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Divulgados os finalistas da segunda edição do Prêmio Amigos do Mercado

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Hoje pela manhã, inúmeros profissionais do mercado publicitário receberam em suas empresas o jornal O Globo com suas fotos estampadas na capa. Fruto de uma ação do jornal com o Amigos do Mercado, eles acabavam de descobrir que eram os finalistas do prêmio mais esperado do ano.

O Prêmio Amigos do Mercado, que está em sua segunda edição, movimenta o mercado reconhecendo aqueles que se destacam no dia a dia em suas funções e que, de alguma forma, possuem uma boa relação com os outros profissionais.

Os finalistas foram indicados por 100 gestores conhecidos e renomados no mercado publicitário, e ocupam cargos de nível hierárquico até gerente (exceto Professor e O Amigo do Mercado). A próxima etapa, marcada para iniciar no próximo dia 12, trará a disputa por voto popular para conhecermos os vencedores das 15 categorias.

As categorias são: Anunciante, Estagiário, Professor, Atendimento, Executivo, Profissional de Apoio, Business Intelligence, Mídia, Projetos Especiais, Content, Operações, Recursos Humanos, Criação, Pesquisa e O Amigo do Mercado.

O Amigos do Mercado é um grupo de profissionais e possui mais de 22 mil membros no Facebook. O grupo tem o objetivo de aproximar os profissionais dos veículos e agências e atua como uma rede de contatos que se ajudam no dia a dia.

O Prêmio tem o apoio do jornal O Globo, Rede TV, IWM, Creativosbr, Urbana, b.drops, Provis, webedia, Facebook, Ivoire, ConvergeYou e Inarco.

 

Mário Leão, profissional indicado na categoria Amigo do Mercado

 

Confira os finalistas:

ANUNCIANTE

Adriana Pereira (Vivo)

Barbara Regis (P&G)

Carla Nogueira (Audi)

Cida Rodrigues (Alpargatas)

Denis Onishi (FCA)

Patricia Alves Viegas Silva (Santander)

Rafael Oliveira (Bradesco)

Rafael Ramos Gonçalez (BRF)

Thiago Baltar (Itaú)

Vanessa Harumi (Volkswagen)


ATENDIMENTO

Bruna Almeida (Momentum Brasil)

Bruno Barella (WMcCann)

Fernanda Portugal (AlmapBBDO)

Juliana Junca (Aktuellmix)

Karolina Cassares (Leo Burnett)

Luciana Martins (JWT)

Marcela Joares (Santa Clara)

Marcela Parolini (Dentsu)

Pamella Novaes (Mestiça)

Tais Boaventura (Talent Marcel)

 

BUSINESS INTELLIGENCE

Caio Cesar Costa e Silva (AlmapBBDO)

Fabio Nascimento (Eletromida)

Felipe Snege (Fox)

Flavio Bragança (Discovery)

Gabriel Volfzon (Multishow)

Guido Sarti (DPZ&T)

Rafaela Bravin (DM9)

Rodolfo Queiroz (Rede TV!)

Tabata Moral (MullenLowe)

Tiago Reis (Leo Burnett)

 

CONTENT

Daniel Bovolento (Redbul)

Erasmo Altimeri (Socializers)

Felipe Rodrigues “Jimmy” (VIU)

Gabi Lopes (Influencer)

Guilherme Rocha (ML Produções)

Henrique Molina (Fox)

Ivan Husky (Discovery)

Raquel Zorzi (Luppi Arts)

Thiago Pereira (Viacom)

Tiago Alcantara (NZN)

 

CRIAÇÃO

Caio Cardoso (Betc)

Carlos Eduardo (Sunset)

Douglas Peroni (FlagCX)

Erick Mendonça (CP+B)

Fabio Baraldi (Cheil)

Kiko Borger (Tribal)

Leonardo Carvalho (Talent Marcel)

Guilherme Crespo (All Set)

Maurício Quitero (NoLine)

Wirley Ancelmo Almeida

 

ESTAGIÁRIO

Diego Gomes (Itaú)

Fabio Scatigna (Fox)

Gabriela Lombardi (Reckitt Benckiser)

Giovanna Silva (Lew Lara)

Israel Bastos (JWT)

Leticia D’Almeida Pedro (Y&R)

Lucas Brito (HBO)

Pedro Strauss (Leo Burnett)

Rafaella Rondino (África)

Samuel Bernardo (W/McCann)

 

EXECUTIVO

Augusto Franco (Discovery)

Bruno Spada (Sony)

Erikson Assis (Rede TV!)

