close

creativosbr

Vai e vem

Paulo Centenaro é o novo diretor executivo da ABRADI

PAULO-CENTENARO-ABRADI-VAI-EVEM-CREATIVOSBR

Com a responsabilidade de aumentar a representatividade no país, unificar as 14 regionais e posicionar a instituição como transformadora digital, agora a ABRADI conta com a direção executiva de Paulo Centenaro.

“A nacionalização da instituição visa, principalmente, criar um back-office estruturado com uma equipe própria administrativa-financeira potencializada por contratos de empresas de contabilidade e de advocacia”, disse Marcelo Sousa, presidente da Abradi Nacional.

Há quase dez anos Paulo assume a mesma função na unidade de São Paulo e afirma que a Abradi vai trabalhar para mostrar ao mercado que seus profissionais estão ativos na liderança da transformação digital no país.

Leia Mais
Marketing

Roger Federer é o novo protagonista em campanha da Rimowa

RogerFedeeonovoprotagonistaemcampanhadaRimowa-Marketing-CreativosBr-BlogdoCrespo-

A companhia de bagagem de luxo Rimowa conta com uma nova celebridade para suas comunicações. A marca de origem alemã contratou Roger Federer, o ilustre astro do tênis.

Além da participação de Federer, a marca conta com participação de Virgil Abloh, diretor artístico do segmento masculino da Louis Vuitton; a modelo Adwoa Aboah; o famoso chef e restaurateur Nobu Matsuhisa e o designer de joias masculinas da Dior, Yoon Ahn.

Segundo o diretor de comunicação da Rimowa, essas celebridades possuem como parte da sua rotina de trabalho o hábito de viajar. E diferente de uma viagem a lazer, a Rimowa quer enfatizar que o seu público viaja a um propósito. E por conta desse hábito, possuem uma conexão muito forte com suas malas.

Uma curiosidade sobre a parceria com as celebridades é que foi solicitado que as estrelas utilizassem suas próprias malas em vez de utilizarem produtos fornecidos pela marca.

 

Leia Mais
Opinião

O mercado brasileiro está preparado para o data marketing?

O-mercado-brasileiro-esta-preparado-para-o-data-marketing-Creativosbr-Opiniao-BlogdoCrespo-DataMarketing-Creativos-DigitalAnalytics

Não é nenhuma novidade que atualmente as empresas vêm utilizando dados para transformar em informação a fim de desenvolver seus produtos e serviços, alavancar vendas e aumentar suas receitas.

Apesar desse cenário cada vez mais comum, será que no Brasil as empresas estão realizando essa mudança ou apenas fazendo parte dela? É importante ressaltar que em grandes multinacionais existem departamentos, profissionais qualificados e até empresas e agências qualificados para tirar insights, mas mesmo assim ainda grande parte das empresas não possui esse know-how de como usufruir de todas as informações que têm disponíveis. Com isso, empresas terceirizadas como instituto de pesquisas, consultorias e empresas com vasta base de dados entram no jogo.

Na publicidade, marketing e comunicação, por exemplo, existem 4 maneiras de como as empresas se relacionam com dados:

Nascente: campanhas de marketing usando majoritariamente dados de terceiros e compra direta de mídia, com baixa ligação a resultados de venda.

Emergente: campanhas baseadas em dados próprios e compra de mídia programática com otimização e teste de forma independente por canal de mídia.

Conectado: dados integrados e ativados ao longo de múltiplos canais de mídia com clara conexão a ROI e resultado de vendas.

Multimomento: execução dinâmica, otimizada e personalizada baseada no resultado individual de cada cliente em todos os canais de mídia.

Essas classificações foram feitas por um estudo do Google com a Boston Consulting Group (BCG) que avaliou as 60 principais companhias brasileiras.

O estudo indicou que mais de 55% das empresas estão no estágio emergente e quase 2% no Multimomento. Pode-se dizer que as empresas que atuam no Brasil, de maneira geral, não estão explorando totalmente o potencial que possuem.

Com tanta informação disponível, tratar esses dados, criar audiências e extrair informações relevantes para alavancar vendas é o maior dos desafios que, aparentemente, as empresas ainda não estão nem de longe alinhadas em executar com perfeição, até porque esse tipo de evolução necessita de aprendizado.
Vale ressaltar que, se tecnologicamente as empresas estão aperfeiçoando a maneira de tratar e ler os dados, quem dirá de como executá-los nos demais canais que ainda não estão adaptados a todo esse dinamismo repleto de transformações. É clara a existência de um desalinhamento interno que muitas vezes provoca competição entre os próprios canais de e-commerce, o que torna a situação mais desorganizada. A comunicação integrada deve ser impecável neste cenário.

