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Caixa de pizza, saquinho de pão

Toda vez que nos deparamos com uma ideia genial a gente se pergunta: “puta que pariu, como é que o cara teve essa ideia?”, ou “como eu não pensei nisso antes?”. Na minha cabeça, e na mente de muitos, surge uma terceira pergunta: “qual foi a inspiração que o Criativo teve para ter esta ideia?”

As inspirações surgem das referências, e as referências estão em tudo o que vemos, no que vivemos, no que aprendemos e no que pesquisamos. E temos que estar sempre alertas para as anotações. É necessário anotar tudo, tudo mesmo. Não importa se é numa caixa de pizza ou num saquinho de pão. Você não precisa abrir um arquivo de Word ou ser assinante do Evernote para organizar suas ideias. Não precisar ter uma conta no Pinterest – embora seja bacana – para salvar suas referências.

Saiba você que a música Proibida pra Mim, do Chorão – Charlie Brown Jr., uma das minhas inspirações na música, teve sua composição criada em uma caixa de pizza. Assim como muitos poetas à moda antiga escreviam suas poesias em pedaços de sacos de pão. Não importa a origem da sua ideia, ela sempre deve ser cravada em algum lugar que não se perca.

Além de uma boa referência, um insight genial e uma caixa de pizza ou um papel de pão, é preciso também que você tire – literalmente – essa ideia do papel e faça com que ela aconteça. De nada adianta ter um projeto na gaveta se você não der vida a ele.

Então já sabe, quando pedir a pizza, guarde a caixa.

O mesmo serve para o saquinho do pão!

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O meu Leão de Cannes

Todo profissional de Criação sonha em ter um Leão de Cannes. Ok, nem todos. A verdade é que o Leão de Cannes é mais um símbolo da conquista dos publicitários – sobretudo os Criativos – que um dia chegaram lá, e chegaram bem. Seja por um título espetacular quando se é Redator, por uma arte foda quando se é um Diretor de Arte, enfim, quando se faz um trabalho genial e se é reconhecido no mais importante Festival de Publicidade do Mundo, realizado na Riviera Francesa.

Meu sonho quando me tornei Redator era ter um Leão, e meu irmão – que já era um Publicitário – sabia disso. Ciente de que os caminhos seriam difíceis, e mesmo sabendo que eu era um estudioso da profissão, fez questão de encurtar a minha trajetória.

Ele foi a Cannes. Sem um briefing na mala, e sem planejamento, ele me trouxe um leão. Sim, um Leão de Cannes, este que está na foto desta matéria. Ora, não deixa de ser um leão, de Cannes, inclusive. Mas de pelúcia, é verdade.

Hoje, em nossa agência, o Leão de Cannes é o mascote e guardião dos jobs que por lá chegam. É ele quem nos inspira e que nos diverte ao contar esta história para os clientes e parceiros que nos visitam. E o mais legal, é que diferentemente dos outros Leões, este, somente eu e a Agência Creativosbr temos.

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Fusão de empresas cria robusto escritório de representação em Brasília.

NGN e OOTB anunciam parceria. Sócios se unem para ampliar e fortalecer campanhas publicitárias de clientes.

A constante expansão de tecnologias e do próprio mercado exige soluções
criativas, eficientes e ágeis. Pensando nisto é que os sócios Bruno Gonçalves
(Magão), Luis Felipe Argello (Loli) e Leonardo Freitas realizam a fusão entre
NGN, OOTB e outras empresas do ramo publicitário. Marcas consolidadas com
vasta experiência no mercado de representação e na área de comunicação, elas
acabam de se consolidar operacionalmente para lançar a Mosaico.

Com sede em Brasília, a nova empresa oferece serviço completo e com alta
performance, acompanhando todo o ciclo da campanha, partindo da prospecção,
apoiando na estruturação e conduzindo a comercialização e operacionalização .
Sua atuação ultrapassa os limites geográficos da capital federal, e marca
presença em diversos estados, garantindo um movimento criativo e moderno,
em prol de uma comunicação mais assertiva, devidamente segmentada e com
foco estratégico.

As inovações também alcançam o capital humano da Mosaico: a publicitária Lina
Aredes é a CEO da empresa; responsável pela área comercial, caberá à ela o
planejamento e desenvolvimento de projetos crossmedia de alta performance.
Já na operacionalização, o publicitário Pedro Junqueira assume o cargo de COO,
para garantir campanhas eficazes, consistentes e em dia com as necessidades
dos clientes.

Com uma equipe integrada, criativa e altamente capacitada, a Mosaico chega
aliando compromisso com experiência, qualidade de atendimento e evolução
contínua.

