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L’Oréal Paris e Vogue se unem pela esperança

Movimento conta com manifesto de Viola Davis e edição especial da revista, com Taís Araújo na capa, além de conteúdo exclusivo e mensagens de otimismo, em estratégia da WMcCann

Para a edição de setembro, a revista Vogue lançou uma corrente chamada “Tempo de Esperança” que, em meio a esse momento de crise, busca levar uma mensagem de otimismo em todas as suas publicações ao redor do mundo. No Brasil, a revista convidou a L’Oréal Paris para publicar uma edição especial com base nessa mensagem, enviada para seus assinantes junto com a edição mensal.

Internamente, a edição extra traz um conteúdo amplo que aborda a temática da esperança em todos os aspectos da vida. Além disso, conta com um panorama da L’Oréal Paris para o futuro, matérias sobre saúde, bem-estar, cuidados com a pele, cabelos e saúde mental, e reportagens completas com profissionais da saúde, e outras sobre mudanças no dia-a-dia das celebridades e o que esperam para o futuro. Entre as celebridades, a segunda capa conta com entrevista exclusiva da atriz Taís Araújo – embaixadora da marca no Brasil – e também outros grandes nomes como Thelma Assis e Larissa Manoela.

Também como parte da ação, a Vogue convidou a L’Oréal Paris a dar sua interpretação sobre o que é esperança. Para isso, foi veiculado um anúncio na edição principal da revista em diversos países – no Brasil, contou com estratégia da WMcCann -, que traz um manifesto criado por Viola Davis a partir do slogan da marca “Porque você vale muito”, que se mantém atual e necessário, por mais de 40 anos. O vídeo com o manifesto completo pode ser acessado via QR Code, presente na peça.

Manifesto: https://www.youtube.com/watch?v=e4XsNKK7Flc

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BB convida público a idealizar ‘o novo incrível’

Peças criadas pela WMcCann trazem comunicação 360º em renovadas linhas estética e visual

A pandemia chegou de forma repentina, alterou comportamentos, hábitos de consumo, mudou estilos de vida e transformou “o novo normal” no jargão do momento. Além disso, ela também adiou encontros, segurou um monte de abraços, obrigou boa parte da população a postergar seus sonhos e a frear novos projetos. Entretanto, como uma espécie de demanda reprimida, tudo isso vai acontecer, com as experiências, as conexões ainda mais conscientes e mais ricas. E é lá que o Banco do Brasil quer estar, como o banco que ajuda as pessoas e as empresas a realizarem as suas conquistas.

Com o mote “Já imaginou?”, a nova campanha do BB, criada pela WMcCann, estreou neste domingo, fazendo um convite para o público idealizar o seu novo sensacional, seu novo incrível e suas novas conquistas e possibilidades. Esse será o pontapé inicial de uma grande plataforma de comunicação que busca posicionar o banco de forma positiva e desejável.

O vídeo inaugural traz uma nova estética e uma nova linha visual, em comparação às propagandas anteriores. A ideia central é despertar o desejo do não cliente em fazer parte do Banco, ao mesmo tempo o sentimento de orgulho de quem já possui relacionamento com o BB. Afinal, eles têm o Banco do Brasil inteiro para ajudá-los a conquistar seus objetivos.

A campanha que nasce com apelo institucional vai ter desdobramentos na oferta de produtos PF e PJ, como abertura de contas, crédito e cartão, sempre direcionando o público aos canais digitais, como forma de preservar o atendimento físico neste período de pandemia.

Cláudia Kakinoff, diretora da Diretoria de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, ressalta o propósito de mostrar o BB de maneira próxima e humana e a disposição dos brasileiros para acreditar e imaginar um futuro melhor: “Inauguramos uma nova linha visual nesta campanha, em que buscamos reforçar o papel relevante do BB na vida das pessoas, entendendo suas necessidades e oferecendo produtos que façam sentido para o atual momento das suas vidas – sempre de forma leve e otimista”, destaca. “É uma campanha de marca, mas também uma campanha para fazer negócios”, completa.

