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Digital

3 erros ao utilizar o DM que estão te impedindo de vender pelo Instagram

Muita gente fala o tempo todo sobre o que você precisa fazer para ter um perfil de sucesso, mas poucas pessoas te ensinam o que fazer para não afastar seus clientes de você.

É pensando nisto que separei três erros que dificultam as suas vendas e diminuem a credibilidade da sua marca.

Dar boas-vindas

Apesar de usar uma linguagem mais próxima para minimizar o impacto que o DM causa, ainda assim não deixa de ser invasivo. Principalmente, se nos stories e no feed você ainda não criou uma relação mútua com os seus seguidores.

Além da pessoa ficar desconfortável, você acaba passando uma imagem de estar desesperado por clientes, seguidores e likes.
Ao invés de criar essa redoma deselegante, porque você não faz um story, uma vez na semana, agradecendo aos novos seguidores que chegaram? Se quiser, marque-os no story e esconda os nomes de usuário deles. Desta forma, a pessoa se sente pertencente, não invadida e pode enxergar valos na sua marca por você ter lembrado dela.

Bem melhor, não?

Encaminhar posts

Da mesma forma que enviar boas-vindas não é interessante, ficar enviando várias publicações suas para as pessoas acaba sendo ainda pior. Isto porque você nem está com a boa intenção de criar uma relação próxima com a pessoa, como na dica anterior. Ao reencaminhar posts, você quer simplesmente compradores, e esse tipo de ação afasta ainda mais o seu público de você.

Ao invés disto, reposte seu conteúdo de forma interativa pelos stories e, se quiser enviar algo diretamente para o seu cliente, crie uma base de e-mails para gerar conteúdo, valor e, depois, a venda.

Mas lembre-se: a LGPD já está em vigor, e você só deve enviar e-mails para aqueles que se inscreveram no seu site.

Enviar preço por inbox

Esta é uma prática muito comum em lojas de roupas ou de produtos eletrônicos. Para não divulgar o preço das peças, que geralmente são mais caras, o administrador responde que enviará por DM.

Além de gerar repulsa pela marca, isto é um crime. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, artigo 66º, fazer isto é omissão de informação relevante. Quando você oferta um produto, deve falar o preço dele, principalmente se for questionado pelo usuário – pois mostra que inicialmente você já não disponibilizou essa informação.

O Código de Defesa do Consumidor prevê detenção de três meses a 1 ano de reclusão e multa.

Em vez de esconder o preço do seu produto, por que você não cria conteúdos que agregam valor ao que você vende e desenvolve um catálogo dos seus produtos? Dessa forma você justifica o quanto eles valem e também deixa o preço à mostra sem precisar colocar na descrição dos posts, por exemplo.

Assim, se você quer criar uma relação bacana com o seu consumidor e agir dentro da lei, é melhor substituir estes 3 erros pelas dicas que demos. Esse post te ajudou? Compartilhe com aquele amigo que tem loja e comete algum desses erros estratégicos para ajudá-lo!

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Famosos vazam conteúdo sensível no Instagram em prol da saúde mental

Em ação idealizada pela ONG CVV, famosos publicam vídeos marcados como “conteúdo sensível” para conscientizar o público sobre suicídio e saúde mental

Os conteúdos sensíveis do Instagram ganharão um novo significado a partir desta sexta (10) – dia mundial de prevenção do suicídio -, quando dezenas de influenciadores como Sabrina Sato, Ana Maria Braga, Juliana Paes e Lumena Aleluia publicarão vídeos de 40 segundos marcados como sensíveis em suas contas na rede social. Assim que o vídeo começa, o público é surpreendido com uma mensagem: (…) precisamos parar de cuidar da vida dos outros e começar a cuidar uns dos outros – como vai você?

A ação é fruto da campanha “Conteúdo Sensível”, do CVV (Centro de Valorização da Vida), ONG que atua de forma voluntária e gratuita na prevenção do suicídio e promoção da saúde mental. O objetivo da guerrilha digital é promover reflexões sobre o ódio nas redes sociais, a importância da conversa e da escuta ativa para a prevenção do suicídio e a manutenção da saúde mental, além de atrair mais voluntários para o CVV.

