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Mercedes-Benz faz pulseira para smartwatch com borracha de pneu

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Durante o Salão do Automóvel de São Paulo, a Mercedes-Benz foi além do portfólio automotivo e anunciou a criação de uma pulseira para smartwatch.

Idealizada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi (agência que atende a montadora através da operação Publicis Emil), a estratégia integra os esforços da marca Mercedes-AMG e utiliza a força e potência do automóvel para liberar o principal insumo do processo de fabricação da pulseira: a borracha do pneu.

Por isso, a partir de hoje, a marca divulga nas suas redes sociais um filme produzido pela Underdogs que revela mais detalhes sobre a produção da série limitada de pulseiras. Confira aqui em primeira mão.

“Nossa missão é rejuvenescer uma marca forte sem abrir mão de todas as qualidades e atributos que ela representa, como confiança, qualidade e elegância. É por isso que acreditamos no poder que essa ideia tem: unindo tecnologia e inovação para promover conceitos antes abstratos”, explica Evandro Bastos, gerente de Marketing de Automóveis da Mercedes-Benz do Brasil.

Para os criativos responsáveis, o projeto dá oportunidade de colocar na prática um novo modelo de pensamento. “Criamos um produto a partir da análise de dados. E para essa entrega, tivemos de pensar e estar perto de todas as etapas de desenvolvimento, produção, divulgação e operação comercial junto ao cliente” lembra João Paulo Testa.

“Esse projeto nos deu a oportunidade de materializar o que são 612 cavalos de potência em diferentes frentes. Do desenho da pulseira feito por um designer de automóveis que convidamos, a um filme sensorial, passando por pôsteres feitos realmente das marcas de pneus que a Mercedes-AMG deixou no chão”, completa Bruno Zampoli.

As pulseiras podem ser adquiridas na loja MB Collection do Salão do Automóvel ou no e-commerce da loja em sistema de pré-venda.

 

AGÊNCIA: F/Nazca Saatchi & Saatchi / Publicis Emil

CLIENTE: Mercedes-Benz Brasil

PRODUTO: Mercedes-AMG

TÍTULO: Projeto 63 

DIREÇÃO GERAL DE CRIAÇÃO: Fabio Fernandes

DIREÇÃO DE CRIAÇÃO:  Pedro Prado | Rodrigo Castellari
CRIAÇÃO: João Paulo Testa | Bruno Zampoli

ATENDIMENTO: Saulo Sanchez | Claudia Razzé | Marcelo Bocchini | Flavia Paladini

PLANEJAMENTO: Rita Almeida | Quentin Mahé | Patrícia Mendes

PRODUÇÃO GRÁFICA: Jomar Farias | Leandro Ferreira | Guilherme Gaggl

DESIGNER DE PRODUTO: Leonardo Testa

RTV: Fernanda Sousa | Elucieli Nascimento | Rafael Paes | Victor Alloza

PRODUTORA: Underdogs

DIREÇÃO DE CENA: Maurício Castro

PRODUÇÃO EXECUTIVA: Fábio Colaneri Dedding | Henrique de Oliveira Campos

ATENDIMENTO: Mônica Silveira

COORDENADORA DE PRODUÇÃO: Marlette Cella

DIRETOR DE FOTOGRAFIA: Rhebling Junior

MONTAGEM: Daniel Varotto

FINALIZAÇÃO: Átomo VFX

PRODUÇÃO DE SOM E TRILHA: Tesis

MAESTRO: Henrique Racz | Will Bone | Silvio Piesco

ATENDIMENTO: Alline Pecci

APROVAÇÃO CLIENTE: Evandro Bastos | Thiago Mourão

 

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Marketing

Heineken promove experiências no Rio de Janeiro

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No último final de semana, a Heineken promoveu um grande evento com diversas ativações que movimentou o Rio de Janeiro. Para muitos, a marca consagrou mais uma vez sua missão de ser uma experiência memorável. A empresa promoveu uma série de ativações na orla carioca com o evento F1 Experience com o objetivo de aproximar a cerveja com o badalado circuito mundial de automobilismo e promover o GP Brasil da F1.

