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Leticia Botelho

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Aprendendo com o gestor de mídias sociais da Netflix

As mídias sociais se tornaram uma ferramenta muito relevante para as organizações, independentemente do seu porte e muitas vezes do seu tipo de negócio. Mas é preciso ter muito cuidado com a forma que a sua marca vai utilizar esse espaço. Por isso, é indispensável um amplo conhecimento do ramo de atividade e público para definir o comportamento do seu negócio neste ambiente. Portanto, nós da Creativosbr separamos algumas dicas que podem te ajudar nesse processo usando como referência a Netflix.

Quando se trata de gestão de mídias sociais, a Netflix é especialista no assunto. Quem nunca se divertiu com as respostas aos usuários da gigante do streaming, ou com as suas postagens referentes a vários temas? Fato é que, para ter esse comportamento e angariar a atenção e a consideração do público, é preciso muito trabalho. Então, o que podemos extrair do comportamento da Netflix nas mídias sociais? Veja abaixo alguns aprendizados que podemos ter ao analisarmos a dona das postagens e interação com os usuários mais amada.

Saiba quem é o seu público
Os usuários da Netflix são muito diversos em faixa etária, no entanto há entre eles algo em comum, que é a paixão por séries, filmes e documentários. Uma prática entre esses apaixonados é debater sobre as obras cinematográficas. Além disso, ela sabe que esse papo é para ser descontraído, portanto os seus conteúdos são entregues com essa veia. Ou seja, saber com quem a sua marca está falando facilitará o contato e diálogo com o consumidor.

Defina um tom de voz e linguagem
O tom de voz da marca expressa, entre outros fatores, a sua personalidade. A Netflix usa um certo humor para dialogar com o seu público, ou seja, de acordo com o tipo de negócio da marca, que proporciona momentos de descontração e leves para os usuários, a gigante do streaming tem como característica essa forma de se comunicar. A linguagem também é importante, isto é, a maneira de falar. O conhecimento do seu público fornece as ferramentas para que o seu negócio determine qual linguagem irá utilizar. A Netflix dialoga com o seu público usando um vocabulário informal, isso porque, tanto o tipo de negócio da marca quanto os seus consumidores, permitem que a organização se comunique dessa forma. Ou seja, estude em qual grupo seus seguidores e ramo de atividade da sua empresa se encaixam: formal ou informal.

Crie conteúdo regularmente
Ter relevância para o seu público depende do quanto você é notado por ele. Portanto é essencial ser constante na criação de conteúdos para que a sua marca esteja sempre em contato com os seus seguidores. Determine, com base na sua audiência, quantos posts fazer por dia, os horários e mantenha a regularidade. A Netflix mantém uma frequência de, pelo menos, 3 posts diários nos três períodos do dia no Instagram. Em função disso, a marca está em contato com o seu público o dia todo, e a qualquer momento que o usuário use a mídia social.

Interaja com a sua audiência
Não poste algo apenas, crie interações e, mais, interaja com a sua audiência. Em seus conteúdos crie nos seus usuários a vontade de reagir, positivamente, à sua postagem e faça com que a sua comunidade se comunique entre si. E sempre responda aos comentários feitos pela sua audiência, sendo eles positivos ou negativos, mantendo a personalidade da marca. Os seguidores da Netflix, adoram interagir com ela, isso porque a produtora conversa com a sua comunidade sendo muito assertiva em suas respostas.

Seguindo esses passos é possível começar construir a identidade da sua marca nas mídias sociais, mas lembre-se, isto é um processo que exige constância e paciência.

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Mídia OOH: 5 Campanhas criativas que provam o seu poder

Mídia Out of Home ou Mídia Externa é a veiculação de publicidade em ambientes urbanos, ou seja, que atinge o consumidor enquanto ele está na rua. Os tipos desta mídia são vários, como abrigos de ônibus, painéis digitais e interativos, empena, frontlight, backlight e uma infinidade de outros formatos. 

Com a quantidade de opções, dá para soltar a criatividade e, as ações abaixo, mostram que a mídia off também tem o seu poder. 

Amazon Prime Video

Recentemente a Amazon Prime Video lançou em seu catálogo de filmes uma adaptação de Cinderela, e para promover o filme a Otima foi responsável pela mídia OHH. A ação teve vários diferenciais e, um deles, foi o elemento em alto relevo que destacava o vestido da princesa.  

Heineken

Quando o assunto é proporcionar experiência aos consumidores, a Heineken entende muito bem do assunto. Em uma ação idealizada pela Publicis Brasil e produzida pela Sherpa42 para lançar a cerveja zero álcool, a marca criou o Outdoor Bar, e os motoristas que estivessem próximo ao local onde a peça foi disposta (Rio de Janeiro) poderiam saborear a nova Heineken.

Suco do bem

Para lançar as novas estampas das embalagens com personagens da Pixar a Ambev juntamente com a Ótima levaram às ruas de São Paulo um mobiliário que foi transformado em uma embalagem de suco gigante, além disso a peça também ganhou um elemento 3D, os balões.

Sadia

Para promover a parceria da marca com a NBA, a Agência África, em colaboração com a Ótima, proporcionou a milhares de pessoas em São Paulo uma experiência incrível. Com um mobiliário interativo, a empresa de mídia OOH levou às ruas um Airplay dos anos 90. O jogo, quando acionado por um QRcode, fazia com que as bolinhas de basquete fossem impulsionadas para a cesta de basquete. 

Farmácia Apotek

A rede de farmácias sueca Apotek, em parceria com a Agência Akestam Holst, criou uma campanha para conscientizar a população sobre os malefícios do cigarro. A peça que, foi equipada com um detector de fumaça, tossia quando uma pessoa passava fumando ao lado do mobiliário.

A mídia OHH é uma ótima estratégia para empresas que desejam impactar um grande número de pessoas ao mesmo tempo e, associada à experiência, gera mais engajamento do consumidor.

Entre diversas campanhas que apresentamos neste artigo, qual você curtiu mais?

