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Como aproveitar oportunidades em meio a adversidades

Com a chegada da COVID-19 no Brasil, em meados de março/2020, seja para a divulgação de marcas ou para propaganda do governo, foi adotado o uso de hashtags para campanhas de conscientização, como #FiqueEmCasa, #UseMascara, entre outras mensagens que tinham como objetivo conscientizar a população dessa situação, que até então era algo novo e ainda desconhecido.

Meses depois, com o início da vacinação, chegaram também as famosas “fake News”. Era hora de conscientizar as pessoas de que elas precisavam se vacinar, e que as vacinas são seguras, eficazes e salvam vidas. Então surgiram novos discursos nas campanhas, trazendo essa mensagem.

Como estamos na fase em que muitos já tomaram a segunda dose da vacina, diversos estabelecimentos encontraram uma oportunidade de conscientizar o público e ainda aumentar suas demandas e reconhecimento de suas marcas, de maneira que estão oferecendo descontos, brindes, entre outros incentivos, para quem apresentar o cartão de vacinação com as 2 doses tomadas.

Empresas e marcas que em meio a adversidade encontram oportunidade de fazer o bom uso da publicidade e ações de marketing conseguirão ter ótimos aliados para aumentar o reconhecimento de marca e até aumentar sua demanda. E é exatamente esse o trabalho de um bom publicitário, não simplesmente divulgar, mas fazer isso de maneira estratégica, identificando a necessidade de quem receberá o anúncio. Então, em meio a crises sempre haverá espaço para oportunidade de uma boa publicidade.

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O verde nunca valeu tanto

Como estratégias de marketing podem causar memória afetiva em consumidores que zelam por uma boa reputação empresarial que abraça a inciativa verde.

Ao longo dos anos, a pauta sobre sustentabilidade, preservação e cuidado com o meio ambiente vem ocupando espaço em mais lugares de visibilidade. Há, por exemplo, influenciadores digitais que dedicam seu tempo em discutir situações preocupantes que agravam a saúde ambiental de nosso planeta, como o consumo inconsciente de recursos naturais.
Dessa forma, devido a essa maior divulgação sobre o assunto, existe também um aumento na população preocupada com o meio ambiente, procurando direcionar seus consumos e estilo de vida onde há o menor impacto ambiental.
Esse redirecionamento, por sua vez, é o que motiva o marketing de alguma empresa a apresentar um posicionamento que os faça não perder, mas sim ganhar mais consumidores.
Um exemplo disso são os projetos ambientais dentro do setor de cosmético que procuram retirar o processo de experimentos laboratoriais em animais. O “cruelty-free” se transformou em um diferencial para pessoas que seguem uma filosofia de produção consciente.
Segundo pesquisa realizada pela agência de pesquisa norte-americana, Union + Webster, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), 87% dos brasileiros preferem empresas com práticas sustentáveis, e 70% dos entrevistados disseram não se importar em pagar um pouco mais para isso.
É esse público que atraí empresas e faz com que as mesmas tomem medidas de transformação. Ou pelo menos, fazem acreditarmos que exista uma.
Os mesmos produtos cruelty-free que atraem um público consciente, por exemplo, podem ser burlados com uma fácil exceção. Algumas empresas declaram que não realizam testes em animais em sua produção de cosmético. Porém, esse tipo de declaração pode significar, por exemplo, que a empresa não testa seu produto final em animais, mas pode comprar de outras indústrias, ingredientes que foram submetidos em testes com cobaias.
Mas como a ciência disso, para os consumidores, ainda é quase que nula, essas empresas conseguem se cobrir em uma cortina de preceitos e filosofia sustentável.
São essas as estratégias de marketing que causam memória afetiva aos consumidores que procuram uma marca “preocupada” em questões ambientais. É com esse armamento que se compõe a boa reputação de uma empresa. O marketing constrói uma imagem positiva, agradável e empática de uma marca que abraça a iniciativa verde e que quer diminuir agressividades ambientais.
Mas será esse seu verdadeiro interesse?

