close

job

Entretenimento

Leve a vida como uma agência de publicidade leva seus jobs

Antes de você iniciar a leitura, é preciso deixar o senso crítico de lado. Este texto foi apenas uma analogia entre a maneira de como uma agência de publicidade leva os seus trabalhos e como cada indivíduo poderia levar sua vida.

Analisando com um olhar mais amplo, podemos tirar algumas lições para nossas vidas com essa relação entre a agência e o job.

Atendimento

O autoconhecimento é essencial para um maior controle de suas emoções e vida. Conseguir estabelecer com mais clareza quais são suas metas e propósitos é outro benefício que o autoconhecimento traz.

É como se ambos estivessem dentro de você. O atendimento (você) é responsável por conhecer mais sobre o cliente (você), entender as necessidades, organizar e planejar as ideias. Assim como um bom briefing vai ser responsável pelo êxito das próximos etapas.

Planejamento

Com certeza você já se sentiu perdido, seja na vida pessoal quanto na profissional.

Quantas dessas vezes você acredita que se tivesse feito um planejamento antes, isso poderia ter sido evitado? É claro que em outras questões, sentir-se perdido vai muito além de planejamento.

A partir do momento em que você se planeja, sabe os caminhos que precisa fazer para alcançar tal objetivo, as surpresas que aparecem no decorrer do caminho ficarão mais fáceis de lidar. Para esta etapa acontecer, assim como em uma agência, você precisa definir quais são seus objetivos pessoais ou profissionais e o que precisa ser feito para alcançar, entre outras diversas decisões estratégicas.

Criação

Criatividade não está ligada apenas a criação e arte, está ligada ao desenvolvimento humano. Assim como os criativos de uma agência, precisamos sempre inovar, criar e buscar soluções não apenas para questões profissionais, mas também pessoais. A esperança de que sempre há uma ideia válida. A imaginação aplicada pode sempre resolver algum tipo de problema e tornar seu trabalho mais dinâmico, portanto busque exercitar!

Mídia

Um dos objetivos da mídia em uma agência de publicidade é passar a imagem que o cliente deseja através dos meios de comunicação, transmitir a mensagem certa para o público certo. De certo modo, se você deseja arranjar um emprego com uma certa facilidade sem precisar ficar entregando currículo por aí, é necessário trabalhar sua imagem dentro das redes sociais, escolher em qual rede seu perfil profissional terá um melhor alcance, Linkedin, Facebook etc. Seja para divulgar seus projetos, artes ou ideias, é necessário analisar a maneira de sua abordagem e em qual mídia seu perfil se identifica mais.

Produção

Simplificando, a produção é responsável por garantir a execução do projeto final, da mesma maneira que eles organizam e priorizam as tarefas necessárias, precisamos levar isso para nossos projetos pessoais também, tudo o que você planejou está na hora de colocar em prática, para assim alcançar seus objetivos!

Lembrando, isto foi apenas uma intenção de aproximar a ideia de que podemos nós espelhar em como as agências levam seus jobs e tirar alguma lição para estruturar melhor nossas metas e objetivos.

Espero que tenha gostado, obrigado!

 

 

Leia Mais
ConteúdoPublicidade

Criatividade: dom ou habilidade?

Aposto que quando você diz que é publicitário, ou quando começou estudar publicidade e contou para seus amigos e familiares, você deve ter escutado algo como: “eu acho legal publicidade, mas precisa ser muito criativo e eu não sou tão criativo assim”.

Está mais do que comprovado que nós publicitários somos criativos, mas a verdade é que a criatividade, assim como qualquer outra habilidade, precisa ser desenvolvida, não é um superpoder que quando estamos no meio de uma campanha o ativamos e colocamos ele em ação, por exemplo. A criatividade é uma habilidade que precisa ser cultivada, explorada lapidada e muitas vezes até despertada!

E como é possível fazer isso? Através de repertório! Encontramos diversas inspirações por meio de filmes, viagens, apreciando uma boa música, leitura ou uma comida, enfim por meio de momentos, referências e claro muita pesquisa, porque assim teremos insights inovadores que façam sentido para agradar ao nosso cliente, que paga o pão nosso de cada dia (hihi).

Usar a criatividade é não ter medo de inovar, e fazer isso da melhor maneira e com toda a sua dedicação. Não existe uma receita de bolo pronta ensinando o passo a passo para você ser criativo, mas se você acompanha nosso portal, olha… Fique muito feliz porque já está no caminho certo!

