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Mídia fragmentada e oportunidades de conversão

GRAD ALON – DIGITAL – CREATIVOS BR – DIVULGAÇÃO – CELINA GERMER

Durante o 8º Congresso da Abeb, em São Paulo, Gad Alon – diretor de parcerias em métricas do Facebook – apresentou dados que evidenciam a fragmentação da audiência. De acordo com este dados, na década de 70, nos Estados Unidos, os 10 programas mais assistidos alcançavam 37% da audiência, e hoje o número chega a 17%. Outra diferença é que nesses quase 50 anos os domicílios que tinham em média 8 canis de TV agora contam com mais de 194 opções. Além disso, para consagrar a fragmentação, os telespectadores adicionaram a segunda tela.

É cada vez mais difícil atingir o público diante da diversidade de opções de consumo de mídia, contudo Alon afirma que diante deste cenário haverá oportunidades aos profissionais de marketing que investem em plataformas digitais e mídias tradicionais.

Para Alon, a concentração do público está dividida entre os modais e isso não significa que as pessoas não estejam prestando atenção aos comerciais. “A noção de atenção mudou. Para sermos mais efetivos, é necessário abraçar isso”, diz Alon. Um estudo realizado pelo Facebook sustenta seu discurso. Durante o lançamento de uma série o uso da rede social apontou aumento de 50% durante os intervalos.

“Antes, quando pensávamos em cross device e cross channel era sobre complementar alcance, mas não é mais sobre isso. Agora é sobre frequência e estímulo”, afirma Alon.

No Facebook deve ser considerado o tempo de visualização com um dos pilares da comunicação. Alon explica que mesmo vídeos que não foram vistos até o fim podem trazer bons resultados para empresas, principalmente porque, nesses casos, eles custam cerca de um quinto do valor ao anunciante. Para que a campanha tenha uma boa performance, é necessário realizar uma inserção do nome da empresa nos primeiros momentos do filme, e adaptá-lo a um ambiente em que ele possa ser visto sem som.

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Seleção do Twitter

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Sabemos que o Twitter é a rede social de poucas palavras e de grande interação entre os seus usuários. É lá onde se concentram os mais sinceros desabafos, onde os assuntos ganham grande repercussão rapidamente, e tudo isso é monitorado através dos trends.

Ontem, 14, foi dia de convocação da Seleção Brasileira e o assunto ficou em alta na rede social. A repercussão começou antes mesmo do anúncio oficial e, no Twitter, os usuários já tinham os suas apostas para a Copa na Rússia.

Uma verdadeira relação de amor e ódio tomou conta dos tweets. Houve monitoramento oficial por parte da rede social durante o período da tarde entre 13h até as 15h30, e os nomes mais comentados foram o de Taison, Fagner, Arthur e Luan. Os dois primeiros causaram revolta por estarem na competição, enquanto os outros geraram indignação por não terem sido lembrados. Fred também teve certa rejeição. O atacante Taison, do Shaktar Donetsk, da Ucrânia, surpresa da lista, gerou polêmica entre os torcedores.

O Twitter também registrou a movimentação no quesito de nomes mais citados que ficaram de fora da lista de técnico Tite. Entre esse grupo, Luan e Arthur, ambos do Grêmio, foram as ausências mais sentidas – e mais comentadas – da lista.

Os internautas não perderam tempo e a largada de memes também já foi iniciada. Os posts cheio de zoeira prometem movimentar os tweets durante a copa  e tornar a atmosfera futebolística muito mais descontraída.

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5 passos para analisar uma fake news

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Esse ano, o assunto “fake news” ficou mais frequente em nossas mídias sociais, conversas com amigos, portais de notícias e afins. O assunto está em alta, mas não é um tema atual. Em 2016, após a candidatura de Trump nos Estados Unidos, os boatos de fakes news e sua influência direta na política começaram a circular, e a cobrança por respostas de Mark Zuckerberg também.

Devido às eleições de 2018, tanto nos EUA como no Brasil (país que possui o segundo maior número de usuários no Facebook), as cobranças por esclarecimentos e formas de diminuir as fake news aumentaram e o criador do Facebook tem sido colocado contra a parede.

No Brasil, cerca de 12 milhões de pessoas difundem notícias falsas sobre política, segundo o Gpopai (Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas) da USP. Essas informações falsas têm 70% mais chances de viralizar que as notícias verdadeiras, alcançando muito mais pessoas (Instituto de Tecnologia de Masachussetts).

Enquanto os grandes da tecnologia buscam formas de evitar a disseminação dessas notícias, nós podemos prestar atenção em alguns detalhes e evitar espalhá-las.

  • Analise o site:

Se o site não for conhecido por você, procure pesquisar outras notícias nele e verificar a credibilidade dos dados.

