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Retail Media leva espaço publicitário DOOH às lojas do Hirota em casa

Anunciantes já podem exibir suas marcas para público selecionado, em 32 lojas da capital paulista.

 

Especializada em mídia DOOH nos ambientes de consumo, a Retail Media, empresa do Grupo Seed, finaliza a primeira fase da instalação de suas telas digitais de alta definição nas lojas “Hirota em Casa” em São Paulo.

“Estamos animados em poder oferecer ao mercado esse circuito digital, contribuindo, especialmente, nas estratégias que visam impactar o público de condomínios residenciais e ampliar a visibilidade das marcas”, comemora Mario Leão, Diretor Nacional de Vendas da Retail Media.

“Além dos monitores, instalamos sensores WiFi tracking com o objetivo de conhecer o comportamento do consumidor neste novo ambiente, com insights de fluxo, frequência, recorrência e horários de pico”, comenta Vanessa Ebarra, Head de Comunicação e Marketing da Retail Media.

Nesse momento, as telas da Retail Media já estão presentes em 32 lojas Hirota em Casa, em importantes condomínios da cidade.

“Depois de trabalhar juntos nos supermercados da rede, temos a satisfação de levar as telas da Retail Media aos condomínios. É uma forma de comunicação inovadora, que traz resultados imediatos”, ressalta Helio Freddi Filho, Diretor de Expansão e Comunicação do Grupo Hirota.

O Grupo planeja inaugurar mais 20 lojas “Hirota em Casa”, fechando 2021 com 64 operações em funcionamento.

 

Sobre a Retail Media

A Retail Media é uma empresa de mídia digital out of home do Grupo Seed que trabalha com comercialização de espaços publicitários indoor. É especializada em telas digitais estrategicamente posicionadas para captar a atenção e impactar o consumidor, especialmente nos ambientes de consumo, como supermercados, pet centers e drogarias. A área de cobertura atual conta com varejistas atuantes nas principais regiões do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Fortaleza.

www.retailmedia.com.br

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Marketing

Faculdade Descomplica e Estag doam bolsas de estudo para jovens que desejam ingressar no Ensino Superior  

Serão oferecidas dez oportunidades em diversos cursos, como nas áreas de gestão, educação, gestão e tecnologia, em um Financiamento Estudantil a curto prazo mantido pela Estag

O Descomplica, uma das principais instituições de educação e tecnologia do Brasil, anuncia a doação de dez bolsas de estudos em cursos como Administração, Recursos Humanos, Marketing e Gestão Contábeis em um financiamento estudantil a curto prazo. A ação é fruto da parceria com a Estag, empresa especializada em recrutamento, documentação e desenvolvimento de estagiários. A Estag irá subsidiar seis meses da graduação do estudante até ele conseguir um estágio remunerado para que possa pagar sua faculdade posteriormente.  Os interessados no projeto deverão se inscrever até o dia 20 de julho pelo link: https://estag.uwu.ai/. Veja a lista completa de cursos ao final do texto.

Para Daniel Pedrino, presidente da Faculdade Descomplica, o projeto serve como uma mola impulsionadora para que o jovem, mesmo que sem condições financeiras iniciais, possa ingressar no ensino superior e a partir do momento que conquiste um estágio consiga dar continuidade aos estudos.

“A missão do Descomplica é democratizar o acesso à educação, afinal acreditamos que aprender é para todo mundo e por isso não vamos parar até que a educação chegue a cada brasileiro que precisa dela. Após a aquisição que realizamos da UniAmérica, esse propósito é ampliado porque agora a nossa lista de cursos aumenta e consequentemente se ampliam possibilidades dos alunos estudarem e conquistarem uma inserção no mercado de trabalho”, explica.

Em média a bolsa estágio costuma variar entre R$800 e R$1600 na região de São Paulo. Quanto à Faculdade Descomplica, o estudante pagará em média R$199 por mês, dependendo do curso, até quando achar um estágio remunerado e conseguir quitar o semestre financiado. Caso o jovem não encontre o emprego no 1° semestre, fica a critério dele decidir se quer ou não continuar no curso, arcando com os gastos dali para frente. “A Estag irá acompanhar o jovem durante toda a sua graduação, a fim de garantir que ele se forme. Nosso impacto está intimamente ligado à formação do jovem na Faculdade Descomplica”, afirma Felipe Morelli da Estag.

