close

Conteúdo

ConteúdoPublicidade

Criatividade: dom ou habilidade?

Aposto que quando você diz que é publicitário, ou quando começou estudar publicidade e contou para seus amigos e familiares, você deve ter escutado algo como: “eu acho legal publicidade, mas precisa ser muito criativo e eu não sou tão criativo assim”.

Está mais do que comprovado que nós publicitários somos criativos, mas a verdade é que a criatividade, assim como qualquer outra habilidade, precisa ser desenvolvida, não é um superpoder que quando estamos no meio de uma campanha o ativamos e colocamos ele em ação, por exemplo. A criatividade é uma habilidade que precisa ser cultivada, explorada lapidada e muitas vezes até despertada!

E como é possível fazer isso? Através de repertório! Encontramos diversas inspirações por meio de filmes, viagens, apreciando uma boa música, leitura ou uma comida, enfim por meio de momentos, referências e claro muita pesquisa, porque assim teremos insights inovadores que façam sentido para agradar ao nosso cliente, que paga o pão nosso de cada dia (hihi).

Usar a criatividade é não ter medo de inovar, e fazer isso da melhor maneira e com toda a sua dedicação. Não existe uma receita de bolo pronta ensinando o passo a passo para você ser criativo, mas se você acompanha nosso portal, olha… Fique muito feliz porque já está no caminho certo!

É necessário haver muita dedicação para desenvolvermos da melhor maneira esse processo criativo na entrega das soluções para nossos clientes. Pode até parecer que a criatividade vem como se fosse um passe de mágica, mas isso é o fruto de anos buscando por conhecimento, novos repertórios, trabalho duro, e muita pesquisa para entender sobre o mercado, a demanda, o perfil do target, etc. E quanto mais sutil a sacada criativa parecer, maior será o reconhecimento de todo esforço dedicado ao longo do processo até chegar à entrega final.

Leia Mais
Conteúdo

Carta aos mestres

Sempre achei que todos, um dia, devessem escrever aos seus mestres. Defensor da palavra a qual julgo uma das mais importantes no dicionário – a gratidão – coloquei em meus objetivos que um dia escreveria uma carta àqueles que me ajudaram a chegar lá. Não que eu tenha chegado por inteiro, mas posso dizer que já me sinto realizado, que já me sinto encaminhado e que, se o mundo acabasse hoje, eu poderia dizer que a base do meu sonho foi alcançada.

Por isso escrevo essa carta aos meus mestres. Mestres no plural porque tive alguns, e eles sabem quem são eles. Eles tanto sabem, que por anos os marquei em meus posts, que por anos os agradeci pessoalmente ou em minhas mídias. Sim, porque a gratidão se pratica, não se esconde.

Tive mestres na infância, que me incentivaram na escrita; que me incentivaram na iniciação à redação, assim com meus mestres do lazer, das artes marciais, da música. Tive mestres que me ensinaram a trabalhar, me dando o primeiro emprego. Tive mestres que me ensinaram o que é a internet, o que é a publicidade, o que é a Criação. Tive mestres que me ajudaram em softwares, que me ensinaram a melhorar meu currículo e portfólio, que me ajudaram no conhecimento e no aprimoramento da gramática e da Língua Portuguesa, essenciais para desenvolver o meu trabalho como Redator. Mestres que me ensinaram – e que me ensinam – o dia a dia das agências de publicidade, que me deram oportunidades de crescer e que me apoiaram com conselhos e dicas incríveis.

Aos meus mestres, fica aqui minha gratidão. Minha retribuição é a multiplicação de todo o conhecimento e ensinamento àqueles que um dia possam querer de mim o mesmo que um dia precisei de vocês.

Obrigado!

Leia Mais
Conteúdo

Capa e contracapa: a beleza da contradição

O título é bonito, né? Mas saiba que a inspiração dele veio de um músico chamado Fernando Anitelli, da banda O Teatro Mágico, que diz em uma das suas músicas: “Sejamos também a contracapa. Porque ser a capa e ser contracapa é a beleza da contradição”.

