade e ser passível de mensuração. Culpa ou mérito da evolução digital? Tanto faz, o que importa é que o consumidor quer falar (e ser ouvido) e o cliente quer/precisa saber dos “números”. O Mídia precisa comprovar efetividade e também precisa prover inovação constante.

Hum… e como é a realidade de um departamento de Mídia hoje?

O cliente é como um investidor, e a mídia naturalmente detém o maior montante do investimento. Talvez esse conjunto de fatores pode ter influenciado o crescimento da relevância desse departamento perante os clientes. As equipes estão menores, apesar de terem crescido as responsabilidades. A mídia tem incorporado funções como inteligência de dados (B.I.). Consequentemente os profissionais do departamento têm menos tempo, e precisam de agilidade e assertividade mais do que nunca. Pode ser que alguns departamentos se deparem com outro problema: a “juniorização” da equipe. E aí, meu amigo, por mais inteligente e dedicado que um “júnior” possa ser, por tempo de mercado (e de vida), dificilmente terá a sagacidade que um profissionalmente experiente tem para lidar com problemas, planos e relacionamento com veículos.

E o que os mídias esperam dos veículos?

Primeiramente, que resolvam os problemas dos clientes. Mas para que isso aconteça, o veículo precisa conhecer o cliente, saber das suas dores e intenções. Bom, se é falta de preparo do veículo ou falta de briefing da agência… não sei. Mas sei que se tiver maior proximidade entre veículos e os departamentos de mídia (e entre os departamentos da agência), o cliente sai ganhando, provavelmente com problemas resolvidos e objetivos concretizados.

De acordo com Filipe Crespo, Diretor de Mídia da Aktuellmix, o Mídia precisa das melhores oportunidades de tempo e espaço, que promova diferenciação da concorrência, tenha adequação ao target, traga rentabilidade, e que principalmente estejam atreladas aos objetivos de campanha determinados.

Os Mídias precisam:

  • De propostas claras, focadas no cliente, que tenham dados para basear argumentação tática para defender porquê investir no veículo X para atingir o target da campanha (ranking de audiência, afinidade com o target e análise de concorrência, por exemplo).
  • Apresentações sucintas (pouco importa o layout, o conteúdo tem muito mais valor).  Com tempo bem escasso do mídia e também do cliente, não há tempo para brincar de leilão com o plano de mídia, então espera-se que o veículo apresente sua melhor negociação ou corre risco de ser cortado do plano.
  • Enxergar no veículo a possibilidade de saber das possibilidades de veiculação. Não somente as novidades, mas as características importantes do veículo (por exemplo, as possibilidades de segmentações).
  • Que o veículo se interesse verdadeiramente pelo seu cliente (e não em bater meta de venda). Se o veículo sabe o que o cliente quer comunicar ao seu público… a solução pode ser incrível.

E se a equipe é quase toda júnior? Abrace-a, dê dados e argumentos. Leve-a pra dentro do veículo, mostre a realidade, dê conteúdo, ensine. Contribua com o crescimento desses profissionais. Lembre-se que todo senior já foi júnior um dia.

 

Comente o que os veículos ou os mídias podem fazer para facilitar o seu dia e te ajudar a ser mais assertivo.

 

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Digital

Mídia fragmentada e oportunidades de conversão

GRAD ALON – DIGITAL – CREATIVOS BR – DIVULGAÇÃO – CELINA GERMER

Durante o 8º Congresso da Abeb, em São Paulo, Gad Alon – diretor de parcerias em métricas do Facebook – apresentou dados que evidenciam a fragmentação da audiência. De acordo com este dados, na década de 70, nos Estados Unidos, os 10 programas mais assistidos alcançavam 37% da audiência, e hoje o número chega a 17%. Outra diferença é que nesses quase 50 anos os domicílios que tinham em média 8 canis de TV agora contam com mais de 194 opções. Além disso, para consagrar a fragmentação, os telespectadores adicionaram a segunda tela.

É cada vez mais difícil atingir o público diante da diversidade de opções de consumo de mídia, contudo Alon afirma que diante deste cenário haverá oportunidades aos profissionais de marketing que investem em plataformas digitais e mídias tradicionais.

