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De volta para o cinema

Depois de praticamente 6 meses de portas fechadas, as salas de cinema em São Paulo voltam a exibir filmes. A prefeitura autorizou a reabertura contanto que respeitem os protocolos da pandemia e restrições de funcionamento reduzido para 12 horas por dia.

Com esse movimento, espera-se que haja uma retomada no segmento que durante a pandemia teve uma queda de R$ 2 bilhões de reais em relação ao mesmo período de 2019, isso significa que os cinemas manteve apenas 15% do faturamento de suas bilheterias.

Todos os cuidados estão sendo tomados, entre eles o distanciamento das poltronas, aumento na rotina de limpeza e higienização dos climatizados, além do uso obrigatório do uso de máscaras e a aquisição de ingressos pela internet e totens.

E para atrair o público a retomar o hábito de frequentar as telonas, foi criado um festival chamado “De volta para o Cinema” com uma seleção de filmes campeões de bilheteria de vários gêneros para atrair o maior número de pessoas e os ingressos estão com preços acessíveis entre R$ 5 a R$ 20 reais com o intuito de reaquecer o segmento.

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Começou o Prêmio Amigos do Mercado 2020

Em 2015, o Amigos do Mercado surge como uma iniciativa para tornar o mercado publicitário mais amigável. Após 5 anos, a iniciativa já contempla mais de três mil usuários em grupos de WhatsApp segmentados por região e área de atuação; mais de 33 mil membros no grupo fechado do Facebook e mais de dois mil seguidores no Instagram.

Nestes canais, o Amigos do Mercado permite que os membros troquem contatos, vagas de emprego, currículos e notícias do mercado publicitário. Além disto, realiza uma série semanal de lives com profissionais de agências, veículos e anunciantes para falarem sobre a área e mudanças que ocorreram em decorrência do período pandêmico.

O maior evento do Amigos do Mercado é o Prêmio Amigos do Mercado, desenvolvido para reconhecer o profissional do dia a dia do mercado publicitário de forma democrática e divertida.

A escolha dos finalistas é realizada por 100 gestores indicados abertamente através do grupo. Estes gestores indicam até 10 profissionais de cada categoria do prêmio, que serão votados pelo público em enquete aberta, elegendo assim os vencedores da 4ª edição da premiação.

As categorias para este ano são: Atendimento, Criação, Content, Executivo, Anunciante, Mídia, Business Intelligence, Operações Comerciais, Pesquisa, Professor, Inteligência de Mercado, Planejamento, Recursos Humanos, Profissional de Apoio, Estagiário, o Prêmio especial In Memorian e o prêmio principal: o Amigo do Mercado.

Neste ano, o Prêmio Amigos do Mercado será um evento prioritariamente digital, com webinars de confraternização para cada etapa da premiação: reunião com os Top 100 Gestores; reunião com os Finalistas 2020; e o Evento dos Vencedores.

Nas edições anteriores do Prêmio Amigos do Mercado, inúmeras empresas apoiaram o projeto. Desta forma, o evento já teve como patrocinadores: Creativosbr, Converge You, IWM Agency, Inarco Troféus, CBN, Grupo Multifaces Brasil, RedeTV!, Globosat, Seedtag, O Globo, Blis, DM Strategic, Caras, b.drops, Outdoor Social, Facebook, Carrega+, Compasso Coolab e Kallas Mídia OOH.

Para ficar por dentro da premiação indicando gestores e votando nos finalistas, acompanhe o Amigos do Mercado em suas redes sociais buscando por @amigosdomercado.

Empresas interessadas em patrocinar o evento deste ano, podem entrar em contato com leandrobernardes@vlcompany.com.br

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Tenha um bom currículo sem ter experiência

Quando se é universitário é difícil ter qualificações suficientes para as empresas te contratarem, já que buscam experiência ou muitos requisitos.

Hoje trago algumas formas de você construir uma bagagem maior e mais preparada para apresentar às empresas, que vai desde o aprendizado técnico até as tendências de mercado.

Licenças gratuitas do Google
O Google disponibiliza cursos gratuitos com certificado para você aprender a trabalhar com as ferramentas da marca, como Google Ads, Google Analytics e SEO.

