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Ativismo de marca: empresas se posicionando

Quando uma empresa se posiciona frente a alguma causa de impacto social, político ou ambiental, ela expõe ali seus valores, e dependendo de seu discurso pode atrair um público que simpatiza com aquele mesmo ideal ou criar uma rejeição por parte daqueles que discordam de seu posicionamento, é um risco a se correr.

No momento em que algum acontecimento desencadeia um movimento social, as marcas prontamente se solidarizam com as causas, mas será esse apoio apenas por questões de marketing ou oportunismo?

Nem sempre. Algumas empresas realmente se doam a movimentos com o objetivo de gerar engajamento e trazer visibilidade para que as reivindicações sejam atendidas. Mas é de extrema importância que o público fique atento para que esses conceitos não sejam somente respeitados nos momentos onde estão em alta na mídia, visto que muitas se manifestam apenas por pressão, para evitar situações embaraçosas ao não serem as únicas a não exprimirem sua opinião a favor/contra alguma causa, já que muitas vezes ficar em silêncio é visto como consentir e nem sempre consentir é bom.

Deve haver um monitoramento para garantir que a empresa realize ações efetivas, crie políticas visando atender as necessidades do público com o qual ela demonstrou solidariedade, dê oportunidade a essas pessoas dentro da empresa, traga representatividade e invista visando contribuir com a causa, e isso não se trata só de doações em dinheiro, mas também em disseminar mensagens que condizem com seu posicionamento inicial.

A seguir veremos uma lista de movimentos que estiveram em pauta nos últimos meses e quais empresas se posicionaram em sua defesa:

Black Lives Matter: é uma organização política que luta pela igualdade racial nos Estados Unidos mas que tomou escalas mundiais nos últimos tempos, combatendo o racismo estrutural, a desigualdade, a violência policial e defendendo os direitos da população preta. O movimento recebeu apoio de marcas como McDonald’s, Netflix, Nike, Adidas, Google, Disney, YouTube, Hulu, Spotify, Amazon, Supreme, L’Oreal Paris, Louis Vitton entre outras.

Movimento Estudantil: teve grande relevância durante o período da Ditadura Militar mas segue vivo até os dias de hoje, manifestando o ensino de qualidade como um direito de todos e buscando melhorias na educação, trazendo reivindicações dos estudantes e buscando por mudanças principalmente políticas, econômicas e sociais. Algumas marcas que já agiram em prol de contribuir com os estudantes foram: Colgate, Palmolive, Continental, Descomplica, Burger King, Faber-Castell, Kanui e Saraiva.

Movimento Feminista: luta pelos direitos das mulheres, buscando igualdade de gênero, justiça, defendendo a participação da mulher na sociedade e o fim da opressão e machismo instaurado na sociedade patriarcal. Algumas marcas que já compartilharam desses ideais foram: Avon, Microsoft, Dove, Quem disse, Berenice?, Always, Pantene, Activia, Gillette, Mattel, Nissan entre muitas outras.

Movimento LGBTQIA+: luta pela diversidade, pela inclusão e igualdade para  que, todos aqueles que fazem parte da comunidade, sejam respeitados diante da sociedade, repudiando a homofobia e a violência, disseminando a mensagem de que toda forma de amar é válida. Algumas marcas simpatizantes são: McDonald’s, Disney, Starbucks, YouTube, O Boticário, Netflix, Natura, Doritos, Skol, MAC, Avon, Apple, Coca-Cola, Uber, Dove, Android, Google, Nike, Tiffany &Co, Adidas, Burger King, C&A, Channel entre outras.

Stop Asian Hate: campanha que ganhou força recentemente devido ao aumento de casos de violência e crimes de ódio contra a comunidade Asiática-Americana e das Ilhas Pacíficas (AAPI) nos Estados Unidos, principalmente durante a pandemia onde foram registrados mais de 3.975 casos, tendo como principais alvos mulheres e pessoas idosas. Grande parte dos atos de violência são cometidos por culparem essas populações pela disseminação do Coronavírus, ou por pura xenofobia e racismo. Algumas marcas que se levantaram em defesa desse movimento foram: Ralph Lauren, Kia Motors, Publicis, Mattel, SEPHORA, TikTok, PlayStation, Starbucks, Prada, Facebook, Microsoft e outras.

