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“Na mídia programática, exposição indesejada da marca não é e nem nunca foi regra”

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Durante algumas décadas em nosso país, quando uma empresa desejava comunicar os reais atributos de seus produtos ou serviços aos seus consumidores finais, os caminhos para fazer essa comunicação eram os mesmos. Além da TV aberta, meio de comunicação com mais de 90% de penetração junto aos brasileiros, as empresas e suas agências de publicidade encontravam, ainda, a mídia impressa e, claro, o forte e importante rádio.

Porém hoje, muitos anos mais tarde, ainda que com o máximo respeito aos veículos e aos profissionais que atuam nessas frentes, devemos entender que é tudo muito diferente de antes. As coisas mudaram e a possibilidade das marcas entenderem o que seus targets realmente querem, como eles querem e onde eles estão tornou-se absolutamente possível.

A exposição paga de marcas no ambiente online trouxe às empresas anunciantes características bastante vantajosas e nunca encontradas até então nas mídias tradicionais, como por exemplo a possibilidade de mensuração de resultados de campanha, a interatividade com seus públicos em real-time, além da importante e tão desejada segmentação de público.

Poderíamos aqui até tratar detalhadamente das questões de interatividade e da mensuração, enormemente importantes e que permitem às marcas serem mais assertivas, estabelecerem um diálogo com seus consumidores e, claro, atuar de forma mais otimizada e rentável. Porém, o que queremos aqui discutir é a característica da segmentação de público.

A mídia programática é uma das mais relevantes formas de atuação em mídia digital e tem atraído bastante a atenção de gestores de marketing não só no Brasil, mas em todo o mundo. É uma mídia inclusive bastante democrática e, por isso, tem levado empresas pequenas e médias a anunciar até pela primeira vez. O fato ainda de possibilitar às marcas anunciantes maior otimização na compra da mídia, na implementação e na mensuração dos resultados obtidos, a torna por consequência também mais assertiva, contribuindo rapidamente para os objetivos de negócio das empresas.

Mas talvez a maior das diferenças esteja no fato de que a mídia programática quebra uma lógica imposta por profissionais de propaganda e publicidade por muitos anos: o foco não está mais no veículo de comunicação e sim, no target. Desta forma, nesse tipo de mídia estuda-se o comportamento das pessoas no ambiente digital e então a marca aparecerá somente para aqueles que desejam e que tenham demonstrado interesse naquele conteúdo. A mensagem de marca surge então, de forma contextualizada, para quem deseja receber aquele conteúdo, no momento que deseja, na frequência ideal e onde esse público estiver. Pode ser num site de esportes, na mídia social preferida ou mesmo dentro de um aplicativo que utilize. Certeza de gol.

Ocorre que nas últimas semanas, acompanhamos pela mídia um verdadeiro massacre ao setor de mídia programática.  O trabalho realizado pela chamada CPI das Fake News identificou e tornou público que o Governo Federal teria exibido ‘milhões de propagandas em sites maliciosos’ nos últimos meses e que isso ocorreu porque a veiculação se deu através de mídia programática.

“Na mídia programática, exposição indesejada de marca não é e nem nunca foi regra. O problema não está no uso da mídia programática. Está no uso inadequado da plataforma. Um planejamento bem feito cria filtros de brand safety, e a mensagem de marca aparece apenas em um ambiente seguro.”, diz Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital.

A OPL Digital é uma dessas empresas especializadas no tema. Com sede em São Paulo e também em Miami, nos Estados Unidos, a empresa investiu pesado na compra de tecnologia nos últimos anos, atua com uma DSP própria, e hoje tem como clientes governamentais, sendo alguns deles: Ministério da Saúde, Ministério do Turismo, Prefeitura de São Paulo, Eletrobrás, Caixa e Governo do Estado de São Paulo, além de clientes do setor privado como Schneider Electric,  BRF, Seara, Unilever,  Latam, Porsche, CCR, entre outras.

