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Os estranhos percalços de uma formatura

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Formatura é uma coisa engraçada. Ficamos aquele tempo contando os segundos para acabar o curso e quando acaba percebemos como o tempo passou rápido.  A festa de formatura por si só é peculiar, as pessoas vão à festa, se divertem e não levam presente, nunca entendi isso. Poderia ser como casamento ou aniversário.  Mas, considerações à parte…

Formatura é um momento incrível. É a conclusão de um ciclo (me falaram isso uma vez, e eu achei legal). É o momento que você está pronto, em tese, para sair da vida de estagiário e se tornar um profissional. E você espera, espera estar rico no mês seguinte, com um bom emprego e o mundo da profissão aos seus pés. Mas meu amigo, na prática, você percebe que acabou a faculdade e só restaram milhões de dúvidas na sua mente.  E agora? O que vou estudar? O que devo fazer?

Falo isso com a certeza de quem está passando por isso nesse exato momento: 4 anos de curso, TCC parece missão Matrix remando contra a correnteza, você está perto de concluir mas começa a duvidar. Enfim vem a banca, a pressão, os elogios, aprovação e, ufa, acabou! Horas complementares de um lado, entregar versão final do TCC, corre para colar grau, pegar diploma, e agora? Por mais certezas que temos do que fazemos e queremos, o final da faculdade parece que ainda questiona, e a mudança em si já traz o medo do novo.

Como ficarão os amigos de curso? Talvez a gente pare de se encontrar e nos veremos apenas na festa de 20 anos de formados.

Terminar a faculdade é engraçado, todo esse frio na barriga, as dúvidas e a vontade de conseguir um espaço no mercado. Mas apesar de tudo é bom saber que estamos formados, e que agora é só o início de muitos ciclos que estão por vir. Sinta-se pronto, porque – em teoria – você está!

 

 

 

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Transtorno espectro empreendedor

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O caráter empreendedor refere-se a uma série de condições caracterizadas por desafios com habilidades individuais, comportamentos, comunicação verbal e corporal, forças internas e diferenças únicas. Sabemos que não existe um único jeito empreendedor, mas vários, motivados ou estimulados por diferentes combinações de influências ambientais, pessoais e de networks.  Trouxe o termo “espectro” exatamente para refletir essa ampla variação das características citadas acima presente em cada pessoa que vive o transtorno de empreender.

Afirmo que todo mundo passa por isso, os sinais mais evidentes de transtorno empreendedor tendem a aparecer logo na infância em uma fase mais conhecida pelos “porquês”. Recomenda-se que os pais, aos perceberem o mínimo sinal, busquem incentivar esse comportamento de curiosidade. Os resultados podem ser incríveis.

Empreender é uma busca, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Empreender é para todos, mas não é para qualquer um. Não é uma atividade, é um modo de ser, um ponto de visita. É para quem sente dor, uma dor não-física que incomoda. Incomoda tanto que não dá pra ignorá-la, é preciso fazer algo. Empreender é o modo de ser dos inconformados, é o desejo verdadeiro de mudar uma situação, e requer muita paciência e perseverança (pra não dizer insistência).

Perseguir e instigar a mudança são coisas que empreendedores fazem instintivamente como a respiração. Requer certa sensibilidade e senso crítico, pois é preciso sentir e observar antes de agir. O sentimento empreendedor existe dentro de todos e a maneira como é despertado em cada um depende dos estímulos e das percepções individuais.

Por essência, comunicadores são (ou deveriam ser) empreendedores de ideias. A inquietação, a inovação e inconformidade diante das situações tanto globais quanto dos respectivos desafios é o que motiva a inacabável luta para emplacar grandes ideias, a convencer lideres a comprarem as mudanças propostas. Comunicadores precisam ser inconformados com situações ao ponto de empreender vozes capazes de transformá-las.

Empreender é sentir as dores, não aceitá-las. É a busca incessante para transformar as dores em respostas, transtornos em benefícios. Entender a sua missão, a sua razão social e o seu propósito é o caminho para ativar o seu “eu empreendedor”.

