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Descubra agora como usar o círculo cromático

Uma das maiores dificuldades de profissionais da área de Criação é como fazer o uso correto do tão famoso círculo cromático. Por isso, preparamos esse post especialmente para você!

Seja na fotografia, no cinema ou nas roupas, o círculo cromático é uma das principais ferramentas que precisamos entender para que nosso trabalho, junto das fontes e imagens, transmitam a mensagem que desejamos passar.

É por ele que podemos formar das mais variadas criações e transformá-las em emoções, ainda tendo harmonia.

Primeiro precisamos entender:

Cores primárias

São as cores que não são adquiridas por misturas de outras cores. (Não confunda com as cores aditivas: o sistema RGB, que é utilizado em monitores e na fotografia!)

São elas: vermelho, amarelo e azul.

Cores secundárias

Mescla das cores primárias.

São elas:  laranja, verde e violeta.

Cores terciárias

Mescla das cores primárias e secundárias.

São elas: vermelho + roxo = vermelho-arroxeado;

Vermelho + laranja = vermelho-alaranjado ou laranja-escuro;

Amarelo + verde = amarelo-esverdeado ou verde-claro;

Amarelo + laranja = amarelo-alaranjado.

 

Tendo isso em mente, vamos para algumas das combinações:

Combinações complementares

São as junções de cores opostas do ciclo cromático. São uma combinação vibrante e com saturação. Utilizado para dar contraste para as artes mostrar muita personalidade.

Exemplo: laranja e azul ou vermelho e verde.

Combinação em fenda

Variante das cores complementares, para fazer a combinação é só escolher uma cor primária e duas complementares. O resultado é de contraste, mas com menos saturação.

Exemplo: verde, amarelo e violeta ou laranja, azul e amarelo.

Combinações análogas

Usado muito em design de interiores, essa combinação traz pouco contraste sem perder a harmonia. Isso acontece porque pegamos cores (duas ou três) vizinhas entre si ou de até 3 cores com um intervalo de uma cor entre elas. Isso cria criações e agradáveis e moderno.

Exemplo: tons de roxo e azul, tons de laranja e vermelho.

Combinações de três cores (Tríade)

Está é uma combinação de três cores que estão equidistantes dentro do círculo, produzindo um efeito de alto contraste, porém sem perder a harmonia. Esse tipo de composição cria uma sensação “vibrante” mesmo quando utilizado cores claras e sem saturação.

Exemplo: verde, laranja e violeta ou vermelho, amarelo e azul.

Combinações de quatro cores (Quadrado)

Um pouco diferente das outras composições, essa usa quatro cores equidistantes, mas são usadas cores complementares nos tons entre si. Isso cria um resultado colorido e divertido.

Exemplo: ciano, roxo, laranja avermelhado ou amarelo ou verde, laranja, azul e vermelho.

Monocromático

É o uso das mesmas cores, porém, com diferentes matizes. Há uma variedade entre tons entre as mesmas cores, usando o preto e o branco para clarear ou escurecer as cores selecionadas. Esse método acaba sendo bem atraente, chamativo e inspirador para quem vê.

Exemplo: preto e branco (clássico) ou todas as outras cores em várias tonalidades.

 

Cada cor sozinha representa uma emoção, como o azul, que traz paz. Porém, quando fazemos combinações harmoniosas, podemos subir o nível do nosso trabalho, chamando atenção dos nossos clientes e nos destacando dos demais. Mas, fique livre para se desprender das regras e criar as suas próprias combinações!

 

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O flanelinha de layout

– Mais pra esquerda, um pouco mais; vem vindo, vem… vem…. Aí, tá bom. Agora desce o logo.

Eu não sou Diretor de Arte, mas ao longo dos meus 10 anos como Redator, duplei com muitos deles, e hoje coordeno um time de DAs e busco não fazer o papel do sujeito que dá o título a este texto. Claro que a linha é tênue entre coordenar e ser o chato dos pitacos, mas é exatamente isso que quero trazer nessa reflexão.

– Agora joga pra direita; sobe um pouco, isso. Dá um zoom e tá show de bola. Bota um efeito nessa picanha, tá muito malpassada…

Em toda a minha vida de anunciantes e agências, 102% dos diretores de artes com quem trabalhei reclamavam dos conhecidos como flanelinhas (ou manobristas) de layout. É incômodo trabalhar com alguém na sua orelha dizendo como é que você tem que fazer o seu trabalho. É como dirigir com alguém do lado dizendo em que faixa você tem que estar no trânsito; é como cozinhar com alguém dizendo que você tem que mexer o molho; é como trocar a fralda do seu bebê (que você já faz há 1 ano) com alguém falando que você está fazendo errado.