Fernando Carone (89 FM)

Leonor Toledo (Globo)

Rafa Leal (Kiss FM)

Roberta Fairbanks (Globosat)

Fernando Leomil (Disney)

Silmara Reis (Logan)

Tathiana Rodrigues (Viacom)

 

MÍDIA

Alexandre Suziki (Leo Burnett)

Beatriz Ribeiro (Talent)

Camila Felix (Y&R)

Felipe Proença (DPZ&T)

Frederico Lopes (Lew Lara)

Haroldo Paro (AlmapBBDO)

Henrique Fogaça (Publicis)

Luana Belloni (Artplan)

Marcel dos Santos (Betc Havas)

Marcelo Carmim (África)

 

 

OPERAÇÕES

Carolina Rampani (In Loco)

Crystiano Botelho (Media System)

Daniela Hatano (Sony)

Edilson Xavier

Flavia Santana Garcia (Rede TV!)

Germana Carvalho (Globosat)

Jacqueline (Smart)

Milena Timm (Discovery)

Rafaella Pitta (HBO)

Vivian Mosna (Globo)

 

PESQUISA

Carmen Cruz (Creation)

Celia Costa (Betc – Havas)

Daniela Derderian (Rede TV!)

Debora Capuano (Discovery)

Giani Scarin (Globosat)

Luciana Bazanella (White Rabbit)

Natalia Uliano (Nielsen Brasil)

Simone Dias (Market Research)

Vanessa Santos (Estadão)

Veronica Briccoli (Garage Interactive)

 

PROFESSOR

Amadeu Nogueira (ESPM)

Bruno Campos (Converge You / GM)

Carol Garcia (Belas Artes)

Fabiana Maia (Talent Marcel)

Gustavo Reis (Insper / Tecnisa)

João Oliver (ESPM / Wunderman)

Adélio Brito (Mackenzie)

Paulo Arruda (IAB / Kantar Ibope)

Romeo Busarello (FIA / Tecnisa)

Thiago Rodrigues (Betc)

 

PROFISSIONAL DE APOIO

Alice Simão (Leo Burnett)

Edson Rocha Oliveira (Rede TV!)

Geisa Karine (Z+)

Jaqueline Nogueira (Z515)

Jose Gomes (JWT)

Marcelo Arantes (Dentsu)

Mariana Gianini (Globosat)

Nadja Sasson (ABA)

Paloma Oliveira (Santa Clara)

Shirley Silva (Mcgarry)

 

 

PROJETOS ESPECIAIS

Bruna Alves (Sony)

Esly Paiva (Oath)

Fernando Bombonatti (Globosat)

Giovana Dutra (Rede TV!)

Henrique Molina (Fox)

Leandro Bernardes (Estadão)

Lucas Almeida (Hopi Hari)

Luiz Claudio (Flix Media)

Carol Guimarães (Index)

Renan Abdalla (Band)

 

RECURSOS HUMANOS

Luciana Arouche (HBO)

Cristina Belisário (Globosat)

Daniela Cabral (Fox)

Juliana Levy (Facebook)

Luana Gonçalvez (Wmccann)

Natalia Sindorf (Unite Health Group)

Priscila Fachini (Aktuellmix)

Thaisa Veras (Ogilvy)

Vivian Fagundes (Netshoes)

Mariana Sávio (Ivoire)

 

O AMIGO DO MERCADO

Marco Frade (LG / ABA)

Adrian Ferguson (In Loco)

Felipe Pereira (iFood)

Henrique Collor (Rede TV!)

Hugo Rodrigues (W/McCann)

Luca Cavalcanti (Bradesco)

Maracy Genova (Unilever)

Mario Leao (B.Drops)

Paulo Sant’Anna (Mcgarry / GMSP)

Roberto Nascimento (Discovery)

 

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Mídia

GroupM compartilha insights sobre o futuro da mídia

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O GroupM, grupo de investimento em mídia da WPP, divulgou hoje seu segundo relatório anual, fornecendo informações sobre consumo de vídeo ao consumidor, plataformas de publicidade e demanda com muitos comentários detalhados sobre as principais tendências.