Conteúdos sensíveis são, geralmente, de cunho sexual ou violência e rapidamente são marcados pelos algoritmos das próprias plataformas. De acordo com o idealizador da campanha, Eduardo Cabral (WMcCann), esses conteúdos “vazados” engajam mais do que mensagens importantes como a da ONG. “Hackeamos a rede para conseguir um recurso raro: a atenção das pessoas. Quando um vídeo sensível parte de uma celebridade, gera curiosidade. Usamos esse gancho de atenção para difundir nossa mensagem sobre saúde mental”, conclui. Eduardo trabalha com um coletivo de publicitários e jornalistas voluntários que idealizam as campanhas de setembro amarelo do CVV há 3 anos.

Segundo João Victor Lovise (SunsetDDB), criativo do coletivo, “A ideia de vazar o conteúdo sensível em grandes contas foi ganhar a pauta de inúmeros veículos, afinal, o que a Sabrina Sato ou Evaristo Costa podem ter publicado que feriu a política do Instagram?”- a ideia da ação é reter atenção para a mensagem da ONG e promover o thumbstop sobre a importante pauta e missão da ONG.

Para Talita Mendonça (Vegas), que atua nas campanhas há 3 anos consecutivos e está sempre em contato com os influenciadores, complementa, “Os maiores nomes da internet sentem a necessidade de falar sobre o tema ao ponto de, perto de Setembro quando ainda não os procuramos com nossa dinâmica do ano, eles nos contatam para saber como será a ideia deste ano para alertar a sociedade sobre esse importante tema. Sentimos a importância do nosso trabalho dessa forma.”.

No mundo, uma pessoa comete suicídio a cada 40 segundos. No Brasil, uma pessoa tira a própria vida a cada 45 minutos. Em 2020, o CVV recebeu mais de 3 milhões de ligações de pessoas em vulnerabilidade emocional. Quando comparado a 2019, o número é 5% maior em 2020.

Link: https://www.instagram.com/p/CTpDFLPj75d/

Ficha técnica dos voluntários 2021 / #ConteúdoSensível
Concepção & Produção: Eduardo Cabral, João Victor Lovise, Talita Mendonça, Mariana Muller, Bruno Simões e Giovanni Pavan
PR: Caroline Cabral e Silvia Rossetto
Apoio: AnaLu Garcia, Matheus Canto, Eric Surita, Will Marinho e Fellini Conti

Como se tornar um voluntário do CVV?
Pessoas precisam de pessoas e o CVV está aberto para quem deseja oferecer uma conversa empática, sem críticas e julgamentos. Para ser voluntário, basta fazer a inscrição no site: cvv.org.br. É necessário participar de um curso gratuito preparatório para os atendimentos. Os pré-requisitos são: ter 18 anos ou mais e vontade de realizar um trabalho voluntário.

Sobre depressão, transtornos mentais e outras causas do suicídio
90% dos casos de suicídio podem ser prevenidos se pudermos falar sobre;
Segundo dados do IBOPE, o suicídio ao redor do mundo está em queda, mas o Brasil surge na contramão do movimento global. De acordo com levantamento feito em 2019, o suicídio cresce no País, principalmente entre jovens. Hoje, um brasileiro comete suicídio a cada 45 minutos. Ao ano, em média, 11 mil pessoas tiram a vida no País;
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), jovens entre 15 e 24 anos compõem o maior grupo de risco de suicídio, sendo a segunda causa morte de jovens ao redor do mundo. O relatório aponta também que é crescente o risco entre crianças de 5 e 9 anos;
Também de acordo com a OMS, a depressão é a principal causa do suicídio no mundo, seguido pelo uso de álcool e drogas;
As redes sociais compõem um dos ambientes mais favoráveis para o desenvolvimento de gatilhos para a depressão. De acordo com o estudo da Royal Society for Public Health, cerca de 70% dos jovens revelaram que aplicativos de redes sociais fez com que eles se sentissem pior;

Saúde mental & isolamento social
De acordo com um estudo feito pela consultoria Eureca – The Truth – 70% dos jovens brasileiro tiveram piora na saúde mental por causa do isolamento social;
Uma pesquisa da Associação Brasileira de Psiquiatria mostra que 89,2% dos profissionais entrevistados destacaram agravamento de quadros psiquiátricos nos pacientes devido a Pandemia;
O aumento de pacientes novos, que nunca haviam apresentado sintomas psiquiátricos, foi relatado por 67,8% dos psiquiatras.