– Coloca um degradê que vai ficar top, Zé. E muda essa fonte pra uma Comic Sans que vai ficar mais moderna, que tal, hein, hein? Tô te falando que eu conheço o cliente! Vem na minha….

Ninguém merece conviver com os flanelinhas de layout. Se você – em sua vida de Diretor de Arte – ainda não se deparou com um deles, continue sem abrir o vidro do seu “carro”, mas na hora de estacionar, adivinha quem estará lá pra te ajudar (?):

– Joga um pouco pra direita… agora esterça, agora joga pra esquerda…. Vem um pouco mais pra trás. Aí tá show!.

 

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Deadlines: no limite da morte

Ainda me lembro do meu primeiro emprego/estágio como Redator, na Diretoria de TI do banco Bradesco, numa reunião com os desenvolvedores de projeto, quando minha parceira de trabalho perguntou para o cliente: “Qual o deadline do job?”

Tela azul.

Voltamos para a mesa e, no caminho, ela me explicava o que era o tal do deadline. Era o tal prazo, que mais cedo ou mais tarde, eu saberia que – em meio à refações – ele nem sempre seria cumprido. Talvez por isso teria “dead” no nome.

No âmbito da publicidade, o deadline é o tempo limite para a realização de um job, o qual pode ser negociado com o cliente, e que muitas vezes acaba sendo alterado durante a execução do trabalho; mas é ele quem dita a regra do jogo.

É fato que cada dia mais as empresas têm trabalhado com deadlines mais apertados dentro de suas equipes, o que faz com que os jobs cheguem com menos qualidade no cliente; por isso, é fundamental que, na hora de negociar o prazo com o cliente, todas as etapas do processo sejam pensadas, desde a elaboração do briefing, planejamento, criação, aprovação e ainda contar com as refações que podem acontecer no meio do caminho.

Devemos sempre contar com uma folguinha no prazo para contratempos. Por isso que os programas internos de organização de processos são importantes, assim como os cronogramas, para que possamos enxergar o todo e ter o controle dos jobs. Dessa forma os deadlines se tornam nossos parceiros, e deixam de se tornar símbolos da morte.

E você, lida bem com os deadlines na sua empresa?

 

 

 

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Um job sem defesa é um filho pequeno indo sozinho pra escola

É bem comum, nas agências de publicidade, que o time da Criação fique até altas horas da noite criando peças e trabalhando nas refações do cliente para melhor entregar o job solicitado. Embora eu nunca fui adepto a esse trabalho noturno, e – hoje – no Creativosbr a gente busca fazer com que todos saiam no horário, é bem natural e sempre foi assim no ramo da publicidade.

Mas o que quero destacar aqui é que todo o carinho e esforço depositado no trabalho do cliente não pode ser jogado fora na hora da apresentação do job. Digo isso porque, desde a elaboração do briefing, até o planejamento, redação e direção de arte, até a finalização da campanha, tudo é feito com muito cuidado, para chegar na hora e simplesmente jogar o job para o cliente sem junto acompanhar uma defesa; é um desperdício.

Um job sem defesa é um filho pequeno indo sozinho pra escola. É mais do que perigoso, é falta de respeito, de amparo, de zelo, é relaxo.

Não é sobre explicar o job ou o processo criativo, mas entender os porquês dos elementos, colocar os pingos nos “is”. É defender o conceito, a estratégia, a ideia, os objetivos que fizeram com que você criasse tal peça, por exemplo.

É fundamental, até para o cliente, entender a estratégia que foi pensada para o seu negócio, pois é ele que vai comprar a ideia. É com a aprovação dele que você terá a confirmação de mais um job entregue com sucesso.

Então já sabe. Que fique como lição de casa o conselho: jamais deixe seu filho pequeno ir sozinho para a escola.

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Mídia

De CPM só conheço o 22

Quando entrei na faculdade de Publicidade e Propaganda, já sabia o que eu queria fazer: ser Redator Publicitário. Com meus livros debaixo do braço, eu caminhava em direção à biblioteca louco para ver os livros que a Universidade Católica de Santos tinha para me disponibilizar e que eu pudesse aprender, com os grandes mestres, um pouco mais sobre a profissão.