Veja os cursos que fazem parte da parceria:

  1. Administração
  2. Análise e Desenvolvimento de Sistemas
  3. Banco de Dados
  4. Ciências Contábeis
  5. Computação em Nuvem
  6. Engenharia da Computação
  7. Engenharia de Produção
  8. Gestão Comercial
  9. Gestão de Dados
  10. Gestão Financeira
  11. Gestão Pública
  12. História
  13. Jogos Digitais
  14. Letras – Português
  15. Logística
  16. Marketing
  17. Matemática
  18. Pedagogia
  19. Processos Gerenciais
  20. Recursos Humanos
  21. Sistemas de Informação
  22. Sistemas para Internet

Sobre a Faculdade Descomplica

Primeira EdTech brasileira a ingressar no ensino superior, a Faculdade Descomplica estreou em agosto de 2020, com um modelo 100% online e oferecendo os quatro cursos mais procurados no EAD: Pedagogia, Administração, Contabilidade e Gestão de Pessoas. Com preços democráticos – o curso de maior valor sai por menos de R$220 mensais -, a instituição foi liberada pelo MEC com nota máxima para a sua atuação (5), conquista que somente 6% das mais de 2500 instituições de ensino possuem. A Faculdade opera no modelo de microcertificações: os cursos são divididos por temática, em vez de seguirem a separação tradicional por semestre. O aluno pode optar por qual tema prefere começar a estudar e, ao finalizar, recebe um certificado de especialista contando quantos estudos de caso foram realizados sobre o assunto, que pode ser linkado diretamente em seu perfil do LinkedIn. Para o lançamento da Faculdade Descomplica, um investimento da ordem de R$ 55 milhões foi realizado.

 Sobre a Estag

 Feitas por jovens e para jovens, a estag impacta jovens em situação de vulnerabilidade social através de programas de capacitação e empregabilidade focados nas profissões e nas habilidades do futuro.

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Entrevistas

Entrevista com Viviane Camargo

Viviane Camargo, publicitária e fundadora da Aurora Branding, com passagem por grandes agências, como DM9DDB, McCann-Erickson e JWT Curitiba, em conversa com o Creativosbr, explanou sobre o que é branding e porquê essa estratégia tem se tornado cada vez mais importante para as organizações.

O que é branding? 

Branding é o processo de construção da marca. E tão importante quanto explicar o que é branding, é explicar o que é marca: marca está relacionada à imagem, pode ser de uma empresa, um produto ou serviço. A marca de uma organização é construída através das suas manifestações visuais e verbais, como: identidade visual, ou seja, todo o seu universo visual – logomarca, ícones, cores, tipografia -; sua comunicação verbal, linguagem, tom de voz, como não se expressa e como uma empresa se posiciona no mercado para se diferenciar das outras. Esse conjunto de definições [de marca] é o branding. Ou seja, é uma série de estratégias e metodologias para construir a correta imagem e associações a uma marca. Portanto, o branding é o processo, é o como se constrói essa imagem da forma mais apropriada possível.

Por onde começar a aplicar o branding?

O trabalho de branding sempre começa de dentro pra fora, ou seja, dentro da empresa: nessa primeira fase a intenção é descobrir o que essa empresa faz, o que ela se propõe a fazer, qual é o propósito dessa organização – pergunta-chave do branding -, e essas descobertas são feitas por meio de conversas com gestores, colaboradores, vendedores e público interno. Após essa fase, a compreensão sobre aquela empresa se direciona para a percepção externa, consumidores, fornecedores, ou seja, todos os stakeholders, para entender se toda aquela verdade vista no início do projeto está sendo traduzida para o público externo. O branding trabalha muito com realidade e percepção, então no final desse processo de análise é preciso alinhar as duas coisas. E a função do branding é traçar uma identidade para que tudo fique alinhado, para que todos os públicos vejam a marca da mesma forma e com a mesma percepção. Então na implementação, o público interno é o primeiro impactado. E a razão para traçar essa estratégia de dentro pra fora é porque o branding trata de propósito, essência, DNA, cultura e principalmente de identidade. 

Esse trabalho que começa internamente é a construção da cultura? 

Exato, porque se não for trabalhado internamente se torna algo que não é verdadeiro. A empresa precisa internalizar a sua identidade para depois naturalmente essa marca se externalizar para outros públicos.

Quais são os benefícios de possuir uma estratégia de branding?

São vários. Pela nossa experiência aqui na Aurora, nós vemos que nossos clientes têm duas grandes dores que se traduzem depois nos benefícios que o branding entrega. A primeira é a frustração das empresas de possuir uma comunicação sem foco, de não ter uma identidade estabelecida, por exemplo, temos um cliente aqui na Aurora que não sabe se deve responder nas redes sociais com bom humor ou com de maneira mais séria, porque se trata de uma instituição de ensino superior, isso porque ainda não foi decidido o tom de voz da marca. Então essa falta de foco da comunicação da empresa é uma das grandes necessidades que faz com que uma empresa procure a Aurora. Nesse caso, o branding alinha essa necessidade e fornece quais serão os passos a seguir daquele momento em diante e pelos próximos anos. Ou seja, o branding vai organizar e dar uma diretriz para todas as ações de marketing e RH, quando se fala do público interno de uma organização, e direcionar aquela marca. E a segunda dor, sendo uma consequência da primeira, a empresa possui uma verba alta disponível para o marketing e ao final do ano a sensação que se tem é que o investimento foi gasto e a empresa não construiu a imagem que gostaria e que muitas vezes não sabe qual é. Nesse caso o branding ajuda a empresa a encontrar essa imagem, ou seja, qual a sua identidade, e traça um plano muito claro para isso. Então essas duas dores fazem com que a organização não construa de forma sistêmica e organizada as associações que a empresa quer que o público tenha quando pensar na marca. 