Saiba mais: comercial@mosaicomedia.com.br

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Criatividade: dom ou habilidade?

Aposto que quando você diz que é publicitário, ou quando começou estudar publicidade e contou para seus amigos e familiares, você deve ter escutado algo como: “eu acho legal publicidade, mas precisa ser muito criativo e eu não sou tão criativo assim”.

Está mais do que comprovado que nós publicitários somos criativos, mas a verdade é que a criatividade, assim como qualquer outra habilidade, precisa ser desenvolvida, não é um superpoder que quando estamos no meio de uma campanha o ativamos e colocamos ele em ação, por exemplo. A criatividade é uma habilidade que precisa ser cultivada, explorada lapidada e muitas vezes até despertada!

E como é possível fazer isso? Através de repertório! Encontramos diversas inspirações por meio de filmes, viagens, apreciando uma boa música, leitura ou uma comida, enfim por meio de momentos, referências e claro muita pesquisa, porque assim teremos insights inovadores que façam sentido para agradar ao nosso cliente, que paga o pão nosso de cada dia (hihi).

Usar a criatividade é não ter medo de inovar, e fazer isso da melhor maneira e com toda a sua dedicação. Não existe uma receita de bolo pronta ensinando o passo a passo para você ser criativo, mas se você acompanha nosso portal, olha… Fique muito feliz porque já está no caminho certo!

É necessário haver muita dedicação para desenvolvermos da melhor maneira esse processo criativo na entrega das soluções para nossos clientes. Pode até parecer que a criatividade vem como se fosse um passe de mágica, mas isso é o fruto de anos buscando por conhecimento, novos repertórios, trabalho duro, e muita pesquisa para entender sobre o mercado, a demanda, o perfil do target, etc. E quanto mais sutil a sacada criativa parecer, maior será o reconhecimento de todo esforço dedicado ao longo do processo até chegar à entrega final.

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O flanelinha de layout

– Mais pra esquerda, um pouco mais; vem vindo, vem… vem…. Aí, tá bom. Agora desce o logo.

Eu não sou Diretor de Arte, mas ao longo dos meus 10 anos como Redator, duplei com muitos deles, e hoje coordeno um time de DAs e busco não fazer o papel do sujeito que dá o título a este texto. Claro que a linha é tênue entre coordenar e ser o chato dos pitacos, mas é exatamente isso que quero trazer nessa reflexão.

– Agora joga pra direita; sobe um pouco, isso. Dá um zoom e tá show de bola. Bota um efeito nessa picanha, tá muito malpassada…

Em toda a minha vida de anunciantes e agências, 102% dos diretores de artes com quem trabalhei reclamavam dos conhecidos como flanelinhas (ou manobristas) de layout. É incômodo trabalhar com alguém na sua orelha dizendo como é que você tem que fazer o seu trabalho. É como dirigir com alguém do lado dizendo em que faixa você tem que estar no trânsito; é como cozinhar com alguém dizendo que você tem que mexer o molho; é como trocar a fralda do seu bebê (que você já faz há 1 ano) com alguém falando que você está fazendo errado.

– Coloca um degradê que vai ficar top, Zé. E muda essa fonte pra uma Comic Sans que vai ficar mais moderna, que tal, hein, hein? Tô te falando que eu conheço o cliente! Vem na minha….

Ninguém merece conviver com os flanelinhas de layout. Se você – em sua vida de Diretor de Arte – ainda não se deparou com um deles, continue sem abrir o vidro do seu “carro”, mas na hora de estacionar, adivinha quem estará lá pra te ajudar (?):

– Joga um pouco pra direita… agora esterça, agora joga pra esquerda…. Vem um pouco mais pra trás. Aí tá show!.

 

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A VISIBILIDADE GERADA PELO BBB

Quem nunca conheceu uma música no BBB?

A visibilidade que o BBB traz é indiscutível – seja ela positiva ou negativa. Rodolffo sabe bem disso, sua participação no reality rendeu bons frutos para a dupla Israel e Rodolffo, e trouxe o reconhecimento que todo artista sonha. O sertanejo foi eliminado nessa terça-feira (6), mas antes disso já faturou R$ 1,5 milhão com a reprodução da música Batom de Cereja nas plataformas digitais. A música é a mais tocada no país e recentemente alcançou a marca de 100 milhões de visualizações no YouTube.

Outro exemplo dessa edição foi a música “Deus me proteja”, de Chico César e Dominguinhos, que teve uma procura muito alta após Juliette – o grande sucesso do BBB – ter cantado-a em um momento de desabafo. A assessoria do cantor informou que as buscas pelo vídeo com a versão acústica original cresceram disparadamente, passando de 7 mil visualizações para 74 mil.