Na sala de aula, muitos queriam seguir o caminho do Atendimento, Planejamento, da Criação também, mas na parte de Direção de Arte, e poucos loucos que nem meu irmão, em casa, queriam a tal da Mídia. A tão aterrorizante matéria só me encontrou acho que no terceiro ano, já quando havia mudado pra São Paulo e me transferido para outra universidade, mas parecia que tinha me encontrado no segundo dia de aula.

Até então, o único CPM que eu tinha ouvido falar era o 22*, e na boa, era o único que eu me interessava. Nas aulas eu boiava, os números me tiravam o sono, e eu – com vergonha de perguntar para meu irmão – que devorava Mídia, ficava quieto.

Enquanto isso, em casa, meu irmão – e hoje meu sócio – se tornou um grande profissional de Mídia, com passagem pelas maiores agências do país, professor de três universidades lecionando Mídia, e que tenho o prazer de assistir suas aulas e cursos dados ao longo dos anos, onde consigo ter uma noção básica das coisas.

Nasci pra escrever, pra atuar na Criação. Embora defenda a ideia de que devemos ser generalistas, existem coisas que quando não sabemos fazer, não adianta insistir.

E quando a gente não sabe fazer uma coisa, a gente se junta com quem sabe, e forma um time vencedor; e não há nada de errado nisso.

E formar um time é preciso, até porque de CPM, só conheço o 22.

*CPM 22 foi uma banda de hardcore do início dos anos 2000 que embalou hits como “Dias Atrás”, “Regina Let`s Go”, “Não Sei Viver Sem Ter Você” e “Um Minuto para o Fim do Mundo”.

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Vai e vem

Monkey-land fortalece equipe com a chegada de duas profissionais

Jessyca Silva é a nova redatora do estúdio monkey-land. A criativa tem
passagem pela Almap BBDO, CP+B, DPZ&T e já trabalhou para clientes como
Diageo, Netflix, McDonalds, Itaú-Unibanco, Motorola, Pepsico, Natura.
Foi jurada na última premiação do Clube de Criação.

Já Anelene Putini chega como gerente de negócios e operações. Ex-Leo
Burnett Tailor Made, AlmapBBDO e F/Nazca, já atendeu contas como FIAT,
O Boticário, Guaraná Antarctica e Skol. Mais recentemente, trabalhou
na agência Float Health, em Portugal, atendendo grandes laboratórios,
como Lundbeck, Grunenthal, Merck S.A., Lilly, Galderma.

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Marketing

Briefing não é receita de bolo

Quem nunca levou um puxão de orelha por um briefing mal construído?

A maior parte dos artigos traz uma receita de bolo na qual o briefing tem que ter, obrigatoriamente, o histórico do cliente, concorrentes, produtos. É claro que são informações importantes, mas será que de fato é isso que garante um bom briefing independentemente do objetivo? Na prática eu aprendi que não.

Por isto, separei essa estratégia super importante para você fazer um briefing de brilhar os olhos do seu chefe, sem receita de bolo e aplicável para qualquer tipo de briefing que você fizer.

Bora conferir?

Sobre a estratégia 5W2H

Esta estratégia é muito utilizada no modelo canva, que ajuda a ter um overview dos projetos. Assim, traz informações essenciais para um trabalho bem executado na agência.

Ela pode ser reestruturada em um texto compacto transmitindo clareza igual a um canva.

Confira cada letra desta estratégia:

What

Você deve dizer o que é o job: um plano de mídia? Um post para social media? Uma campanha de lançamento de produto? Uma postagem ou um anúncio de revista?

Este W serve para trazer clareza sobre o que é, exatamente, a entrega a ser feita.

Who

Nesta etapa, você pode descrever quem é o cliente, trazendo seu histórico, caso seja um briefing de planejamento; ou trazer quem são os responsáveis por cada etapa do projeto, caso seja um briefing para uma equipe de criação e produção da comunicação do cliente.

When

O deadline é essencial para que todos se organizem em suas entregas e saibam priorizar a ordem de produção, e é nessa etapa em que você deve trazer este dado.

Lembre-se de planejar todos os prazos de entrega, e não apenas o final.

Vale ressaltar também a duração da campanha e a duração das etapas: 2 semanas de awareness e 1 mês de tráfego, e assim por diante.

Where

Aqui você trará os formatos: é um planejamento on, off ou 360°? É um anúncio de revista, post de feed ou enquete? As artes terão desdobramentos para quais formatos?