  • Não leia só o título:

Na internet, obtemos informações o tempo inteiro e, muitas vezes, só consumimos notícias de forma submersa. Mas o título da matéria nem sempre condiz com o que está escrito, portanto, procure ler de forma integral antes de compartilhar com os amigos.

  • De olho na data da publicação:

Muitas vezes compartilhamos notícias que não são falsas, mas antigas, e acabam tendo uma abordagem muito negativa e fora do contexto.

  • Investigue o autor:

Prestar atenção em quem escreveu o texto é de extrema importância, pois se é alguém que você já leu ou ouviu falar, ajuda na credibilidade do texto a ter responsabilidade de passar aquela informação.

  • Erros ortográficos e adjetivos:

Boas reportagens têm cuidado em manter um bom vocabulário, presando o uso correto das normas gramaticais. Muitas matérias repassadas no WhatsApp tendem a ter muitos erros, além do uso exacerbado de adjetivos para sensacionalizar o que está escrito.

O mundo das mídias sociais é completamente novo para nós, e ainda estamos aprendendo a observar os seus efeitos perante a sociedade. Mas precisamos buscar aprender e nos educar, para disseminar boas práticas a fim de que não gere malefícios na sociedade.

 

 

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Seria esse o fim do Facebook?

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Depois das diversas acusações que recaíram sobre o Facebook nas últimas semanas, um anúncio all type toma conta dos principais jornais do mundo; e hoje o maior objetivo da empresa é resgatar a credibilidade na segurança dos dados e manter os seus investidores.

Uma reportagem recente apontou o vazamento de dados de mais de 50 milhões de usuários pela Cambridge Analytics, e o uso deles como parte da estratégia de segmentação de anúncios na campanha presidencial de Donald Trump, em 2016, tem ameaçado expostamente a credibilidade da rede quanto à segurança de dados.

O reflexo imediato sobre essa divulgação, feita na terça feira, 19, e ainda em investigação, já aponta uma queda de aproximadamente 10% nas ações do Facebook, ficando em torno de US$ 60 milhões. Uma análise do quadro financeiro do Facebook realizado por Colin Sebastian, analista financeiro, afirma que a maior dificuldade que o Facebook enfrenta é a perda de investimento das grandes marcas em sua plataforma na compra de mídia e no relacionamento com os consumidores.

Para reverter a ideia de falta de proteção com os dados, o Facebook estampou nesse domingo, 25, uma página inteira dos mais prestigiados jornais dos Estados Unidos e do Reino Unido, incluindo The Washington Post, The New York Times, The Wall Street Journal, The Observer, Sunday Mirror entre outros a seguinte mensagem: “Somos responsáveis por proteger suas informações. Se nós não podemos, não a merecemos.”

O anúncio em all type com a assinatura de Mark Zuckerberg admite o vazamento dos dados e esclarece que já foram tomadas as medidas cabíveis para que o fato não venha mais a acontecer.

A questão que circunda todo esse caso é apenas uma: quais serão as consequências para a rede?

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Realidade aumentada: o novo recurso do YouTube

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A febre do stories continua solta no meio digital. O recurso é sucesso e bastante relevante para as marcas e a plataforma de vídeos não poderia ficar de fora. Após o Snapchat, Instagram e Facebook já lançaram a ferramenta e, agora, o YouTube começou a investir na função.

De acordo com o site da TechCrunch, a partir de entrevista concedida pelo YouTube, a ideia da nova feature é aproximar ainda mais os criadores e usuários a partir da possibilidade de criar mais conteúdo, de forma rápida e fácil. Ela pode ser extremamente eficiente para os youtubers, principalmente.

O que realmente está em alta no novo recurso do YouTube é a ferramenta de realidade aumentada para filtros, que já está presente tanto no Instagram como no Snapchat.

A nova função já se encontra em teste para um pequeno número de youtubers famosos na plataforma. Segundo o site Engadet, ainda não foi possível total finalização do recurso, mas já está bastante adiantado, e explica que a tecnologia usa redes neurais para identificar e separar um assunto em segundo plano. É o mesmo efeito líquido que uma tela verde, permitindo que os criadores publiquem o que quiserem no novo cenário em tempo real.

Mais atualizações estão por vir, o YouTube prometeu anunciar em breve, mas por enquanto tudo ainda se encontra em fase de testes.

E você, o que achou dos stories no YouTube? Será que os criadores de conteúdo conseguirão engajar seu público no novo recurso?

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Correntes do WhatsApp: o fim está próximo

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Quem nunca recebeu aquela corrente pelo WhatsApp que atire a primeira pedra. Provindos principalmente dos grupos de família, às vezes a mesma corrente o persegue tanto que você a recebe também no privado da mesma pessoa e você não se dá mais nem o trabalho de abrir a mensagem, pois ela logo é excluída. Se você já foi incomodado com esse tipo de conteúdo, há uma boa notícia: as correntes no WhatsApp podem estar com os dias contados.