E organizar a identidade e comunicação da marca é o que faz com que ela seja lembrada pelos consumidores?

Exatamente, essa organização é fundamental na etapa de implementação do branding. E para que isso aconteça [lembrança da marca] é preciso haver consistência na comunicação dessa marca. O Itaú Unibanco é um grande exemplo dessa “consistência”: o som da marca, as cores, a tipografia, o tom de voz são os mesmos há muitos anos. Um grande erro das empresas é achar que as suas manifestações podem ser mudadas o tempo todo quando, na verdade, o consumidor não está tendo tempo de memorizar aquela marca, de construir as associações que o trabalho de branding traça. E é preciso ter em mente que essa construção pode demorar anos.

Existe diferença de branding para uma empresa menor e para uma grande organização?

Todo processo de branding tem diferença, já que quando falamos de identidade, cada empresa tem a sua. Mas a principal está no momento que cada empresa está vivendo, se é um rebranding ou a criação do branding de fato. No primeiro caso a construção da estratégia vai olhar muito pra história da marca, e nesse processo de mergulhar no passado da empresa, começa um trabalho de reflexão, ou seja, “quem eu sou?”, “de onde eu vim?” e “pra onde eu vou?”. E pra uma marca nova, que é o caso da construção do branding, a gente vai olhar muito pro contexto em que essa marca está inserida, para poder entender o porquê que o mundo precisa dessa marca? o que a marca está se propondo a solucionar?

Então no rebranding olhamos o passado e depois o presente para projetar aquela marca no futuro. E no branding olhamos para o contexto atual e futuro para entender a relevância da proposta daquele negócio para o público. E essa relevância é o que causa a diferenciação daquela marca. Então é entendendo de onde a empresa está partindo que adotamos a estratégia mais adequada para aquela organização.

E quando é necessário que uma marca passe pelo rebranding?

Depende, há duas situações e elas podem acontecer ao mesmo tempo. A primeira é quando a própria empresa identifica que aquela maneira que ela está se apresentando para o mercado não traduz mais o que a marca é, geralmente está ultrapassada, sendo que a empresa está em outro momento. A segunda, é quando a empresa acha que está tudo certo, porém precisa mais de um direcionamento para a comunicação ou um conceito, que não está necessariamente atrelado ao visual. Mas quando partimos para a etapa de pesquisa para entender como a marca está sendo percebida, os clientes e o mercado trazem insights de que a empresa não traduz o que ela acha que transmite. Então quando há um rebranding a gente traça uma nova estratégia e em alguns casos um novo design visual para tornar tangível todo o conceito daquela marca.

Falando em construção de percepção de uma marca, a sociedade tem cobrado muito para que as empresas se posicionem e façam algo em relação às pautas da sociedade, como racial, LGBQIA+ entre outras. Quando e como uma marca pode abraçar alguma causa para defender sem parecer oportunista?

 Tudo gira em torno da verdade. O branding tem a ver com a identidade, com traduzir uma verdade e com a autenticidade. Uma marca que nunca teve seu propósito, ou seja, qual a contribuição maior que a marca quer oferecer onde ela atua ancorada em algum tema, seja ele qual for, gênero, raça, feminismo, machismo; e de repente começa a levantar aquela bandeira, provavelmente, a imagem que se vai passar é que a organização está se aproveitando do momento, ou seja, sendo oportunista. E marcas que defendem alguma bandeira e não parecem oportunistas, é porque elas não são. Já que aquilo está no seu DNA. A Magazine Luiza tem a Luiza Trajano, uma líder feminina e feminista que abraça questões relacionadas às mulheres, então quando a Magazine se envolve com essa questão não é visto como oportunismo, pois essa já é a imagem projetada pela empresa. Mas isso não significa que marcas que nunca falaram sobre alguma causa, não possam se associar a uma. Por isso existe o trabalho de branding, para entender qual é o propósito daquela empresa e pelo que a sua marca briga, no sentido de qual bandeira ela defende.

E é necessário que toda marca esteja engajada em algum tema social?

Toda marca precisa levantar uma bandeira, mas não precisa ser algo que é tema dos jornais. Essa bandeira não precisa estar ligada a gênero, à raça, à sustentabilidade, política; não necessariamente. A bandeira tem a ver com relevância, por exemplo, o Nubank defende o “banco simples”. Ou seja, não precisa ser um tema social, mas sim com relevância social, por exemplo a empresa MadeiraMadeira que tem como propósito “reinventar a maneira como as pessoas montam às suas casas” é uma bandeira que defende a compra de artigos para casa mais acessível em questão de preço, mais diversificada com um portfólio de mais de 2000 produtos, mais democrática. E essa é uma bandeira que tem relevância para as pessoas. O importante é a empresa se posicionar e não ter medo da sua posição.