Para um anunciante que decida por comunicar seus produtos e serviços em mídia programática é extremamente importante que busque por empresas que sejam capacitadas e especializadas no tema. Prover cuidados básicos que impeçam as marcas de aparecerem em ambientes não seguros é essencial para quem trabalha com mídia programática.

Não se pode generalizar, e as recentes notícias que trataram das ações do Governo Federal não podem ‘carimbar’ ou marginalizar todo um mercado, que é composto por empresas e profissionais sérios e comprometidos com os resultados dos clientes. Uma ou duas empresas que tiveram tais equívocos não podem ser vistas como representantes de todo um setor. É importante ressaltar que mídia programática não financia o crime e nem patrocina e nem compactua com nenhum tipo de fake news. Atualmente existem políticas de brand safety que, inclusive, são atualizadas constantemente e que eliminam os sites impróprios ou maliciosos. As chamadas passlists, de uso bastante comum em mídia programática, possibilitam que a marca anunciante escolha exatamente os sites e aplicativos em que serão exibidos os anúncios, evitando destinos indesejados. Segurança na rede é preocupação número um de qualquer marca que esteja na rede.

 

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Com reabertura de lojas, Office Shopping retoma suas atividades

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A Office Shopping, empresa especializada em mídia e locações temporárias em shopping centers e hipermercados, retoma com mais intensidade suas atividades, com a recente reabertura dos shoppings.

“Não deixamos de funcionar, apenas nos reestruturamos em home office, assim como fizeram diversas empresas.  Como nossa atuação também abrange os super e hipermercados, operamos com a venda de mídia nestes ambientes com maior foco.”, explica Cristiano Tassinari, sócio da empresa.

E é justamente neste segmento que surge mais um contrato da empresa.  Além das mídias estáticas, a Office passa a atender o Grupo Pão de Açucar, na área de eventos. O escopo do projeto permite que as áreas disponíveis sejam palco para eventos que agreguem valor a indústria por meio de projetos especiais com ativação ou ‘comprou ganhou’, ou que os eventos, agora remodelados pelo distanciamento social, sejam mais um atrativo, como por exemplo, os Cines Drive In, Tendas Drive Thru para teste do Covid-19 e até mesmo circos Drive In, em que os carros ficam estacionados na direção do picadeiro.

Todo o know-how na área de atendimento a shoppings da empresa contribuiu para esse convite da área de Malls do GPA.

Além de retomar as atividades com este novo contrato, a Office Shopping também anuncia a chegada ao Green Plaza Shopping, empreendimento de conveniência localizado em Belo Horizonte, no bairro de Santa Mônica, para a comercialização de mall e mídia.

Para Paula Caetano, gestora de marketing do Green Plaza, poder contar com o profissionalismo de uma empresa com quase 30 anos de mercado, nas áreas de mall e mídia, tende a ser uma excelente aposta. Paula comenta ainda, que após a reabertura do empreendimento fechado pela pandemia, o fluxo tende a ser uma crescente, pelo fato da empresa ter em seu mix, várias opções de alimentação, dentre elas: o Burger King, o Mineirão e uma filial muito completa da Droga Clara.

Para finalizar, Tassinari comenta que novidades estão por vir, fazendo referência a uma nova empreitada com seu sócio na Retail Media, Marco Antonio Souza. “Marco é uma pessoa muito ativa e cheia de ideias, precisamos aproveitar esses insights e conhecimentos adquiridos por anos no mercado de OOH”.

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O consumo de conteúdo no Youtube em época de isolamento

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No mês passado, em abril, acompanhamos o que diria ser o pico das lives na plataforma do YouTube. Assistir cantores sertanejos, artistas pop e até o estilo brega pedindo licença para entrar na sala de casa dos internautas, e muitas marcas aproveitando essa nova audiência das live shows foi uma maneira diferente para observar a forma de consumo dessa plataforma. O fato é que as pessoas já utilizavam o YouTube como um site de entretenimento e pesquisas, buscando por: lazer, diversão e informação, o que ocorreu foi apenas uma mudança no comportamento e o modo de consumir conteúdo dessa plataforma devido ao cenário em que estamos aprendendo a nos adaptar.