Para mostrar que mesmo com o título decidido para Lewis Hamilton e sem um brasileiro na temporada a pista ainda é repleta de emoções, a Heineken investiu no principal legado da marca: a experiência, levando pras ruas a emoção da F1. O evento que foi aberto ao público começou às 9h, com Felipe massa acelerando uma Willians na enseada de Botafogo. O evento ainda contou com performances e manobras de drifting racing da equipe Drift Meet Team e show de motos acrobáticas do Força e Ação.

“Pra gente, é necessário contar uma história. Não queremos apenas colocar nosso logo nas pistas ou em placas de campo. E embora o patrocínio seja global, a gente se preocupa em contar algo relevante para o consumidor brasileiro”, afirma Vanessa Brandão, diretora de marketing da Heineken. A marca mostrou que leva a sério a experiência dos consumidores, e também promoveu a Heineken Parade, com equipe de performers que realizaram coreografias, intervenções pela pista e palco móvel com shows de Fatnotronic e Preta Gil.

Para Massa, o evento não foi somente uma ativação de marca, mas uma maneira de manter a paixão e a tradição do brasileiro pelo esporte. No próximo domingo (10), o evento irá acelerar pelas ruas de Porto Alegre (RS), contando também com a presença de Rubens Barrichello.

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Mídia

GroupM compartilha insights sobre o futuro da mídia

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O GroupM, grupo de investimento em mídia da WPP, divulgou hoje seu segundo relatório anual, fornecendo informações sobre consumo de vídeo ao consumidor, plataformas de publicidade e demanda com muitos comentários detalhados sobre as principais tendências.

Embora algumas empresas de rádio tenham tomado medidas para reduzir a frequência de anúncios, elas continuam a subir nos EUA, de acordo com o relatório anual do GroupM.

No geral, as cargas de anúncios aumentaram de 10,9 minutos por hora no ano passado, em agosto, para 11,2 minutos por hora este ano ao mesmo tempo, de acordo com uma análise dos dados da Nielsen. E, embora tanto a NBC Universal quanto a Fox tenham adotado medidas para reduzir os anúncios neste ano, dados divulgados anteriormente mostram que, embora os anúncios tenham crescido 4%, a receita nacional de anúncios de TV permaneceu estável.

Apesar dessas mudanças na frequência de anúncios, “as pessoas não viram a retenção de público subir”, segundo Rob Norman, especialista em vídeo da indústria do GroupM. Os experimentos mostraram que, embora os anúncios de seis segundos possam funcionar no espaço do anúncio digital, eles “realmente não decolaram” para a televisão.

“Eu acho que ainda há uma luta considerável nesta era para entender um anúncio de seis segundos”, disse ele. Anúncios mais curtos poderiam “aliviar a frequência”, segundo o relatório.

Nos EUA, os anúncios de 30 segundos estão em declínio de 2014 até o ano passado, enquanto os anúncios de 15 segundos e os de 10 segundos aumentaram durante o mesmo período de tempo. No geral, os anúncios de 15 segundos superaram os anúncios de 30 segundos em termos de intenção de ação, eficácia, emoção e memória, de acordo com dados da Nielsen citados pelo GroupM. No entanto, anúncios de 30 segundos foram melhores para atenção, de acordo com os dados.

Ao contrário dos anos anteriores, “não havia diferenças consideravelmente grandes na indústria para este relatório”, disse Norman. Ainda assim, o GroupM determinou várias tendências para o tempo em que estamos, incluindo que o número de pessoas que assistem TV apoiada por anúncios não crescerá e a fadiga de assinaturas é “inevitável”, de acordo com o relatório.

“Estamos no estado de uma revolução incompleta”, finalizou Norman.

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Ações anticorrupção da Petrobras viram campanha

Ações anticorrupção da Petrobras viram campanha – Publicidade – CreativosBR

Intitulada de “Confiança”, a campanha criada pela DPZ&T se baseou em pesquisa à opinião pública, a qual detectou que a maioria das pessoas desconhece as ações de governança e conformidades desenvolvidas pela Petrobras no decorrer dos últimos anos. A campanha estreou nesta segunda-feira (29) no intervalo do Jornal Nacional e veio para divulgar as ações que a empresa tem tomado para aprimorar a prevenção e o combate à corrupção. A produção foi feita no primeiro semestre, mas só veio ao ar agora por conta do período eleitoral, seguindo orientações legais e normativos relativas à publicidade institucional.

