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Opinião

O que os Mídias esperam dos veículos?

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Antes de falar sobre isso, precisamos considerar algumas questões que dizem respeito principalmente ao comportamento de consumo e também aos desafios empresariais. Não é nenhuma novidade dizer que somos “multitelas”. Estamos em celulares, computadores e televisões quase sempre. Nos celulares são diversos aplicativos competindo pelo nosso tempo, assim como nos computadores acessamos vários sites e deixamos sei lá quantas abas abertas; e ao assistir TV são bem amplas as opções de canais. Trabalhamos com um notebook, pegamos o celular diversas vezes e fitamos a TV, não necessariamente nessa ordem. Mas também lemos livros, blogs e revistas, somos impactados por mídias out-of-home enquanto ouvimos uma música via streaming. A nossa realidade é fazer muita coisa “ao mesmo tempo”. Temos dois ou três empregos, mais de uma empresa, participamos de alguns projetos, defendemos muitas causas, enfim, são muitas as bandeiras que levantamos. E bem neste cenário cresce a repulsa por propaganda. Pulamos anúncios, instalamos bloqueadores, pagamos streaming para não ouvir e ver propagandas, não pegamos folhetos em semáforos. Ok, mas o que isso tem a ver?

Em um passado não tão distante era possível atingir os objetivos dos clientes praticamente fazendo publicidade, comprar mídia nos veículos de maior audiência e afinidade com o público resolvia. Mas agora a mídia é segmentada, e o anunciante precisa falar adequadamente com seu público em vários canais diferentes. E precisa também integrar o PDV, eventos, marketing direto, endomarketing, marketing digital… e por aí vai. Ah, e tem que ser interessante, tem que ter conteúdo relevante. Todo esse conjunto precisa estimular interatividade e ser passível de mensuração. Culpa ou mérito da evolução digital? Tanto faz, o que importa é que o consumidor quer falar (e ser ouvido) e o cliente quer/precisa saber dos “números”. O Mídia precisa comprovar efetividade e também precisa prover inovação constante.

Hum… e como é a realidade de um departamento de Mídia hoje?

O cliente é como um investidor, e a mídia naturalmente detém o maior montante do investimento. Talvez esse conjunto de fatores pode ter influenciado o crescimento da relevância desse departamento perante os clientes. As equipes estão menores, apesar de terem crescido as responsabilidades. A mídia tem incorporado funções como inteligência de dados (B.I.). Consequentemente os profissionais do departamento têm menos tempo, e precisam de agilidade e assertividade mais do que nunca. Pode ser que alguns departamentos se deparem com outro problema: a “juniorização” da equipe. E aí, meu amigo, por mais inteligente e dedicado que um “júnior” possa ser, por tempo de mercado (e de vida), dificilmente terá a sagacidade que um profissionalmente experiente tem para lidar com problemas, planos e relacionamento com veículos.

E o que os mídias esperam dos veículos?

Primeiramente, que resolvam os problemas dos clientes. Mas para que isso aconteça, o veículo precisa conhecer o cliente, saber das suas dores e intenções. Bom, se é falta de preparo do veículo ou falta de briefing da agência… não sei. Mas sei que se tiver maior proximidade entre veículos e os departamentos de mídia (e entre os departamentos da agência), o cliente sai ganhando, provavelmente com problemas resolvidos e objetivos concretizados.

De acordo com Filipe Crespo, Diretor de Mídia da Aktuellmix, o Mídia precisa das melhores oportunidades de tempo e espaço, que promova diferenciação da concorrência, tenha adequação ao target, traga rentabilidade, e que principalmente estejam atreladas aos objetivos de campanha determinados.

Os Mídias precisam:

  • De propostas claras, focadas no cliente, que tenham dados para basear argumentação tática para defender porquê investir no veículo X para atingir o target da campanha (ranking de audiência, afinidade com o target e análise de concorrência, por exemplo).
  • Apresentações sucintas (pouco importa o layout, o conteúdo tem muito mais valor).  Com tempo bem escasso do mídia e também do cliente, não há tempo para brincar de leilão com o plano de mídia, então espera-se que o veículo apresente sua melhor negociação ou corre risco de ser cortado do plano.
  • Enxergar no veículo a possibilidade de saber das possibilidades de veiculação. Não somente as novidades, mas as características importantes do veículo (por exemplo, as possibilidades de segmentações).
  • Que o veículo se interesse verdadeiramente pelo seu cliente (e não em bater meta de venda). Se o veículo sabe o que o cliente quer comunicar ao seu público… a solução pode ser incrível.