Empreender é um olhar, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Essa é a minha visão, qual a sua?

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Ser o melhor onde está ou ser bom onde estão os melhores?

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por Alan Cardozo

Uma das grandes“bolas divididas” dos novos publicitários que não nasceram nos grandes mercados do Brasil é saber escolher qual o melhor caminho, encarar o seu mercado local, trazendo inovações, buscando mudar o fluxo já existente e ser o melhor onde se está. Ou será correr atrás dos grandes centros, grandes agências e contas e, claro, grandes profissionais para ser bom entre os melhores?

È claro que como tudo na vida não se tem a receita pronta, mas em algumas conversas informais com colegas de faculdade, futuros publicitários e alguns jovens já consolidados no mercado, é possível perceber que os atrativos relacionados aos grandes centros vão além de um salário mais alto e de trabalhar com as melhores contas do país.

Estes fatores são importantes e dão o primeiro brilho aos olhos daqueles que buscam uma carreira mais sólida, porém algumas outras motivações são apresentadas como primordiais nessa “fuga de casa”. São elas: a facilidade em inovar mais em suas atividades profissionais, a maior chance de obter um reconhecimento a nível nacional, participar de grandes projetos, melhor estrutura de trabalho e uma liberdade para sair da mesmice dos pequenos e conservadores mercados locais.

A partir daí tudo certo, os benefícios que os grandes podem oferecer são bem destacados e saltam os olhos de muitos, mas por que não nadar contra a correnteza?

Buscar mudar o fluxo já existente no mercado local, fazer ser grande, sair das estratégias de cartas marcadas, fazer e ser o melhor onde está. Os benefícios destas escolhas também podem ser destacados, como estar perto da família, dos amigos, conhecer bem o público-alvo, ter ciência das nuances do mercado, reconhecer as fraquezas e atacá-las de modo a superar e tornar mais eficientes as estratégias já utilizadas.

Uma vez tive a audácia, dentro de um dos cursos de especialização que fiz em São Paulo, de dizer que não tinha motivos para sair do Espírito Santo e ir trabalhar em São Paulo, e que não via no pesar da balança benefícios melhores do que estar no convívio dos meus familiares e amigos, e que meu maior objetivo era ser o melhor no meu mercado. Porém, menos de seis meses após essa fala, meus olhos já brilham com o ar de grandeza dos maiores mercados, das melhores contas. O ar de “ser grande” já quero para a minha carreira, mas amanhã pode tudo mudar, pois a balança pende cada dia para um lado.

Enfim, a escolha a ser feita ainda está em fase de amadurecimento e pode ocorrer a qualquer momento da carreira de cada um. E você? Como foi o início e como está sendo a sua carreira no mercado publicitário? Fez algo grande no seu mercado local? Já é um dos melhores nos grandes mercados? Onde essa balança deve pesar mais? Conta pra gente nos comentários

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ASSÉDIO, CHEGA DE

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Preciso confessar uma coisa. Já estou de saco cheio de assédios e desrespeito com as mulheres no ambiente de trabalho. Por muito tempo sustentei um profundo desejo de encher a sua cara de tapa. Acordava de manhã, já preocupada em saber que em uma hora dividiríamos o mesmo ambiente. Para, como sempre, aguentar você chegando com seus insultos e olhares invasivos. Sentia vergonha em vê-lo medindo meu corpo como se fosse carne e se imaginando em situações bizarras comigo com esse seu sentimento nojento e animal.

Eu levantava para buscar café? Automáticos, seus olhos machistas acompanhavam o meu andar enquanto eu ia buscar a porra de um café. Quando eu voltava, lá estava você com esse jeito babaca olhando para os meus seios.

Eu não olhava no Instagram, eu respondia um e-mail porque estava cheia de trabalho, coisa que você deveria também fazer: o seu trabalho. Certo dia me curvei para falar com uma colega, sentada à frente, e me senti sendo invadida novamente pelos seus olhares desrespeitosos. Por muito tempo essa imagem ficou retida na minha cabeça. Nesse dia, aliás, fiquei com receio de você me convidar para almoçar. Mas, graças a Deus, você acabou nunca me convidando. Depois fui para um happy hour com as pessoas de bem do trabalho, relaxar e espairecer com pessoas que me respeitam pela mulher e ser humano que sou. Ainda bem que você não teve coragem. Você certamente seria mal interpretado.