Comunicação robusta e constante

Até o fim de novembro, estão previstos novos vídeos específicos sobre produtos, com forte inserção na TV, no rádio, na internet e também em mídia externa, como outdoors e mobiliário urbano. Também estão previstos merchandisings na TV aberta, bem como ações com influenciadores digitais, inclusive com estratégias regionais.

Assista aqui ao filme: https://www.youtube.com/watch?v=xl2ZkXahiE4 

Ficha Técnica:

Agência: WMcCann

Cliente: Banco do Brasil

Produto: Institucional

Nome da campanha: Já Imaginou?

CCO: Hugo Rodrigues e Kevin Zung

Diretor Geral: Alexandre Morais

Direção de criação: Fábio Ludwig

Criação: Fábio Ludwig, Rodrigo Coletto, Felipe Martins, Augusto Saraiva, Lígia Mecenas, Anselmo Ferreira, Gabriel Mesquita, Rafael Teixeira, Ariane Melo e Victor Lavenere

VP de Planejamento: Renata Bokel

Planejamento: Hugo Santos, Amanda Agapito e Luiz Hidd

Atendimento: Dilma Lima, Rafaela Assunção, Melissa Lobo e Thais Santos

VP de Mídia: André França

Mídia: Fernanda Magalhães, Guilherme Ferreira, Polyana Machado, Thyessa Benincasa, Anderson Lima, Camila Bitencourt e Carla Lima

VP de Produção: Tato Bono

Produção integrada: Cayan Lobo, Gabriela Chineze, Fabiana Dias, Marcio Kaloy, Sasha Vilela

Produtora do filme: Rebolucion

Diretor: Cassu

Diretor de Fotografia: Fernando Bertoluci

Pós-produção:  Warriors VFX

Produtora de Som: Satélite Áudio

Trilha: Kito Siqueira, Roberto Coelho, Anderson Ambrifi e John Charles Coombes

Fotógrafo: Maurício Nahas

Tecnologia: Marcelo Soares, Victor Odo e Caio Costa

Projetos: Fabiano Mello e Raphaella Marmentini

Relações Públicas: Kerena Neves

Aprovação pelo cliente: Ana Claudia Kakinoff, Marcelo Mendonça, Gustavo Tocantins, Elvis Kleber, Rafael Prandina, Michele Domingues, Renata Barbosa, Thais Oliveira, Isabela Brito, Felipe Daltro e Thiago Jorge

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A nova versão do iOS 14 e os anúncios custumizados

Depois das últimas noticias de atualização da nova versão do iOS 14, as redes de publicidade online se juntam para pedir mais diálogo com a Apple antes dela estabelecer suas novas políticas de privacidade. Isso tudo porque a nova versão do sistema operacional do iphone deve influenciar diretamente na entrega de anúncios publicitários customizados aos seus usuários.

Um popup aparecerá para o usuário assim que entrar pela primeira vez em um aplicativo, “Seus dados serão usados para entregar anúncios personalizados para você” essa mensagem pedirá a autorização ou não para a liberação de dados do usuário.

Por mais que as redes de publicidade rastreei os dados dos usuários sem se apropriar de suas informações pessoais, a Apple quer ampliar o poder dos seus clientes de decidir a restrição ou liberação de seus dados.

A carta endereçada a empresa assinada pelos principais players que compõem a rede de publicidade online, pede mais esclarecimentos e sugestões para que sejam seguidas por profissionais de marketing, desenvolvedores e outras partes para que preservem a funcionalidade da operação atua. Todo esse apelo promovido pela indústria é justificado pelo grande impacto que essas alterações devem provocar no mercado.

“Sabemos que isso pode impactar seriamente a capacidade de publicadores monetizarem pelo Audience Network e, apesar de nossos esforços, pode tornar o recurso sem eficácia no iOS 14 de maneira que não faça sentido mantê-lo no futuro”, afirmou o Facebook ao informar que tais mudanças devem impactar os anúncios em uma queda de 50% de eficácia.

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É hora da retomada dos investimentos em mídia

Publicidade vende. Publicidade sempre vendeu. Todo mundo sabe disso. Pelo menos tem sido assim, desde que Volney Palmer montou, em 1842, lá na Philadelphia, a primeira agência de publicidade que se tem notícia em todo o mundo.