Não sei se Anitelli quis dizer isso em sua poesia, e talvez até não, mas a minha interpretação é que a capa só brilha devido à existência da contracapa. O equilíbrio é necessário, o contraponto é mais do que preciso para que a capa tenha o seu brilhantismo. Vejo isso nos filmes, na música, nos textos e – sim – na nossa profissão. Tanto os coadjuvantes quanto os contratempos – fica aí a sua interpretação de contracapa – são necessários na jornada do dia a dia. São eles que nos fazem crescer, que nos fazem amadurecer e também nos desafiar para algo maior. São eles os responsáveis pelas chamadas às batalhadas, aos duelos.

Anitelli pode ler este texto e pensar: “mas que cara louco; escrevi uma música pensando em uma coisa, e o cara interpretou outra totalmente diferente. Minha música falava de poesia, e ele está falando de publicidade.”

Caso isso ocorra, não me julgue, Anitelli. Saiba que minha interpretação é válida e, assim como a capa e a contracapa, a interpretação que eu trago como uma analogia para o mundo da publicidade é a mais pura beleza da contradição.

Leia Mais
Mídia

TikTok e o seu impacto na Indústria Musical

TikTok é uma plataforma de origem chinesa criada 2016 pela ByteDance. Somando mais de 800 milhões de usuários, traz como proposta a criação de pequenos vídeos de 15 a 60 segundos. O usuário pode gravar o vídeo e editá-lo na própria ferramenta. É possível inserir diversos efeitos, filtros, trilhas sonoras, legendas, gifs e tudo o que é necessário para expressar a criatividade.

Atualmente o que tem chamado a atenção dos internautas, é o grande impacto que a rede vem causando em empresas de pequenos empreendedores até mesmo grandes negócios. Porém, o assunto que mais se destacou é sua influência direta na indústria musical.

A rede social tem colocado diversas músicas no TOP 10 das plataformas de stream. Artistas como a Cantora Olivia Rodrigo de apenas dezessete anos, saem do anonimato para 17 semanas em #1 na Hot 100 da Billboard com Driver’s License. Ou trazendo smash hits do passado, como a música Gimme More da Britney Spears lançada em 2007. Isso tudo após viralizar como trilha sonora, Challenges ou dancinhas que todo mundo tem se arriscado a tentar.

Seguindo uma linha do tempo, músicas que eram feitas para bombar nas rádios, seguindo da MTV, Ringtones e Youtube até o início dos anos 2010, hoje são feitas para estourarem no App. Além disso, o TikTok tem influenciado muitos jovens dentre as gerações Z ou Alpha, em estilos de roupas, maquiagens, decoração e até mesmo resgatando tendências dos anos 80.

É importante estar atento ao movimento ‘TikTok Viral’, pois ele vem fazendo bastante barulho e aparentemente não vai parar por aqui.

Artistas que tiveram suas músicas ‘viralizadas’:

  • Doja Cat
  • Olivia Rodrigo
  • Kali Uchis
  • Cardi B
  • Ariana Grande
  • Megan Thee Stallion
  • Usher

https://open.spotify.com/playlist/1GOM1WKZCqlkHGdhi5HDRO?si=yewQ-XFrTMyHElTyJW2bKA

Criei uma playlist com músicas do TikTok que todo mundo ama! E claro, tem para todos os gostos. 😊

 

 

Leia Mais
Conteúdo

De um xarope à uma das maiores marcas: Coca-Cola

Atualmente a Coca-Cola comercializa mais de 500 marcas e aproximadamente 3500 produtos. Além disso, possui quatro das cinco marcas de bebidas refrescantes mais famosas do mundo: Coca-Cola, Coca-Cola Light, Fanta e Sprite. Ademais, conta com mais de 24 milhões pontos de venda em 200 países, vende 1.9 milhão de unidades por dia e emprega, apenas no Brasil, 57,2 mil pessoas. Contudo, será que a marca sempre teve essa fama? A publicidade e o marketing contribuíram no crescimento? Voltaremos para 1886 para entendermos tudo.

