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Itamar Peixoto

Digital

Tendência de investimento de mídia digital para 2018

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As plataformas digitais seguem ganhando força e conquistando cada vez mais (likes) espaço na vida das pessoas e nas estratégias corporativas. Em matéria do Meio & Mensagem, profissionais compartilharam como enxergam o cenário de investimento publicitário das marcas para os canais digitais em 2018. Vale observar que, de acordo com pesquisa publicada pelo ComScore em 2017, o mobile no Brasil chegou a representar 73% dos minutos “consumidos” na internet.

As mídias sociais são consideradas fundamentais na comunicação de empresas de todos os tamanhos. Com isso, vêm adquirindo maior participação nas verbas e demandando mais inteligência e integração entre agências e anunciantes, principalmente pelo dinamismo intrínseco da ferramenta e agilidade do cenário. Segundo dados da Zenith Optimedia, cerca de 20% do investimento mundial em publicidade se concentram entre Google e Facebook.

Os desafios dos profissionais de digital e mídia estão entre definir plataformas e redes mais adequadas a interagir com o público final e metrificar dados em um contexto que muda a todo tempo. Segundo a matéria do Meio & Mensagem, em tentativa de mapear as redes sociais dominantes em 2018, o Stories do Instagram e o Whatsapp terão maior atenção das marcas.

Para o diretor executivo de criação da Sapient AG2, Paulo Aguiar, o Instagram será a rede do ano por ser consolidada e apresentar crescimento constante. Ele afirma que o Stories é muito mais do que banners e pouco explorado atualmente. Cristina Uehara, supervisora de conteúdo da ID, também vê um cenário positivo para a rede.   Ela crê que as marcas ainda não usaram todo o potencial do Instagram, em especial do stories, para engajamento e relacionamento com o público. Cristina aposta que o Facebook será o destaque do ano por investir no formato de vídeo para ultrapassar o YouTube.

Enquanto isso, Diego de Carli, head de social da W3haus, afirma que apesar de estar ainda fora das estratégias publicitárias, é o WhatsApp que vai bombar: “é o canal mais humano de todos”. Diego alerta que é preciso ter foco e cuidado com a ferramenta. Mateus Braga, diretor executivo de criação da Isobar Brasil, também está atento ao crescimento do WhatsApp, pois segundo ele é a rede que está mais presente no dia a dia das pessoas.

 

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Opinião

Transtorno espectro empreendedor

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O caráter empreendedor refere-se a uma série de condições caracterizadas por desafios com habilidades individuais, comportamentos, comunicação verbal e corporal, forças internas e diferenças únicas. Sabemos que não existe um único jeito empreendedor, mas vários, motivados ou estimulados por diferentes combinações de influências ambientais, pessoais e de networks.  Trouxe o termo “espectro” exatamente para refletir essa ampla variação das características citadas acima presente em cada pessoa que vive o transtorno de empreender.

Afirmo que todo mundo passa por isso, os sinais mais evidentes de transtorno empreendedor tendem a aparecer logo na infância em uma fase mais conhecida pelos “porquês”. Recomenda-se que os pais, aos perceberem o mínimo sinal, busquem incentivar esse comportamento de curiosidade. Os resultados podem ser incríveis.

Empreender é uma busca, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Empreender é para todos, mas não é para qualquer um. Não é uma atividade, é um modo de ser, um ponto de visita. É para quem sente dor, uma dor não-física que incomoda. Incomoda tanto que não dá pra ignorá-la, é preciso fazer algo. Empreender é o modo de ser dos inconformados, é o desejo verdadeiro de mudar uma situação, e requer muita paciência e perseverança (pra não dizer insistência).

Perseguir e instigar a mudança são coisas que empreendedores fazem instintivamente como a respiração. Requer certa sensibilidade e senso crítico, pois é preciso sentir e observar antes de agir. O sentimento empreendedor existe dentro de todos e a maneira como é despertado em cada um depende dos estímulos e das percepções individuais.