Na edição passada aconteceu uma coisa parecida com a música “Don’t Start Now” da Dua Lipa, que se tornou o hit do BBB20 após a dancinha da Manu Gavassi – que deu um show de marketing e publicidade com os vídeos que eram postados em suas redes sociais durante o confinamento, e influenciou participantes dessa edição, como a Carla Diaz e a Viih Tube. Muita gente conheceu a própria Dua Lipa a partir do BBB, e a música ficou conhecida como “a da Manu do BBB”. A amizade entre ela e a Rafa Kallimann também trouxe ainda mais repercussão para a música “Boa Memória” do Luan Santana, que era cantada por elas em todas as festas.

Podemos concluir então que nem sempre é só o vencedor que sai ganhando, muitas pessoas alcançam o sucesso a partir do programa ou conseguem alavancar suas carreiras, no caso das edições com celebridades. O prêmio acaba sendo muito mais que o dinheiro, mas o reconhecimento e a visibilidade que o programa proporciona.

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Deadlines: no limite da morte

Ainda me lembro do meu primeiro emprego/estágio como Redator, na Diretoria de TI do banco Bradesco, numa reunião com os desenvolvedores de projeto, quando minha parceira de trabalho perguntou para o cliente: “Qual o deadline do job?”

Tela azul.

Voltamos para a mesa e, no caminho, ela me explicava o que era o tal do deadline. Era o tal prazo, que mais cedo ou mais tarde, eu saberia que – em meio à refações – ele nem sempre seria cumprido. Talvez por isso teria “dead” no nome.

No âmbito da publicidade, o deadline é o tempo limite para a realização de um job, o qual pode ser negociado com o cliente, e que muitas vezes acaba sendo alterado durante a execução do trabalho; mas é ele quem dita a regra do jogo.

É fato que cada dia mais as empresas têm trabalhado com deadlines mais apertados dentro de suas equipes, o que faz com que os jobs cheguem com menos qualidade no cliente; por isso, é fundamental que, na hora de negociar o prazo com o cliente, todas as etapas do processo sejam pensadas, desde a elaboração do briefing, planejamento, criação, aprovação e ainda contar com as refações que podem acontecer no meio do caminho.

Devemos sempre contar com uma folguinha no prazo para contratempos. Por isso que os programas internos de organização de processos são importantes, assim como os cronogramas, para que possamos enxergar o todo e ter o controle dos jobs. Dessa forma os deadlines se tornam nossos parceiros, e deixam de se tornar símbolos da morte.

E você, lida bem com os deadlines na sua empresa?

 

 

 

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Um job sem defesa é um filho pequeno indo sozinho pra escola

É bem comum, nas agências de publicidade, que o time da Criação fique até altas horas da noite criando peças e trabalhando nas refações do cliente para melhor entregar o job solicitado. Embora eu nunca fui adepto a esse trabalho noturno, e – hoje – no Creativosbr a gente busca fazer com que todos saiam no horário, é bem natural e sempre foi assim no ramo da publicidade.

Mas o que quero destacar aqui é que todo o carinho e esforço depositado no trabalho do cliente não pode ser jogado fora na hora da apresentação do job. Digo isso porque, desde a elaboração do briefing, até o planejamento, redação e direção de arte, até a finalização da campanha, tudo é feito com muito cuidado, para chegar na hora e simplesmente jogar o job para o cliente sem junto acompanhar uma defesa; é um desperdício.

Um job sem defesa é um filho pequeno indo sozinho pra escola. É mais do que perigoso, é falta de respeito, de amparo, de zelo, é relaxo.

Não é sobre explicar o job ou o processo criativo, mas entender os porquês dos elementos, colocar os pingos nos “is”. É defender o conceito, a estratégia, a ideia, os objetivos que fizeram com que você criasse tal peça, por exemplo.

É fundamental, até para o cliente, entender a estratégia que foi pensada para o seu negócio, pois é ele que vai comprar a ideia. É com a aprovação dele que você terá a confirmação de mais um job entregue com sucesso.

Então já sabe. Que fique como lição de casa o conselho: jamais deixe seu filho pequeno ir sozinho para a escola.

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As 3 etapas do processo criativo de Walt Disney

Não é novidade que ser criativo pode te ajudar em diversas profissões. Além de despertar a inovação, também ajuda na tomada de decisões. E quando falamos de inovação e criatividade, não podemos deixar de pensar em Walt Disney

O autor e consultor de programação neolinguística Robert Dilts estudou o processo criativo de Walt Disney em seu livro “A Estratégia da Genialidade Vol. 1”.