É necessário haver muita dedicação para desenvolvermos da melhor maneira esse processo criativo na entrega das soluções para nossos clientes. Pode até parecer que a criatividade vem como se fosse um passe de mágica, mas isso é o fruto de anos buscando por conhecimento, novos repertórios, trabalho duro, e muita pesquisa para entender sobre o mercado, a demanda, o perfil do target, etc. E quanto mais sutil a sacada criativa parecer, maior será o reconhecimento de todo esforço dedicado ao longo do processo até chegar à entrega final.

Leia Mais
Publicidade

Um job sem defesa é um filho pequeno indo sozinho pra escola

É bem comum, nas agências de publicidade, que o time da Criação fique até altas horas da noite criando peças e trabalhando nas refações do cliente para melhor entregar o job solicitado. Embora eu nunca fui adepto a esse trabalho noturno, e – hoje – no Creativosbr a gente busca fazer com que todos saiam no horário, é bem natural e sempre foi assim no ramo da publicidade.

Mas o que quero destacar aqui é que todo o carinho e esforço depositado no trabalho do cliente não pode ser jogado fora na hora da apresentação do job. Digo isso porque, desde a elaboração do briefing, até o planejamento, redação e direção de arte, até a finalização da campanha, tudo é feito com muito cuidado, para chegar na hora e simplesmente jogar o job para o cliente sem junto acompanhar uma defesa; é um desperdício.

Um job sem defesa é um filho pequeno indo sozinho pra escola. É mais do que perigoso, é falta de respeito, de amparo, de zelo, é relaxo.

Não é sobre explicar o job ou o processo criativo, mas entender os porquês dos elementos, colocar os pingos nos “is”. É defender o conceito, a estratégia, a ideia, os objetivos que fizeram com que você criasse tal peça, por exemplo.

É fundamental, até para o cliente, entender a estratégia que foi pensada para o seu negócio, pois é ele que vai comprar a ideia. É com a aprovação dele que você terá a confirmação de mais um job entregue com sucesso.

Então já sabe. Que fique como lição de casa o conselho: jamais deixe seu filho pequeno ir sozinho para a escola.

Leia Mais
Marketing

Briefing não é receita de bolo

Quem nunca levou um puxão de orelha por um briefing mal construído?

A maior parte dos artigos traz uma receita de bolo na qual o briefing tem que ter, obrigatoriamente, o histórico do cliente, concorrentes, produtos. É claro que são informações importantes, mas será que de fato é isso que garante um bom briefing independentemente do objetivo? Na prática eu aprendi que não.

Por isto, separei essa estratégia super importante para você fazer um briefing de brilhar os olhos do seu chefe, sem receita de bolo e aplicável para qualquer tipo de briefing que você fizer.

Bora conferir?

Sobre a estratégia 5W2H

Esta estratégia é muito utilizada no modelo canva, que ajuda a ter um overview dos projetos. Assim, traz informações essenciais para um trabalho bem executado na agência.

Ela pode ser reestruturada em um texto compacto transmitindo clareza igual a um canva.

Confira cada letra desta estratégia:

What

Você deve dizer o que é o job: um plano de mídia? Um post para social media? Uma campanha de lançamento de produto? Uma postagem ou um anúncio de revista?

Este W serve para trazer clareza sobre o que é, exatamente, a entrega a ser feita.

Who

Nesta etapa, você pode descrever quem é o cliente, trazendo seu histórico, caso seja um briefing de planejamento; ou trazer quem são os responsáveis por cada etapa do projeto, caso seja um briefing para uma equipe de criação e produção da comunicação do cliente.

When

O deadline é essencial para que todos se organizem em suas entregas e saibam priorizar a ordem de produção, e é nessa etapa em que você deve trazer este dado.

Lembre-se de planejar todos os prazos de entrega, e não apenas o final.

Vale ressaltar também a duração da campanha e a duração das etapas: 2 semanas de awareness e 1 mês de tráfego, e assim por diante.

Where

Aqui você trará os formatos: é um planejamento on, off ou 360°? É um anúncio de revista, post de feed ou enquete? As artes terão desdobramentos para quais formatos?

Neste W deve constar todas as informações técnicas que serão necessárias para a realização do job.