E se a equipe é quase toda júnior? Abrace-a, dê dados e argumentos. Leve-a pra dentro do veículo, mostre a realidade, dê conteúdo, ensine. Contribua com o crescimento desses profissionais. Lembre-se que todo senior já foi júnior um dia.

 

Comente o que os veículos ou os mídias podem fazer para facilitar o seu dia e te ajudar a ser mais assertivo.

 

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Digital

Mídia fragmentada e oportunidades de conversão

GRAD ALON – DIGITAL – CREATIVOS BR – DIVULGAÇÃO – CELINA GERMER

Durante o 8º Congresso da Abeb, em São Paulo, Gad Alon – diretor de parcerias em métricas do Facebook – apresentou dados que evidenciam a fragmentação da audiência. De acordo com este dados, na década de 70, nos Estados Unidos, os 10 programas mais assistidos alcançavam 37% da audiência, e hoje o número chega a 17%. Outra diferença é que nesses quase 50 anos os domicílios que tinham em média 8 canis de TV agora contam com mais de 194 opções. Além disso, para consagrar a fragmentação, os telespectadores adicionaram a segunda tela.

É cada vez mais difícil atingir o público diante da diversidade de opções de consumo de mídia, contudo Alon afirma que diante deste cenário haverá oportunidades aos profissionais de marketing que investem em plataformas digitais e mídias tradicionais.

Para Alon, a concentração do público está dividida entre os modais e isso não significa que as pessoas não estejam prestando atenção aos comerciais. “A noção de atenção mudou. Para sermos mais efetivos, é necessário abraçar isso”, diz Alon. Um estudo realizado pelo Facebook sustenta seu discurso. Durante o lançamento de uma série o uso da rede social apontou aumento de 50% durante os intervalos.

“Antes, quando pensávamos em cross device e cross channel era sobre complementar alcance, mas não é mais sobre isso. Agora é sobre frequência e estímulo”, afirma Alon.

No Facebook deve ser considerado o tempo de visualização com um dos pilares da comunicação. Alon explica que mesmo vídeos que não foram vistos até o fim podem trazer bons resultados para empresas, principalmente porque, nesses casos, eles custam cerca de um quinto do valor ao anunciante. Para que a campanha tenha uma boa performance, é necessário realizar uma inserção do nome da empresa nos primeiros momentos do filme, e adaptá-lo a um ambiente em que ele possa ser visto sem som.

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Mídia

OMO SPORTS ATIVA MARCA EM JOGO DO BRASILEIRÃO

OMO SPORTS ATIVA MARCA EM JOGO DO BRASILEIRÃO – MÍDIA – CREATIVOSBR – CORINTHIANS

Em ação da campanha “Cada Gota de Suor Marca”, da OMO, neste domingo (15), durante o jogo Corinthians e Fluminense, o logo OMO Sports surgiu com muito suor no uniforme preto e branco, na área de patrocínio máster do Corinthians. A ação criada e implementada pela F.Biz inovou utilizando tinta hidrocrômica para revelar a marca Omo Sports conforme os atletas se movimentavam e suavam em campo.

“A OMO está constantemente inovando e trazendo produtos que resolvem de primeira, para que as pessoas possam aproveitar os momentos que marcam. E assim como OMO é uma das marcas mais lembradas e usadas pelos brasileiros, o futebol é um dos esportes preferidos. Nada melhor para mostrar que cada gota de suor marca do que se associando a um esporte que conecta e emociona as pessoas”, destacou Giovanna Gomes, diretora de marketing de OMO.

Para se manter inovadora, além de desenvolver o produto, a OMO apostou no patrocínio com camiseta especial que reage ao suor evidenciando o logo da linha sports, feito em tinta transparente. A ação integra campanha de lançamento da OMO Sports e tem o intuito de reforçar a marca em momentos marcantes de diversão, superação e bem-estar.