Além da exibição na TV aberta, a campanha com assinatura “Não existe caminho fácil. Existe o caminho certo” também tem inserções de peças em jornais, internet e um filme exclusivo para cinema durante o mês de novembro. A campanha posiciona a Petrobras como vítima da corrupção revelada na operação Lava Jato, trazendo no primeiro comercial as medidas implementadas contra a corrupção nos últimos anos. No segundo, conta com colaboradores de diferentes áreas da companhia falando sobre as ações adotadas, enquanto o filme destinado ao cinema enfatiza e destaca a Petrobras como motivo de admiração brasileira. Confira os vídeos abaixo. Não deixe de ver o último!

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A vida seria melhor sem smartphones?

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Quem nunca ouviu alguém criticar a tecnologia por supostamente ser um male na vida da humanidade? Entre defensores e críticos, convenhamos que as inovações tecnológicas têm suas conveniências. Tal fato é: quem não é grato por não precisar pegar filas em banco para sacar um cheque?

Com muito senso de humor, a Three, empresa de telefonia móvel britânica, lançou uma campanha com o tema #PhonesareGood, criada pela Wieden + Kennedy London, que aborda esses questionamentos mostrando se realmente o contexto histórico poderia ter sido melhor com os malvados smartphones.

O diretor de marketing da Three, Shadi Halliwell, retrata que “a melhor coisa do #PhonesAreGood é que todos nós podemos nos identificar com o contexto (…) E, embora não devêssemos estar em nossos telefones 24h por dia, se não fosse por nossos celulares, como você encontraria  um amor enquanto descansa no sofá ou então compraria sapatos novos enquanto está sentado no vaso sanitário?!”

O ponto aqui é que, com certeza, existe algo como o equilíbrio entre a tecnologia e a vida, mas no final, #PhonesAreGood.

FICHA TÉCNICA:

Cliente: Three
Agency: Wieden + Kennedy London

Diretor Criativo: Hollie Walker
Criativos: Tom Bender, Tom Corcoran
Diretores Executivos Criativos: Iain Tait, Tony Davidson
Diretor de Contas do Grupo: Paulo Salomao
Diretor de Contas: Lauren Ivory
Gerente de Contas: Lara Wahab
Diretor de Estratégia: Andy Wright
Estrategista: Rachel Hamburger
Comms Planner: Lee Ramsay
TV Produtor: Richard Adkins
Assistente de produção de TV: Aran Patterson
Produtores de impressão: Rowan Ferraz
Diretor de design: Ryan Teixeira
Oficina de arte: Jhy Turley
Gerente sênior de negócios: Alex Coomer

Companhia de Produção: Friend London
Diretor: Ian Pons Jewell
Produtor Executivo: Luke Jacobs
Produtor: Jon Adams
Diretor de Fotografia: Mauro Chiarello
Designer de Produção: Mark Connell
Figurinista: Ameena Callender
Service Company: Radioaktive Film

Editar Empresa: Cut & Run
Editor: Ben Campbell
Assistente de Edição: Chris Hutchings
Editar Produtor: Ruth Minkley

VFX Empresa: Time Based Arts
VFX Supervisor: James Allen
VFX Responsável de produção: Josh Robinson
VFX Assistente de produção: Sean Ewins
Lead VFX Artista: Luke Todd
Colorista: Simone Grattarola
Artistas de Chamas: Matt Jackson, Leo Weston, David Birkhill, Stephen Grasso, Jamie
Artistas Crofts Nuke: Leandro Vázquez, Matt Shires, Bernardo Varela, Sarah Breakwell, George Cressey, Ralph Briscoe, Manolo Perez
Artistas CG: Oscar Diez, James Spillman, Mike Battcock, Jon Park, James Mann, Nigel Timms, Daniel Davie, Gareth Bell , Cesar Eiji Nunes, David Loh, Michael Hunault, Federico Guzzardo, Florian Mounie, Dan Esperança: pintores Matte
Lisa Ayla, Sylvie Minois
AFX: Jess Gorick (TBA), Stu Greenwood (A + K), Andrei Veriotti (A + K), Laurence Mence (A + K)

Sound Company: 750mph
Designer de som: Sam Ashwell, Jake Ashwell
Produtor de som: Mary-Ann D’Cruz
Supervisor musical: John Connon @ Mr. Pape

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Opinião

Consultoria ou Agência?