Why

Afinal, para que serve este plano de mídia? Para tráfego ao site? Para lançar um novo produto? Para enfatizar o share of mind?

Seja sucinto para tornar objetivo o motivo da solicitação do job, sendo direto na solicitação.

How

Como será feita a veiculação, afinal? Como será a estratégia das postagens? Tenha sempre em mente o que é o job, e a partir dele fazer a pergunta que aquele que receber o briefing faria sobre o “como”. Se você seguir o “como” a partir desse desdobramento, ficará muito mais fácil de interpretar os dados que devem ser passados no briefing.

How much

As perguntas que não querem calar: quanto tem de budget? Qual o volume de posts a serem realizados? Foque sempre no que a pessoa que receberá o briefing precisa saber para executar a sua função.

Sim, parece muita coisa, mas você facilmente pode condensar tudo em um único parágrafo.

Faça os resumos e a partir deles construa o parágrafo interligando as informações.

Um bom briefing não é um briefing enorme, e muito menos um briefing com informações pré-estabelecidas na maior parte dos artigos da internet. Um bom briefing é aquele que tem as informações essenciais para transmitir clareza e organização na mensagem.

E aí, conseguiu ver o briefing com outros olhos e fora da receita de bolo que você sempre vê por aí?

Compartilhe com seus amigos de trabalho para que todos entreguem briefings brilhantes e dignos de enquadramento!

Leia Mais
Opinião

Que tal incluir o “Pôr do Sol Digital” em nossa rotina?

 

Hoje pela manhã, a caminho do trabalho num trânsito paulistano pra lá de louco e acima da normalidade, fui acompanhando as notícias pelo Rádio.

Algum convidado de uma emissora x dizia, no seu quadro semanal de “Bem Estar”, para criarmos o hábito do “Pôr do Sol Digital”.

Embora eu nunca antes havia escutado tal termo, logo imaginei ao que se referia. Aliás, belo termo. Soa bonito.

O convidado contava que, diferentemente dos nossos pais, que conseguiam se desligar do trabalho, quando botavam o pé pra fora da empresa, hoje temos o costume diário de levar trabalho pra casa.

E mais. Que tal fato é decorrente de estarmos expostos à informação por todo o tempo e da necessidade criada pelo mercado.

Confesso que invevitável é, para quem anda com smartphone ou notebook do trabalho, dar aquela espiadinha nos e-mails no Sábado à tarde ou no Domingo pela manhã.

Eu mesmo sou assim, embora tenho tentado me controlar.

O que o convidado do programa da rádio pedia era para tentarmos excluir esse costume de nossas rotinas , pois isso afeta diretamente o nosso necessário descanso, seja no período noturno, durante a semana e principlamente aos finais de semana, quando temos que carregar novas energia, ficar com a família, amigos, etc.

Dizia ainda que dar uma conferida nos e-mails no final de semana e encontrar aquele pedido urgente do chefe ou do cliente pode te deixar ansioso, nervoso e enquanto passa o Faustão, muito pouco tu poderá resolver.

Eu, por exemplo, sou uma pessoa demais ansiosa. Anos atrás, inclusive fui dignosticado com Transtorno de Ansiedade em nível máximo. Isso evoluiria mais tarde, para uma Síndrome do Pânico.

Nos dias atuais, se noto um e-mail novo fora do horário de trabalho, não consigo esquecer daquele fato e deixar para a Segunda-Feira de manhã. Juro, minha ansiedade não permite isso.

É bem verdade que das últimas vezes que fiz isso, ou seja, abri o e-mail, me arrependi de tal fato, pois realmente não conseguiria resolver a situação ali de imediato. Poderia mesmo ter deixado pra depois.

Mas muito possivemente, ficar sem ler, seria muito pior, pois certamente passaria o final de semana inteniro ali, imaginando o que teria atrás daquele e-mail não lido.

Mas juro que tentarei seguir a instrução da moça hoje de manhã. O tal do “Pôr do Sol Digital”.

Neste final de semana, não levarei o notebook do trabalho pra casa e deixarei o smatphone da empresa desligado. E-mails serão vistos somente na Segunda-Feira de manhã.

Mas confesso que talvez hoje à tarde, eu ligue pra minha cliente e diga a ela, que qualquer problema durante o final de semana, eu estou no meu celular pessoal.

Sou sincero, ué.

Leia Mais
Publicidade

Anúncio de agência que busca diretora de arte “cheirosa”, causa polêmica!