A marca líder de mercado precisa anunciar para manter a liderança. As marcas concorrentes que vêm logo atrás precisam anunciar para buscar essa liderança. Está lá o McDonalds anunciando o tempo todo; está lá a Coca-Cola anunciando o tempo todo. Estão lá também o BK e a Pepsi anunciando o tempo todo. Todas elas acreditando no poder que tem a publicidade.

Publicidade vende. Publicidade bem-feita e assertiva vende.

Dessa forma, se mais da metade do ano já foi, é hora de acreditar que a publicidade é quem pode fazer a diferença nesse momento. É hora da retomada dos investimentos em mídia.

Somente a mídia bem-feita, bem acompanhada e bem mensurada é que pode salvar o ano para muitas marcas. A mídia digital tem tudo isso. Não podemos achar de maneira alguma, que o ano está perdido, que já foi, que não dá mais.

Baixar a guarda e acusar o golpe dado pela pandemia é deixar o caminho aberto para seus concorrentes que podem ser um pouco mais otimistas. Se você se distancia do seu público quando ele mais precisa de você, ele ‘jogará’ isso na sua cara mais adiante. Pode ter certeza!

Então, penso que agora é hora de focar sim em 2020; ainda existem quatro meses cheios de energia e otimismo para fazer a diferença e trazer bons resultados para o negócio.

E você? Como pretende cuidar da sua marca nessa reta final de 2020?

Por Rodolfo Darakdjian (OPL DIGITAL)

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Retail Media anuncia expansão de sua rede digital OOH

Empresa anunciou a conquista de novos contratos em São Paulo e Nordeste

A Retail Media, empresa de DOOH em ambientes de consumo, anuncia a conquista de novos contratos para expansão de sua rede digital OOH no Nordeste.

Pelo planejamento, a empresa iniciará suas atividades em Salvador no mês de outubro e,em seguida, nas praças de Recife e Fortaleza prosseguindo com as implantações de suas telas digitais. O mobiliário DOOH da Retail Media será expandido nas lojas do Grupo Pão de Açucar, nessas praças. A rede do grupo já contempla telas digitais nos ambientes de consumo das bandeiras Hirota, Petz e na Rede carioca Guanabara.

Segundo Mário Leão, Diretor Nacional de Vendas, “em novembro a empresa já terá completado as instalações do novo parque de mobiliário digital nas três capitais do Nordeste.”

Mário também comemora o recém contrato assinado com o Hiper Center Andorinha, loja referência na zona norte de São Paulo. “Com a concretização de mais essa parceria, a cobertura na região ganhará uma relevância muito importante para a abrangência da atuação dos nossos serviços em São Paulo. Com a instalação dos novos equipamentos, a Retail Media passará a impactar mais de 30 milhões de consumidores por mês.”

“Estamos aumentando a nossa estrutura e cobertura, dessa maneira ultrapassaremos as 500 telas, número que estipulamos como objetivo antes da pandemia. Continuaremos nossa expansão e traremos novidades, ainda este ano”, finaliza Mário.

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“Na mídia programática, exposição indesejada da marca não é e nem nunca foi regra”

Durante algumas décadas em nosso país, quando uma empresa desejava comunicar os reais atributos de seus produtos ou serviços aos seus consumidores finais, os caminhos para fazer essa comunicação eram os mesmos. Além da TV aberta, meio de comunicação com mais de 90% de penetração junto aos brasileiros, as empresas e suas agências de publicidade encontravam, ainda, a mídia impressa e, claro, o forte e importante rádio.

Porém hoje, muitos anos mais tarde, ainda que com o máximo respeito aos veículos e aos profissionais que atuam nessas frentes, devemos entender que é tudo muito diferente de antes. As coisas mudaram e a possibilidade das marcas entenderem o que seus targets realmente querem, como eles querem e onde eles estão tornou-se absolutamente possível.

A exposição paga de marcas no ambiente online trouxe às empresas anunciantes características bastante vantajosas e nunca encontradas até então nas mídias tradicionais, como por exemplo a possibilidade de mensuração de resultados de campanha, a interatividade com seus públicos em real-time, além da importante e tão desejada segmentação de público.

