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Mídia

Mix de Mídia discutirá merchandising

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O Grupo de Mídia do Rio de Janeiro promove no próximo dia 11, mais uma edição do Mix de Mídia.

Desta vez, o tema será o merchandising, onde haverá entre representantes do mercado, uma discussão sobre a nova ferramenta do Ibope que finalmente auditará ações de merchandising.

O Merchanview permitirá uma análise mais detalhada sobre os resultados obtidos nas ações de merchandising.

Uma grande sacada do Ibope que atenderá o mercado de uma forma rápida, uma vez que atualmente, cada agência ou cada profissional, tem o seu próprio método para medir esse tipo de publicidade.

Posso garantir que existem critérios bizarros por aí, que chegam à números malucos e que estão sendo tomados por profissionais de mídia, como certos.

Isso tem excluído um padrão e por consequência, se tornado uma loucura.

Espero que a ferramenta possa padronizar esse tipo de métrica tão importante nos dias de hoje e que tende a crescer ainda mais nos próximos anos.

O evento acontecerá às 08h30 no Edifício Argentina, no Bairro do Botafogo.

Interessados devem enviar um email para webmaster@midiarj.org.br para ver se ainda existe vaga.

Eu, se estivesse no Rio, certamente iria.

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Opinião

Por que ignorar o BBB?

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Todo ano é assim.

Enquanto para uns, a ansiedade reina por mais uma edição de BBB que se aproxima, para outros, o que tem início é a manifestação de repúdio ao programa.

Para tudo na vida, tem quem ame e quem odeie.

E por conta disso tudo é que queria dar a minha opinião.

Um profissional de mídia não pode ignorar o BBB, por pior que seja. Não é porque eu não gosto do programa A ou do programa B, que não devo acompanhá-lo e saber seus dados de mídia.

Odeio o Dória, mas assito ao Aprendiz. Odeio o Pânico, mas preciso acompanhar o programa.

O BBB, querendo ou não é um sucesso no Brasil. São 12 edições em 10 anos. 

É verdade que a audiência já não é mais a mesma das primeiras edições, mas por outro lado, o programa é um sucesso comercial e quase não se acha mais espaços para ações de merchandising.

Na estreia do programa na última Terça-Feira, a média de audiência domiciliar foi de 33 pontos, contra 29 de média na faixa horária da emissora. Quais outros programas da Globo dão esse índice? Novela III e Jornal Nacional. Só!!!

Além disso, o programa é sempre utilizado pelos anunciantes para lançamento de produtos.

As ações de merchandising que acontecem no programa são as mais comentadas por profissionais de marketing e também pelo público, seja pelo seu sucesso, como a do SuperBonder ou pelo fracasso, como a ação do Guaraná Antarctica, na edição passada.

Mídia não tem que saber disso?

E o poder que o programa tem de gerar buzz na internet? Algum outro programa de TV oferece um conteúdo absurdo de comentários, críticas ou elogios, como acontece com o BBB?

Mídia não tem que saber disso? (2)

Tenho muito cuidado com esse preconceito sobre o programa. Ele acontece no mundo inteiro e é sucesso sim.

Também sou crítico ao seu formato, suas regras, mas nada disso importa perto da força que o programa continua tendo na TV brasileira.

Quantas marcas não investem fortunas pra gerar um buzz que o BBB gera naturalmente?

Sim, cada um sabe o que faz e não é meu objetivo aqui te provar que o BBB faz bem à você.

Mas como profissional de mídia, entendo que ele faz bem pra mim.

Preciso saber se minha marca cabe lá. Preciso saber se meus concorrentes estão lá. Preciso saber que tipo de ação rola e que tipo de ação não rola.

Preciso saber o que meu público acha de cada participante para saber como direcionar a comunicação do meu cliente.

Então pergunto: Por que ignorar o BBB?

Boa semana a todos.

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Marketing

Oportunidade jogada no lixo

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Se eu pudesse fazer um ranking das novelas que assisti e mais gostei, seria mais ou menos assim:

1º. lugar: Senhora do Destino

2º. lugar: Quatro por Quatro

3º. lugar: Carrossel

4º. lugar: Cobras e Lagartos

5º. lugar: Top Model

6. lugar: Vovô e Eu

7º. lugar: Insensato Coração

É um ranking que vai até sete mesmo. Pra mim, o resto é tudo igual. Ah… e Vovô e Eu foi demais mesmo! Era com o Sr. Firmino, do Carrossel.

Estou escrevendo sobre novelas, neste post, porque como publicitário que sou, tenho que acompanhá-las e principalmente identificar oportunidades de merchandising para meus clientes.

A tal da FINA ESTAMPA que passa depois do Jornal Nacional e no nosso mundo é conhecida como Novela III, ainda não me conquistou e nem ao menos me convenceu.

As vezes, seja da agência ou de casa, tento assistir uma cena ou outra para tentar mudar de opinião. Mas não rola.

