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Sua marca nas mãos do consumidor

A média de permanência no celular é de 5,7 horas por dia, de segunda a quinta-feira. Na sexta-feira e no final de semana, esse número pode chegar a uma média de 6,9 horas por dia. Os dados, que chegam a impressionar, são de uma pesquisa realizada pela empresa AppGuardian, e divulgados recentemente pela revista Exame.

A mesma pesquisa revela ainda que crianças entre cinco e quinze anos, passam mais de 25 horas mensais em frente ao Youtube, consumindo vídeos de todos os tipos e gêneros. Essa geração não cresce assistindo TV, como aconteceu com essa galera que tem mais de 30 ou 35 anos de idade. Essas crianças e adolescentes são nativas digitais, diferentemente da geração anterior, teve que migrar do tradicional pro moderno, do analógico pro digital.

A verdade é que a cibercultura alterou a forma de fazermos as mesmas coisas. Agregou-se tecnologia na nossa rotina e isso otimizou tempo e esforço. Tudo agora, ou quase tudo, pode ser feito pela tela do celular e desta forma, naturalmente passamos mais tempo olhando para nosso smartphone. Pode ver num ponto de ônibus, num farol, numa fila ou mesmo numa sala de espera de consultório médico. Olhar o celular tornou-se uma atividade natural e até intuitiva.

E se isso acontece, as empresas buscam se adaptar. O Whats’App divulgou essa semana que usuários brasileiros agora podem utilizar a plataforma como meio de pagamento de produtos e serviços. Trata-se de uma nova realidade e sim, é um caminho sem volta. A pandemia intensificou e acelerou esse processo, é verdade, mas seria ingênuo pensar que no período pós pandemia, o consumo de digital e em especial do mobile, irá diminuir ou ser o que era anos atrás.

Dessa forma, faz total sentido que marcas queiram se comunicar com seus consumidores através de mídia mobile. Se agora, as pessoas passam horas olhando pra a tela de seu smartphone é lá que as marcas precisam estar.  É uma possibilidade nunca antes de vista de, literalmente, colocar sua marca nas mãos do consumidor.

As possibilidades de segmentação, mensuração e interatividade oferecidas pela mídia mobile são muito maiores do que os demais meios de comunicação permitiram até os dias atuais. Experimente a mídia mobile e tenha sua marca nas mãos dos consumidores. Fale com a OPL Digital e saiba como.

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5 razões pelas quais a publicidade mobile é mais eficaz do que qualquer outra mídia

Nos últimos anos, o mobile passou de tendência para realidade.

Segundo pesquisa da Hootsuite, divulgada em fevereiro deste ano, já são mais de 5,3 bilhões de indivíduos no planeta com um celular na mão. Isso representa algo em torno de 66,6% de toda a população mundial. Somente nos últimos doze meses, o mundo ganhou novos 93 milhões de novos usuários de smartphones.

Se formos fazer um recorte para o Brasil, os números também são impressionantes. Atualmente, segundo a mesma pesquisa, já somos 205,4 milhões de brasileiros conectados via mobile. Este número representa algo em torno de 96,3% de toda a população brasileira. Incrível, não? Um dos motivos que explicam esses altos índices é a própria tecnologia. Com a chegada de aparelhos cada vez mais modernos, o país começa a também disponibilizar aparelhos mais acessíveis, não necessariamente “tão modernos” quanto os lançamentos. A diminuição no preço desses aparelhos “menos modernos” faz com que o mobile fique mais acessível às novas parcelas da população.

Sendo assim, e entendendo que as empresas possuem o desafio diário de se conectarem com essas milhões de pessoas nesse ambiente digital, listamos cinco razões pelas quais a publicidade mobile pode ser muito mais eficaz do que qualquer outra mídia em nosso país.

1. Cultura digital: a popularização dos aparelhos gerou um novo comportamento nos indivíduos, que agora utilizam os smartphones para tarefas do dia a dia, como: pagar contas, pedir refeições, fazer compras de supermercados ou mesmo fazer uma confraternização virtual com seus familiares em um final de semana qualquer. Isso faz com que as pessoas passem mais tempo olhando para a tela de um celular e fazendo desse ambiente, um território fértil e de oportunidade para as marcas. Um recorte no público adulto (16-64) mostra que eles dedicam 5h17 do seu dia para esse ambiente.