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Crystal enaltece o Interior para valorizar a cultura e a sabedoria regional

Campanha exalta conhecimentos do povo que tem orgulho de fazer parte do Brasil raiz.

Tem coisa mais brasileira do que os detalhes que constroem a imagem das cidades do interior? Diferentes culturas, costumes e sotaques formam a base da população que não perde suas raízes, valoriza o que há de melhor e ainda brinda as conquistas do dia a dia com Crystal.
Para celebrar esse ‘brasileiro raiz’, a WMcCann desenvolveu a campanha “Quem bebe Crystal, bebe com sabedoria. Crystal, a cerveja do nosso jeito”. A proposta irá valorizar o interior e a cultura regional de cada uma das praças em que a Crystal está presente. Afinal, cada vez mais o conhecimento é uma das coisas mais valiosas de nossa sociedade. E, um dos grandes orgulhos de toda cidade do interior é a sabedoria popular de seu povo.
Seguindo este conceito, a campanha conta com filmes para TV nas cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso do Sul. No digital, somam-se as cidades interioranas da Paraíba.
A estratégia de comunicação traz ainda spots de rádio, testemunhais, anúncios em sites, além de OOH regionalizado com o nome de cada cidade. As peças terão locuções e trilhas diferentes de acordo com a região em que estão presentes a fim de atingir públicos diversos.
“A sabedoria popular de quem mora no interior muitas vezes foi alvo de piadas na literatura, dramaturgia e até na publicidade. No entanto, são esses costumes, linguagens e aspectos culturais que formam o brasileiro de verdade. Crystal quer exaltar esses cidadãos que se orgulham de manter suas tradições e de serem a base do povo brasileiro. Como a cerveja é um dos itens presentes nessas celebrações regionais, a marca quer ser a bebida para reforçar esses momentos”, diz Eliana Cassandre, head de marketing do Grupo Petrópolis.
Assista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=T6to8tdKSIU

Ficha Técnica:

Agência: WMcCann
Cliente: Grupo Petrópolis
Produto: Crystal
Nome da campanha: Reposicionamento – Sabedoria
Time do Cliente: Eliana Cassandre, Naiara Brugneroto, Fernando Martins, Evelym Barbosa, Rodrigo Namba e Renata Oliveira
Executive Chairman: Hugo Rodrigues
CEO: André França
CCO: Mariana Sá
Direção de criação: Ana Carolina Reis e Alexandre Prado
Criação – campanha: Pedro Paes e Iêdo Gualberto
Criação – key visual e digital: Beatriz Fiori, Yasmin Oliveira e Felipe Porto
Motion: Thiago Mariano
CSO: Renata Bokel
Planejamento: Hugo Santos, Gabriela Bergantin, Luiz Hidd e Pedro Castro
Diretora de Negócios: Fernanda Duca
Atendimento: Tassiana Ferrari, Marcia Fernandes, Mariana Lucena, Renata Santos e Ana Beatriz De Caro
Diretora Executiva de Operações: Leticia Costa
Gerente de Projeto: Renato Ferrari
VP de Mídia: Fabio Urbanas
Mídia: Patricia Russo, Thais Abreu, Caio Mendonça e Samanta Damore
BI: Deny Watanabe, Felipe Borges, Rafaella Fernandes, Camila Oliveira, Eduardo Faustino e Gabriela Lima
Conteúdo: Patrícia Colombo, Monikhe Menezes, Augusto Oliveira, Thays Mota, Tassiana Cabral e Carina Coan
Diretora de Produção: Camila Naito
Produção Integrada: Guto Lins
Produtora de Imagem: Saigon Filmes
Diretora: Juliana Curi
Produção Executiva: Marcelo Altschuler e Carol Pessini
Atendimento: Fernanda Gomes, Rafael Costa, Karin Diniz
Coordenação de produção: Katiucia Soares, Jucilene Almeida, Thalita Machado
Direção de fotografia: Luciana Webber Baseggio
Direção de arte: Andres Zarza
Assistente de direção: Flavia Meszberg, Ana Carolina Fernandes e Daphne Goldstein Castilho
Pesquisador Criativo: Estevão Meneguzzo
Direção de produção: Roberto Bellezia
Figurinista: Allan Gandhi Siqueira Fernandes
Produtor de Casting: Chuck Hoffmann
Produtor de locação: Fabricio Marinho
Produtor de objetos: Mary Mello
Maquiadora: Simone Pereira de Souza
Montador: Rogério Ferreira
Coordenação de pós-produção: Virgini Fares
Finalizador: Fabio Abreu e Malu Leopassi
Cor: Bleach
Finalizadora: Btfly
Produtora de Som: Satelite Audio
Direção Musical: Roberto Coelho, Kito Siqueira, Hurso Ambrifi e Thiago Colli
Atendimento: Fernanda Costa, Renata Schincariol e Claudio Leal
Produção Musical: Kito Siqueira, Roberto Coelho, Hurso Ambrifi, Mike Vlcek, Thiago Colli, Charly Coombes, Koitty e Helton Oliveira.
Finalização: Carla Cornea, Pedro Macedo, Ian Sierra e Renan Marques.
Coordenação de produção: Dudu Missono, Giu Tavares e Brenda Mayer
Assistente de produção: Renan Marques
Locutores:
BA – Rafael Kent
SP – Toni Fernandes
PB – Cleber Oliveira
MT – Jhony Peterson
MG – Leo Quintão
Relações Públicas: Kerena Neves

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Conteúdo

Dados X Big Data X Data Driven a Propagando e o Marketing

Para que as organizações possam tomar decisões mais assertivas em relação aos seus produtos e consumidores, os dados são seus maiores aliados. Na construção de campanhas publicitárias e no Marketing não é diferente. 