Sobre o CVV
O CVV presta serviço voluntário e gratuito de prevenção do suicídio e apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Os mais de 3 milhões de atendimentos anuais são realizados por 4.200 voluntários em mais de 120 postos de atendimento pelo telefone 188 (sem custo de ligação), ou pelo www.cvv.org.br via chat, e-mail ou carta. A entidade realiza também ações presenciais, como palestras, Curso de Escutatória e grupos de apoio a sobreviventes do suicídio – GASS (https://www.cvv.org.br/cvv-comunidade/), frentes essas que geraram 2,8 milhões de contatos em 2019. O CVV é uma entidade financeira e administrativamente independente, mantendo-se por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas – para colaborar, acesse https://www.cvv.org.br/colabore.

Saiba mais em: https://www.cvv.org.br/

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Digital

5 dicas para melhorar os posts do seu feed

Os posts do seu feed são muito importantes, pois são a “vitrine” da sua marca. É por isto que você deve sempre trazer conteúdo relevante para a sua audiência e trabalhar com um design atrativo e contrastante.

Porém, não é apenas com conteúdo bom e bonito que você vai ter bons posts. Separamos 5 dicas para melhorar as suas postagens, retendo ainda mais a atenção do seu usuário e permitindo que o algoritmo dissemine sua publicação para ainda mais pessoas:

Use a nova dimensão de posts permitida
Apesar dos posts quadrados serem ótimos para trabalhar a margem do post, usar posts mais alongados permite que apenas a sua publicação apareça em uma rolagem do feed. Maior e ocupando a tela toda, ela faz com que o público direcione sua atenção para um único post na tela, sem ver descrições dos outros posts que aparecem para ele.

Por isto, utilize a medida 1080 px por 1350 px.

Marque pessoas
Ao marcar pessoas, o Instagram entende que sua publicação não é apenas conteúdo, mas tem pessoas também. Por isto, ele melhora o alcance da postagem. Porém, não marque pessoas aleatoriamente. Além de ser inconveniente, a ferramenta identificará se não tiver pessoas no post, e pode ter o efeito reverso.

A dica é fazer, regularmente, postagens com fotos suas ou de clientes fazendo as marcações. Você gera valor para a sua marca, cria uma relação próxima com o cliente e o Instagram faz o resto.

Adicione uma localização
Como as pessoas têm o costume de postar fotos depois que já voltaram para casa, a ferramenta não diminuirá a entrega da sua publicação se você adicionar uma localização diferente da sua.

Porém, certifique-se que o local não é extremamente longe de onde você está. Se marcar outro estado, por exemplo, como é mais improvável você estar em dois lugares distantes num período tão curto de tempo, o alcance diminuirá.

Por isto, aposte em fazer posts marcando locais comuns, principalmente os mais “instagramáveis” e visitados, como Av. Paulista, Butantã ou Santana.

Marque produtos
Se você vende produtos físicos, é bem bacana criar um catálogo para os marcar nos posts. Além de você não precisar dar informações de preço e tamanho do produto na descrição, quando há produtos marcados as pessoas ficam curiosas para ver as informações deles, retendo ainda mais a atenção delas na sua publicação.

Porém, evite marcar a quantidade máxima de produtos por foto: dê preferência por marcar até dois produtos por post. A pessoa pode ficar perdida em ter que ver tantas coisas, e ao invés de ficar mais no seu post, ela pode desistir de ler tudo e rolar o feed dela.