E a relevância de uma organização é o que constrói o seu valor. Quais leituras pode-se fazer acerca desse tema? 

Há duas leituras sobre valor de marca, a numérica, que pode ser chamada de “Valuation”, calculada através de uma metodologia super complexa que considera ativos tangíveis, como patrimônio físico, quanto aquela empresa vale e quanto vai valer; e ativos intangíveis que é relacionado à percepção do público, ou seja, quanto o consumidor valoriza aquela marca. A Apple é um exemplo desse último ativo, sendo a segunda marca mais valiosa do mundo, ficando atrás apenas do Google, mas não é a maior empresa do mundo – pensando no primeiro ativo. E o que constrói esse valor de marca intangível, e que é um ponto muito trabalhado no branding, são os valores da marca, ou seja, as crenças e a forma de pensar e agir, os pilares; ainda usando a Apple como exemplo, os pilares da marca são: inovação, simplicidade e design primoroso; que são premissas no lançamento de qualquer produto deles, já que forma o DNA da Apple. Sem esses valores o produto não pode ser lançado, porque não corresponde à verdade e o que se espera da marca. E isso é o que constrói a percepção que público tem da marca.

O que o profissional precisa saber sobre a empresa para estabelecer estratégias de branding? 

Boa parte dos clientes com os quais trabalhamos aqui na Aurora sabem que têm um problema, mas não sabem o que é. E tem casos de empresas que acham que são algo, mas quando vamos pesquisar internamente e externamente, a visão da organização não é a percepção dos públicos. E muitas vezes isso acontece porque o dono centraliza a cultura e não há branding que resolva uma cultura mal construída, é preciso mudar a cultura. E como saber disso? Na etapa de imersão interna, há uma conversa com o dono, os gestores, o presidente, e todos os outros colaboradores que fazem parte da empresa. E o nosso papel como consultora – o que é o caso aqui da Aurora – é entender o que aquela empresa é, como está sendo vista; para traduzir isso de forma mais clara e que traga maior força pra organização.

Quais são os campos de estudo para se tornar um profissional de branding?

Essa é uma pergunta difícil [rsrs]. Aqui na aurora eu trabalho com designers gráfico, psicólogos, agora eu tenho um antropólogo, eu me apoio muito na filosofia; mas se eu fosse direcionar para um curso, seria o marketing porque o branding é a base dessa área. Isso porque o branding se apoia nas relações entre marcas e seres humanos basicamente, por isso a antropologia, a filosofia e a psicologia estão ligadas a essa estratégia; e para construir essa relação é preciso entender e estudar o ser humano. Mas, mais do que um curso é o perfil do profissional de branding que importa, essa pessoa tem que gostar de ler, ser curiosa, precisa ser inquieta, antenada e gostar de estudar o ser humano. Então é mais sobre gostar dessa área do conhecimento [compreender o ser humano] do que um curso específico. O branding é muito amplo, é multidisciplinar, por isso aqui na Aurora nós somos uma combinação de profissionais multidisciplinares.

Um recado para os futuros publicitários e marketeiros ou gestores de marcas?

Independentemente do curso que você faça: administração, marketing, publicidade, design, todas essas áreas que permeiam o branding, vá além disso, seja inquieto, curioso, fique antenado e seja um profissional com repertório; esteja aberto a novas coisas e conhecimentos.

Como vimos durante a entrevista, possuir uma estratégia bem definida é essencial para o crescimento de uma organização enquanto marca e o branding é o que aponta a direção a ser seguida.

 

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Mauro Rabello assume como CGO na The Heart em nova fase avant-garde da agência

Reestruturação é focada em aumentar fluidez no atendimento e entregar soluções com expertise em cada projeto

Fundada em 2013, a The Heart Corporation anuncia a chegada de Mauro Rabello, como associado e Chief Growth Officer, e uma reestruturação completa alinhada ao novo posicionamento de mercado. Direcionada às necessidades dos clientes que sofreram grande mudança nos últimos tempos e foi catalisada pela pandemia, a agência passa a atuar sob o lema `mais heads, menos overhead´. Mesmo com uma personalidade consolidada no mercado, a The Heart entendeu que seu modelo de negócio precisava se ajustar ao atual momento da publicidade. Para basear sua nova estratégia, a agência realizou um estudo com 30 heads de marketing dos mais diferentes setores a fim de entender o momento das companhias e o que elas esperavam de suas agências num cenário pós-Covid. “O resultado trouxe os insights necessários para nos tornarmos uma agência mais fluída e exatamente do tamanho que cada cliente precisa – montando, à quatro mãos, um squad alinhado à cada demanda, entregando a possibilidade de ser mais ágil e acionável, sem perder a consistência da comunicação”, destaca o CEO Valmir Leite. Além de Leite e Rabello, agência tem como associados também Marcelo Camargo (CCO), Valter Calamita (CFO) e Laura Siqueira (Head de Negócios).