Aliás, com toda a certeza, você estava mal-intencionado. Queria sexo. O tempo passa e nosso chefe o convida para uma promoção, mesmo você sendo um cara que em vez de trabalhar fica secando as mulheres no ambiente de trabalho. Como sempre, mais poder e grana. Na mesma manhã ele juntou a equipe e fez um comunicado formal, o qual você mal escutou porque não parava de me olhar novamente de maneira invasiva. Minha sorte era que você ficaria agora em uma sala isolado. Um dia tive que entrar para tratar de um assunto profissional que, infelizmente, dependia da sua aprovação para ir adiante. Era pleno verão e eu só queria usar uma roupa que me deixasse mais confortável, mas você não parava de me olhar.

Que vontade que deu de grudar no seu pescoço e imaginar que você ficaria todo marcado. Você sentou do meu lado e encostou seu nojento braço em mim, depois de pedir para ver o trabalho no meu computador. Você aprovou o trabalho e, por isso, achou que eu deveria te dar um beijo. Quase falou essa bobagem, mas ainda bem que se conteve. Então, levantei e pedi para que você parasse de ser escroto e de me secar diariamente. Você ficou estático, com cara de bobo. E eu escrevi meu pedido de demissão, porque não sou obrigada a trabalhar em ambiente machista com homens escrotos. Reconheço, porém, uma pontinha de injustiça por saber que tive que largar o emprego que amo para me livrar de pessoas como você.

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Ser feliz ou ter dinheiro?

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Há quem defenda a tese de que você deve estudar o que gosta. É bem verdade que – ao mesmo em tempo que muitos pais orientam os filhos de que eles devem fazer o que gostam – muitos incentivam a escolha de profissões promissoras como Medicina, Direito e Engenharia. Fato é que só depois dos 30 vamos perceber que não tínhamos maturidade suficiente para fazer a escolha certa aos 18, quando entramos na faculdade. E, por isso, pagamos o preço de trabalharmos no que odiamos, mas no que dá dinheiro; ou fazermos o que amamos, mas vivermos fazendo unidunitê na hora de pagar as contas.

Hoje, com mais de 30, eu defendo a tese de que devemos fazer aquilo que gostamos, mesmo que não dê dinheiro. É verdade que às vezes penso diferente, mas é apenas por alguns minutos. O lance é que fazer o que se gosta reduz o estresse e aumenta as chances de você se destacar na sua profissão, uma vez que você tem prazer e amor por aquilo que faz. Embora você conviva ainda com o estresse de sofrer para pagar as contas no final do mês.

Mas imaginemos que você tenha escolhido a faculdade que lhe garantia um futuro promissor, aquela que você odiava, mas que sofria pressão paterna para fazê-la. Hoje você é feliz? Tem um carro novo, um ‘apê’ legal e janta em bons restaurantes? Ótimo, mas você se sente realizado? Essa reflexão nos leva a pensar se fizemos a escolha certa na época da faculdade, e novamente nos leva a pensar que somente hoje depois dos 30 saberíamos fazer a escolha coerente.

No final, tanto faz a escolha que você fez. Se pensar bem, qualquer uma das escolhas que tenha feito lhe dará o bônus e o ônus. Ou é feliz das 9h às 18h e infeliz no restante do tempo, ou vice-versa. O importante é fazer o que gosta ou ganhar dinheiro sem fazer o que ama. Ou, se for um sortudo da vida, ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Mas eu não conheço ninguém que conseguiu essa façanha. Você conhece? Conte pra gente nos comentários.

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Você é criativo. Por enquanto.

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Por quanto tempo você é capaz ser criativo, de fazer a diferença? E se essa capacidade tiver uma vida útil, como uma bateria? O que faz para recarregá-la? Você é capaz de desconstruir e reaprender?