Por essência, comunicadores são (ou deveriam ser) empreendedores de ideias. A inquietação, a inovação e inconformidade diante das situações tanto globais quanto dos respectivos desafios é o que motiva a inacabável luta para emplacar grandes ideias, a convencer lideres a comprarem as mudanças propostas. Comunicadores precisam ser inconformados com situações ao ponto de empreender vozes capazes de transformá-las.

Empreender é sentir as dores, não aceitá-las. É a busca incessante para transformar as dores em respostas, transtornos em benefícios. Entender a sua missão, a sua razão social e o seu propósito é o caminho para ativar o seu “eu empreendedor”.

Empreender é um olhar, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Essa é a minha visão, qual a sua?

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Publicidade

DPZ&T Conquista M. Dias Branco

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A M. Dias Branco é uma empresa com mais de 60 anos de história no ramo alimentício em todo país e anuncia que a agência DPZ&T foi selecionada para expandir em todo o território nacional a forte atuação que duas de suas marcas, Vitarella e Treloso, têm na região Nordeste. A partir deste mês, a DPZ&T inicia um trabalho de nacionalização das duas marcas, sendo responsável pelas contas on e off.

“Estamos muito felizes e orgulhosos em trabalhar para a M.Dias Branco. Se a Vitarella, apesar da atuação regional até aqui, já é uma marca líder no Brasil, sem dúvida isso se deve ao trabalho da Ampla, que foi a agência responsável pela comunicação e pelo posicionamento da marca nos últimos 20 anos. O nosso desafio é cuidar do projeto de nacionalização da Vitarella, tornando a marca ainda mais conhecida, admirada e desejada em todas as regiões do país. A Ampla, por sua vez, continua atuando com o grupo e passa a atender outras marcas da M. Dias Branco”, afirma Eduardo Simon, CEO da DPZ&T.”

A Vitarella, marca de biscoito mais vendida do país e a 12ª mais consumida em qualquer segmento, surgiu em 1993 em Pernambuco, focada na produção de massas alimentícias e hoje tem mais de 100 produtos cadastrados em seu portfolio. Também atua no segmento de biscoitos como crackers, rosquinhas, wafers, amanteigados, tortinhas e marcas como Treloso.

“Precisávamos de uma agência com um DNA rico em construção de marcas e, nesse primeiro momento, queremos compartilhar com São Paulo e Rio de Janeiro o reconhecimento do consumidor do Nordeste em relação à Vitarella e Treloso. Estamos falando da DPZ&T, que possui relacionamentos duradouros com marcas icônicas e conhece profundamente o Brasil, suas diferentes culturas e particularidades”, afirma Martim Ibrahim, diretor geral de marketing da M. Dias Branco.

 

        

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Mídia

Eletromídia instala painéis em estações de metrô no Rio de Janeiro

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Agora o Rio de Janeiro conta com painéis dupla face e de LED full HD na linha 4 do metrô. Os trechos entre as estações de metrô General Osório e Jardim Oceânico entraram para as possiblidades de mídia OOH com 70 dispositivos.

De acordo com Daniel Simões, sócio e diretor geral da Eletromídia, a escolha dos equipamentos foi feita visando os mais modernos e inovadores para esta linha. Além disso, o local e o tamanho do equipamento possibilitarão que o usuário tenha 100% de visualização em uma enorme frequência. Segundo Daniel, por este motivo a Eletromídia entregará melhor performance de resultados para os clientes.

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Publicidade

Skol e Kondzilla lançam clipe interativo

Skol e Kondzilla lançam clipe interativo – CreativosBR – Publicidade

Para atingir um público que não interage bem com meios tradicionais de propaganda, a Skol resolveu investir na música e estabeleceu parceria com o produtor Kondzilla para a campanha “Redondo x Quadrado”. Com uma pegada interativa, lançaram o clipe “Cola quem quiser”. No site da Skol o público pode escolher qual o ponto de vista quer assistir. Para a versão “Redondo” é só apertar a tecla R, e para a versão “Quadrado” a tecla Q.

