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Publicidade

11 dicas essenciais para qualquer publicitário

A vida de Publicitário, sobretudo de Redator, me trouxe muitos aprendizados. Muitos deles adquiri sozinho, muitos deles com pessoas importantes com as quais tive o prazer de trabalhar. Logo, fiz uma lista de dicas importantes e que acho que devo passar pra frente. Mas, para não ficar naqueles chatos “10” pontos, trouxe 11. Seguem:

1) Anote tudo: em reunião de briefing, ao sair do chuveiro ou enquanto faz suas necessidades, anote. Mesmo que você tenha memória de elefante!

2) Busque sempre referências: cansou? Busque mais! E entenda que referências devem ser apenas uma inspiração. Faça sua releitura, use sua criatividade!

3) Duas ideias para o cliente: sempre leve para o cliente uma versão que ele pediu e uma versão que você sugere: o cliente deve ser atendido, mas você deve propor sua ideia. #valeuYa

4) Degradê é brega: foi-se o tempo que era bonitinho. Hoje não é mais. Deixe de lado. Não sou Diretor de Arte, mas tenho respaldo de 99% dos que trabalharam comigo. #faleiesaícorrendo

5) Nunca use mais de uma exclamação: nem mesmo se você for do varejão! Jamais utilize três exclamações. Eu já nem gosto de usar exclamação, mas se for usá-la, não use mais de uma, por gentileza. Obrigado.

6) Seja generalista, não mais especialista: o mercado valoriza profissionais que manjam de tudo um pouco, muito mais do que aquele que manja pra cacete de uma coisa só.

7) Se for usar duas telas, saiba que é pra sempre: pois é! Fica a dica. É irreversível.

8) Revise sempre seus textos depois de escrevê-los: você sempre encontrará erros em seu próprio texto. Ideal é que alguém revise seus textos pra você. Relaxa, é natural.

9) Não se apegue aos seus trabalhos. Eles terão alteração: gostou do seu texto? Nem adianta se apaixonar por ele, pois há grandes chances de que ele seja alterado, e nem é por maldade. Às vezes ele não se encaixa na necessidade do cliente.

10) Nunca tome café com açúcar: aprendi quando trabalhei dentro do cliente Nestlé. Atendia Dolce Gusto. E ninguém me deixava tomar café com açúcar. Hoje agradeço. Vai por mim!

11) Descarte sempre a primeira ideia, ela nunca é a melhor: e não é que é verdade?! A primeira ideia é a que todo mundo tem. Aprendi essa com o Renato Barreto, da DM9. Obrigado, Renato. É a mais pura verdade.

Espero que as dicas tenham ajudado. Acredite. Elas me ajudaram e continuam ajudando. E tem mais por aí. Onze é só um número de dicas que vieram à cabeça agora, mas se eu abrir uma cerveja e olhar para o horizonte por uma meia hora vem mais onze. Quem sabe em breve eu não escreva mais onze?

 

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Opinião

O caso do Peixoto e seu restaurante por quilo

Trago aqui uma história real que parte de algumas conversas e de muita observação, questões fundamentais para um publicitário.

Alias, a partir de agora, irei trazer alguns desses textos.

Peixoto atuou por 23 anos em uma instituição financeira bastante renomada.

Quando desligado da empresa em um corte bastante grande, pensou em abrir um negócio próprio, com a o dinheiro pago pela rescisão.

Estudou, se informou e bem planejou. Abriu então um restaurante por quilo no centro da cidade em que morava.

Um restaurante simples que tinha como público, os funcionários do comércio local.

Me confessou por vezes e em uma dessas conversas, me pareceu orgulhar-se de que o valor cobrado pelo quilo era de R$ 34,90, o mais barato da região.

Para abrir o restaurante, contratou funcionários para a cozinha, atendimento e limpeza. Questões administrativas eram divididas entre ele, a esposa, seus três filhos e seu sogro.

Nas primeiras semanas de funcionamento do restaurante, Peixoto notou que após o horário do almoço, muita comida sobrava. Em especial, muito arroz, feijão e salada. Misturas de um modo geral, eram mais de fáceis para controlar a relação preparo x venda.