2. Vários pontos de contato: muito por conta do efeito da cultura digital, as pessoas hoje possuem quase que infinitas possibilidades dentro de um smartphone. Por ali, conversam com amigos por texto ou por áudio, enviam imagens e arquivos, acessam notícias e ainda treinam um ou outro idioma. Usam o ambiente para buscar mais informações sobre um produto ou serviço, inclusive. A pesquisa da Hootsuite mostra que 91,4% dos usuários de smartphone no Brasil declaram ter utilizado o aparelho para buscarem mais informações de um produto antes de comprarem. Do ponto de vista publicitário, essa grande variedade de aplicativos e conteúdos interativos cria um campo extremamente fértil para publicidade mobile, que pode estar presente dentro de todo esse conteúdo, de maneira frequente e contextualizada.

3. Comunicação um a um: talvez seja esse um dos maiores diferenciais da publicidade mobile. Aqui, a comunicação é individualizada, diferentemente de um PC, que pode ser acessado por uma ou mais pessoas. Pela tela de um aparelho celular, as marcas podem criar conteúdos muito mais direcionados e customizados ao usuário, tornando então o mobile a maior e melhor possibilidade de mídia no que diz respeito à segmentação de target, hoje tão buscada por marcas anunciantes.

4.Geolocalização: diferentemente de um PC ou de quase toda a mídia tradicional, o smartphone dos indivíduos é portátil e está sempre com o usuário onde quer que ele vá. Desta forma, na publicidade mobile, a marca anunciante pode se utilizar da localização de um indivíduo para oferecer a ele um desconto em uma livraria próxima ou um cupom para uma cafeteria que está a poucos metros dele. Isso acaba fazendo da publicidade mobile algo bastante efetiva do ponto de vista da performance, já que a mídia pode contribuir, e muito, para a conversão.

5. Checkout e conversão: se a pandemia acabou por levar mais gente a consumir notícias, entretenimento, produtos e serviços no ambiente digital, podemos dizer que, por consequência disso, acabou por levar também uma percepção de mais segurança nesse ambiente. Já são 59,4% dos usuários de smartphone no Brasil que declaram ter algum tipo de forma de pagamento inserida ou cadastrada dentro de seu aparelho celular. Sendo assim, a tela do celular é um novo ambiente de compra para usuários e as marcas ficam muito mais próximas da conversão. A facilidade no processo de compra via mobile somada às boas experiências pessoais anteriores nesse ambiente cria no usuário uma sensação de que dali por diante, muito pode ser comprado ou adquirido dessa forma. Cabe às marcas anunciantes migrarem e adaptarem seus negócios para esse modelo e certamente irão vender ainda mais.

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Mundo dos Apps: qual a melhor escolha?

Quem nunca teve o WhatsApp no celular que atire a primeira pedra!

Brincadeiras à parte, a bem verdade é que uso de aplicativos está se mostrando cada vez maior e as pessoas passaram a procurar os seus ‘queridinhos’ para baixar no celular, até porque, ter espaço nessa tecnologia é como encontrar o pote de ouro no fim do arco íris.

Conforme o tempo passa, mais e mais empresas investem nos aplicativos, seja devido a facilidade de funções em um só lugar ou até a experiência proporcionada aos usuários. E, não à toa, já sabemos todos os aplicativos básicos no celular: WhatsApp, Instagram, Facebook, Twitter, TikTok, Netlix… a lista é longa (e muito), porém o espaço é escasso e, devido a isso, sempre existe a pergunta: qual a escolha final do consumidor? Se você tivesse que escolher entre WhatsApp e Netlix, ou Instagram e TikTok, qual seria o aplicativo desinstalado?

É uma escolha difícil, nós sabemos. Mas, as empresas também sabem disso e buscam tentar criar a melhor experiência para você, de forma que ele venha a ser o escolhido a ficar. Então, vamos a (algumas) dicas para levar em consideração na hora de escolher usar um app no seu negócio:

  • Usabilidade/Eficiência

Não é novidade que quanto mais fácil o uso, mais prático ele é. Verifique se o aplicativo não dá erros no meio das funções, se os usuários conseguem encontrar facilmente o que precisam, se sabem usá-lo e se eles conseguem realizar suas atividades sem problemas.