A comunicação foi sustentada por plano de mídia com filme publicitário em TV aberta e fechada, além de mídia digital. Confira:

 

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Marketing

#aculpanãoédosmacacos: Ponte Preta lança campanha contra violência aos macacos

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Clube entrará sem o escudo na camisa e vai usar a Macaca, seu mascote, para divulgar campanha de conscientização em parceria com secretarias de saúde. Estádio Moisés Lucarelli terá posto de saúde com vacinas a partir das 19h45, na entrada do portão principal

“Macaca querida, amor da minha vida, sou louco por você”. Nas arquibancadas, a torcida já faz reverências à Macaca, mascote que representa a história ponte-pretana. Nesta quarta-feira (11), a Associação Atlética Ponte Preta lançará, em parceria com a Secretaria da Saúde do Governo do Estado de São Paulo e a Secretaria Municipal de Saúde de Campinas, a campanha #aculpanãoédosmacacos, com objetivo de ajudar na prevenção à febre amarela e conscientizar a população sobre a violência praticada contra os macacos.

A ação começa às 19h45, quando abrirem os portões para o confronto contra o Timbu, com dez agentes de saúde dentro do Majestoso, no portão principal, para a aplicação de vacinas. Até 21h45, hora do pontapé inicial, serão disponibilizadas cinco mil doses para os presentes no local. Vale ressaltar que, antes da vacinação as pessoas devem conferir se estão aptas a tomar a vacina da febre amarela e deverão ter em mãos a carteira de vacinação. Informações sobre os grupos de risco da vacina estão disponíveis no site do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria Municipal de Campinas.

No duelo, os jogadores entrarão em campo com uma camisa sem o escudo do time e a #aculpanãoédosmacacos em seu lugar. A ideia é que o escudo seja “oferecido” aos macacos para que eles se defendam das agressões.

“A Ponte Preta busca atuar sempre em ações sociais e, neste caso específico, ficamos muito felizes em poder ajudar numa questão de conscientização de saúde pública. Além disso, ninguém gosta mais de macaco do que a gente”, afirma Eric Silveira, diretor de Marketing da Associação Atlética Ponte Preta.

Nas redes sociais, influenciadores também vão aderir à causa divulgando a #aculpanãoédosmacacos e reforçando a conscientização do combate à doença através da vacinação.

“A Ponte Preta é um dos clubes mais tradicionais do Brasil e sempre teve voz representativa nas questões sociais. A cidade de Campinas possui uma relação histórica com o combate à febre amarela e, atualmente, está sofrendo com a maneira como estão tratando os macacos em virtude da doença. Por isso, pensamos em uma ideia simbólica que espalhasse uma mensagem de proteção aos animais e, ao mesmo tempo, falasse da conscientização sobre a vacinação”, afirma Rodrigo Rivellino, sócio da aktuellmix, agência que auxilia a Ponte na ação.

De acordo com o últmo Boletim Epidemológico da Febre Amarela disponibilizado pelo Governo do Estado de São Paulo (2 de abril de 2018), foram 689 mortes de primatas não-humanos (PNH) desde julho de 2017. Cerca de 1/3 desses animais estavam na região de Campinas. Entre os humanos, são 433 casos autóctones (infecções no próprio território) e 163 mortes confirmadas pelo tipo silvestre da doença no Estado de São Paulo desde o ano passado, e 1273 casos no Brasil todo, do período de janeiro de 2017 a 2 de abril de 2018. Não há casos de febre amarela urbana no país desde 1942.

É importante ressaltar que os macacos não são transmissores da febre amarela mas, sim, vítimas. Os animais são erroneamente culpados pela disseminação da doença, quando na verdade são ‘sentinelas’, auxiliando na identificação da circulação do vírus e na definição de ações preventivas de saúde.

No País, o número de macacos assassinados é grande e tem aumentado cada vez mais. De acordo com a Vigilância Sanitária e do Controle de Zoonoses do Rio de Janeiro, foram 253 macacos executados, representando 42% do total de 602 macacos mortos em 2017. Em janeiro deste ano, 144 macacos mortos foram recolhidos pelo órgão, dos quais 99 (69%) haviam sido executados.