Um outro pilar importante para The Heart é trabalhar como uma agência pessoal, fazendo de fato uma parceria com o cliente com uma real imersão em seu universo e público e, assim, entender a melhor forma de criar uma interlocução de valor. Essa virada de chave será executada de forma mais profunda por Mauro Rabello, que assimilou a necessidade de ter um núcleo de estrutura física e diversos satélites ao redor para auxiliar na execução, com a construção de uma rede de profissionais com habilidades específicas que atuam no segmento dos clientes e entendem a fundo suas necessidades, além de serem capazes de achar boas soluções para qualquer tipo de situação que se apresente.

A chegada de Mauro Rabello

Mauro Rabello, reconhecido profissional de mercado e que atuou para as mais importantes marcas e grupos de comunicação e mídia no Brasil e no mundo, chegou ao time este mês para assumir a função de Chief Growth Officer da The Heart Corporation.

Com extenso currículo e sólida experiência internacional, Rabello passou por McCann-Erickson/Coca Cola, Y&R/Colgate, Euro RSCG/Philips e em sua experiência mais recente foi na Dentsu Brasil como Brand Leader, em que promoveu um turnover de mais de U$ 12MM em 8 anos de trabalho, com uma total reorganização das contas e com um grande foco no desenvolvimento de novos negócios.

Função semelhante à que ele desenvolverá na The Heart, onde chega com grande visão de mercado para dar forma à esse novo momento da agência.

“Na pesquisa recente desenvolvida pela The Heart com mais de 30 dos principais CMOs do mercado brasileiro sobre o que os Clientes procuram em suas agências, fica clara a necessidade de resolver o binômio custo/benefício. Conseguir agilidade, qualidade nas entregas e novas formas de solução de negócios acaba encarecendo os serviços das agências. Por isso, e caminhando para equilibrar essa relação, chego a The Heart para consolidar nossa proposta de uma agência de estrutura enxuta, mas focada na qualidade e senioridade da equipe garantindo resultados eficazes e a construção de soluções exclusivas para os clientes”, afirma Rabello.

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Conteúdo

As principais premiações da publicidade

Quando se trata de disseminar ideias, marcas, produtos e serviços, a publicidade é o meio mais eficaz para alcançar o público certo, na hora e lugar certo. E para aclamar os grandes profissionais dessa área, algumas premiações surgiram para prestigiar as campanhas que unem criatividade e inovação para alcançar um objetivo. Confira os principais prêmios da publicidade mundial.

CANNES LIONS

O prêmio mais cobiçado pelas agências e, provavelmente, o mais importante da publicidade mundial, o Cannes Lions contempla as campanhas mais criativas globalmente. O corpo de jurados é formado por profissionais de vários países que determinam quais peças publicitárias irão levar o Leão – como é chamado os troféus concedidos pelo festival – para casa. Os prêmios são divididos entre Grand Prix, Ouro, Prata e Bronze, concedidos em 28 categorias diferentes e contempla cases de mídia online e Offline.

CLIO AWARDS

O Clios Awards, um dos mais famosos prêmios da publicidade internacional, homenageia os trabalhos mais ousados e inovadores desta indústria. A premiação acontece anualmente em Nova York. Os brasileiros também fazem parte do Júri e são responsáveis por escolher as melhores peças para concorrer às estatuetas Clio: Grand, Ouro, Prata e Bronze.

EL OJO DE IBEROAMÉRICA

Realizado na Argentina, é considerado referência quando se trata de criatividade e latina. O festival, que não engloba apenas a publicidade, mas a comunicação em seu todo, abraça como critério não só a criatividade das peças, mas a capacidade de contribuir para o desenvolvimento do setor, de seu país e região. Assim como Cannes Lions e Clio, os troféus concedidos pelo El Ojo também são divididos entre Grand Prix, Ouro, Prata e Bronze. Este ano a premiação acontece entre os dias 23 e 25 de novembro.

PRÊMIO CABORÉ

Principal premiação nacional, o Caboré contempla empresas e profissionais que contribuem para o desenvolvimento da indústria da comunicação, marketing e mídia no Brasil. Os vencedores do prêmio recebem as famosas Corujas, muito cobiçadas pelos competidores.

PRÊMIO AMIGOS DO MERCADO

Uma iniciativa de vários profissionais do mercado publicitário brasileiro, o Amigos do Mercado tem como objetivo tornar o mercado publicitário mais amigável ao permitir que os membros troquem contato, vagas de emprego currículos e notícias sobre a Indústria. O prêmio é concedido aos profissionais da comunicação e marketing de diferentes níveis: do estagiário aos cargos de liderança em 15 categorias distintas. 

Esses são alguns dos prêmios mais importantes para a indústria da publicidade, mas há vários que também  prestigiam e enaltecem esta indústria.

E aí, curtiu saber um pouco mais sobre os principais prêmios da publicidade?

 

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Marketing

5 ramificações do marketing e suas funções

Diversos são os tipos de marketing e cada um deles tem um objetivo específico na estratégia de conexão de um produto ou serviço ao consumidor.