De acordo com dois sites especializados no aplicativo, Whatsappen.nl e WABetaInfo, a plataforma criou uma espécie de notificação para usuários que estejam prestes a disseminar o spam. A mensagem, dizendo que o conteúdo “já foi direcionado muitas vezes”, também deve aparecer para os usuários que receberem as correntes. A atualização ainda está em fase de testes, portanto, em desenvolvimento e ainda não está confirmado se o aplicativo vai implementá-la oficialmente.

Vale salientar que há muitos rumores e mensagens falsas no meio digital e, infelizmente, elas contribuem para a construção de uma sociedade negativa. Sempre que receber correntes do tipo no WhatsApp, busque canais oficiais e veículos de mídia conhecidos para confirmar a história.

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Tendência de investimento de mídia digital para 2018

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As plataformas digitais seguem ganhando força e conquistando cada vez mais (likes) espaço na vida das pessoas e nas estratégias corporativas. Em matéria do Meio & Mensagem, profissionais compartilharam como enxergam o cenário de investimento publicitário das marcas para os canais digitais em 2018. Vale observar que, de acordo com pesquisa publicada pelo ComScore em 2017, o mobile no Brasil chegou a representar 73% dos minutos “consumidos” na internet.

As mídias sociais são consideradas fundamentais na comunicação de empresas de todos os tamanhos. Com isso, vêm adquirindo maior participação nas verbas e demandando mais inteligência e integração entre agências e anunciantes, principalmente pelo dinamismo intrínseco da ferramenta e agilidade do cenário. Segundo dados da Zenith Optimedia, cerca de 20% do investimento mundial em publicidade se concentram entre Google e Facebook.

Os desafios dos profissionais de digital e mídia estão entre definir plataformas e redes mais adequadas a interagir com o público final e metrificar dados em um contexto que muda a todo tempo. Segundo a matéria do Meio & Mensagem, em tentativa de mapear as redes sociais dominantes em 2018, o Stories do Instagram e o Whatsapp terão maior atenção das marcas.

Para o diretor executivo de criação da Sapient AG2, Paulo Aguiar, o Instagram será a rede do ano por ser consolidada e apresentar crescimento constante. Ele afirma que o Stories é muito mais do que banners e pouco explorado atualmente. Cristina Uehara, supervisora de conteúdo da ID, também vê um cenário positivo para a rede.   Ela crê que as marcas ainda não usaram todo o potencial do Instagram, em especial do stories, para engajamento e relacionamento com o público. Cristina aposta que o Facebook será o destaque do ano por investir no formato de vídeo para ultrapassar o YouTube.

Enquanto isso, Diego de Carli, head de social da W3haus, afirma que apesar de estar ainda fora das estratégias publicitárias, é o WhatsApp que vai bombar: “é o canal mais humano de todos”. Diego alerta que é preciso ter foco e cuidado com a ferramenta. Mateus Braga, diretor executivo de criação da Isobar Brasil, também está atento ao crescimento do WhatsApp, pois segundo ele é a rede que está mais presente no dia a dia das pessoas.

 

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Perfil do social media no Brasil

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Na sétima edição do estudo “O profissional de inteligência de mídias sociais no Brasil”, a pesquisadora Claudia Zandavalle propôs um questionário que foi respondido por mais de 400 profissionais da área, dispersos por todo Brasil, que reuniram respostas para os mais diversos tipos de perguntas, entre elas: como está configurada a profissão de social media? Qual o perfil desses profissionais? E quais as plataformas mais usadas?

Segundo o levantamento, houve o crescimento de 2% de participação da região Nordeste, seguido pela região Centro-Oeste com 1%. A região com menor participação no geral é a Norte, com apenas 5%. Na demografia de gênero, as mulheres são maioria com a parcela de 53%, menos na região Norte, onde a participação masculina é superior. Quanto à faixa etária, a maioria tem em média 29 anos. Na pesquisa anterior a média era de 28 anos.

A formação desse profissional e os estudos são bem amplos. A maioria não se dedica exclusivamente a ser social media, 26% trabalham metade do tempo focados na área e 21% trabalham a menor parte do tempo focados na área. Ou seja, 47% fazem outra atividade. A maioria desses profissionais, 46%, é formada em Publicidade ou Jornalismo. Sobre mudanças de empresa, 33% dos trabalhadores trocaram de local de trabalho uma vez nos últimos três anos, sendo os principais motivos: salário e aprendizado. Sendo a média salarial almejada 55% superior ao salário atual.