  • Comunicação/Feedback

Aqui, você deve verificar se as pessoas se sentem acolhidas no momento do uso. “Ah, mas como eu vejo isso?” É bem simples: as mensagens de “bem-vindo de volta” ou “boa tarde, posso ajudar?”, instruções de uso simplificado, ou “estamos quase lá!” na finalização de uma compra, demonstram a presente preocupação das empresas com os seus clientes. É importante ouvir o que as pessoas têm a dizer, assim como é importante eles perceberem o que você possui de diferente no seu serviço.

  • Entender o mercado

Este ponto é o mais importante. Deve-se atentar ao perfil dos seus usuários e suas preferências, ou seja, o que eles gostam de utilizar no produto/serviço. Se uma pessoa gosta de praticar exercícios físicos, faz sentido possuir o app Nike Training, por exemplo. Não adianta ter um app com mil e uma funcionalidades se as campanhas do seu produto estão direcionadas para o mercado errado. Leve em consideração o número de pessoas que ainda possuem o aplicativo instalado – e com que frequência isso acontece -, entenda a realidade dos usuários.

E, vamos a um caso prático: em uma empresa que vende cosméticos, por exemplo, o uso de um app é bem mais fácil para desenvolvimento, manutenção e acessibilidade? A realidade é que mesmo o aplicativo sendo um ótimo meio de experiência para as pessoas, nem sempre é o ideal. A atualização dos catálogos, o espaço ocupado no celular, o tempo de desenvolvimento e a baixa acessibilidade, ou seja, as pessoas apenas fazem o download do app quando necessário, faz com que seja muito mais eficiente o uso de um site do que de um app.

O mercado digital é muito disputado e muda o tempo todo. Esteja atento ao que acontece com o seu público e o que melhor se encaixa nele e você fará muito sucesso!

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Estadão lança “Estadão Blue Studio”, nova operação de publicidade.

Nova estrutura atenderá agências e anunciantes com o objetivo de desenvolver projetos criativos, inovadores e orientados a resultados.

São Paulo, março de 2021 – Como parte de sua transformação digital,
o Estadão lança o Estadão Blue Studio, uma nova operação dedicada
para criar soluções publicitárias inovadoras e orientadas a
performance. O Estadão Blue Studio será responsável por criar e
entregar soluções de conteúdo, tecnologia e mídia, desenhadas de
acordo com as métricas e objetivos de negócio do cliente. Com isso, o
Estadão amplia a parceria estratégica com o mercado publicitário que
busca credibilidade e resultado no mesmo ambiente.

“A criação do Estadão Blue Studio é um marco em nossa trajetória de
transformação digital e representa um grande avanço em nossa
atuação no mercado publicitário. A plataforma surge para idealizar e
executar soluções criativas, inovadoras e que, efetivamente, gerem
valor para as marcas de nossos parceiros”, comenta Francisco Mesquita,
diretor-presidente do Grupo Estado.

A nova operação está organizada em duas diretorias com o compromisso
de gerenciar os processos de ponta a ponta na esteira de produção. A
diretoria de Criação e Planejamento terá a responsabilidade de
desenvolver os projetos, sempre orientados a resultados, ancorados em
estratégias data-driven,com aporte de inovação e criatividade e com
entregas multi-plataformas (impresso, digital, rádio e podcasts). Na
outra ponta, a diretoria de Conteúdo e Operações está estruturada
para implementar os projetos – garantindo a qualidade da execução e a
entrega dos KPIs estabelecidos – e entregar um pós-venda consistente e
efetivo.

O Estadão apresentará a novidade ao mercado com o vídeo case de uma
ação criada para o Banco Itaú em 2020 sobre o mercado imobiliário,
destacando o valor que o case gerou para o cliente. O projeto lançou
uma plataforma de busca que integrou conteúdo inteligente, simulador de
financiamento e mais de 50 mil ofertas de imóveis, em parceria com nove
incorporadoras e dez imobiliárias, gerando em 90 dias um resultado de
2.500 leads interessados em comprar um imóvel.

“Com o Estadão Blue Studio, estaremos ainda mais conectados com nossos
clientes, entregando resultados para as marcas por meio de projetos
pensados 360º. A nova operação de publicidade inaugura uma era de
projetos data-driven, inteligentes e inovadores”, comenta Paulo Pessoa,
Diretor Executivo de Publicidade do Grupo Estado.