CREATIVOS BR – Opinião – Consultoria ou Agência de comunicação

Dentre as voltas que o mercado (que a vida) dá, vez ou outra me pego pensando: o que será mais eficiente: consultoria ou gestão de comunicação? O que poderá dar melhores retornos para a empresa: concentrar todos os esforços de comunicação ou terceirizar? Posso lhe afirmar que os consultores e agências de consultoria terão ótimos argumentos para convencer de que a consultoria é a melhor opção para a empresa. Por outro lado, gestores e agências de comunicação (e/ou de propaganda) tem toda uma base para contra argumentar e lhe provar que é a gestão que o contratante precisa. Ambas as opções serão eficiente para o cliente, basta entender qual é o momento. Mas o que o cliente precisa de fato? São diversos vieses a serem ponderados para essa decisão.

É evidente o espaço que as consultorias têm ganhado no mercado, incluindo o de comunicação. O fato é que o que vai gerar resultado na empresa pode não ser uma nova comunicação e sim uma reestruturação do negócio, uma evolução do mindset corporativo, ou repensar os processos. Antes de convidar os amigos, organize a casa para recebê-los. O mercado muda muito e as empresas precisam acompanhar essa evolução, e isso incluí as agências de comunicação.

Por outro lado, a agência de comunicação tem a responsabilidade e a expertise de estabelecer diálogo com os públicos de interesse da empresa, que podem ser (e são) extensos e variados. De acordo com o porte e necessidade de comunicação pode ser inviável interiorizar a comunicação e ser importante ter uma agência.

Precisamos entender e acompanhar as voltas que o mercado sempre dá. Vejo empresas que decidiram contratar equipe interna para gerir sua própria comunicação e com isso chamar a responsabilidade pra si sobre a ótica de reduzir custo, ter agilidade e mais relevância. E também vejo empresas que, pelos mesmos motivos, decidem contratar uma agência de comunicação. Diferentes empresas, em diferentes momentos do negócios, carecem de diferentes soluções.

Mas quem disse que não dá para aliar a consultoria e a gestão de comunicação? Principalmente na busca pela relevância, a integração dessas duas frentes podem somar em um resultado sinérgico incrível. Contudo, o que vou dizer serve tanto para o contratado quanto para o contratante, o que fará a diferença é a empatia no negócio. É você, enquanto agência ou consultoria, entender e se preocupar de fato o que será fundamental na empresa, entender e respeitar qual é o momento dela. Ou a você, enquanto cliente, entender o valor da sua verba, olhar para dentro (da empresa), considerar todos os seus recursos, principalmente humanos, e concluir de acordo com os seus desafios (objetivos) o que fará diferença no momento.

Consultoria ou agência? O mercado ganha com as consultorias se envolvendo e balançando as agências e as agências se posicionando e entendendo a essência de uma consultoria.

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Opinião

Grandes agências e médios prazeres pedem novos caminhos

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Tenho horror à gente que não se permite mudar de opinião.

Pessoas que até já mudaram de ideia sobre algumas coisas, mas que preferem não tornar público para não ter que admitir que reavaliou e que agora pensa diferente.

Nizan tem uma frase que sempre repetia pelos corredores da agência: “Eu não tenho compromisso com o erro”.

É mais ou menos isso.

Certa vez, um diretor me perguntou qual era o meu objetivo dentro da mídia. Respondi: “Ser o melhor mídia do Brasil, VP dessa agência e quem sabe, Presidente do Grupo de Mídia”.

Resposta de um sonhador, cheio de garras e vontades. Mais emoção do que razão naquelas palavras ditas.

Mas trabalhei, aprendi, apanhei, cresci.