Basta dar um Google e começar. Com algum destes certificados, você economiza o tempo do seu futuro chefe em te ensinar a mexer na ferramenta ou o seu próprio tempo, já que muitas vezes você terá que descobrir sozinho como fazer as tarefas do serviço.

Cursos extracurriculares
Ao ter uma bagagem de “talentos” você pode os utilizar na agência. Por exemplo, se você fez Kumon e tem raciocínio rápido para contas, pode se destacar em uma vaga de mídia. Já se você é desenhista ou musicista, fica mais fácil trabalhar em uma produtora de vídeo ou no próprio departamento criativo da agência criando jeangles e ilustrações únicas para os clientes.

O segredo é buscar uma utilidade real das suas skills que antes eram só um hobbie para você, e que agora podem te destacar frente aos demais universitários.

Softwares básicos
Uma coisa é certa: se você faz publicidade, o computador tem que ser seu amigo. Mesmo trabalhando em áreas que o utilizam menos, como o atendimento, ainda sim precisa ter o domínio do pacote básico de softwares: Word, PowerPoint e Excel.

Destes, o que os estudantes mais têm dificuldade é o Excel, por se tratar de fórmulas e raciocínio lógico, mas se você fez Kumon vai tirar de letra. Se você não fez, a faculdade é a hora perfeita para aprender.

Palestras e talks
Pode não ser tão fácil conseguir acesso a talks que são voltados para profissionais já atuantes no mercado, mas se conhecer um professor que apoia os alunos, vale a pena perguntar se ele teria alguma vaga para você em algum desses eventos.

Neles, você não vai aprender a teoria de como funciona trabalhar, por exemplo, com inteligência artificial, mas vai compreender as demandas e ofertas desse mercado nos dias de hoje. Estar atualizado é fundamental na nossa área, e se você consegue se “antenar” de assuntos que são para um público mais maduro, certamente será visto da mesma forma pelo seu entrevistador.

Ainda sim, se não for possível ir a estes eventos, compareça nas palestras universitárias, e não só da sua faculdade. As faculdades públicas possuem várias programações com profissionais da área, e nas particulares, geralmente dá para levar um acompanhante. Então peça para o seu amigo da cervejada um convite pra ir na palestra do Mackenzie e o convide para ir na da Anhembi.

Trocas são sempre bem-vindas e benéficas para ambos.

Estude cases
Uma forma riquíssima de ter ideias para um cliente – e consequentemente estimular a criatividade – é conhecer cases de sucesso e os aplicar para clientes menores de uma forma que dê resultados.
Certamente, você não pode colocar esses cases em seu currículo, mas deve mostrar conhecimento deles durante a sua entrevista, e se tiver freelado e aplicado algum deles ou exercitado na faculdade, vale a pena comentar também.

E aí, gostou dessas dicas para melhorar o seu currículo, skills e se destacar na entrevista de emprego? Então compartilhe esse texto com o seu amigo da faculdade para ele ser um destaque também!

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Creatividade

Ciao, parli italiano, conosci l’agenzia pubblicitaria Creativosbr?

Hola, hablas español, conoces la agencia de publicidad Creativosbr?

Muito feliz com este artigo para CREATIVOSBR. Nunca imaginei escrever para uma multinacional, ora pois, os brilhantes rapazes da agência miram longe. “Creativos” é a denominação de criatividade nestes idiomas, a expansão está próxima. Sto già facendo domanda per la filiale di Venezia.

Creativosbr = criatividade, que indica a capacidade de criar, produzir ou inventar coisas novas. Uma obra criativa pode ser uma pintura, um livro, uma escultura, um edifício, um anúncio, um filme, uma campanha publicitaria, por aí vai. Será somente alguns que possuem o dom, ou todos nós?

Em um de seus relatórios sobre o futuro do trabalho, o Fórum Econômico Mundial apontou a criatividade como a habilidade mais importante para o futuro. Já um levantamento do LinkedIn, feito em 2018 (em 2019 deu a mesma coisa), revelou que ela foi a soft skill mais procurada em ofertas de emprego daquele ano.

