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Sebrae incentiva empreendedores a participarem da retomada da economia

Campanha criada pela nova/sb apresenta manifesto de apoio aos micros e pequenos empresários. Mensagem ressalta que a capacidade de transformação e inovação é sempre o “normal” dos empreendedores

A pandemia trouxe desafios inéditos para todas as pessoas, principalmente em relação ao trabalho e aos negócios. Agora, com 60% da população adulta totalmente vacinada, a economia brasileira mostra maior otimismo e segurança para “voltar ao normal”. É diante deste cenário e na semana em que se comemora o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa (MPE) que o Sebrae está na mídia com uma campanha publicitária para encorajar e mostrar apoio aos empreendedores brasileiros.

Criada pela nova/sb, a campanha apresenta o conceito “Essa é a nossa força, esse é o nosso normal”. Ela é um autêntico manifesto para ressaltar que a capacidade de transformação, adaptação e inovação sempre fizeram parte do perfil de quem empreende e enfrenta desafios. Com filme de um minuto, que começa a ser veiculado nesta sexta-feira (8) em canais de TV aberta, fechada e digitais, a campanha também conta com anúncios para mídia impressa e peças para rádio, mídia online e mídia exterior. As peças trazem a assinatura “Sebrae. A força do empreendedor brasileiro”.

O filme apresenta diversos empreendedores, de chefs de cozinha a designers, em seus respectivos momentos de trabalho. As cenas são acompanhadas de um elemento gráfico semelhante ao campo de busca nos sites de internet onde são digitados verbos como “adaptar”, “estudar”, “aprender” e “reaprender”. A locução reforça a mensagem de parceria do Sebrae, que sempre esteve ao lado dos empreendedores, destacando que os desafios e a necessidade de reinvenção sempre fizeram parte do “normal” de quem empreende.

Link para o filme: https://youtu.be/_DbZMsq_mpA

                 

FICHA TÉCNICA

Cliente: Sebrae

Agência: Nova/SB

Campanha: Dia da MPE 2021 / Novo Normal

Direção de criação: Thomaz Munster

Redator: Cláudio Leite

Diretor de Arte: Ygor Morato

Criação digital: Seiki Fabricio, Leonardo Reis e Maíza Duarte

Produção RTV: Sayri Dias, Rafael Souza e Bruna Correa

Produção Digital: Duda Azevedo

Mídia: Estanley Cunha, Artur Barros e Erica Castro

Atendimento: Ana Paula Pedrosa e Janaína Cavalcante

Aprovação cliente: Henrique Nabuco, Fernando Bandeira e Eduardo Duarte

Produtora imagem: Quarteto Filmes

Diretora: Ana Paula de Miranda Barcellos

Produtora de som: Elo estúdio

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Entretenimento

Seja um dos primeiros a pedir carona nesse caminhão de mudança

Nesse momento em que vivemos a maioria das tendências não são constantes, a todo momento surgem diferentes ideias, projetos, diversas pessoas entrando em diferentes mercados, esse é o caminhão de mudança.

Seja qual for a sua profissão, consegue acreditar que é possível adquirir uma visão ampla de sua área de atuação? A tendência é essa visão facilitar você entender os caminhos, destinos e decisões que esse “caminhão” toma.

O repertório é um grande aliado para esse conhecimento geral. Portanto, livros, documentários e filmes também facilitam esse processo.

Por conta disso trouxe uma lista com 8 indicações que abrem espaço para reflexões importantes; seja profissional, social ou econômica:

De Zero a Um – Peter Tiel

Um livro que usa de exemplo os casos de sucesso do Vale do Silício, dizendo que a ideia é buscar a inovação, o autor traz isso de maneira muito inteligente e dinâmica.

A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim

O livro ensina como investir em mercados inexplorados, muitas pessoas seguem o fluxo e passam a fazer de tudo para ter sucesso, insistindo em mercados já saturados. Quando o certo é totalmente o contrário.