Use boas hashtags
Por fim, a dica que todos sabem, mas não sabem utilizar. Marcar as hashtags é importante para que a ferramenta dissemine seus posts para quem segue determinada hashtag. Porém, geralmente vemos marcas com quatro ou cinco linhas de descrição só para isto, e com hashtags que não têm a ver com o conteúdo da postagem.

Foque em poucas palavras que sejam relacionadas com o seu conteúdo e negócio, que estejam na imagem ou no texto. Aproveite também para “casar” a hashtag com a localização que você utilizou. Se adicionou a localização da Av. Paulista, coloque #paulista, por exemplo.

Utilizando as dicas acima de forma intercalada nas suas postagens, você terá mais visualizações e maior permanência da audiência vendo seu conteúdo. Por isto, coloque em prática as dicas acima e, se gostar, compartilhe esse post com um amigo que também precisa testar as ideias que demos!

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Opinião

Influenciadores: ciclo de tendência

Este ano, os brasileiros são os que mais sofrem influência dos influenciadores na decisão de compra de um produto, dados de uma pesquisa feita pela Statista Global Consumer Survey que ultrapassa de 40%. Responsável por isso é o trabalho de marketing de influência que está ganhando cada vez mais relevância e o momento pandêmico que vivemos colabora para os criadores de conteúdo abordarem uma comunicação estratégica para marca. Além disso, existe uma alta expectativa para o crescimento dessa comunicação. No entanto, essa leitura supera os fatos expressados por números.

Responsabilidade, compromisso e, principalmente, autenticidade são características cruciais para influenciar alguém; atualizações e mudanças geradas nos aplicativos, em específico o Instagram, obrigam os criadores de conteúdo uma mudança de comportamento e, consequentemente, reflete em seus seguidores, e a preocupação começa aqui, até onde conseguimos seguir com nossa autenticidade?

Entramos numa rotina de sermos influenciados, impactados a cada minuto com uma nova tendência e o desejo de ter, de pertencimento é despertado em nós, mas quando é conquistado já se cansou de ter visto tal peça diversas vezes e torna-se ultrapassada. Investem o futuro disso na geração Z que possuem forte presença no digital; por um lado temos uma geração muita engajada, desconstruindo hábitos e motivados para mudanças, em contrapartida, uma geração padronizada, querendo e usando as mesmas roupas e produtos. Mas, afinal, com tantos canais de informação, o que explica essa atitude igualitária?

Não há nada que justifique por inteiro essa atitude, e sinto que ninguém tenha uma resposta pois trata-se de singularidade, porém a responsabilidade e reflexão é nossa; nós ditamos e as marcas seguem, não o oposto como muitos acreditam, a marca adere aquilo que a massa gosta e defende para se identificarem com ela, será que nossa mensagem é coerente?

Acredito que este pensamento é sentimento de muitos e está sendo disseminado, e aos poucos a mudança está acontecendo, exemplo disso: investimento e credibilidade naqueles “nano influenciadores”, com cerca de mil a dez mil seguidores, com pequeno alcance em comparação àqueles com maiores números, mas com alto engajamento e que conseguem aproximar sua audiência, gerando identificação com a realidade.

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Entretenimento

De atletas a ‘quase’ Influencers

As Olimpíadas de Tóquio que deram início no dia 23 de Julho e já estamos na reta final, os atletas brasileiros chegaram uma semana antes na capital do Japão para os preparativos, e junto com a chegada deles, foram chegando seguidores em suas redes sociais para acompanhar de pertinho a trajetória dos representantes do nosso Brasilzão.

Com o aumento de seguidores em redes sociais, grande parte dos atletas acabaram virando influenciadores, com lives motivacionais, vídeos de treino, interação com o público por enquetes ou caixas de perguntas, mostrando sua rotina e até memes (oi,Douglas).