Embora algumas empresas de rádio tenham tomado medidas para reduzir a frequência de anúncios, elas continuam a subir nos EUA, de acordo com o relatório anual do GroupM.

No geral, as cargas de anúncios aumentaram de 10,9 minutos por hora no ano passado, em agosto, para 11,2 minutos por hora este ano ao mesmo tempo, de acordo com uma análise dos dados da Nielsen. E, embora tanto a NBC Universal quanto a Fox tenham adotado medidas para reduzir os anúncios neste ano, dados divulgados anteriormente mostram que, embora os anúncios tenham crescido 4%, a receita nacional de anúncios de TV permaneceu estável.

Apesar dessas mudanças na frequência de anúncios, “as pessoas não viram a retenção de público subir”, segundo Rob Norman, especialista em vídeo da indústria do GroupM. Os experimentos mostraram que, embora os anúncios de seis segundos possam funcionar no espaço do anúncio digital, eles “realmente não decolaram” para a televisão.

“Eu acho que ainda há uma luta considerável nesta era para entender um anúncio de seis segundos”, disse ele. Anúncios mais curtos poderiam “aliviar a frequência”, segundo o relatório.

Nos EUA, os anúncios de 30 segundos estão em declínio de 2014 até o ano passado, enquanto os anúncios de 15 segundos e os de 10 segundos aumentaram durante o mesmo período de tempo. No geral, os anúncios de 15 segundos superaram os anúncios de 30 segundos em termos de intenção de ação, eficácia, emoção e memória, de acordo com dados da Nielsen citados pelo GroupM. No entanto, anúncios de 30 segundos foram melhores para atenção, de acordo com os dados.

Ao contrário dos anos anteriores, “não havia diferenças consideravelmente grandes na indústria para este relatório”, disse Norman. Ainda assim, o GroupM determinou várias tendências para o tempo em que estamos, incluindo que o número de pessoas que assistem TV apoiada por anúncios não crescerá e a fadiga de assinaturas é “inevitável”, de acordo com o relatório.

“Estamos no estado de uma revolução incompleta”, finalizou Norman.

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Mídia

B.drops inova com campanha que destaca Outubro Rosa

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A b.drops é um canal de TV exibido em telas instaladas exclusivamente em salões de beleza, que tem como objetivo levar conteúdo relevante e inteligente para as mulheres em um momento de descontração e bem-estar. Em pouco tempo, a marca se tornou líder do segmento e hoje está presente nos maiores e melhores salões de beleza do Brasil.

Em comemoração ao mês de conscientização contra o câncer de mama, eles prepararam uma ação bem interessante para seu público direto: as mulheres.

Este ano, a b.drops inova com a campanha Be Pink,  que engaja as mulheres dentro dos salões de beleza com uma programação voltada para a prevenção e o diagnóstico do câncer. Nas telas b.drops serão exibidos conteúdos educacionais com entrevista de especialistas, dicas para doação, tratamentos e histórias inspiradoras.

“Percebemos que fazer uma campanha de conscientização dentro dos salões é muito oportuna, porque o momento de espera entre um procedimento e outro é muitas vezes forçado, e nada melhor que aproveitar esse tempo ocioso para se atualizar sobre o tema”, declara Felipe Viante, diretor de expansão da b.drops.

A campanha de conscientização acontecerá em todas as telas da b.drops nos mais de 360 salões de beleza espalhados pelas principais cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Campinas, Brasília entre outras). Além da programação nas telas b.drops, a Be Pink abrange outras ações como incentivo à doação de cabelos e palestras educadoras com profissionais da área de saúde, dentro dos salões participantes. MG Hair Design, Marcos Proença, C.Kamura, Cats, Vimax, Marly, Frank d´Ferran entre outros grandes nomes da beleza abraçaram a causa.

A Be Pink também conta com o apoio de grandes marcas como Keune Hair Cosmetics, Unimed Curitiba, Tenys Pé Woman e Beauty Week.

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Opinião

Grandes agências e médios prazeres pedem novos caminhos

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Tenho horror à gente que não se permite mudar de opinião.

Pessoas que até já mudaram de ideia sobre algumas coisas, mas que preferem não tornar público para não ter que admitir que reavaliou e que agora pensa diferente.

Nizan tem uma frase que sempre repetia pelos corredores da agência: “Eu não tenho compromisso com o erro”.

