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Trabalhar com o que ama

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Romantizar o trabalho pode parecer até meio piegas, mas brilho nos olhos de quem ama o que faz é uma coisa rara, é motivador e inspirador.

Descobri isso após pedir demissão pela segunda vez e passar por todo corredor de questionamentos que as pessoas te fazem: “Por que você fez isso? Perdeu o juízo? Emprego está difícil!”, e você continua a caminhar como se nada tivesse acontecido.

É complicado, mas se hoje o dinheiro não tivesse valor, mesmo assim você iria trabalhar fazendo o que faz hoje? Ou jogaria tudo para cima e viraria cantor ou se revelaria um poeta? Quem sabe tocaria em frente aquela sua vontade de abrir uma empresa?!

Na maioria das vezes condicionamos nossas vidas profissionais por caminhos que não nos trazem tanta satisfação, simples para seguir uma condição exigente da sociedade, e isso acontece geração em geração. Tente entrar agora em uma turma de terceiro ano do ensino médio, que está prestes a fazer vestibular, e pergunte o que eles querem fazer. Será que todos vão fazer o que querem? Ou o que os pais acham a escolha mais viável? E você, fez o que quis fazer?

A partir do momento que fazemos escolha que não nos identificamos, que aceitamos atitudes que não queremos aceitar e situações que não queremos passar, simplesmente para cumprir uma tabela, nosso eu profissional vai morrendo um pouquinho, e começa com reclamações diárias, desânimo e falta de confiança no seu trabalho e empresa.

Fazer o que gosta nem sempre é fácil, longe disso, mas te dá mais coragem, deixa mais feliz com simples resultados, porque você está crente da escolha que fez. Você trabalha motivado a buscar coisas para resolver problemas e não pensa neles como uma barreira.

Fazer o que ama é libertador, é você acordar feliz por estar indo fazer o que faz, é o brilho no olhar na hora de falar sobre trabalho, é o nó na garganta depois de ouvir um elogio, é uma vontade que surge de dentro para vencer as circunstâncias.

Eu escolhi fazer o que gosto, e os resultados têm sido bons, mas não fáceis, porque nada é fácil. Mas você, agora está fazendo o que ama?

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TRATE BEM OS STAKEHOLDERS

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Há duas semanas eu fiz uma encomenda via contato WhatsApp e durante todo o processo de compra até a entrega fui atendido de uma maneira muito atenciosa e cortês pela fundadora dessa linha de produtos. Tive diversos problemas que atrasaram, e muito, a entrega da minha compra fazendo com que recebesse o produto somente após duas semanas.

Por mais que se trate de um pequeno negócio, a empreendedora agiu como muitas empresas médias e de grande porte deveriam, mas não agem. Depois de tantas adversidades, fui contemplado com a minha compra e como brinde, recebi alguns outros produtos de sua linha.

Ainda recordo do que foi dito pela empreendedora, “Se fosse outro cliente já estaria gritando comigo” e, realmente, quantos estariam gritando aos prantos e cuspindo críticas por suas frustrações? Em vez disso, pensei que tratá-la de uma maneira humanizada com toda educação e paciência seria um estímulo maior para que os meus problemas fossem resolvidos por ela. Dito e feito!

Durante todo o tempo a dona da marca procurou resolver o meu problema e acredito que a minha tolerância e compreensão serviram de estímulo para que meus problemas fossem resolvidos ainda mais rápido e de quebra, com um ótimo exemplo de como gerenciar crise no final da história. Então, não trate bem somente o seu cliente, mas também o seu fornecedor, seu funcionário, etc. Este tipo de comportamento só vai te agregar.

Somos seres humanos e frustrações e situações de fúria são totalmente normais, por isso que aqueles que mantêm a calma e serenidade se sobressaem perante aos demais.