Antes disto, a Adobe anunciou os resultados da pesquisa “StateofCreate2016”, comprovando que os investimentos em criatividade recompensam e com benefícios tangíveis: do crescimento de renda até uma maior competitividade e produtividade nacional. O relatório, que entrevistou mais de 5 mil adultos em 5 países, revelou que as pessoas que se identificam como criativas têm uma renda 13% maior do que as não-criativas. Globalmente, mais de dois terços (70%) acreditam que ser criativo ajuda a fazer com que as pessoas sejam melhores trabalhadores, líderes, pais e alunos.

Criatividade faz muita diferença e nascemos todos com as mesmas chances de brilhar. Nunca é tarde para desenvolver, libertar essa veia escondida no calabouço! Criativos não são gênios, são apenas pessoas comuns como eu e você. Criativo é um indivíduo que empenha seu coração/cérebro para aprimorar-se como profissional/pessoal, sempre com entusiasmo. Obviamente, é inquestionável o valor do conhecimento, devemos estar abertos, sempre prontos, para: “aprender a conhecer”, “aprender a fazer”, “aprender a conviver” e “aprender a ser”. Neste mundo VUCA que vivemos, com tantas incertezas e desafios complexos, com novas profissões brotando, consumir conteúdo não é mais o suficiente.

Em minha opinião, criatividade também é gerada por quantidade e diversidade (hoje mais do nunca), que permite aprimoramento. No distante ano de 2019 li a biografia de Leonardo da Vinci (Walter Iassacson), a qual mostra que o gênio era um polímata, uma pessoa cujo conhecimento não está restrito a uma única área. Não é somente o autor de obras como os quadros Monalisa ou A Santa Ceia. Era também engenheiro, arquiteto, matemático, escultor, inventor e vegetariano. O livro apresenta o processo mental de Da Vinci ver o mundo, o qual acordava e tinha perguntas que podem parecer até infantis, como: “por que o céu é azul?”, “por que hoje o vento vai para o leste”, “por que a lagarta não voa e a borboleta sim?”. Desta forma pensava o gênio. Entendia que a pergunta é mais importante que a resposta, contrário do que vivemos hoje. As lições de criatividade de Da Vinci são muito validas para hoje, me acompanhem: mantenha-se curioso por toda vida, geralmente abandonamos isso por volta dos cinco anos de idade. Tenha pensamento independente, é sempre importante buscar pontos de vista diferentes do seu e da convenção estabelecida. Apure os sentidos, isso pode ser traduzido como ouvir bem e ser observador. Abrace a incerteza, aceite a dúvida como impulso para uma nova criação e não faça as coisas sempre do mesmo jeito. Equilíbrio entre corpo e mente, Leonardo era um atleta excepcional.

Caminhando para o fim, vendo criatividade por outro ponto de vista, falemos de William Shakespeare, um exemplo de gênio das novas ideias, ninguém duvida do talento do escritor inglês. Li no jornal O Estado de São Paulo, na coluna do mestre Leandro Karnal, um conhecedor profundo do bardo que, das 37 peças que temos acesso hoje, 36 foram baseadas em enredos que já existiam. Pois é, foram transcritos de alguma outra fonte. Tomando o exemplo de William Shakespeare, criatividade não é uma ideia extraordinária, surgida no nada, porém uma capacidade de recriar partes, parcialmente concebida por outra pessoa.

O futuro demanda, mais do que nunca de pessoas ‘creativas’.

“É com o coração que se vê corretamente. O essencial é invisível aos olhos.” (Antoine de Saint-Exupéry).

Obrigado.

Adão Casares, pai da Nathalia e do Bruno.

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06 dicas para arrasar na entrevista de emprego

Se você está procurando a primeira agência de publicidade pra chamar de sua, ou até mesmo um veículo ou anunciante, esse texto é pra te ajudar a se destacar nas entrevistas de emprego!

Apesar de sermos – no geral – comunicativos, sempre tem algo que deixamos de fazer, então preste atenção nas dicas de hoje.