A criação é da F/Nasca e, segundo o diretor de criação Theo Rocha, o objetivo era criar um conteúdo que as pessoas realmente quisessem assistir. A parceria com Kondzilla começou com a busca de um novo talento para criar uma música inédita, original e que conversasse com o conceito da Skol.

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Opinião

Você é criativo. Por enquanto.

Creativosbr-Opinião-Você-é-criativo-por-enquanto-comportamento-criatividade

Por quanto tempo você é capaz ser criativo, de fazer a diferença? E se essa capacidade tiver uma vida útil, como uma bateria? O que faz para recarregá-la? Você é capaz de desconstruir e reaprender?

Para abrir esse “debate interno” vou iniciar com um trecho de Karen Fuoco, executiva de marketing e consultora da Miami Ad School, para o Meio & Mensagem.

“Em um mercado de alta competitividade, com milhares de profissionais medianos, normais e invisíveis, uma pequena diferença de comportamento e de atitude pode resultar em uma significativa vantagem competitiva”.

Modelos de negócios, de ideias e linhas comunicativas, assim com as tecnologias, são voláteis, e – principalmente por conta das tecnologias – evaporam com facilidade. As sacadas brilhantes de hoje já não terão a mesma resplandecência “amanhã”, e isto é bem óbvio, depois do efeito surpresa o impacto tende a se tornar mediano (ou não, vai que viraliza).

Mas não é sobre isso que quero dizer. Vamos falar sobre a própria criatividade e não a criação. Por quanto tempo os padrões de criação funcionam? Aquele modelo de negócio que nasceu como inovador, perdurou por quanto tempo sem adequação? E aquela linha de comunicação, por quanto tempo comunica com eficiência com o público?

Vamos falar sobre o modelo mental, o mindset de pessoas criativas, pessoas de atitude e que mudam o comportamento quando necessário. Aposto que conhece ou já ouviu falar de alguém que possa ter a fantástica “síndrome do Midas”, tudo o que toca vira ouro, aquela pessoa que cria ideias incríveis, modelos de negócios lucrativos, enfim pessoas de sacadas geniais. O que fazem essas pessoas para nutrir o cérebro? O que você faz fomentar a sua criatividade?

Creio que essa resposta possa ser completamente pessoal e intransferível. Ou seja, cada pessoa tem suas necessidades intelectuais diferentes. Percebo que às vezes a busca de referências e a vontade de fazer diferente não são suficientes para “elevar sua nota” e colocar você acima da média, pode ser que isso seja apenas o requisito mínimo pra jogar o jogo.

Alias, se o que está fazendo está passível de comparação, pode ser um sinal dizendo que a disrupção se faz necessária. Para nós comunicadores, pensadores, empreendedores, influenciadores e eternos estudantes, o desaprendizado precisa ser levado a sério tão quanto o aprendizado, mas tem-se que sacar o timing. Saber a hora de tirar o time de campo é tão importante quanto saber a hora de atacar.

Vivo na pele essa inquietação, e a pergunta que jogo pra você é a mesma que me faço diariamente: você ainda faz a diferença no que se propõe a fazer?

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Vai e vem

Antônio Rodrigues é o novo Diretor de Mídia da FCB Brasil

Antônio Rodrigues é o novo Diretor de Mídia da FCB Brasil – Vai e Vem – Creativos BR

Com passagens pela Young&Rubicam, África e  DPZ&T, Antônio Rodrigues, o novo Diretor de Mídia da FCB Brasil, já atendeu clientes como McDonald’s, Itaú, Brahma, Vivo, Colgate, BMW Group e Walmart.