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O LinkedIn como seu aliado

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Há alguns anos o LinkedIn deu o ar da graça na internet com a promessa de estreitar o relacionamento entre candidatos à vagas e empregadores. A ferramenta cumpriu e continua cumprindo o seu papel com eficiência, embora nem todos saibam aproveitar a rede social da maneira correta. A assinatura do Premium, que dá direito a contatar 5 pessoas via mensagem privada e ficar em destaque na visibilidade da procura de headhunters, custa aproximadamente R$ 50 por mês e tem seus benefícios, desde que você os aproveite, claro.

Eu, particularmente, já fui assinante do Premium por alguns meses e desfrutei bem dos benefícios. Como plataforma de vagas eu acredito que a ferramenta tenha suas deficiências, até porque, na maioria dos casos, as vagas são direcionadas para sites terceiros, muitas vezes pagos, o que dificulta a inscrição na vaga. Todavia, sempre usei o LinkedIn como um complemento na busca de empregos. Por exemplo: eu encontrava uma vaga na empresa X em anúncio no Facebook, procurava o responsável da área ou do RH no LinkedIn e entrava em contato com ele falando a respeito da vaga. Dessa forma, eu usava um dos meus créditos, e ficava mais visível na hora de participar do processo seletivo. Se você receber uma resposta do responsável, o crédito é devolvido a você.

Vale lembrar que o LinkedIn é uma ferramenta profissional, não cabendo às pessoas usar a rede social para fazer amizades e postar conteúdo inútil. Tudo o que você faz ali pode ser visto por inúmeras pessoas que atuam na sua área de interesse. Logo, evite colocar como imagem de perfil uma foto na balada, com uma bebida na mão, sem camisa, de óculos escuros entre outros acessórios inapropriados. Lembre-se que a ferramenta tem cunho totalmente profissional e você pode estar sendo visto por alguém que trabalha naquela empresa que você sempre sonhou.

O LinkedIn, novamente frisando, é uma excelente ferramenta para colocar você próximo aos empregadores. Diariamente, inúmeras pessoas são contratadas pelo LinkedIn, e ter um perfil completo e bem elaborado o coloca um passo a frente dos outros. Se você ainda não tem um perfil, já passou da hora de fazê-lo. Se ainda não assinou o Premium, vale experimentar (eles oferecem um plano free de um mês), desde que você utilize a ferramenta da maneira correta.

Boa sorte na busca por uma nova oportunidade.

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Não foque em resultados

Não foque em resultados – Opinião – Creativos Br – Blog do Crespo

É isso mesmo, não foque em resultados. Tê-los como objetivo principal pode ser cruel com você mesmo que está por trás dessa missão. Se a “perfeição” é a meta, não atingi-la será frustrante. Além de que, a busca frenética por resultados poderá ser desumana, considerando o nível da entrega pessoal necessária para tal realização, extrapolando horários que qualquer profissional trabalharia com satisfação.

Defendi por muito tempo (e trabalhei nesse molde) o foco em resultados, sem considerar a “hipótese” de que somos humanos e, como todo bom humano, passíveis ao erro. Não é necessário ser bom o bastante ao ponto de não se permitir errar. Erros acontecem, nas melhores e piores famílias, com os melhores e piores profissionais, e se o foco é o resultado isso será uma fatalidade, sendo que a pior acusação é a sua própria de achar que não é bom o suficiente por ter pecado logo naquele errinho “simples”, logo você que se dedicou tanto.

Talvez isso seja uma transição.  Complemento a frase do título: não foque em resultados, foque ativamente em crescimento. Os erros e acertos são fatos que acontecem e acontecerão com todos, a diferença é como nos posicionaremos diante deles. Encare o erro como uma crise e lembre-se que na crise estão as melhores oportunidades. No erro está a melhor oportunidade de crescimento. Não ignore o erro, aprenda com ele, cresça com ele.

Sequências de erros, explicações e discussões com a minha fonte de inspiração vem me fazendo perceber que as justificativas podem servir para terceirizar a culpa com as circunstâncias, afinal somos muito bons para errar daquela maneira, certo? Errado, somos bons o suficiente para reconhecer as falhas e convertê-las em sucesso. Talvez esse seja o verdadeiro sentido de humildade.

