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Marketing

Live marketing: um mundo de experiências

O live marketing é a estratégia responsável por criar experiência entre marca e consumidor tornando esta relação mais próxima.

O que é live marketing?

Muito utilizado pelas marcas para construir e estabelecer vínculos mais fortes com seu público, o live marketing, marketing ao vivo ou marketing de experiência, é o ato de gerar interação entre o consumidor e a marca de maneira direta possibilitando um diálogo entre as partes. O live marketing busca despertar as sensações e emoções do público-alvo de uma ação, a fim de aumentar a sua percepção de valor sobre a marca, portanto é necessário pensar em todo o processo de experiência do público na construção dessa estratégia. Nomes como Heineken e Coca-Cola se destacam por criarem ativações que impactam positivamente o consumidor e que, com certeza, ficam gravadas na memória. Veja abaixo como essas duas marcas usaram o marketing de experiência.

Heineken – Rock in Rio
Coca-Cola ação supermercado

Por que usar o live marketing?

Quando uma experiência é pensada em sua totalidade para proporcionar um momento diferenciado para o público, são vários os benefícios convertidos para a marca: 

  • alto nível de repercussão: aliado ao digital uma ativação pode alcançar um público maior e não só aquele que está presente no momento da ação;
  • cria conexão com o público: proporcionar um momento especial na vida do consumidor desenvolve um vínculo afetivo entre ambas as partes;
  • gera confiança: como toda a experiência ocorre em tempo real o público tem a certeza de que está participando de algo verdadeiro e que de fato representa a empresa;
  • espaço para a criatividade: é possível desenvolver estratégias altamente criativas que representam a identidade da empresa e podem se tornar inesquecíveis se pensadas nos mínimos detalhes para refletir a essência da marca;
  • conversão em vendas: a efetivação da venda é uma consequência gerada por uma experiência muito bem feita.

As ações de marketing de experiência podem ser aplicadas em diversas atividades, como eventos, congressos, ações de merchandising, ativações de marca entre outros.

O live marketing, se bem planejado, agrega valor à marca e seus produtos e gera mais engajamento por parte do público.

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Branding Sensorial: o uso dos sentidos como estratégia de marca

branding sensorial

Mais comumente chamado de “Branding Sensorial”, esta estratégia objetiva criar relações emocionais e físicas entre as marcas e os consumidores estimulando os 5 sentidos do ser humano.

O sistema sensorial é o responsável por captar informações internas e externas e transmiti-las às células receptoras que, por sua vez, enviam uma mensagem em forma de impulsos elétricos ao sistema nervoso central, que os traduz em sensações que geram uma resposta física ou emocional do indivíduo. Os responsáveis por interpretar os estímulos ao nosso redor são os 5 sentidos do ser humano: visão, tato, audição, olfato e paladar. Quando uma marca consegue ser reconhecida por 1 ou mais sentidos pelo consumidor, isto indica que foi criada uma forte conexão entre ambas. 

Vejamos agora, algumas marcas que conseguiram se destacar usando o branding sensorial.

Se eu te disser roxo e logo depois laranja e azul, quais empresas vem a sua mente? Se você pensou Nubank e Itaú Unibanco, estas duas marcas são exemplos do sentido visão: as cores das duas companhias são tão bem trabalhadas em suas comunicações que, hoje, não precisam estar acompanhadas de seus nomes para serem reconhecidas. Isto porque, os tons escolhidos carregam os valores das marcas e conseguem transmitir suas essências em todas as formas de comunicação das organizações. 