Expressão corporal
A grande sacada das entrevistas de emprego é a expressão corporal. Você deve passar confiança, proatividade e firmeza, mas sem deixar de ser você mesmo

Por isto, mostre que não está tenso, com os ombros relaxados e braços separados em cima da mesa. Estes são sinais básicos de que você está à vontade e receptivo para bater um papo com o entrevistador.

Dresscode
Não só o seu corpo fala, mas também a sua aparência. Ao contrário do que você deve estar pensando, não estou sugerindo que vá de social – a menos que seja o seu estilo.

Você deve se vestir bem, como se fosse sair para um shopping: uma roupa bonita, que seja do seu estilo e de preferência evitando decotes muito profundos. Você pode usar decote, mas a sacada é acompanhá-lo de uma peça elegante por cima, como um blazer ou echarpe.

Olho no olho
Sim, além do corpo e roupa, seu olhar faz toda a diferença. Uma pessoa segura das suas habilidades olha no olho do outro, pois sabe do seu potencial.

Por mais que seja difícil, olhe ao máximo nos olhos da outra pessoa. Se você se sente desconfortável, intercale olhar no olho esquerdo e no direito do outro, assim não fica com o olhar fixo e se sente mais à vontade.

Simpatia com a concorrência
Ao contrário do que muitos pensam, é importante – e muito – tratar os demais participantes bem.

Em processos seletivos em grupo, o avaliador quer compreender a sua capacidade de se relacionar com todos.

Por isto, não olhe apenas para ele, mas para cada concorrente que você tem, falando com simpatia com todos eles, mostrando que não está lá competindo – por mais que você esteja sim.

Objetivos na ponta da língua
Sim, as perguntas do RH já caíram de moda, como “qual animal você seria?” ou “porque merece esta vaga?”. Mas se tem algo que sempre precisam saber é: suas fraquezas, forças e objetivos.

É muito importante entenderem no que você é bom para verificarem se está alinhado com o que buscam; no que você é pior para compreenderem se suas dificuldades podem atrapalhar muito a sua estadia na empresa; e seus objetivos, que devem estar alinhados com os da marca.

Então, tire um tempo antes do grande dia para entender melhor sobre você, sobre as bandeiras que você defende e como você se vê naquela agência, veículo ou cliente.

Mostre que está preparado pra ontem
Não tem estagiário melhor para empresas do que aquele que se mostra pronto pro que der e vier.

Vá com caderno, caneta, agenda, o que for. Mas mostre que está pronto para tomar notas sobre o seu primeiro job caso te contratem naquele mesmo instante!

Anote sobre a empresa, sobre o processo seletivo ou algo que achar relevante. Só não perca o foco com rabiscos, ou então essa dica que era pra te ajudar acabará te atrapalhando no final.

E aí, está menos nervoso para a sua entrevista?

Acho que não, mas tenha certeza que pode se sentir mais confiante se seguir estas dicas no dia que for em busca do seu primeiro estágio!

Aproveite e anote todas elas no caderninho que eu sugeri estar ao seu lado no dia da entrevista!

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Fake News, não são “Fakes” e nem “News”, diz pesquisa

“Se a mentira fosse apenas a negação da verdade, então este seria um dos modos, por negação, de provar a realidade. Mas a pior mentira é a mentira criadora. ” Clarice Lispector (2004).

Comecei esse texto citando Clarice Lispector propositalmente. Uma grande autora que, juntamente com Cora Coralina e Carlos Drummond de Andrade, podem ter sido “vítimas culturais” dos princípios das “Fake News”, principalmente nas redes sociais. Ou vai dizer que nunca viu frases de impacto somadas a belas fotos (normalmente na natureza em pose reflexiva) com autoria atribuída a um dos autores citados, não necessariamente sendo deles?

É isso! E isso nos dá uma pista para desvendar e não cair no conto do vigário. Seguindo a mesma lógica as Fake News podem tentar pegar a credibilidade de alguma personalidade, instituto de pesquisa ou marca “emprestada”. E, não necessariamente pessoas famosas, utilizam de pessoas comuns, inclusive para depoimentos de produtos utilizando como prova social em argumentação de venda.

