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Tem que colocar logo em tudo! Será?

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Aposto que só de ver a imagem em destaque você já sabia qual marca eu ia citar por aqui. coque iphone xr E olha que não está nem citada no título! Pois é, uma marca muito conhecida não precisa ficar adicionando o logo em todas suas peças. soldes coque iphone Ela simplesmente é tão forte que o público reconhece de longe, só pela presença de alguns elementos. coque iphone xs max Dê uma olhada na nova campanha que o McDonald’s está veiculando em Porto Rico. coque iphone “Say no More” foi criada pela agência TBWA\San Juan, e traz os produtos do cliente de forma embaçada. coque iphone 2019 pas cher Para mim, míope que sou, é como ver a batata do McDonald’s sem óculos. soldes coque iphone Só pelas cores e pelos formatos já é possível reconhecer do que se trata.

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Provocações como estratégia publicitária

Provocações como estratégia publicitária – Creativos Br – Nextel – Ruivo

A propaganda comparativa vez ou outra movimenta o cenário das grandes marcas com sutis provocações com a concorrência. coque iphone 6 Entre os casos globais mais “famosos” temos as rivalidades Coca-Cola x Pepsi, e também Mc Donalds x Burguer King. soldes coque iphone Apesar da publicidade comparativa ser permitida na legislação brasileira (Art. 32 do CONAR), não é tão comum essa prática quanto na cultura norte americana. acheter coque iphone en ligne Contudo, a necessidade do discurso publicitário pressupõe comparações: diretas ou indiretas, sobre concorrentes ou mesmo apenas sobre comportamentos e anseios de consumidores. coque iphone 8 Para Juliana Albuquerque, gerente Jurídica do Conar, o que prevalece é a informação. O conteúdo do anúncio precisa esclarecer o consumidor. Já que tocamos no assunto, a Nextel lançou no último final de semana um VT provocando praticamente toda a concorrência. coque iphone en ligne Inclusive protagonizado por João Cortês, ator que ficou conhecido atuando em campanhas da Vivo. Confira: E se você é adepto ao tom provocativo, veja abaixo a brilhante sacada da Forbes, só que neste caso a provocação não é para a concorrência e sim para uma sociedade inteira. Veja o “início” desta ação de posicionamento contra a corrupção e de valorização ao empresário sério; a Forbes criou em conjunto com a Ogilvy e a empresa de tecnologia Nexo. coque iphone O projeto, apesar de ainda estar em andamento, foi baseado em inteligência artificial e machine learning. O intuito é que a imprensa posso entrevistá-lo até o fim deste mês e que a publicação chegue às bancas a partir de 16 de abril. coque iphone As opiniões quanto a publicidade comparativa são inúmeras e controversas. Há quem enxergue como antiética, agressiva e desnecessária, mas também há quem veja com bons olhos o “burburinho” que pode gerar e pensa nesse tipo de abordagem como criativas e oportunas.

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Digital

Fotolog volta somente para usuários salvarem suas fotos

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Semanas atrás, o Fotolog anunciou o encerramento de suas atividades para todo o sempre.

Notícia bastante triste para toda uma geração internauta que acreditem…. sobreviveu por anos, sem Facebook, Instagram ou Snapchat.

Saibam muitos de vocês, que no final de década de 90 e início dos anos 2000, o Fotolog era a única plataforma que permitia compartilhar nossa melhores e mais simpáticas fotos aos nossos amigos.

Surgia ali um primeiro conceito de rede social, interação, seguir pessoas… essas coisas todas que hoje são mais presentes do que água em nossas vidas.

Talvez por tudo isso é que milhares de pessoas como eu, ficaram triste com o anúncio do fim da plataforma, que vez ou outra, era ainda visitada pelos mais nostálgcos.

Eram tantos fãs que quado o Fotolog saiu do ar, muita gente não conseguiu resgatar suas fotos.

Mas vejam só que legal: Por conta de tamanha comoção destes “velhinhos internautas” de plantão, o Fotolog voltou ao ar para que as pessoas possam salvar suas fotos.

O site fica no ar somente até o dia 20 de Fevereiro.

Quem tem foto bacana lá e quer resgatar esse material, corre lá dentro deste período.

Depois disso, Fotolog servirá apenas para ser contado para as próximas gerações.

Grande abraço.

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Opinião

A aula do garçom

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Sábado, 28/11/2015, 23:35 Vila Mariana

Sem paciência para aprontar um delicioso quitute em casa, pego o carro e vou até uma hamburgueria algumas ruas acima.

Chego, sento e olho o cardápio.

A luz de todo o bairro se apaga e da boa casa de hambúrgueres também.

Todos gritam. Realmente muito escuro.

Peço um guaraná no lugar da coca para quem sabe melhor encontrar o copo na mesa.

Um garçom, aparentemente preocupado, vai de mesa em mesa pedindo para todos ficarem tranquilos que a casa possui gerador e nenhum serviço será descontinuado.

Continuo a observar o cardápio graças à obra de Steve Jobs.

Os minutos se passam e a lanchonete reduz drasticamente o número de clientes.

Noto que eram clientes que já haviam comido ou que nem mesmo haviam pedido.

Porém, alguns outros clientes provavelmente sem paciência de aprontarem quitutes maravilhosos em suas casas resistem à escuridão, assim como este que vos escreve.

Tenho medo de altura, não de escuro. É então que aquele mesmo garçom que citei anteriormente, se aproxima de mim. Iniciamos um diálogo:


GARÇOM: Triste isso, cara. Bem no Sábado.
EU: Essas coisas acontecem. Vocês não tem culpa. A casa esvaziou bem né?
GARÇOM: isso é péssimo. Pessoal fica com medo de assalto. Nada ajuda. Olha lá os garçons, tudo dando risada. 
EU: Verdade. Parecem felizes. Por que?
GARÇOM: Acham que a casa vai fechar e vão pra casa mais cedo. Eles não entendem que a casa cheia ajuda a manter nosso emprego. A casa cheia, dá dinheiro pro patrão. E o patrão com dinheiro mantém nosso emprego. Seja onde for, a gente tem que trabalhar como se fosse nosso. Eu tenho 3 filhas. To louco pra chegar em casa e ver as meninas. Mas To aqui, sei do meu compromisso. Quero casa cheia, quero suar de tanto trabalhar e ir embora só quando acabar.

Que aula.

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