Por fim, acredita-se que é com o tempo, com o erro e o aprendizado que as empresas irão se aperfeiçoar no processo como um todo. Assim como ondas de som, essa transformação que está começando nos departamentos de digital analytics logo em breve atingirá as áreas mais tradicionais de uma organização que, quando começarem a se adaptar, verão os resultados na economia de escala e no aumento de receita, o principal objetivo de toda essa revolução da informação.

Leia Mais
Marketing

Nike manda recado a CR7: esqueça tudo e faça de novo

creativos-nike-cr7-juventus

Maior jogador de futebol dos últimos anos, Cristiano Ronaldo trocou recentemente o gigante Real Madrid pela também gigante equipe italiana Juventus. Entretanto, mesmo com todos os holofotes voltados pra si, o jogador português ainda não balançou as redes pelo novo time, o que fez com que a imprensa italiana e a torcida da Juve já começassem a pegar no pé do atacante.

Aproveitando a deixa, a Nike estampou em um outdoor uma mensagem motivacional all type para o jogador, destacando seus feitos como ganhar 15 troféus, ter a marca de 573 gols, marcar em onze jogos diretos (o único jogador da história a conseguir isso) e levar o prêmio de jogador do ano da FIFA por 5 vezes.

A mensagem termina com um desafio a CR7: “Now forget it all, and do it again”, e foi criada em parceria com a Wieden & Kennedy Amsterdam. O outdoor foi instalado em Turim, cidade do time da Juventus, horas antes do primeiro jogo do craque no estádio.

Leia Mais
Opinião

O que os Mídias esperam dos veículos?

O-QUE-OS-MÍDIAS-ESPERAM-DOS-VEÍCULOS-MÍDIA-CREATIVOS-BR

Antes de falar sobre isso, precisamos considerar algumas questões que dizem respeito principalmente ao comportamento de consumo e também aos desafios empresariais. Não é nenhuma novidade dizer que somos “multitelas”. Estamos em celulares, computadores e televisões quase sempre. Nos celulares são diversos aplicativos competindo pelo nosso tempo, assim como nos computadores acessamos vários sites e deixamos sei lá quantas abas abertas; e ao assistir TV são bem amplas as opções de canais. Trabalhamos com um notebook, pegamos o celular diversas vezes e fitamos a TV, não necessariamente nessa ordem. Mas também lemos livros, blogs e revistas, somos impactados por mídias out-of-home enquanto ouvimos uma música via streaming. A nossa realidade é fazer muita coisa “ao mesmo tempo”. Temos dois ou três empregos, mais de uma empresa, participamos de alguns projetos, defendemos muitas causas, enfim, são muitas as bandeiras que levantamos. E bem neste cenário cresce a repulsa por propaganda. Pulamos anúncios, instalamos bloqueadores, pagamos streaming para não ouvir e ver propagandas, não pegamos folhetos em semáforos. Ok, mas o que isso tem a ver?

Em um passado não tão distante era possível atingir os objetivos dos clientes praticamente fazendo publicidade, comprar mídia nos veículos de maior audiência e afinidade com o público resolvia. Mas agora a mídia é segmentada, e o anunciante precisa falar adequadamente com seu público em vários canais diferentes. E precisa também integrar o PDV, eventos, marketing direto, endomarketing, marketing digital… e por aí vai. Ah, e tem que ser interessante, tem que ter conteúdo relevante. Todo esse conjunto precisa estimular interatividade e ser passível de mensuração. Culpa ou mérito da evolução digital? Tanto faz, o que importa é que o consumidor quer falar (e ser ouvido) e o cliente quer/precisa saber dos “números”. O Mídia precisa comprovar efetividade e também precisa prover inovação constante.

Hum… e como é a realidade de um departamento de Mídia hoje?

O cliente é como um investidor, e a mídia naturalmente detém o maior montante do investimento. Talvez esse conjunto de fatores pode ter influenciado o crescimento da relevância desse departamento perante os clientes. As equipes estão menores, apesar de terem crescido as responsabilidades. A mídia tem incorporado funções como inteligência de dados (B.I.). Consequentemente os profissionais do departamento têm menos tempo, e precisam de agilidade e assertividade mais do que nunca. Pode ser que alguns departamentos se deparem com outro problema: a “juniorização” da equipe. E aí, meu amigo, por mais inteligente e dedicado que um “júnior” possa ser, por tempo de mercado (e de vida), dificilmente terá a sagacidade que um profissionalmente experiente tem para lidar com problemas, planos e relacionamento com veículos.