Criatividade S.A – Amy Wallace e Edwin Catmull

Um livro que mostra o que se passa atrás dos filmes de grandes sucessos da Pixar. Ed Catmull conta a trajetória de um famoso estúdio de animação, mostrando a cultura da criatividade e inspirando empreendedores.

I Am – Você tem o poder de mudar o mundo

Quais são suas metas para o seu futuro? Competir ou cooperar? O documentário traz diversas reflexões e visitas a famosos escritores, poetas, professores líderes religiosos e cientistas.

Human

Um projeto grandioso e impecável, pessoas de diferentes religiões, nacionalidades, etnias entre outras, foram entrevistadas sobre assuntos comuns na maioria dos humanos, como a felicidade, morte, pobreza, o sentido da vida e outros temas.

Quem Se Importa

Documentário dirigido pela brasileira Mara Mourão, entrevistando pelo mundo dezenas de empreendedores sociais que dedicam seus trabalhos para tornar o mundo um lugar melhor. O documentário tem uma premissa interessante e vale a pena assistir.

Tucker – Um Homem e Seu Sonho

Tucker é um projetista americano que criou um modelo de carro inovador, porém, ele acaba encontrando dificuldades no meio do caminho. O filme mostra os obstáculos de uma pessoa com um espirito inovador em uma sociedade conservadora.

A morte de um Caixeiro Viajante

Um filme baseado no livro de Arthur Miller, “A morte do caixeiro viajante” faz uma crítica ao famoso sonho americano. Um caixeiro viajante que sonha em ser bem sucedido, porém as coisas acabam não dando muito certo e o personagem principal Willy Loman olha para o passado e tenta entender o que aconteceu de errado.

Essas são apenas algumas indicações, adquirir um conhecimento aprofundado em seus interesses vai muito além. É necessário força de vontade para estudar e aprender, seja em sua área de atuação profissional quanto em sua vida social.

Espero que tenha gostado.

Obrigado!

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Estadão lança “Estadão Blue Studio”, nova operação de publicidade.

Nova estrutura atenderá agências e anunciantes com o objetivo de desenvolver projetos criativos, inovadores e orientados a resultados.

São Paulo, março de 2021 – Como parte de sua transformação digital,
o Estadão lança o Estadão Blue Studio, uma nova operação dedicada
para criar soluções publicitárias inovadoras e orientadas a
performance. O Estadão Blue Studio será responsável por criar e
entregar soluções de conteúdo, tecnologia e mídia, desenhadas de
acordo com as métricas e objetivos de negócio do cliente. Com isso, o
Estadão amplia a parceria estratégica com o mercado publicitário que
busca credibilidade e resultado no mesmo ambiente.

“A criação do Estadão Blue Studio é um marco em nossa trajetória de
transformação digital e representa um grande avanço em nossa
atuação no mercado publicitário. A plataforma surge para idealizar e
executar soluções criativas, inovadoras e que, efetivamente, gerem
valor para as marcas de nossos parceiros”, comenta Francisco Mesquita,
diretor-presidente do Grupo Estado.

A nova operação está organizada em duas diretorias com o compromisso
de gerenciar os processos de ponta a ponta na esteira de produção. A
diretoria de Criação e Planejamento terá a responsabilidade de
desenvolver os projetos, sempre orientados a resultados, ancorados em
estratégias data-driven,com aporte de inovação e criatividade e com
entregas multi-plataformas (impresso, digital, rádio e podcasts). Na
outra ponta, a diretoria de Conteúdo e Operações está estruturada
para implementar os projetos – garantindo a qualidade da execução e a
entrega dos KPIs estabelecidos – e entregar um pós-venda consistente e
efetivo.

O Estadão apresentará a novidade ao mercado com o vídeo case de uma
ação criada para o Banco Itaú em 2020 sobre o mercado imobiliário,
destacando o valor que o case gerou para o cliente. O projeto lançou
uma plataforma de busca que integrou conteúdo inteligente, simulador de
financiamento e mais de 50 mil ofertas de imóveis, em parceria com nove
incorporadoras e dez imobiliárias, gerando em 90 dias um resultado de
2.500 leads interessados em comprar um imóvel.