O marketing representa uma parcela muito importante dentro das organizações, já que esta estratégia é a responsável por otimizar os lucros de um negócio encontrando no mercado déficits que possam ser supridos por meio da oferta de produtos ou serviços que satisfaçam as necessidades e preferências de um mercado. E para conectar consumidores às soluções oferecidas pelas empresas, surgem os diferentes tipos de marketing para que a chegada até o público seja mais assertiva.

Marketing Digital

São ações desenvolvidas no ambiente digital utilizando ferramentas como SEO, e-mail marketing, mídias sociais e conteúdo a fim de estabelecer e desenvolver uma identidade de marca, criar relacionamentos e conquistar clientes e seguidores para um negócio.

 Marketing de Conteúdo

Pilar do marketing digital, o marketing de conteúdo é a estratégia que busca estabelecer um vínculo com o consumidor sem promover diretamente a marca, ou seja, é criação e distribuição de conteúdo relevante com a finalidade de oferecer soluções para os problemas de seu público-alvo. Para essa estratégia é usada ferramentas de compartilhamento, como artigos, e-books, vídeos e redes sociais. Este tipo de marketing aumenta a confiança e a credibilidade da marca e a confiança do público.

Marketing Omnichannel

Esta estratégia unifica todos os canais utilizados por uma marca, interligando o online ao offline, para proporcionar a mesma experiência ao consumidor independentemente do meio utilizado por ele para adquirir um produto. O marketing omnichannel visa impedir que o shopper sofra impactos negativos ao transacionar pelos canais disponibilizados pela organização. Um exemplo de estratégia omnichannel é a possibilidade de realizar a compra pelo site e efetuar a troca em uma loja física. Dessa forma é imprescindível que todos os canais estejam conectados para que a experiência de compra do shopper seja única e prática. Usando esta estratégia a marca transmite confiança aos consumidores e pode conquistar a sua fidelidade.

Marketing de Experiência

Despertando as sensações e emoções do público-alvo de uma marca, este tipo de marketing envolve o consumidor no produto ao proporcionar experiências que ficarão gravadas em sua memória. Esta técnica utiliza os sentidos do ser humano – visão, audição, olfato, tato e paladar – para alterar a percepção do consumidor em relação a um produto ou serviço e assim destacá-lo em sua mente. Dessa forma a marca consegue criar uma conexão com o seu público e para isso a experiência proporcionada precisa ser memorável. Utilizando o marketing de experiência é possível gerar mais engajamento, diferenciação, fidelidade e vendas. 

Marketing de Influência

Esta técnica foca suas ações em indivíduos que exerçam certa influência em possíveis clientes de uma organização, podendo ser um artista ou influenciadores digitais, para promover a sua marca e/ou produtos. Para usar este tipo de marketing é preciso se conectar com os influenciadores certos, que são aqueles que possuem um público que a marca deseja atingir. É preciso pensar estrategicamente nas ações que podem ser realizadas com estes profissionais. Ao investir no marketing de influência uma empresa pode gerar mais vendas e atrair novos clientes, assim como novos admiradores para a marca.  

É válido ressaltar que o marketing é único e que essas variações são recortes que estão dentro do todo, ou seja, são pequenas estratégias direcionadas para um ponto específico que estão interligadas entre si.

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Marketing

Por que criar uma Persona é tão importante para a sua marca?

Diferente do que algumas pessoas acreditam, a brand persona não é a mesma coisa que o público-alvo da sua marca. Os termos representam coisas diferentes apesar de estarem no mesmo universo do planejamento e comunicação. O primeiro, respectivamente, é como seria a representação do cliente ideal da sua empresa, de maneira humanizada e totalmente personalizada, como: hábitos, frustrações, desafios, hobbies e estilo de vida. Já o segundo termo, representa os clientes atingíveis, palpáveis. São pessoas reais da sociedade que possuem características específicas, determinadas previamente, como: educação, classe social, idade, etc.  

As personas são utilizadas, principalmente, para alavancar as vendas e relacionamento da sua marca com os consumidores. Isso acontece porque para desenvolver todos os critérios de tal, é necessário estudar a jornada de compra do seu cliente, identificar necessidades que a marca pode atender, definir o planejamento de marketing e posicionamento, orientar o desenvolvimento de produto. É uma via de mão dupla: toda a estratégia da empresa deve estar baseado nas preferências da sua persona, e é graças a sua persona que há informações para que esse planejamento seja feito. Essas informações oferecem uma assertividade única.

Mas, como descobrir todas essas informações? Como encontrar essas pessoas?  

O primeiro grande passo para chegar nesse baú dos tesouros de informação é:
1. Elaborar e realizar um questionário/pesquisa. O que precisamos saber sobre a persona? Pergunte sobre características físicas, psicológicas e hábitos. É interessante realmente tentar entender a persona, não apenas entrevistá-la. Pergunte sobre assuntos que lhes interessam, desafios e obstáculos, por quais meios se informam. Pense que a persona é sua melhor amiga e você precisa saber tudo sobre ela.