Poderíamos aqui até tratar detalhadamente das questões de interatividade e da mensuração, enormemente importantes e que permitem às marcas serem mais assertivas, estabelecerem um diálogo com seus consumidores e, claro, atuar de forma mais otimizada e rentável. Porém, o que queremos aqui discutir é a característica da segmentação de público.

A mídia programática é uma das mais relevantes formas de atuação em mídia digital e tem atraído bastante a atenção de gestores de marketing não só no Brasil, mas em todo o mundo. É uma mídia inclusive bastante democrática e, por isso, tem levado empresas pequenas e médias a anunciar até pela primeira vez. O fato ainda de possibilitar às marcas anunciantes maior otimização na compra da mídia, na implementação e na mensuração dos resultados obtidos, a torna por consequência também mais assertiva, contribuindo rapidamente para os objetivos de negócio das empresas.

Mas talvez a maior das diferenças esteja no fato de que a mídia programática quebra uma lógica imposta por profissionais de propaganda e publicidade por muitos anos: o foco não está mais no veículo de comunicação e sim, no target. Desta forma, nesse tipo de mídia estuda-se o comportamento das pessoas no ambiente digital e então a marca aparecerá somente para aqueles que desejam e que tenham demonstrado interesse naquele conteúdo. A mensagem de marca surge então, de forma contextualizada, para quem deseja receber aquele conteúdo, no momento que deseja, na frequência ideal e onde esse público estiver. Pode ser num site de esportes, na mídia social preferida ou mesmo dentro de um aplicativo que utilize. Certeza de gol.

Ocorre que nas últimas semanas, acompanhamos pela mídia um verdadeiro massacre ao setor de mídia programática.  O trabalho realizado pela chamada CPI das Fake News identificou e tornou público que o Governo Federal teria exibido ‘milhões de propagandas em sites maliciosos’ nos últimos meses e que isso ocorreu porque a veiculação se deu através de mídia programática.

“Na mídia programática, exposição indesejada de marca não é e nem nunca foi regra. O problema não está no uso da mídia programática. Está no uso inadequado da plataforma. Um planejamento bem feito cria filtros de brand safety, e a mensagem de marca aparece apenas em um ambiente seguro.”, diz Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital.

A OPL Digital é uma dessas empresas especializadas no tema. Com sede em São Paulo e também em Miami, nos Estados Unidos, a empresa investiu pesado na compra de tecnologia nos últimos anos, atua com uma DSP própria, e hoje tem como clientes governamentais, sendo alguns deles: Ministério da Saúde, Ministério do Turismo, Prefeitura de São Paulo, Eletrobrás, Caixa e Governo do Estado de São Paulo, além de clientes do setor privado como Schneider Electric,  BRF, Seara, Unilever,  Latam, Porsche, CCR, entre outras.

Para um anunciante que decida por comunicar seus produtos e serviços em mídia programática é extremamente importante que busque por empresas que sejam capacitadas e especializadas no tema. Prover cuidados básicos que impeçam as marcas de aparecerem em ambientes não seguros é essencial para quem trabalha com mídia programática.

Não se pode generalizar, e as recentes notícias que trataram das ações do Governo Federal não podem ‘carimbar’ ou marginalizar todo um mercado, que é composto por empresas e profissionais sérios e comprometidos com os resultados dos clientes. Uma ou duas empresas que tiveram tais equívocos não podem ser vistas como representantes de todo um setor. É importante ressaltar que mídia programática não financia o crime e nem patrocina e nem compactua com nenhum tipo de fake news. Atualmente existem políticas de brand safety que, inclusive, são atualizadas constantemente e que eliminam os sites impróprios ou maliciosos. As chamadas passlists, de uso bastante comum em mídia programática, possibilitam que a marca anunciante escolha exatamente os sites e aplicativos em que serão exibidos os anúncios, evitando destinos indesejados. Segurança na rede é preocupação número um de qualquer marca que esteja na rede.