“Com o Estadão Blue Studio, estaremos ainda mais conectados com nossos
clientes, entregando resultados para as marcas por meio de projetos
pensados 360º. A nova operação de publicidade inaugura uma era de
projetos data-driven, inteligentes e inovadores”, comenta Paulo Pessoa,
Diretor Executivo de Publicidade do Grupo Estado.

Veja mais sobre o Estadão Blue Studio em
https://bluestudio.estadao.com.br/

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As 3 etapas do processo criativo de Walt Disney

Não é novidade que ser criativo pode te ajudar em diversas profissões. Além de despertar a inovação, também ajuda na tomada de decisões. E quando falamos de inovação e criatividade, não podemos deixar de pensar em Walt Disney

O autor e consultor de programação neolinguística Robert Dilts estudou o processo criativo de Walt Disney em seu livro “A Estratégia da Genialidade Vol. 1”.

Robert mostrou que Disney desenvolvia suas criações em um processo que consiste em olhar o mesmo problema com três perspectivas diferentes. Veja de uma maneira simplificada como era esse processo:

O sonhador – Nesta primeira etapa, ele sonhava sem limites, usava toda sua imaginação para criar seus personagens e ter diversas ideias sem pensar no lucro e em outras questões, críticas não eram bem-vindas.

O realista – Após ter tido as ideias e colocá-las no papel, agora Walt tinha que pensar em meios para colocar em prática, o objetivo era sair dessa etapa com seu plano de ação já estruturado.

O crítico – O momento de analisar o projeto com um olhar mais crítico, para aperfeiçoar as ideias e encontrar possíveis falhas. Nessa etapa, Disney gostava de ouvir as críticas de outras pessoas que trabalhavam com ele.

Todo o processo é mostrado com mais detalhes no livro de Robert Dilts, que junto de Walt Disney, analisa Mozart e Aristóteles, onde ele oferece uma visão do método com base nos princípios da programação neolinguística.

O método não é nem um pouco complexo, o que mostra que você pode usar em seus projetos. Walt era uma pessoa normal, que apenas exercitou a criatividade, ou seja, se ele conseguiu chegar aonde desejava, você também pode conseguir!

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Dois gigantes do mercado de tecnologia se unem em parceria comercial para a América Latina

A Leyard, líder mundial em painéis de led, passa a distribuir suas soluções através da Anixter, líder global de soluções de network e segurança.

Um acordo latino americano de parceria comercial promete movimentar o mercado de painéis de led e monitores profissionais de grande formato.  A partir de março deste ano a Leyard inicia um novo modelo comercial com a Anixter. O objetivo é aumentar a operação da Leyard em toda a América Latina e consolidar a expansão na região por meio de revendas e integradores especializados.

Para lançar a parceria, convidamos a todos para nosso webinar SOLUÇÕES DE PAINÉIS DE LED E MERCADOS VERTICAIS. Este webinar abordará um panorama mundial de aplicação de mercados e linhas de painel de LED, aproximando os participantes das ofertas disponíveis na Anixter, conhecendo as tendências mundiais de Painéis de LED, Verticais de Mercado e Produtos aplicados na região da América Latina

Inscreva-se no link: https://bit.ly/39E4xQJ

Sobre o apresentador:

Dimas Gustavo de Oliveira atuou na Leyard como Account Manager, Gerente Comercial e Gerente de Produtos e Pré-vendas Brasil e Latam, completando 5 anos no mercado de LED, além de ter participado de projetos internacionais