2. Logo em seguida, realizar uma análise de dados: junte todas as informações comuns entre os respondentes. É importante focar sempre nos problemas apresentados e em como a empresa consegue solucioná-los.

3. Por mim, a criação da persona: reúna tudo que já foi criado em um lugar e personifique. Transforme todas as informações em uma (ou mais) pessoa. Tá permitido criar um nome, profissão, o que gosta de ouvir, jeito que se veste. Até mesmo desenvolver toda uma narrativa para apresentar os hábitos e entender como seria o dia a dia da persona.

Não tem segredo, é só ir atrás de possíveis leads que lhe deem informações, e que você consiga transformar em outra pessoa. Para facilitar a organização no processo de criaçao, separamos dois links: um template com alguns tópicos importantes para preencher sobre sua persona; e um gerador de persona, o qual você preenche com dados e o site gera um PDF com todas as informações.

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Digital

5 formas de desdobrar o mesmo conteúdo

Muitas vezes temos dificuldade em achar um tema para postar, principalmente quando estamos mais imersos ao universo do qual iremos falar.
Afinal, conhecendo tanto dele, muitas vezes nos esquecemos que o nosso público tem dúvidas sobre o básico.
Por isso, te convido a experimentar as 5 dicas abaixo, e para isso vou utilizar o exemplo “unhas de vidro”.

O que é
Um dos primeiros posts interessantes para se fazer sobre o conteúdo é justamente falar o que ele é. Portanto, o que é alongamento de unha de fibra de vidro? Fale sobre a composição dos materiais, no que consiste a técnica e sobre o resultado final.
Com isso, você garante que o seu público saiba do que você está falando, para que possa engajar com os demais desdobramentos deste tema.

Importância
Após você contextualizar o seu público com o que são as unhas de vidro, é importante que você mostre por qual motivo é importante fazê-la. Neste exemplo, seria possível ressaltar que ajuda pessoas que roem unha a pararem, já que o vidro, além de muito duro, machucaria a boca; ou apelar para o cunho de status de uma mulher empoderada e decidida, com estilo próprio e determinada. Ainda, poderia aproveitar para incentivar o autocuidado e a vaidade, por exemplo, para mulheres que saíram de uma relação abusiva e não podiam escolher o que vestir, que cor usar, ou como cortar o cabelo.
Apele para aquilo que fizer sentido para o seu produto ou serviço, e que, de preferência, esteja atrelado aos costumes e dia a dia do seu público. Mas lembre-se: seja sempre honesto e verdadeiro ao caracterizar o que você vende, pois sem confiança não existe relação de amizade, amorosa ou de cliente.

Erros e acertos
Depois de apresentar o que é aquele serviço e sua importância, você precisa provar que o que você oferece é melhor que o da concorrência. Por isto, é interessante fazer um comparativo de consequências ao realizar o alongamento em um lugar mais barato – que usa produtos de segunda linha e que podem dar reação alérgica – em relação ao seu.
Não necessariamente você deve comparar com a concorrência, às vezes mostrar as qualidades do seu produto já resolve. Isso vai do seu feeling sobre a aceitação do seu público.

Tipos
Para complementar a estratégia, é interessante trazer os tipo de processos, ou comparar com serviços diferentes que parecem a mesma coisa para quem não é profissional da área.
Na dica anterior, você compara o mesmo produto com o da concorrência. Nesta, você compara o seu método com outras formas disponíveis no mercado. No caso da unha de vidro, ela poderia ser comparada com a unha de gel ou unha acrilfix, explicando as diferenças entre cada tipo de alongamento.
Com isso, você mostra que além de ter conhecimento de mercado, o seu método traz vantagens mais interessantes para o seu consumidor.

Como fazer
No caso do alongamento, não é indicado ensinar a fazer em casa, pois existem materiais exclusivos e técnicas que não são facilmente replicáveis. Porém, pode-se ensinar a “dar um jeitinho” naquela unha que eventualmente lascou ou saiu o esmalte até a data da sua manutenção.
Outra forma de abordar esse tópico é explicar sobre as etapas do procedimento. Portanto, para fazer a unha, você marca um teste, para ver se tem alergia a algum componente utilizado, depois marca para fazer todas as unhas, e depois as manutenções. Assim, você consegue contextualizar o cliente sobre quanto ele vai gastar e o tempo médio de duração do seu serviço.

Com o que combina
Essa dica é muito utilizada no ramo de beleza, por marcas de roupa ou de maquiagem. Geralmente, combinam cores de blush com tom de cabelo ou formato das peças com o tipo de corpo de cada pessoa. Tente aplicar a ideia de combinação no seu mercado também.
No caso das unhas, elas podem combinar a cor ou o modelo: a cor com a roupa, se for para alguma festa e já souber com qual look vai; e o formato – redonda, quadrada ou stiletto – de acordo com o estilo da pessoa – romântica, moderna ou sensual.
A ideia é que você mostre formas diferentes do seu cliente aproveitar aquele produto, tanto para ele, quanto para indicar para alguém. Eu por exemplo, sou apaixonada por unha quadrada, mas tenho uma amiga que com certeza ama a stiletto, então eu encaminharia o post para ela ver também. Você gera pertencimento e pluralidade.