Talvez, na última Segunda-Feira, o que tenha me chamado a atenção no capítulo, foi uma cena em que trazia uma discussão entre mãe e filho, por conta desse filho ter comprado um carro ZERO da KIA  MOTORS.

Achei estranho esse tipo de situação para um anunciante que faz merchandising na novela já tem tempo. 

"A personagem de Lília Cabral, símbolo da novela, obrigando um filho a devolver um carro da marca anunciante da novela?"

Tinha que entender melhor isso.

Fui melhor entender a cena e na verdade, a mãe queria que o filho devolvesse o carro, não por o carro ser ruim ou algo do tipo, mas pelo fato de ele ter comprado o bem, de forma escondida e contra a vontade da mãe.

Até aí, normal. Eu já não concordaria em colocar minha marca numa situação dessa, mas pode ser meu lado mais "ácido" e então, ok. É válido! Eu que sou chato mesmo.

A cena mais trágida, no meu ponto de vista foi a seguinte.

A mãe, tal de Pereirão, personagem interpretada por Lilia Cabral, vai até uma concessionária Kia Motors para devolver o carro comprado pelo filho trapalhão e irresponsável.

Ela então, senta de frente à um vendedor da loja vestido com camisa da KIA MOTORS.

Pensei: "Que sacada essa da Kia e da Moma. Conseguiram interferir na história da novela e trabalhar mais de 1 minuto dentro de uma concessionária, com exposição de marca. Gol aberto, sem goleiro. Agora esse vendedor fala da marca, dos carros e pronto! Convence Pereirão a ficar com o carro. É GOL!

Pensa tudo ao contrário. Foi isso que aconteceu.

O "vendedor" em cena, cagou geral. Chutou pra fora mesmo! 

No início, ele tenta convencer Pereirão de ficar com o carro. Com a negativa, tenta lhe vender um carro ainda mais caro e bonito, que aparecia ao fundo.

Pô, a mulher não queria nem o primeiro, por qual motivo desejaria o segundo? Porém, o vendedor começa a forçar a cliente.

A cagada final, se dá quando ela diz que vai pensar sobre a proposta de ter um carro maior, mais caro e bonito. Mesmo ela dizendo que não precisava disso.

O vendedor então manda algo do tipo: "Você tem um dinheirão. Ganhou uma bolada. Melhor não ir pra casa e pensar, não. Compra agora, assim, sem pensar." (sim, ele fazia cara de mau)

Claro. Não foram essas as palavras utilizadas. Mas como telespectador impactado que fui, essa foi a minha interpretação para aquela cena que assisti.

Achei cruel, desnecessária e abusiva.

Nem sei se capítulos depois, ela mudou de ideia e voltou lá pra pegar um carro maior. Não vi mais a novela.

É assim que um vendedor da Kia Motors trata um cliente?

O rapaz, aos meus olhos, passou a imagem de um vendedor do mal.

Que chance jogada fora teve a Kia Motors. Merchan na novela, possibilidade de citar modelos e características de seus carros em horário nobre na Globo e por fim, só conseguiu passar a imagem de que tem vendedores chatos e deselegantes.

Quem me conhece, sabe que estava super afim de comprar um Kia Cerato. Acho bonito pacas. Mas devo mesmo acreditar num vendedor da Kia? Será que ele sabe da minha situação financeira? MEDO!!!

Terrível demais! Senti vergonha alheia!

Era isso.

Bom Sábado a todos.

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Marketing

A força de um merchandising bem feito

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Cresci ouvindo que as Facas Guinsú cortavam tudo.

Escutava também que as meias Vivarina nada rasgavam.

E o motivo de eu lembrar disso até hoje é que essas marcas faziam uso exagerado de ações de merchandising.

Hoje, são outras marcas que utilizam da mesma técnica.

A tal da câmera TekPix que habita os programas femininos vespertinos que o digam. No roteiro do merchan, consta a informação de que é a câmera mais vendida do Brasil.

Eu realmente não duvido e se ninguém até agora reclamou isso ao Conar, é porque deve ser verdade.

Marca até então nova, com aval de programa de televisão, com preço de mercado e com pagamento em uma cacetada de vezes.

Isso me leva a crer que o lá atrás, ainda na minha infância, o merchandiding da Facas Guinsu ou das Meias Vivarina, vendidos pelo 1406, não eram apenas exemplos de lembrança de marca, e sim, devem ter arrebentado a boca do balão em vendas.

Acontece que essas ações são caras demais. Sessenta ou noventa segundos são um absurdo de caro e hoje, poucas marcas podem pagar.

Fora o cachê do apresentador ou da pessoa que naquele momento lê o texto do produto, com sorriso estampado no rosto.

As emissoras perceberam a força que essas ações possuem.

O último que teve os seus "15 minutos de fama" foi o Cogumelo do Sol, que também anunciando em programas femininos, fez muito barulho nos últimos anos.

Um médico japonês já de idade atestava a qualidade do produto. Quem não acredita num médico japonês experiente?