Neste W deve constar todas as informações técnicas que serão necessárias para a realização do job.

Why

Afinal, para que serve este plano de mídia? Para tráfego ao site? Para lançar um novo produto? Para enfatizar o share of mind?

Seja sucinto para tornar objetivo o motivo da solicitação do job, sendo direto na solicitação.

How

Como será feita a veiculação, afinal? Como será a estratégia das postagens? Tenha sempre em mente o que é o job, e a partir dele fazer a pergunta que aquele que receber o briefing faria sobre o “como”. Se você seguir o “como” a partir desse desdobramento, ficará muito mais fácil de interpretar os dados que devem ser passados no briefing.

How much

As perguntas que não querem calar: quanto tem de budget? Qual o volume de posts a serem realizados? Foque sempre no que a pessoa que receberá o briefing precisa saber para executar a sua função.

Sim, parece muita coisa, mas você facilmente pode condensar tudo em um único parágrafo.

Faça os resumos e a partir deles construa o parágrafo interligando as informações.

Um bom briefing não é um briefing enorme, e muito menos um briefing com informações pré-estabelecidas na maior parte dos artigos da internet. Um bom briefing é aquele que tem as informações essenciais para transmitir clareza e organização na mensagem.

E aí, conseguiu ver o briefing com outros olhos e fora da receita de bolo que você sempre vê por aí?

Compartilhe com seus amigos de trabalho para que todos entreguem briefings brilhantes e dignos de enquadramento!

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Vagas

Creativosbr Me Ajuda: um projeto para quem está em busca de recolocação

A pandemia pegou todo mundo de jeito e, de forma assustadora, aumentou o índice de desemprego no Brasil e no mundo, em todos os setores, e em todos os níveis hierárquicos. Muitos chefes de família que dependiam de seus empregos se viram desesperados e, em meio ao caos, não sabem mais o que fazer para se recolocar no mercado.

O Creativosbr quer ajudar, mas até então a gente não sabia como. Foi aí que surgiu a ideia do projeto Creativosbr Me Ajuda, e ele começa agora, porque não dá mais para adiar nenhuma ideia enquanto as pessoas precisam se recolocar.

A partir de hoje nos colocamos à disposição para redigir cartas de apresentação (ou melhorar a sua, caso você possua alguma); revisar currículos e dar consultorias de como seu portfólio pode ser mais parrudo, tanto pelo lado de texto quanto direção de arte.

Criaremos também uma arte padrão para você colocar no seu feed de Instagram, Facebook e Linkedin e um story estático com uma foto sua (fornecida por você) com seu nome, cargo pretendido e seus dados de contato para que você possa atrair recrutadores e usar em suas mídias sociais.

E mais, faremos uma live exclusiva com todos sobre o tema “Como se comportar em uma entrevista”.

Nesse momento é o que a agência Creativosbr pode fazer por você através do projeto Creativosbr Me Ajuda, colocando nosso time à sua disposição para que você se recoloque rapidamente no mercado.

Esperamos que tudo isso passe logo, e que você esteja bem e seguro.

Caso queira participar do projeto, envie um e-mail para creativosbrmeajuda@agenciacreativosbr.com com o assunto Creativosbr Me Ajuda, contando brevemente quem é você, seu currículo, com uma foto, suas mídias sociais, e como podemos te ajudar dentro da nossa proposta. Para mais informações, acesse http://www.creativosbr.com.br/creativosbrmeajuda

IMPORTANTE: inicialmente o projeto atenderá os 50 primeiros contatos que chegarem em nosso e-mail, podendo ser expandido conforme nossa disponibilidade. O Creativosbr Me Ajuda contará com todo o suporte do departamento de Criação da agência Creativosbr.

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Conteúdo

Trocadilhos: relatos de um usuário

Meu nome é Guilherme, tenho 34 anos e estou há 2 minutos sem fazer um trocadilho.

Sou Sócio e Diretor de Criação da agência Creativosbr e tenho em meu currículo mais de 10 anos de experiência como Redator. Trabalhei para grandes marcas, atendendo grandes anunciantes, e sempre tive o humor como essência dos meus textos. Por sorte, a maior parte dos meus clientes tinha esse mood, embora atendi contas que não tinham, e tive que me adaptar. Tive sucesso, mas foram essas contas que me fizeram ligar o sinal de alerta para me reinventar.