Então, fizemos uma listagem aproximada dos atletas olímpicos que mais ganharam seguidores no Instagram, que hoje é a terceira maior rede social com mais ou menos 1.211 bilhões de usuários, baseando-se na quantidade que eles tinham no começo das Olimpíadas e quanto eles tem hoje, saca só:

Douglas Souza – 250 mil em 17 de Julho – 3,2 milhões

O atleta virou fenômeno na internet. Na chegada em Tóquio, Douglas Souza, jogador de vôlei da seleção, tinha 250 mil seguidores, depois de alguns dias, com a viralização dos vídeos que posta nos Stories do Instagram – divertidos e mostrando a rotina na Vila Olímpica -, Douglas está chegando nos seus 3,5 milhões;

 

Ítalo Ferreira – 1 milhão em 24 de Julho – 2,8 milhões

Responsável por trazer para casa a primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 e ganhador da primeira competição de surfe na história de todas as Olimpíadas como modalidade oficial, o surfista Ítalo Ferreira é também capa da edição de Junho/Julho da GQ Brasil de 2021;

 

Rayssa “Fadinha” Leal – 46 mil em 17 de Julho – 6,6 milhões

Quem não ouviu falar no nome Rayssa Leal? Conhecida como Fadinha, tem apenas 13 anos e se tornou a medalhista olímpica brasileira mais nova da história ao ganhar a prata no skate feminino, além de ser a atleta mais jovem de toda a equipe do Brasil em Tóquio.

 

Rebeca Andrade – 256 mil em 24 de Julho – 2,3 milhões

Ela que se apresentou no solo ao som de ‘Baile de Favela’, Rebeca Andrade, de 22 anos, ganhou a medalha de prata na ginástica artística e se tornou a primeira medalhista olímpica da ginástica feminina do Brasil.

 

Mayra Aguiar -94 mil em 24 de Julho – 209 mil

A judoca Mayra Aguiar ganhou o bronze na Olimpíada de Tóquio e fez história ao se tornar a primeira atleta brasileira com 3 pódios individuais.

Kelvin Hoefler – 247 mil em 24 de Julho – 844 mil

A primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 foi do skatista Kelvin Hoefler que ganhou a prata na modalidade Skate Street Masculino, incluída pela primeira vez nas Olimpíadas.

 

Esses são alguns dos vários exemplos que temos de atletas que viralizaram nas redes, tanto Instagram como gravando vídeos no TikTok, trazendo para nós alegria e diversão durante essa pandemia que também já está chegando no fim ! Use máscara, fique em casa e vai Brasil!.

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Opinião

O Youtube está sendo esquecido? Veja o porquê

Já percebeu que não se ouve tanto falar do YouTube recentemente? Ele foi sendo deixado de lado durante os anos? Qual o motivo disso?

 

Anos atrás, o Youtube era a principal (e quase única) maneira de se assistir vídeos online para se entreter. A plataforma se tornou um marco na história da internet e todos passavam muito tempo lá. Mas de tempos para cá pudemos perceber que as coisas mudaram. Com tantas opções de streaming e de outras redes sociais, o YouTube acaba se apagando em meio a uma enorme variedade de “concorrentes”.

Vemos que o que gera engajamento, agora, são vídeos curtos e diretos, sem tanta enrolação. Em questão de segundos, o usuário decide se vale a pena gastar um minuto do seu dia naquele conteúdo ou não. Não é atoa que vemos o sucesso estrondoso do TikTok ou dos reels do Instagram. Porém, esse dinamismo não é o diferencial da plataforma.

Outro fator acaba sendo o algoritmo, que é pauta para muitos youtubers e ex-youtubers há anos. A maneira com que a plataforma prejudica alguns conteúdos e beneficia outros é, muitas vezes, desleal. Por isso, muitos criadores desistem dela e acabam migrando para outras plataformas. Um exemplo claro são os  milhares de gamers e streamers que decidiram seguir nova carreira na Twitch, fazendo lives e ganhando muito mais lucro e visibilidade.

Falando nisso, já parou para pensar que o YouTube quer ser tudo, menos ele mesmo? Calma, vou explicar. Acredito, sim, que as plataformas precisam mudar e se atualizar de acordo com o público. Porém, será que o YouTube está fazendo isso corretamente? Na plataforma, há muita coisa acontecendo: shorts (vídeos curtos, quase como o TikTok), espaço para fazer publicações, opção de comunidade e membros, histórias (como os stories do Instagram)… é como se houvesse uma perca de identidade. Por mais que dizemos anteriormente que as pessoas costumam optar por conteúdos mais rápido, ainda há espaço para vídeos mais longos e elaborados.