E aí, se identificou com a missão de algum desses movimentos? Demonstre sua solidariedade, não só com palavras, mas com ações, impulsionando causas que precisam de espaço para terem suas vozes ouvidas. Se posicione e abrace essas lutas, você estará ajudando a melhorar a vida de milhares de pessoas.

 

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O Marketing Promocional e as recordações

Mesmo não sabendo o que é o marketing promocional, muitas pessoas já usufruíram dos benefícios trazidos por ele no momento das compras, como o “compre 3 leve 4” e os descontos nas compras acima de determinado valor.

O marketing digital possui a função de ser a ponte entre o cliente e as marcas, logo, ele busca tornar a marca conhecida, atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Assim, uma das formas de estreitar essa relação de cliente e empresa, é a entrega de brindes que fixem a marca na mente das pessoas de maneira positiva.

No início de 2012, por exemplo, a ação “Nestlé Refresca Você” tinha como objetivo convidar a família a defender o meio ambiente e sustentabilidade. Na campanha, os consumidores que comprassem R$ 15,00 em produtos das marcas La Frutta, Fast, Nestea, Sollys, Sorvetes e a água Pureza Vital ganhavam um álbum de figurinha da Galera Animal, um pacote de figurinhas e três autoadesivos. Quando completassem o álbum, os compradores poderiam trocar pelos personagens de pelúcia da Galera Animal.

Outro exemplo mais antigo foi do salgadinho “Cheetos com surpresa” da Hello Kitty, lançado em 2007, que continha, em cada pacote, um chaveiro. No total, havia 10 modelos diferentes de chaveiro que poderiam ser colecionáveis.

Fonte: Mercado Livre

Por último, mas não menos importante, os brindes também são muito utilizados para fazer uma maior venda dos produtos. A marca de chocolates Garoto lançou na páscoa de 2015 o ovo Jolie Pet-Garoto que continha mini cachorros/gatos de pelúcia. Ao todo eram 6 modelos diferentes e que poderiam ser colecionados.

Assim, como há muitas formas de alcançar os clientes, as marcas vão mudando o relacionamento com os consumidores de tal forma que, a cada nova compra, as pessoas sejam mais envolvidas pela marca e estejam satisfeitas com ela.

Os lembretes que as marcas deixam, por fim, ficam como lembrança de épocas, momentos especiais na vida das pessoas e até uma recordação que o mercado publicitário deixou ao longo da história, as quais não vão ser apagadas, mas recordadas por muito tempo.

E você, que possui uma loja física ou virtual, já tentou conquistar os seus clientes por meio no Marketing Promocional? Não? Aproveite para testar essas ideias e faça muito sucesso!

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Retail Media impulsiona Páscoa da Lacta com mídia DOOH

Com um enorme ovo realista, o projeto especial reforça o poder de conexão da Páscoa.

Para aumentar a visibilidade da nova campanha de Páscoa da Lacta diretamente no ponto de venda, a Retail Media criou dois projetos especiais que trazem o conceito “Celebre o seu Ovo-Metade” à vida.

De 30 de março a 12 de abril, a Retail Media, em parceria com GPA Malls & Mídia, exibirá nas lojas do Pão de Açúcar e Extra Hiper em São Paulo, telas emolduradas com a identidade visual da campanha. Já no Pão de Açúcar da Borba Gato, a Retail Media desenvolveu um projeto diferenciado, com um ovo de Páscoa gigante que abre e fecha em sincronia com a veiculação dos filmes da campanha.

“A principal expertise da Retail Media é conectar a marca ao seu consumidor no exato momento da compra”, afirma Mário Leão, Diretor Nacional de Vendas da Retail Media. “Mariana Gottardi, Sales Manager da Retail, foi responsável junto ao cliente por este projeto exclusivo”.

“Nesse projeto vimos a oportunidade de criar um formato inovador inspirado no principal símbolo da Páscoa: o ovo de chocolate. Assim, não só reforçamos a mensagem da Lacta, como despertamos o interesse no produto”, explica Vanessa Ebarra, Head de Comunicação e Marketing.

O projeto de mídia inspirado na campanha desenvolvida pela  Agência David, busca sensibilizar o consumidor a dividir um Lacta e celebrar a Páscoa com quem se ama, mesmo com a distância imposta pela pandemia.