Em maio de 1886, em Atlanta, nos Estados Unidos da América, o farmacêutico John S. Permberton decidiu criar um xarope para resolver problemas de digestão e dar energia. A mistura foi feita de extrato de folhas de coca, cafeína e água. A farmácia Jacobs foi a primeira a comercializá-la, vendia o copo por 5 centavos e eram vendidos, no máximo, apenas 13 copos diariamente. Após Pemberton ter criado o refrigerante, ele o anunciou no Atlanta Journal. Há pouca criatividade encontrada no primeiro anúncio, apenas um texto, nenhuma fonte estilosa, nem imagens. O anúncio de jornal mostrou pela primeira vez o slogan da empresa: “Deliciosa! Refrescante! Emocionante! Revigorante!”. Em seguida, John Pemberton colocou um anúncio mais longo e mais persuasivo, acrescentando que a bebida é uma “bebida intelectual”, “bebida de temperança”, “tônico cerebral”, e ainda afirma ser capaz de ajudar na dor de cabeça, nevralgia, histeria, melancolia e muito mais. Durante o início de 1900, a publicidade contou com mulheres jovens como suas porta-vozes, como a modelo Hilda Clark. Nesse primeiro ano, o Dr. Pemberton faturou US$ 50 em vendas e gastou US$ 73,96 em propaganda.

Em 1891 fundou-se The Coca-Cola Company, em 1893 registaram a marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial dos EUA e após 11 anos, a Coca-Cola começou a alcançar outros países. A empresa chegou ao Brasil durante a 2° Guerra Mundial, quando prometeram que sempre haveria uma Coca-Cola para os soldados americanos por US$ 0,05, fazendo com que a empresa se instalasse em Recife.

A marca investe tanto em publicidade, que nesta área ela gasta mais do que a soma investida pela Microsoft e pela Apple juntas. Em 2010, o orçamento da empresa teria sido de 2,9 bilhões de dólares, enquanto a Microsoft investiu 1,6 bilhão de dólares e a Apple teria gastado 691 milhões de dólares no mesmo ano. A Coca-Cola está há 130 anos fazendo propagandas com o otimismo e a alegria, e esse é um dos motivos pelo qual ela é tão famosa. Ela não tem como tema principal delas o refrigerante em si, mas sim a emoção, histórias, risadas e afeto. Como estão sempre inovando, há alguns exemplos de campanhas: em 2015, a marca produziu embalagens com os nomes dos brasileiros; em 2018, a Campanha do Dia Internacional do Orgulho LGBT+ (utilizaram a expressão “essa Coca é Fanta”, a qual algumas pessoas usam para se referirem à homossexuais) e em 2020, para inspirar a todos a terem esperança, a campanha apresenta “razões para acreditar” em meio à crise do coronavírus.

Toda a trajetória da tão valiosa marca Coca-Cola nos mostra dedicação e persistência pelos criadores da empresa. No início, vendia-se no máximo, 13 copos diariamente, enquanto hoje em dia esse número subiu para mais de 1,7 bilhão. Certamente, investir também na propaganda e no marketing geram resultados melhores, enfatizando a importância das áreas no mercado.

 

Leia Mais
Conteúdo

Subindo degraus, descendo rampas

Alguns artigos atrás escrevi sobre analogias inteligentes no lugar de trocadilhos e o aprendizado que elas me trouxeram na minha vida de Redator Publicitário.

Pois bem, hora de usá-las.

Os degraus sempre foram analogias utilizadas no nosso dia a dia para simbolizar o crescimento profissional. O passo a passo de um processo evolutivo, as etapas necessárias para subir na vida profissional e, assim chegar ao topo. Aquele topo onde se enxerga o todo, onde se tem a visão do mundo ideal e de que não há mais nada a ser feito. A autorrealização, segundo Maslow, talvez.

O que vem depois do topo?

Alguns preferem continuar ali, na sua zona de conforto, estagnados, entediados. Outros caminham lateralmente, buscando respostas alternativas, mas sem saber ao certo o que fazer. Outros, descem a rampa existente do outro lado, desenfreadamente, e numa velocidade injusta, não equivalente aos degraus de subida.

A reflexão que busco é a de valorizar cada degrau de subida. Não espere chegar ao topo para encontrar sua felicidade. Eu – longe de chegar ao topo – pretendo fazê-lo sem pressa, a fim de evitar que o tédio, a lateralidade ou até mesmo a rampa me amedrontem. Viva as vitórias diárias que os degraus trazem no seu dia a dia. Viva as alegrias que sua profissão oferece.

