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Outdoor em aeroporto vira boleto gigante para arrecadar doações

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Tinha tudo para ser só mais um outdoor, como qualquer outro, mas este é diferente. Em ação criada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi para a Fundação Laço Rosa, outdoors foram usados como códigos de barras gigantes: um outdoor no aeroporto de Curitiba e outro no aeroporto de Ribeirão Preto.

 

Ao se aproximar, é possível notar que não é um código de barras qualquer. As barras são formadas pelo nome de mulheres que estão em tratamento e na fila para receber doações. Os boletos gerados são reconhecidos por qualquer instituição bancária, e arrecadarão doações em prol da luta contra o câncer de mama.

 

Para quem vê o outdoor pessoalmente pode mirar o celular e fazer doação na mesma hora, contribuindo para que essas mulheres que estão em tratamento possam receber perucas, artigo importante para autoestima delas nesse momento. Os painéis serão atualizados trocando o código do boleto dando a sensação que as contribuições fizeram a fila andar.

 

A ação, intitulada de #CÓDIGODAAUTOESTIMA, também arrecadará doações pelo site www.fundacaolacorosa.com/doe.

Confira o vídeo:

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3 anunciantes do Super Bowl se destacam no digital

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Os Patriots podem ter saído com outra vitória no Super Bowl, mas para os profissionais de marketing, a verdadeira competição estava focada no desempenho das marcas do Super Bowl em todo o cenário digital.

Com base nos primeiros  dados divulgados por canais de mídia social e plataformas de análise, o maior burburinho on-line foi gerado pela Verizon com seu anúncio “The Team That Wouldn’t Be Here “. O anúncio da Verizon ficou no topo da lista dos anúncios mais populares do Super Bowl no YouTube e na iSpot.tv. A Verizon também exibiu a maioria das visualizações de vídeo em um único tweet, segundo o Twitter.

A Pepsi ganhou mais representatividade no Instagram do que outros anunciantes do Super Bowl, de acordo com a InfluencerDB, plataforma de análise de campanha de influenciadores. A empresa aproveitou não apenas uma, mas três estrelas para o comercial do Super Bowl da marca. Cardi B, Steve Carell e Lil Jon se uniram para promover a Pepsi. O alcance da mídia tradicional dessas celebridades é diretamente refletido em engajamento nas mídias sociais.

Outro comercial que se destacou foi o anúncio da Bud Light que, de acordo com o relatório da 4C, teve 90% de sentimento positivo. A Bud Light foi a marca do Super Bowl mais mencionada globalmente no Twittter, segundo a Salesforce.

O Super Bowl é sempre uma grande chance para as marcas aparecerem de forma criativa e baterem recordes de alcance. Agora é esperar o próximo ansiosamente para apreciar a criatividade das marcas e, em segundo plano, descobrir o time vencedor.

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Pesquisa aponta que homens e mulheres valorizam avaliações de forma diferente

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Você, consumidor, costuma avaliar os estabelecimentos que visita, o produto que compra ou o serviço que contrata nas redes sociais? E você que possui um negócio se preocupa em estimular que seus clientes o avaliem pelas redes sociais? Saiba que uma nova pesquisa aponta que as marcas podem se destacar perante aos seus concorrentes por meio das avaliações dos seus clientes.

A BrightLocal lançou uma pesquisa sobre como os consumidores usufruem das avaliações on-line levando em consideração as diferenças na idade e sexo. Este estudo levou em consideração uma amostra de 1000 consumidores dos EUA.

Seguem os principais insights da pesquisa:

  • 86% dos consumidores leem avaliações de empresas locais (incluindo 95% das pessoas entre 18 e 34 anos)
  • Os consumidores leem uma média de 10 avaliações on-line antes de se sentirem capazes de confiar em uma empresa local
  • 40% dos consumidores levam em consideração somente as revisões escritas nas últimas 2 semanas – em comparação com 18% no ano passado
  • 57% dos consumidores só usarão um negócio se tiver 4 ou mais estrelas
  • 80% dos jovens entre os 18 e os 34 anos têm escrito comentários on-line – em comparação com apenas 41% dos consumidores com mais de 55 anos
  • 91% das pessoas de 18 a 34 anos confiam tanto em avaliações on-line quanto em recomendações pessoais
  • 89% dos consumidores leem as respostas das empresas aos comentários
  • 37% dos homens disseram que sempre liam avaliações on-line
  • 37% dos homens sempre leem as respostas das empresas às avaliações
  • 44% das mulheres nunca foram convidadas a deixar uma revisão on-line para um negócio
  • 63 por cento das mulheres acreditam que as críticas negativas exigem respostas, mas mais homens acham que as respostas às críticas positivas são importantes

Uma das conclusões dessa pesquisa é que se o público da sua empresa local é predominante formado por homens, saiba que eles não apenas valorizam as avaliações em si, mas também suas respostas. Agora se a maioria do seu público pertence ao sexo feminino, é fundamental que sua estratégia envolva a solicitação de mais avaliações, seja por email, um sinal no ponto de venda ou pessoalmente após a experiência do cliente devido a oportunidade para as empresas superarem seus concorrentes gerando opiniões de suas clientes.