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Briefing não é receita de bolo

Quem nunca levou um puxão de orelha por um briefing mal construído?

A maior parte dos artigos traz uma receita de bolo na qual o briefing tem que ter, obrigatoriamente, o histórico do cliente, concorrentes, produtos. É claro que são informações importantes, mas será que de fato é isso que garante um bom briefing independentemente do objetivo? Na prática eu aprendi que não.

Por isto, separei essa estratégia super importante para você fazer um briefing de brilhar os olhos do seu chefe, sem receita de bolo e aplicável para qualquer tipo de briefing que você fizer.

Bora conferir?

Sobre a estratégia 5W2H

Esta estratégia é muito utilizada no modelo canva, que ajuda a ter um overview dos projetos. Assim, traz informações essenciais para um trabalho bem executado na agência.

Ela pode ser reestruturada em um texto compacto transmitindo clareza igual a um canva.

Confira cada letra desta estratégia:

What

Você deve dizer o que é o job: um plano de mídia? Um post para social media? Uma campanha de lançamento de produto? Uma postagem ou um anúncio de revista?

Este W serve para trazer clareza sobre o que é, exatamente, a entrega a ser feita.

Who

Nesta etapa, você pode descrever quem é o cliente, trazendo seu histórico, caso seja um briefing de planejamento; ou trazer quem são os responsáveis por cada etapa do projeto, caso seja um briefing para uma equipe de criação e produção da comunicação do cliente.

When

O deadline é essencial para que todos se organizem em suas entregas e saibam priorizar a ordem de produção, e é nessa etapa em que você deve trazer este dado.

Lembre-se de planejar todos os prazos de entrega, e não apenas o final.

Vale ressaltar também a duração da campanha e a duração das etapas: 2 semanas de awareness e 1 mês de tráfego, e assim por diante.

Where

Aqui você trará os formatos: é um planejamento on, off ou 360°? É um anúncio de revista, post de feed ou enquete? As artes terão desdobramentos para quais formatos?

Neste W deve constar todas as informações técnicas que serão necessárias para a realização do job.

Why

Afinal, para que serve este plano de mídia? Para tráfego ao site? Para lançar um novo produto? Para enfatizar o share of mind?

Seja sucinto para tornar objetivo o motivo da solicitação do job, sendo direto na solicitação.

How

Como será feita a veiculação, afinal? Como será a estratégia das postagens? Tenha sempre em mente o que é o job, e a partir dele fazer a pergunta que aquele que receber o briefing faria sobre o “como”. Se você seguir o “como” a partir desse desdobramento, ficará muito mais fácil de interpretar os dados que devem ser passados no briefing.

How much

As perguntas que não querem calar: quanto tem de budget? Qual o volume de posts a serem realizados? Foque sempre no que a pessoa que receberá o briefing precisa saber para executar a sua função.

Sim, parece muita coisa, mas você facilmente pode condensar tudo em um único parágrafo.

Faça os resumos e a partir deles construa o parágrafo interligando as informações.

Um bom briefing não é um briefing enorme, e muito menos um briefing com informações pré-estabelecidas na maior parte dos artigos da internet. Um bom briefing é aquele que tem as informações essenciais para transmitir clareza e organização na mensagem.

E aí, conseguiu ver o briefing com outros olhos e fora da receita de bolo que você sempre vê por aí?

Compartilhe com seus amigos de trabalho para que todos entreguem briefings brilhantes e dignos de enquadramento!

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5 provas que o Coelho da Páscoa é um grande marketeiro

A Páscoa é uma data onde todas as crianças (adultos também) aguardam ansiosamente pela chegada do Coelhinho e esquecem do verdadeiro significado religioso que ela representa. Tal esquecimento pode ser colocado na conta do tal Coelhinho, astuto em Marketing, e que conquistou o mundo com seus Ovos de Páscoa.

