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Itamar Peixoto

Vai e vem

Contratação em massa na Tribal Worldwide

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A Tribal Worldwide realizou uma sequência de contratações: treze novos funcionários chegaram para melhorar a entrega estratégica da agência. Maju Strasburg traz a experiência acumulada entre Neogama, WMcCann e Isobar para o cargo de diretora de planejamento. Para ocupar os cargos de gerentes, a equipe agora conta com Gustavo Santos, com bagagem da Dentsu, WMcCann e Nike, e Anderson Espanha, com passagens em Dtoz, Fabrica e Rapp Brasil.

 

A equipe de supervisores agora é composta por Graziela Rovito, com experiência em AlmapBBDO, Lew’Lara e Publicis, e Lucas Zem, que já passou pela Neogama, JWT e Grey. Vinicius máximo (ex-KTBO Brasil e LiveAD) assume a coordenação e conta com assistência de Vinicius Vicente (ex-Y&R), e os estagiários Jackson Paiva, Juliana Araújo e Marcela Santos.

 

Os reforços são grandes e vieram também para equipe de conteúdo, que agora conta com a coordenadora Stephanie Bordignon, trazendo sua experiência da Petiscos, Glamour e L’Officiel, além das analistas Jéssica Raposo (ex-W3Haus, Hypermarcas e Weber Shandwick), Gabriela Campagnucci (ex-Ampfy, W3Haus e VM2) e o estagiário João Pedro Oliveira

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Marketing

Estadão evolui portal para tornar a leitura mais atrativa

Estadão evolui portal para tornar leitura mais prática – CREATIVOS BR – MARKETING

Com o intuito de melhorar a experiência dos seus leitores digitais, o jornal O Estado de São Paulo renovou a identidade visual do seu site para tornar a leitura mais prática. O novo design destaca as notícias por relevância temporal e demarca seções fixas para reportagens especiais e para a TV Estadão. As imagens ganharam mais destaques com as manchetes disponibilizadas na horizontal, contudo, na versão mobile a disposição segue vertical. Segundo o veículo, a velocidade de abertura da página aumentou em 20%.

O projeto de reestruturação durou sete meses e trouxe também novos espaços de publicidade. O formato – chamado de skyscraper – pode ser aplicado tanto na horizontal quanto na vertical. As novidades do portal visam aumentar a lembrança de marca dos seus anunciantes. A distribuição dos anúncios de maneira que acompanhe o fluxo de leitura do usuário é aposta para que isso aconteça.

Além disso, o Estadão já começou os preparativos para a 4ª Edição do Prêmio Desafio Estadão Cannes. Nesta edição serão premiados os profissionais de criação e de mídia das agências e anunciantes nas categorias: Multiplataforma, Impresso e Branded Content. A premiação também conta com o Brief Desafia com o tema “Conscientização Sobre Fake News”. Confira no site.

Para aumentar o engajamento na premiação, o jornal distribuiu uma réplica do seu troféu ex-Libris, para que os publicitários customizem como preferirem. A ação foi criada pela Giusti Comunicação.

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Publicidade

Provocações como estratégia publicitária

Provocações como estratégia publicitária – Creativos Br – Nextel – Ruivo

A propaganda comparativa vez ou outra movimenta o cenário das grandes marcas com sutis provocações com a concorrência. Entre os casos globais mais “famosos” temos as rivalidades Coca-Cola x Pepsi, e também Mc Donalds x Burguer King. Apesar da publicidade comparativa ser permitida na legislação brasileira (Art. 32 do CONAR), não é tão comum essa prática quanto na cultura norte americana.

Contudo, a necessidade do discurso publicitário pressupõe comparações: diretas ou indiretas, sobre concorrentes ou mesmo apenas sobre comportamentos e anseios de consumidores. Para Juliana Albuquerque, gerente Jurídica do Conar, o que prevalece é a informação. O conteúdo do anúncio precisa esclarecer o consumidor.

Já que tocamos no assunto, a Nextel lançou no último final de semana um VT provocando praticamente toda a concorrência. Inclusive protagonizado por João Cortês, ator que ficou conhecido atuando em campanhas da Vivo. Confira:

E se você é adepto ao tom provocativo, veja abaixo a brilhante sacada da Forbes, só que neste caso a provocação não é para a concorrência e sim para uma sociedade inteira. Veja o “início” desta ação de posicionamento contra a corrupção e de valorização ao empresário sério; a Forbes criou em conjunto com a Ogilvy e a empresa de tecnologia Nexo.