Antônio iniciou sua carreira na Y&R em 2005, e desde 2012 é membro da Divisão de Integração do Grupo de Mídia de São Paulo. Em 2016, foi ganhador de 05 prêmios de Mídia, sendo dois no Maximídia: “Melhor Estratégia de Mídia e Grand Prix”, uma Prata no EffieAwards Latam na categoria “Media Idea”, e um Ouro e uma Prata no Festival de Media Latam nas categorias “Melhor Estratégia de Comunicação e Melhor Lançamento de Campanha”. Todos com o projeto C&H FoodTruck – McDonald’s.

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Mídia

Certificação de Mídia 2017

Certificação de mídia 2017 – Grupo de Mídia SP – Creativos Br – Mídia

As inscrições para a Certificação de Mídia podem ser feitas on-line (clique aqui) e estarão abertas até dia 29 de setembro. A prova será realizada numa quinta-feira, dia 05 de outubro. A certificação consiste em uma prova realizada pelo Grupo de Mídia de SP em parceria com a empresa Primeira Escolha, especializada na aplicação de testes. Para se inscrever, é necessário preencher todos os dados da ficha de pré-inscrição e pagar taxa de R$ 300 via cartão de crédito ou boleto bancário.  O local da prova será informado após o período de inscrição.

A primeira edição da certificação foi em 2010 e desde então acontece uma vez por ano. Essa iniciativa nasceu com o objetivo de aferição profissional dos conhecimentos técnicos em pesquisa e planejamento de mídia, evidenciando a qualidade de formação do profissional certificado. Vale ressaltar que o certificado não possui prazo de validade.

​Todo e qualquer profissional atuante na área de Mídia, sendo em agência, veículo ou anunciante, poderá participar para avaliar seus conhecimentos. Será aprovado quem acertar no mínimo 70% das questões sobre Mídia. Além de Mídia, a prova também abrange perguntas de lógica e interpretação de dados.

​​Para se preparar para a prova, o Grupo de Mídia SP sugere os seguintes livros:

– Planejamento de Mídia. Autor: Jack Z. Sissors – Lincoln J. Bumba Editora: NOBEL

– Praticando o Planejamento de Mídia. Autor: Jack Z. Sissors – Lincoln J. Bumba Editora: NOBEL

E o curso:

– Módulo Básico de Mídia GMSP – gm.org.br/cursos/detalhes/curso-modulo-basico.

Dúvidas poderão ser esclarecidas pelo email luana@primeiraescolha.com.br, colocando no assunto “Certificação Grupo de Mídia”.

Todas as informações podem ser consultadas no site do Grupo (www.gm.org.br).

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Opinião

Como ter independência (ou morte)

Independência ou morte – Opinão – Creativos BR – Multiprofissional – Empreendedorismo – Comunicador

O conceito de independência, em grego… Os senhores estão anotando? De acordo com o “grande oráculo” da atualidade, Google, as principais definições são:

  1. Estado, condição, caráter do que ou de quem goza de autonomia, de liberdade com relação a alguém ou algo.
  2. Caráter daquilo ou daquele que não se deixa influenciar, que é imparcial; imparcialidade.

Autonomia, liberdade e imparcialidade podem ser a própria independência ou o caminho para chegar até ela. Se você “dormiu no ponto” pode ser que a granada esteja na sua mão, e se deixar essa granada cair, o senhor vai explodir o turno de comunicadores inteiro. Caso o senhor seja do tipo “mimimi”, pede pra sair e nem continue a leitura.

Vou retomar o raciocínio. O “conceito” em questão é sobre independência profissional e se trata basicamente de empreendedorismo na carreira. Creio que não esteja falando grego, empreender é bem diferente de abrir empresa ou startup. É muito possível e viável ter uma atitude empreendedora no local onde está agora, seja ele qual for.

Bom, mas a pergunta que não quer calar é: como ter independência (e não morrer)?

É preciso ter autonomia. Governe-se, seja dono da sua ideia. Vista a camisa preta dos seus objetivos profissionais, você merece. Se posicione, faça mais pela sua profissão do que pelo seu emprego ou empresa. Acredite em você, defenda seus ideais mesmo que isto lhe custe o emprego ou o cliente, você é maior que isso.  Se for o caso, “peça as contas”, demita o cliente. O sistema (capitalista) é foda, mas não se venda.