É mais ou menos isso.

Certa vez, um diretor me perguntou qual era o meu objetivo dentro da mídia. Respondi: “Ser o melhor mídia do Brasil, VP dessa agência e quem sabe, Presidente do Grupo de Mídia”.

Resposta de um sonhador, cheio de garras e vontades. Mais emoção do que razão naquelas palavras ditas.

Mas trabalhei, aprendi, apanhei, cresci.

No dia que eu  pedi demissão dessa mesma agência, chamei o mesmo diretor e disse a ele: “Se hoje tu me perguntasse a mesma coisa eu diria que desejaria ser o melhor profissional de mídia do Brasil na visão dos meus subordinados, dos meus clientes e dos meus superiores. Nessa ordem”.

As pessoas mudam e isso é bacana!

Talvez nem todos saibam, mas meu início de carreira não foi nada fácil.

Me formei em uma faculdade no interior do Estado, onde a realidade do mercado publicitário naquela região me distanciava do que acontecia no eixo Rio-São Paulo.

Vinha à São Paulo uma vez por mês, de ônibus de linha e com meus envelopes de currículos na mão, percorria a pé os bairros do Itaim, Vila Olímpia e Pinheiros.

Sem conhecer gente no mercado, deixava meu currículo impresso na portaria dos luxuosos prédios em que abrigavam as principais agências do país. Por inúmeras vezes, ao entregar o currículo e virar de costas, escutava o amassar ou mesmo o rasgar do envelope que acabara de ser entregue.

Ainda estudante, fui em umas três ou quatro edições do Maximídia com o crachá de outra pessoa. Como? Vinha pra São Paulo, ia pra porta do evento e ficava lá esperando algum executivo sair. Dizia a ele que eu era estudante e que não tinha como desembolsar aquela grana toda. Ele me dava o crachá dele e eu entrava. Pois é! Queria respirar criatividade, estar entre os grandes profissionais, viver um sonho.

Mas certo dia, as coisas começaram a acontecer. Talvez a receita devesse conter bastante de dedicação e preparo, somado à uma pitada de sorte e algumas colheres de oportunidade e de repente eu estava dentro de grandes agências, fazendo aquilo que desejei por anos: mídia.

Nesse caminho, percorri agências grandiosas, atuei em campanhas prazerosas e conheci gente boa ‘pacas’.

Na Ogilvy tive chefes maravilhosos que me deram a oportunidade de propor, questionar, participar. Vivi a publicidade de verdade ali.

Fui então pra África. Gosto sempre de dizer uma coisa sobre essa agência: a mesma fama que tira gente de lá é a que leva gente pra lá. Uma agência que trabalha no limite. Isso faz você crescer profissionalmente, muito rápido. Aos mais próximos, digo sempre que talvez tenha sido a agência que mais aprendi dentre todas que passei.

Na Y&R tive rápida passagem à convite de uma pessoa de um coração enorme (única que cito aqui) e que mesmo quando eu estava longe, fazia questão de me acompanhar e me dar bons conselhos: Gustavo Gaion. Um mentor pra mim. Sempre que o vejo, agradeço tudo o que fez e faz por minha carreira. Duvida? Pergunte a ele se não é verdade!

A passagem pela JWT me deu a oportunidade de trabalhar com um player de varejo. Queria entender aquela rotina maluca, os prazos apertados. Ué, todo mundo tem o seu momento de masoquismo. Me deixa.

Em 2014, recebi o convite para assumir a gestão da Central de Mídia de Bradesco, na W/McCann. Momento de Olimpíadas, cliente do setor financeiro, alto investimento. Muita gente pensa que não, mas ali tive oportunidade de aprimorar muito a minha técnica de mídia. Ainda que tivéssemos uma série de divergências, tive um chefe que foi o melhor negociador de mídia que já conheci. Trabalhando com ele, aprendi muita coisa e evolui muito em vários aspectos profissionais.

Me faltava o topo. Me faltava assumir um cargo de Direção em uma agência. A oportunidade surgiu em 2017. Fui para a aktuellmix, uma das maiores agências de live marketing do país. Ali, tomei um susto. Descobri na pele, que a mídia, que é demais importante, é somente uma das partes de um todo bastante mais complexo de um cliente. Trabalhar ali me deu melhor visibilidade do negócio do cliente. Tive experiências muito bacanas, conheci profissionais mais 360 e fica um carinho especial ao trabalho realizado com “dr. Consulta”, onde ajudamos através de boa comunicação, a mudar o status do cliente.