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Método Pomodoro: a solução para procrastinadores

O Pomodoro é perfeito para você, que gostaria que o dia tivesse, pelo menos, 38 horas. É também para você que sente que faz várias coisas durante o dia todo, mas que no fim do dia, não conseguiu concluir nada do que tinha programado. Esse texto é para te tranquilizar e dizer “calma, você tem salvação”.  

Já ouviu falar do “Método Pomodoro’? É uma técnica, desenvolvida em 1988 pelo italiano Francisco Cirillo e publicada no livro “The Pomodoro Technique”. O autor estava à procura de uma maneira de aumentar sua produtividade nos estudos durante os primeiros anos de universidade. Para isso, ele utilizou um timer de cozinha (em formato de tomate) para organizar suas tarefas. Consiste em uma maneira diferente de gerir o tempo que pode ser aplicada em diversas tarefas, seja nos estudos, seja no trabalho, entre outras. O diferencial do Pomodoro, além de medir quantidade e qualidade dos afazeres, é que ele permite medir o que está atrapalhando a realização das tarefas.

Como fazer o método?

O conceito do Pomodoro é que as tarefas tenham duração de, exatamente, 25 minutos. Concluindo-a ou não, deve parar e descansar 5 minutos. A ideia é que o fluxo de trabalho seja dividido em blocos de superconcentração, garantindo a agilidade do cérebro. 

Para colocá-la em prática, você vai precisar de:
– Timer ou cronômetro para fazer contagem regressiva (pode usar o celular, mas desative as notificações)
– Uma lista de tarefas
– Lápis e borracha 

Método Pomodoro exemplificado

O primeiro passo é criar sua lista de tarefas que deseja concluir durante o dia. Depois, dividi-la em períodos de 25 minutos e trabalhar ininterruptamente durante o dia.

Assim que o time tocar, significa que o primeiro período de 25 minutos foi concluído. Faça um “x” ou risque a tarefa concluída ou anote o status feito (25%, 50%, etc) e faça um breve intervalo de 5 minutos. Procure fazer coisas que não tenham ligação com os objetivos do dia, como: ouvir uma música, navegar nas redes sociais, brincar com seus pets, entre outros. A cada quatro ciclos, faça uma pausa maior (entre 15 e 30 minutos) para descansar.
(Atenção, não deixe de fazer esses intervalos, pois são necessários para “oxigenar o seu cérebro” e aumentar a agilidade mental.)

Vantagens de usar a técnica Pomodoro:
– Alivia a ansiedade;
– Aumenta o foco e a concentração;
– Aumenta a motivação;
– Reforça a determinação para atingir os objetivos.

E aí, você já conhecia o método? Acha que vai te ajudar?

Dica digital: existem alguns aplicativos que ajudam na aplicação do método, como: Tomato Time, Pomodoro Time, Pomodoro Keeper e Focus Keeper.

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Influenciadores: ciclo de tendência

Este ano, os brasileiros são os que mais sofrem influência dos influenciadores na decisão de compra de um produto, dados de uma pesquisa feita pela Statista Global Consumer Survey que ultrapassa de 40%. Responsável por isso é o trabalho de marketing de influência que está ganhando cada vez mais relevância e o momento pandêmico que vivemos colabora para os criadores de conteúdo abordarem uma comunicação estratégica para marca. Além disso, existe uma alta expectativa para o crescimento dessa comunicação. No entanto, essa leitura supera os fatos expressados por números.

Responsabilidade, compromisso e, principalmente, autenticidade são características cruciais para influenciar alguém; atualizações e mudanças geradas nos aplicativos, em específico o Instagram, obrigam os criadores de conteúdo uma mudança de comportamento e, consequentemente, reflete em seus seguidores, e a preocupação começa aqui, até onde conseguimos seguir com nossa autenticidade?

Entramos numa rotina de sermos influenciados, impactados a cada minuto com uma nova tendência e o desejo de ter, de pertencimento é despertado em nós, mas quando é conquistado já se cansou de ter visto tal peça diversas vezes e torna-se ultrapassada. Investem o futuro disso na geração Z que possuem forte presença no digital; por um lado temos uma geração muita engajada, desconstruindo hábitos e motivados para mudanças, em contrapartida, uma geração padronizada, querendo e usando as mesmas roupas e produtos. Mas, afinal, com tantos canais de informação, o que explica essa atitude igualitária?