Agora, se pra você o céu é o limite; por que não fazer do topo o primeiro degrau de uma nova jornada?

Leia Mais
Conteúdo

Minimalismo: marcas aderindo e tornando-se tendência novamente

Internautas buscam praticidade e informações pontuais na web, e o design simplista carrega esta exigência.

Minimalismo, como o próprio nome diz, é uma arte simples, sem muitos detalhes, procura se expressar pelo mínimo possível. Referência disso é uma frase usada com frequência: “menos é mais”, dita pelo arquiteto Ludwig Mies. Sabendo disso, ao longo do tempo vemos algumas alterações de identidade visual das marcas ou até mesmo dos veículos de comunicação, caso da Globo, trazendo sua nova identidade junto de outras plataformas digitais; mas afinal, qual o motivo de apostar tanto no formato deste design?

Originado em um movimento pós-guerra na escola de artes alemã, era algo que tinha muito sucesso e sua maior referência foi a escola de Bauhaus. No início, os criadores de conteúdo eram minimalistas devido a internet ser lenta, no entanto, com a chegada da banda larga e o avanço da internet, isso foi deixado de lado, porém, o cenário mudou.

Atualmente, os internautas buscam mais praticidade e informações pontuais na web, e o design simplista carrega esta exigência, traz informações numa expressão abstrata. Uma série no Netflix que exemplifica está arte é “The Abstract”, principalmente em seu episódio da marca Nike, onde mostra toda sua evolução, e percebemos, como os detalhes vão se tornando mínimos.

Outra marca que gerou bastante comentário nas redes foi a Pringle’s, que trouxe uma mudança após vinte anos, com seu logo transmitindo modernidade, inovação; trata-se de enxergar pelos olhos do consumidor e entender que, com o tempo enxuto que temos, basta uma imagem para entender a mensagem, e este é o exato papel dessa tendência, agradar seu público visualmente.

 

Leia Mais
Conteúdo

A importância dos processos nas agências de publicidade

Enganam-se aqueles que acham que as agências de publicidade são uma zona. Quer dizer, depende das agências. Algumas podem até ser, mas não aquelas que tomam como princípio os processos como parte importante do seu dia a dia.

Sempre pensei que não existiam processos em uma agência, que tudo era feito de qualquer jeito, até que um dia conheci o Trello e fui convidado a participar de um curso de método Ágil (Agile Scrum). Percebi o quão importante era cada etapa e cada função de um processo, e como o método kanban do Trello ajudava e muito no dia a dia de uma agência.

A verdade é que a palavra-chave “organização” é fundamental para qualquer tipo de empresa. Quando se tem uma visão do todo e se enxerga o que os outros departamentos estão fazendo, fica mais fácil você entender o porquê você está fazendo aquilo, e tudo começa a fazer sentido. É muito mais lógico você desenvolver um job entendendo para quê ele serve e para onde ele vai do que simplesmente fazê-lo como se estivesse apertando um parafuso como Chaplin em Tempos Modernos.

É fato que as agências que não se adequarem aos processos ficarão para trás. E existem diversas maneiras e programas – muitos deles gratuitos – de você se organizar no dia a dia. Programas como o Asana, Basecamp e o Jira (esse conheço pouco) são alternativas até mais completas – como o caso do Basecamp de você mudar a vida da sua agência no dia a dia.

Então se você trabalha em uma agência de publicidade e ainda não conhece os programas que citei acima ou não tem nenhum tipo de processo implementado no dia a dia da agência, está mais do que na hora de discutir internamente sobre a importância dos processos em sua rotina de agência.

Leia Mais
Conteúdo

Trocadilhos: relatos de um usuário

Meu nome é Guilherme, tenho 34 anos e estou há 2 minutos sem fazer um trocadilho.

Sou Sócio e Diretor de Criação da agência Creativosbr e tenho em meu currículo mais de 10 anos de experiência como Redator. Trabalhei para grandes marcas, atendendo grandes anunciantes, e sempre tive o humor como essência dos meus textos. Por sorte, a maior parte dos meus clientes tinha esse mood, embora atendi contas que não tinham, e tive que me adaptar. Tive sucesso, mas foram essas contas que me fizeram ligar o sinal de alerta para me reinventar.