Para abrir esse “debate interno” vou iniciar com um trecho de Karen Fuoco, executiva de marketing e consultora da Miami Ad School, para o Meio & Mensagem.

“Em um mercado de alta competitividade, com milhares de profissionais medianos, normais e invisíveis, uma pequena diferença de comportamento e de atitude pode resultar em uma significativa vantagem competitiva”.

Modelos de negócios, de ideias e linhas comunicativas, assim com as tecnologias, são voláteis, e – principalmente por conta das tecnologias – evaporam com facilidade. As sacadas brilhantes de hoje já não terão a mesma resplandecência “amanhã”, e isto é bem óbvio, depois do efeito surpresa o impacto tende a se tornar mediano (ou não, vai que viraliza).

Mas não é sobre isso que quero dizer. Vamos falar sobre a própria criatividade e não a criação. Por quanto tempo os padrões de criação funcionam? Aquele modelo de negócio que nasceu como inovador, perdurou por quanto tempo sem adequação? E aquela linha de comunicação, por quanto tempo comunica com eficiência com o público?

Vamos falar sobre o modelo mental, o mindset de pessoas criativas, pessoas de atitude e que mudam o comportamento quando necessário. Aposto que conhece ou já ouviu falar de alguém que possa ter a fantástica “síndrome do Midas”, tudo o que toca vira ouro, aquela pessoa que cria ideias incríveis, modelos de negócios lucrativos, enfim pessoas de sacadas geniais. O que fazem essas pessoas para nutrir o cérebro? O que você faz fomentar a sua criatividade?

Creio que essa resposta possa ser completamente pessoal e intransferível. Ou seja, cada pessoa tem suas necessidades intelectuais diferentes. Percebo que às vezes a busca de referências e a vontade de fazer diferente não são suficientes para “elevar sua nota” e colocar você acima da média, pode ser que isso seja apenas o requisito mínimo pra jogar o jogo.

Alias, se o que está fazendo está passível de comparação, pode ser um sinal dizendo que a disrupção se faz necessária. Para nós comunicadores, pensadores, empreendedores, influenciadores e eternos estudantes, o desaprendizado precisa ser levado a sério tão quanto o aprendizado, mas tem-se que sacar o timing. Saber a hora de tirar o time de campo é tão importante quanto saber a hora de atacar.

Vivo na pele essa inquietação, e a pergunta que jogo pra você é a mesma que me faço diariamente: você ainda faz a diferença no que se propõe a fazer?

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Apple: o Rubinho Barrichello dos smartphones

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Neste ano de 2017, houve muitas reviravoltas no mercado de smartphones. A Apple, com seus queridos e cobiçados smartphones, completou a décima geração, iniciada por Steve Jobs. Apesar disso, quem começou com um pé na frente no mercado Ocidental este ano foi sua principal concorrente, que lançou antes do iPhone X – edição comemorativa da décima geração – o Samsung Galaxy S8 e S8 Plus.

Em março, a empresa internacional sul-coreana apresentou ao mundo seu novo aparelho com o conceito da tela infinita que chegou para ficar. O aparelho sensação do momento ganhou visibilidade a ponto de manifestarem que a Apple, ao lançar o iPhone X neste mês de setembro, copiou o novo modelo da Samsung, assim como todo ano fazem.

Apesar disso, a Apple procurou não ficar para trás e trabalhou para trazer novidades aos consumidores como a inovação de realidade virtual, modo retrato na câmera frontal e configurações de iluminação de estúdio. Por um lado, a Apple inovou em alguns aspectos ao seu novo lançamento. Por outro, ela deixou a desejar, limitou-se a manter duas cores dos aparelhos e também deixou de inovar no design, algo que a destacou nos primórdios da era dos smartphones.

Esses atrasos fazem com que o valor da Apple não se torne tão bons por não atrair tanto os consumidores que ainda não são fiéis à marca. Permitindo que outras empresas tomem o espaço que poderia pertencer à maçã. Consequentemente, a empresa fica restrita aos mais fiéis. Isso é só um dos atrasos da Apple, lembrando que isso já se repetiu quando a Apple lançou a tampa traseira de vidro, a opção multi janelas e a resistência À água e poeira.