E o que os mídias esperam dos veículos?

Primeiramente, que resolvam os problemas dos clientes. Mas para que isso aconteça, o veículo precisa conhecer o cliente, saber das suas dores e intenções. Bom, se é falta de preparo do veículo ou falta de briefing da agência… não sei. Mas sei que se tiver maior proximidade entre veículos e os departamentos de mídia (e entre os departamentos da agência), o cliente sai ganhando, provavelmente com problemas resolvidos e objetivos concretizados.

De acordo com Filipe Crespo, Diretor de Mídia da Aktuellmix, o Mídia precisa das melhores oportunidades de tempo e espaço, que promova diferenciação da concorrência, tenha adequação ao target, traga rentabilidade, e que principalmente estejam atreladas aos objetivos de campanha determinados.

Os Mídias precisam:

  • De propostas claras, focadas no cliente, que tenham dados para basear argumentação tática para defender porquê investir no veículo X para atingir o target da campanha (ranking de audiência, afinidade com o target e análise de concorrência, por exemplo).
  • Apresentações sucintas (pouco importa o layout, o conteúdo tem muito mais valor).  Com tempo bem escasso do mídia e também do cliente, não há tempo para brincar de leilão com o plano de mídia, então espera-se que o veículo apresente sua melhor negociação ou corre risco de ser cortado do plano.
  • Enxergar no veículo a possibilidade de saber das possibilidades de veiculação. Não somente as novidades, mas as características importantes do veículo (por exemplo, as possibilidades de segmentações).
  • Que o veículo se interesse verdadeiramente pelo seu cliente (e não em bater meta de venda). Se o veículo sabe o que o cliente quer comunicar ao seu público… a solução pode ser incrível.

E se a equipe é quase toda júnior? Abrace-a, dê dados e argumentos. Leve-a pra dentro do veículo, mostre a realidade, dê conteúdo, ensine. Contribua com o crescimento desses profissionais. Lembre-se que todo senior já foi júnior um dia.

 

Comente o que os veículos ou os mídias podem fazer para facilitar o seu dia e te ajudar a ser mais assertivo.

 

Leia Mais
Marketing

McDonald’s substitui o plástico dos seus canudos por alternativas biodegradáveis

McDonald’s-substitui-o-plástico-dos-seus-canudos-por-alternativas-biodegradáveis-Creativosbr-marketing-blogdocrespo

Na Índia, o McDonald’s vem trabalhando ao longo dos últimos meses com os seus fornecedores para implementar uma ação sustentável em seus restaurantes. A principal filial do McDonald’s no oeste e sul da Índia informou que fez essa transição do plástico para alternativas ecológicas e biodegradáveis para os itens usados nas embalagens. A empresa já se afastou do plástico em Maharashtra e das principais cidades de Karnataka.

O McDonald’s vem trabalhando para uma mudança a nível internacional. E na Índia, a previsão é que nos próximos meses essa solução sustentável já esteja sendo aplicada em todo o mercado. De acordo com o McDonald’s, os restaurantes agora oferecem aos clientes talheres de madeira em vez de plásticos.

Vale ressaltar que esta prática de trabalhar com fornecedores a fim de utilizar  materiais sustentáveis é realizada nos Estados Unidos, mas não somente pela franquia, bares e restaurantes já adotaram a postura em diversos lugares do País. Até setembro, a meta do McDonald’s é que todos os restaurantes no Reino Unido e na Irlanda já estejam com os canudos biodegradáveis sendo utilizados, assim, dando continuidade ao seu projeto sustentável a nível mundial.

Leia Mais
Digital

Mídia fragmentada e oportunidades de conversão

GRAD ALON – DIGITAL – CREATIVOS BR – DIVULGAÇÃO – CELINA GERMER

Durante o 8º Congresso da Abeb, em São Paulo, Gad Alon – diretor de parcerias em métricas do Facebook – apresentou dados que evidenciam a fragmentação da audiência. De acordo com este dados, na década de 70, nos Estados Unidos, os 10 programas mais assistidos alcançavam 37% da audiência, e hoje o número chega a 17%. Outra diferença é que nesses quase 50 anos os domicílios que tinham em média 8 canis de TV agora contam com mais de 194 opções. Além disso, para consagrar a fragmentação, os telespectadores adicionaram a segunda tela.