Se o objetivo é se manter influente, o YouTube deveria focar em dar suporte aos criadores e usuários que ainda estão na plataforma. Melhorar o algoritmo para entregar o vídeo certo para o público certo é o ideal. Quem nunca foi recomendado para um vídeo absolutamente nada a ver com os seus gostos? Quantas vezes você já viu canais com 1 milhão de inscritos, mas com apenas 10 mil visualizações em seus vídeos? De nada adianta copiar os concorrentes e negligenciar seu próprio público, o resultado é claro: novos usuários não vão aderir e os antigos irão sair.

Além disso, gostaria de fazer um adendo sobre um dos maiores incômodos do YouTube atualmente por inúmeros usuários: a quantidade de propagandas. Muitas vezes deixamos de assistir um vídeo por conta do enorme número de anúncios que eles têm. Mesmo sabendo que são os criadores que colocam as propagandas nos seus vídeos, ainda acredito fortemente que o principal culpado é, novamente, o algoritmo da plataforma. Se os vídeos dos canais fossem realmente entregues pros inscritos, mais pessoas assistiriam e menos propaganda seria necessário para manter as receitas dos criadores.

 

Mas é claro, não podemos esquecer que o YouTube ainda continua sendo a maior plataforma para se assistir vídeos online e ele ainda é muito útil. Quando queremos algum tutorial, vídeo aula, ou vídeos mais objetivos, esse é o lugar correto. E ainda possui muito conteúdo bom, e é ótimo para divertir as crianças, por exemplo. Por outro lado, o número de criadores na página vem caindo, e isso é algo a se levar em conta.

O que você acha de tudo isso? Possui algo a acrescentar ou não concorda com o que foi dito aqui? Fala pra gente aqui nos comentários!

 

 

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Digital

Instagram: 5 conteúdos que te ajudam a vender

Muitas vezes, apesar de postar as fotos do que você vende no Instagram e dar dicas sobre o seu nicho, não é suficiente para converter uma venda. Isto, pois este tipo de conteúdo ajuda a gerar engajamento, mas não necessariamente fará com que as pessoas queiram comprar de você.
Por isto, separei 5 conteúdos buscando vender.

Como usar os produtos
Uma ótima forma de começar é fazer reels ou stories mostrando como usar o seu produto. Se você vende carteiras personalizadas, você pode mostrar diferentes formas de carregá-la, como organizar os documentos nela ou até mesmo dar dicas para deixar a foto do mozão ou um número de emergência dentro.
Você deve mostrar além do óbvio. Todo mundo sabe para que serve uma carteira. Você deve expor outras coisas que se pode fazer com o seu produto além da sua função principal.

Benefícios dos produtos
Outra ideia é mostrar os principais benefícios do seu produto. Nesta parte, é interessante abordar práticas ecológicas – como uso de materiais recicláveis – resistência e durabilidade do material, opções de personalização e muito mais.
Você precisa fazer com que seu público sinta necessidade pelo que você vende – através de atributos físicos do seu produto – e empatia pela marca – ao incorporar questões socioambientais à sua empresa.

Reposts dos clientes
Além de falar do produto em si, é importante mostrar o que as outras pessoas acham dele, afinal, quem produz costuma achar maravilhoso, mas e quem de fato consome? Por isto, reposte as fotos que os seus clientes fizerem usando seu produto.
Desta forma, você consegue agregar valor ao que oferece e mostrar que as pessoas que confiaram nos seus serviços e compraram contigo, gostaram do que receberam.
O seu cliente sentirá mais segurança ao ver que você cumpre com o que oferece.