Novamente tenho a sensação de que a Apple é o Rubinho Barrichello dos smartphones. Enquanto a Apple está lançando a tela infinita, que em teoria é uma inovação, muitos outros fabricantes já lançaram em questão de meses ou em questão de ano.

Me pergunto quando a Apple irá lançar a tela curva que desde 2015 já se encontra na sua principal concorrente!?

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Como ter independência (ou morte)

Independência ou morte – Opinão – Creativos BR – Multiprofissional – Empreendedorismo – Comunicador

O conceito de independência, em grego… Os senhores estão anotando? De acordo com o “grande oráculo” da atualidade, Google, as principais definições são:

  1. Estado, condição, caráter do que ou de quem goza de autonomia, de liberdade com relação a alguém ou algo.
  2. Caráter daquilo ou daquele que não se deixa influenciar, que é imparcial; imparcialidade.

Autonomia, liberdade e imparcialidade podem ser a própria independência ou o caminho para chegar até ela. Se você “dormiu no ponto” pode ser que a granada esteja na sua mão, e se deixar essa granada cair, o senhor vai explodir o turno de comunicadores inteiro. Caso o senhor seja do tipo “mimimi”, pede pra sair e nem continue a leitura.

Vou retomar o raciocínio. O “conceito” em questão é sobre independência profissional e se trata basicamente de empreendedorismo na carreira. Creio que não esteja falando grego, empreender é bem diferente de abrir empresa ou startup. É muito possível e viável ter uma atitude empreendedora no local onde está agora, seja ele qual for.

Bom, mas a pergunta que não quer calar é: como ter independência (e não morrer)?

É preciso ter autonomia. Governe-se, seja dono da sua ideia. Vista a camisa preta dos seus objetivos profissionais, você merece. Se posicione, faça mais pela sua profissão do que pelo seu emprego ou empresa. Acredite em você, defenda seus ideais mesmo que isto lhe custe o emprego ou o cliente, você é maior que isso.  Se for o caso, “peça as contas”, demita o cliente. O sistema (capitalista) é foda, mas não se venda.

Seja livre. Faça o que tiver que fazer, mas não seja inconsequente. Arrisque, permita-se errar, mas faça o possível para que isso não aconteça. E se acontecer, tenha humildade, reconheça e cresça. Goze do seu direito de ir e vir. Troque de emprego, mude de casa, abra outra empresa. Se jogue.

Seja imparcial. Jamais confunda feeling profissional com gosto pessoal. Não se abale com uma porta fechada, uma ideia reprovada ou com um NÃO em caixa-alta. A cada derrota, nasça de novo. Se cair dez vezes, levante onze.

Faça mais. Reclame menos. Se disponibilize a fazer mais do que sua obrigação, permita o aprendizado. Sem vitimismo… Acumule funções. Pratique a empatia, seja líder sendo funcionário. Seja funcional mesmo sendo o “dono da p*%#@ toda”. Seja diferente quando for conveniente e clichê quando necessário. Seja a disrupção que você quer ver.

Fique atento às mudanças, escute o mercado. Deve significar alguma coisa ter tantas vagas exigindo o tal perfil “multiprofissional”. Lembre-se, se a granada cair, o senhor vai explodir os seus colegas de profissão, o senhor vai explodir os clientes, o senhor vai me explodir. Estamos todos confiando no senhor.

P.S: Dos reclamões, vulgo “mimimis”, não vai subir ninguém. Nunca serão.

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Os 4 erros comuns no atendimento das Mídias Sociais

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Em tempo de Mídias Sociais, conteúdo é rei! E as empresas estão começando a entender isso, buscando mais técnicas para melhorar o que têm a oferecer e trazer coisas diferentes para o seu cliente.  Mas o foco no conteúdo é tão certeiro que acabam esquecendo do que é essencial: o atendimento. É ele quem dá todo sentido a você estar nas mídias sociais, afinal, ela é social, o que sugere que você tenha uma relação para com o seu público, não apenas utilizar esses meios apenas como um álbum de fotografia, onde você posta e deixa lá para os outros verem.