Provavelmente, você viu a imagem abaixo circulando na internet nos últimos dias e, por mais que seja um meme, esta representação retrata uma premissa verdadeira. Os dados estão em todos os lugares. Quem nunca ouviu aquela pergunta “baseado em quê?” após opinar sobre algo, em debates políticos quando os candidatos discorrem sobre diversos números e informações para provar a sua tese e, claro, também nas organizações. Hoje, há algumas terminologias e conceitos que envolvem a esfera dos dados, como Big Data e Data Driven. Existe diferença entre essas três definições? Como são usadas na propaganda e no marketing? 

Imagem: I Funny

O que são dados? 

Dados são um acumulado de conhecimentos não organizados sobre um determinado contexto. Quando esse conjunto de conhecimentos são ordenados, eles se transformam em informações que, por fim, conduzem a uma compreensão do assunto estudado. Por exemplo, em uma pesquisa você quer descobrir qual a preferência de marcas de refrigerante em diferentes faixa etárias, sendo assim, um grupo de pessoas com idade diversas irá responder a um questionário, no final o pesquisador terá um acumulado de dados, mas que, enquanto não organizados, não poderão ser analisados e compreendidos, no entanto se forem separados em grupos de idade e a marca escolhida será possível obter um entendimento maior do que se busca descobrir.

Big Data

Big Data é um mecanismo estratégico que analisa um grande volume de dados a partir de variadas fontes. Os 3Vs – volume, variedade e velocidade – são os definidores desse conceito

Volume: todos os dias usuários de dispositivos móveis e mídias sociais geram um grande volume de dados.

Variedade: como mencionado anteriormente, o Big Data é alimentado por fontes que armazenam dados de diversos contextos, como Instagram, Facebook e Google Analytics. Com essa grande variedade de conhecimentos e informações é possível obter diversos Insights.

Velocidade: Havendo um grande volume e variedade de dados é impossível que um humano faça a análise dessas informações, sendo assim se faz uso do Big Data que realiza esse processo de maneira mais ágil. 

Data Driven: o termo refere-se a organizações que são orientadas por dados, ou seja, tomam decisões, internas e externas, baseados em informações que norteiam suas estratégias. Assim, as instituições podem buscar e criar soluções mais assertivas para consumidores – como a Netflix com seu novo botão que sugere filmes e séries aos seus usuários – e em processos internos, por exemplo no setor de vendas.

Mas como a propaganda e o marketing usufruem dos dados?

Para a propaganda é muito importante que as campanhas publicitárias atinjam o público correto, nos lugares em que eles estão. Ou seja, por meio das informações fornecidas pelos dados os profissionais da publicidade sabem para onde direcionar seus esforços de comunicação, decisões sobre quais canais de divulgação utilizar em sua estratégia advém da coleta e análise de dados. Para o marketing, a lógica é a mesma, no entanto esta área aproveita estas informações para buscar junto aos consumidores necessidades que possam ser solucionadas pelo desenvolvimento de um novo produto, por exemplo. 

Portanto, os dados em sua forma crua, assim como o Big Data e Data Driven fazem parte da propaganda e do marketing, pois orientam as tomadas de decisão e suas estratégias.

 

Fontes: Neoway, Roimine, Ibe.Edu, Cetax

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Marketing

MRV convoca o humorista Pedroca Monteiro para ser o Apê Xavequeiro no Dia do Solteiro

Com criação da SunsetDDB, campanha transforma apartamento em personagem divertido e sedutor; ação também incentiva independência com a casa própria.

A MRV, maior construtora da América Latina, vai comemorar o Dia do Solteiro, em 15 de agosto, com uma campanha para incentivar as pessoas a realizarem o sonho de ter sua casa própria. A marca também aproveita a proximidade do feriado de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, para lembrar sobre a importância de conquistar um imóvel para ficar livre do aluguel.

Criada pela SunsetDDB, a campanha usa muito humor para apresentar o Apê Xavequeiro, um personagem que dá vida a um apartamento MRV. Falante e sedutor, ele será protagonizado pelo humorista Pedro Monteiro, mais conhecido como Pedroca. Com autêntica alma de solteiro, o Apê Xavequeiro vai aparecer em sketches diversos que serão veiculados em canais de mídia digital com a hashtag #FlertandoComMeuMRV. Nos roteiros, Pedroca encena várias cantadas enaltecendo o estilo de vida caracterizado pelo perfil de quem optou por viver sozinho, com mais possibilidades de planejar o dia a dia e aproveitar melhor as oportunidades de curtir a própria companhia, novos relacionamentos e momentos especiais com os amigos.

Além dos sketches, a campanha também conta com uma ação de ativação de vendas no qual o Apê Xavequeiro se torna um personagem invisível e, de forma oculta, acompanha compradores e um corretor durante visita a estande de um apartamento decorado. Enquanto homens e mulheres solteiras conhecem a sala, quarto e outras dependências do imóvel, eles ouvem frases com o conteúdo de divertidas cantadas que causam reações de surpresa nos visitantes. A ação de ativação será transformada em um filme da campanha.

“Com o nosso propósito de ‘Construir sonhos que transformam o mundo’, estamos sempre incentivando as pessoas a transformarem seus sonhos em realidade, sejam elas homens, mulheres, solteiras ou casadas”, diz Alexia Duffles Drummond, diretora de Marketing da MRV. “Com o Apê Xavequeiro estamos reforçando, de maneira divertida, essa ideia de que nada pode te prender para você ir atrás de seu sonho”, ressalta a executiva.

Para Sergio Mugnaini, CEO (Chief Creative Officer) da SunsetDDB, a campanha traz uma abordagem bem-humorada para um tema importante, que representa o objetivo de uma grande maioria das pessoas solteiras. “Morar sozinho, principalmente para quem chega aos 20 anos de idade passa a ser um referencial de independência muito significativo. A campanha da MRV consegue levar humor a esse desafio e mostrar que essa é uma conquista possível”, diz Mugnaini.