Aquilo não poderia ser servido novamente e o destino muito provavelmente seria o lixo. Chamou então seus funcionários da cozinha e combinou que toda a comida que sobraria dali por diante seria igualmente dividida entre todos os funcionários do restaurante, no final da tarde. A alegria de todos foi imensa e Peixoto estava aliviado por ter resolvido a questão de forma mais humana.

Se era para sobrar, que pelo menos, aquela comida fresca não fosse levada ao lixo.

Nas semanas seguintes, Peixoto observou que mais comida sobrava ao término do expediente. E agora, não só o arroz, o feijão ou a salada. Carnes de panela, frangos grelhados e até as batatas fritas também lotavam as tigelas ao término do almoço aos clientes.

Um dos filhos de Peixoto observou em uma conversa com o pai, que com o aumento de sobras tinha relação direta com a ordem de distribuição da comida, feita por Peixoto anteriormente. Ou seja, os funcionários faziam mais comida, para sobrar mais comida e consequentemente, distribuírem mais comida, ao final do dia.

Peixoto reuniu os funcionários e colocou fim a esse ato que havia inicialmente proposto. Dali por diante, as sobras seriam então destinadas aos moradores de rua da região. Era comum, gente ir pedir um prato de comida lá. Desta forma, Peixoto estaria fazendo um bem aos que não tem o que comer.

Ocorre que essa distribuição seria feita diariamente a partir das 15hs, conforme acordou Peixoto com um grupo pequeno de moradores de rua.

Com o passar dos dias, o número de moradores de rua na porta de seu restaurante só aumentava. Pior: cada dia que passava, mais cedo os moradores de rua se concentravam na porta de seu restaurante, afastando a clientela do restaurante.

Peixoto precisava por fim a essa distribuição, pois isso estava impactando fortemente no faturamento da empresa. Assim o fez, ou seja, cancelou a distribuição e por algumas semanas, Peixoto ainda teve de enfrentar a ira de alguns moradores de rua que não se conformavam com a decisão. Alguns diziam que “pior do que negar um prato de comida, era dar um prato de comida com uma mão e tirar com a outra”.

Peixoto estava ficando preocupado e entre nós aqui, bastante puto da vida.

Orientado por sua esposa, procurou pela Internet algum orfanato no bairro que cuidasse de crianças carentes. Achou dois e foi conhecê-los.

Peixoto concluiu que em um deles, a gestão era mais clara, transparente e humana. Visão do Peixoto, sei lá os motivos.

Com muito cuidado para não parecer “esmola”, Peixoto ofereceu à administradora do orfanato, as comidas diárias e de qualidade que sobravam em seu restaurante. O aceite foi imediato e Peixoto também assumiu a responsabilidade de levar, com seu próprio carro, todas as tardes, a comida até o local.

Foram meses assim e o problema parecia estar resolvido de uma vez por todas.

Certo dia, tocou o telefone do restaurante e Peixoto atendeu. Era do orfanato. Segundo a moça que ligara, uma das crianças havia passado mal naquela tarde e então levada ao pronto socorro. O diagnóstico: infecção alimentar.

Pronto, ainda que aquelas crianças se alimentassem de alimentos que não eram do restaurante, a culpa foi toda para a comida do Peixoto.

História contada do orfanato para a Prefeitura, que acionou a Vigilância Sanitária que ficou procurando literalmente “pêlo em ovo” na comida do restaurante do Peixoto por meses e meses.

Hoje, a ordem do restaurante do Peixoto é jogar a comida fora. Deve ser difícil para Peixoto, que tanto tentou ajudar ao próximo.

Com olhos lacrimejados, Peixoto me conta a história com ar de derrota, dizendo obviamente durante todo esse período, criou regras para minimizar as sobras, mas que isso não é matemático e que sofre com cada grão de arroz que sobra.

Segundo ele, seus mais de 20 anos trabalhando em um Banco não serviram muito para administrar um restaurante e em nada, nada mesmo para entender o ser humano.

