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Marketing

Leite Moça substitui tradicional camponesa das embalagens por mulheres brasileiras reais

Fonte: Divulgação FCB Brasil

Pela primeira vez em cem anos, as latas de Leite Moça não terão mais a tradicional camponesa em suas embalagens. O protagonismo agora pertence às mulheres brasileiras reais, consumidoras do produto e responsáveis pela sustentação da marca por tantos anos. A ação faz parte da campanha “Leite Moça® 100 anos. Tudo que pode dar certo vai dar certo”, que justamente comemora os 100 anos da Leite Moça; e –para isso – contará com seis novos rótulos inéditos.

Ao todo serão cem histórias de muita superação e empoderamento, sendo contadas nas mídias sociais da empresa. Todas demonstrando o impacto da marca na vida de diversas mulheres e como isso as ajudou a empreender e fazer do leite condensado da Nestlé uma de suas principais fontes de renda (senão a principal).

“Trazemos histórias de transformação e crescimento pessoal conquistados usando a marca como aliada na culinária e na confeitaria. Assim homenageamos a Moça e as moças que fazem parte da sua trajetória” – acrescenta Renata d’Ávila, da FCB Brasil, responsável pela campanha.

As novas embalagens trarão as personagens: Ângela, Bia, Dona Sônia, Gabriela, Tia Bena, Terezinha e Amanda(as duas últimas sendo, respectivamente, mãe e filha). Todas ilustradas com muito zelo e carinho pela Débora Islas. A seguir, conheça resumidamente um pedacinho da história de cada uma:

Verbênia(Tia Bena):descobriu o amor pela confeitaria ao se ver desempregada e precisando sustentar a família.No início utilizava as latas de Leite Moça para assar seus doces, já que ainda não tinha dinheiro suficiente para comprar as forminhas necessárias para assar os pães de mel recheados os quais vendia. Hoje, é dona de uma loja de fábrica, quiosque em shopping e emprega toda a família na zona leste de São Paulo na “Doceria da Tia Bena”. Êta, reviravolta boa!

Gabriela:fazia do pudim sua terapia para enfrentar uma dolorosa perda, e foi graças à receita de pudim de leite que conquistou uma nova forma de renda na pandemia. Assim nasceu a marca “Pudim Terapia”, há aproximadamente um ano.

Ângela:administra um grupo com 207.300 fãs de Leite Moça, dedicado a trocas de receitas com o ingrediente. Para quem também quiser fazer parte, o nome do grupo é: “RECEITAS COM LEITE CONDENSADO”.

Bia:estudou gastronomia e, apesar de trabalhar atualmente como produtora cultural, não deixou de lado a paixão por cozinhar, fazendo dela seu principal passatempo nas horas vagas.

Dona Sônia:carregou consigo, por muitos anos, seu caderninho repleto de receitas que hoje fazem sua fama. Se tornou uma empreendedora de sucesso fazendo palha italiana em Minas Gerais.

Terezinha e Amanda:há 15 anos mãe e filha trabalham em parceria fazendo deliciosos pavês. E o que no início servia apenas para completar a renda hoje se tornou a profissão oficial das duas cariocas no “Atelier Tal mãe, Tal filha”.

Histórias inspiradoras, não é mesmo? Um trabalho incrível, mas que por trazer à tona a diversidade irritou profundamente o público conservador, que além de atacar a iniciativa com comentários gordofóbicos, machistas e racistas, ainda ameaçaram um boicote. Mas tenho certeza de que o número de pessoas que se sentiram cativadas por essas lindas trajetórias e que admiraram o espaço cedido para contá-las foi muito maior do que daqueles que viram com olhar de intolerância.

As novas latas chegarão aos mercados até o final do mês de junho, e que essa ação sirva de incentivo para reforçar o poder transformados de nós, mulheres! Tá esperando o quê para colecionar as novas latinhas, hein?

 

Tags : fcb brasilLeite Moçamulheres brasileiras reaisnestlé
Gabriela Coyado

The author Gabriela Coyado

Graduanda em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na FECAP – Fundação de Escola e Comércio Álvares Penteado, Gabriela Coyado é apaixonada pela língua inglesa (possui inglês avançado), e possui entre suas características a liderança e a proatividade. Sempre muito comunicativa, é amante dos animais e da natureza, adora qualquer manifestação artística/cultural e se considera cantora de chuveiro profissional.

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