Link para o filme: https://www.youtube.com/watch?v=lLCWQWXkTzY

FICHA TÉCNICA

Agência: SunsetDDB

Campanha: Dia dos Solteiros

Título da campanha: Apê Xavequeiro

Anunciante: MRV

CEO: Pipo Calazans

CCO: Sergio Mugnaini

Redatora: Débora Lobo e Beth Bylaardt

Diretor de Arte: Danilo L. Limas e Nando Zenari

Mídia: Marcelo Aquilino e Paulo Ferreira

Atendimento: Anita Souza e Flávia Mantovanini

Planejamento: Marcia Aguirre, Bernardo Kirschner e Deyse Albiach Branco

RTV Producer: Tais Caetano e Andrea Martins

Aprovação Cliente: Alexia Faleiro Duffles Drummond, Sylvia Chequer e Camila Lopes

Ator/Humorista: Pedroca Monteiro

Agência Influenciadores: Suba

Coordenador de Pós: André Parizi

Produtora de Imagem: Lemon

Assistente Coordenador de Pós: Isa Ribeiro

Direção: Gui Morais

Assistência de Direção: Fernanda Duarte

Finalização: Lemon

Atendimento: Andrea Martins

Prod. Executiva: Andrea Martins

Dir. De foto/Foto Still: Dirso Barelli

Direção de Produção: Hairton Assain

Coordenação de Pós Produção: André Parizi

Edição: Oscar Delamanha

Assistente de Edição: Paula Fonseca

Motion e Color: Oscar Delamanha

Produtora de Áudio: Comando S

Áudio Diretor Musical: Serginho Rezende

Produção: Equipe Comando S

Atendimento: Elis Pedroso / Andrea Barreto

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Conteúdo

Comms Planning: Integrando meio e mensagem

Como publicitários, devemos saber a importância da integração do meio à mensagem para que uma campanha seja assertiva. No exterior, o Comms Planning é o responsável por facilitar esse contato, e aqui no Brasil este profissional, com certeza, fará parte da estrutura das agências de publicidade. 

Diferentemente do Brasil, algumas agências de fora do país não possuem o departamento de mídia – responsável pela administração da verba do cliente na compra de espaços publicitários – em seu escopo organizacional, o que, muitas vezes, acaba afetando a comunicação entre a criação e profissionais de mídia. Entendendo que essa dissociação impactava a performance da campanha desenvolvida, as agências criativas começaram a introduzir os profissionais de Comms Planning em seus  escritórios.

Mas afinal o que é Comms Planning?

Adotado pelo mercado internacional e implantado na estrutura organizacional das agências de publicidade, o Comms Planning surgiu justamente para solucionar uma dificuldade de comunicação entre os escritórios criativos e as empresas de mídia. Na prática, por estas duas repartições serem independentes, ou seja, não estarem alocadas no mesmo local, a mídia se direciona para formatos mais tradicionais ou que não funcionam criativamente e a criação desenvolve peças que não se encaixam nas estratégias de mídia. Esse ruído entre os dois escritórios impacta diretamente no desenvolvimento da campanha.

O que faz um Comms Planning?

O objetivo de um Comms Planning é melhorar o fluxo de trabalho entre os dois escritórios e diminuir o ruído de comunicação  que há entre ambas as partes. E como isso acontece? Este profissional, integrado às agência criativas, participa ativamente de todas as etapas da construção do briefing criativo. Apesar de parecer, o Comms Planning não está apenas envolvido com o time de criação, mas também com a área de planejamento que é responsável por brifar a criação sobre: objetivo e conceito da campanha, contexto cultural, consumidor entre outros. Com essas informações em mãos, o comms planning passa a trabalhar também com o time de BI e Social, para trazer mais insights de audiência, quais são os momentos culturais mais relevantes para a campanha, melhores práticas de mídia e determinar as entregas da campanha. Como este profissional auxilia na comunicação entre criativos e mídia, ele também é responsável por buscar novos formatos e plataformas, além de identificar os momentos mais oportunos para levar a campanha a público, fazendo com que esta tenha uma melhor performance e atinja o consumidor de maneira assertiva. É importante compreender que o Comms Planning não surgiu para limitar a criação e a mídia, ditando novas plataformas ou como a criação deve pensar, pelo contrário, ele apresenta novas possibilidades para ambos os profissionais. Para que a interação entre, planners, criação e empresas de mídia funcione, é preciso estabelecer um ecossistema em que irá conter todas informações e fases desse processo e todos os envolvidos na concepção da campanha precisam respeitar essa estrutura. 

Qual a relação com o Brasil?

Você deve estar se perguntando, mas se aqui no Brasil os departamentos de mídia estão dentro das agências, qual a relevância do Comms Planning? A implementação desse profissional nas agências brasileiras ainda caminha a passos de bebê, justamente pelo fato do departamento de mídia já estar dentro dos escritórios. No entanto, o Comms Planning pode ser um acréscimo à criação e mídia, já que este é capaz de trazer insights e inovações no que tange a novos formatos de mídia. 

Não há dúvida da importância deste profissional nas agências do exterior, aqui no Brasil, com certeza, o Comms Planning fará parte da estrutura das agências de publicidade.

 

Fontes: Grupo de planejamento, Stephanie Campbell

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Marketing

Faculdade Descomplica e Estag doam bolsas de estudo para jovens que desejam ingressar no Ensino Superior  

Serão oferecidas dez oportunidades em diversos cursos, como nas áreas de gestão, educação, gestão e tecnologia, em um Financiamento Estudantil a curto prazo mantido pela Estag

O Descomplica, uma das principais instituições de educação e tecnologia do Brasil, anuncia a doação de dez bolsas de estudos em cursos como Administração, Recursos Humanos, Marketing e Gestão Contábeis em um financiamento estudantil a curto prazo. A ação é fruto da parceria com a Estag, empresa especializada em recrutamento, documentação e desenvolvimento de estagiários. A Estag irá subsidiar seis meses da graduação do estudante até ele conseguir um estágio remunerado para que possa pagar sua faculdade posteriormente.  Os interessados no projeto deverão se inscrever até o dia 20 de julho pelo link: https://estag.uwu.ai/. Veja a lista completa de cursos ao final do texto.