A Netflix, gigante do streaming, é um bom case de estímulo auditivo. A assinatura sonora da marca, emitida no início das produções realizadas pela provedora de filmes e séries, é reconhecida independente do fator visual e quando o som é escutado é um indício de que alguma obra cinematográfica está começando. O famoso “TUDUM” – forma escrita do efeito auditivo da Netflix – foi criado pelo compositor, Lon Bender e a ideia surgiu quando sua filha proferiu a expressão “tudum” que, de acordo com ela, era o som que a aliança do pai fazia quando batia na mesa. Alguns remixes a mais e a melodia estava pronta. Levado a pesquisas com os consumidores que não tinham ideia da intenção de utilização daquele som, palavras como “filme”, “começo”, “dramático” e “inusitado” foram relacionadas ao estímulo.  A assinatura sonora da Netflix é uma das mais emblemáticas da atualidade, tanto que há até um site dedicado ao som. 

O paladar é um dos estímulos mais difíceis de agradar, entretanto a Coca-Cola possui um sabor singular que se distingue de qualquer outra marca de bebida gaseificada. Seu gosto está tão enraizado no paladar e mente dos consumidores que apenas uma imagem é capaz de incitar a necessidade de tomar a bebida, quem nunca disse “que vontade de beber uma Coca-Cola bem gelada”. Mas o paladar não é o único sentido usado pela marca, sua identidade visual também é um fator inconfundível, a cor vermelha é facilmente associada à organização. A Companhia ainda consegue se atrelar a mais um sentido, o tato. Como assim?! As garrafas da companhia possuem uma silhueta diferenciada e são projetadas para serem reconhecidas de qualquer maneira, até mesmo no escuro com apenas um toque.

O olfato também é um dos sentidos mais difíceis de cativar, no entanto a marca de calçados e bolsas Melissa com seu cheiro de Tutti-frutti, é reconhecida por muitas pessoas, usuárias ou não de seus produtos. Ao criar a fragrância, em 1979, a marca investiu em algo que transmitisse a sensação de nostalgia e remetesse à infância e adolescência do público. O cheiro é tão característico que no último ano (2020),  em uma ação da empresa em decorrência da pandemia causada pela Covid-19, a Melissa lançou a “Linha home” composta por álcool em gel e aromatizador de ambiente com o perfume da companhia.  

Utilizar a estratégia de branding sensorial, quando adequado aos valores da organização e ao seu público, proporciona experiências genuínas e únicas, o que, consequente gera fidelização do consumidor, formação de uma identidade exclusiva, incitação ao desejo de compra, criação de vínculos emocionais, além de ampliar e intensificar a lembrança de marca.

E ai, lembrou de mais alguma marca que estimula seus sentidos?

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De um xarope à uma das maiores marcas: Coca-Cola

Atualmente a Coca-Cola comercializa mais de 500 marcas e aproximadamente 3500 produtos. Além disso, possui quatro das cinco marcas de bebidas refrescantes mais famosas do mundo: Coca-Cola, Coca-Cola Light, Fanta e Sprite. Ademais, conta com mais de 24 milhões pontos de venda em 200 países, vende 1.9 milhão de unidades por dia e emprega, apenas no Brasil, 57,2 mil pessoas. Contudo, será que a marca sempre teve essa fama? A publicidade e o marketing contribuíram no crescimento? Voltaremos para 1886 para entendermos tudo.

Em maio de 1886, em Atlanta, nos Estados Unidos da América, o farmacêutico John S. Permberton decidiu criar um xarope para resolver problemas de digestão e dar energia. A mistura foi feita de extrato de folhas de coca, cafeína e água. A farmácia Jacobs foi a primeira a comercializá-la, vendia o copo por 5 centavos e eram vendidos, no máximo, apenas 13 copos diariamente. Após Pemberton ter criado o refrigerante, ele o anunciou no Atlanta Journal. Há pouca criatividade encontrada no primeiro anúncio, apenas um texto, nenhuma fonte estilosa, nem imagens. O anúncio de jornal mostrou pela primeira vez o slogan da empresa: “Deliciosa! Refrescante! Emocionante! Revigorante!”. Em seguida, John Pemberton colocou um anúncio mais longo e mais persuasivo, acrescentando que a bebida é uma “bebida intelectual”, “bebida de temperança”, “tônico cerebral”, e ainda afirma ser capaz de ajudar na dor de cabeça, nevralgia, histeria, melancolia e muito mais. Durante o início de 1900, a publicidade contou com mulheres jovens como suas porta-vozes, como a modelo Hilda Clark. Nesse primeiro ano, o Dr. Pemberton faturou US$ 50 em vendas e gastou US$ 73,96 em propaganda.