Para Alon, a concentração do público está dividida entre os modais e isso não significa que as pessoas não estejam prestando atenção aos comerciais. “A noção de atenção mudou. Para sermos mais efetivos, é necessário abraçar isso”, diz Alon. Um estudo realizado pelo Facebook sustenta seu discurso. Durante o lançamento de uma série o uso da rede social apontou aumento de 50% durante os intervalos.

“Antes, quando pensávamos em cross device e cross channel era sobre complementar alcance, mas não é mais sobre isso. Agora é sobre frequência e estímulo”, afirma Alon.

No Facebook deve ser considerado o tempo de visualização com um dos pilares da comunicação. Alon explica que mesmo vídeos que não foram vistos até o fim podem trazer bons resultados para empresas, principalmente porque, nesses casos, eles custam cerca de um quinto do valor ao anunciante. Para que a campanha tenha uma boa performance, é necessário realizar uma inserção do nome da empresa nos primeiros momentos do filme, e adaptá-lo a um ambiente em que ele possa ser visto sem som.

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Opinião

Influenciadores digitais nas táticas de mídia

influencidor digital-mídia-creativosbr

Que os “influenciadores digitais” estão cada vez mais presentes em nossas vidas, é inegável, mas você já parou para pensar o tanto que as suas respectivas presenças cresceram nos budgets de mídia? Antes de mais nada, o que é um influenciador digital mesmo?

Influência, segundo o dicionário Michaelis significa o poder de influenciar e modificar o pensamento ou o comportamento de outrem sem o uso da força ou imposição. E digital… dispensa comentários. Então pra fechar a ideia, influenciador digital é aquele ser que através de meios digitais tem poder de alterar pensamentos e comportamentos de outras pessoas… interessante, e é aí que está a sacada. É ai que as marcas estão apostando.

Arrisco dizer que os influenciadores digitais podem ser como veículos de mídia especializados, ou melhor, segmentados. Ao definir um veículo de mídia segmentado, como um canal fechado de TV ou uma revista de carros, para uma campanha é preciso conhecer a “linha editorial”, tiragem, circulação, audiência, alcance, entre outras variáveis e opções até chegar a uma decisão do melhor custo-benefício para a campanha e/ou para o cliente. Com o influenciador digital não pode ser diferente, é preciso estar atento a todas as nuances para certificar que aquela pessoa escolhida realmente detém o poder de influenciar comportamento do público de interesse da marca. Ou no final da campanha você pode olhar pro relatório pensando “Influência de quê?”.

Foi-se o tempo em que a efetividade de uma campanha era medida pela abrangência (se é que esse tempo existiu um dia). Então não ache que o melhor influenciador digital é aquele que tem a maior quantidade de fãs, seguidores ou inscritos no seu canal, o melhor é aquele que tem maior proximidade com o público a qual a mensagem se destina. Reforço aqui que o influenciador digital não é necessariamente aquele ser famoso com vários dígitos de seguidores, para comprovar o que estou dizendo veja como a Adorocinema definiu influenciadores para suas ações.

Poderia até listar vários cases de diferentes formas de como os influencers estão cada vez mais presentes na mídia. Mas prefiro encerrar com uma mensagem e um convite. Influenciador digital não é a função é a consequência de um posicionamento coerente com conteúdos frequentes e de qualidade.

Se você quer (ou precisa) saber mais a respeito de como planejar e comprar influenciadores digitais para se destacar no mercado…

OBJETIVO DO CURSO:

Capacitar os alunos presentes quanto ao entendimento dos conceitos e tendências da mídia digital e sua aplicabilidade no dia a dia, possibilitando assim, a construção de um bom e estratégico plano de mídia com influenciadores digitais para marcas de empresas de pequeno, médio ou grande porte. Entender as características do marketing de influência e quem são esses influenciadores e como eles alteraram o negócio da publicidade na mídia digital nos últimos anos. Através de inúmeras atividades práticas, os alunos trabalharão e exercitarão habilidades da técnica da disciplina, que passam por análises de adequação e relevância, alcance e engajamento, além das etapas de segmentação, rankeamento, negociação e mensuração da mídia comprada. O curso inclui o fornecimento do material por parte do professor e certificado de participação.