Para Daniel Pedrino, presidente da Faculdade Descomplica, o projeto serve como uma mola impulsionadora para que o jovem, mesmo que sem condições financeiras iniciais, possa ingressar no ensino superior e a partir do momento que conquiste um estágio consiga dar continuidade aos estudos.

“A missão do Descomplica é democratizar o acesso à educação, afinal acreditamos que aprender é para todo mundo e por isso não vamos parar até que a educação chegue a cada brasileiro que precisa dela. Após a aquisição que realizamos da UniAmérica, esse propósito é ampliado porque agora a nossa lista de cursos aumenta e consequentemente se ampliam possibilidades dos alunos estudarem e conquistarem uma inserção no mercado de trabalho”, explica.

Em média a bolsa estágio costuma variar entre R$800 e R$1600 na região de São Paulo. Quanto à Faculdade Descomplica, o estudante pagará em média R$199 por mês, dependendo do curso, até quando achar um estágio remunerado e conseguir quitar o semestre financiado. Caso o jovem não encontre o emprego no 1° semestre, fica a critério dele decidir se quer ou não continuar no curso, arcando com os gastos dali para frente. “A Estag irá acompanhar o jovem durante toda a sua graduação, a fim de garantir que ele se forme. Nosso impacto está intimamente ligado à formação do jovem na Faculdade Descomplica”, afirma Felipe Morelli da Estag.

Veja os cursos que fazem parte da parceria:

  1. Administração
  2. Análise e Desenvolvimento de Sistemas
  3. Banco de Dados
  4. Ciências Contábeis
  5. Computação em Nuvem
  6. Engenharia da Computação
  7. Engenharia de Produção
  8. Gestão Comercial
  9. Gestão de Dados
  10. Gestão Financeira
  11. Gestão Pública
  12. História
  13. Jogos Digitais
  14. Letras – Português
  15. Logística
  16. Marketing
  17. Matemática
  18. Pedagogia
  19. Processos Gerenciais
  20. Recursos Humanos
  21. Sistemas de Informação
  22. Sistemas para Internet

Sobre a Faculdade Descomplica

Primeira EdTech brasileira a ingressar no ensino superior, a Faculdade Descomplica estreou em agosto de 2020, com um modelo 100% online e oferecendo os quatro cursos mais procurados no EAD: Pedagogia, Administração, Contabilidade e Gestão de Pessoas. Com preços democráticos – o curso de maior valor sai por menos de R$220 mensais -, a instituição foi liberada pelo MEC com nota máxima para a sua atuação (5), conquista que somente 6% das mais de 2500 instituições de ensino possuem. A Faculdade opera no modelo de microcertificações: os cursos são divididos por temática, em vez de seguirem a separação tradicional por semestre. O aluno pode optar por qual tema prefere começar a estudar e, ao finalizar, recebe um certificado de especialista contando quantos estudos de caso foram realizados sobre o assunto, que pode ser linkado diretamente em seu perfil do LinkedIn. Para o lançamento da Faculdade Descomplica, um investimento da ordem de R$ 55 milhões foi realizado.

 Sobre a Estag

 Feitas por jovens e para jovens, a estag impacta jovens em situação de vulnerabilidade social através de programas de capacitação e empregabilidade focados nas profissões e nas habilidades do futuro.

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Entrevistas

Entrevista com Viviane Camargo

Viviane Camargo, publicitária e fundadora da Aurora Branding, com passagem por grandes agências, como DM9DDB, McCann-Erickson e JWT Curitiba, em conversa com o Creativosbr, explanou sobre o que é branding e porquê essa estratégia tem se tornado cada vez mais importante para as organizações.

O que é branding? 

Branding é o processo de construção da marca. E tão importante quanto explicar o que é branding, é explicar o que é marca: marca está relacionada à imagem, pode ser de uma empresa, um produto ou serviço. A marca de uma organização é construída através das suas manifestações visuais e verbais, como: identidade visual, ou seja, todo o seu universo visual – logomarca, ícones, cores, tipografia -; sua comunicação verbal, linguagem, tom de voz, como não se expressa e como uma empresa se posiciona no mercado para se diferenciar das outras. Esse conjunto de definições [de marca] é o branding. Ou seja, é uma série de estratégias e metodologias para construir a correta imagem e associações a uma marca. Portanto, o branding é o processo, é o como se constrói essa imagem da forma mais apropriada possível.

Por onde começar a aplicar o branding?

O trabalho de branding sempre começa de dentro pra fora, ou seja, dentro da empresa: nessa primeira fase a intenção é descobrir o que essa empresa faz, o que ela se propõe a fazer, qual é o propósito dessa organização – pergunta-chave do branding -, e essas descobertas são feitas por meio de conversas com gestores, colaboradores, vendedores e público interno. Após essa fase, a compreensão sobre aquela empresa se direciona para a percepção externa, consumidores, fornecedores, ou seja, todos os stakeholders, para entender se toda aquela verdade vista no início do projeto está sendo traduzida para o público externo. O branding trabalha muito com realidade e percepção, então no final desse processo de análise é preciso alinhar as duas coisas. E a função do branding é traçar uma identidade para que tudo fique alinhado, para que todos os públicos vejam a marca da mesma forma e com a mesma percepção. Então na implementação, o público interno é o primeiro impactado. E a razão para traçar essa estratégia de dentro pra fora é porque o branding trata de propósito, essência, DNA, cultura e principalmente de identidade. 

Esse trabalho que começa internamente é a construção da cultura? 

Exato, porque se não for trabalhado internamente se torna algo que não é verdadeiro. A empresa precisa internalizar a sua identidade para depois naturalmente essa marca se externalizar para outros públicos.

Quais são os benefícios de possuir uma estratégia de branding?