Meu nome é Guilherme, tenho 34 anos e estou há 3 minutos sem fazer um trocadilho.

Sempre fui o piadista da turma. Embora minhas piadas sempre fossem péssimas, sempre arranquei risadas e me relacionei bem com as pessoas, e nos brainstorms eu costumava me dar bem, porque era o fato de eu não ter medo de expor minhas ideias e trocadilhos que saíam as boas criações. Aprendi que os trocadilhos funcionavam sim, mas que às vezes eles eram pontos de partida para ideias melhores ainda.

Meu nome é Guilherme, tenho 34 anos e estou há 5 minutos sem fazer um trocadilho.

Há alguns anos, participei de um projeto do Erick Mendonça, um grande Redator, chamado Tapa no Portifa. Ele conectava pessoas que queriam melhorias em seu portfólio com grandes nomes do mercado. Nesse projeto, me conectei a um Redator chamado Renato Barreto, da DM9. E ele me ensinou uma grande lição:

“Analogias inteligentes são mais efetivas que trocadilhos infames.”

Pensei muito sobre isso, e depois de criar alguns títulos melhores para meu portfólio, construí ideias mais efetivas e melhorei meu processo de criação. Claro que o trocadilho nunca saiu de mim, mas as analogias inteligentes somaram ao meu processo criativo de tal forma que eu jamais imaginaria.

Resumidamente, se você é redator, escolha as analogias inteligentes na hora de criar um título para sua campanha. São elas que vão abrir sua mente para um mundo muito mais diferente e inovador.

Mas se você tem o trocadilho como sua essência, não o deixe de lado. Às vezes funciona. Só não abuse e saiba a hora de usá-lo.

Meu nome é Guilherme, tenho 34 anos e consegui terminar este texto sem fazer um trocadilho (mas se você gostar de algum, me chama no privado 😉 )

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5 técnicas para melhorar o impacto dos seus outdoors

Com certeza, se os seus outdoors estão nas ruas, é porque você e sua equipe gostaram do resultado, e eu não estou aqui para julgar a beleza do seu outdoor. Bom, mais ou menos. Na verdade, quero te mostrar algumas técnicas para melhorar o impacto da sua arte no público-alvo.

Quantidade de informação
Não é por ser uma área grande que você deve sobrecarregá-la. As pessoas não prestam muita atenção nesta veiculação pois são impactadas ao ir de um ponto A para um ponto B. Por isto, seja sucinto e diga apenas o necessário, escrevendo aquilo que a pessoa terá tempo para ler.

Distribuição do conteúdo
Assim como a quantidade de informação pode acabar com o seu outdoor, a distribuição delas também. Deixar os elementos alinhados e mais espalhados favorece uma leitura mais rápida e dinâmica para o público. Isto garante ainda mais que ele consiga ser impactado rapidamente e que receba a informação corretamente.

Localização do outdoor
As dicas anteriores são muito importantes, porém variam de acordo com a localização dos banners. Se eles forem expostos numa estrada, por exemplo, dê destaque à imagem e ao logotipo, diminuindo o máximo possível a quantidade de informações não verbais.

Porém, se ele fica no metrô, próximo às catracas ou de frente para a plataforma, ouse explorar melhor a linguagem textual. Na catraca, a pessoa geralmente pega uma fila para entrar no metrô e, ao esperar o vagão, ela simplesmente não tem pra onde olhar, tirando o celular (uma boa hora para impactar também, não é mesmo?).

OOH inteligente
Sim, se o cliente tem uma verba legal, aposte nela. Para isto, você tem que estudar as especificações técnicas da empresa de outdoor e garantir uma ideia brilhante. Você pode agir junto de tecnologia ou jogos de luz, como a campanha da Netflix sobre o Drácula – que aliás é uma ótima inspiração se quiser explorar este campo do out of home.

Influencers
O mais comum em vermos nos outdoors são os influenciadores da marca, pois a expressam através de seus pensamentos e ações. É uma boa estratégia para alcançar o público, pois se sentem mais próximos da empresa através de um interesse em comum: a Anitta para a Skol Beats, a Simone e Simaria para a TIM ou qualquer outro artista que vier à sua mente.

Bom, depois dessas ideias, espero que esteja inspirado para criar suas próximas peças de mídia OOH e melhorar o engajamento do público. Lembre-se: se as pessoas não conseguirem ler a mensagem, não serão impactadas como você e o cliente esperam.

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