Foque em crescimento e terá resultado como consequência. Pra profissão e pra vida.

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A eterna volta às aulas de um publicitário

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As férias estão dando adeus aos estudantes, que – em sua maioria – retornam às aulas na próxima semana, encaram mais um semestre e ficam mais perto da formatura. Mas e aí, você está preparado para isso?

Nesse clima todo de início de semestre me vem uma cena que acho que ocorreu com todos os alunos de publicidade no seu primeiro semestre de faculdade: que área você quer seguir? Não sei você, mas quando eu entrei para a publicidade não sabia que ela tinha uma segmentação tão grande e de áreas completamente diferentes e eu não soube responder ao professor naquele dia.

Ao longo dos semestres a gente vai aprendendo um pouco, e às vezes o insuficiente, sobre o que a gente pode escolher para seguir no mercado publicitário. O tempo vai passando, a pressão aumentando e você não se sente preparado para vivenciar aquilo tudo, como também, acho que na maioria das vezes, você não encontra oportunidade para pôr em prática tudo aquilo que é lindo na teoria.

Seus pais continuam sem saber entender o que você faz, dizem para tentar um concurso público, porque só assim terá estabilidade financeira, e você nunca vê um concurso de publicidade (se é que abriu algum nessa última década rsrs). Daí bate a famosa bad e para pra pensar o que você fez com a sua vida.

Agora eu volto para a pergunta que eu fiz no primeiro parágrafo com dois acréscimos: você está preparado para TUDO isso DE NOVO? Só quem vivencia esse drama universitário publicitário sabe do que eu estou falando. Quem nunca, não é mesmo? Somos cobrados de todos os lados. Muitas vezes temos que dar conta de receber pedido de parente para fazer aquela arte marota gratuitamente, além da xerox da faculdade e ainda temos que juntar as moedas para fazer cursos para complementar o currículo (porque uma faculdade de quatro anos não é o suficiente)… Desanimador, para um início de semestre, não é?

Sabe a parte boa de tudo isso? Também estou procurando. A parte ruim foi mais fácil de escrever, confesso. A parte boa é que tudo isso nos força a amadurecer e aprender a tomar decisões e ser responsáveis por ela, afinal, ser adulto – além de pagar boleto – é isso, certo? As oportunidades vão surgir se você se esforçar e permanecer atento ao que acontece no mercado publicitário local e ao nacional. O networking é o mais legal de fazer faculdade, é recompensador e dá um up na nossa saúde mental. Construir um repertório cultural diariamente é a tarefa de todo publicitário e que eu aprendi com o mesmo professor do primeiro semestre.

A faculdade é o primeiro passo para aprender publicidade. Ser bom requer muito mais aprofundamento e dedicação e não dá para ser superficial. Profissionais do mercado de longas datas passam por isso também. Ou seja, a jornada de aprendizagem é dura, é diária e é para a vida toda.

Enfim, ânimo! Um brinde de café para esse semestre que inicia.

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O Publicitário e o Grafiteiro

O Publicitário e o Grafiteiro – Opinião – Creativos Br – Blog do Crespo

Na calada da noite ambos com lápis e o papel na mão fazendo raffs.
Um faz testes de lettering. O outro desenha alfabetos decodificados.
Os dois começam a desenhar ideias no papel, cheia de cores e formatos.
Uma cheia de conceito, a outra como um grito de revolta.
Um quer destaque, chamar atenção. O outro precisa.
Um faz isso pra viver e o outro vive por isso.
Um faz por amor, o outro ama tudo isso.
Pra ter a tal visibilidade precisam convencer um terceiro que vale a pena pagar a conta.
Ou que vale a pena ceder um espaço para sua mensagem.
E nada como uma mídia espontânea para abrir sorrisos nos dois.
Há quem diga que o que fazem é tudo poluição visual.
E também há quem defende que é arte com influência social.
Misturam desenhos com frases de impacto.
E defendem suas concepções com unhas e dentes.
Se estão certos ou errados não saberei dizer.
O que posso garantir é que a mãe de nenhum deles sabe ao certo o que fazem.
E você, sabe dizer quem é quem?