Como dito na citação no início do texto, a pior mentira é a criadora, esse pode ser o pior dos problemas das Fake News, que após ser disseminada em massa pode passar a ser tida como verdade. Eis que temos aí outros problemas que, inclusive, podem se tornar solução: a leitura crítica e os títulos sensacionalistas. Estamos em um período grande ascensão do mercado digital e, nós da área de comunicação principalmente, sabemos que cliques são importantes para as métricas, e nada como um bom título para chamar atenção (ou uma boa “copy” como está na moda dizer). Portanto alguns portais podem exagerar nesse título, deixando informações duvidosas com a finalidade de atrair o usuário para ler a mensagem… que muitas vezes não leem, pelo menos não antes de compartilhar. Enquanto outros são apenas portais de humor, satirizando situações.

No título desse artigo citei que as “Fake News” não são “Fakes” e nem “News”, e intuito não foi negar a falsidade da ação, mas reforçar aqui que a falsidade é intencional e, pior, é muito bem pensada e usada com estratégia. Se partirmos da ideia que o escritor da “Fake News” sabe que está distorcendo fatos com o propósito de confundir o interlocutor da mensagem, ou até mesmo para atrair mais cliques para o link, ou amentar conversão em uma página de venda… isso nunca será uma notícia, e essa prática, ao meu ver, antiética (para não dizer criminosa) não é nenhuma novidade.

Bom, não dá para falar de Fake News sem falar sobre política. A novidade em questão é a escala, proporção e velocidade que as notícias falsas e ataques pessoais ganham com as ferramentas digitais. De acordo com matéria publicada no Meio & Mensagem, o Facebook tem sido pressionado por grandes anunciantes, em campanha intitulada de #StopHateForProfit, para que otimize as políticas de restrição à publicação de discursos de ódio e conteúdo nocivo na plataformas. Como resultado dessa ação foram derrubas contas do Brasil, Canadá, Equador, Ucrânia e Estados Unidos. No Brasil foram 73 contas ligadas aos gabinetes do presidente e família.

Na minha opinião estamos vivendo uma guerra ideológica velada e que para muitos não importam se a notícia é falsa, desde que represente em parte ou em totalidade a forma com que pensa sobre determinados assuntos. Enquanto as marcas e pessoas públicas timidamente começam a se posicionar sobre questões sociais, as pessoas “comuns” ferozmente estão se posicionando, inclusive de maneira desrespeitosa. As pessoas querem e estão gritando suas “verdades”. 

Opiniões estão cada vez mais escancaradas sem nem ao menos saber se tinha alguém interessado em ouvi-la, essa é a minha opinião.

 

P.S: Me solidarizo com os historiadores e professores que escreverão e ensinarão sobre meados de 2020.

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A TV se adapta as novas configurações do mercado

Desde que a pandemia surgiu, os meios digitais têm aumentado sua relevância no mercado econômico e na interação social, devido suas características que possibilita uma adaptação constante as necessidades em um ritmo cada vez mais acelerado e imediato.

Com isso, o mercado digital possibilitou que o mundo não parasse totalmente, e que negócios pudessem continuar suas operações levando aos consumidores os seus produtos de forma virtual a ponto de que fossem comprados e entregues com o mínimo de contato físico possível, respeitando as orientações da OMS.

E os meios “tradicionais” como ficaram no meio dessa história? Eles tiveram e têm um papel fundamental. No início o jornalismo e o entretenimento foram essenciais para orientar e acalmar a sociedade sobre esse novo momento em que estamos passando. Porém, com o avançar dos meses e as complicações da pandemia, as emissoras de televisão tiveram que correr atrás do prejuízo. É claro e evidente de que não são apenas as Tvs que enfrentam as consequências financeiras que a pandemia trouxe para o mercado. Mas elas, representam um pouco mais da metade do share de participação dos meios de comunicação, e estava vendo a internet crescer e principalmente se tornar a solução para diversos players do mercado para manter a roda da economia girando.

Logo em seguida as emissoras começaram a reagir, e aceleraram as inovações e soluções mercadológicas que sem a pandemia, talvez demorassem mais algum tempo para serem colocadas em prática.