É cada vez mais difícil atingir o público diante da diversidade de opções de consumo de mídia, contudo Alon afirma que diante deste cenário haverá oportunidades aos profissionais de marketing que investem em plataformas digitais e mídias tradicionais.

Para Alon, a concentração do público está dividida entre os modais e isso não significa que as pessoas não estejam prestando atenção aos comerciais. “A noção de atenção mudou. Para sermos mais efetivos, é necessário abraçar isso”, diz Alon. Um estudo realizado pelo Facebook sustenta seu discurso. Durante o lançamento de uma série o uso da rede social apontou aumento de 50% durante os intervalos.

“Antes, quando pensávamos em cross device e cross channel era sobre complementar alcance, mas não é mais sobre isso. Agora é sobre frequência e estímulo”, afirma Alon.

No Facebook deve ser considerado o tempo de visualização com um dos pilares da comunicação. Alon explica que mesmo vídeos que não foram vistos até o fim podem trazer bons resultados para empresas, principalmente porque, nesses casos, eles custam cerca de um quinto do valor ao anunciante. Para que a campanha tenha uma boa performance, é necessário realizar uma inserção do nome da empresa nos primeiros momentos do filme, e adaptá-lo a um ambiente em que ele possa ser visto sem som.

Leia Mais
Marketing

AB InBev busca o mesmo reconhecimento de suas marcas

ABInBevbuscaomesmoreconhecimentodesuasmarcas-Creativosbr-Marketing-Creativos-BlogdoCrespo-ABInbev-Cerveja

Stella Artois, Budweiser, Corona, Miller. Essas são só algumas marcas que pertencem à gigante multinacional belga dona de mais de 200 marcas de cervejas. Com certeza todos os públicos de cerveja pelo mundo conhecem essas e outras grandes marcas, mas não se pode dizer o mesmo da companhia.

Isso porque os consumidores não reconhecem a AB InBev com o mesmo glamour quando se diz que trabalha numa Heineken ou numa Budweiser, por exemplo. Tal fato é confirmado por Tatiana Stadukhina, diretora de marketing que atua no norte da Europa e que, inclusive, reforça essa ideia ao mostrar que o desejo da empresa é que seu nome seja forte na percepção das pessoas como a própria Unilever ou P&G. “Atualmente nossas marcas têm mais significado para a vida dos consumidores, mas estamos discutindo sobre como tornar a AB InBev famosa”,  diz Tatiana.

Com projetos de sustentabilidade, a AB InBev quer que suas compras sejam de fontes renováveis com o intuito de reduzir 25% nas emissões de CO² até 2025. Além disso, a diretora de marketing reforça dizendo que a cultura da empresa é o fator principal para essa mudança de percepção de marca.

A partir do momento da contratação de jovens trainees para a área de Marketing, espera-se engajar com a cultura da empresa e consequentemente transmitir esses valores às marcas da companhia impactando de maneira positiva tanto o negócio quanto o mercado. Com isso, a ideia é passar esses valores de uma maneira mais enaltecida ao consumidor com marcas mais relevantes culturalmente falando.

Encontrar novos momentos culturais também é fundamental. Em 2017, a AB InBev implementou um novo modelo de negócios, chamado de CEF (Category Expansion Framework), em todos os mercados, com o objetivo de obter análises mais profundas sobre o crescimento. O quadro, que adotou da SABMiller após uma fusão entre as duas empresas em 2016, visa aumentar a categoria global de cerveja, identificando novas oportunidades e oportunidades de consumo.

Apesar dos últimos resultados da companhia nos últimos três anos terem sido o melhor, o principal desafio da AB Inbev tem sido o crescimento de vendas na categoria lager, que se encontra estagnado, tendo em vista as mudanças nos hábitos dos consumidores conforme adotam uma preferência por cervejas artesanais.

Leia Mais
Opinião

Influenciadores digitais nas táticas de mídia

influencidor digital-mídia-creativosbr

Que os “influenciadores digitais” estão cada vez mais presentes em nossas vidas, é inegável, mas você já parou para pensar o tanto que as suas respectivas presenças cresceram nos budgets de mídia? Antes de mais nada, o que é um influenciador digital mesmo?