Peixoto é real, o restaurante é real. Só o quilo que agora é R$ 43,90.

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Mídia

21 de Junho | Dia do Profissional de Mídia

Ser mídia não é tão fácil quanto parece.

Os amigos nos veem
como os mais “bem relacionados” da turma, pois estamos sempre presentes nas melhores
festas, nos camarotes open bar, somos amigos de um ou outro famoso e temos de
forma geral, os melhores contatos.

Nossos parentes também nos admiram e se
tornam muitas vezes, beneficiários dos presentes ganhos por nós durante a
semana. São ingressos para shows, teatros, eventos esportivos, chocolates
chiques, passeios de helicópteros, etc.

Quando precisam de dicas de bons restaurantes,
ligam para o mídia. Ele conhece todos. Pelo menos faz check-in no Facebook toda
semana, nos mais renomados espaços gastronômicos da cidade. Não paga, foi
convidado a ali estar.

Mas poucos sabem que a vida não é tão fácil quanto pode
parecer.

As dezenas ou até centenas de noites trabalhadas no ano, os finais de
semana na agência, a responsabilidade de se cuidar de um dinheiro que não é teu
e mais do que isso, de ser julgado posteriormente pelo cliente, pelas escolhas
que tu fez para a campanha dele…

Com a tecnologia cada vez mais apurada e
presente, torna-se cada dia mais fácil medir a eficácia dos esforços de mídia
recomendados por esse profissional.

Convidar um mídia para qualquer evento às
19 horas de qualquer dia durante a semana é quase um insulto. Ele não poderá
ir.

O dia a dia do mídia é bastante árduo e de muita responsabilidade.

E isso
tudo só faz a gente gostar ainda mais do que a gente faz.

Talvez tenha um certa
dose de masoquismo nisso, mas é viciante e não trocaríamos ser um profissional
de mídia por nada nesse mundo.

Nem por um par de ingressos camarote pro show
dos Stones ou por uma “double” caixa de Páscoa da Globo.

Feliz Dia do Mídia a
todos!

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Opinião

O que custa dar um “Feliz Ano Novo”?

Em 2015, me hospedei em mais de duas dezenas de hotéis pelo

 

Brasil.

 

A maioria por trabalho, outros por lazer.

 

Em todos eles, no momento do check-in, eu colocava o mesmo

 

endereço de e-mail.

 

Nesse final de ano, apenas um desses hotéis tratou de me felicitar

 

por conta da chegada de 2016.

 

Obrigado Naoum Hotel, de Brasília.

 

Aí fico pensando: o que custa pra um hotel bem tratar e saber

 

interagir com teus clientes? Me parece algo tão simples, à

 

custo zero, mas que ajuda a fidelizar.

 

Será que não?

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Eventos

Caboré 2015 divulga vencedores


Ocorreu na noite de ontem, no Citibank Hall, em São Paulo, mais uma edição do já tradicional e mais desejado prêmio publicitário nacional, o Caboré.


Realizado pelo Grupo Meio e Mensagem, a premiação já está em sua 36. edição.


Ao todo, foram 13 categorias premiadas.


Vejam os vencedores desta edição do Prêmio:

Empresário ou Dirigente da
Indústria da Comunicação

Alberto
Pecegueiro (Globosat)

Agência de Comunicação
Talent Marcel

Profissional de Criação
Joanna Monteiro (FCB Brasil)

Profissional de Atendimento
Celina Esteves (Africa)

Profissional de Planejamento
Marcello Magalhães (Leo Burnett Tailor Made)

Profissional de Mídia
Adrian Ferguson (DM9DDB)

Veículo de Comunicação –
Produtor de Conteúdo

TV Globo

Veículo de Comunicação –
Plataforma de Mídia

Elemídia

Profissional de Veículo
Roberto Nascimento “Naná” (Discovery)

Anunciante
Itaú

Profissional de Marketing
Daniela Cachich (Heineken)

Serviço de Marketing
NewContent

Produção

O2 Filmes

 

 

O Blog do Crespo parabeniza os vencedores e também aos indicados desta edição do Prêmio.

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