Não há nada que justifique por inteiro essa atitude, e sinto que ninguém tenha uma resposta pois trata-se de singularidade, porém a responsabilidade e reflexão é nossa; nós ditamos e as marcas seguem, não o oposto como muitos acreditam, a marca adere aquilo que a massa gosta e defende para se identificarem com ela, será que nossa mensagem é coerente?

Acredito que este pensamento é sentimento de muitos e está sendo disseminado, e aos poucos a mudança está acontecendo, exemplo disso: investimento e credibilidade naqueles “nano influenciadores”, com cerca de mil a dez mil seguidores, com pequeno alcance em comparação àqueles com maiores números, mas com alto engajamento e que conseguem aproximar sua audiência, gerando identificação com a realidade.

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O Youtube está sendo esquecido? Veja o porquê

Já percebeu que não se ouve tanto falar do YouTube recentemente? Ele foi sendo deixado de lado durante os anos? Qual o motivo disso?

 

Anos atrás, o Youtube era a principal (e quase única) maneira de se assistir vídeos online para se entreter. A plataforma se tornou um marco na história da internet e todos passavam muito tempo lá. Mas de tempos para cá pudemos perceber que as coisas mudaram. Com tantas opções de streaming e de outras redes sociais, o YouTube acaba se apagando em meio a uma enorme variedade de “concorrentes”.

Vemos que o que gera engajamento, agora, são vídeos curtos e diretos, sem tanta enrolação. Em questão de segundos, o usuário decide se vale a pena gastar um minuto do seu dia naquele conteúdo ou não. Não é atoa que vemos o sucesso estrondoso do TikTok ou dos reels do Instagram. Porém, esse dinamismo não é o diferencial da plataforma.

Outro fator acaba sendo o algoritmo, que é pauta para muitos youtubers e ex-youtubers há anos. A maneira com que a plataforma prejudica alguns conteúdos e beneficia outros é, muitas vezes, desleal. Por isso, muitos criadores desistem dela e acabam migrando para outras plataformas. Um exemplo claro são os  milhares de gamers e streamers que decidiram seguir nova carreira na Twitch, fazendo lives e ganhando muito mais lucro e visibilidade.

Falando nisso, já parou para pensar que o YouTube quer ser tudo, menos ele mesmo? Calma, vou explicar. Acredito, sim, que as plataformas precisam mudar e se atualizar de acordo com o público. Porém, será que o YouTube está fazendo isso corretamente? Na plataforma, há muita coisa acontecendo: shorts (vídeos curtos, quase como o TikTok), espaço para fazer publicações, opção de comunidade e membros, histórias (como os stories do Instagram)… é como se houvesse uma perca de identidade. Por mais que dizemos anteriormente que as pessoas costumam optar por conteúdos mais rápido, ainda há espaço para vídeos mais longos e elaborados.

Se o objetivo é se manter influente, o YouTube deveria focar em dar suporte aos criadores e usuários que ainda estão na plataforma. Melhorar o algoritmo para entregar o vídeo certo para o público certo é o ideal. Quem nunca foi recomendado para um vídeo absolutamente nada a ver com os seus gostos? Quantas vezes você já viu canais com 1 milhão de inscritos, mas com apenas 10 mil visualizações em seus vídeos? De nada adianta copiar os concorrentes e negligenciar seu próprio público, o resultado é claro: novos usuários não vão aderir e os antigos irão sair.

Além disso, gostaria de fazer um adendo sobre um dos maiores incômodos do YouTube atualmente por inúmeros usuários: a quantidade de propagandas. Muitas vezes deixamos de assistir um vídeo por conta do enorme número de anúncios que eles têm. Mesmo sabendo que são os criadores que colocam as propagandas nos seus vídeos, ainda acredito fortemente que o principal culpado é, novamente, o algoritmo da plataforma. Se os vídeos dos canais fossem realmente entregues pros inscritos, mais pessoas assistiriam e menos propaganda seria necessário para manter as receitas dos criadores.