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Marketing

Pedras vão levitar com Natura no Rock in Rio

O festival mais falado do país contará este ano com a cocriação da Natura em uma atração novíssima para o público: arena “Nave – Nosso Futuro é Agora”. O espaço terá a proposta de levar o público do Rock in Rio a ter um novo olhar sobre o mundo, vente de coque iphone estimulando a conexão e a busca pelo equilíbrio para acontecer a transformação. coque iphone 2019 pas cher Uma experiência imersiva, coque iphone 6 que envolve música, coque iphone arte e tecnologia, fará até pedras levitarem! Todo o desenvolvimento da atração foi realizado em território nacional e a narrativa criada pelo curador artístico Marcello Dantas. coque iphone Roberta Medina, coque iphone vice-presidente executiva do Rock in Rio, diz que a nova arena vem para materializar o pensamento dos organizadores: “entretenimento é uma poderosa ferramenta para gerar transformação social”. coque iphone 8 E transformação social também faz parte dos valores da Natura em suas ações.

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Opinião

Agências passivas ou ativas. Em qual delas você está?

Não, não vamos falar do primeiro assunto que veio à sua cabeça ao ler esse título. coque iphone 8 Queremos conversar sobre o que diferencia uma grande agência, com pessoas grandes, de um lugar pequeno de se trabalhar. soldes coque iphone Hoje os grandes consultores e coaches por aí falam: seja proativo, tenha atitude, seja grande! Como se isso dependesse somente de uma força interior que, de repente, você acorda inspirado e diz: hoje vou ser diferente e levarei uma solução incrível para o meu cliente de surpresa! Bom, ao chegar ao trabalho, você pode se deparar com a realidade de pauta lotada e pessoas que não querem nem conversar umas com as outras… como ser proativo se a ideia não chegará ao cliente? Pautas lotadas, enxovais fechados de estratégia, planejamento idêntico para todos os clientes, pessoas que não se conversam, profissionais que não falam mais de pessoas (e para pessoas). Parece até que essa é a realidade de agências de outro planeta, mas são as agências passivas que se contentam em receber briefings mal feitos, não questionar e continuar sua vida medíocre para toda a eternidade. Parece surreal, mas é mais comum do que imaginamos. As ativas são as que se destacam no mercado, que viram referência e inspiração. Que não usam o discurso “agência de publicidade é quem sai da caixa e gera resultados”, mas saem dela de verdade. vente de coque iphone Elas não precisam gritar para os quatro ventos que buscam coisas diferentes, pois é algo nítido e comprovado. Constantemente apresentam soluções de negócios para os clientes, estudam o mercado, as novas tecnologias, experimentam. De repente passou pelo seu pensamento: mas gerar novos negócios é função do atendimento, estudar o mercado é do planejamento, o criativo vai pegar essas informações e encontrar algo novo. Cuidado. A diferença das agências ativas é que elas trabalham com profissionais ativos, em todas as funções, da prospecção até ao arte-final. outlet coque iphone Colaboradores que querem fazer melhor, fazer mais, e não se contentam só com o “produto que o cliente vai lançar em 2019”. Encontram uma data de conscientização importante e que o cliente não está nem lembrando e propõe uma ação, uma comunicação diferente. Que estudou as tendências que o segmento da conta que ele participa tem e propõe a criação de um novo produto para a marca – por que não? De fato, agências passivas atraem colaboradores passivos, que vão se contentar sempre em receber um briefing pronto, dar conta daquela pauta insanamente lotada, lidar com refações insanas (cliente de uma agência passiva sempre “sabe mais” de comunicação do que os profissionais da agência). Mas talvez você esteja numa agência destes moldes e se sente sufocado pois quer mais, o que fazer? Primeiro é tentar onde você está, e você pode ser responsável de transformar um lugar medíocre em um inspirador. coque iphone soldes Comece levantando ideias novas, soluções. coque iphone pas cher Participe de uma reunião com o cliente e exponha ali as novas soluções que encontrou. Seja um novo ponto de partida. Fez de tudo e não deu certo? Faça como no namoro, parte pra outra. Seja de uma agência ativa, que chama a atenção de quem é inquieto e sabe que a publicidade é mais do que simplesmente aumentar números.

