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Mundo dos Apps: qual a melhor escolha?

Quem nunca teve o WhatsApp no celular que atire a primeira pedra!

Brincadeiras à parte, a bem verdade é que uso de aplicativos está se mostrando cada vez maior e as pessoas passaram a procurar os seus ‘queridinhos’ para baixar no celular, até porque, ter espaço nessa tecnologia é como encontrar o pote de ouro no fim do arco íris.

Conforme o tempo passa, mais e mais empresas investem nos aplicativos, seja devido a facilidade de funções em um só lugar ou até a experiência proporcionada aos usuários. E, não à toa, já sabemos todos os aplicativos básicos no celular: WhatsApp, Instagram, Facebook, Twitter, TikTok, Netlix… a lista é longa (e muito), porém o espaço é escasso e, devido a isso, sempre existe a pergunta: qual a escolha final do consumidor? Se você tivesse que escolher entre WhatsApp e Netlix, ou Instagram e TikTok, qual seria o aplicativo desinstalado?

É uma escolha difícil, nós sabemos. Mas, as empresas também sabem disso e buscam tentar criar a melhor experiência para você, de forma que ele venha a ser o escolhido a ficar. Então, vamos a (algumas) dicas para levar em consideração na hora de escolher usar um app no seu negócio:

  • Usabilidade/Eficiência

Não é novidade que quanto mais fácil o uso, mais prático ele é. Verifique se o aplicativo não dá erros no meio das funções, se os usuários conseguem encontrar facilmente o que precisam, se sabem usá-lo e se eles conseguem realizar suas atividades sem problemas.

  • Comunicação/Feedback

Aqui, você deve verificar se as pessoas se sentem acolhidas no momento do uso. “Ah, mas como eu vejo isso?” É bem simples: as mensagens de “bem-vindo de volta” ou “boa tarde, posso ajudar?”, instruções de uso simplificado, ou “estamos quase lá!” na finalização de uma compra, demonstram a presente preocupação das empresas com os seus clientes. É importante ouvir o que as pessoas têm a dizer, assim como é importante eles perceberem o que você possui de diferente no seu serviço.

  • Entender o mercado

Este ponto é o mais importante. Deve-se atentar ao perfil dos seus usuários e suas preferências, ou seja, o que eles gostam de utilizar no produto/serviço. Se uma pessoa gosta de praticar exercícios físicos, faz sentido possuir o app Nike Training, por exemplo. Não adianta ter um app com mil e uma funcionalidades se as campanhas do seu produto estão direcionadas para o mercado errado. Leve em consideração o número de pessoas que ainda possuem o aplicativo instalado – e com que frequência isso acontece -, entenda a realidade dos usuários.

E, vamos a um caso prático: em uma empresa que vende cosméticos, por exemplo, o uso de um app é bem mais fácil para desenvolvimento, manutenção e acessibilidade? A realidade é que mesmo o aplicativo sendo um ótimo meio de experiência para as pessoas, nem sempre é o ideal. A atualização dos catálogos, o espaço ocupado no celular, o tempo de desenvolvimento e a baixa acessibilidade, ou seja, as pessoas apenas fazem o download do app quando necessário, faz com que seja muito mais eficiente o uso de um site do que de um app.

O mercado digital é muito disputado e muda o tempo todo. Esteja atento ao que acontece com o seu público e o que melhor se encaixa nele e você fará muito sucesso!

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A Reinvenção da Publicidade em Tempos de Pandemia

Com a chegada da Pandemia do Coronavírus, o mercado publicitário foi um dos que mais precisou repensar e revolucionar sua área. Um período de incertezas levou a uma queda imediata nos gastos com publicidade: somente no Brasil, no primeiro trimestre de 2020, os investimentos em publicidade chegaram a R$ 2,9 bilhões, uma queda de 22,3% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão). Por outro lado, o uso de televisão e de mídias sociais aumentou, o que resultou na priorização da publicidade digital. Outros tipos de empresas de produtos e serviços tiveram suas vendas aumentadas consideravelmente, como por exemplo o aplicativo Rappi, o qual cresceu em até 250 mil downloads na América Latina, durante fevereiro à março de 2020.

O primeiro desafio foi remodelar todo planejamento de ações e recuar com estratégias programadas em tempo recorde. O novo coronavírus fez com que as marcas pressionassem as agências em busca de soluções rápidas. Campanhas que “iriam para as ruas”, precisaram ser deixadas de lado por um momento, enquanto as que não estavam planejadas exigiram tomar forma em um tempo menor que o habitual. O papel indispensável das agências nesse contexto foi encontrar caminhos inovadores para manter os discursos das marcas conectados aos consumidores, unir ainda mais suas equipes com a distância do isolamento social, reorganizar todo fluxo e demanda, e continuar entregando o melhor trabalho para cada cliente. Às empresas foi apresentado o desafio de vender à distância, mostrar que a marca é familiar, presente, parceira, que entende o momento difícil que estamos passando, mas que aposta e acredita na retomada das nossas vidas. Também é necessário manter a empatia e despertar o interesse em cada cliente: por que eu preciso desse produto na pandemia? Isso será útil durante o momento que estamos passando? Como a marca está agindo diante da situação?