 

Mas é claro, não podemos esquecer que o YouTube ainda continua sendo a maior plataforma para se assistir vídeos online e ele ainda é muito útil. Quando queremos algum tutorial, vídeo aula, ou vídeos mais objetivos, esse é o lugar correto. E ainda possui muito conteúdo bom, e é ótimo para divertir as crianças, por exemplo. Por outro lado, o número de criadores na página vem caindo, e isso é algo a se levar em conta.

O que você acha de tudo isso? Possui algo a acrescentar ou não concorda com o que foi dito aqui? Fala pra gente aqui nos comentários!

 

 

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O impacto da publicidade no Dia dos Pais

Um homem à direita e um menino pequeno à esquerda, os dois de costas e um pouco afastados em frente ao oceano.

Como alguém que cresceu sem conhecer o pai, o Dia dos Pais sempre foi um dia complicado e se tornou um trauma. Essa comemoração traz de volta sentimentos bem ruins, e o principal motivo disso são as publicidades; afinal, pra alguém que não soube o que é crescer com um pai, ver inúmeros comerciais ilustrando o pai herói, o pai maravilhoso etc. ou causa desconforto ou indiferença.

Considerando que cada vez mais crianças são criadas por mãe solo, ou ainda terem a figura paterna presente em outro familiar, essa sensação com certeza não é caso raro. Um grande motivo que traz esse sentimento, possivelmente, é a idealização da imagem de pai que a maioria das campanhas apresenta, mostrando relações perfeitas de pai e filho, só que mostrar o que é real — e, assim, tornar mais humano — pode ser positivo também.

Isso sem falar na quantidade de pessoas que devem ter pedido o pai no último ano: como será que elas devem estar se sentindo com comerciais mostrando o “pai perfeito”? Ainda que possa vir posteriormente um sentimento de gratidão ou de felicidade por outras pessoas terem essa figura em sua vida, mas o primeiro que vem pode ser a melancolia.

Então, buscar realizar campanhas que tragam uma imagem que gere mais identificação do que frustração, mudando a abordagem tradicional, pode ser uma boa ideia. Cabe sempre pensar na responsabilidade da publicidade sobre o que ela passa para as pessoas.

Por fim, para trazer algumas inspirações do que pode ser feito de diferente, vou deixar aqui dois links de campanhas que fugiram um pouco do padrão e que podem trazer um sentimento mais confortante para quem também não está no “padrão”:

  • Campanha das Lojas Marisa de 2017

https://youtu.be/veLS00Ad8R8

 

  • Campanha da Saatchi & Saatchi para a Telecom New Zealand

https://youtu.be/YtU0S1rG2fM

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O marketing dentro da saúde

Como estratégias de marketing podem ser feitas pelo banco de dados da vacinação do Sus.

Com as vacinas sendo entregues e a campanha de imunização já iniciada, a priorização decidida, por diretrizes políticas e da saúde, de iniciar as vacinações por pessoas que apresentam comorbidades, podem trazer informações importantes para o mapeamento da população.

Isso porque, com a comprovação e arquivamento desses documentos que analisam a saúde da população brasileira, o governo pode iniciar campanhas de prevenção, que auxliam e monitoram o número de pessoas afetadas por tais comorbidades, além de prevenir novos casos.
Esses dados, além de conscientizar o governo sobre a saúde de seu povo, pode servir de base para campanhas publicitárias de empresas. E é nesse momento que o marketing entra na saúde.
As empresas, já com o conhecimento e mapeamento sobre a população e sua saúde, poderá chegar em seu público com o produto certo e abordagem pessoal. Essa aproximação certeira acontece pela criação de uma persona, que representa o público alvo das empresas.
Com ela, é possível afunliar as características que firmas procuram em clientes em potencial.
Como exemplo podemos falar sobre as seguradoras e como poderão ser mais incisivas nas vendas de contrato de saúde, uma vez que já entendem as necessidades e enfermidades de seu consumidor. Procurando previnir a parte da população que não se dispõe de comorbidades, a seguradora disponibiliza novos serviços que contribuem para práticas saudáveis, como orientação nutricional.
Por isso, quando tratamos de um assunto tão abrangente quanto o marketing dentro da saúde, as possibilidades de se fazer presente com um produto dentro desse meio são extensas e garantidas. Tudo depende de uma boa jogada e do uso inteligente de big data.