O projeto, apesar de ainda estar em andamento, foi baseado em inteligência artificial e machine learning. O intuito é que a imprensa posso entrevistá-lo até o fim deste mês e que a publicação chegue às bancas a partir de 16 de abril.

As opiniões quanto a publicidade comparativa são inúmeras e controversas. Há quem enxergue como antiética, agressiva e desnecessária, mas também há quem veja com bons olhos o “burburinho” que pode gerar e pensa nesse tipo de abordagem como criativas e oportunas. E você, o que acha desse tipo de posicionamento?

 

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Mídia

Google promove plataforma de inteligência artificial

Mídia-CreativosBr-Google promove plataforma de inteligência artificial-inteligência-artificial

Durante a cerimônia do Oscar 2018, o Google lançou uma nova campanha global com o objetivo de promover sua inteligência artificial: Google Assistant. Seu novo produto atuará como um assistente em tempo integral, dando suporte para a organização do dia a dia.

O anúncio criado internamente pelo Google Creative Lab traz Jonh Legend, Sia e Kevin Durant preocupados com uma série de tarefas que poderiam muito bem colocar o Google para fazer o chamado “Make Google do it.”

Para o Google, é um Google individual e sempre pronto pra ajudar. De acordo com o Brainstorm9, o anúncio pode ser apenas o começo de uma grande campanha, com diversas mídias, para divulgar o Google Assistant. Confira:

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Mídia

Licitação para concessão de banheiros públicos gera mais mídia OOH em São Paulo.

Prefeitura-SP-Banheiro-Mídia-CreativosBR

A prefeitura de São Paulo lançou, na segunda-feira (19), edital para iniciar o processo licitatório para concessão de banheiros públicos. O contrato prevê exploração de espaço publicitário em troca do serviço. O governo, com auxílio da SPObras, abriu na terça-feira (20) consulta pública para esclarecer dúvidas sobre o projeto. Os interessados poderão enviar dúvidas e observações até o dia 27 no site da prefeitura.

A empresa vencedora terá contrato de 25 anos com a prefeitura, e será responsável pela instalação, manutenção e higienização de 500 banheiros fixos e 100 móveis na cidade. Em contrapartida, terá direto de exploração publicitária dos espaços. A vencedora terá prazo de 8 meses para entregar 400 banheiros fixos e mais 4 meses para entregar o restante previsto no contrato.

Para vencer a licitação, a empresa deverá apresentar a maior oferta e a melhor proposta técnica, considerando o planejamento de manutenção e exploração publicitária. Os banheiros poderão ter anúncios fixos em até duas faces de no máximo 2 m². O projeto tem base na Lei Cidade Limpa, que instituiu os editais de concessão dos relógios de rua, administrados pela JCDecaux, e dos abrigos de ônibus, administrado pela Otima.

Vale acrescentar que recentemente a Otima expandiu para 40 estações do metrô sua cobertura de mídia em Wi-Fi. A empresa passa a desenvolver e gerenciar a plataforma comercial do Wi-Fi das linhas Verde, Vermelha e Azul. De acordo com Anderson Santos, Head de Planejamento Estratégico da Otima, a empresa visa colaborar para que São Paulo se aproxime do conceito de “smart city”.

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Publicidade

Havaianas e Jojo Toddynho: “Que tiro foi esse?” – versão Carnaval.

Creativos Br – Publicidade – Havaianas e Jojo Toddynho

Já em ritmo carnavalesco, a Havaianas usa o hit “Que tiro foi esse?” para um filme. Em um vagão envelopado com a campanha global da marca “Viva o verão”, Jojo canta sua música e faz todo o elenco cair em seu ritmo, incluindo as influenciadoras Fernanda Paes Leme e Nana Rude. O filme é criação da AlmapBBDO.

Além do arraso no vagão, a Havaianas, a primeira marca a trabalhar com Jojo Toddynho, distribuirá adereços e promoverá shows nas estações Paulista, Faria Lima e Fradique Coutinho do metrô até dia 18 de fevereiro. E ainda, duas bandas Havaianas circularão nas 3 estações animando os foliões. As ativações da marca são promovidas pela agência Tudo.