O Google realizou uma pesquisa para analisar as mudanças no comportamento do brasileiro no youtube durante o isolamento e a pequisa seguiu 3 pilares que influenciaram no crescimento da oferta e demanda de conteúdo neste cenário de quarentena.

Achar o equilíbrio entre informações e saúde mental.

Neste momento em que percebemos a importância da informação, também notamos que bombardear nossa mente com um assunto denso como a pandemia, acaba saturando e podendo causar problemas maiores a saúde mental. Dessa forma foi notado que assim como as notícias que cresceram 75% nos meses anteriores, a busca por assuntos relacionados a conscientização e a saúde mental elevou consideravelmente em até seis vezes mais do que o habitual.

A própria plataforma que estava desenvolvendo uma campanha institucional, aproveitou o momento para junto com diversos creators divulgar conteúdos diversos para amenizar e trazer aos usuários alguns momentos de leveza e distração, disponibilizando vídeos que vão desde crochê a meditação para fazer em casa e dicas de autocuidado, estimulando a hashtag #Fique em Casa comigo.

Adaptar ou criar uma rotina para o isolamento.

Com o distanciamento social e o isolamento, a sociedade teve que se adaptar e essa adaptação requer uma curva de aprendizado, no qual o Youtube foi importante como fonte de pesquisa para muitas pessoas que se questionaram e buscaram aprender como adaptar sua casa para o trabalho em home office, como diversificar na cozinha com poucos recursos, como entreter as crianças e até como fazer ginástica em casa ou apartamento.

As idas ao supermercado diminuíram e para isso, tornou-se necessário ser mais estratégico para comprar o essencial e de maior rentabilidade. A busca por “pão caseiro” subiu 66%, assim como receitas com 49% e o termo “cozinha” com 40% em comparação aos meses anteriores.

Se na cozinha os números cresceram, na sala não foi diferente. Os termos “aulas” e “estude comigo” tiveram um aumento de 33% e 52% respectivamente, assim como a busca por mais produtividade no trabalho, o termo “home office” foi o que mais cresce chegando a 173%.

Entender impactos mais amplos na sociedade.

Diante deste cenário, um tema tem tomado dois víeis, de forma macro e micro. A busca e o consumo por conteúdos relacionados a economia tem mantido um crescimento contínuo, porém, dividido entre os interesses com relação à economia global e o acompanhamento de como governos e instituições financeiras tem tomado medidas para minimizar os danos na sociedade de forma geral e o outro interesse relacionado ao próprio bolso buscando maneiras de segurar as finanças pessoais nesse período até que as coisas voltem ao normal.

Esse estudo completo e outros relacionados a tendências de consumo podem ser acessados pelo site disponibilizado pelo Google no site Think With Google que divulga artigos, dados e insights para informar e compartilhar mais conhecimento com seus usuários.

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Mídia Digital para marcas que pulam o Carnaval

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Quem trabalha com mídia sabe que em datas específicas ou de festas, os resultados obtidos em campanhas digitais sempre tendem a sofrer alterações.

O Carnaval é uma dessas datas e certamente, já por esses dias de agora, dezenas, centenas ou até milhares de profissionais nas empresas e nas agências quebram a cabeça pensando em como atingir através da mídia digital, o folião consumidor que está com seu celular nas ruas da cidade, curtindo os bloquinhos.

Não é tarefa das mais fáceis, uma vez que, de um dia para o outro, milhões de pessoas ocupam os mesmos metros quadrados de rua, nada comum e nada frequentados nas demais épocas do ano.

Trata-se de uma lógica diferente da convencional para quem compra mídia que faz uso de geolocalização, uma vez que um folião pode ficar no mesmo quarteirão, literalmente no centro de uma grande avenida da cidade, por duas, três ou até quatro horas, pulando loucamente fantasiado e com uma lata de cerveja na mão.