 

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Mario Mattos é o novo CEO da Hello Research

Agência de pesquisa comemora 10 anos apresentando nova liderança

A Hello Research – criadora do modelo de pesquisa digital OnTarget (2012) e da primeira plataforma de pesquisa programática do país (2016) – passa a contar com a liderança executiva de Mario Mattos.

Com 30 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais, empreendedor e professor, Mattos atuou como diretor executivo de Pesquisa Ad Hoc pela alemã GfK, um dos maiores grupos de pesquisa do mundo.

Mario Mattos vem aliar seu amplo conhecimento em consultoria de negócios, e análise de dados, com o expertise tecnológico e geracional da Hello Research para fornecer estudos com maior valor agregado e capacidade de ação aos nossos clientes. “Geramos recomendações estratégicas a nossos clientes a partir do conhecimento dos consumidores e dos mercados, da visão dos negócios e do uso da tecnologia em todo processo de coleta, tratamento e análise de dados”, diz Mattos.

A Hello Research, criada em 2010 como a primeira startup de pesquisa de mercado e consumer insight do Brasil, atua como agência de consultoria e pesquisa de mercado, atendendo cliente como Grupo Pão de Açúcar, Coca Cola Femsa, Natura, Bradesco, Allianz, Honda, EY, Tigre, Magazine Luiza, entre outros.

 

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RedeTV! renova contrato por mais sete anos com TV A Crítica e Sikêra Júnior

Nesta quinta-feira (25), Sikêra Júnior e dirigentes da TV A Crítica, de Manaus (AM), estiveram na sede da RedeTV!, em Osasco (SP), para estenderem a parceria entre as emissoras, firmada em janeiro deste ano. O acordo inicial entre as empresas ampliou para todo o país a exibição, até então local, do noticiário apresentado por Sikêra Júnior, sucesso de audiência em horário nobre.

Sikêra Júnior e os vice-presidentes da Rede Calderaro de Comunicação (RCC), grupo que detém a TV A Crítica, os irmãos Dissica e Umberto Calderaro foram recebidos pelo vice-presidente da RedeTV!, Marcelo de Carvalho e Franz Vacek, superintendente de Jornalismo, Esporte e Digital. O novo contrato se entende por mais sete anos.

Durante a visita, o apresentador do ‘Alerta Nacional’ conheceu pela primeira vez os estúdios e instalações da emissora, entrou ao vivo na edição do ‘Tricotando’ e participou de gravações de programas da casa, entre eles o game show ‘Mega Senha’.

 

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Com reabertura de lojas, Office Shopping retoma suas atividades

A Office Shopping, empresa especializada em mídia e locações temporárias em shopping centers e hipermercados, retoma com mais intensidade suas atividades, com a recente reabertura dos shoppings.

“Não deixamos de funcionar, apenas nos reestruturamos em home office, assim como fizeram diversas empresas.  Como nossa atuação também abrange os super e hipermercados, operamos com a venda de mídia nestes ambientes com maior foco.”, explica Cristiano Tassinari, sócio da empresa.

E é justamente neste segmento que surge mais um contrato da empresa.  Além das mídias estáticas, a Office passa a atender o Grupo Pão de Açucar, na área de eventos. O escopo do projeto permite que as áreas disponíveis sejam palco para eventos que agreguem valor a indústria por meio de projetos especiais com ativação ou ‘comprou ganhou’, ou que os eventos, agora remodelados pelo distanciamento social, sejam mais um atrativo, como por exemplo, os Cines Drive In, Tendas Drive Thru para teste do Covid-19 e até mesmo circos Drive In, em que os carros ficam estacionados na direção do picadeiro.

Todo o know-how na área de atendimento a shoppings da empresa contribuiu para esse convite da área de Malls do GPA.

Além de retomar as atividades com este novo contrato, a Office Shopping também anuncia a chegada ao Green Plaza Shopping, empreendimento de conveniência localizado em Belo Horizonte, no bairro de Santa Mônica, para a comercialização de mall e mídia.