O vídeo já conta com mais de 6 milhões de visualizações no Facebook. Confira.

 

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Vai e vem

Nick Law assume criação do Publicis Groupe

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Com objetivo de impulsionar a evolução digital do grupo, o australiano Nick Law foi anunciado nesta segunda-feira (22) como presidente do Publicis Communications e CCO do Publicis Groupe. O ex-vice-chairman e CCO global da R/GA chegará a seu novo cargo com a missão de elevar a performance criativa do grupo integrando talento criativo, dados e tecnologia para resultar em melhores soluções aos clientes.

Reforçar o posicionamento do Publicis com a criatividade e a tecnologia a serviço de marketing foi, segundo o comunicado do Publicis, o motivo da escolha por Nick Law, um dos grandes nomes da R/GA com carreira de quase 20 anos na agência. Law começa em maio e se reportará diretamente a Arthur Sadoun.

“Ao longo de sua carreira, ele entregou um trabalho de nível mundial que se baseia no que acreditamos que todos os nossos clientes precisam: a alquimia da criatividade e da tecnologia. Essa modernidade das ideias, combinada com suas óbvias habilidades de liderança, faz de Nick a pessoa perfeita para desempenhar um papel tão importante no nosso grupo”, disse Sadoun.

Com o cargo de presidente do Publicis Communications, Law estará responsável por instituir uma cultura criativa unificada que ajude a promover culturas fortes, dinâmicas e diversas em todas as marcas criativas do grupo, que envolvem a Leo Burnett, Saatchi e Saatchi, Publicis Worldwide, BBH, Fallon e Marcel. Ele também designará esforços voltados para a Marcel visando garantir que a recém lançada plataforma de inteligência artificial ajude os criativos da rede.

“Acreditamos que há uma necessidade absoluta de reinventar nosso modelo para uma geração que quer trabalhar de forma diferente, e isso é algo que o Nick entende extremamente bem”, completa Sadoun.

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Opinião

A linha tênue entre presente e futuro, pessoas e tecnologias

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Com tantos adventos tecnológicos, percebo – entre várias mudanças – alterações no comportamento das pessoas em relação à comunicação (pessoal e corporativa) e à propaganda. Muitas ferramentas (celulares, redes sociais e aplicativos, por exemplo) estão mais acessíveis e as pessoas se mostram cada vez mais dispostas e abertas a relacionamentos, sendo cada vez mais fechadas à “propaganda” (ou pelo modelo “tradicional” da propaganda).

Estes dois fatos se comprovam com as ascensões das redes sociais, dos bloqueadores de propaganda, vulgo ad blocks, e de plataformas como Netflix, que traz filmes e seriados sem intervalos comerciais. As pessoas demonstram interesse em se relacionar (com marcas e com pessoas), e relacionamento se constrói através de comunicação, e de verdade. Generalizando, ninguém gosta de sentir um “número”, nem de ser usado por marcas que só se relacionam interessadas em venda.

Ultimamente muito tem se falado em tendências, entre elas estão: inteligência artificial, realidade alterada (interações entre realidade aumentada e virtual), novos formatos para publicidade digital, vídeos interativos, influenciadores digitais nas estratégias das marcas, e a luta contra as “fakenews”. Esse futuro já começou.

A Cognizant, empresa de consultoria especializada em tecnologia e negócios, baseada em dados e tendências corporativas, listou prováveis profissões promissoras para um futuro próximo (5 e 10 anos). As principais funções envolvem gestão de dados necessitando de verificação, ética e olhar humano para muitos segmentos.

Com todo esse papo de futuro e de comportamento, vale citar Peter Drucker, que diz que a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo; e minha esposa, publicitária Karlla Medeiros, que diz incansavelmente para pessoas e marcas: “Seja interessante, não interesseira (o)”.

 

 

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Digital

Tendência de investimento de mídia digital para 2018

Tendência de investimento de mídia digital para 2018-CreativosBR-Digital-RedesSociais-Marketing-Digital

As plataformas digitais seguem ganhando força e conquistando cada vez mais (likes) espaço na vida das pessoas e nas estratégias corporativas. Em matéria do Meio & Mensagem, profissionais compartilharam como enxergam o cenário de investimento publicitário das marcas para os canais digitais em 2018. Vale observar que, de acordo com pesquisa publicada pelo ComScore em 2017, o mobile no Brasil chegou a representar 73% dos minutos “consumidos” na internet.