Mais informações, conteúdo programático e inscrições: https://bit.ly/2Ibe2O4

 

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Mídia

Fox Sports terá Jô Soares como comentarista na Copa

Fox Sports terá Jô Soares como comentarista na Copa – Mídia – creativosbr

O canal que possui os direitos de transmissão do torneio mundial na TV paga junto com a SporTV anunciou nesta segunda-feira, 22, a contratação de um reforço especial durante a Copa da Rússia. Jô Soares foi escalado para compor a seleção da Fox Sports durante o torneio. Entre jornalistas, narradores e comentaristas experientes em transmissões esportivas, Jô integrará o time de especialistas participando de programa diário com análises do torneio.

Jô Soares volta à televisão como convidado especial para comentar e discutir os acontecimentos da Copa após 2 anos de encerrar sua trajetória de 16 anos na Globo. O programa em questão é o “Debate Final” e será exibido diariamente pela Fox Sports com intuito de comentar os destaques do dia referente à Copa.

De acordo com a Fox Sports, a escolha de Jô foi motivada pela relação que ele tem com o futebol. Vale lembrar que além de apaixonado pelo esporte, Jô Soares também é autor (junto com Roberto Muylaert) do livro “A Copa que ninguém viu e a que não queremos lembrar”, retratando a campanha do Brasil em 1954, no Mundial da Hungria.

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Marketing

Mães trocam seus presentes por cerveja

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Quem disse que as mães não gostam de cerveja? Em ação para o Dia das Mães, a Ambev troca presente por cerveja. Parece que as mães estão cansadas de ganhar presentes que “não são para elas” ou que não lhes proporcionem uma experiência agradável, como lembrancinhas simbólicas e eletrodomésticos. Pensando nisso e para mostrar que elas também gostam de cerveja, a Ambev lançou a campanha #TrocaporCerveja. Com caráter de redenção a ação homenageia as mães e ainda dá a oportunidade delas trocarem aquele presente que não agradou por kits cervejeiros.

“Precisamos lembrar que as mães também adoram cerveja! Queremos mostrar que o universo da cerveja é tão diversificado que, com certeza, encontramos alguma, ou várias, que agrada o nosso paladar”, explica Lia Bertoni, diretora da marca institucional da companhia.

As mães que quiserem trocar seu presente deverão comparecer no Shopping Villa Lobos em São Paulo do dia 14 a 18 de maio. Os kits são compostos por 6 cervejas de diferentes estilos e sabores.

Vale considerar que o Dia das Mães é a segunda data comemorativa mais importante para o comércio perdendo apenas para o Natal. De acordo com estudo do SPC, este ano o varejo deve movimentar mais de R$ 17 bilhões.

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Publicidade

Mascote da Cofap está de volta

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O cãozinho da raça Dachshund, vulgo “salsicha”, está de volta aos holofotes em nova campanha da Magneti Marelli Cofap Aftermarket, para divulgar a versatilidade da linha de amortecedores para diferentes condições de dirigibilidade.

A Cofap é uma das maiores empresas de autopeças do Brasil e, segundo Mônica Cassaro, diretora de marketing e comunicação da empresa, o mascote é o personagem mais conhecido do mercado brasileiro de autopeças. Vale ressaltar que o cãozinho teve enfática presença na comunicação da marca nas década de 80 e 90.

A campanha procura destacar conforto e segurança, e resgatar o valor da marca através de mensagens para evidenciar que não existem obstáculos para a linha de amortecedores da marca, independentemente do trajeto. A veiculação está prevista até junho de 2019 e se dará por rádios, mídia impressa especializada e mídias digitais.

 

Confira atuações anteriores do mascote:

 

 

 

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Mídia

MullenLowe inova em ação de rádio

MullenLowe inova em ação de Rádio – CreativosBR – Mídia

Para anunciar a smart TVS full HD, a Casa&Vídeo realizou uma ação na Rádio Globo um tanto quanto inusitada. No último domingo, 29 de abril, durante a transmissão do jogo Ceará x Flamengo, do “Brasileirão”, os torcedores que acompanhavam pelo rádio foram surpreendidos por uma espécie de “replay em alta definição”. Em todos os lances importantes do jogo o locutor Luiz Penido narrou replays chamando atenção para os detalhes como o suor escorrendo na testa, os pelos dos braços arrepiados ou mesmo os fiapos de grama presos ao calção do jogador.

A ação de “Replay” foi desenvolvida pela MullenLowe Brasil com direção de criação de Eduardo Salles e Gil Pinna.

Confira o vídeo da ação:

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