Influência, segundo o dicionário Michaelis significa o poder de influenciar e modificar o pensamento ou o comportamento de outrem sem o uso da força ou imposição. E digital… dispensa comentários. Então pra fechar a ideia, influenciador digital é aquele ser que através de meios digitais tem poder de alterar pensamentos e comportamentos de outras pessoas… interessante, e é aí que está a sacada. É ai que as marcas estão apostando.

Arrisco dizer que os influenciadores digitais podem ser como veículos de mídia especializados, ou melhor, segmentados. Ao definir um veículo de mídia segmentado, como um canal fechado de TV ou uma revista de carros, para uma campanha é preciso conhecer a “linha editorial”, tiragem, circulação, audiência, alcance, entre outras variáveis e opções até chegar a uma decisão do melhor custo-benefício para a campanha e/ou para o cliente. Com o influenciador digital não pode ser diferente, é preciso estar atento a todas as nuances para certificar que aquela pessoa escolhida realmente detém o poder de influenciar comportamento do público de interesse da marca. Ou no final da campanha você pode olhar pro relatório pensando “Influência de quê?”.

Foi-se o tempo em que a efetividade de uma campanha era medida pela abrangência (se é que esse tempo existiu um dia). Então não ache que o melhor influenciador digital é aquele que tem a maior quantidade de fãs, seguidores ou inscritos no seu canal, o melhor é aquele que tem maior proximidade com o público a qual a mensagem se destina. Reforço aqui que o influenciador digital não é necessariamente aquele ser famoso com vários dígitos de seguidores, para comprovar o que estou dizendo veja como a Adorocinema definiu influenciadores para suas ações.

Poderia até listar vários cases de diferentes formas de como os influencers estão cada vez mais presentes na mídia. Mas prefiro encerrar com uma mensagem e um convite. Influenciador digital não é a função é a consequência de um posicionamento coerente com conteúdos frequentes e de qualidade.

Se você quer (ou precisa) saber mais a respeito de como planejar e comprar influenciadores digitais para se destacar no mercado…

OBJETIVO DO CURSO:

Capacitar os alunos presentes quanto ao entendimento dos conceitos e tendências da mídia digital e sua aplicabilidade no dia a dia, possibilitando assim, a construção de um bom e estratégico plano de mídia com influenciadores digitais para marcas de empresas de pequeno, médio ou grande porte. Entender as características do marketing de influência e quem são esses influenciadores e como eles alteraram o negócio da publicidade na mídia digital nos últimos anos. Através de inúmeras atividades práticas, os alunos trabalharão e exercitarão habilidades da técnica da disciplina, que passam por análises de adequação e relevância, alcance e engajamento, além das etapas de segmentação, rankeamento, negociação e mensuração da mídia comprada. O curso inclui o fornecimento do material por parte do professor e certificado de participação.

Mais informações, conteúdo programático e inscrições: https://bit.ly/2Ibe2O4

 

Leia Mais
Publicidade

Clássico de Elis Regina é utilizado em campanha do Nubank

nubank-CREATIVOSBR-BLOGDOCRESPO-PUBLICIDADE

O Nubank, com a missão de acabar com a complexidade desafiando modelos tradicionais, anunciou recentemente a primeira campanha de sua marca.
A ideia do vídeo “O Novo Sempre Vem”, de criação da agência SOKO, é mostrar que a canção ainda traz discussões atuais, mais de quatro décadas depois de seu lançamento.O vídeo foi disponibilizado no YouTube e em todas as demais redes sociais da marca, e ganhou correção das cores para melhorar a textura visual. Além disso, foram removidos ruídos, defeitos e marcas que ficaram da digitalização e aplicados tratamentos de áudio para que a música tivesse melhor reprodução em smartphones e tablets.

De acordo com o marca, a música ainda é relevante no que diz respeito a problemáticas atuais, mesmo após quatro décadas de seu lançamento, em especial às invenções que têm provocado mudanças significativas no comportamento das pessoas. Para a cofundadora e vice-presidente da Fintech, Cristina Junqueira, “o ritmo de mudanças que a tecnologia está trazendo é muito acelerado”, e as pessoas já não precisam mais sofrer com processos e sistemas datados, repletos de filas e burocracias.

Além do vídeo, o Nubank também espalhou painéis de OOH com os trechos “Como Nossos Pais”, “É você que ama o passado”, “Há perigo na esquina” e “O novo sempre vem” em pontos estratégicos da cidade de São Paulo. As mensagens com tom provocativo, localizadas sempre próximas a grandes aglomerações de agências bancárias.

Leia Mais
1 2 3 11
Página 1de 11