As alterações nos KPIs de mídia nessa data são então consequências de uma clara tendência na redução de consumo de redes sociais nesse período por grande parte desses foliões, que até por motivo de segurança, deixam seus smartphones muito bem guardados em bolsos e bolsas. Sendo assim, se as pessoas ficam mais “desconectadas’, menos expostas também estarão às comunicações de marca.

Mas é claro que existem maneiras inteligentes de se fazer publicidade para esse público em plena folia, ou até mesmo e, principalmente, nos dias que antecedem à essa folia toda.

Já imaginou quantas marcas poderiam se aproveitar desses dias que antecedem o Carnaval para vender mais cerveja, água, cadeira de praia, fantasia etc para entrega boa e relevante de mídia digital?

Através de um bom banco de dados que inclui o histórico de navegação é completamente possível cruzar as informações e saber, por exemplo, se aquele folião buscou no período recente pela programação dos blocos de rua da cidade, por hotéis em praias do litoral ou mesmo por preços de entradas em carnavais de clubes tradicionais. Mais do que isso, é possível impactar consumidores que estiveram em um determinado local, como os ensaios das escolas de samba no Anhembi, por exemplo.

E se, por um acaso, o consumidor é daquele que busca “sumir” em datas de bagunça como essa, conseguimos também impactá-lo facilmente, por conta de seu possível rastro deixado no ambiente digital, semanas antes do Carnaval, onde ele buscava por programas mais tranquilos e distantes do barulho. Quem sabe um final de semana em Águas de Lindoia ou Poços de Caldas? Ou quem sabe buscou por filmes que se destacaram no Oscar ou por novidades no Netflix?

É praticamente impossível hoje tomarmos decisão de compra ou consumo sem que tenhamos deixado rastros por aí. A mídia programática está aí exatamente pra fazer com que as marcas possam se conectar com esse público que deixou pegadas na rede.

Nada melhor que um exemplo pessoal.

Nos últimos dez dias de minha navegação no ambiente digital, eu deixei rastros que podem ser de interesse para vários segmentos de mercado. Reservei por um site diárias de hotel em Ilhabela; comprei o agendamento da balsa para não ficar na fila; comprei um par de ingressos para um show de reggae que irá acontecer na Ilha durante o Carnaval; além disso, na última semana, coloquei no meu Waze como destino 2 supermercados da Vila Mariana e entrei em mais de 5 farmácias por Alphaville, buscando protetores solares e repelentes para o corpo.

Juro, não tem nenhuma marca se aproveitando dessas minhas pegadas no ambiente digital, pelo menos por enquanto.

É na dificuldade que surgem as oportunidades. No Pós-Carnaval as marcas voltarão a fazer campanha com força, dentro da lógica do “agora o ano começou”.

Balela, o Carnaval deixa pegadas importantes que podem fazer com que dados virem informações que, por sua vez, se bem pensados e utilizados, transformarão em insights para mensagens futuras de marca.

E você, profissional de marketing ou mídia: como pensou a comunicação da sua marca durante o Carnaval?

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SOUL GOOD: O CHOCOLATE DA DIETA

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Durante o Santander Track&Field – maior circuito de corridas de rua da América Latina – a Kopenhagen estreia sua mais nova linha de chocolates, a linha Soul Good, uma proposta que visa unir o que faz bem para o corpo e que seja delicio no paladar.

 

O público deste novo produto é os atletas de rua com estilo de vida saudável, que a partir de agora poderão trazer ainda mais sabor às suas dietas. Assim, a parceria com a Cross Networking no evento foi uma ótima forma de apresentar os novos chocolates para seu público. Ao invés de apenas veicular nas redes sociais banners e posts sobre a novidade, nada melhor que levar a degustação para “dar um gás” a mais durante a corrida.