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Como as mídias sociais podem fortalecer transtornos alimentares

No dia 2 de junho foi o Dia Mundial de Conscientização dos Transtornos Alimentares e a Creativosbr resolveu associar a causa ao fato de como as  mídias sociais podem ser um gatilho para as pessoas que infelizmente vivenciam o sofrimento causado por essas doenças.

A imagem que temos de nós é aprimorada ao longo dos anos com as informações que armazenamos em nossa mente como verdadeiras, entretanto, muitas vezes, essas referências podem sofrer influências negativas e causar inseguranças, traumas ou até mesmo alguns transtornos mentais.

Dados recentes mostram que 90% das pessoas estão insatisfeitas com a própria aparência e o principal foco, normalmente, está no peso corporal, segundo Groupon. Muita se deve ao grande índice de comparação diária que há na internet, principalmente com os perfis do Instagram dedicados exclusivamente a conteúdos sobre emagrecimentos e dietas restritivas.

Essa insatisfação corporal diz respeito à avaliação negativa que temos com o próprio corpo decorrente dessas constantes comparações que são consideradas uma discrepância entre a avaliação do corpo atual e o corpo considerado ideal, sendo por vezes uma meta inalcançável, a qual sempre frustra as pessoas.

Quando foi a última vez que você tirou uma foto sua e não quis editar com qualquer filtro ou modificações como afinar a cintura e deixar os seios maiores? Em 2018, alguns estudiosos começaram a utilizar o termo “Dismorfia Snapchat” como referência aos casos de indivíduos que procuravam profissionais de estética e saúde para atingir uma aparência o mais próximo possível de si mesmos com filtros do aplicativo. Desde então, a procura por cirurgias plásticas tem aumentado proporcionalmente, segundo o JAMA Facial Plastic Surgery.

Os internautas mais influenciáveis para desenvolver transtornos alimentares são adolescentes de 13 a 18 anos. Um estudo com 10.123 indivíduos nesta faixa etária demonstrou que os transtornos alimentares são doenças predominantes do público feminino. É o período onde ocorre a autoaceitação, a qual na adolescência, está condicionada a critérios formulados pelo grupo de amigos que são vigorosamente motivados pelos modelos sociais, principalmente os mais populares nas mídia sociais.

Por isso é sempre importante analisar se o conteúdo que está em seu feed está resultando em alguns minutos de prazer ou se está sendo nocivo para sua saúde mental. Procure sempre ajuda psicológica e converse sobre o que está sentindo. Se comparar constantemente na internet não é normal.

Lembre-se: a internet é um lugar maravilhoso; as pessoas são perfeitas e sempre felizes, mas isso é mentira. Todo mundo tem seus defeitos, pontos fracos e corpos que são reais. Não há pessoas sem poros ou celulites, ter barriga é normal e linhas de expressão também.

“Vivemos em plena cultura da aparência: o contrato de casamento importa mais que o amor, o funeral mais que o morto, as roupas mais do que o corpo e a missa mais do que Deus.” – Eduardo Galeano.

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QR Code: perdeu o brilho ou faltou engajamento?

Quase sempre vemos durante as publicidades no time break ou programas de TV os apresentadores falando para entrarmos no site pelo QR Code, apontar a câmera do celular para sabermos mais informações do produto/serviço ou obter uma promoção de compra no site e por aí vai. Mas, nem todo mundo entendeu como isso funciona.

E a pergunta que fica é: será que essa função perdeu seu brilho tão rápido quando chegou ou faltou engajar mais as marcas a usarem essa funcionalidade tão propícia para o mundo digital?

Antes de começarmos a especular um pouco mais sobre isso, vamos entender o que é o QR Code.

O QR Code é um código parecido com o aquele código de barras que vem nas faturas das nossas contas, mas ele é um gráfico 2D e pode ser lido pela câmera da maioria dos celulares. Quando lido, o aparelho direciona o consumidor ou leitor para uma página de seu interesse e, por isso, é importante que esse código seja estritamente seu e as informações contidas nele sempre estejam atualizadas.