Toda campanha de publicidade deve ser pensada de acordo com o público-alvo, inclusive aquelas veiculadas em aplicativos. É preciso escolher os aplicativos certos, entender o momento ideal e levar em consideração o comportamento em diferentes dispositivos. Dessa forma, a intenção não é apenas que a pessoa faça o download do aplicativo da marca, mas que o utilize. A companhia de comércio varejista (responsável pelas redes de lojas das bandeiras Casas Bahia e Pontofrio), Via Varejo, que registrou lucro de R$ 65 milhões no segundo semestre de 2020, viu a necessidade de mudar a sua estratégia para o comércio eletrônico durante a pandemia. “Lançamos uma campanha de aplicativos e já vimos um grande aumento no tráfego de nosso apps. Continuamos a entender nossos consumidores onde eles estão online”, afirma Bruno Bolanho, gerente de marketing de desempenho e CEO da Via Varejo.

Diante disso, as marcas e empresas precisam ficar atenta a alguns pontos:

  • Storytelling: a capacidade de contar histórias onde os recursos audiovisuais são utilizados com as palavras. Promove o seu negócio sem que haja a necessidade de fazer uma venda direta, tem um caráter muito mais persuasivo do que invasivo e neste item podemos citar o Airbnb e o Spotify, os quais usam dados dos usuários para atraí-los ao que lhes interessam.
  • Confiança digital: especialmente nesse período de pandemia, os prejuízos causados por hackers cresceram muito e as mídias sociais precisam manter seus usuários e dados em segurança, além de combater a desinformação.
  • Brand Safety: as marcas também precisam se preocupar com a própria segurança. Pensando nisso, a plataforma Taboola (especializada na recomendação de conteúdos e notícias) fez uma parceria de brand safety com a Integral Ad Science (uma empresa de verificação de anúncios digitais que fornecerá tecnologia de segurança pré-bid para anunciantes de performance).
  • Hábitos de compra: pesquisas globais do Facebook mostraram que a pandemia mudou o comportamento dos consumidores, os quais priorizam compras on-line e pequenos negócios de bairro.  De acordo com o estudo, 73% começaram a comprar de pequenas empresas pela preocupação com a sobrevivência da comunidade local, 54% relataram que as redes sociais os ajudaram a descobrir essas pequenas empresas e 39% pretendem gastar mais em pequenas empresas no futuro (locais ou não).

 

A publicidade digital já percorreu um longo caminho nos últimos 20 anos com todos os tipos de formatos e canais, e oferece uma variedade de opções para as marcas manterem contato com seu público. A situação que a pandemia colocou esse mercado pode ser uma oportunidade para profissionais reinventarem suas estratégias e repensarem a forma como decidem direcionar a seu público-alvo, qual o melhor momento, a melhor plataforma e os reais valores da marca.

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Opinião

A nova experiência Piticas

Uma das compras mais especiais que fiz em uma loja geek foi em uma que entrei só para conhecer o espaço, a vendedora começou uma conversa comigo por uns quinze minutos sobre animes, e saí de lá com um chaveiro lindo de dez reais e muita vontade de voltar e recomendar.

Ah não, essa loja não foi a Piticas.

A Piticas é uma das minhas marcas favoritas desde que a conheci por causa de seus produtos, por conversarem bastante comigo, por ser geek declarada. Só que não sentia muito o mesmo da marca em si.

Acompanhando as mídias sociais, via o foco sempre se voltando quase que exclusivamente aos produtos. Embora eles sejam realmente lindos, uma das verdades que você descobre quando começa a estudar marketing digital mais a fundo é que, tão — ou até mais — importante do que aquilo que você vende é os conteúdos que você cria para seus seguidores e potenciais consumidores e como você se comunica com eles, duas coisas que estavam sendo deixadas muito de lado pela marca até então.

Esses conteúdos são o que agregam valor e falam muito sobre a identidade da própria marca. São eles que vão fazer o novo consumidor conhecer do que a marca se trata e se identificar com ela, para, então, se tornar cliente.

Aliás, pessoalmente, acho que essa parte da identificação é uma das partes mais importantes para o público geek, porque, em meio a tanto estereótipo, a gente gosta de saber que nossa paixão é compreendida e levada a sério. Foi por isso que aquela loja que mencionei no começo me marcou e me convenceu muito a voltar.

E para isso acontecer, tudo é importante. Agora que eles passaram a explorar suas redes para investir mais em conteúdo e apresentar claramente seu próprio discurso, a marca dá um passo para oferecer ao consumidor de hoje o que ele quer:  não simplesmente seus produtos, mas toda a experiência que ela possa lhe proporcionar.