Também creio que venderam e ainda vendem muito.

E mais uma questão que deve ser levantada: de nada adianta ter dinheiro para bancar uma série de ações de merchandising e depois não ter o produto para entregar. 

Aí é jogar a marca no buraco.

Desafio você, leitor do Blog do Crespo: além das marcas que citei, se recorda de outras que marcaram época, com ações de merchandising nos programas de TV?

Quero só ver o que vai aparecer por aí!

Boa Sexta-Feira a todos.

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Marketing

Clipe: “Eu sei” – Fresno

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Por que o Blog do Crespo traria um clipe da Banda Fresno?

Eu sei que você, assim como eu, dificilmente assistiria um clipe inteiro de uma música dessa, mas nesse caso específico, peço que vejam o vídeo. 

E caso você já tenha visto, saiba que o clipe que você viu acima foi patrocinado por uma marca.

Agora pergunto: Você conseguiria adivinhar que marca é essa?

De um tempo para cá, isso vem acontecendo bastante aqui no Brasil: bandas patrocinadas por grandes marcas e a contrapartida acaba sendo a presença dos produtos dentro de um clipe da banda.

É como se fosse um merchandising, já que o produto aparece inserido dentro de uma situação no clipe da banda.

Nesse caso específico da Banda Fresno, o patrocínio é do Chocoloate M&M.

A marca, patrocinadora da banda, bolou uma promoção com os fãs da banda e como prêmio, levaria 4 pessoas para participarem do clipe que vocês viram acima.

Notem que o chocoloate só vai mesmo aparecer mais ao final da música. Porém, por todo o tempo, já desde as primeiras cenas do clipe, inclusive, uma série de cores e formatos fazem uma referência clara ao chocolate M&M.

Qual sua opinião sobre esse novo tipo de promoção de marca?

Boa Segunda-Feira a todos.

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Mídia

Tô Frito

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Galera, faz tempo que não escrevo por aqui, não é mesmo?

Mas as coisas estão se encaixando e já coloquei na minha agenda, que devo dedicar pelo menos meia horinha do meu dia para esse querido Blog.

O assunto de hoje´é o novo programa da Band: To Frito!

Vocês já tiveram a oportunidade de assistiar a um episódio, pelo menos?

Trata-se de uma série jovem que conta a história de um rapaz chamado Vitor, que sai do interior do Rio Grande do Sul para tentar a vida em São Paulo.

Serão exibidos 8 episódios, sempre às Segundas-Feiras, após o CQC.

Vou dar a minha impressão sobre a série: EXCELENTE!!!

Ainda mais por se tratar de uma ação comercial magnífica da Nestlé.

Sim, o programa é da Nestlé!!!

No segundo capítulo veiculado (e primeiro que tive a oportunidade de acomapanhar), visitava minha casa, o grande amigo Vini Sitta, que é produtor.

Discutimos bastante a respeito do formato do programa, principamente no que diz respeito ao roteiro (sempre atrelado às marcas Nestlé) e quanto ao posicionamento de câmeras.

Tudo bem diferente do que estamos acostumados a ver.

Parabénms Nestlé, Band e á produtora que ainda não consegui identificar qual é.

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Opinião

Publicidade enganosa

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Sei que sou exagerado, mas na minha humilde opinião, os responsáveis merecem apodrecer na cadeia.

Digo isso, porque enganar o consumidor é tão criminoso quanto desviar dinheiro público.

Está cheio desses por aí, viu.

São falsos profissionais como esses, que denigrem a já tão abalada imagem e fama que os publicitários têm junto à sociedade.

Mas não tem problema: mãos a obra para mudar essa distorcida visão. "

Repito aqui uma frase que disse ontem: "Mais cedo ou mais tarde, o mercado pune esses vigaristas".

Empresa que visa o lucro imediato não estabalece relação a longo prazo com o consumidor.

Vâmu trabaiá"!!!

Boa semana a todos.

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Mídia

Publicidade no bondinho do Pão de Açúcar

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“Tava” demorando.

A Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, fundadora e mantenedora de um dos maiores pontos turísticos do Rio de Janeiro, anunciou uma parceria com a empresa Office Shopping Merchandising.

O objetivo da parceria é a comercialização do espaço publicitário no local.

O projeto inclui painéis de bilheteria, envelopamento de catracas e testeiras nas estações.

A Office Shopping Merchandising disponibilizará quatro cotas para os interessados em explorar o local.

Graças a Deus, o bom senso foi levado em consideração e não haverá ações dentro dos bondinhos.

Pelo menos, por enquanto! Vamos ver até quando!

Não se pode negar que trata-se de uma bela sacada de marketing. O Pão de Açúcar, em finais de semana, recebe milhares de turistas brasileiros e estrangeiros.

É aquilo que eu disse: a idéia é boa, desde que haja bom senso.

E mais uma coisa: deixem o Cristo Redentor fora disso, hein.

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