Seja livre. Faça o que tiver que fazer, mas não seja inconsequente. Arrisque, permita-se errar, mas faça o possível para que isso não aconteça. E se acontecer, tenha humildade, reconheça e cresça. Goze do seu direito de ir e vir. Troque de emprego, mude de casa, abra outra empresa. Se jogue.

Seja imparcial. Jamais confunda feeling profissional com gosto pessoal. Não se abale com uma porta fechada, uma ideia reprovada ou com um NÃO em caixa-alta. A cada derrota, nasça de novo. Se cair dez vezes, levante onze.

Faça mais. Reclame menos. Se disponibilize a fazer mais do que sua obrigação, permita o aprendizado. Sem vitimismo… Acumule funções. Pratique a empatia, seja líder sendo funcionário. Seja funcional mesmo sendo o “dono da p*%#@ toda”. Seja diferente quando for conveniente e clichê quando necessário. Seja a disrupção que você quer ver.

Fique atento às mudanças, escute o mercado. Deve significar alguma coisa ter tantas vagas exigindo o tal perfil “multiprofissional”. Lembre-se, se a granada cair, o senhor vai explodir os seus colegas de profissão, o senhor vai explodir os clientes, o senhor vai me explodir. Estamos todos confiando no senhor.

P.S: Dos reclamões, vulgo “mimimis”, não vai subir ninguém. Nunca serão.

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Marketing

O digital e o ROI

O digital e o ROI – Marketing – Creativos BR

Muitos consumidores americanos nunca compraram após serem impactados por anúncio em uma rede social. Foi o que 45% afirmaram em pesquisa publicada no fim de agosto pelo eMarketer, e realizada pela CivicScience. O estudo teve resposta de pessoas ativas na internet com mais de 13 anos de idade e identificou a baixa taxa de conversão em vendas nas redes sociais.
Segundo o relato divulgado, apenas 1% dos entrevistados efetivou uma compra após ser impactado por anúncio no Snapchat e 4% afirmaram que compraram influenciados por publicidade vista no Instagram. O Twitter apresentou taxa de conversão de 2% e o Facebook, com maior volume, as taxas chegaram a 16%.
Para Rodrigo Tigre, sócio-diretor da RedMas, empresas de soluções de publicidade digital, o momento em que as marcas abordam o público nas redes sociais pede mais conteúdo, assim, sendo inadequado para uma conversão em venda. “São de 3 a 4 minutos que você usa para conversar e se atualizar dos amigos, ver fotos de celebridades e influenciadores. É um momento em que o foco está muito ligado ao conteúdo. Você até pode ver uma coisa interessante de um anunciante, mas acredito que o momento não é o ideal para se fazer uma venda”. Tigre enfatiza que o contexto em que o usuário está inserido e também o device que está utilizando nessa situação pode influenciar.
Segundo André Miceli, coordenador do MBA em Digital da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a diferença está na relevância do anúncio que é entregue. “Continuo acreditando que redes sociais são importantes para o comércio eletrônico. Mas parte dessa conversão depende da qualidade do anúncio”.
Também no final de agosto aconteceu o evento IAB AdTech& Data 2017, que intensificou o debate sobre o consumidor digital em diversas frentes. Em uma delas, Paulo Ramazza, gerente de marketing insights e analytics da Magazine Luíza, contou como a marca tem conquistado resultados expressivos. Ramazza disse que a companhia há três anos testa ferramentas de múltipla atribuição, e ao ser questionado sobre a insistência no “last click”, afirma que essa mentalidade é baseada na dificuldade de romper culturas extremamente apegadas ao ROI, a falta de habilidades em analytics e no medo da mudança. “Audiência de valor é baseado em pessoas, e não em pixels”, afirmou.

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