Missão cumprida? Talvez.

Rol de boas agências, boas campanhas na rua, cliente gigantes, pessoas fodas.

Trabalhei com Nizan, Olivetto, Eco, Mohallem e até Justus. Esse último prometo apagar antes de postar.

Percorri a hierarquia dentro da minha atividade como deve ser. Cheguei onde queria, mas… isso não era mais sinal de felicidade.

Agências têm sempre os mesmos problemas. Agências tradicionais possuem estruturas muito quadradas e não andaram na mesma velocidade das necessidades dos clientes.

Nos últimos anos andei pensando muito nas coisas. Fruto de um olhar mais técnico, as agências já não resolvem boa parte dos problemas de comunicação de seus clientes.

Vi por diversas vezes marcas importantes precisando de 4, 5, 6 agências para terem todas as suas necessidades atendidas.

Isso me fez, muitas vezes, perder o tesão no meio de um job. Publicidade tem que ter tesão, senão você pira, não entrega o melhor de si.

Vivemos um mercado de agências apegadas a um formato de receita que não sabemos até onde dura. E mais: o quanto isso é nocivo à estratégia do cliente anunciante?

Hora de repensar a carreira. Hora de mudar. Hora de tentar fazer de um jeito onde eu possa ser mais relevante para meus clientes.

Com a experiência adquirida aqui e acolá trabalhando com desafiadores clientes, agências enormes e pessoas demais técnicas, acho que posso seguir sozinho daqui por diante, sem me perder.

Não estou abandonando a profissão, mas agora quero seguir com o meu negócio.

Quero focar em clientes pequenos e médios que possuem desafios tanto como as grandes contas que atendi.

São empresas muitas vezes esquecidas pelo mercado e que também precisam de um olhar profissional técnico de marketing e comunicação.

Quero poder entregar competência, atenção, dedicação e um trabalho que não se baseia no óbvio ou nas velhas regras. Status? Vamos deixar de lado.

Montei um bom time para isso. Um time novo, sem vícios profissionais e que pira em pensar.

O creativosbr é uma agência pequena. É familiar. É de resultados. Tem gente competente pra entregar gestão de redes sociais, marketing de busca, consultoria estratégica de marca, criação, compra e controle de mídia, assim como treinamento e desenvolvimento para equipes.

Além de agência, somos portal de comunicação para jovens profissionais e estudantes, legado trazido do Blog do Crespo e que, por ser nossa parte de nossa missão, sempre será levado a diante.

O creativosbr é o meu novo sonho. Fruto de madrugadas sem dormir. Não foram duas ou três. Foram centenas de madrugadas em claro montando esse sonho.

Se quiser conhecer a gente, entra no site, segue a gente no Instagram, no Twitter e no Facebook.

Agora então irei dividir o tempo junto com as aulas de Mídia e Planejamento de Mídia na FAAP e na FECAP, atividades outras que amo fazer. Além dessas, ainda acumulo com muito orgulho a função de coordenador de curso na Fecap e de sócio-idealizador do Amigos do Mercado.

As grandes agências foram importantes, mas me trouxeram médios prazeres. Hora de seguir novos caminhos.

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Líderes de grandes anunciantes estarão no MaxiMídia

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O MaxiMídia 2018, que acontece nos dias 2 e 3 de outubro no Hotel Unique, em São Paulo, contará com a presença de líderes de alguns dos maiores anunciantes do mercado publicitário nacional. Uma das sessões mais tradicionais da programação do evento, o “Papo de CEO”, contará com a presença de Paulo Camargo, CEO do McDonald’s, no dia de abertura de sua programação. Já no segundo dia do evento, quem conversará com José Carlos de Salles Gomes Neto, presidente do Grupo Meio & Mensagem, será Juliana Azevedo, CEO da P&G no Brasil. Nos debates, os desafios de conduzir operações do porte das duas multinacionais no País, além de discussões sobre os desafios e caminhos da indústria de comunicação.