Veja mais sobre o Estadão Blue Studio em
https://bluestudio.estadao.com.br/

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Minimalismo: marcas aderindo e tornando-se tendência novamente

Internautas buscam praticidade e informações pontuais na web, e o design simplista carrega esta exigência.

Minimalismo, como o próprio nome diz, é uma arte simples, sem muitos detalhes, procura se expressar pelo mínimo possível. Referência disso é uma frase usada com frequência: “menos é mais”, dita pelo arquiteto Ludwig Mies. Sabendo disso, ao longo do tempo vemos algumas alterações de identidade visual das marcas ou até mesmo dos veículos de comunicação, caso da Globo, trazendo sua nova identidade junto de outras plataformas digitais; mas afinal, qual o motivo de apostar tanto no formato deste design?

Originado em um movimento pós-guerra na escola de artes alemã, era algo que tinha muito sucesso e sua maior referência foi a escola de Bauhaus. No início, os criadores de conteúdo eram minimalistas devido a internet ser lenta, no entanto, com a chegada da banda larga e o avanço da internet, isso foi deixado de lado, porém, o cenário mudou.

Atualmente, os internautas buscam mais praticidade e informações pontuais na web, e o design simplista carrega esta exigência, traz informações numa expressão abstrata. Uma série no Netflix que exemplifica está arte é “The Abstract”, principalmente em seu episódio da marca Nike, onde mostra toda sua evolução, e percebemos, como os detalhes vão se tornando mínimos.

Outra marca que gerou bastante comentário nas redes foi a Pringle’s, que trouxe uma mudança após vinte anos, com seu logo transmitindo modernidade, inovação; trata-se de enxergar pelos olhos do consumidor e entender que, com o tempo enxuto que temos, basta uma imagem para entender a mensagem, e este é o exato papel dessa tendência, agradar seu público visualmente.

 

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4 características do consumo phigital

Antes mesmo da pandemia, víamos no mercado empresas aplicando e aprimorando cada vez mais suas estratégias de omnichannel, ou seja, os clientes já estavam começando a ter melhores experiências com os canais de compra de determinadas marcas.

Daí, veio a pandemia e o caos que ainda enfrentamos no nosso cotidiano, porém, esse cenário mexeu bastante com o mercado, principalmente com as relações de compra. Empresas que enfrentavam resistências para se digitalizar e diminuir a fricção com seus clientes, tiveram que se adequar ou só restavam fechar as portas. O mesmo acabou acontecendo com os consumidores, os mais conservadores e pragmáticos tiveram senão como única opção a internet para adquirir produtos básicos e essenciais sem colocar a saúde em risco.

Praticamente um ano após essa mudança de cenário, podemos identificar um novo tipo de consumidor, o que passou a ser chamado de phigital. Uma mistura entre as vantagens do mundo físico e digital.

Os consumidores phigital perceberam que podiam ter mais comodidade, conforto e qualidade, gastando menos esforço para adquirir um bem ou produto que atendesse suas necessidades da forma que desejavam e que cabiam no seu bolso. Dessa forma podemos observar algumas características desse perfil:

1 — Devido uma infinidade de opções e repletos de informações na palma de suas mãos, os phigital passaram a ter uma maior exigência com suas experiências e suas jornadas de compra com as marcas, comparando sempre com a melhor;
2 — Com a quantidade de produtos no ambiente digital, possibilitou que os consumidores pudessem provar e experimentar novas marcas, tornando-se assim mais infiéis;
3 — Como no mercado on-line há pouco tempo possuía muitas barreiras, é compreensível que os phigital se tornem cada vez mais desconfiados e precavidos com relação aos acordos propostos pelas empresas;
4 — E por fim, um comportamento que começou a ser instigado desde as primeiras práticas de omnichannel, e hoje é inadmissível que as empresas não tenham uma consistência nos seus canais de comunicação.

Isso exige que as marcas diante deste novo cenário tenham mais autenticidade e atitudes mais condizentes com seus discursos, pois não basta mais só manter uma narrativa constante e personalizada nos canais de comunicação.

