close

brazil

Publicidade

Habib´s esbanja appetite appeal na mídia

O Habib´s, tradicional fast food de comida árabe acaba de lançar campanha para divulgar a promoção da Bib´sfiha de queijo.

Criado pela Publicis, o filme da campanha traz bastante appetite appeal e destaca toda a qualidade e o preparo
da Bib’sfiha, que começa pela massa, passando pelo corte do queijo e a mistura
com a salsa, até chegar ao produto final. Tudo embalado por uma música pop
igualmente saborosa.

Além dos filmes com divulgação em TV aberta, a campanha é composta por
um enxoval de materiais voltados ao ponto-de-venda. A criação é de Daniel
Schiavon, Samuel Normando, Fred Gerodetti, Gastão Moreira com direção de
criação de Hugo Rodrigues, Kevin Zung e Bruno Brasil.

A promoção da Bib´sfiha de carne em
dobro continua valendo de segunda a quarta-feira.

Abaixo, a ficha técnica da campanha que sempre é muito bacana mencionar:

 

FICHA TÉCNICA:

Cliente: Habib´s

Produto: Bib’sfiha de queijo

Agência: Publicis

Título: Dobro (Queijo)

Direção de
criação:
Hugo
Rodrigues, Kevin Zung, Bruno Brasil

Direção de
arte:
Daniel
Schiavon

Redação: Samuel Normando, Fred Gerodetti,
Gastão Moreira

Atendimento:
Danilo Ken, Thais Schnekenberg
Azevedo, Caroline Poppi

Planejamento: Alan Ordonhez, Bruno Midea, Daniela Lazzarini

Mídia: Mari Maccabelli, Catarina Fortes

Tráfego: Rose Ramalho

RTVC: Tato Bono | Camila Ximenes

Produtora: Dínamo Filmes ?Direção de Fotografia: Aldo Imperatriz

Direção do
filme:
Rogério
Utimura

Pós-Produção: Equipe Dínamo Filmes

Finalização: Equipe Dínamo Filmes

Produtora de
áudio:
Cabaret

Aprovação do
cliente:
André
Marques, Bruno Reis, Tânia Santos

 

 

Leia Mais
Publicidade

Sorrell e Guanaes – as visões do WPP e ABC

Foi um sucesso o esperado encontro entre Nizan Guanaes
e Martin Sorrell, que aconteceu hoje em NYC, durante o Brasil. Inc 2011

 

Maior grupo
nacional e maior grupo internacional mostram seu posicionamento na publicidade
brasileira
.

De um lado, o CEO do maior
grupo da publicidade mundial, Martin Sorrell. Do outro, um dos donos do maior
grupo da publicidade brasileira, Nizan Guanaes. De um lado, um grupo com
operações em dezenas de países, que tem no Brasil um nicho que se torna cada
vez mais interessante. De outro, um grupo que tem a grande parte de suas
receitas no mercado brasileiro. Concorrentes, eles concordaram em um ponto: a
relevância do mercado brasileiro cresceu. Mas há algumas visões distintas, até
pela natureza de cada grupo.

Sorrell focou na importância do Brasil dentro do grupo WPP. “Percebemos por
parte de nossos clientes uma grande concentração de esforços nos países do BRIC
e nos Next Eleven. Eles querem ampliar seus investimentos em 15% nos
emergentes, enquanto irão manter o mesmo nos países maduros”, analisa Sorrell.
Para ele, os eventos esportivos internacionais ampliam a visão externa sobre o
que tem sido feito no país, algo pelo qual a China já passou.

Por outro lado, ele crê que o país precisa ser mais “latino-americano”, de modo
a se assumir como um país desta região. “Um executivo brasileiro me disse em
Londres há alguns meses que o Brasil era uma coisa e a América Latina era
outra. Eu não concordo”, analisa. “E a década que começa em 2011 será a década
da América Latina”, completa.

Sorrell citou alguns dos executivos do grupo WPP no Brasil, bem como as
agências Ogilvy, JWT e Y&R, que, segundo ele, são as três maiores do País.
Está aqui uma discordância com Guanaes. “Eu
fiquei calado. Mas depois, eu disse que eu tenho as melhores agências. E ele
também não disse nada”, afirmou posteriormente Guanaes.

O executivo brasileiro, fundador do grupo ABC, discursou em defesa do jeito
brasileiro de se fazer publicidade. “Não venham dizer como tempos que fazer.
Temos o nosso modelo que, mesmo sendo único no mundo, é o nosso modelo que dá
certo”, afirmou.

Guanaes conclamou os executivos da audiência a pensar no Brasil de 2017, e não
apenas no Brasil dos eventos esportivos. “O problema é o país que vai sobrar
depois da Copa. Temos que ter empresas comprometidas com o País”, afirmou. “Eu atuo em apenas um lugar do mundo. Vou ter que
investir aqui se a realidade for boa ou não”, completou. Ele citou ainda a
Pereira&O´Dell e chegou a dedicar a apresentação à agência que tem entre
seus sócios P.J. Pereira.

Completando sua defesa, Guanaes afirmou que fica revoltado quando chamam o Brasil
de mercado emergente. “Somos uma cultura pujante, democracia vigorosa, e temos
exemplos interessantes ao mundo. Não somos um país inferior”, avisou.

 

Fonte: Meio e Mensagem

Leia Mais
Marketing

Bebida e direção não combinam

Na noite de ontem, fui mais uma vez parado em uma blitz da Polícia Militar, na Zona Oeste de São Paulo.

Tratava-se de uma operação em busca de pessoas que bebem e depois pegam no volante.

Desde que a lei entrou em vigor, eu já passei por 4 blitz dessas e em 3 delas, fui parado e tive que assoprar no tal do bafômetro.

Ainda bem que eu estava com a minhana morada no carro, porque se eu estou sozinho, ninguém acredita que os caras me pararam de novo.

Será que tenho cara de bebum? A alegria do PM é quando ele pergunta de onde venho e eu respondo: "Da faculdade". No mínimo ele pensa: "Sexta-Feira, o cara voltando da faculdade…Peguei este otário"! Tadinho dele!!!

Com muito respeito ao policial, na primeira vez que fui parado, disse ao guarda que tinha comido uma Negresco somente. hehehe

Mas, ontem, como sempre, estava de boa e mais uma vez, deu 0.0ml no tal do bafômetro. Acho que vou colocar isso no meu currículo.

Bom, pensando em tudo isso que eu escrevi, lembrei de uma ação criada pela Ogilvy em parceria com o Bar Aurora e o Boteco Ferraz.

A idéia é fazer com que as pessoas pensem/reflitam sobre beber e dirigir.

Vale a pena conferir a cara das pessoas, quando se deparam com os valores das suas comandas, no ato do pagamento.

Foram colocados nas comandas custos reais que as pessoas teriam caso causassem um acidente de carro, após uma noitada regada à bebida.

Vale a pena conferir o vídeo que o Musa acabou de postar no Twitter dele e que já coloco aqui para vocês.

 

 

Leia Mais