Hermann Mahnke, CMO da GM, falará sobre a era dos carros conectados, elétricos, compartilhados e, muito em breve, autônomos. Como a indústria da comunicação vai aproveitar essa oportunidade de transformar o automóvel numa plataforma móvel de serviços interativos conectados? Eduardo Tracanella, Diretor de marketing institucional, atacado e global do Itaú Unibanco, subirá ao palco para discutir a importância das pessoas nas empresas – e como elas podem ser melhores para as empresas e para a sociedade. Ricardo Fort, vice-presidente global de patrocínios e eventos da Coca-Cola, abordará a nova ordem global do patrocínio esportivo, com a entrada de companhias da Ásia e do Oriente Médio no jogo.

Os debates ainda contarão com a presença de executivos como Maria Fernanda Albuquerque, da Ambev; Eduardo Abreu, da Visa do Brasil; Daniela Cachich, da Pepsico e Poliana Sousa, da Coca-Cola, entre outros.

O MaxiMídia 2018 ainda abrirá espaço para discutir diferentes tipos de influência no mercado de comunicação. Um dos painéis do evento contará com a presença de Michel Teló, cantor e compositor. O jurado do programa The Voice Brasil contará como o marketing influencia na construção da imagem pessoal, além de falar sobre a conexão entre música, marcas e pessoas. Já o jornalista Bruno Rocha – nome por trás do apresentador Hugo Gloss – revelará um pouco dos bastidores para se tornar um dos maiores influenciadores do País, com mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais e um milhão de acessos diários ao seu portal de entretenimento.

A programação completa pode ser encontra no site www.maximidia.com.br.

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b.drops reforça equipe comercial

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A b.drops, empresa de mídia digital out-of-home especializada em salões de beleza, passa a marca de 350 salões exibindo o seu canal, principalmente, nas cidades de São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Campinas e Brasília. Para acompanhar esse crescimento, a empresa investe no reforço da sua equipe comercial.

Com mais de 10 anos de experiência em publicidade, Roger Pereira integra a equipe da empresa como Executivo de Negócios em São Paulo. Roger já atuou como mídia na PA Publicidade, AlmapBBDO e DM9 e na área comercial da Della Mídia Publicidade.

Luisa Andrade atua como executiva de contas desde 2011, passando pela RBS e Elemidia. Hoje passa a fazer parte da equipe comercial da b.drops no eixo Paraná como Executiva de Negócios.

Ambos se juntam aos executivos Cleber Alucci, Natália Carvalho e Patrícia Fávaro em São Paulo e à Nanci Cardoso (Gerente Comercial) em Curitiba. As duas equipes estão sob o comando do diretor comercial Mário Leão.

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CHRIS MARINHEIRO SE UNE AOS IDEALIZADORES DO GRUPO AMIGOS DO MERCADO

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O Amigos do Mercado comunica que a profissional Christiane Marinheiro se junta ao time de idealizadores do grupo que começou no WhatsApp e hoje reúne mais de 22,4 mil publicitários nas redes sociais.
A finalidade principal do Amigos do Mercado é a viabilidade de um espaço democrático para troca de informações e ajuda mútua entre publicitários. Os principais assuntos tratados nos grupos são o compartilhamento de oportunidades de empregos e negócios, troca de contatos e discussões sobre assuntos ligados ao mercado. Happy hours, almoços e encontros são promovidos frequentemente, sempre de uma forma aberta e democrática. Atividades de lazer também são realizadas, como a Liga no Cartola que leva o nome do grupo, onde os publicitários disputam uma TV como prêmio.
O principal evento promovido pelo grupo é o Prêmio Amigos do Mercado, que caminha para a sua 2ª edição. Ações voltadas a cursos e práticas esportivas também estão previstas para os próximos meses.
Para que a organização de tantas ações não sobrecarregue nenhum dos idealizadores, as atividades são bem distribuídas entre eles. Marcos Braga é responsável pela liberação de acesso a novos membros e moderação de conteúdos; Delen Bueno busca e distribui as oportunidades de emprego e currículos; Murilo Oliveira é responsável pelo planejamento; Luciano Ottaviani pela relação com parceiros e patrocinadores; Filipe Crespo é responsável pela relação com o mundo acadêmico e profissionais das agências. E, a partir de agora, Chris Marinheiro, que foi uma das gestoras do Prêmio Amigos do Mercado no ano passado, chega para promover a relação do grupo com gestores e profissionais de marketing.
Para participar dos grupos, procure por Amigos do Mercado nas redes sociais, responda o questionário e aguarde a liberação.
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Vem aí a segunda edição do prêmio Amigos do Mercado

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Grupo de publicitários que se reúne através das redes sociais realizará a 2ª edição do Prêmio Amigos do Mercado, grupo que começou em 2015 no WhatsApp e hoje já reúne mais de 22 mil membros no Facebook. Diariamente compartilham vagas de emprego, links de artigos e notícias, trocam contatos e organizam encontros. O maior dos seus eventos foi o Prêmio Amigos do Mercado, que tem o propósito de valorizar o profissional do dia a dia de uma forma muito democrática.