Fato é que, na maioria das vezes, as pessoas veem as outras falando desse código e o observa em bares e restaurantes para agilizar as compras, mas quase nunca ele é utilizado. Então, por que isso acontece? Há uma solução?

Na minha experiência de celular sem a funcionalidade de leitura do QR Code, devo confessar que não uso muito essa operação e penso que para outras pessoas isso também aconteça. E talvez isso ocorra porque o timing foi perdido, ou seja, essa grande invenção do QR Code demorou para ser acompanhada por algumas marcas e, devido alguns celulares não possuírem a função de leitura desse código, fazer o download de mais um aplicativo no celular para realizar essa operação não esteja nos planos de muitos consumidores. Mas, como eu disse, são especulações sobre isso.

Logo, não há outra opção: assim como é preciso treinar a escrita para escrever melhor, só vamos fazer uso do código com mais frequência se ele for colocado em mais lugares.

Por isso, esse uso vem crescendo aos poucos: os códigos passaram a ser mais visto em obras de arte (para saber mais informações sobre ela), no WhatsApp Web para se conectar no desktop e até em hamburgueres (como fez a Coca-Cola na sua nova ação em comemoração ao Dia do Hambúrguer).

Existem várias formas de engajar o público por meio dessa ferramenta e até pessoas individualmente já a podem obter, como no Instagram quando vamos compartilhar nosso perfil com alguém.

Dessa forma, nada no mundo digital pode ser perdido: entenda seu público, invista em informações atualizadas e que vão trazer interação com os usuários e vamos fazer essa ferramenta tímida se tornar uma grande influenciadora de informações.

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Por que fazer o curso de Publicidade e Propaganda

Estava refletindo esses dias que nos tempos que a gente está vivendo se animar para algo tem sido um pouco difícil, até sendo algo que a gente gosta muito. Uma delas é a vida universitária.

Eu mesma me peguei me questionando as motivações para fazer o meu curso e foi muito bom poder tirar um tempo para lembrar, então, queria compartilhar uma reflexão sobre isso com quem estiver precisando (mesmo sem saber) também.

Este é um texto escrito por uma estudante de 3º semestre do curso de Publicidade e Propaganda para estudantes do mesmo curso e para qualquer um que esteja pensando ou questionando a ideia de entrar nesse cursá-lo.

Na época que estava escolhendo meu curso, perguntei a alguns conhecidos que já tinham feito ele sobre como era, e eles descreveram, em geral, como tinha a ver com a criatividade e com o entendimento das pessoas. Eu fiquei muito animada, mesmo sem ter entendido muito bem.

Então fui pensar um pouco mais e pesquisar um pouco, e pensava: a Publicidade é importante demais. Ela contribui para a formação da nossa cultura e para a forma como enxergamos os outros e o mundo, e, se for feita com responsabilidade, pode trazer impactos positivos.

Mas foi só quando comecei o curso e fui avançando nos estudos que descobri o quão grande isso é.

Fazer publicidade é ter a chance de mudar o mundo aos pouquinhos com a sua criatividade (e aprender a construi-la no processo). É participar da criação e desenvolvimento de uma ideia que pode falar com públicos que não se sentem ouvidos e trazer reflexões indispensáveis ao contexto social. É vender um produto ou uma marca, sim, mas ter a oportunidade de falar e transformar muita coisa mesmo com uma simples imagem ou frase. É poder ver aquela pequena ideia atingindo o mundo ao seu redor da forma mais incrível, criativa e positiva possível. É ter a oportunidade de entender melhor a nossa cultura e participar ativamente dela.

Eu sei que posso soar muito otimista e sonhadora falando assim, mas a Publicidade é empolgante e acho que deve ser estudada e feita com entusiasmo.

Esse é um texto escrito por uma estudante de 3º semestre do curso de Publicidade e Propaganda que acabou de fazer uma prova de Semiótica e está com sono e completamente entusiasmada com sua escolha. E eu desejo esse sentimento a todo mundo.

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