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Opinião

O que os Mídias esperam dos veículos?

Antes de falar sobre isso, precisamos considerar algumas questões que dizem respeito principalmente ao comportamento de consumo e também aos desafios empresariais. Não é nenhuma novidade dizer que somos “multitelas”. Estamos em celulares, computadores e televisões quase sempre. Nos celulares são diversos aplicativos competindo pelo nosso tempo, assim como nos computadores acessamos vários sites e deixamos sei lá quantas abas abertas; e ao assistir TV são bem amplas as opções de canais. Trabalhamos com um notebook, pegamos o celular diversas vezes e fitamos a TV, não necessariamente nessa ordem. Mas também lemos livros, blogs e revistas, somos impactados por mídias out-of-home enquanto ouvimos uma música via streaming. A nossa realidade é fazer muita coisa “ao mesmo tempo”. Temos dois ou três empregos, mais de uma empresa, participamos de alguns projetos, defendemos muitas causas, enfim, são muitas as bandeiras que levantamos. E bem neste cenário cresce a repulsa por propaganda. Pulamos anúncios, instalamos bloqueadores, pagamos streaming para não ouvir e ver propagandas, não pegamos folhetos em semáforos. Ok, mas o que isso tem a ver?

Em um passado não tão distante era possível atingir os objetivos dos clientes praticamente fazendo publicidade, comprar mídia nos veículos de maior audiência e afinidade com o público resolvia. Mas agora a mídia é segmentada, e o anunciante precisa falar adequadamente com seu público em vários canais diferentes. E precisa também integrar o PDV, eventos, marketing direto, endomarketing, marketing digital… e por aí vai. Ah, e tem que ser interessante, tem que ter conteúdo relevante. Todo esse conjunto precisa estimular interatividade e ser passível de mensuração. Culpa ou mérito da evolução digital? Tanto faz, o que importa é que o consumidor quer falar (e ser ouvido) e o cliente quer/precisa saber dos “números”. O Mídia precisa comprovar efetividade e também precisa prover inovação constante.

Hum… e como é a realidade de um departamento de Mídia hoje?

O cliente é como um investidor, e a mídia naturalmente detém o maior montante do investimento. Talvez esse conjunto de fatores pode ter influenciado o crescimento da relevância desse departamento perante os clientes. As equipes estão menores, apesar de terem crescido as responsabilidades. A mídia tem incorporado funções como inteligência de dados (B.I.). Consequentemente os profissionais do departamento têm menos tempo, e precisam de agilidade e assertividade mais do que nunca. Pode ser que alguns departamentos se deparem com outro problema: a “juniorização” da equipe. E aí, meu amigo, por mais inteligente e dedicado que um “júnior” possa ser, por tempo de mercado (e de vida), dificilmente terá a sagacidade que um profissionalmente experiente tem para lidar com problemas, planos e relacionamento com veículos.

E o que os mídias esperam dos veículos?

Primeiramente, que resolvam os problemas dos clientes. Mas para que isso aconteça, o veículo precisa conhecer o cliente, saber das suas dores e intenções. Bom, se é falta de preparo do veículo ou falta de briefing da agência… não sei. Mas sei que se tiver maior proximidade entre veículos e os departamentos de mídia (e entre os departamentos da agência), o cliente sai ganhando, provavelmente com problemas resolvidos e objetivos concretizados.

De acordo com Filipe Crespo, Diretor de Mídia da Aktuellmix, o Mídia precisa das melhores oportunidades de tempo e espaço, que promova diferenciação da concorrência, tenha adequação ao target, traga rentabilidade, e que principalmente estejam atreladas aos objetivos de campanha determinados.