No dia que eu  pedi demissão dessa mesma agência, chamei o mesmo diretor e disse a ele: “Se hoje tu me perguntasse a mesma coisa eu diria que desejaria ser o melhor profissional de mídia do Brasil na visão dos meus subordinados, dos meus clientes e dos meus superiores. Nessa ordem”.

As pessoas mudam e isso é bacana!

Talvez nem todos saibam, mas meu início de carreira não foi nada fácil.

Me formei em uma faculdade no interior do Estado, onde a realidade do mercado publicitário naquela região me distanciava do que acontecia no eixo Rio-São Paulo.

Vinha à São Paulo uma vez por mês, de ônibus de linha e com meus envelopes de currículos na mão, percorria a pé os bairros do Itaim, Vila Olímpia e Pinheiros.

Sem conhecer gente no mercado, deixava meu currículo impresso na portaria dos luxuosos prédios em que abrigavam as principais agências do país. Por inúmeras vezes, ao entregar o currículo e virar de costas, escutava o amassar ou mesmo o rasgar do envelope que acabara de ser entregue.

Ainda estudante, fui em umas três ou quatro edições do Maximídia com o crachá de outra pessoa. Como? Vinha pra São Paulo, ia pra porta do evento e ficava lá esperando algum executivo sair. Dizia a ele que eu era estudante e que não tinha como desembolsar aquela grana toda. Ele me dava o crachá dele e eu entrava. Pois é! Queria respirar criatividade, estar entre os grandes profissionais, viver um sonho.

Mas certo dia, as coisas começaram a acontecer. Talvez a receita devesse conter bastante de dedicação e preparo, somado à uma pitada de sorte e algumas colheres de oportunidade e de repente eu estava dentro de grandes agências, fazendo aquilo que desejei por anos: mídia.

Nesse caminho, percorri agências grandiosas, atuei em campanhas prazerosas e conheci gente boa ‘pacas’.

Na Ogilvy tive chefes maravilhosos que me deram a oportunidade de propor, questionar, participar. Vivi a publicidade de verdade ali.

Fui então pra África. Gosto sempre de dizer uma coisa sobre essa agência: a mesma fama que tira gente de lá é a que leva gente pra lá. Uma agência que trabalha no limite. Isso faz você crescer profissionalmente, muito rápido. Aos mais próximos, digo sempre que talvez tenha sido a agência que mais aprendi dentre todas que passei.

Na Y&R tive rápida passagem à convite de uma pessoa de um coração enorme (única que cito aqui) e que mesmo quando eu estava longe, fazia questão de me acompanhar e me dar bons conselhos: Gustavo Gaion. Um mentor pra mim. Sempre que o vejo, agradeço tudo o que fez e faz por minha carreira. Duvida? Pergunte a ele se não é verdade!

A passagem pela JWT me deu a oportunidade de trabalhar com um player de varejo. Queria entender aquela rotina maluca, os prazos apertados. Ué, todo mundo tem o seu momento de masoquismo. Me deixa.

Em 2014, recebi o convite para assumir a gestão da Central de Mídia de Bradesco, na W/McCann. Momento de Olimpíadas, cliente do setor financeiro, alto investimento. Muita gente pensa que não, mas ali tive oportunidade de aprimorar muito a minha técnica de mídia. Ainda que tivéssemos uma série de divergências, tive um chefe que foi o melhor negociador de mídia que já conheci. Trabalhando com ele, aprendi muita coisa e evolui muito em vários aspectos profissionais.

Me faltava o topo. Me faltava assumir um cargo de Direção em uma agência. A oportunidade surgiu em 2017. Fui para a aktuellmix, uma das maiores agências de live marketing do país. Ali, tomei um susto. Descobri na pele, que a mídia, que é demais importante, é somente uma das partes de um todo bastante mais complexo de um cliente. Trabalhar ali me deu melhor visibilidade do negócio do cliente. Tive experiências muito bacanas, conheci profissionais mais 360 e fica um carinho especial ao trabalho realizado com “dr. Consulta”, onde ajudamos através de boa comunicação, a mudar o status do cliente.

Missão cumprida? Talvez.

Rol de boas agências, boas campanhas na rua, cliente gigantes, pessoas fodas.