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Digital

WMcCann anuncia novo head para central de inteligência de dados da Coca-Cola

Bruno Lino chega à agência para liderar o Kolab, central exclusiva de inteligência de dados e insights para a empresa

Com mais de 20 anos de atuação no mercado, Bruno Lino chega à WMcCann para atuar como head do Kolab – central de inteligência de dados e insights exclusiva para Coca-Cola Brasil. Com uma expertise profissional que engloba conhecimentos em estratégia de mídia e estratégia criativa, consumer insights, inovação e gestão de inteligência para comunicação, Bruno integra o time com o propósito de promover e desenvolver soluções que consolidem o cliente e seus modelos de comunicação integrada. “Juntas, a WMcCann e a Coca-Cola Brasil criaram o primeiro lab de inteligência de dados da agência, o Kolab. Pra mim, será um imenso orgulho liderar este núcleo tão relevante para os resultados do cliente. Minha missão será de, junto com o time, antecipar os cenários e insights de comunicação e de negócios para a Coca-Cola Brasil, e também desenvolver soluções robustas e perenes que coloquem o cliente sempre à frente quando se pensa em conexão com a audiência e cultura”, afirma Bruno. “Desde 2013, o Kolab alia o que há de mais tradicional e inovador ao mesmo tempo. Além disso, este núcleo reúne e zela por um importante histórico da marca – que está na agência desde 1942 – e carrega o know-how de diversos profissionais que já atuaram no cliente e na WMcCann, sempre pensando no futuro da comunicação”.

Formado em Comunicação Social pela ECO/UFRJ, Bruno também é Mestre em Administração com ênfase em Comportamento do Consumidor pelo COPPEAD/UFRJ e ESSEC de Paris. Entre os clientes que já atendeu estão Fanta, Leão, Sprite, L’Oréal,  Electrolux, Via Varejo, Mupy e Vale – com atuação em projetos de reposicionamento de marca, gestão de inteligência digital de crise e real time intelligence (na Copa das Confederações e Copa do Mundo em 2014, participou da construção de cases pioneiros no mercado). Nos últimos anos, Bruno Lino teve passagens pelas agências Yöne, Artplan e FutureBrand. Na Coca-Cola, em especial, atuou por 3 anos como Human and Cultural Insights Manager, além de já ter atendido a conta pela McCann entre 2005 e 2007.

 

Marcio Borges, VP executivo e diretor-geral da WMcCann Rio, destaca que o Kolab é um projeto pioneiro no mercado. O hub atua com uma visão 100% data driven e uma filosofia de trabalho pautada na visão humana sobre dados, mídia digital (programática e de performance) e e-commerce. “Nosso propósito com o Kolab é sempre colocar o consumidor no centro de toda a experiência dele com a marca, além de otimizar a verba do cliente, consolidar os planos de comunicação e, principalmente, gerar insights criativos e de negócio. A chegada do Bruno será de enorme contribuição em todos esses sentidos e, sem dúvida, potencializa a força da WMcCann nas entregas que envolvem um olhar multidisciplinar para dados, tecnologia, inovação e criatividade aliada aos resultados”, afirma.

 

Atualmente, a WMcCann também possui labs – centrais de inteligência de dados – para outros clientes como Nestlé e Seara.

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Retail Media lança plataforma de vendas on-line

Nova plataforma da empresa, RMOnline facilita a compra de mídia digital.

A Retail Media, veículo de DOOH especializado em redes de varejo, acaba de lançar a RMOnline, uma loja virtual que oferece mais de 400 opções de mídias digitais em mais de 200 lojas espalhadas por todo o Brasil.

Através desta plataforma virtual de venda de mídia digital, é possível montar uma campanha de mídia out-of-home em poucos cliques, e comprar mídia por varejista, localização e perfil de público.

“Nosso objetivo com a RMOnline é proporcionar uma nova experiência para o anunciante, reforçando o compromisso da Retail Media com inovação em produtos e serviços”, destaca Vanessa Ebarra, Head de Comunicação e Marketing da Retail Media. “Não à toa, reforçamos o posicionamento da Retail Media mudando nosso slogan para “Inovação digital no varejo.” – complementa Vanessa.

A nova plataforma permite ainda que o usuário monte sua própria campanha, selecionando peças e pontos de interesse, sem precisar entrar em contato por telefone ou e-mail. Após finalizar seu pedido, em pouco tempo o cliente recebe uma proposta personalizada da Retail Media.