O planejamento e a execução são as atividades que tomam mais tempo para 48% desses profissionais. Um fato curioso é a atividade de análise tomar menos tempo, já que 42% são analistas. Algumas hipóteses são levantadas diante deste resultado: a atividade de análise está automatizada, a execução toma o tempo da análise, ou a análise é feita ao longo da execução.

Também foi identificado que a maioria dos profissionais (54%) busca outros cursos de formação para complementar seus conhecimentos. Foram citados o total de 119 cursos, sendo a maior parte voltada às atividades de monitoramento e métricas, seguidas por etnografia e análise de redes. No mapeamento sobre as ferramentas mais utilizadas aparecem a plataforma brasileira Stilingue em primeiro lugar, seguidos pelo: Google Analytics, Scup, Facebook Insights e SocialBakers.

A pesquisa completa com todos os dados e gráficos você confere abaixo:

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Como a P&G ajudou na luta contra a fraude publicitária

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O Trustworthy Accountability Group, um organismo de vigilância da indústria focado principalmente na luta contra a fraude publicitária, disse nesta terça-feira que o número de empresas que receberam o selo “Certified Against Fraud” aumentou mais do que o dobro desde abril, com 26 companhias adicionadas desde então.

A notícia chega aproximadamente um ano depois que Marc Pritchard, diretor de marca da Procter & Gamble, disse que sua empresa exigiria que “qualquer entidade que trabalhe com mídia digital” teria que passar pelo programa Certified Against Fraud da TAG ou arriscar perder o negócio da P&G. A P&G é considerada o maior anunciante do mundo, gastando US$ 4 bilhões por ano.

“Sem dúvida, quando Marc Pritchard fez sua ligação à ação, criou uma incrível quantidade de impulso em torno da TAG”, diz Mike Zaneis, CEO da TAG.

“As empresas não estão fazendo isso porque querem lucrar com a P&G, mas porque outros comerciantes estão exigindo”, diz Zaneis. “E eles querem trazer segurança a marca e impedir a fraude”.

Zaneis também diz que a participação na iniciativa “ads.txt” da indústria, que foi criada este ano para eliminar a “falsificação de domínio”, se tornará um dos requisitos da Certidão Contra a Fraude da TAG no próximo ano.

A TAG certificou seu primeiro lote de empresas em dezembro de 2016, uma pequena multidão com apenas 17 companhias. O total hoje é de 49, com mais 120 no processo de revisão ou aprovação. “Mais de 80 empresas de fora dos Estados Unidos se inscreveram para a certificação TAG este ano, uma grande parte da qual vem da Europa e da Ásia”, diz Zaneis.

O programa de certificação antifraude da TAG tem como objetivo frustrar a fraude publicitária ao “marcar” todo mundo no ecossistema de anúncios digitais, desde compradores e vendedores de mídia até vendedores e intermediários de fraudes publicitárias.

A certificação não é gratuita, uma vez que as empresas devem pagar pelo menos US$ 20.000 por ano para manter o selo Certified Against Fraud do Watchdog.

Enquanto isso, ninguém sabe quanto se perdeu com a fraude publicitária nos canais digitais a cada ano porque o ecossistema de anúncios digitais é muito complexo para contar.

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Atualização do Instagram permite postar Stories sem aplicativo

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Em mais uma batalha da guerra travada, Instagram golpeia Snapchat com mais uma atualização, que não é no aplicativo, mas sim no site da rede social.

Caso você não tenha o app instalado no seu celular, mas quer postar no Stories e salvar suas publicações favoritas, basta acessar o site: instagram.com direto do seu smartphone, fazer o login e aproveitar mais essa facilidade. Toque no botão da câmera no canto superior esquerdo, e escolha entre usar a câmera ou escolher uma foto da galeria tirada nas últimas 24 horas. Então, você poderá adicionar texto colorido à imagem, escolhendo seu tamanho e posição — ainda não foi implementado stickers, hashtags nem filtros nessa versão. Toque em “Adicionar à sua história”, e pronto. A foto vai desaparecer do seu perfil normalmente, como no aplicativo, em 24 horas. A versão para desktop ainda não foi confirmada se será lançada.

Nas últimas semanas aconteceram outras atualizações no Instagram, como seguir hashtags e ver os Stories dos seus amigos no site móvel. Esta última já possui 300 milhões de usuários ativos diários, e a proposta é expandi-lo ainda mais, inclusive para quem não tem memória sobrando no celular. Fato é que a empresa ganha cada vez mais usuários e busca facilidades para o uso da rede social.

Se você chegou ao fim desse texto, verificou a atualização e ainda não consegue postar Stories em instagram.com, ou mesmo salvar posts, tenho um recado para você: “esses recursos estarão disponíveis para todos nas próximas semanas”, diz o Instagram. Então aguarde um pouco e comente o que você acha dessas atualizações.

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