“O Governo do Estado tem se empenhado ao máximo para proteger a população contra a febre amarela. Somente em 2018, já vacinamos mais de 7,3 milhões de paulistas e queremos ampliar a cobertura vacinal. Iniciativas como essa, em parceria com a Ponte Preta, nos auxiliam a alcançar mais pessoas não apenas do ponto de vista da imunização, mas também da conscientização sobre a importância de preservar a população de primatas não humanos, fundamental para nossas ações de vigilância epidemiológica e prevenção”, afirma o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, David Uip.

Febre Amarela e a História de Campinas

No século XIX, Campinas quase foi erradicada por conta da epidemia de febre amarela urbana, segundo historiadores e pesquisadores. Em 1889, a cidade chegou a apenas 5 mil habitantes e registrou 58 mortes em apenas um dia. O auxílio do Rio de Janeiro, principalmente, e de outras regiões do Brasil foi determinante para a recuperação da população. Lycurgo de Castro Santos Filho e José Nogueira Novaes, autores de “A Febre Amarela em Campinas 1889-1900”, destacam nas páginas do livro que a “fênix renascida foi de propósito escolhida como o símbolo da cidade”, justamente pelo ressurgimento da cidade como uma potência nacional após o crítico período no fim dos anos 1800.

 

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Marketing

Estadão evolui portal para tornar a leitura mais atrativa

Estadão evolui portal para tornar leitura mais prática – CREATIVOS BR – MARKETING

Com o intuito de melhorar a experiência dos seus leitores digitais, o jornal O Estado de São Paulo renovou a identidade visual do seu site para tornar a leitura mais prática. O novo design destaca as notícias por relevância temporal e demarca seções fixas para reportagens especiais e para a TV Estadão. As imagens ganharam mais destaques com as manchetes disponibilizadas na horizontal, contudo, na versão mobile a disposição segue vertical. Segundo o veículo, a velocidade de abertura da página aumentou em 20%.

O projeto de reestruturação durou sete meses e trouxe também novos espaços de publicidade. O formato – chamado de skyscraper – pode ser aplicado tanto na horizontal quanto na vertical. As novidades do portal visam aumentar a lembrança de marca dos seus anunciantes. A distribuição dos anúncios de maneira que acompanhe o fluxo de leitura do usuário é aposta para que isso aconteça.

Além disso, o Estadão já começou os preparativos para a 4ª Edição do Prêmio Desafio Estadão Cannes. Nesta edição serão premiados os profissionais de criação e de mídia das agências e anunciantes nas categorias: Multiplataforma, Impresso e Branded Content. A premiação também conta com o Brief Desafia com o tema “Conscientização Sobre Fake News”. Confira no site.

Para aumentar o engajamento na premiação, o jornal distribuiu uma réplica do seu troféu ex-Libris, para que os publicitários customizem como preferirem. A ação foi criada pela Giusti Comunicação.

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Mídia

Licitação para concessão de banheiros públicos gera mais mídia OOH em São Paulo.

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A prefeitura de São Paulo lançou, na segunda-feira (19), edital para iniciar o processo licitatório para concessão de banheiros públicos. O contrato prevê exploração de espaço publicitário em troca do serviço. O governo, com auxílio da SPObras, abriu na terça-feira (20) consulta pública para esclarecer dúvidas sobre o projeto. Os interessados poderão enviar dúvidas e observações até o dia 27 no site da prefeitura.

A empresa vencedora terá contrato de 25 anos com a prefeitura, e será responsável pela instalação, manutenção e higienização de 500 banheiros fixos e 100 móveis na cidade. Em contrapartida, terá direto de exploração publicitária dos espaços. A vencedora terá prazo de 8 meses para entregar 400 banheiros fixos e mais 4 meses para entregar o restante previsto no contrato.

Para vencer a licitação, a empresa deverá apresentar a maior oferta e a melhor proposta técnica, considerando o planejamento de manutenção e exploração publicitária. Os banheiros poderão ter anúncios fixos em até duas faces de no máximo 2 m². O projeto tem base na Lei Cidade Limpa, que instituiu os editais de concessão dos relógios de rua, administrados pela JCDecaux, e dos abrigos de ônibus, administrado pela Otima.

Vale acrescentar que recentemente a Otima expandiu para 40 estações do metrô sua cobertura de mídia em Wi-Fi. A empresa passa a desenvolver e gerenciar a plataforma comercial do Wi-Fi das linhas Verde, Vermelha e Azul. De acordo com Anderson Santos, Head de Planejamento Estratégico da Otima, a empresa visa colaborar para que São Paulo se aproxime do conceito de “smart city”.