A escolha dos vencedores ocorre toda nas redes sociais, através de enquetes em voto aberto. Em 2017 premiaram os melhores nas categorias: Atendimento, Criação, Executivo, Anunciante, Mídia, Operações Comerciais, Pesquisa, Professor, Projetos Especiais, Profissional de Apoio e o prêmio principal: o Amigo do Mercado. Os finalistas, dez de cada categoria, foram selecionados por um grupo de gestores também escolhidos pelas redes sociais.

Em 2018, novos profissionais serão premiados. Na última quinta-feira, 16, o grupo se reuniu na Editora Globo com participantes da edição do ano passado para apresentar o cronograma deste ano, além das evoluções que estão previstas. Este ano serão acrescentadas as categorias Produtor de Conteúdo, Business Intelligence, Recursos Humanos e mais uma categoria que ainda será escolhida pelos vencedores do ano passado.

A 2a edição do Prêmio Amigos do Mercado busca parcerias comerciais e já conta com os patrocínios de CreativosBr e IWM Agency, além do apoio da Inarco Troféus.

Para participar do grupo, procure por Amigos do Mercado no Facebook, responda um questionário simples e aguarde a liberação.

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Opinião

O que os Mídias esperam dos veículos?

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Antes de falar sobre isso, precisamos considerar algumas questões que dizem respeito principalmente ao comportamento de consumo e também aos desafios empresariais. Não é nenhuma novidade dizer que somos “multitelas”. Estamos em celulares, computadores e televisões quase sempre. Nos celulares são diversos aplicativos competindo pelo nosso tempo, assim como nos computadores acessamos vários sites e deixamos sei lá quantas abas abertas; e ao assistir TV são bem amplas as opções de canais. Trabalhamos com um notebook, pegamos o celular diversas vezes e fitamos a TV, não necessariamente nessa ordem. Mas também lemos livros, blogs e revistas, somos impactados por mídias out-of-home enquanto ouvimos uma música via streaming. A nossa realidade é fazer muita coisa “ao mesmo tempo”. Temos dois ou três empregos, mais de uma empresa, participamos de alguns projetos, defendemos muitas causas, enfim, são muitas as bandeiras que levantamos. E bem neste cenário cresce a repulsa por propaganda. Pulamos anúncios, instalamos bloqueadores, pagamos streaming para não ouvir e ver propagandas, não pegamos folhetos em semáforos. Ok, mas o que isso tem a ver?

Em um passado não tão distante era possível atingir os objetivos dos clientes praticamente fazendo publicidade, comprar mídia nos veículos de maior audiência e afinidade com o público resolvia. Mas agora a mídia é segmentada, e o anunciante precisa falar adequadamente com seu público em vários canais diferentes. E precisa também integrar o PDV, eventos, marketing direto, endomarketing, marketing digital… e por aí vai. Ah, e tem que ser interessante, tem que ter conteúdo relevante. Todo esse conjunto precisa estimular interatividade e ser passível de mensuração. Culpa ou mérito da evolução digital? Tanto faz, o que importa é que o consumidor quer falar (e ser ouvido) e o cliente quer/precisa saber dos “números”. O Mídia precisa comprovar efetividade e também precisa prover inovação constante.

Hum… e como é a realidade de um departamento de Mídia hoje?

O cliente é como um investidor, e a mídia naturalmente detém o maior montante do investimento. Talvez esse conjunto de fatores pode ter influenciado o crescimento da relevância desse departamento perante os clientes. As equipes estão menores, apesar de terem crescido as responsabilidades. A mídia tem incorporado funções como inteligência de dados (B.I.). Consequentemente os profissionais do departamento têm menos tempo, e precisam de agilidade e assertividade mais do que nunca. Pode ser que alguns departamentos se deparem com outro problema: a “juniorização” da equipe. E aí, meu amigo, por mais inteligente e dedicado que um “júnior” possa ser, por tempo de mercado (e de vida), dificilmente terá a sagacidade que um profissionalmente experiente tem para lidar com problemas, planos e relacionamento com veículos.