 

A indústria do chocolate costuma crescer 6% ao ano em países desenvolvidos, faturando cerca de US$8,4 bilhões por ano. Porém, como o Brasil está se desenvolvendo, há de se esperar que tenha números ainda maiores. Atualmente, a venda de chocolates cresce 25% ao ano, chegando a US$35 bilhões em 2018 (Euromonitor, 2019). 

 

Sobre os chocolates Soul Good, é importante ressaltar que além da leveza das calorias do produto, ele aborda um conceito totalmente zero açúcar, lactose, gorduras e clean label – produtos compostos apenas por ingredientes facilmente reconhecidos pelo consumidor. A nova linha da Kopenhagen conta com bombons maciços, de avelã, com língua de gato e lajotinha, além dos clássicos tabletes de cacau e cacau com nibs (pedaços de amêndoas).

 

Com tantas opções, chega até ser difícil escolher uma só, mas como é um chocolate saudável, vá na Kopenhagen e experimente um de cada! Depois nos conte qual você gostou mais.

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Peanuts estreia dois novos canais no YouTube

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Espelho Meu’ e ‘Espaço Ethos’  somam 14 projetos da digital network
A Peanuts, empresa de criação e gerenciamento de conteúdo para plataformas digitais, acaba de lançar os canais ‘Espelho Meu’ e ‘Espaço Ethos’ no YouTube. As produções originais da companhia somam, agora, 14 trabalhos na plataforma de vídeos.
Apresentado por modelos e influenciadoras digitais, o ‘Espelho Meu’ reúne semanalmente tendências de moda e beleza com tutoriais de passo a passo de maquiagem e dicas de produtos para o cotidiano. Além disso, o canal também promove bate-papos descontraídos sobre comportamento e relacionamentos.
Já o ‘Espaço Ethos’ traz o cidadão como protagonista do projeto. O objetivo é promover reflexões sociais por meio de questionamentos e debates, abordando temas plurais e complexos como relações interpessoais, comportamento, política e tabus. Ambas as estreias da empresa digital da têm vídeos novos toda a semana.
Entre os canais existentes no portfólio da Peanuts também estão ‘Disso Eu Entendo’, do João Kleber; ‘Não Caia na Roubada’, de Jorge Lordello; e o ‘Canal da Val’, da Val Marchiori. Para produzir todos os conteúdos, a digital network conta com um complexo de 12 estúdios.
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WMCCANN FORTALECE LIDERANÇAS DE MÍDIA

WMCCANN FORTALECE LIDERANÇAS DE MÍDIA

Agência reforça o time liderado pelo VP da área, André França, com cinco contratações e duas promoções

A WMcCann anuncia cinco contratações e duas promoções de líderes na
área de mídia. Patrícia Calheiros, diretora de mídia da agência
desde 2018, passa a ser head de mídia do escritório de São Paulo.
Patricia atuou em agências como J. Walter Thompson, DM9DDB e Publicis,
e atendeu anunciantes dos mais diversos setores, como C&A, Unilever,
Johnson & Johnson, Walmart, Whirlpool, Avon e Intel. Além das
agências, também trabalhou no Google Brasil, o que lhe garantiu grande
expertise digital. Também como head, mas do escritório de Brasília,
chega Fernanda Magalhães, que possui mais de 16 anos de experiência,
tendo trabalhado na Deloitte e em agências como Cadreon e Reprise,
HAVAS e Wunderman. Fernanda atendeu grandes clientes como Citroën,
Peugeot, Banco La Caixa, Lacoste, Telecine, Danone, Latam Airlines,
Vivo, Easynvest, Unilever, Naranya, entre outros. Ambas reportam-se
diretamente à André França, vice-presidente de mídia da agência.

“Esse olhar cuidadoso para as lideranças traduz a nossa busca por
profissionais que consigam trabalhar tanto a informação bruta – os
dados – quanto utilizar fontes que não são tradicionalmente de mídia,
como inputs de negócios e dados de segmento, para atuarmos diretamente
na estratégia do cliente”, destaca André.