Trabalhei com Nizan, Olivetto, Eco, Mohallem e até Justus. Esse último prometo apagar antes de postar.

Percorri a hierarquia dentro da minha atividade como deve ser. Cheguei onde queria, mas… isso não era mais sinal de felicidade.

Agências têm sempre os mesmos problemas. Agências tradicionais possuem estruturas muito quadradas e não andaram na mesma velocidade das necessidades dos clientes.

Nos últimos anos andei pensando muito nas coisas. Fruto de um olhar mais técnico, as agências já não resolvem boa parte dos problemas de comunicação de seus clientes.

Vi por diversas vezes marcas importantes precisando de 4, 5, 6 agências para terem todas as suas necessidades atendidas.

Isso me fez, muitas vezes, perder o tesão no meio de um job. Publicidade tem que ter tesão, senão você pira, não entrega o melhor de si.

Vivemos um mercado de agências apegadas a um formato de receita que não sabemos até onde dura. E mais: o quanto isso é nocivo à estratégia do cliente anunciante?

Hora de repensar a carreira. Hora de mudar. Hora de tentar fazer de um jeito onde eu possa ser mais relevante para meus clientes.

Com a experiência adquirida aqui e acolá trabalhando com desafiadores clientes, agências enormes e pessoas demais técnicas, acho que posso seguir sozinho daqui por diante, sem me perder.

Não estou abandonando a profissão, mas agora quero seguir com o meu negócio.

Quero focar em clientes pequenos e médios que possuem desafios tanto como as grandes contas que atendi.

São empresas muitas vezes esquecidas pelo mercado e que também precisam de um olhar profissional técnico de marketing e comunicação.

Quero poder entregar competência, atenção, dedicação e um trabalho que não se baseia no óbvio ou nas velhas regras. Status? Vamos deixar de lado.

Montei um bom time para isso. Um time novo, sem vícios profissionais e que pira em pensar.

O creativosbr é uma agência pequena. É familiar. É de resultados. Tem gente competente pra entregar gestão de redes sociais, marketing de busca, consultoria estratégica de marca, criação, compra e controle de mídia, assim como treinamento e desenvolvimento para equipes.

Além de agência, somos portal de comunicação para jovens profissionais e estudantes, legado trazido do Blog do Crespo e que, por ser nossa parte de nossa missão, sempre será levado a diante.

O creativosbr é o meu novo sonho. Fruto de madrugadas sem dormir. Não foram duas ou três. Foram centenas de madrugadas em claro montando esse sonho.

Se quiser conhecer a gente, entra no site, segue a gente no Instagram, no Twitter e no Facebook.

Agora então irei dividir o tempo junto com as aulas de Mídia e Planejamento de Mídia na FAAP e na FECAP, atividades outras que amo fazer. Além dessas, ainda acumulo com muito orgulho a função de coordenador de curso na Fecap e de sócio-idealizador do Amigos do Mercado.

As grandes agências foram importantes, mas me trouxeram médios prazeres. Hora de seguir novos caminhos.

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Marketing

Como o Manchester City quer ser um vencedor além dos 90 minutos

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De uns anos para cá o Manchester City, clube de futebol que disputa a primeira divisão da liga de futebol profissional inglesa (Premier League), e que possui sua sede na cidade de Manchester (ING), vem crescendo consideravelmente no que se refere à receita, valor de marca e visibilidade no cenário de futebol mundial.

Além do seu futebol, que vive uma boa fase, outro atrativo que tem chamado a atenção da mídia é a maneira como o clube trabalha a sua marca. Com o objetivo de conquistar mais fãs para, o clube vem realizando diversas ações para conseguir diversos públicos fora dos gramados.

A Nuria Tarre, diretora de marketing do City Football Group – empresa criada com o objetivo de supervisionar e administrar uma rede de clubes sob a tutela do Manchester City – foi nomeada ao cargo em um momento que o clube tinha como interesse ganhar visibilidade da marca. E acredita-se que ter sob tutela diversos clubes localizados em diferentes hemisférios do mundo, contribui no que se refere a trazer inovações para conquistar mais fãs.