Com essa nova proposta, a Piticas começou a dar maior credibilidade ao seu próprio discurso, mostrando de verdade que a marca em si também é geek e não apenas faz produtos bonitos.

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EntretenimentoMarketing

Juliette Freire, o case de sucesso do BBB21

“Quem é que faz as redes sociais da Juliette, hein? Quero pra mim também”. Frase publicada recentemente pela Anitta.

A paraibana Juliette Freire, de 31 anos, que entrou no programa com pouco mais de 3 mil seguidores, atualmente tem 17,8 milhões de seguidores no Instagram (e até você terminar de ler esta matéria, pode ser que ela tenha chegado aos 18 milhões).

Ela bateu a primeira marca histórica no reality ao conquistar o título de um dos perfis no Instagram com maior engajamento do Brasil e do mundo, segundo um levantamento da Hype Auditor. Depois de poucos dias, após voltar do paredão, Juliette bateu outro recorde quando uma de suas fotos ganhou 1 milhão de likes em menos de 6 minutos, considerado o menor tempo a chegar nesta marca em toda a história da plataforma. Além disso, sua equipe já afirmou que foi procurada por mais de 100 marcas interessadas em fechar contratos publicitários. Você pode até não gostar de BBB, mas é importante reconhecer a força que ele tem.

Mas a pergunta que não quer calar: como e quem fez isso acontecer, enquanto a sister está confinada? É claro que ela tem seu mérito por conquistar tantos brasileiros com seu jeito espontâneo e coerente, mas por trás de seu sucesso nas redes sociais também existe um time de 20 pessoas trabalhando muito.

Eles distribuem o conteúdo da melhor forma e linguagem para cada rede, sempre tentando alinhar com a Juliette de dentro da casa. Existem pessoas para chefiar o conteúdo de cada rede social com muito cuidado e atenção, fazendo com que Juliette esteja muito bem representada em Instagram, Facebook, Twitter e Tik Tok. Eles aproveitam ao máximo os arquivos disponíveis da sister, como por exemplo os stories já gravados, para explorar todas suas personalidades: a advogada, a maquiadora, a cantora, a que faz piada, e que fala de assuntos sérios também e por aí vai… 

A audiência procura por Juliette, mas se o conteúdo não for relevante, atrativo e gerar identificação, não atrai tamanha atenção e engajamento do público.

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Vai e vem

Guto Amorim assume a gerência de contas da IWM Agency

Apostando em profissionais relevantes e experientes do mercado publicitário, e de olho no contínuo aumento do potencial de negócio nas redes sociais, a IWM Agency, agência especializada em marketing de influência, anuncia Guto Amorim como seu novo gerente de contas.

Amorim conta com 17 anos de mercado e passagem pelo Grupo Jovem Pan, DM9, África, entre outras corporações. “Sempre quis trabalhar com influenciadores, e desde minha época de mídia eu já observava o potencial das redes sociais, assim como algumas pessoas ganhavam relevância na internet. Hoje, chego neste desafio para ajudar a IWM Agency a se consolidar ainda mais como um dos principais players deste mercado e confesso que estou com frio na barriga, mas com a certeza que será uma caminhada de muito sucesso”, ressalta o profissional.

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Digital

Blog do Crespo passa a integrar portfólio de blogs do Grupo A Tribuna


É com imensa alegria que o Blog do Crespo informa que a partir desta data, passa a fazer parte do portfólio de blogs do Grupo A Tribuna.

O anúncio oficial foi feito na tarde desta Terça-Feira pelo Portal do Grupo A Tribuna, o A Tribuna online.

Desta forma, o Blog do Crespo se junta aos outros vinte e seis blogueiros regulares do Grupo que tratam diariamente dos mais variados assuntos como: moda, direito, futebol, gastronomia e bem estar.

Do ponto de vista editorial e de acesso, nada muda aos já leitores do nosso espaço.

O Blog continua no mesmo lugar, com o mesmo link e principalmente com sua independência editorial.

Mantém ainda todas as suas plataformas de redes sociais, que aliás, devem crescer ainda mais.

Já aos novos leitores que agora conhecerão o Blog do Crespo por meio da A Tribuna, encontrarão um espaço destinado ao quente e dinâmico noticiário do mercado publicitário em geral.

Além de campanhas publicitárias, vai e vem de contas e de profissionais, o Blog do Crespo continuará a abordar as mais diversas tendências de consumo de mídia e também tratará de forma despojada e bem humorada do comportamento das marcas no Brasil e no mundo.

É uma parceria que tende a trazer frutos valiosos para ambas as partes.

E claro, um orgulho enorme para um paulistano de nascimento, mas que adotou a Baixada Santista como cenário de crescimento, formação e começo do desenvolvimento profissional e que agora, anos mais tarde, procura retribuir tudo isso à essa querida região e aos seus jovens profissionais e estudantes.

 

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