São vários. Pela nossa experiência aqui na Aurora, nós vemos que nossos clientes têm duas grandes dores que se traduzem depois nos benefícios que o branding entrega. A primeira é a frustração das empresas de possuir uma comunicação sem foco, de não ter uma identidade estabelecida, por exemplo, temos um cliente aqui na Aurora que não sabe se deve responder nas redes sociais com bom humor ou com de maneira mais séria, porque se trata de uma instituição de ensino superior, isso porque ainda não foi decidido o tom de voz da marca. Então essa falta de foco da comunicação da empresa é uma das grandes necessidades que faz com que uma empresa procure a Aurora. Nesse caso, o branding alinha essa necessidade e fornece quais serão os passos a seguir daquele momento em diante e pelos próximos anos. Ou seja, o branding vai organizar e dar uma diretriz para todas as ações de marketing e RH, quando se fala do público interno de uma organização, e direcionar aquela marca. E a segunda dor, sendo uma consequência da primeira, a empresa possui uma verba alta disponível para o marketing e ao final do ano a sensação que se tem é que o investimento foi gasto e a empresa não construiu a imagem que gostaria e que muitas vezes não sabe qual é. Nesse caso o branding ajuda a empresa a encontrar essa imagem, ou seja, qual a sua identidade, e traça um plano muito claro para isso. Então essas duas dores fazem com que a organização não construa de forma sistêmica e organizada as associações que a empresa quer que o público tenha quando pensar na marca. 

E organizar a identidade e comunicação da marca é o que faz com que ela seja lembrada pelos consumidores?

Exatamente, essa organização é fundamental na etapa de implementação do branding. E para que isso aconteça [lembrança da marca] é preciso haver consistência na comunicação dessa marca. O Itaú Unibanco é um grande exemplo dessa “consistência”: o som da marca, as cores, a tipografia, o tom de voz são os mesmos há muitos anos. Um grande erro das empresas é achar que as suas manifestações podem ser mudadas o tempo todo quando, na verdade, o consumidor não está tendo tempo de memorizar aquela marca, de construir as associações que o trabalho de branding traça. E é preciso ter em mente que essa construção pode demorar anos.

Existe diferença de branding para uma empresa menor e para uma grande organização?

Todo processo de branding tem diferença, já que quando falamos de identidade, cada empresa tem a sua. Mas a principal está no momento que cada empresa está vivendo, se é um rebranding ou a criação do branding de fato. No primeiro caso a construção da estratégia vai olhar muito pra história da marca, e nesse processo de mergulhar no passado da empresa, começa um trabalho de reflexão, ou seja, “quem eu sou?”, “de onde eu vim?” e “pra onde eu vou?”. E pra uma marca nova, que é o caso da construção do branding, a gente vai olhar muito pro contexto em que essa marca está inserida, para poder entender o porquê que o mundo precisa dessa marca? o que a marca está se propondo a solucionar?

Então no rebranding olhamos o passado e depois o presente para projetar aquela marca no futuro. E no branding olhamos para o contexto atual e futuro para entender a relevância da proposta daquele negócio para o público. E essa relevância é o que causa a diferenciação daquela marca. Então é entendendo de onde a empresa está partindo que adotamos a estratégia mais adequada para aquela organização.

E quando é necessário que uma marca passe pelo rebranding?

Depende, há duas situações e elas podem acontecer ao mesmo tempo. A primeira é quando a própria empresa identifica que aquela maneira que ela está se apresentando para o mercado não traduz mais o que a marca é, geralmente está ultrapassada, sendo que a empresa está em outro momento. A segunda, é quando a empresa acha que está tudo certo, porém precisa mais de um direcionamento para a comunicação ou um conceito, que não está necessariamente atrelado ao visual. Mas quando partimos para a etapa de pesquisa para entender como a marca está sendo percebida, os clientes e o mercado trazem insights de que a empresa não traduz o que ela acha que transmite. Então quando há um rebranding a gente traça uma nova estratégia e em alguns casos um novo design visual para tornar tangível todo o conceito daquela marca.

Falando em construção de percepção de uma marca, a sociedade tem cobrado muito para que as empresas se posicionem e façam algo em relação às pautas da sociedade, como racial, LGBQIA+ entre outras. Quando e como uma marca pode abraçar alguma causa para defender sem parecer oportunista?

 Tudo gira em torno da verdade. O branding tem a ver com a identidade, com traduzir uma verdade e com a autenticidade. Uma marca que nunca teve seu propósito, ou seja, qual a contribuição maior que a marca quer oferecer onde ela atua ancorada em algum tema, seja ele qual for, gênero, raça, feminismo, machismo; e de repente começa a levantar aquela bandeira, provavelmente, a imagem que se vai passar é que a organização está se aproveitando do momento, ou seja, sendo oportunista. E marcas que defendem alguma bandeira e não parecem oportunistas, é porque elas não são. Já que aquilo está no seu DNA. A Magazine Luiza tem a Luiza Trajano, uma líder feminina e feminista que abraça questões relacionadas às mulheres, então quando a Magazine se envolve com essa questão não é visto como oportunismo, pois essa já é a imagem projetada pela empresa. Mas isso não significa que marcas que nunca falaram sobre alguma causa, não possam se associar a uma. Por isso existe o trabalho de branding, para entender qual é o propósito daquela empresa e pelo que a sua marca briga, no sentido de qual bandeira ela defende.

E é necessário que toda marca esteja engajada em algum tema social?

Toda marca precisa levantar uma bandeira, mas não precisa ser algo que é tema dos jornais. Essa bandeira não precisa estar ligada a gênero, à raça, à sustentabilidade, política; não necessariamente. A bandeira tem a ver com relevância, por exemplo, o Nubank defende o “banco simples”. Ou seja, não precisa ser um tema social, mas sim com relevância social, por exemplo a empresa MadeiraMadeira que tem como propósito “reinventar a maneira como as pessoas montam às suas casas” é uma bandeira que defende a compra de artigos para casa mais acessível em questão de preço, mais diversificada com um portfólio de mais de 2000 produtos, mais democrática. E essa é uma bandeira que tem relevância para as pessoas. O importante é a empresa se posicionar e não ter medo da sua posição.