Em 1891 fundou-se The Coca-Cola Company, em 1893 registaram a marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial dos EUA e após 11 anos, a Coca-Cola começou a alcançar outros países. A empresa chegou ao Brasil durante a 2° Guerra Mundial, quando prometeram que sempre haveria uma Coca-Cola para os soldados americanos por US$ 0,05, fazendo com que a empresa se instalasse em Recife.

A marca investe tanto em publicidade, que nesta área ela gasta mais do que a soma investida pela Microsoft e pela Apple juntas. Em 2010, o orçamento da empresa teria sido de 2,9 bilhões de dólares, enquanto a Microsoft investiu 1,6 bilhão de dólares e a Apple teria gastado 691 milhões de dólares no mesmo ano. A Coca-Cola está há 130 anos fazendo propagandas com o otimismo e a alegria, e esse é um dos motivos pelo qual ela é tão famosa. Ela não tem como tema principal delas o refrigerante em si, mas sim a emoção, histórias, risadas e afeto. Como estão sempre inovando, há alguns exemplos de campanhas: em 2015, a marca produziu embalagens com os nomes dos brasileiros; em 2018, a Campanha do Dia Internacional do Orgulho LGBT+ (utilizaram a expressão “essa Coca é Fanta”, a qual algumas pessoas usam para se referirem à homossexuais) e em 2020, para inspirar a todos a terem esperança, a campanha apresenta “razões para acreditar” em meio à crise do coronavírus.

Toda a trajetória da tão valiosa marca Coca-Cola nos mostra dedicação e persistência pelos criadores da empresa. No início, vendia-se no máximo, 13 copos diariamente, enquanto hoje em dia esse número subiu para mais de 1,7 bilhão. Certamente, investir também na propaganda e no marketing geram resultados melhores, enfatizando a importância das áreas no mercado.

 

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W+K conquista Fanta

Em 2019 a Wieden+Kennedy São Paulo saiu vencedora da concorrência promovida pela Sprite. Hoje, pouco mais de um ano depois do início desta parceria, outra marca produzida pela Coca-Cola Brasil passa a ser atendida pela agência: o portfólio de Fanta – com os sabores: Fanta Laranja, Fanta Guaraná e Fanta Uva.

“Sempre acreditei que o melhor cartão de visita é o nosso trabalho e os Fresh Drops de Sprite são – definitivamente – o cartão de visita mais refrescante do mercado”, afirma Eduardo Lima, diretor executivo de criação da Wieden+Kennedy São Paulo. A manager director, Fernanda Antonelli completa “ampliar a atuação dentro de um cliente é sempre uma excelente notícia, mostra que nosso comprometimento e criatividade foram reconhecidos e isso dá um gostinho todo especial”.

A primeira criação da agência para Fanta foi o lançamento do “Plantão Fanta – Notícias com mais cores, apresentado pelo jornalista Evaristo Costa, onde a marca coloriu os breaks dos noticiários no dia considerado o mais cinza da semana, segunda-feira. Com curadoria do UOL, o novo quadro exibiu as notícias mais divertidas do Brasil e do mundo durante os telejornais da emissora. A ação fez parte do start de Colorful People, novo posicionamento global da marca, lançado no Brasil na última segunda-feira, 11 de janeiro, como Galera com mais cores”.