Anúncio da Tema Propaganda, de Vitória-ES, causou polêmica, minutos depois de ser divulgado no Facebook.

Um anúncio da agência que busca uma profissional “charmosa, cheirosa e talentosa” foi considerado machistas por diversos internautas.

Segundo a agência, tudo não passou de uma grande confusão e pediu desculpas aos que se ofenderam com a mensagem.

Porém não haverá retratação, uma vez que a mensagem não teve a intenção de causar polêmica e muito menos, de passar um aspecto preconceituoso ou machista.

Ainda assim, com a polêmica instalada, a agência criou um segundo anúncio com um texto bastante diferente e que entre as exigências do profissional a ser contratado, está o “bom humor”!

E aí, o que acharam?

Leia Mais
Opinião

Cliente e agência devem ou não estarem presentes num set de filmagens?

Talvez seja essa uma das maiores e mais antigas discussões existentes no mundo da publicidade.

No exato momento em que escrevo este post, certamente reuniões entre produtoras e agências estão ocorrendo e o assunto se ainda não foi, será debatido nos próximos instantes.

Do mesmo modo que nesse mesmo momento, outros profissionais de criação e atendimento estão indo dormir mais cedo para amanhã, acompanharem desde muito cedo, um dia cheio no set para a gravação daquele comercial do seu cliente.

Tudo isso para que aquele maravilhoso filme publicitário fique dentro do previsto e se torne lindo aos nossos olhos quando o assistirmos na TV daqui há algumas semanas.

Chegar a uma conclusão sobre a necessidade de cliente e agência acompanharem a gravação do filme é algo que parece não vai acontecer. Pelo menos, não tão cedo.

Se analisarmos as opiniões dos grandes criativos do mercado, veremos que existem aqueles que defendem e também tem aqueles que condenam de imediato a presença de profissionais de agência e cliente no momento da produção do filme.

Os primeiros, os que defendem a necessidade do acompanhamento como um todo, argumentam que estarem próximos da produtora, pode fazer com que erros não sejam cometidos ou que deslizes não sejam ignorados pelo Diretor e por sua equipe. Dizem que estarem presentes tem o único propósito de "somar" ao processo, uma vez que conhecem o cliente e seus desafios, muito mais do que o Diretor, por exemplo.

Não deixa de ser verdade!

Já no caso dos profissionais que acham que não devem participar, argumentam que desde que haja previamente uma boa reunião de pré-produção envolvendo cliente, agência e produtora, o job pode ser passado sem medo à produtora. "Não há o que temer"!, dizem eles. Dizem que estarem presentes podem acabar atrapalhando a produção e preferem estarem distantes para mostrarem ao Diretor que ele é quem "comanda" aquilo ali.

Rola aquele medo de atrapalhar o trabalho!

Esse último pensamento se alinha com o que pensa a maioria dos Diretores. As produtoras, de uma maneira geral, não gostam de ter cliente e agência no set de filmagens. Segundo eles, esses profissionais, não conhecedores do processo como um todo, muitas vezes, apontam problemas que acabam por tardarem as gravações, além de observações idiotas serem levantadas a todo instante.

Existem produtoras renomadas, por exemplo, que proibem agência e cliente de participarem das gravações, exatamente por esses problemas acima citados.

Agora, a minha opinião:

No meu ponto de vista, que também é de pouco conhecedor do assunto, cliente e agência até podem acompanharem as gravações num set. Sem problemas!

Porém, é demais importante que não fiquem se intrometendo a todo momento, que deixem o Diretor trabalhar e que apenas abram a boca para algum problema absurdo que esteja sendo cometido e que não esteja  de acordo com o material repassado à produtora.

Penso que todo o processo deve ser acompanhado pela dupla de criativos sim, mas também que o cliente deve saber que naquele momento, o chefe é o Diretor, ainda que o dinheiro venha do cliente.

Já se agência e cliente não forem às gravações, me passa a ideia de que não quiseram assumir o risco e que se algo der errado, acusarão de mediato a produtora pelo erro cometido.

Não pode. Absurdo. Coisa de mau caráter.

Mas essa é a minha singela opinião. Na verdade, opinião de um profissional de mídia e que poucas vezes acompanhou a gravação de um filme.

E você? O que pensa a respeito?

Leia Mais
1 2
Page 1 of 2