E a relevância de uma organização é o que constrói o seu valor. Quais leituras pode-se fazer acerca desse tema? 

Há duas leituras sobre valor de marca, a numérica, que pode ser chamada de “Valuation”, calculada através de uma metodologia super complexa que considera ativos tangíveis, como patrimônio físico, quanto aquela empresa vale e quanto vai valer; e ativos intangíveis que é relacionado à percepção do público, ou seja, quanto o consumidor valoriza aquela marca. A Apple é um exemplo desse último ativo, sendo a segunda marca mais valiosa do mundo, ficando atrás apenas do Google, mas não é a maior empresa do mundo – pensando no primeiro ativo. E o que constrói esse valor de marca intangível, e que é um ponto muito trabalhado no branding, são os valores da marca, ou seja, as crenças e a forma de pensar e agir, os pilares; ainda usando a Apple como exemplo, os pilares da marca são: inovação, simplicidade e design primoroso; que são premissas no lançamento de qualquer produto deles, já que forma o DNA da Apple. Sem esses valores o produto não pode ser lançado, porque não corresponde à verdade e o que se espera da marca. E isso é o que constrói a percepção que público tem da marca.

O que o profissional precisa saber sobre a empresa para estabelecer estratégias de branding? 

Boa parte dos clientes com os quais trabalhamos aqui na Aurora sabem que têm um problema, mas não sabem o que é. E tem casos de empresas que acham que são algo, mas quando vamos pesquisar internamente e externamente, a visão da organização não é a percepção dos públicos. E muitas vezes isso acontece porque o dono centraliza a cultura e não há branding que resolva uma cultura mal construída, é preciso mudar a cultura. E como saber disso? Na etapa de imersão interna, há uma conversa com o dono, os gestores, o presidente, e todos os outros colaboradores que fazem parte da empresa. E o nosso papel como consultora – o que é o caso aqui da Aurora – é entender o que aquela empresa é, como está sendo vista; para traduzir isso de forma mais clara e que traga maior força pra organização.

Quais são os campos de estudo para se tornar um profissional de branding?

Essa é uma pergunta difícil [rsrs]. Aqui na aurora eu trabalho com designers gráfico, psicólogos, agora eu tenho um antropólogo, eu me apoio muito na filosofia; mas se eu fosse direcionar para um curso, seria o marketing porque o branding é a base dessa área. Isso porque o branding se apoia nas relações entre marcas e seres humanos basicamente, por isso a antropologia, a filosofia e a psicologia estão ligadas a essa estratégia; e para construir essa relação é preciso entender e estudar o ser humano. Mas, mais do que um curso é o perfil do profissional de branding que importa, essa pessoa tem que gostar de ler, ser curiosa, precisa ser inquieta, antenada e gostar de estudar o ser humano. Então é mais sobre gostar dessa área do conhecimento [compreender o ser humano] do que um curso específico. O branding é muito amplo, é multidisciplinar, por isso aqui na Aurora nós somos uma combinação de profissionais multidisciplinares.

Um recado para os futuros publicitários e marketeiros ou gestores de marcas?

Independentemente do curso que você faça: administração, marketing, publicidade, design, todas essas áreas que permeiam o branding, vá além disso, seja inquieto, curioso, fique antenado e seja um profissional com repertório; esteja aberto a novas coisas e conhecimentos.

Como vimos durante a entrevista, possuir uma estratégia bem definida é essencial para o crescimento de uma organização enquanto marca e o branding é o que aponta a direção a ser seguida.

 

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Conteúdo

As principais premiações da publicidade

Quando se trata de disseminar ideias, marcas, produtos e serviços, a publicidade é o meio mais eficaz para alcançar o público certo, na hora e lugar certo. E para aclamar os grandes profissionais dessa área, algumas premiações surgiram para prestigiar as campanhas que unem criatividade e inovação para alcançar um objetivo. Confira os principais prêmios da publicidade mundial.

CANNES LIONS

O prêmio mais cobiçado pelas agências e, provavelmente, o mais importante da publicidade mundial, o Cannes Lions contempla as campanhas mais criativas globalmente. O corpo de jurados é formado por profissionais de vários países que determinam quais peças publicitárias irão levar o Leão – como é chamado os troféus concedidos pelo festival – para casa. Os prêmios são divididos entre Grand Prix, Ouro, Prata e Bronze, concedidos em 28 categorias diferentes e contempla cases de mídia online e Offline.

CLIO AWARDS

O Clios Awards, um dos mais famosos prêmios da publicidade internacional, homenageia os trabalhos mais ousados e inovadores desta indústria. A premiação acontece anualmente em Nova York. Os brasileiros também fazem parte do Júri e são responsáveis por escolher as melhores peças para concorrer às estatuetas Clio: Grand, Ouro, Prata e Bronze.

EL OJO DE IBEROAMÉRICA

Realizado na Argentina, é considerado referência quando se trata de criatividade e latina. O festival, que não engloba apenas a publicidade, mas a comunicação em seu todo, abraça como critério não só a criatividade das peças, mas a capacidade de contribuir para o desenvolvimento do setor, de seu país e região. Assim como Cannes Lions e Clio, os troféus concedidos pelo El Ojo também são divididos entre Grand Prix, Ouro, Prata e Bronze. Este ano a premiação acontece entre os dias 23 e 25 de novembro.

PRÊMIO CABORÉ

Principal premiação nacional, o Caboré contempla empresas e profissionais que contribuem para o desenvolvimento da indústria da comunicação, marketing e mídia no Brasil. Os vencedores do prêmio recebem as famosas Corujas, muito cobiçadas pelos competidores.

PRÊMIO AMIGOS DO MERCADO

Uma iniciativa de vários profissionais do mercado publicitário brasileiro, o Amigos do Mercado tem como objetivo tornar o mercado publicitário mais amigável ao permitir que os membros troquem contato, vagas de emprego currículos e notícias sobre a Indústria. O prêmio é concedido aos profissionais da comunicação e marketing de diferentes níveis: do estagiário aos cargos de liderança em 15 categorias distintas. 

