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O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática

O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática – Creativos Br – Marketing

Está cada vez mais crescente as empresas que se posicionam ambientalmente. Algumas apostam em estratégias de logística reversa com embalagens retornáveis, outras investem em criar embalagens através de resíduos. Envolver agentes civis e o poder público no diálogo, assim como desenvolver novos materiais industriais “ecologicamente corretos”, de acordo com texto publicado no Meio & Mensagem por Karina Balan, são ações que possuem potencial para solucionar o problema de desperdício de recursos e descarte indevido de resíduos em escala industrial. Existe um clima de “pressão” sob as marcas para adotarem princípios da economia circular. No último final de semana, a economia circular foi tema em muitos painéis do Festival Path, em São Paulo. Representantes de grandes players como Ambev e Coca-Cola e especialistas em políticas sustentáveis, apresentaram seus desafios para escalar práticas sustentáveis no Brasil e no mundo. Thaís Vojvodic, gerente de sustentabilidade da Coca-Cola, disse durante o Path que inovação não é sempre sobre tecnologia, mas sobre romper barreiras culturais entre empresas. coque iphone 8 A Coca-Cola e a Ambev, por exemplo, há dois anos criaram a iniciativa Reciclar Pelo Brasil para oferecer apoio cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e têm como parceiros empresas como Vigor e Nestlé. coque iphone solde Para Thaís, as empresas continuam sendo concorrentes e competindo entre si, porém, quando se trata de reciclagem e sustentabilidade não há motivos para competir. coque iphone xs max Os investimentos em embalagens retornáveis e em logística reversas já voltaram a ser uma prática das empresas. coque iphone 2019 Contudo, para Thaís, o desafio é incentivar o consumidor a adotar um hábito antigo, no caso dos retornáveis. O Fórum Econômico Mundial aconteceu em janeiro, em Davos, na Suíça. coque iphone 2019 Na ocasião, James Quincey, CEO da Coca-Cola, compartilhou que até 2030 a companhia pretende coletar e reciclar 100% das suas embalagens. Neste trajeto da economia circular, a Nestlé também caminha junto com a mesma meta, porém com prazo até 2025. coque iphone 7 O Head de sustentabilidade da Ambev, Richard Lee, afirma que as práticas relacionadas com sustentabilidade devem ser vistas como parte do core business das empresas, deixando de ser apenas branding. “Se não tivermos uma bacia hidrográfica saudável, não conseguimos operar adequadamente”, exemplifica Richard, que afirma também que a empresa investe junto a startups e universidades para incorporar soluções sustentáveis. Sob outro viés, aponta Fernando Penedo, especialista em sustentabilidade urbana, que entre as empresas, a sociedade civil e os governos possuem desalinhamentos no quesito sustentabilidade. “É muito difícil vermos iniciativas de sustentabilidade das empresas sendo criadas junto à sociedade civil. Além disso, geralmente empresas privadas não querem se misturar com assuntos públicos, o que é necessário. Hoje em dia, quem cuida do pós-consumo no País é apenas o poder público”, ponderou e exemplificou com o caso da cidade de São Paulo, que gasta sozinha mais de R$ 1 bilhão anuais para coletar e transportar o lixo do município. Thaís, da Coca-Cola, ressalta a ótica econômica: “A carga tributária referente a produtos reciclados pode se apresentar pouco viável para algumas empresas. Um produto que já pagou toda a sua cadeia tributária, como uma garrafa PET, quando é reciclado paga o mesmo valor novamente, enquanto o descarte de lixo tem custo menor.

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O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática

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