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O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática

Está cada vez mais crescente as empresas que se posicionam ambientalmente. Algumas apostam em estratégias de logística reversa com embalagens retornáveis, outras investem em criar embalagens através de resíduos. Envolver agentes civis e o poder público no diálogo, assim como desenvolver novos materiais industriais “ecologicamente corretos”, de acordo com texto publicado no Meio & Mensagem por Karina Balan, são ações que possuem potencial para solucionar o problema de desperdício de recursos e descarte indevido de resíduos em escala industrial. Existe um clima de “pressão” sob as marcas para adotarem princípios da economia circular. soldes coque iphone No último final de semana, a economia circular foi tema em muitos painéis do Festival Path, em São Paulo. Representantes de grandes players como Ambev e Coca-Cola e especialistas em políticas sustentáveis, apresentaram seus desafios para escalar práticas sustentáveis no Brasil e no mundo. Thaís Vojvodic, gerente de sustentabilidade da Coca-Cola, disse durante o Path que inovação não é sempre sobre tecnologia, mas sobre romper barreiras culturais entre empresas. coque iphone A Coca-Cola e a Ambev, por exemplo, há dois anos criaram a iniciativa Reciclar Pelo Brasil para oferecer apoio cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e têm como parceiros empresas como Vigor e Nestlé. Para Thaís, as empresas continuam sendo concorrentes e competindo entre si, porém, quando se trata de reciclagem e sustentabilidade não há motivos para competir. Os investimentos em embalagens retornáveis e em logística reversas já voltaram a ser uma prática das empresas. Contudo, para Thaís, o desafio é incentivar o consumidor a adotar um hábito antigo, no caso dos retornáveis. O Fórum Econômico Mundial aconteceu em janeiro, em Davos, na Suíça. Na ocasião, James Quincey, CEO da Coca-Cola, compartilhou que até 2030 a companhia pretende coletar e reciclar 100% das suas embalagens. coque iphone en ligne Neste trajeto da economia circular, a Nestlé também caminha junto com a mesma meta, porém com prazo até 2025. coque iphone xr O Head de sustentabilidade da Ambev, Richard Lee, afirma que as práticas relacionadas com sustentabilidade devem ser vistas como parte do core business das empresas, deixando de ser apenas branding. coque iphone “Se não tivermos uma bacia hidrográfica saudável, não conseguimos operar adequadamente”, exemplifica Richard, que afirma também que a empresa investe junto a startups e universidades para incorporar soluções sustentáveis. Sob outro viés, aponta Fernando Penedo, especialista em sustentabilidade urbana, que entre as empresas, a sociedade civil e os governos possuem desalinhamentos no quesito sustentabilidade. “É muito difícil vermos iniciativas de sustentabilidade das empresas sendo criadas junto à sociedade civil. Além disso, geralmente empresas privadas não querem se misturar com assuntos públicos, o que é necessário. coque iphone xs Hoje em dia, quem cuida do pós-consumo no País é apenas o poder público”, ponderou e exemplificou com o caso da cidade de São Paulo, que gasta sozinha mais de R$ 1 bilhão anuais para coletar e transportar o lixo do município. Thaís, da Coca-Cola, ressalta a ótica econômica: “A carga tributária referente a produtos reciclados pode se apresentar pouco viável para algumas empresas. Um produto que já pagou toda a sua cadeia tributária, como uma garrafa PET, quando é reciclado paga o mesmo valor novamente, enquanto o descarte de lixo tem custo menor.

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O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática

Está cada vez mais crescente as empresas que se posicionam ambientalmente. coque iphone 8 Algumas apostam em estratégias de logística reversa com embalagens retornáveis, outras investem em criar embalagens através de resíduos. Envolver agentes civis e o poder público no diálogo, assim como desenvolver novos materiais industriais “ecologicamente corretos”, de acordo com texto publicado no Meio & Mensagem por Karina Balan, são ações que possuem potencial para solucionar o problema de desperdício de recursos e descarte indevido de resíduos em escala industrial. Existe um clima de “pressão” sob as marcas para adotarem princípios da economia circular. coque iphone 8 No último final de semana, a economia circular foi tema em muitos painéis do Festival Path, em São Paulo. Representantes de grandes players como Ambev e Coca-Cola e especialistas em políticas sustentáveis, apresentaram seus desafios para escalar práticas sustentáveis no Brasil e no mundo. soldes coque iphone Thaís Vojvodic, gerente de sustentabilidade da Coca-Cola, disse durante o Path que inovação não é sempre sobre tecnologia, mas sobre romper barreiras culturais entre empresas. A Coca-Cola e a Ambev, por exemplo, há dois anos criaram a iniciativa Reciclar Pelo Brasil para oferecer apoio cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e têm como parceiros empresas como Vigor e Nestlé. Para Thaís, as empresas continuam sendo concorrentes e competindo entre si, porém, quando se trata de reciclagem e sustentabilidade não há motivos para competir. Os investimentos em embalagens retornáveis e em logística reversas já voltaram a ser uma prática das empresas. Contudo, para Thaís, o desafio é incentivar o consumidor a adotar um hábito antigo, no caso dos retornáveis. acheter coque iphone en ligne O Fórum Econômico Mundial aconteceu em janeiro, em Davos, na Suíça. Na ocasião, James Quincey, CEO da Coca-Cola, compartilhou que até 2030 a companhia pretende coletar e reciclar 100% das suas embalagens. Neste trajeto da economia circular, a Nestlé também caminha junto com a mesma meta, porém com prazo até 2025. O Head de sustentabilidade da Ambev, Richard Lee, afirma que as práticas relacionadas com sustentabilidade devem ser vistas como parte do core business das empresas, deixando de ser apenas branding. coque iphone xr “Se não tivermos uma bacia hidrográfica saudável, não conseguimos operar adequadamente”, exemplifica Richard, que afirma também que a empresa investe junto a startups e universidades para incorporar soluções sustentáveis. Sob outro viés, aponta Fernando Penedo, especialista em sustentabilidade urbana, que entre as empresas, a sociedade civil e os governos possuem desalinhamentos no quesito sustentabilidade. “É muito difícil vermos iniciativas de sustentabilidade das empresas sendo criadas junto à sociedade civil. Além disso, geralmente empresas privadas não querem se misturar com assuntos públicos, o que é necessário. Hoje em dia, quem cuida do pós-consumo no País é apenas o poder público”, ponderou e exemplificou com o caso da cidade de São Paulo, que gasta sozinha mais de R$ 1 bilhão anuais para coletar e transportar o lixo do município. Thaís, da Coca-Cola, ressalta a ótica econômica: “A carga tributária referente a produtos reciclados pode se apresentar pouco viável para algumas empresas. Um produto que já pagou toda a sua cadeia tributária, como uma garrafa PET, quando é reciclado paga o mesmo valor novamente, enquanto o descarte de lixo tem custo menor.

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O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática

Está cada vez mais crescente as empresas que se posicionam ambientalmente. Algumas apostam em estratégias de logística reversa com embalagens retornáveis, outras investem em criar embalagens através de resíduos. Envolver agentes civis e o poder público no diálogo, assim como desenvolver novos materiais industriais “ecologicamente corretos”, de acordo com texto publicado no Meio & Mensagem por Karina Balan, são ações que possuem potencial para solucionar o problema de desperdício de recursos e descarte indevido de resíduos em escala industrial. Existe um clima de “pressão” sob as marcas para adotarem princípios da economia circular. coque iphone 8 No último final de semana, a economia circular foi tema em muitos painéis do Festival Path, em São Paulo. coque iphone Representantes de grandes players como Ambev e Coca-Cola e especialistas em políticas sustentáveis, apresentaram seus desafios para escalar práticas sustentáveis no Brasil e no mundo. Thaís Vojvodic, gerente de sustentabilidade da Coca-Cola, disse durante o Path que inovação não é sempre sobre tecnologia, mas sobre romper barreiras culturais entre empresas. A Coca-Cola e a Ambev, por exemplo, há dois anos criaram a iniciativa Reciclar Pelo Brasil para oferecer apoio cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e têm como parceiros empresas como Vigor e Nestlé. Para Thaís, as empresas continuam sendo concorrentes e competindo entre si, porém, quando se trata de reciclagem e sustentabilidade não há motivos para competir. vente de coque iphone Os investimentos em embalagens retornáveis e em logística reversas já voltaram a ser uma prática das empresas. Contudo, para Thaís, o desafio é incentivar o consumidor a adotar um hábito antigo, no caso dos retornáveis. O Fórum Econômico Mundial aconteceu em janeiro, em Davos, na Suíça. coque iphone 7 Na ocasião, James Quincey, CEO da Coca-Cola, compartilhou que até 2030 a companhia pretende coletar e reciclar 100% das suas embalagens. Neste trajeto da economia circular, a Nestlé também caminha junto com a mesma meta, porém com prazo até 2025. O Head de sustentabilidade da Ambev, Richard Lee, afirma que as práticas relacionadas com sustentabilidade devem ser vistas como parte do core business das empresas, deixando de ser apenas branding. coque iphone xr “Se não tivermos uma bacia hidrográfica saudável, não conseguimos operar adequadamente”, exemplifica Richard, que afirma também que a empresa investe junto a startups e universidades para incorporar soluções sustentáveis. Sob outro viés, aponta Fernando Penedo, especialista em sustentabilidade urbana, que entre as empresas, a sociedade civil e os governos possuem desalinhamentos no quesito sustentabilidade. “É muito difícil vermos iniciativas de sustentabilidade das empresas sendo criadas junto à sociedade civil. coque iphone x Além disso, geralmente empresas privadas não querem se misturar com assuntos públicos, o que é necessário. Hoje em dia, quem cuida do pós-consumo no País é apenas o poder público”, ponderou e exemplificou com o caso da cidade de São Paulo, que gasta sozinha mais de R$ 1 bilhão anuais para coletar e transportar o lixo do município. Thaís, da Coca-Cola, ressalta a ótica econômica: “A carga tributária referente a produtos reciclados pode se apresentar pouco viável para algumas empresas. Um produto que já pagou toda a sua cadeia tributária, como uma garrafa PET, quando é reciclado paga o mesmo valor novamente, enquanto o descarte de lixo tem custo menor.

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O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática

Está cada vez mais crescente as empresas que se posicionam ambientalmente. Algumas apostam em estratégias de logística reversa com embalagens retornáveis, outras investem em criar embalagens através de resíduos. Envolver agentes civis e o poder público no diálogo, assim como desenvolver novos materiais industriais “ecologicamente corretos”, de acordo com texto publicado no Meio & Mensagem por Karina Balan, são ações que possuem potencial para solucionar o problema de desperdício de recursos e descarte indevido de resíduos em escala industrial. Existe um clima de “pressão” sob as marcas para adotarem princípios da economia circular. No último final de semana, a economia circular foi tema em muitos painéis do Festival Path, em São Paulo. Representantes de grandes players como Ambev e Coca-Cola e especialistas em políticas sustentáveis, apresentaram seus desafios para escalar práticas sustentáveis no Brasil e no mundo. Thaís Vojvodic, gerente de sustentabilidade da Coca-Cola, disse durante o Path que inovação não é sempre sobre tecnologia, mas sobre romper barreiras culturais entre empresas. coque iphone 8 A Coca-Cola e a Ambev, por exemplo, há dois anos criaram a iniciativa Reciclar Pelo Brasil para oferecer apoio cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e têm como parceiros empresas como Vigor e Nestlé. coque iphone solde Para Thaís, as empresas continuam sendo concorrentes e competindo entre si, porém, quando se trata de reciclagem e sustentabilidade não há motivos para competir. coque iphone xs max Os investimentos em embalagens retornáveis e em logística reversas já voltaram a ser uma prática das empresas. coque iphone 2019 Contudo, para Thaís, o desafio é incentivar o consumidor a adotar um hábito antigo, no caso dos retornáveis. O Fórum Econômico Mundial aconteceu em janeiro, em Davos, na Suíça. coque iphone 2019 Na ocasião, James Quincey, CEO da Coca-Cola, compartilhou que até 2030 a companhia pretende coletar e reciclar 100% das suas embalagens. Neste trajeto da economia circular, a Nestlé também caminha junto com a mesma meta, porém com prazo até 2025. coque iphone 7 O Head de sustentabilidade da Ambev, Richard Lee, afirma que as práticas relacionadas com sustentabilidade devem ser vistas como parte do core business das empresas, deixando de ser apenas branding. “Se não tivermos uma bacia hidrográfica saudável, não conseguimos operar adequadamente”, exemplifica Richard, que afirma também que a empresa investe junto a startups e universidades para incorporar soluções sustentáveis. Sob outro viés, aponta Fernando Penedo, especialista em sustentabilidade urbana, que entre as empresas, a sociedade civil e os governos possuem desalinhamentos no quesito sustentabilidade. “É muito difícil vermos iniciativas de sustentabilidade das empresas sendo criadas junto à sociedade civil. Além disso, geralmente empresas privadas não querem se misturar com assuntos públicos, o que é necessário. Hoje em dia, quem cuida do pós-consumo no País é apenas o poder público”, ponderou e exemplificou com o caso da cidade de São Paulo, que gasta sozinha mais de R$ 1 bilhão anuais para coletar e transportar o lixo do município. Thaís, da Coca-Cola, ressalta a ótica econômica: “A carga tributária referente a produtos reciclados pode se apresentar pouco viável para algumas empresas. Um produto que já pagou toda a sua cadeia tributária, como uma garrafa PET, quando é reciclado paga o mesmo valor novamente, enquanto o descarte de lixo tem custo menor.