Robert mostrou que Disney desenvolvia suas criações em um processo que consiste em olhar o mesmo problema com três perspectivas diferentes. Veja de uma maneira simplificada como era esse processo:

O sonhador – Nesta primeira etapa, ele sonhava sem limites, usava toda sua imaginação para criar seus personagens e ter diversas ideias sem pensar no lucro e em outras questões, críticas não eram bem-vindas.

O realista – Após ter tido as ideias e colocá-las no papel, agora Walt tinha que pensar em meios para colocar em prática, o objetivo era sair dessa etapa com seu plano de ação já estruturado.

O crítico – O momento de analisar o projeto com um olhar mais crítico, para aperfeiçoar as ideias e encontrar possíveis falhas. Nessa etapa, Disney gostava de ouvir as críticas de outras pessoas que trabalhavam com ele.

Todo o processo é mostrado com mais detalhes no livro de Robert Dilts, que junto de Walt Disney, analisa Mozart e Aristóteles, onde ele oferece uma visão do método com base nos princípios da programação neolinguística.

O método não é nem um pouco complexo, o que mostra que você pode usar em seus projetos. Walt era uma pessoa normal, que apenas exercitou a criatividade, ou seja, se ele conseguiu chegar aonde desejava, você também pode conseguir!

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3 campanhas do Burger King que fizeram sucesso na era de Fernando Machado

Nesta semana, uma notícia chamou atenção no mundo do marketing, nos EUA. Fernando Machado, um dos diretores de marketing mais renomados do país, cujo trabalho ajudou a reacender o ímpeto no Burger King e no Popeyes, está deixando a Restaurant Brands International, a terceira maior empresa  de restaurante de fast food do mundo.

Em sua era pela companhia, Fernando supervisionou campanhas publicitárias que foram contempladas com premiações e que também viralizaram nas redes sociais caindo na graça do público.

O Creativosbr vai relembrar algumas das campanhas mais marcantes do Burger King:

MCWHOPPER

Em 2016, o McWhopper foi eleito o rei de todas as mídias no Festival Internacional de Criatividade de Cannes o mais importante prêmio da publicidade mundial , conquistando o Grande Prêmio da categoria além de conseguir o prêmio máximo na categoria Print & Publishing, para iniciativas de mídia impressa. A campanha realizada pela Y&R da WPP da Nova Zelândia pediu ao McDonald’s, inimigo do hambúrguer, para fazer as pazes com o Burger King criando uma combinação de Whopper e Big Mac. Os meios de comunicação adotaram a história e – uma vez que os Arcos Dourados recusaram a oferta – os consumidores começaram a fazer seus próprios mashups de hambúrguer do “Dia da Paz” nas redes sociais.

Link do review da campanha: https://youtu.be/UCSe70qa21c

 

THE WHOPPER DETOUR

No ano de 2019, o júri da competição Titanium Lions elegeu para o Grand Pix a campanha “Whopper Detour”, criação da FCB New York. Os consumidores do Burger King tinham que fazer o download do app nos seus smartphones e fazer pedidos do Whopper nas unidades do McDonald’s. Ao fazer isso, eram direcionadas por geofencing para 14 mil unidades do BK com direito ao preço promocional de um centavo de dólar. Lembrando que o valor do Whopper gira em torno de cinco dólares. Na realidade, o BK transformou os restaurantes do concorrente, que tem uma rede muito maior, como se fossem seus.

Link do review da campanha: https://youtu.be/CDhC6LsAJgM

 

MOLDY WHOPPER

Com adaptação de sua cerimônia de premiação para um formato digital devido ao coronavírus, o One Club, organização americana sem fins lucrativos que reconhece e promove a excelência em publicidade, premiou a campanha “Moldy Whopper” não apenas levando para casa o Best of Show, prêmio cujo cada júri vota para selecionar o melhor trabalho em todas as disciplinas, mas também recebendo o Best of Discipline – onde cada júri seleciona o melhor trabalho dentro de uma única disciplina – nas categorias Film, Integrated, Out-of-Home e Print. A campanha, que mostrou um hambúrguer crescendo com bolor ao longo do tempo para destacar a decisão da rede de eliminar os conservantes artificiais de seus alimentos, também foi premiada com 18 Lápis de Ouro, prêmio cujo o qual considerado um dos principais da indústria criativa.

Link do video da campanha: https://youtu.be/0ef7xw2J500

 

Acesse https://www.oneshow.org/categories/#target=integrated para mais informações das categorias do The One Show.

Ainda não se sabe para qual posição Fernando Machado irá assumir.

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