 

Gostou das dicas que demos para desdobrar um mesmo tema em 5? Você já usa alguma dessas dicas com os seus clientes ou em seus projetos pessoais? Compartilhe esse post com alguém que sempre trava na hora de criar conteúdo.

 

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Marketing

Live marketing: um mundo de experiências

O live marketing é a estratégia responsável por criar experiência entre marca e consumidor tornando esta relação mais próxima.

O que é live marketing?

Muito utilizado pelas marcas para construir e estabelecer vínculos mais fortes com seu público, o live marketing, marketing ao vivo ou marketing de experiência, é o ato de gerar interação entre o consumidor e a marca de maneira direta possibilitando um diálogo entre as partes. O live marketing busca despertar as sensações e emoções do público-alvo de uma ação, a fim de aumentar a sua percepção de valor sobre a marca, portanto é necessário pensar em todo o processo de experiência do público na construção dessa estratégia. Nomes como Heineken e Coca-Cola se destacam por criarem ativações que impactam positivamente o consumidor e que, com certeza, ficam gravadas na memória. Veja abaixo como essas duas marcas usaram o marketing de experiência.

Heineken – Rock in Rio
Coca-Cola ação supermercado

Por que usar o live marketing?

Quando uma experiência é pensada em sua totalidade para proporcionar um momento diferenciado para o público, são vários os benefícios convertidos para a marca: 

  • alto nível de repercussão: aliado ao digital uma ativação pode alcançar um público maior e não só aquele que está presente no momento da ação;
  • cria conexão com o público: proporcionar um momento especial na vida do consumidor desenvolve um vínculo afetivo entre ambas as partes;
  • gera confiança: como toda a experiência ocorre em tempo real o público tem a certeza de que está participando de algo verdadeiro e que de fato representa a empresa;
  • espaço para a criatividade: é possível desenvolver estratégias altamente criativas que representam a identidade da empresa e podem se tornar inesquecíveis se pensadas nos mínimos detalhes para refletir a essência da marca;
  • conversão em vendas: a efetivação da venda é uma consequência gerada por uma experiência muito bem feita.

As ações de marketing de experiência podem ser aplicadas em diversas atividades, como eventos, congressos, ações de merchandising, ativações de marca entre outros.

O live marketing, se bem planejado, agrega valor à marca e seus produtos e gera mais engajamento por parte do público.

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O sucesso do Spotify

Esta semana, o aplicativo de música Spotify provou que não foi preciso esperar os últimos meses do ano para entender seu comportamento musical do ano de 2021; na última quarta-feira, 2, a plataforma lançou a sessão “Only You” que releva seus gostos variados de estilos musicais e podcasts. Foi dito ao Estadão que o serviço fica disponível até 30 de junho.

Há alguns anos o Spotify faz o uso de estatísticas de consumo do usuário para gerar uma troca de experiência entre eles, não só ele como também as redes Facebook com suas retrospectivas, relatórios do Instagram; e o “Only You” veio para movimentar o serviço mostrando a flexibilidade dos seus estilos musicais e provando que cada um que consome no aplicativo é único.

Este sentimento de sentir-se único é o que gera uma mídia espontânea e com uma conexão real, sua estratégia foi utilizar o marketing de experiência. Utilizam as emoções dos usuários para conhecer, conquistar, engajá-lo e finalmente, fidelizá-lo, nos passa a sensação de identificação – com o Spotify não é diferente; ele começa a entender suas preferências e conforme for entendendo seu comportamento cria playlists feita para você, te conquista, gera uma troca e consequentemente, já estamos envolvidos com o aplicativo e interagindo, compartilhando sobre ele em outras redes.

A identificação se deu ainda mais com a divisão feita pela experiência que contou com:

Jantar dos sonhos: um mix personalizado com 3 artistas que convidaria para um jantar romântico;

Mapa Astral: fazendo um trocadilho com as músicas e quais representam o Sol, Lua e Ascendente do seu signo, artistas que não saem do repeat, músicas mais sentimentais e as últimas descobertas, respectivamente;

Horário do dia: uma análise dos sons e podcasts que você mais escuta em determinada hora do dia;

Dupla de artistas: os dois artistas mais ouvidos recentemente;

Sua viagem do tempo: o modo como você “viajou” musicalmente durante o período do ano;

Seu gênero/tema preferido: gêneros e podcasts baseado nos seus hábitos do streaming.

Este é o grande sucesso do Spotify, oferecimento de conteúdos e serviços personalizados, independentemente de uma conta free ou premium, a estratégia de marketing da plataforma é a entrega das preferências de cada usuário, tudo é gerado por experiência.

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