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Mídia

GroupM compartilha insights sobre o futuro da mídia

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Digital Trix

O GroupM, grupo de investimento em mídia da WPP, divulgou hoje seu segundo relatório anual, fornecendo informações sobre consumo de vídeo ao consumidor, plataformas de publicidade e demanda com muitos comentários detalhados sobre as principais tendências.

Embora algumas empresas de rádio tenham tomado medidas para reduzir a frequência de anúncios, elas continuam a subir nos EUA, de acordo com o relatório anual do GroupM.

No geral, as cargas de anúncios aumentaram de 10,9 minutos por hora no ano passado, em agosto, para 11,2 minutos por hora este ano ao mesmo tempo, de acordo com uma análise dos dados da Nielsen. E, embora tanto a NBC Universal quanto a Fox tenham adotado medidas para reduzir os anúncios neste ano, dados divulgados anteriormente mostram que, embora os anúncios tenham crescido 4%, a receita nacional de anúncios de TV permaneceu estável.

Apesar dessas mudanças na frequência de anúncios, “as pessoas não viram a retenção de público subir”, segundo Rob Norman, especialista em vídeo da indústria do GroupM. Os experimentos mostraram que, embora os anúncios de seis segundos possam funcionar no espaço do anúncio digital, eles “realmente não decolaram” para a televisão.

“Eu acho que ainda há uma luta considerável nesta era para entender um anúncio de seis segundos”, disse ele. Anúncios mais curtos poderiam “aliviar a frequência”, segundo o relatório.

Nos EUA, os anúncios de 30 segundos estão em declínio de 2014 até o ano passado, enquanto os anúncios de 15 segundos e os de 10 segundos aumentaram durante o mesmo período de tempo. No geral, os anúncios de 15 segundos superaram os anúncios de 30 segundos em termos de intenção de ação, eficácia, emoção e memória, de acordo com dados da Nielsen citados pelo GroupM. No entanto, anúncios de 30 segundos foram melhores para atenção, de acordo com os dados.

Ao contrário dos anos anteriores, “não havia diferenças consideravelmente grandes na indústria para este relatório”, disse Norman. Ainda assim, o GroupM determinou várias tendências para o tempo em que estamos, incluindo que o número de pessoas que assistem TV apoiada por anúncios não crescerá e a fadiga de assinaturas é “inevitável”, de acordo com o relatório.

“Estamos no estado de uma revolução incompleta”, finalizou Norman.

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Alberto Fachin

O autor Alberto Fachin

O paulistano Alberto Fachin é publicitário formado pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). Certificado pelo Grupo de Mídia SP, trabalhou com contas públicas em uma agência paulistana e também teve uma breve experiência com OOH. Atualmente, trabalha na Cadastra, agência que pertence a DBG, com Gestão e Análise de Dados. Além disso é colaborador e conteudista do creativosbr levando conteúdo atualizado e de qualidade sobre o mercado publicitário.

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