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Deixe as portas abertas

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Relacionamento é algo complicado, mas que todos – mais cedo ou mais tarde – acabam tendo que lidar. Sejam relacionamentos amorosos, de amizade ou profissionais, eles estão aí para serem cultivados e colocados em questão. Assim como as histórias, todo relacionamento tem seu começo, meio e fim. Começam muitas vezes por acaso, passam por desafios e grandes emoções e, quando possuem um final, nem sempre são felizes.

É aí que entra meu conselho. Batalhe por um relacionamento sem final ou de final feliz. Relacionamentos sadios trazem muitos benefícios à vida pessoal e profissional, e servem de início para outros relacionamentos. Não deixe de falar com aquela sua namorada com que você teve um relacionamento de 5 anos. Não deixe de dizer obrigado ao sair de um emprego. Não deixe feridas abertas. Acredite, é saudável para você e para a pessoa com quem você se relacionou.

Conheço muitas pessoas que perderam oportunidades na vida por terem fechado as portas para seus relacionamentos. Pessoas que poderiam ter conseguido um emprego bacana ou conhecido alguém legal, mas que viraram as costas para um relacionamento que poderia começar.

Eu mesmo tenho amizade com minhas ex-namoradas, tenho portas abertas com empregos anteriores, e isso só me faz bem. Por isso, antes de fechar as portas com uma pessoa ou empresa, lembre-se que, se o fizer, o único que perderá nessa história é você.

Lute por um final feliz, batalhe por páginas ricas e cheias de emoção. Assim você terá sempre oportunidades para começar uma nova história.

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Ser ou parecer? Eis a questão

Ser ou parecer – Opinião – Creativos BR – Blog do Crespo

Somos de um mercado que não exige graduação superior para exercer a profissão, mas os títulos (pós, MBA etc.) podem chamar atenção e ser o diferencial em um currículo pra quem procura um emprego. Mas por que valorizamos tanto ter tais títulos de determinadas instituições? Por que procuramos emprego?

O famoso “canudo” teoricamente lhe certifica ser capaz de exercer tal função e ainda lhe empresta a credibilidade da Instituição de ensino que provavelmente foi construída em longos anos (palmas pro branding). Mas será que esse “papelzinho” vai atestar a eficiência de resolver questões práticas e diárias de mercado?

O que deve ser priorizado: a vivência ou as certificações?

Fazemos parte de um mercado em que o combustível capaz de nos levar mais longe em nossas carreiras é a curiosidade. O grande ícone da publicidade brasileira Washington Olivetto começou o curso de Comunicação e Psicologia aos 18 anos por julgar importante para a propaganda. Por mais que o próprio não se orgulha de não ter concluído a graduação, confessou para o Guia do Estudante: “Eu nunca estudei para tirar um diploma, eu sempre estudei para saber. Apesar de não continuar na faculdade, eu continuei lendo muito”.

O objetivo deste texto não é, nem de longe, desmerecer as instituições de ensino e muito menos exaltar os “curiosos autodidatas” como seres superiores e fodões do mercado. No meu ponto de vista, as faculdades ensinam a pensar, lhe dão o caminho, e capacitam as pessoas a entenderem o que deve ser feito. A vivência prática lhe ensina a caminhar e lhe possibilita a entender como deve ser feito. A curiosidade lhe mostra que existem vários caminhos, e através dos “porquês” e “pra quês” prova que o trajeto é tão importante quanto o destino final.

