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Conheça sua própria caixa

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“Pensar fora da caixa”. Essa é a máxima quando falamos de pensar em algo criativo, inédito, inovador… Mas nem começamos olhando “para a caixa”.  Já pensou nisso?

Pois é, a Hershey’s olhou para a própria embalagem e enxergou que as mulheres estiveram sempre presentes. Her e She (pronomes em inglês que significam ‘dela’ e ‘ela’). A campanha feita com a agência BETC/Havas transformou a embalagem da barra de chocolate ao leite em uma galeria de divulgação de várias mulheres talentosas: cantoras, musicistas, poetisas, escritoras, entre outras.

Para potencializar a campanha, a marca vai publicar os trabalhos das artistas em suas redes sociais e demais canais digitais. A ideia para este Dia da Mulher é compartilhar a audiência da Hershey’s com outras mulheres que poderão divulgar seus trabalhos usando a hashtag #HerShe , que poderão serem replicadas nos perfis da marca.

 

Incrível! Às vezes a boa ideia está mais perto do que a gente imagina.

O Itaú, em 2016, soltou a campanha Digitau, assinada pela Africa. A campanha divulgava os investimentos do banco em serviços digitais. É fato que esta rendeu várias opiniões diferentes, mas o que importa é: a boa ideia estava mais perto da caixa, ou neste caso, da palavra-chave do briefing. O difícil mesmo – e é aqui que entra a criatividade da publicidade – é conseguir enxergar o que sempre esteve ali e ninguém via.

Por isso, um bom exercício é: antes de pensar fora da caixa, olhe bem para ela.

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Novo posicionamento de O Boticário com histórias reais

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Histórias reais para marcar novo posicionamento de marca? Sim! Cheia de emoção e mistério, O Boticário lançou no último domingo (31/3), coque iphone no intervalo do Fantástico, seu novo posicionamento “O Boticário. coque iphone Onde tem amor, coque iphone 2019 tem beleza”. Inspirado em uma história real, coque iphone um senhor conta que, coque iphone com seus 80 anos, decide entrar em um curso de maquiagem. coque iphone soldes Mesmo não tendo tanto talento e vocação como seus colegas de curso, tem um motivo muito especial para estar ali. O filme marca a estreia da Heads para o institucional d’O Boticário.

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Vai e vem

Nick Law assume criação do Publicis Groupe

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Com objetivo de impulsionar a evolução digital do grupo, o australiano Nick Law foi anunciado nesta segunda-feira (22) como presidente do Publicis Communications e CCO do Publicis Groupe. coque iphone soldes O ex-vice-chairman e CCO global da R/GA chegará a seu novo cargo com a missão de elevar a performance criativa do grupo integrando talento criativo, dados e tecnologia para resultar em melhores soluções aos clientes. coque iphone pas cher Reforçar o posicionamento do Publicis com a criatividade e a tecnologia a serviço de marketing foi, segundo o comunicado do Publicis, o motivo da escolha por Nick Law, um dos grandes nomes da R/GA com carreira de quase 20 anos na agência. coque iphone pas cher Law começa em maio e se reportará diretamente a Arthur Sadoun. “Ao longo de sua carreira, ele entregou um trabalho de nível mundial que se baseia no que acreditamos que todos os nossos clientes precisam: a alquimia da criatividade e da tecnologia. coque iphone x Essa modernidade das ideias, combinada com suas óbvias habilidades de liderança, faz de Nick a pessoa perfeita para desempenhar um papel tão importante no nosso grupo”, disse Sadoun. Com o cargo de presidente do Publicis Communications, Law estará responsável por instituir uma cultura criativa unificada que ajude a promover culturas fortes, dinâmicas e diversas em todas as marcas criativas do grupo, que envolvem a Leo Burnett, Saatchi e Saatchi, Publicis Worldwide, BBH, Fallon e Marcel. coque iphone Ele também designará esforços voltados para a Marcel visando garantir que a recém lançada plataforma de inteligência artificial ajude os criativos da rede.

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Opinião

Ser feliz ou ter dinheiro?

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Há quem defenda a tese de que você deve estudar o que gosta. É bem verdade que – ao mesmo em tempo que muitos pais orientam os filhos de que eles devem fazer o que gostam – muitos incentivam a escolha de profissões promissoras como Medicina, Direito e Engenharia. Fato é que só depois dos 30 vamos perceber que não tínhamos maturidade suficiente para fazer a escolha certa aos 18, quando entramos na faculdade. E, por isso, pagamos o preço de trabalharmos no que odiamos, mas no que dá dinheiro; ou fazermos o que amamos, mas vivermos fazendo unidunitê na hora de pagar as contas.