Para Paula Caetano, gestora de marketing do Green Plaza, poder contar com o profissionalismo de uma empresa com quase 30 anos de mercado, nas áreas de mall e mídia, tende a ser uma excelente aposta. Paula comenta ainda, que após a reabertura do empreendimento fechado pela pandemia, o fluxo tende a ser uma crescente, pelo fato da empresa ter em seu mix, várias opções de alimentação, dentre elas: o Burger King, o Mineirão e uma filial muito completa da Droga Clara.

Para finalizar, Tassinari comenta que novidades estão por vir, fazendo referência a uma nova empreitada com seu sócio na Retail Media, Marco Antonio Souza. “Marco é uma pessoa muito ativa e cheia de ideias, precisamos aproveitar esses insights e conhecimentos adquiridos por anos no mercado de OOH”.

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O consumo de conteúdo no Youtube em época de isolamento

No mês passado, em abril, acompanhamos o que diria ser o pico das lives na plataforma do YouTube. Assistir cantores sertanejos, artistas pop e até o estilo brega pedindo licença para entrar na sala de casa dos internautas, e muitas marcas aproveitando essa nova audiência das live shows foi uma maneira diferente para observar a forma de consumo dessa plataforma. O fato é que as pessoas já utilizavam o YouTube como um site de entretenimento e pesquisas, buscando por: lazer, diversão e informação, o que ocorreu foi apenas uma mudança no comportamento e o modo de consumir conteúdo dessa plataforma devido ao cenário em que estamos aprendendo a nos adaptar.

O Google realizou uma pesquisa para analisar as mudanças no comportamento do brasileiro no youtube durante o isolamento e a pequisa seguiu 3 pilares que influenciaram no crescimento da oferta e demanda de conteúdo neste cenário de quarentena.

Achar o equilíbrio entre informações e saúde mental.

Neste momento em que percebemos a importância da informação, também notamos que bombardear nossa mente com um assunto denso como a pandemia, acaba saturando e podendo causar problemas maiores a saúde mental. Dessa forma foi notado que assim como as notícias que cresceram 75% nos meses anteriores, a busca por assuntos relacionados a conscientização e a saúde mental elevou consideravelmente em até seis vezes mais do que o habitual.

A própria plataforma que estava desenvolvendo uma campanha institucional, aproveitou o momento para junto com diversos creators divulgar conteúdos diversos para amenizar e trazer aos usuários alguns momentos de leveza e distração, disponibilizando vídeos que vão desde crochê a meditação para fazer em casa e dicas de autocuidado, estimulando a hashtag #Fique em Casa comigo.

Adaptar ou criar uma rotina para o isolamento.

Com o distanciamento social e o isolamento, a sociedade teve que se adaptar e essa adaptação requer uma curva de aprendizado, no qual o Youtube foi importante como fonte de pesquisa para muitas pessoas que se questionaram e buscaram aprender como adaptar sua casa para o trabalho em home office, como diversificar na cozinha com poucos recursos, como entreter as crianças e até como fazer ginástica em casa ou apartamento.

As idas ao supermercado diminuíram e para isso, tornou-se necessário ser mais estratégico para comprar o essencial e de maior rentabilidade. A busca por “pão caseiro” subiu 66%, assim como receitas com 49% e o termo “cozinha” com 40% em comparação aos meses anteriores.

Se na cozinha os números cresceram, na sala não foi diferente. Os termos “aulas” e “estude comigo” tiveram um aumento de 33% e 52% respectivamente, assim como a busca por mais produtividade no trabalho, o termo “home office” foi o que mais cresce chegando a 173%.

Entender impactos mais amplos na sociedade.

Diante deste cenário, um tema tem tomado dois víeis, de forma macro e micro. A busca e o consumo por conteúdos relacionados a economia tem mantido um crescimento contínuo, porém, dividido entre os interesses com relação à economia global e o acompanhamento de como governos e instituições financeiras tem tomado medidas para minimizar os danos na sociedade de forma geral e o outro interesse relacionado ao próprio bolso buscando maneiras de segurar as finanças pessoais nesse período até que as coisas voltem ao normal.

Esse estudo completo e outros relacionados a tendências de consumo podem ser acessados pelo site disponibilizado pelo Google no site Think With Google que divulga artigos, dados e insights para informar e compartilhar mais conhecimento com seus usuários.

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