“Em 2020, vimos os hábitos de consumo se tornarem cada vez mais digitais. Por isso, embarcamos na transformação digital, criando uma plataforma B2B, onde anunciantes podem comprar mídia DOOH de maneira direta e simplificada”, explica Mário Leão, Diretor Nacional de Vendas.

Entre os varejistas disponíveis na RMOnline estão: Pão de Açúcar, Extra Hiper, Minuto Pão de Açúcar, Mercado Extra, Hirota, Andorinha Hiper Center, Supermercados Guanabara, Petz, entre outros. Acesse www.retailmedia.com.br/rmonline e conheça a plataforma.

 

 

 

 

 

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Pernod Ricard (Brand Factory) vai à mídia com OPL Digital

Se antes da pandemia as marcas já vinham buscando significante presença digital, agora é imprescindível que, além de tê-la, esta seja muito bem organizada, estruturada e planejada.

Neste sentido, a Pernod Ricard, uma das líderes no ramo da fabricação e distribuição de bebidas alcoólicas, (A Brand Factory, incubadora de marcas e negócios da Pernod Ricard), iniciou um trabalho de planejamento estratégico digital que inclui campanhas nesse ambiente utilizando a mídia programática. Para tal, marcas como Altos, Havana, Kahlua, Lillet, Malibu, Plymouth, Ramazzotti e Monkey, estão sendo comunicadas em mídia digital, através do parceiro OPL Digital, que atuará para a empresa durante esse ano todo.

A mídia programática vem se mostrando muito promissora e uma facilitadora de todo este trabalho, e, portanto, como esperado, trouxe ótimos resultados para a marca na Black Friday, data na qual a OPL Digital contribuiu com seus trabalhos para a Pernod Ricard. (Brand Factory)

Em qualquer segmento, fazer com que sua mensagem chegue ao público correto e de forma efetiva é essencial. No ramo das bebidas, não poderia ser diferente, e para isso, são necessárias análises de mercado, do posicionamento dos concorrentes e do perfil do público-alvo.

A empresa definiu como foco das ações, as vendas destas marcas no site da Drinks and Club, inovadora plataforma de clube de drinks e bebidas. A fim de alcançar esse objetivo de forma eficiente, além de produzir as campanhas para redes sociais e Google, a OPL Digital colocou em prática, com base nas análises citadas anteriormente, as melhores ferramentas e soluções de programática.

 

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Novo formato de anúncio do YouTube

Todos conhecem o YouTube pela sua principal característica de uma plataforma de vídeo, e pelo seu grande volume de conteúdo das mais diversas categorias, desde tutoriais, infantil, opinião, esporte, criadores de conteúdo, até clipes musicais.

E por falar em música, o Youtube percebeu que nesta categoria, existe uma grande oportunidade para ser explorada e contribuir com os players desse mercado, além de expandindo o seu leque de anúncios.

“Tentar ajudar os artistas do setor a ganhar mais receita com anúncios” afirmou Lyor Cohenm chefe global de musical do Youtube ao citar sobre o novo formato de anúncio que a plataforma vem desenvolvendo. Os anúncios de áudio de 15 segundos tem como público-alvo os usuários que consome música e podcast pela plataforma.

O YouTube observou que 85% do consumo de música ainda é feito por vídeos, mas os outros 15% é uma grande oportunidade em potencial para a plataforma testar e disponibilizar anúncios de áudio.

Os anúncios de áudio, estão em fase beta, disponíveis através de leilão no Google Ads e Display & Video 360, com base no custo por mil (CPM), segmentação e outras opções como campanhas de vídeo. Nesse formato de áudio, o visual é composto por uma imagem estática ou animação simples contendo uma área clicável para direcionar ao site do anunciante.

Com essa iniciativa, a plataforma espera um acréscimo considerado em suas receitas de anúncio, considerando que já possui mais de 70 milhões de faixas oficias, além de apresentações ao vivo e outros conteúdos disponíveis para os anunciantes divulgarem seus trabalhos e campanhas. Dessa forma o Youtube acaba se tornando um competidor direto da plataforma que tem como base a música e já comercializa anúncios nessa categoria há um tempinho, o Spotify.

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