Um bom atendimento sempre foi um ponto forte na hora da decisão de compra no mundo off-line, e se tornou uma chave para o atendimento digital, que propõe que você faça isso com mais facilidade e agilidade, melhorando a experiência do seu cliente com sua marca.

Alguns erros são mais comuns do que se imagina quando se trata de atendimento nas mídias sociais, então fique de olho nos 4 erros mais comuns:

  • Não responder feedbacks negativos: é de extrema importância também responder as críticas, afinal, elas não estão lá por acaso; e uma boa resposta pode acabar mudando a opinião desse cliente que teve uma experiência ruim com sua empresa.
  • Perder oportunidade de responder com atenção feedbacks positivos: se alguém está falando bem da sua empresa, agradecer é o mínimo. Lembre-se que ela dedicou um tempo para fazer isso, então é importante conservar esse cliente.
  • Oferecer respostas automatizadas: aquelas velhas respostas-padrão, que facilitam o atendimento, mas não respondem o cliente totalmente e muitas vezes não resolvem o problema dele.
  • Não treinar a equipe de atendimento adequadamente: e por último e não menos importante, sua equipe precisa estar treinada para responder adequadamente. Se você tem uma sede fixa e faz divulgação on-line, é bom que ambas tenham a mesma linguagem; não adianta o cliente ser tratado bem nas mídias sociais e pessoalmente ter um péssimo atendimento.

Percebeu como alguns detalhes são importantes? Então não deixe eles passarem em branco, fique mais atento ao atendimento e tenha bons resultados nas suas Mídias Sociais.

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O Fator Uau e o Marketing 3.0

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É comum, em um mundo cada vez mais exigente, que surjam novas formas de surpreender o cliente. Essa mais “nova” forma é o Fator Uau, baseado na experiência que o consumidor tem com sua marca ou serviço. O Fator Uau muito tem a ver com o já conhecido Marketing 3.0, que tem o objetivo de fazer com que os consumidores se tornem fãs da sua marca.

Grande exemplo do Fator Uau é a Disney, que é referência mundial na oferta de experiências únicas e praticamente perfeitas. Na Disney, o Fator Uau é praticado num conceito 360°, abrangendo clientes internos e externos. Os colaboradores da Disney são treinados e motivados para a perfeição e felicidade certa dos consumidores. “A Disney não tem clientes, tem convidados” é uma das frases que definem a essência do mais famoso parque do mundo.

Maior case mundial do Fator Uau, a Disney proporciona a sensação de magia e fantasia como ninguém. Seu elenco, como é chamado o grupo de funcionários, está pronto para qualquer esforço que faça os “convidados” serem surpreendidos o tempo todo. Para que os clientes não percam seus carros no estacionamento, por exemplo, a Disney coloca os carros em ordem de chegada em vagas demarcadas para específicos horários, então, quando um convidado não sabe aonde estacionou, um membro do elenco consegue achar o carro dado a hora que o convidado chegou ao parque.

Outros exemplos de Fator Uau nós podemos ver nas redes sociais, onde marcas como Ponto Frio personificam perfis das redes para conversar de maneira mais humanizada com seu público. O perfil da Prefeitura de Curitiba, aliás, é um grande exemplo na internet de como usar o humor e a criatividade para se aproximar dos seus curtidores.

O Fator Uau se funde ao Marketing 3.0, que tem seu maior exemplo a Apple, que faz com que seus consumidores se tornem apaixonados por sua marca e façam parte de um “clube”. Softwares exclusivos, entradas de carregadores e fones entre outros acessórios só podem ser utilizados para quem é Apple.

Ambos os “fatores”, se assim podemos chamar, têm o consumidor como foco. A humanização é um fator em comum entre o Fator Uau e o Marketing 3.0 e chega para mostrar que as marcas têm sentimentos, têm vida. É a empatia cada vez mais presente nas marcas, fazendo com que os consumidores saiam ganhando e, claro, dando lucro às empresas.

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