Feedbacks
Uma forma ainda mais impactante de passar credibilidade e confiança pela sua marca é postando o que o seu cliente achou do que comprou. Tire um print da conversa de vocês com o feedback do que acharam.
Mas atenção: não peça para o cliente falar bem. Peça para ele falar a verdade. Se você oferece um serviço de qualidade, não precisa se preocupar dele falar mal. Além disso, você se mostra honesta e transparente com quem já comprou de você, fazendo com que a pessoa se sinta ainda mais confortável para refazer um pedido e agrega ainda mais valor à sua marca.

Ideias de presentes
Esta é uma forma bem descontraída e mais geral de vender. Você, até agora, mostrou as qualidades do seu produto para quem quer comprá-lo. Dessa vez, você irá mostrar para ele como presentear alguém com o que você vende.
Dê ideias em épocas especiais, como Dia das Mães e Natal, e datas comemorativas individuais, como aniversário de namoro, mesversário de pet ou aniversário de alguém, de fato.
Mostre formas legais de embalar seu produto, funcionalidades, e brinque em como a pessoa que receberá o presente vai se sentir feliz ou ser melhor depois de ter o que você vende.

Utilizando essas 5 ideias, sem deixar de mixar as formas de abordá-las no Instagram – reels, lives, story ou feed –  você com certeza irá vender mais, agregar valor e gerar engajamento. Se você mostrar a importância, qualidade e o que as pessoas que já compraram de você acham sobre o seu produto, você passará confiança e irá vender.
Lembrando que estas dicas valem para qualquer negócio, seja ele focado em vender para outras empresas ou para o consumidor final. Basta você pegar a essência das dicas e aplicá-la no seu nicho.

Você já usa alguma dessas dicas hoje em dia? Funciona para o seu negócio? Conte para a gente!

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Vídeos na publicidade: 3 canais para você se inspirar

Quantos vídeos você já viu hoje? Aposto que conhece todos os aplicativos que contém vídeos como TikTok, Instagram, Kwaii, YouTube, entre outros.

Segundo a Kantar IBOPE Media, o Brasil se destaca no consumo de vídeo quando relacionado à média global. Assim, a nova onda dos vídeos se tornou tão grande que cada vez mais as marcas investem nessa ferramenta, seja pela facilidade ou pelo retorno que eles trazem.

Além disso, o uso dos vídeos possibilita várias oportunidades como mostrar o uso do produto, as cores, envolver os clientes sobre os benefícios e qualidades do serviço e prender a atenção do consumidor.

Devido a isso, muitas formas de vídeo se tornaram famosas, como a repetição de danças, as receitas rápidas/dicas de estudo e até vídeos mais longos com conversas e debates no IGTV.

E, se você se interessou e quer começar a fazer algum vídeo para o seu canal ou perfil, vou dar alguns exemplos para que você possa se inspirar!

  • Niina Secrets

De uma maneira descontraída e divertida, ela testa produtos de beleza, traz tendências sobre este mercado, além de contar um pouco da sua vida por meio de vlogs.

  • Thoraya Maronesy

Com perguntas e questionamentos sobre a vida e sentimentos das pessoas, Maronesy traz histórias e reflexões que podemos fazer durante a nossa vida.

  • TPM por Ju Ferraz

Não podíamos esquecer da comida! Brincadeiras à parte, o perfil da Ju mostra um pouco de receitas, experimentação de pratos de diversos restaurantes e fast foods (que muitos amam). Vale a pena dar uma olhadinha e se divertir com as histórias dela!

Bom, existem muitos outros perfis que poderiam entrar nessa lista e te inspirar ainda mais a utilizar essa ferramenta, faça uma pesquisa sobre os temas que você mais gosta e te faz sentir mais à vontade e aproveite a onda dos vídeos nas plataformas para fazer muito sucesso!

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Instagram e o número de curtidas

Em 2019, o Instagram já havia tomado a decisão de ocultar o número de curtidas de todos os usuários,porém a equipe achou coerente dar esse poder de escolha aos usuários.

Muitos criadores de conteúdo das mídias sociais não gostavam ou se incomodavam ao ver o número de curtidas de seus posts, então após alguns testes e avaliações na plataforma do Instagrama companhia criou uma atualização com duas opções:

1 – Ver as curtidas de todas as publicações ou de nenhuma;

2 – Ocultar as curtidas apenas de publicações específicas.