Não procure um curso (nem nada) só para mostrar pra sociedade, família ou mercado que você tem. Procure conhecimento pra que você tenha base para ter os seus objetivos concretizados. Isso mesmo, seja o seu objetivo. Faça um workshop, participe de congressos e de seminários, leia livros e blogs, converse sobre o mercado, veja filmes e seriados, faça uma pós, MBA, mestrado, doutorado e o que mais estiver ao seu alcance. Mas faça para aprender. Pense a todo momento em como esse conhecimento lhe será útil no dia a dia.

Os que só querem ter, jamais serão. E como diz a minha vó: “antes ser do que parecer”.

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Os ligeirinhos do WhatsApp

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As mídias sociais são engraçadas porque até quando não estamos conectados, conseguimos levar assunto delas para o mundo off-line.

Pensava nisso enquanto minha amiga estava há alguns incansáveis minutos discutindo o porquê eu demorava para respondê-la no WhatsApp.

Comecei a lembrar que esses dias recebi uma mensagem de trabalho a 1 da manhã; como estava on-line, porém indo dormir, acabei não respondendo e recebi algumas mensagens seguidas me cobrando resposta, uma espécie de “Oi? Por que não responde?” “Estou vendo que você está on-line”.

Juro que procurei entender onde estava o bom senso, e pensei repetidamente porque as pessoas costumam achar que o WhatsApp é uma ferramenta imediata. Confesso a vocês que sou estilo pombo-correio no WhatsApp e algumas vezes até penso que respondi e esqueço. Algumas mensagens precisam de mais atenção na resposta, outras demandam uma resposta que você ainda não tem, outras – por sua vez – não necessitam de resposta imediata, e a gente vai seguindo. Nem sempre estar on-line significa estar disponível, e é a isso que eu me prendo.

O aplicativo de mensagens instantâneas é excelente para uma comunicação rápida, mas as pessoas exageram no nível de rapidez dele, ainda mais quem utiliza o aplicativo tanto para trabalho como para uso pessoal, pois os horários se confundem.  E a gente pede paciência, meu povo, paciência, porque se organizar dá para responder todo mundo!

E quando você acha que já chegamos ao ápice da ansiedade é que surgem as duas setinhas que apontam se a mensagem foi lida ou não, para finalizar de vez com aquela pessoa que demora um pouco para responder.

No final da conversa, aquela minha amiga entendeu que se não respondi imediato é porque estava ocupada, mas voltou a cobrar resposta nas próximas horas seguintes.  Acho que é um vício mesmo.

E você, é da turma dos ligeirinhos do WhatsApp?

 

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CPF x CNPJ

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No corner azul, o CPF se mantém confiante em saber que tem uma variedade maior de golpes. No outro corner, o CNPJ se garante na sua liberdade para derrotar o já consagrado adversário. Ambos trazem consigo a grande torcida que os apóiam em todos os momentos dessa luta que nunca acaba.

O CPF tem em seu cartel benefícios como FGTS, 13º, férias, vale alimentação, refeição e transporte; e se garante oferecendo estabilidade e futuro promissor a toda sua equipe. Já o CNPJ não tem nenhuma dessas características, e se apóia na liberdade e na flexibilidade de horários para vencer a batalha.

Na sua opinião, quem vence? O mais completo e estável ou o mais livre e flexível? Pois bem, ambos têm sua torcida, e a luta que sempre teve o CPF como favorito, agora traz adeptos a torcer pelo CNPJ. A verdade é que o governo tem apoiado cada vez mais o CNPJ, uma vez que favorece os empregadores que têm que lidar com impostos e encargos em demasia para manter um colaborador registrado. Em contrapartida, os colaboradores do CNPJ sofrem com a falta de estabilidade e com a insegurança pelo medo de saírem com uma mão na frente e outra atrás em caso de derrota.

Eu, que torço pelo CPF, acredito que o CNPJ é favorito uma vez que tem o governo ao seu lado. Afinal, a corda sempre arrebenta para o lado do mais fraco, e nessa batalha, com o governo apoiando, fica fácil saber quem é o mais forte.

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