Na era digital onde todos podem ser um formador de opinião, conclui-se que além das avaliações para impulsionar um feedback positivo para quem está pesquisando por um determinado produto ou serviço, também é de extrema importância o retorno que os consumidores recebem das empresas após avaliarem um negócio.

Mais detalhes da pesquisa no link: https://www.brightlocal.com/learn/local-consumer-review-survey/#local-business-review-habits

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Por que o IGTV não deu certo?

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Você sabe o porquê do IGTV ainda não ter dado certo?  O Instagram fez essa investida para concorrer com o YouTube, só que de uma maneira mais diferenciada: o formato vertical, estilo Stories para vídeos longos. Ele foi lançado há 3 meses, mas ainda não teve o seu acesso viralizado. O CEO Kevin Systrom tentou explicar o motivo.

Os problemas se resumem: o formato vertical não engajou os usuários por ser pouco usado para conteúdo longo; o Instagram não teve o trabalho em ensinar os maiores influenciadores a utilizarem e gerarem esse tipo de vídeo; e, o local onde o ícone do IGTV, ele pode ser facilmente ignorado na interface.

Em entrevista ao TechCrunch, o CEO do Instagram diz: “este é um novo formato. É diferente. Temos que esperar que as pessoas o adotem e isso leva tempo”. Systrom compara o IGTV a uma nova startup: “é como o Instagram era nos primeiros dias”.

“É bastante difícil simplesmente pegar vídeos que já existem e simplesmente repostá-los. Isso não é verdade no feed. Isso basicamente força todos a criarem conteúdo exclusivo para a plataforma”, diz Systrom. O maior problema para os criadores é que, rendendo poucas visualizações, não há muito incentivo para criar conteúdo no IGTV. Além disso, o Instagram não ensinou os canais a criar conteúdo longo na vertical. É fácil entreter seguidores durante Stories de quinze segundos; e como prender a atenção em dez minutos, com a variedade de conteúdo que pode ser consumido em menos tempo? Ainda tem mais: é muito fácil ignorar a presença do IGTV. O ícone laranja na interface pode ser muito bem ignorado na barra superior. Aparece uma barra de notificação quando há um vídeo de contas que você segue, mas só.

“O IGTV parece muito aleatório, com virais inúteis e vídeos mal cortados para caberem na vertical aparecendo na seção Popular, ao lado de alguns criadores que tentam produzir talk shows e tutoriais de culinária feitos para o IGTV”, escreve o TechCrunch.

Ainda é cedo para fadá-lo ao fracasso, mas é certo que a expectativa de bater de frente com o YouTube não aconteceu. Resta saber se isso irá realmente acontecer um dia e como o IGTV vai se comportar daqui pra frente.

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Mídia fragmentada e oportunidades de conversão

GRAD ALON – DIGITAL – CREATIVOS BR – DIVULGAÇÃO – CELINA GERMER

Durante o 8º Congresso da Abeb, em São Paulo, Gad Alon – diretor de parcerias em métricas do Facebook – apresentou dados que evidenciam a fragmentação da audiência. De acordo com este dados, na década de 70, nos Estados Unidos, os 10 programas mais assistidos alcançavam 37% da audiência, e hoje o número chega a 17%. Outra diferença é que nesses quase 50 anos os domicílios que tinham em média 8 canis de TV agora contam com mais de 194 opções. Além disso, para consagrar a fragmentação, os telespectadores adicionaram a segunda tela.

É cada vez mais difícil atingir o público diante da diversidade de opções de consumo de mídia, contudo Alon afirma que diante deste cenário haverá oportunidades aos profissionais de marketing que investem em plataformas digitais e mídias tradicionais.

Para Alon, a concentração do público está dividida entre os modais e isso não significa que as pessoas não estejam prestando atenção aos comerciais. “A noção de atenção mudou. Para sermos mais efetivos, é necessário abraçar isso”, diz Alon. Um estudo realizado pelo Facebook sustenta seu discurso. Durante o lançamento de uma série o uso da rede social apontou aumento de 50% durante os intervalos.