Hoje, com mais de 30, eu defendo a tese de que devemos fazer aquilo que gostamos, mesmo que não dê dinheiro. É verdade que às vezes penso diferente, mas é apenas por alguns minutos. O lance é que fazer o que se gosta reduz o estresse e aumenta as chances de você se destacar na sua profissão, uma vez que você tem prazer e amor por aquilo que faz. Embora você conviva ainda com o estresse de sofrer para pagar as contas no final do mês.

Mas imaginemos que você tenha escolhido a faculdade que lhe garantia um futuro promissor, aquela que você odiava, mas que sofria pressão paterna para fazê-la. Hoje você é feliz? Tem um carro novo, um ‘apê’ legal e janta em bons restaurantes? Ótimo, mas você se sente realizado? Essa reflexão nos leva a pensar se fizemos a escolha certa na época da faculdade, e novamente nos leva a pensar que somente hoje depois dos 30 saberíamos fazer a escolha coerente.

No final, tanto faz a escolha que você fez. Se pensar bem, qualquer uma das escolhas que tenha feito lhe dará o bônus e o ônus. Ou é feliz das 9h às 18h e infeliz no restante do tempo, ou vice-versa. O importante é fazer o que gosta ou ganhar dinheiro sem fazer o que ama. Ou, se for um sortudo da vida, ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Mas eu não conheço ninguém que conseguiu essa façanha. Você conhece? Conte pra gente nos comentários.

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Opinião

Você é criativo. Por enquanto.

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Por quanto tempo você é capaz ser criativo, de fazer a diferença? E se essa capacidade tiver uma vida útil, como uma bateria? O que faz para recarregá-la? Você é capaz de desconstruir e reaprender?

Para abrir esse “debate interno” vou iniciar com um trecho de Karen Fuoco, executiva de marketing e consultora da Miami Ad School, para o Meio & Mensagem.

“Em um mercado de alta competitividade, com milhares de profissionais medianos, normais e invisíveis, uma pequena diferença de comportamento e de atitude pode resultar em uma significativa vantagem competitiva”.

Modelos de negócios, de ideias e linhas comunicativas, assim com as tecnologias, são voláteis, e – principalmente por conta das tecnologias – evaporam com facilidade. As sacadas brilhantes de hoje já não terão a mesma resplandecência “amanhã”, e isto é bem óbvio, depois do efeito surpresa o impacto tende a se tornar mediano (ou não, vai que viraliza).

Mas não é sobre isso que quero dizer. Vamos falar sobre a própria criatividade e não a criação. Por quanto tempo os padrões de criação funcionam? Aquele modelo de negócio que nasceu como inovador, perdurou por quanto tempo sem adequação? E aquela linha de comunicação, por quanto tempo comunica com eficiência com o público?

Vamos falar sobre o modelo mental, o mindset de pessoas criativas, pessoas de atitude e que mudam o comportamento quando necessário. Aposto que conhece ou já ouviu falar de alguém que possa ter a fantástica “síndrome do Midas”, tudo o que toca vira ouro, aquela pessoa que cria ideias incríveis, modelos de negócios lucrativos, enfim pessoas de sacadas geniais. O que fazem essas pessoas para nutrir o cérebro? O que você faz fomentar a sua criatividade?

Creio que essa resposta possa ser completamente pessoal e intransferível. Ou seja, cada pessoa tem suas necessidades intelectuais diferentes. Percebo que às vezes a busca de referências e a vontade de fazer diferente não são suficientes para “elevar sua nota” e colocar você acima da média, pode ser que isso seja apenas o requisito mínimo pra jogar o jogo.

Alias, se o que está fazendo está passível de comparação, pode ser um sinal dizendo que a disrupção se faz necessária. Para nós comunicadores, pensadores, empreendedores, influenciadores e eternos estudantes, o desaprendizado precisa ser levado a sério tão quanto o aprendizado, mas tem-se que sacar o timing. Saber a hora de tirar o time de campo é tão importante quanto saber a hora de atacar.

Vivo na pele essa inquietação, e a pergunta que jogo pra você é a mesma que me faço diariamente: você ainda faz a diferença no que se propõe a fazer?

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Y&R CONQUISTA 100% DA PUBLICIDADE DE LG

Conquistada em 2008, a conta da LG agora passa a ser 100% da Y&R, que agora cuidará também da presença digital da marca no país, desde o planejamento, a criação e mídia das campanhas on-line até a produção de conteúdo para as redes e os canais digitais.

David Laloum, presidente da Y&R se pronunciou a respeito: “a consolidação da conta da LG, agora com o digital também no portfólio da Y&R, confirma o nosso compromisso com a inovação, o digital e a integração entre o pensamento e a prática no desenvolvimento de campanhas para todos os meios.”

O processo de concorrência contou com as gigantes África, Havas, Ogilvy e W/McCann.

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