Para integrar a diretoria do time de mídia, também chegam Romana
Oliveira, que está em sua segunda passagem pela WMcCann e já trabalhou
em agências como NBS, Loducca e Grupo RBS; Alexandre Ferreira, que já
atuou em agências como Publicis, Mullen Lowe, 9ine Sports e Lov,
chegando para assumir o cargo de diretor de mídia responsável pelo
QLAB – hub de inteligência de dados para a Seara; Beto Almeida, que
ingressou na WMcCann em 2017 como gerente de mídia, e foi promovido a
diretor, com passagens por grandes empresas como Y&R e
Colgate-Palmolive; Maurício Cruz, que retornou à WMcCann em 2018, e
também foi promovido a diretor, com passagens pela Leo Burnett, Lov,
Dentsu e AlmapBBDO; E Jodson Ferreira, que soma experiências em
agências como Artplan, DM9DDB, Y&R e Santa Clara.

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Como aumentar a conversão de leads com a mídia programática

Como aumentar a conversão de leads com a mídia programática

A mídia programática é uma forma prática e automatizada de direcionar a publicidade ao público-alvo, impedindo que os anúncios se dispersem em sites que não dão match com o perfil do cliente. 

 

Porém, de nada adianta otimizar o uso do seu tempo e budget, se você não consegue criar uma boa segmentação do target. Afinal, este será o fator decisivo para que sua mensagem chegue aos usuários corretos – e no momento certo.

 

Assim, o primeiro passo é compreender o tipo de target ao qual sua campanha se destina:

 

Influenciador

Não falamos apenas dos famosos influencers, como também de médicos que recomendam determinado laboratório para os pacientes realizarem seus exames.

 

Decisor e Comprador

O decisor é responsável por “bater o martelo”. Muitas vezes, o decisor é também o comprador, porém não é regra. Um casal pode se organizar de forma que a esposa monte a lista do mercado – portanto decidindo os itens dos quais precisam – enquanto o marido é responsável por ir até o mercado de fato comprar os produtos – tornando-se o comprador.

 

Consumidor

Por fim, temos o consumidor, que é aquele que irá utilizar o produto ou serviço. Crianças e animais são líderes na categoria, justamente por não decidirem ou comprarem os produtos que consomem.

 

Se você acredita que definir o tipo de target e ter seus dados demográficos é suficiente, dificilmente obterá sucesso.

 

No mundo digital as pessoas expõem seus valores éticos e morais nas redes sociais, seguem famosos com os quais se identificam e principalmente, consomem o que lhes atrai. Entender o comportamento do seu consumidor, o que ele gosta de ver no Youtube e qual é o seu “rolê ideal” fazem grande diferença no meio online.

 

Portanto, emerja-se no mundo do seu cliente, entenda como ele age e seu papel dentro do processo de compra. Com estes três passos, você aumentará – e muito – a probabilidade de conversão dos leads.

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Secom autoriza mídia programática na RedeTV!

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Pela primeira vez, Secretaria de Comunicação do Governo utilizará modelo inovador de publicidade na TV aberta

São Paulo, 02 de agosto de 2019 – A RedeTV! continua investindo na expansão de seu sistema próprio de comercialização de mídia em modelo programático, inédito na América Latina, permitindo o direcionamento da publicidade de modo automatizado, também na TV aberta.

A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) passará a utilizar a tecnologia como estratégia de negócio para divulgar as campanhas relacionadas ao Governo, a partir de agosto. As peças publicitárias do Banco do Brasil serão as primeiras a serem veiculadas na programação da RedeTV!.

Com uma negociação baseada no volume de impactos contratados, a mídia programática prima pela maior assertividade do público-alvo, transparência e eficiência dos investimentos, já que a emissora possui controle sobre as entregas. A automação do processo de compra ofertada aos anunciantes permite a inserção de comerciais em programas de TV de acordo com o perfil de audiência esperado, garantindo performance. A mensuração dos resultados de cada campanha também pode ser acompanhada diariamente, por meio de dados auditados por institutos de pesquisa.