Meu nome é Guilherme, tenho 34 anos e estou há 3 minutos sem fazer um trocadilho.

Sempre fui o piadista da turma. Embora minhas piadas sempre fossem péssimas, sempre arranquei risadas e me relacionei bem com as pessoas, e nos brainstorms eu costumava me dar bem, porque era o fato de eu não ter medo de expor minhas ideias e trocadilhos que saíam as boas criações. Aprendi que os trocadilhos funcionavam sim, mas que às vezes eles eram pontos de partida para ideias melhores ainda.

Meu nome é Guilherme, tenho 34 anos e estou há 5 minutos sem fazer um trocadilho.

Há alguns anos, participei de um projeto do Erick Mendonça, um grande Redator, chamado Tapa no Portifa. Ele conectava pessoas que queriam melhorias em seu portfólio com grandes nomes do mercado. Nesse projeto, me conectei a um Redator chamado Renato Barreto, da DM9. E ele me ensinou uma grande lição:

“Analogias inteligentes são mais efetivas que trocadilhos infames.”

Pensei muito sobre isso, e depois de criar alguns títulos melhores para meu portfólio, construí ideias mais efetivas e melhorei meu processo de criação. Claro que o trocadilho nunca saiu de mim, mas as analogias inteligentes somaram ao meu processo criativo de tal forma que eu jamais imaginaria.

Resumidamente, se você é redator, escolha as analogias inteligentes na hora de criar um título para sua campanha. São elas que vão abrir sua mente para um mundo muito mais diferente e inovador.

Mas se você tem o trocadilho como sua essência, não o deixe de lado. Às vezes funciona. Só não abuse e saiba a hora de usá-lo.

Meu nome é Guilherme, tenho 34 anos e consegui terminar este texto sem fazer um trocadilho (mas se você gostar de algum, me chama no privado 😉 )

Leia Mais
ConteúdoDigitalMarketing

4 características do consumo phigital

Antes mesmo da pandemia, víamos no mercado empresas aplicando e aprimorando cada vez mais suas estratégias de omnichannel, ou seja, os clientes já estavam começando a ter melhores experiências com os canais de compra de determinadas marcas.

Daí, veio a pandemia e o caos que ainda enfrentamos no nosso cotidiano, porém, esse cenário mexeu bastante com o mercado, principalmente com as relações de compra. Empresas que enfrentavam resistências para se digitalizar e diminuir a fricção com seus clientes, tiveram que se adequar ou só restavam fechar as portas. O mesmo acabou acontecendo com os consumidores, os mais conservadores e pragmáticos tiveram senão como única opção a internet para adquirir produtos básicos e essenciais sem colocar a saúde em risco.

Praticamente um ano após essa mudança de cenário, podemos identificar um novo tipo de consumidor, o que passou a ser chamado de phigital. Uma mistura entre as vantagens do mundo físico e digital.

Os consumidores phigital perceberam que podiam ter mais comodidade, conforto e qualidade, gastando menos esforço para adquirir um bem ou produto que atendesse suas necessidades da forma que desejavam e que cabiam no seu bolso. Dessa forma podemos observar algumas características desse perfil:

1 — Devido uma infinidade de opções e repletos de informações na palma de suas mãos, os phigital passaram a ter uma maior exigência com suas experiências e suas jornadas de compra com as marcas, comparando sempre com a melhor;
2 — Com a quantidade de produtos no ambiente digital, possibilitou que os consumidores pudessem provar e experimentar novas marcas, tornando-se assim mais infiéis;
3 — Como no mercado on-line há pouco tempo possuía muitas barreiras, é compreensível que os phigital se tornem cada vez mais desconfiados e precavidos com relação aos acordos propostos pelas empresas;
4 — E por fim, um comportamento que começou a ser instigado desde as primeiras práticas de omnichannel, e hoje é inadmissível que as empresas não tenham uma consistência nos seus canais de comunicação.

Isso exige que as marcas diante deste novo cenário tenham mais autenticidade e atitudes mais condizentes com seus discursos, pois não basta mais só manter uma narrativa constante e personalizada nos canais de comunicação.

Leia Mais