E o que os mídias esperam dos veículos?

Primeiramente, que resolvam os problemas dos clientes. Mas para que isso aconteça, o veículo precisa conhecer o cliente, saber das suas dores e intenções. Bom, se é falta de preparo do veículo ou falta de briefing da agência… não sei. Mas sei que se tiver maior proximidade entre veículos e os departamentos de mídia (e entre os departamentos da agência), o cliente sai ganhando, provavelmente com problemas resolvidos e objetivos concretizados.

De acordo com Filipe Crespo, Diretor de Mídia da Aktuellmix, o Mídia precisa das melhores oportunidades de tempo e espaço, que promova diferenciação da concorrência, tenha adequação ao target, traga rentabilidade, e que principalmente estejam atreladas aos objetivos de campanha determinados.

Os Mídias precisam:

  • De propostas claras, focadas no cliente, que tenham dados para basear argumentação tática para defender porquê investir no veículo X para atingir o target da campanha (ranking de audiência, afinidade com o target e análise de concorrência, por exemplo).
  • Apresentações sucintas (pouco importa o layout, o conteúdo tem muito mais valor).  Com tempo bem escasso do mídia e também do cliente, não há tempo para brincar de leilão com o plano de mídia, então espera-se que o veículo apresente sua melhor negociação ou corre risco de ser cortado do plano.
  • Enxergar no veículo a possibilidade de saber das possibilidades de veiculação. Não somente as novidades, mas as características importantes do veículo (por exemplo, as possibilidades de segmentações).
  • Que o veículo se interesse verdadeiramente pelo seu cliente (e não em bater meta de venda). Se o veículo sabe o que o cliente quer comunicar ao seu público… a solução pode ser incrível.

E se a equipe é quase toda júnior? Abrace-a, dê dados e argumentos. Leve-a pra dentro do veículo, mostre a realidade, dê conteúdo, ensine. Contribua com o crescimento desses profissionais. Lembre-se que todo senior já foi júnior um dia.

 

Comente o que os veículos ou os mídias podem fazer para facilitar o seu dia e te ajudar a ser mais assertivo.

 

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Digital

Mídia fragmentada e oportunidades de conversão

GRAD ALON – DIGITAL – CREATIVOS BR – DIVULGAÇÃO – CELINA GERMER

Durante o 8º Congresso da Abeb, em São Paulo, Gad Alon – diretor de parcerias em métricas do Facebook – apresentou dados que evidenciam a fragmentação da audiência. De acordo com este dados, na década de 70, nos Estados Unidos, os 10 programas mais assistidos alcançavam 37% da audiência, e hoje o número chega a 17%. Outra diferença é que nesses quase 50 anos os domicílios que tinham em média 8 canis de TV agora contam com mais de 194 opções. Além disso, para consagrar a fragmentação, os telespectadores adicionaram a segunda tela.

É cada vez mais difícil atingir o público diante da diversidade de opções de consumo de mídia, contudo Alon afirma que diante deste cenário haverá oportunidades aos profissionais de marketing que investem em plataformas digitais e mídias tradicionais.

Para Alon, a concentração do público está dividida entre os modais e isso não significa que as pessoas não estejam prestando atenção aos comerciais. “A noção de atenção mudou. Para sermos mais efetivos, é necessário abraçar isso”, diz Alon. Um estudo realizado pelo Facebook sustenta seu discurso. Durante o lançamento de uma série o uso da rede social apontou aumento de 50% durante os intervalos.

“Antes, quando pensávamos em cross device e cross channel era sobre complementar alcance, mas não é mais sobre isso. Agora é sobre frequência e estímulo”, afirma Alon.

No Facebook deve ser considerado o tempo de visualização com um dos pilares da comunicação. Alon explica que mesmo vídeos que não foram vistos até o fim podem trazer bons resultados para empresas, principalmente porque, nesses casos, eles custam cerca de um quinto do valor ao anunciante. Para que a campanha tenha uma boa performance, é necessário realizar uma inserção do nome da empresa nos primeiros momentos do filme, e adaptá-lo a um ambiente em que ele possa ser visto sem som.

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