Abaixo, listamos algumas provas de que o Coelho da Páscoa é um grande marketeiro:

1) Seu produto é diferente e exclusivo (tem alto valor agregado e preços exorbitantes):

Somente o Coelhinho oferece ovos de chocolate de diversas marcas e sabores, com preços altíssimos, mas que atrai o público de maneira avassaladora, mesmo ciente de que uma barra de chocolate custa muito mais em conta, tendo apenas um formato diferente;

2) Todo mundo lembra mais do chocolate do que da data religiosa

É incrível como as pessoas se lembram mais de comer chocolate do que do próprio sentido da Páscoa, que relembra a crucificação, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Se você perguntar para qualquer pessoa o que vem à mente delas quando se fala em Páscoa, o coelho é a primeira opção.

3) Fez do ovo o símbolo do coelho, e que se danem as galinhas

Quando se fala em Ovo de Páscoa lembramos do coelho, mas ninguém sabe a resposta do porquê é um coelho o símbolo da Páscoa e não uma galinha. Mas na verdade há um sentido sim. O animal foi associado à Páscoa porque se reproduz rapidamente e simboliza fertilidade e vida nova, assim como o ovo simboliza o nascimento e a vida*. De qualquer forma, o ovo e o coelho continuam sem ligação entre si.

*Existem outras teorias que envolvem os ovos como símbolo da ressurreição de Jesus.

4) Criou uma experiência com o consumidor ao criar a gincana das pegadas

A experiência do usuário é tradição no mundo todo com a criançada graças ao Coelhinho, onde as famílias fazem as caças aos Ovos com as pegadas do Coelho em suas casas. De maneira lúdica, as crianças se envolvem e se tornam consumidoras dos Ovos depois de adultas.

5) Atua em quase todas as classes sociais

Quase todas as classes sociais são consumidoras dos Ovos de Páscoa. Mesmo com preços exorbitantes, os pais fazem de tudo para presentear seus filhos com os Ovos de Páscoa pois sabem da importância que seus filhos dão para esta data.

Estão aí 5 provas de que o Coelho é um grande marketeiro, e ficam aí algumas lições. Embora hoje ele conte com a ajuda de mídia sociais, ele sempre se virou de maneira orgânica e conquistou o coração do mundo de maneira estratégica e original. Temos muito o que aprender com ele.

Boa Páscoa a todos.

 

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Juliette Freire, o case de sucesso do BBB21

“Quem é que faz as redes sociais da Juliette, hein? Quero pra mim também”. Frase publicada recentemente pela Anitta.

A paraibana Juliette Freire, de 31 anos, que entrou no programa com pouco mais de 3 mil seguidores, atualmente tem 17,8 milhões de seguidores no Instagram (e até você terminar de ler esta matéria, pode ser que ela tenha chegado aos 18 milhões).

Ela bateu a primeira marca histórica no reality ao conquistar o título de um dos perfis no Instagram com maior engajamento do Brasil e do mundo, segundo um levantamento da Hype Auditor. Depois de poucos dias, após voltar do paredão, Juliette bateu outro recorde quando uma de suas fotos ganhou 1 milhão de likes em menos de 6 minutos, considerado o menor tempo a chegar nesta marca em toda a história da plataforma. Além disso, sua equipe já afirmou que foi procurada por mais de 100 marcas interessadas em fechar contratos publicitários. Você pode até não gostar de BBB, mas é importante reconhecer a força que ele tem.

Mas a pergunta que não quer calar: como e quem fez isso acontecer, enquanto a sister está confinada? É claro que ela tem seu mérito por conquistar tantos brasileiros com seu jeito espontâneo e coerente, mas por trás de seu sucesso nas redes sociais também existe um time de 20 pessoas trabalhando muito.

Eles distribuem o conteúdo da melhor forma e linguagem para cada rede, sempre tentando alinhar com a Juliette de dentro da casa. Existem pessoas para chefiar o conteúdo de cada rede social com muito cuidado e atenção, fazendo com que Juliette esteja muito bem representada em Instagram, Facebook, Twitter e Tik Tok. Eles aproveitam ao máximo os arquivos disponíveis da sister, como por exemplo os stories já gravados, para explorar todas suas personalidades: a advogada, a maquiadora, a cantora, a que faz piada, e que fala de assuntos sérios também e por aí vai… 

A audiência procura por Juliette, mas se o conteúdo não for relevante, atrativo e gerar identificação, não atrai tamanha atenção e engajamento do público.

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4 características do consumo phigital

Antes mesmo da pandemia, víamos no mercado empresas aplicando e aprimorando cada vez mais suas estratégias de omnichannel, ou seja, os clientes já estavam começando a ter melhores experiências com os canais de compra de determinadas marcas.