Com diferentes pontos de vista, já que o Instagram acumula mais de 1 bilhão de usuários ativos, segundo dados do site Maiores e Melhores, grandes influenciadores digitais preferiram manter o número de likes em suas publicações nas contas pessoais ou criadores menores de conteúdo preferiram continuar com o modo oculto.

Para divulgar seus projetos, trabalhos ou sua vida pessoal é essencial sentir-se confortável e ter um ambiente virtual seguro. A ação de publicar algo e após uns dias deletar por ter poucas curtidas era bem presente na rede e uma das consequências da nova atualização foi justamente o contrário, mais posts foram publicados e mantidos.

 

O principal objetivo da mudança foi diminuir a massa de concorrência por likes que há atualmente em todas as plataformas digitais, já que às vezes essa competição acaba não sendo saudável aos usuários e criadores.

A saúde mental tem que ser pauta dos ambientes virtuais, principalmente hoje em dia, e ações partidas de grandes mídias sociais, como o Instagram, mostram a importância de levar em conta as diferenças dos usuários e suas preferências.

E você, curtiu esses novos recursos? Deixou ou ocultou suas curtidas?

Conta pra gente 😊

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Os influencers digitais e a tendência ao vegetarianismo

Em tempos de isolamento social, o pensamento e a prática de mudanças nos hábitos diários foram ações que tiveram grande aumento desde o início da pandemia da COVID-19.  Entre as novas mudanças, a alimentar foi destaque, contando que mais de 41% da população brasileira fez uma grande mudança na dieta, isso só foi possível por conta do tempo extra em casa, segundo pesquisas do Portalveg.

O Vegetarianismo é o regime alimentar que exclui todos os tipos de carnes: frango, peixe, carne vermelha, frutos do mar e outras.

Mesmo o Brasil contando com mais de 30 milhões de vegetarianos, a revista Forbes aponta o Brasil como participante dos 15 países mais consumidores de carne do mundo, entretanto, com as novas gerações tendo maior conscientização do impacto de suas escolhas alimentícias à própria saúde, essa colocação tende a cair em alguns anos.

Falando nisso, para facilitar o acesso a informações e a receitas caseiras, trouxemos a indicação de 3 influencers que tem o Vegetarianismo como pauta de conteúdo para você seguir e acompanhar no Instagram e no Youtube:

 

Influencers e o vegetarianismo

– Rachel Ama (@rachelama_)

Com mais de 500 mil inscritos no YouTube e 222 mil seguidores no Instagram, Rachel partilha receitas deliciosas que podem te fazer esquecer a necessidade de carne ou peixe.

– Gabriela Pereira (@gabrielapereira_nutri)

Sendo nutricionista, Gabriela ajuda pessoas a diminuirem o consumo de alimentos de origem e animal e manter a saúde em dia de forma saudável e correta através de posts informativos em seu Instagram e de consultas online.

– Camila Reis (@nutriveg.camilareis)

Também nutricionista, Camila atende vegetarianos, auxilia no processo de transição alimentar e possui seu próprio ebook “Guia de Iniciação ao Vegetarianismo”, especialmente elaborado para você fazer a transição ao vegetarianismo de forma consciente e segura.

 

O crescente número de pessoas que não se alimentam com nenhum tipo de carne consequentemente também tem afetado o mercado, fazendo com que os comerciantes aos poucos tentem adaptar-se para as novas tendências de seu público.

Muitas pessoas acabavam julgando sem ao menos conhecer os benefícios na saúde pelo vegetarianismo, mas hoje com a ajuda dos influencers digitais, a mídia e com as inspirações para a transição ao vegetarianismo, sua consicentização e acessibilidade estão felizmente em crescente aumento.

Todos deveriam repensar a importância de sua alimentação e os impactos que ela pode causar para sua saúde e para o mundo.

E você já teve alguma mudança alimentar nessa quarentena?

 

É importante lembrar que todo processo de mudança alimentar deve ser acompanhado por um profissional da área.

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