As mídias sociais são consideradas fundamentais na comunicação de empresas de todos os tamanhos. Com isso, vêm adquirindo maior participação nas verbas e demandando mais inteligência e integração entre agências e anunciantes, principalmente pelo dinamismo intrínseco da ferramenta e agilidade do cenário. Segundo dados da Zenith Optimedia, cerca de 20% do investimento mundial em publicidade se concentram entre Google e Facebook.

Os desafios dos profissionais de digital e mídia estão entre definir plataformas e redes mais adequadas a interagir com o público final e metrificar dados em um contexto que muda a todo tempo. Segundo a matéria do Meio & Mensagem, em tentativa de mapear as redes sociais dominantes em 2018, o Stories do Instagram e o Whatsapp terão maior atenção das marcas.

Para o diretor executivo de criação da Sapient AG2, Paulo Aguiar, o Instagram será a rede do ano por ser consolidada e apresentar crescimento constante. Ele afirma que o Stories é muito mais do que banners e pouco explorado atualmente. Cristina Uehara, supervisora de conteúdo da ID, também vê um cenário positivo para a rede.   Ela crê que as marcas ainda não usaram todo o potencial do Instagram, em especial do stories, para engajamento e relacionamento com o público. Cristina aposta que o Facebook será o destaque do ano por investir no formato de vídeo para ultrapassar o YouTube.

Enquanto isso, Diego de Carli, head de social da W3haus, afirma que apesar de estar ainda fora das estratégias publicitárias, é o WhatsApp que vai bombar: “é o canal mais humano de todos”. Diego alerta que é preciso ter foco e cuidado com a ferramenta. Mateus Braga, diretor executivo de criação da Isobar Brasil, também está atento ao crescimento do WhatsApp, pois segundo ele é a rede que está mais presente no dia a dia das pessoas.

 

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Opinião

Transtorno espectro empreendedor

OPINIÃO-ITAMAR-PEIXOTO-CREATIVOSBR-CREATIVOS-BR-ESPECTRO-EMPREENDEDOR-EMPREENDEDORISMO

O caráter empreendedor refere-se a uma série de condições caracterizadas por desafios com habilidades individuais, comportamentos, comunicação verbal e corporal, forças internas e diferenças únicas. Sabemos que não existe um único jeito empreendedor, mas vários, motivados ou estimulados por diferentes combinações de influências ambientais, pessoais e de networks.  Trouxe o termo “espectro” exatamente para refletir essa ampla variação das características citadas acima presente em cada pessoa que vive o transtorno de empreender.

Afirmo que todo mundo passa por isso, os sinais mais evidentes de transtorno empreendedor tendem a aparecer logo na infância em uma fase mais conhecida pelos “porquês”. Recomenda-se que os pais, aos perceberem o mínimo sinal, busquem incentivar esse comportamento de curiosidade. Os resultados podem ser incríveis.

Empreender é uma busca, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Empreender é para todos, mas não é para qualquer um. Não é uma atividade, é um modo de ser, um ponto de visita. É para quem sente dor, uma dor não-física que incomoda. Incomoda tanto que não dá pra ignorá-la, é preciso fazer algo. Empreender é o modo de ser dos inconformados, é o desejo verdadeiro de mudar uma situação, e requer muita paciência e perseverança (pra não dizer insistência).

Perseguir e instigar a mudança são coisas que empreendedores fazem instintivamente como a respiração. Requer certa sensibilidade e senso crítico, pois é preciso sentir e observar antes de agir. O sentimento empreendedor existe dentro de todos e a maneira como é despertado em cada um depende dos estímulos e das percepções individuais.

Por essência, comunicadores são (ou deveriam ser) empreendedores de ideias. A inquietação, a inovação e inconformidade diante das situações tanto globais quanto dos respectivos desafios é o que motiva a inacabável luta para emplacar grandes ideias, a convencer lideres a comprarem as mudanças propostas. Comunicadores precisam ser inconformados com situações ao ponto de empreender vozes capazes de transformá-las.

Empreender é sentir as dores, não aceitá-las. É a busca incessante para transformar as dores em respostas, transtornos em benefícios. Entender a sua missão, a sua razão social e o seu propósito é o caminho para ativar o seu “eu empreendedor”.

Empreender é um olhar, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Essa é a minha visão, qual a sua?

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