Esses são alguns dos prêmios mais importantes para a indústria da publicidade, mas há vários que também  prestigiam e enaltecem esta indústria.

E aí, curtiu saber um pouco mais sobre os principais prêmios da publicidade?

 

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Confira os vencedores brasileiros do Cannes Lions 2021

Nesta semana aconteceu o Cannes Lions, maior festival de criatividade que premia as melhores campanhas de Publicidade em 28 categorias diferentes. Participam deste evento diversas agências do mundo todo com a intenção de levar pra casa um leãozinho. Ao todo foram 29.074 peças inscritas e destas foram selecionadas as que concorreram nas shortlists. Nestas listas as campanhas ficavam mais próximas de ganharem os troféus: Grand Prix, Leão de Ouro, Leão de Prata e Leão de Bronze. O Brasil encerrou o festival com 68 leões, e no topo da lista está a agência Africa. Confira abaixo as campanhas brasileiras que conquistaram o troféu mais desejado pelas agências.

Agência Africa

Com as campanhas “Salla 2032” e “Responsible Billboards” a agência venceu nas categorias:

Entertainment Lions For Sport- Troféu Grand Prix

Design Lions- 1 Leão de Bronze

Direct Lions- 1 Leão de Ouro e 2 de Bronze

PR Lions- 2 Leões de Ouro e 1 Bronze 

Film Lions- 1 Leão de Bronze

Com as peças “The most Valuable News”, “Racism Uncovered” e “Alexa’s Burnout”:

Outdoor Lions- 1 Leão de Prata

Print & Publishing Lions- 1 Leão de Ouro, 1 Leão de Prata e 1 Leão de Bronze

Industry Craft Lions- 1 Leão de Ouro

Radio & Audio Lions- 1 Leão de Bronze

Para as campanhas #GOEQUAL e “Let Her Run” desenvolvida para Sportv:

Brand Experience & Activation Lions- 1 Leão de Ouro e 1 Leão de Prata

Social & Influencer Lions- 1 Leão de Bronze

Entertainment Lions For Sport- 1 Leão de Bronze

Film Lions- 1 Leão de Prata 1 Leão de Bronze

Agência AKQA

Para as campanhas “Code of Conscience” desenvolvida para o Instituto Raoni e “Stranger Antenna” para a netflix, a agência conquistou:

Design Lions- 1 Leão de Bronze

Mobile Lions- 2 Leões de Ouros, 1 Leão de Prata e 2 Leões de Bronze

Digital Craft Lions- 1 Leão de Prata

Creative Data Lions- 1 Leão de Prata 

Paras as peças “Beck’s Frequency”, “The Dance Awakening” e “Silence”, desenvolvidas respectivamente para Cerveja Beck’s, Nike e Deezer:

Radio & Audio Lions- 1 Leão de Ouro e 1 Leão de Prata

Entertainment Lions- 1 Leão de Prata

Media Lions- 1 Leão de Bronze

Agência VMLY&R

Com a campanha “I’M” pata Starbucks:

Glass: The Lion For Change- 1 Grand Prix 

Brand Experience Lions- 1 Leão de Prata

Para as peças“UEFA Champions League’s Global Anthem”, “Ela”, “We Stand”, desenvolvidas para o Santander e “Endangered Streamers” para  GreenPeace:

Entertainment Lions For Sport- 1 Leão de Prata e 1 Leão de Bronze

Creative Business Transformation Lions- 1 Leão de Prata 1 Leão de Bronze

Media Lions- 1 Leão de Prata

E com a campanha “The Commitment” para CCWD:

Sustainable Development Goals- 1 Leão de Ouro 1 Leão de Bronze

Agência Publicis – Campanha “Cozinhas às Cegas” para Maggi

Industry Craft Lions- 1 Leão de Bronze

Agência Almap BBDO 

Com as campanhas “True Fashion” para Havaianas, “Wassabi” para Doritos e “HungerCost” para Snickers

Outdoor Lions- 1 Leão de Ouro, 1 Leão de Prata e 2 Leões de Bronze

Print Lions- 1 Leão de Bronze

Agência BETC HAVAS – Com a campanha “HERSHE” para Hershey’s:

Industry Craft Lions- 1 Leão de Bronze

Entertainment Lions- 1 Leão de Bronze

Agência GUT – Com a peça “Feed Parade” para Mercado Livre:

Entertainment Lions For Music- 1 Grand Prix

Mobile Lions- 1 Leão de Ouro

Agência Wunderman Thompson- Com o filme “Cidade Inerte”:

Film- 1 Leão de Bronze

Filme Craft- 1 Leão de Bronze

Agência Wmccann- Com o especial de natal “Juntos a magia acontece: Black Santa” em parceria com a Coca-Cola:

Entertainment Lions- 1 Leão de Ouro

Agência Ogilvy- Com as campanhas desenvolvidas para Magazine Luiza “Shopping Inside Songs” e “Jesus Our Supporter” para Adidas:

Creative e-commerce Lions- 1 Leão de Bronze

Entertainment Lions- 1 Leão de Bronze

PR Lions- 1 Leão de Bronze

Agência Havas Health & You- com a peça “IDVERSE”

Pharma Lions- 1 Leão de Prata

Agência TracyLocke- Com a peça “Beautiful Dreamer” para Pfizer:

Pharma Lions- 1 Leão de Bronze

Agência Soko- Com a campanha “She Can” para Guaraná Antarctica:

Creative Strategy Lions- 1 Leão de Prata

Brand Experience & Activation Lions- 1 Leão de Bronze

Media- 1 Leão de Bronze

Agência Cheil – Com a campanha “AntiBullying Skin” para Samsung:

Media Lions- 1 Leão de Bronze

Estes foram os vencedores brasileiros do maior festival de criatividade e publicidade. Você pode conferir os ganhadores de outros países no site da premiação.

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