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Vai e vem

Nick Law assume criação do Publicis Groupe

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Com objetivo de impulsionar a evolução digital do grupo, o australiano Nick Law foi anunciado nesta segunda-feira (22) como presidente do Publicis Communications e CCO do Publicis Groupe. O ex-vice-chairman e CCO global da R/GA chegará a seu novo cargo com a missão de elevar a performance criativa do grupo integrando talento criativo, dados e tecnologia para resultar em melhores soluções aos clientes.

Reforçar o posicionamento do Publicis com a criatividade e a tecnologia a serviço de marketing foi, segundo o comunicado do Publicis, o motivo da escolha por Nick Law, um dos grandes nomes da R/GA com carreira de quase 20 anos na agência. Law começa em maio e se reportará diretamente a Arthur Sadoun.

“Ao longo de sua carreira, ele entregou um trabalho de nível mundial que se baseia no que acreditamos que todos os nossos clientes precisam: a alquimia da criatividade e da tecnologia. Essa modernidade das ideias, combinada com suas óbvias habilidades de liderança, faz de Nick a pessoa perfeita para desempenhar um papel tão importante no nosso grupo”, disse Sadoun.

Com o cargo de presidente do Publicis Communications, Law estará responsável por instituir uma cultura criativa unificada que ajude a promover culturas fortes, dinâmicas e diversas em todas as marcas criativas do grupo, que envolvem a Leo Burnett, Saatchi e Saatchi, Publicis Worldwide, BBH, Fallon e Marcel. Ele também designará esforços voltados para a Marcel visando garantir que a recém lançada plataforma de inteligência artificial ajude os criativos da rede.

“Acreditamos que há uma necessidade absoluta de reinventar nosso modelo para uma geração que quer trabalhar de forma diferente, e isso é algo que o Nick entende extremamente bem”, completa Sadoun.

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Opinião

A linha tênue entre presente e futuro, pessoas e tecnologias

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Com tantos adventos tecnológicos, percebo – entre várias mudanças – alterações no comportamento das pessoas em relação à comunicação (pessoal e corporativa) e à propaganda. Muitas ferramentas (celulares, redes sociais e aplicativos, por exemplo) estão mais acessíveis e as pessoas se mostram cada vez mais dispostas e abertas a relacionamentos, sendo cada vez mais fechadas à “propaganda” (ou pelo modelo “tradicional” da propaganda).

Estes dois fatos se comprovam com as ascensões das redes sociais, dos bloqueadores de propaganda, vulgo ad blocks, e de plataformas como Netflix, que traz filmes e seriados sem intervalos comerciais. As pessoas demonstram interesse em se relacionar (com marcas e com pessoas), e relacionamento se constrói através de comunicação, e de verdade. Generalizando, ninguém gosta de sentir um “número”, nem de ser usado por marcas que só se relacionam interessadas em venda.

Ultimamente muito tem se falado em tendências, entre elas estão: inteligência artificial, realidade alterada (interações entre realidade aumentada e virtual), novos formatos para publicidade digital, vídeos interativos, influenciadores digitais nas estratégias das marcas, e a luta contra as “fakenews”. Esse futuro já começou.

A Cognizant, empresa de consultoria especializada em tecnologia e negócios, baseada em dados e tendências corporativas, listou prováveis profissões promissoras para um futuro próximo (5 e 10 anos). As principais funções envolvem gestão de dados necessitando de verificação, ética e olhar humano para muitos segmentos.

Com todo esse papo de futuro e de comportamento, vale citar Peter Drucker, que diz que a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo; e minha esposa, publicitária Karlla Medeiros, que diz incansavelmente para pessoas e marcas: “Seja interessante, não interesseira (o)”.

 

 

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Digital

Tendência de investimento de mídia digital para 2018

Tendência de investimento de mídia digital para 2018-CreativosBR-Digital-RedesSociais-Marketing-Digital

As plataformas digitais seguem ganhando força e conquistando cada vez mais (likes) espaço na vida das pessoas e nas estratégias corporativas. Em matéria do Meio & Mensagem, profissionais compartilharam como enxergam o cenário de investimento publicitário das marcas para os canais digitais em 2018. Vale observar que, de acordo com pesquisa publicada pelo ComScore em 2017, o mobile no Brasil chegou a representar 73% dos minutos “consumidos” na internet.