Segundo Tarre, “se quisermos crescer mais rápido, não podemos fazer o mesmo que os outros fazem; precisamos inovar e pensar de maneira diferente. Estamos tentando aprender o que funciona melhor em outros esportes, no entretenimento, no digital e na mídia, para não apenas poder servir e propor a melhor experiência possível para os fãs que chegam aos nossos jogos em Manchester, mas para se conectar com nossos fãs globalmente de uma forma que seja significativa e relevante .”

Apesar de não ter todas as respostas do que dará certo, de imediato, Nuria afirma que para encontrar as respostas, experimentar e trazer novas ideias tendo como referência o que funciona em outras indústrias é o melhor caminho a ser seguido. Não se trata apenas de realizar um evento de 90 minutos dentro de campo, mas sim procurar maneiras de atrair esse público que já acompanha a nossa marca dentro de campo, para o que acontece no vestiário.

Recentemente, em uma parceria com a Amazon Prime, o clube lançou um documentário dividido em uma série de vídeos a fim de levar os fãs para acompanharem a sua jornada na conquista do título da Premier League. É explorando o ambiente digital que o Manchester City espera encontrar a melhor maneira de atender as expectativas das marcas as quais desejam fazer parcerias com o clube.

“Tudo ou Nada” traz filmagens exclusivas com o gerente da equipe, Pep Guardiola, e tem como objetivo fornecer aos fãs acesso irrestrito de uma maneira “aberta e transparente” que ela diz refletir os valores do clube. “O que fizemos como um clube é abrir as portas e deixar a Amazon entrar, o que, do ponto de vista organizacional, tem sido bastante desafiador porque teve acesso ao vestiário, ao jogo, ao jogo no intervalo, que é algo que nunca acontece”, explica.

Com esse novo tipo de conteúdo atraindo olhares de diversos públicos, muitos torcedores de futebol de outros clubes passaram a acompanhar esse conteúdo ao mesmo tempo em que desejava que o clube para o qual torce fizesse o mesmo, segundo relatos nas redes sociais da marca.

Mas a ideia da marca não é fazer mais do mesmo. Para continuar crescendo e gerando mais receita, o clube já pensou em trabalhar com influenciadores  explorando as mídias digitais, além de inovar continuamente sua comunicação. A própria marca já afirmou que ano que vem pretende mudar o formato da abordagem para trazer outros conteúdos com novas parcerias, acreditando que assim podem ser mais relevantes com suas histórias.

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Vai e vem

Paulo Centenaro é o novo diretor executivo da ABRADI

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Com a responsabilidade de aumentar a representatividade no país, unificar as 14 regionais e posicionar a instituição como transformadora digital, agora a ABRADI conta com a direção executiva de Paulo Centenaro.

“A nacionalização da instituição visa, principalmente, criar um back-office estruturado com uma equipe própria administrativa-financeira potencializada por contratos de empresas de contabilidade e de advocacia”, disse Marcelo Sousa, presidente da Abradi Nacional.

Há quase dez anos Paulo assume a mesma função na unidade de São Paulo e afirma que a Abradi vai trabalhar para mostrar ao mercado que seus profissionais estão ativos na liderança da transformação digital no país.

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Marketing

Roger Federer é o novo protagonista em campanha da Rimowa

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A companhia de bagagem de luxo Rimowa conta com uma nova celebridade para suas comunicações. A marca de origem alemã contratou Roger Federer, o ilustre astro do tênis.

Além da participação de Federer, a marca conta com participação de Virgil Abloh, diretor artístico do segmento masculino da Louis Vuitton; a modelo Adwoa Aboah; o famoso chef e restaurateur Nobu Matsuhisa e o designer de joias masculinas da Dior, Yoon Ahn.

Segundo o diretor de comunicação da Rimowa, essas celebridades possuem como parte da sua rotina de trabalho o hábito de viajar. E diferente de uma viagem a lazer, a Rimowa quer enfatizar que o seu público viaja a um propósito. E por conta desse hábito, possuem uma conexão muito forte com suas malas.

Uma curiosidade sobre a parceria com as celebridades é que foi solicitado que as estrelas utilizassem suas próprias malas em vez de utilizarem produtos fornecidos pela marca.

 

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