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Coca-Cola Diet e seu novo conceito

Com um novo posicionamento engajado ao mote “Because I Can”, em tradução livre (porque eu posso), a Coca-Cola Company anunciou uma “repaginada” na linha Diet, depois da redefinição da tipografia e o anseio pelo público jovem.

Ainda em janeiro de 2018, a Coca-Cola anunciou em suas redes sociais a nova tipografia nomeada como TCCC (sigla para The Coca-Cola Company) Unity. A abreviação foi registrada como marca em julho do ano passado. Segundo James Sommerville, vice-presidente de design global da Coca-Cola, a tipografia é a representação do estilo modernista americano refletindo toda a essência histórica da marca.

Dessa forma, essa semana a Coca-Cola anunciou uma nova estratégia de marketing com o intuito de reverter os números da empresa, que no ano de 2017 tiveram uma queda de 4,3% em relação a 2016, uma vez que os consumidores têm se preocupado demasiadamente com o consumo de bebidas de alta caloria, e consequentemente migrado para as opções de água com gás e energéticos zero.

Assim sendo, a Coca-Cola traz como objetivo de campanha uma aproximação com os chamados millennials, ou melhor dizendo, a geração nascida entre 1980 e 1995, considerada a geração mais influenciadora de outras faixas etárias.

O design da nova linha Diet foi desenvolvido pelo time interno da Coca com a agência Kenyon Weston, trazendo o logo em uma faixa vertical dando a sensação de movimento e também com a fonte recém-desenvolvida originando um design clean. A companhia pretende trabalhar essa linha de desenvolvimento em toda comunicação do produto, tanto on-line como off-line, e também o formato mais fino das latas, dando um ar mais despojado.

Vale ressaltar que o desenvolvimento da reformulação da Diet Coke foi pensado durante dois anos para trazer ao mercado novos sabores que despertam gosto do público jovem. A pesquisa foi realizada com mais de 10 mil pessoas nos Estados Unidos e os sabores escolhidos foram: cereja, laranja, manga e limão com gengibre.

A previsão de divulgação dessa nova campanha acontecerá no final de janeiro, e diferentemente dos posicionamentos anteriores da marca, esse promete ser movido por celebridades e influenciadores femininos e masculinos, justamente para trazer uma maior aproximação com o público.

E você, já experimentou algum produto da linha Diet?

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