Daí, veio a pandemia e o caos que ainda enfrentamos no nosso cotidiano, porém, esse cenário mexeu bastante com o mercado, principalmente com as relações de compra. Empresas que enfrentavam resistências para se digitalizar e diminuir a fricção com seus clientes, tiveram que se adequar ou só restavam fechar as portas. O mesmo acabou acontecendo com os consumidores, os mais conservadores e pragmáticos tiveram senão como única opção a internet para adquirir produtos básicos e essenciais sem colocar a saúde em risco.

Praticamente um ano após essa mudança de cenário, podemos identificar um novo tipo de consumidor, o que passou a ser chamado de phigital. Uma mistura entre as vantagens do mundo físico e digital.

Os consumidores phigital perceberam que podiam ter mais comodidade, conforto e qualidade, gastando menos esforço para adquirir um bem ou produto que atendesse suas necessidades da forma que desejavam e que cabiam no seu bolso. Dessa forma podemos observar algumas características desse perfil:

1 — Devido uma infinidade de opções e repletos de informações na palma de suas mãos, os phigital passaram a ter uma maior exigência com suas experiências e suas jornadas de compra com as marcas, comparando sempre com a melhor;
2 — Com a quantidade de produtos no ambiente digital, possibilitou que os consumidores pudessem provar e experimentar novas marcas, tornando-se assim mais infiéis;
3 — Como no mercado on-line há pouco tempo possuía muitas barreiras, é compreensível que os phigital se tornem cada vez mais desconfiados e precavidos com relação aos acordos propostos pelas empresas;
4 — E por fim, um comportamento que começou a ser instigado desde as primeiras práticas de omnichannel, e hoje é inadmissível que as empresas não tenham uma consistência nos seus canais de comunicação.

Isso exige que as marcas diante deste novo cenário tenham mais autenticidade e atitudes mais condizentes com seus discursos, pois não basta mais só manter uma narrativa constante e personalizada nos canais de comunicação.

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Saiba porque o WhatsApp é essencial no marketing digital

Dizer que o WhatsApp é uma ferramenta essencial no dia a dia do brasileiro (quiçá do terráqueo) é quase desnecessário, mas vamos aos números?

Segundo a empresa dona da ferramenta, Facebook, em 2019 o aplicativo contava com 2 bilhões de usuários, sendo que deste quantitativo 120 milhões são nossos conterrâneos. Para contextualizar ainda mais, de acordo com dados do IBGE a população do Brasil no mesmo ano estimava algo em torno de 210 milhões. Ainda sobre números baseados no IBGE, em 2019 tínhamos 79 milhões de pessoas economicamente ativas no brasil. Está vendo a lógica da conta? 120 milhões de brasileiros no WhatsApp, 79 milhões de brasileiros economicamente ativos.

É fato notável que o WhatsApp tem ganho destaque nas estratégias de comunicação de muitas marcas. Atendimento mais rápido que otimiza os resultados. E com isso veio (vem e está vindo mais) inovações, hoje contamos com o WhatsApp Business, temos os também os “robôs” de atendimento… tudo isso trazendo escala para o atendimento via WhatsApp. Para embasar ainda mais essa argumentação, de acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box realizada em janeiro deste ano (2021), o WhatsApp está presente em 98% dos dispositivos móveis. “Se uma marca garante a presença no WhatsApp, para atendimento, venda ou engajamento, e oferece ali uma boa experiência para seu público, a empresa só tende a ganhar, porque faz isso onde os clientes já estão e como eles realmente querem se comunicar com as empresas, ou seja, da mesma forma como se comunicam com seus amigos”, diz Philemon Mattos, chief partnership officer da plataforma de chatbots Take Blip em matéria publicada no Meio&Mensagem.

Grandes marcas, como a Reserva, já adotam o uso da ferramenta de forma estratégia no negócio. Segundo Ian Coutinho, coordenador de trade marketing e social selling da empresa, a marca atua em duas frentes: institucional e vendas. Na institucional o foco é atendimento e retorno rápido aos clientes. Nas vendas o time comercial conta com a opção de catálogo e com a credibilidade de entrar em contato com cliente com uma ferramenta “assinada” pela marca, uma espécie de canal oficial. “Isso por alguns motivos. Dentre eles, a autoridade e a segurança que é passada para o cliente ao ver que é uma conta comercial entrando em contato”, afirma Ian.