As mídias sociais são consideradas fundamentais na comunicação de empresas de todos os tamanhos. Com isso, vêm adquirindo maior participação nas verbas e demandando mais inteligência e integração entre agências e anunciantes, principalmente pelo dinamismo intrínseco da ferramenta e agilidade do cenário. Segundo dados da Zenith Optimedia, cerca de 20% do investimento mundial em publicidade se concentram entre Google e Facebook.

Os desafios dos profissionais de digital e mídia estão entre definir plataformas e redes mais adequadas a interagir com o público final e metrificar dados em um contexto que muda a todo tempo. Segundo a matéria do Meio & Mensagem, em tentativa de mapear as redes sociais dominantes em 2018, o Stories do Instagram e o Whatsapp terão maior atenção das marcas.

Para o diretor executivo de criação da Sapient AG2, Paulo Aguiar, o Instagram será a rede do ano por ser consolidada e apresentar crescimento constante. Ele afirma que o Stories é muito mais do que banners e pouco explorado atualmente. Cristina Uehara, supervisora de conteúdo da ID, também vê um cenário positivo para a rede.   Ela crê que as marcas ainda não usaram todo o potencial do Instagram, em especial do stories, para engajamento e relacionamento com o público. Cristina aposta que o Facebook será o destaque do ano por investir no formato de vídeo para ultrapassar o YouTube.

Enquanto isso, Diego de Carli, head de social da W3haus, afirma que apesar de estar ainda fora das estratégias publicitárias, é o WhatsApp que vai bombar: “é o canal mais humano de todos”. Diego alerta que é preciso ter foco e cuidado com a ferramenta. Mateus Braga, diretor executivo de criação da Isobar Brasil, também está atento ao crescimento do WhatsApp, pois segundo ele é a rede que está mais presente no dia a dia das pessoas.

 

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Opinião

Transtorno espectro empreendedor

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O caráter empreendedor refere-se a uma série de condições caracterizadas por desafios com habilidades individuais, comportamentos, comunicação verbal e corporal, forças internas e diferenças únicas. Sabemos que não existe um único jeito empreendedor, mas vários, motivados ou estimulados por diferentes combinações de influências ambientais, pessoais e de networks.  Trouxe o termo “espectro” exatamente para refletir essa ampla variação das características citadas acima presente em cada pessoa que vive o transtorno de empreender.

Afirmo que todo mundo passa por isso, os sinais mais evidentes de transtorno empreendedor tendem a aparecer logo na infância em uma fase mais conhecida pelos “porquês”. Recomenda-se que os pais, aos perceberem o mínimo sinal, busquem incentivar esse comportamento de curiosidade. Os resultados podem ser incríveis.

Empreender é uma busca, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Empreender é para todos, mas não é para qualquer um. Não é uma atividade, é um modo de ser, um ponto de visita. É para quem sente dor, uma dor não-física que incomoda. Incomoda tanto que não dá pra ignorá-la, é preciso fazer algo. Empreender é o modo de ser dos inconformados, é o desejo verdadeiro de mudar uma situação, e requer muita paciência e perseverança (pra não dizer insistência).

Perseguir e instigar a mudança são coisas que empreendedores fazem instintivamente como a respiração. Requer certa sensibilidade e senso crítico, pois é preciso sentir e observar antes de agir. O sentimento empreendedor existe dentro de todos e a maneira como é despertado em cada um depende dos estímulos e das percepções individuais.

Por essência, comunicadores são (ou deveriam ser) empreendedores de ideias. A inquietação, a inovação e inconformidade diante das situações tanto globais quanto dos respectivos desafios é o que motiva a inacabável luta para emplacar grandes ideias, a convencer lideres a comprarem as mudanças propostas. Comunicadores precisam ser inconformados com situações ao ponto de empreender vozes capazes de transformá-las.

Empreender é sentir as dores, não aceitá-las. É a busca incessante para transformar as dores em respostas, transtornos em benefícios. Entender a sua missão, a sua razão social e o seu propósito é o caminho para ativar o seu “eu empreendedor”.

Empreender é um olhar, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Essa é a minha visão, qual a sua?

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