“Antes, quando pensávamos em cross device e cross channel era sobre complementar alcance, mas não é mais sobre isso. Agora é sobre frequência e estímulo”, afirma Alon.

No Facebook deve ser considerado o tempo de visualização com um dos pilares da comunicação. Alon explica que mesmo vídeos que não foram vistos até o fim podem trazer bons resultados para empresas, principalmente porque, nesses casos, eles custam cerca de um quinto do valor ao anunciante. Para que a campanha tenha uma boa performance, é necessário realizar uma inserção do nome da empresa nos primeiros momentos do filme, e adaptá-lo a um ambiente em que ele possa ser visto sem som.

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Seleção do Twitter

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Sabemos que o Twitter é a rede social de poucas palavras e de grande interação entre os seus usuários. É lá onde se concentram os mais sinceros desabafos, onde os assuntos ganham grande repercussão rapidamente, e tudo isso é monitorado através dos trends.

Ontem, 14, foi dia de convocação da Seleção Brasileira e o assunto ficou em alta na rede social. A repercussão começou antes mesmo do anúncio oficial e, no Twitter, os usuários já tinham os suas apostas para a Copa na Rússia.

Uma verdadeira relação de amor e ódio tomou conta dos tweets. Houve monitoramento oficial por parte da rede social durante o período da tarde entre 13h até as 15h30, e os nomes mais comentados foram o de Taison, Fagner, Arthur e Luan. Os dois primeiros causaram revolta por estarem na competição, enquanto os outros geraram indignação por não terem sido lembrados. Fred também teve certa rejeição. O atacante Taison, do Shaktar Donetsk, da Ucrânia, surpresa da lista, gerou polêmica entre os torcedores.

O Twitter também registrou a movimentação no quesito de nomes mais citados que ficaram de fora da lista de técnico Tite. Entre esse grupo, Luan e Arthur, ambos do Grêmio, foram as ausências mais sentidas – e mais comentadas – da lista.

Os internautas não perderam tempo e a largada de memes também já foi iniciada. Os posts cheio de zoeira prometem movimentar os tweets durante a copa  e tornar a atmosfera futebolística muito mais descontraída.

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5 passos para analisar uma fake news

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Esse ano, o assunto “fake news” ficou mais frequente em nossas mídias sociais, conversas com amigos, portais de notícias e afins. O assunto está em alta, mas não é um tema atual. Em 2016, após a candidatura de Trump nos Estados Unidos, os boatos de fakes news e sua influência direta na política começaram a circular, e a cobrança por respostas de Mark Zuckerberg também.

Devido às eleições de 2018, tanto nos EUA como no Brasil (país que possui o segundo maior número de usuários no Facebook), as cobranças por esclarecimentos e formas de diminuir as fake news aumentaram e o criador do Facebook tem sido colocado contra a parede.

No Brasil, cerca de 12 milhões de pessoas difundem notícias falsas sobre política, segundo o Gpopai (Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas) da USP. Essas informações falsas têm 70% mais chances de viralizar que as notícias verdadeiras, alcançando muito mais pessoas (Instituto de Tecnologia de Masachussetts).

Enquanto os grandes da tecnologia buscam formas de evitar a disseminação dessas notícias, nós podemos prestar atenção em alguns detalhes e evitar espalhá-las.

  • Analise o site:

Se o site não for conhecido por você, procure pesquisar outras notícias nele e verificar a credibilidade dos dados.

  • Não leia só o título:

Na internet, obtemos informações o tempo inteiro e, muitas vezes, só consumimos notícias de forma submersa. Mas o título da matéria nem sempre condiz com o que está escrito, portanto, procure ler de forma integral antes de compartilhar com os amigos.

  • De olho na data da publicação:

Muitas vezes compartilhamos notícias que não são falsas, mas antigas, e acabam tendo uma abordagem muito negativa e fora do contexto.

  • Investigue o autor:

Prestar atenção em quem escreveu o texto é de extrema importância, pois se é alguém que você já leu ou ouviu falar, ajuda na credibilidade do texto a ter responsabilidade de passar aquela informação.

  • Erros ortográficos e adjetivos:

Boas reportagens têm cuidado em manter um bom vocabulário, presando o uso correto das normas gramaticais. Muitas matérias repassadas no WhatsApp tendem a ter muitos erros, além do uso exacerbado de adjetivos para sensacionalizar o que está escrito.

O mundo das mídias sociais é completamente novo para nós, e ainda estamos aprendendo a observar os seus efeitos perante a sociedade. Mas precisamos buscar aprender e nos educar, para disseminar boas práticas a fim de que não gere malefícios na sociedade.