“A mídia programática é um modelo moderno e qualificado de compra e venda de espaços publicitários. O desenvolvimento dessa tecnologia é um marco na história da RedeTV! e, sem dúvida, em todo o mercado televisivo e de comunicação. O acordo firmado com a Secom reforça ainda mais o compromisso da emissora em liderar ações inovadoras e eficazes. Agradecemos pela confiança e parceria para fazermos o Brasil sair na frente”, diz Amilcare Dallevo Neto, Head of Value Creation da RedeTV!.

O secretário Especial de Comunicação Social da Presidência da República, Fábio Wajngarten, enfatizou que o sistema de comercialização escolhido pela RedeTV! vai trazer mais segurança ao anunciante público. “É obrigação do Governo buscar formas de otimizar os investimentos em publicidade. E a mídia programática, ao garantir a entrega, traz a tranquilidade de que o dinheiro público está sendo investido com eficiência. A iniciativa da RedeTV! é inovadora e ousada e merece reconhecimento”, ressaltou o secretário.

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A batalha entre o cinema tradicional e o streaming

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Não é de hoje que se vê o streaming ganhar cada vez mais espaço no mercado de entretenimento. soldes coque iphone Tal fato é que, até mesmo a gigante indústria de Hollywood pode se sentir ameaçada num futuro próximo devido ao debate em torno dos lançamentos nos cinemas que demoram uma janela de 90 dias para ser disponibilizado em DVD ou em digital. O que se discute estar em jogo é o futuro das salas de cinema e do entretenimento na tela pequena que aos poucos surgem como novos gigantes da tecnologia derrubando décadas de tradição hollywoodiana. Enquanto a Netflix transmitiu filmes online ao mesmo tempo, ou apenas algumas semanas depois de sua estreia nos cinemas, a concorrente Amazon Studios disse que gostaria que alguns de seus filmes ficassem apenas 2 a 8 semanas nos cinemas antes de estar disponível em sua plataforma de streaming, a Amazon Prime. coque iphone 7 Até mesmo o rei do multiplex – Walt Disney Co – está entrando no universo do streaming alimentando a ideia de que possa querer filmes nas salas de estar mais cedo. A Netflix twittou que “ama o cinema”, mas também apoiava o acesso de pessoas que não podem pagar ou não moram perto de cinemas. coque iphone soldes Muitos proprietários de teatros se opõem, citando possíveis danos a seus negócios. Adam Aron, diretor executivo da AMC Entertainment Holdings, a maior operadora de teatro do mundo, disse que sua empresa “consideraria toda e qualquer alternativa”, mas quaisquer mudanças no atual padrão da indústria “teriam que ser benéficas para nós ou neutras para nós”. coque iphone xr Em contra partida, outros disseram que os consumidores estão satisfeitos com o sistema atual. As vendas de ingressos em 2018 atingiram o recorde de US$ 41 bilhões globalmente e US$ 12 bilhões nos Estados Unidos e no Canadá, mesmo quando a Netflix lançou cerca de 90 filmes para streaming. A franquia da Disney como “Black Panther” e “Avengers: Infinity War” gerou um total de US$ 7,3 bilhões nas bilheterias mundiais em 2018, mostrando que as telas de cinema tradicionais possuem muita lenha para queimar ainda. coque iphone E não só isso, a Disney e outros estúdios enfatizaram a experiência especial de assistir um filme em um teatro escuro. “Muito mais pessoas tiveram seu primeiro beijo em um cinema do que na sala de estar de seus pais”, disse Toby Emmerich, executivo sênior da Warner Bros, parte da WarnerMedia, da AT & T, que também planeja lançar uma campanha de streaming. coque iphone en ligne Dos mais céticos aos mais abertos, pode-se concluir que o streaming e o cinema tradicional ainda conviverão por um longo tempo juntos.

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