Em meados de maio vimos a Globo, acompanhada do SBT lançarem ao mercado publicitário os seus Apps Ads, aplicativos disponibilizados para agências e anunciantes, acompanhar e mensurar o resultado de suas campanhas têm mais controle e autonomia de suas estratégias, coisa que o meio digital já vinha possibilitando há algum tempo e aprimorando diante deste novo cenário.

E agora, no mês de agosto, a Globo testa uma tecnologia chamada “T-commerce”. Não é uma novidade, já que em 2017 falava-se sobre a possibilidade de comprar produtos que os apresentadores e celebridades mostravam na TV, com apenas um clique do controle remoto. Mas essa tecnologia de fato não era posta em prática, pois, tinha vários fatores que o impedia, desde a aceitação dos players de investirem na tecnologia, até a compatibilidade da inovação com os aparelhos de televisão adaptados.

Porém, no último sábado, dia 08 de agosto os telespectadores do programa “É de Casa” puderam experienciar essa nova forma de consumo. As televisões que possuem o DTV Player (tecnologia que garante a interatividade) tiveram acesso aos produtos que os apresentadores usavam e até itens que estavam no cenário do programa. Através de um QR code, o telespectador comprava com a ajuda de um Smartphone o produto desejado sem sair do sofá, levando a interatividade com a TV para outro nível.

Em um mundo tão frenético e, ao mesmo tempo, tão frágil, os meios de comunicação estão se adaptando cada um de acordo com a sua capacidade e ritmo, mas sem perder o foco na experiência e usabilidade do consumidor.

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Saiba vender bem o seu peixe

Não importa o quanto você tenha o know how sobre a sua área: se você não souber vender o seu serviço bem, ninguém irá apreciá-lo. Se o Sr. Alfredo vende peixes e atende a clientela de cara amarrada, não mostra como o produto está bem limpo e fresco, de fato mostrando o porquê do seu produto ser melhor que o do mercado, as pessoas não irão comprar dele.

É por isto que hoje trago algumas dicas de como você pode melhorar seu pitch e mais provavelmente conquistar o prospect, independente de vender peixes, arte na praia ou desenvolver campanhas.

Use as palavras certas
Muitas vezes ao apresentar nossa empresa, utilizamos palavras que costumamos falar quando estamos na posição de consumidor, e isto pode impactar a forma como o seu ouvinte interpretará o que você for dizer.

Por exemplo, se você disser ao Sr. Alfredo que ele vai “gastar pouco” te contratando porque você trabalha com um preço justo, ele focará na palavra “gastar”, e poderá pensar que não precisa realmente de você, que poderia dar um jeito sozinho pra não gastar dinheiro nesse momento. Isso é muito comum trabalhando com publicidade, principalmente quando se é autônomo, pois apesar dos empresários saberem que precisam do marketing, não querem pagar o necessário pelo serviço.

Porém, se você disser que ele fará um bom “investimento” te contratando, porque você entrega resultados a um preço justo, ele irá olhar para o seu serviço como um investimento de fato, como algo que ele realmente precisa, e aceitará melhor a sua proposta por sentir essa necessidade que os marketeiros tanto precisam gerar no cliente.

Por isto, utilize palavras como “investir” e “resultados”, sempre buscando mostrar que com você ele terá que pescar o triplo pra atender a demanda da sua tenda na Praia Grande.

Dados
Todos sabemos que dados são muito mais do que importantes: são necessários. Por isto, não venho sugerir que você utilize dados confiáveis ou atualizados, já que é imprescindível o fazer. É uma questão de como distribuir esses dados.

Se você jogar várias informações juntas para o seu cliente, além de ficar maçante, pode parecer que você decorou tudo e não consegue torná-los tangíveis à marca dele.

Por isto, distribua os dados ao longo da sua apresentação, seja criativo sempre contextualizando com a realidade, aplicando em ideias de campanhas que podem fazer com base neles, e principalmente provando que utilizando bem essas informações, a marca do seu prospect ascenderá.

Postura e simpatia
Eu não sei vocês, mas se quero comprar algo no shopping e me atendem mal, não importa o quanto eu queira aqueles óculos de sol. Eu não compro, e acredito que não seja só comigo. Ainda tem aquelas pessoas que compram, mas não consideram que tiveram uma experiência de compra satisfatória.