 

 

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Seria esse o fim do Facebook?

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Depois das diversas acusações que recaíram sobre o Facebook nas últimas semanas, um anúncio all type toma conta dos principais jornais do mundo; e hoje o maior objetivo da empresa é resgatar a credibilidade na segurança dos dados e manter os seus investidores.

Uma reportagem recente apontou o vazamento de dados de mais de 50 milhões de usuários pela Cambridge Analytics, e o uso deles como parte da estratégia de segmentação de anúncios na campanha presidencial de Donald Trump, em 2016, tem ameaçado expostamente a credibilidade da rede quanto à segurança de dados.

O reflexo imediato sobre essa divulgação, feita na terça feira, 19, e ainda em investigação, já aponta uma queda de aproximadamente 10% nas ações do Facebook, ficando em torno de US$ 60 milhões. Uma análise do quadro financeiro do Facebook realizado por Colin Sebastian, analista financeiro, afirma que a maior dificuldade que o Facebook enfrenta é a perda de investimento das grandes marcas em sua plataforma na compra de mídia e no relacionamento com os consumidores.

Para reverter a ideia de falta de proteção com os dados, o Facebook estampou nesse domingo, 25, uma página inteira dos mais prestigiados jornais dos Estados Unidos e do Reino Unido, incluindo The Washington Post, The New York Times, The Wall Street Journal, The Observer, Sunday Mirror entre outros a seguinte mensagem: “Somos responsáveis por proteger suas informações. Se nós não podemos, não a merecemos.”

O anúncio em all type com a assinatura de Mark Zuckerberg admite o vazamento dos dados e esclarece que já foram tomadas as medidas cabíveis para que o fato não venha mais a acontecer.

A questão que circunda todo esse caso é apenas uma: quais serão as consequências para a rede?

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Realidade aumentada: o novo recurso do YouTube

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A febre do stories continua solta no meio digital. O recurso é sucesso e bastante relevante para as marcas e a plataforma de vídeos não poderia ficar de fora. Após o Snapchat, Instagram e Facebook já lançaram a ferramenta e, agora, o YouTube começou a investir na função.

De acordo com o site da TechCrunch, a partir de entrevista concedida pelo YouTube, a ideia da nova feature é aproximar ainda mais os criadores e usuários a partir da possibilidade de criar mais conteúdo, de forma rápida e fácil. Ela pode ser extremamente eficiente para os youtubers, principalmente.

O que realmente está em alta no novo recurso do YouTube é a ferramenta de realidade aumentada para filtros, que já está presente tanto no Instagram como no Snapchat.

A nova função já se encontra em teste para um pequeno número de youtubers famosos na plataforma. Segundo o site Engadet, ainda não foi possível total finalização do recurso, mas já está bastante adiantado, e explica que a tecnologia usa redes neurais para identificar e separar um assunto em segundo plano. É o mesmo efeito líquido que uma tela verde, permitindo que os criadores publiquem o que quiserem no novo cenário em tempo real.

Mais atualizações estão por vir, o YouTube prometeu anunciar em breve, mas por enquanto tudo ainda se encontra em fase de testes.

E você, o que achou dos stories no YouTube? Será que os criadores de conteúdo conseguirão engajar seu público no novo recurso?

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Correntes do WhatsApp: o fim está próximo

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Quem nunca recebeu aquela corrente pelo WhatsApp que atire a primeira pedra. Provindos principalmente dos grupos de família, às vezes a mesma corrente o persegue tanto que você a recebe também no privado da mesma pessoa e você não se dá mais nem o trabalho de abrir a mensagem, pois ela logo é excluída. Se você já foi incomodado com esse tipo de conteúdo, há uma boa notícia: as correntes no WhatsApp podem estar com os dias contados.

De acordo com dois sites especializados no aplicativo, Whatsappen.nl e WABetaInfo, a plataforma criou uma espécie de notificação para usuários que estejam prestes a disseminar o spam. A mensagem, dizendo que o conteúdo “já foi direcionado muitas vezes”, também deve aparecer para os usuários que receberem as correntes. A atualização ainda está em fase de testes, portanto, em desenvolvimento e ainda não está confirmado se o aplicativo vai implementá-la oficialmente.

Vale salientar que há muitos rumores e mensagens falsas no meio digital e, infelizmente, elas contribuem para a construção de uma sociedade negativa. Sempre que receber correntes do tipo no WhatsApp, busque canais oficiais e veículos de mídia conhecidos para confirmar a história.

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