Os Mídias precisam:

  • De propostas claras, focadas no cliente, que tenham dados para basear argumentação tática para defender porquê investir no veículo X para atingir o target da campanha (ranking de audiência, afinidade com o target e análise de concorrência, por exemplo).
  • Apresentações sucintas (pouco importa o layout, o conteúdo tem muito mais valor).  Com tempo bem escasso do mídia e também do cliente, não há tempo para brincar de leilão com o plano de mídia, então espera-se que o veículo apresente sua melhor negociação ou corre risco de ser cortado do plano.
  • Enxergar no veículo a possibilidade de saber das possibilidades de veiculação. Não somente as novidades, mas as características importantes do veículo (por exemplo, as possibilidades de segmentações).
  • Que o veículo se interesse verdadeiramente pelo seu cliente (e não em bater meta de venda). Se o veículo sabe o que o cliente quer comunicar ao seu público… a solução pode ser incrível.

E se a equipe é quase toda júnior? Abrace-a, dê dados e argumentos. Leve-a pra dentro do veículo, mostre a realidade, dê conteúdo, ensine. Contribua com o crescimento desses profissionais. Lembre-se que todo senior já foi júnior um dia.

 

Comente o que os veículos ou os mídias podem fazer para facilitar o seu dia e te ajudar a ser mais assertivo.

 

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Opinião

A arte de ser novo, de novo

‘Reinventar’ não é mais uma palavra da moda. É comum dentro do meio publicitário, ou até mesmo da comunicação como um todo, discutirmos a necessidade de nos reinventarmos, e essa necessidade é gerada pela nova configuração que ferozmente toma maior espaço: o digital.

Não é nenhum segredo. O mídia dados do ano de 2016 aponta um crescimento de 16% do acesso a internet em todo Brasil, contando também com um crescimento de aproximadamente 779% no uso de dados (4G), em comparação aos anos de 2014 para 2015 por usuário. – um crescimento impressionante.

O reflexo desses dados para o meio publicitário é impactante, pois precisamos nos reinventar a todo instante, principalmente no meio tecnológico. O número de pessoas que utilizam a internet cresce e o de empresas presentes nela aumenta proporcionalmente, competindo no mesmo espaço pela atenção do consumidor.

É nesse ponto que surge a necessidade de construir novos métodos e identidades. O consumidor está mais crítico com as formas de publicidade que o cercam e o formato conhecido padrão já não o interessa. Desta forma, o primordial está em inovar dentro das ferramentas existentes.

Acredito que muitas empresas pecam por andar em caminhos já percorridos acreditando que obterão sucesso, quando o mais instigante seria fazer de uma nova possibilidade um sucesso assertivo e inovador.

Hoje, os consumidores obcecados por seus tablets, celulares ou que ainda insistem nos meios tradicionais, estão esperando por uma novidade, uma forma inesperada de ser envolvido por uma marca e dar credibilidade a ela.

Assim, se reinventar não é mais uma opção, e sim uma obrigação cotidiana.

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Vai e vem

Publicis anuncia novo diretor de criação

 

Com 20
anos de mercado e forte foco em inovação, Sandro Rosa é o novo diretor de
criação da Publicis.

O profissional, que atuava como diretor de criação digital
da AlmapBBDO, passa a integrar a equipe comandada por Kevin Zung e a trabalhar
com marcas como P&G e Heineken. 

Diretor
de arte por formação, Sandro Rosa tem passagens também pela
AgênciaClick Isobar, F/Nazca S&S, Africa e Dm9DDB. Seu portfólio
traz trabalhos para clientes como Volkswagen, Visa, Havaianas, Audi, Gillette,
Brahma, Skol, Bohemia, Antarctica e Itaú. 

Premiado
nos principais festivais de criação do mundo – entre eles, Cannes Lions, One
Show, D&AD, Webby Awards, Clio, New York Festivals e London International
Advertising Awards –, Sandro foi co-fundador do chat de tradução simultânea
iBabel.me e já teve ilustração publicada no livro “Things I Have Learned in My
Life So Far” do designer austríaco Stefan Sagmeister, sócio da empresa
nova-iorquina Sagmeister & Walsh.

O Blog do Crespo deseja sucesso ao profissional.

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