Não para por aí, no dia 30 de março de 2021 foi autorizado pelo Banco Central a utilização da função de pagamento dentro do WhatsApp. É isso mesmo. Em breve, através de parceria entre Facebook, Visa e Mastercard, será possível realizar vendas dentro do aplicativo de mensagem.

Resumindo tudo, o WhatsApp é essencial não somente na estratégia de marketing digital como também no relacionamento com cliente pré-venda, venda e pós-venda. Através do WhatsApp Business hoje é possível:

 

– Criar catálogo de produtos;

– Ter o time de vendas utilizando canal de comunicação oficial;

– Fornecer respostas rápidas para perguntas frequentes;

– Chatbot para diálogos automatizados;

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Instagram e os 3 tipos de postagens essenciais

Todos nós sabemos que quem está no Instagram não está lá, a princípio, para comprar. É por este motivo que se você canalizar todas as suas postagens em conversão de vendas, dificilmente conseguirá vender. Então bora entender do que o seu público precisa?

Engajamento
O principal motivo para as pessoas usarem as redes sociais é para se inspirarem e espairecerem. Por isto, posts com frases motivacionais ou memes são tão interessantes.
Com estas postagens você garante melhores resultados de engajamento para apresentar ao seu cliente, e também faz com que o público tenha um motivo para seguir a sua marca.
Você entretém o público, o fideliza e garante uma base que de fato se interessa pelo seu conteúdo, gerando dados e enquetes cada vez mais verdadeiros e assertivos para serem utilizados numa estratégia posterior de performance.

Educacional
Este tipo de postagem serve não para divertir seu público, mas para que ele aprenda sobre algo. Por exemplo, se você tem um SPA, dê dicas falando sobre skin care para que seus clientes se cuidem de casa, ensine máscaras caseiras ou massagens para fazer no namorado.
A ideia é que você ensine, mas ainda assim não dê todo o conhecimento técnico para o seu cliente, afinal, ele precisa comprar de você, não é mesmo?
Assim, você educa e prepara seu cliente para entender mais sobre os procedimentos que você oferece. Se você tem o SPA e ensina sobre skin care para o seu público, ele aos poucos irá se familiarizar com as denominações sobre o assunto, e quando você for converter, será mais fácil para o usuário interpretar a informação e formalizar uma compra.

Inspiracional
Na modernidade, uma das ações que mais fidelizam usuários e compras é a humanização de um negócio. Não é à toa que Coca-Cola e tantas grandes marcas investem em campanhas de storytelling.
Esta estratégia pode ser melhor ainda adequada para empresas que dependem ou utilizam muito do Instagram para vendas. Mostre o por trás das câmeras e conte histórias sobre o começo da empresa.
Com esta tríade de posts, você garante que as pessoas gostem do seu conteúdo, aprendam e se sintam seguras para finalizar uma compra no futuro. Para garantir, trabalhe estratégias de promoção, que traremos futuramente aqui no blog!

E você, já trabalha com estes três tipos de postagens, ou percebeu que tem focado só em um?
Se você conhece alguém que precisa urgentemente dessas dicas para melhorar sua lojinha, compartilhe este post!

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Seara Gourmet e SunsetDDB usam drone em ação no BBB21

A Seara Gourmet surpreendeu os participantes do BBB21 nesta segunda-feira (29) com a visita inesperada de Claude Troisgros, embaixador da marca.

Além da chegada do chef, um drone levou sanduíches de Mortadela Defumada Seara Gourmet para os brothers. Enquanto eles saboreavam o lanche, Troigros incentivou os participantes a terem um momento “Chef” e a usarem toda a criatividade possível para elaborar sanduíches com os ingredientes especialmente levados ao programa.

A ação, criada pela SunsetDDB e desenvolvida em parceria com a Globo, teve repercussão nas redes sociais e se estendeu ao “Encontro Com Fátima Bernardes”, na manhã desta terça-feira (30).

A Seara oferecerá mais experiências de ativação de marca até o final do BBB21 para surpreender a todos.

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