Como eu sei que você não quer perder vendas ou fidelidade de clientes por os atender mal, você deve apresentar uma boa postura corporal, falar com clareza e de preferência com simpatia, como o Sr. Alfredo fará depois de ler esse post.

Mostre que você está feliz em atender aquela pessoa, em desenvolver uma campanha para a marca dela. Seja você mesmo, só que o “você” que está no melhor dia da sua vida. Atenda bem, tenha postura, esclareça dúvidas e respeite o espaço do seu cliente pensar no que você está oferecendo.

Pode ter certeza que apresentar uma campanha criativa de braços cruzados e voz sonolenta não vende, mesmo que a ideia seja maravilhosa.

Esteja aberto
Por fim, esteja aberto ao que o cliente quer. Ouço quase que diariamente dos meus chefes na agência que no final quem está pagando é o cliente. Seu papel, independente da área em que atua, é mostrar o que acha melhor para ele e apresentar os riscos das demais opções, e cabe a ele optar pelo que ele acha melhor.

Receba bem feedbacks, tente encaixar o desejo dele no meio do seu plano de mídia, por mais que saiba que vender peixes na rádio não vá ser uma boa escolha. Basta você informar ao Sr. Alfredo que seria melhor se fizessem uma ação na praia ao invés de anunciar na rádio.

E aí, gostou do artigo? Foram dicas simples e reais que fazem a diferença na hora de conquistar o seu cliente. Muitas delas aprendi testando e percebendo que aceitavam melhor as minhas ideias quando as utilizava.

Espero que você consiga vender seu peixe melhor que o Sr. Alfredo que quer anunciar na rádio da Praia Grande.

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RedeTV! renova contrato por mais sete anos com TV A Crítica e Sikêra Júnior

Nesta quinta-feira (25), Sikêra Júnior e dirigentes da TV A Crítica, de Manaus (AM), estiveram na sede da RedeTV!, em Osasco (SP), para estenderem a parceria entre as emissoras, firmada em janeiro deste ano. O acordo inicial entre as empresas ampliou para todo o país a exibição, até então local, do noticiário apresentado por Sikêra Júnior, sucesso de audiência em horário nobre.

Sikêra Júnior e os vice-presidentes da Rede Calderaro de Comunicação (RCC), grupo que detém a TV A Crítica, os irmãos Dissica e Umberto Calderaro foram recebidos pelo vice-presidente da RedeTV!, Marcelo de Carvalho e Franz Vacek, superintendente de Jornalismo, Esporte e Digital. O novo contrato se entende por mais sete anos.

Durante a visita, o apresentador do ‘Alerta Nacional’ conheceu pela primeira vez os estúdios e instalações da emissora, entrou ao vivo na edição do ‘Tricotando’ e participou de gravações de programas da casa, entre eles o game show ‘Mega Senha’.

 

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Live do Amigos recebe, nesta semana, Fabiana Maia, Fábio Brancatelli, Mário Leão, Ricardo Ambrust e Virginia Any

Com o objetivo de unir os profissionais do mercado publicitário para um bate-papo semanal e virtual, o Amigos do Mercado vem realizando uma série de lives que debatem, entre outras coisas, o que aprendemos nas últimas semanas.

Estas conversas ocorrem sempre às quintas-feiras, à partir das 18h30.

Nesta quinta feira, dia 04 de junho, participarão do bate papo Fabiana Maia, diretora de mídia e atendimento da Talent Marcel; Fábio Brancatelli, CEO da A+V Zarpa; Mário Leão, diretor comercial da Retail Media; Ricardo Ambrust, procurement senior manager da Johnson&Johnson e Virginia Any, diretora comercial da ELLE. Eles irão contar suas experiências pessoais e sua visão geral de como o mercado e as empresas nas quais trabalham estão lidando com o momento atual.

Para assistir, basta seguir o @amigosdomercado em suas redes.

Amigos do Mercado é uma rede que conecta profissionais de publicidade nas redes sociais e eventos.

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