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Consultoria ou Agência?

CREATIVOS BR – Opinião – Consultoria ou Agência de comunicação

Dentre as voltas que o mercado (que a vida) dá, vez ou outra me pego pensando: o que será mais eficiente: consultoria ou gestão de comunicação? O que poderá dar melhores retornos para a empresa: concentrar todos os esforços de comunicação ou terceirizar? Posso lhe afirmar que os consultores e agências de consultoria terão ótimos argumentos para convencer de que a consultoria é a melhor opção para a empresa. Por outro lado, gestores e agências de comunicação (e/ou de propaganda) tem toda uma base para contra argumentar e lhe provar que é a gestão que o contratante precisa. coque iphone 6 Ambas as opções serão eficiente para o cliente, basta entender qual é o momento. coque iphone x Mas o que o cliente precisa de fato? São diversos vieses a serem ponderados para essa decisão. É evidente o espaço que as consultorias têm ganhado no mercado, incluindo o de comunicação. O fato é que o que vai gerar resultado na empresa pode não ser uma nova comunicação e sim uma reestruturação do negócio, uma evolução do mindset corporativo, ou repensar os processos. coque iphone Antes de convidar os amigos, organize a casa para recebê-los. O mercado muda muito e as empresas precisam acompanhar essa evolução, e isso incluí as agências de comunicação. Por outro lado, a agência de comunicação tem a responsabilidade e a expertise de estabelecer diálogo com os públicos de interesse da empresa, que podem ser (e são) extensos e variados. coque iphone soldes De acordo com o porte e necessidade de comunicação pode ser inviável interiorizar a comunicação e ser importante ter uma agência. Precisamos entender e acompanhar as voltas que o mercado sempre dá. Vejo empresas que decidiram contratar equipe interna para gerir sua própria comunicação e com isso chamar a responsabilidade pra si sobre a ótica de reduzir custo, ter agilidade e mais relevância. E também vejo empresas que, pelos mesmos motivos, decidem contratar uma agência de comunicação. vente de coque iphone Diferentes empresas, em diferentes momentos do negócios, carecem de diferentes soluções. Mas quem disse que não dá para aliar a consultoria e a gestão de comunicação? Principalmente na busca pela relevância, a integração dessas duas frentes podem somar em um resultado sinérgico incrível. Contudo, o que vou dizer serve tanto para o contratado quanto para o contratante, o que fará a diferença é a empatia no negócio. coque iphone x É você, enquanto agência ou consultoria, entender e se preocupar de fato o que será fundamental na empresa, entender e respeitar qual é o momento dela.

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Não seja publicitário

Creativosbr – blogdocrespo – não-seja-publicitario-texto-opnião

Estava em uma daquelas reuniões de família onde todos os primos mais novos sentam-se no chão e eu agradeço por ser a mais velha e ocupar o último lugar à mesa. coque iphone Se não fosse por aquele tio que insiste em conversar sobre os mais diversificados assuntos até chegar à famosa pergunta: “mas o que você faz mesmo na faculdade?” e eu prontamente responder: “Publicidade e Propaganda”. soldes coque iphone pas cher Aí ele me olha enquanto passa um único e simples pensamento em sua mente: “mas isso todo mundo já nasce sabendo”. coque iphone Pois é. coque iphone pas cher Essa é uma das maiores ou talvez mais certas conclusões acerca da publicidade. coque iphone 8 Todo mundo já nasce sabendo. coque iphone 8 Mas ainda tenho uma definição melhor: todo mundo nasce criativo, isso é verdade, e talvez até um pouco de publicitário, afinal quando você precisa conquistar uma gata na balada você apela para o marketing pessoal para gerar um buzzmarketing, não é verdade? Mas nem todos são publicitários em sua essência. A questão é que ser publicitário é muito mais que andar descolado por toda agência, e ostentar uma biblioteca com diversos livros “cult.”; é muito mais que ter aquela fantasiada rotina flexível enquanto se dedica 12 horas consecutivas a um projeto, e o cliente manda um famoso “textão” com várias alterações. soldes coque iphone É, de fato, muito mais que ser o “diferentão” da família. Seus dias são regados a café a ponto de ser seu melhor combustível, ou talvez parte de você, pois só assim você aguentará o dia agitado entre os almoços com veículos e reuniões que poderiam ter sido um simples e-mail. A verdade é que a publicidade não envolve somente ser criativo e descolado, envolve muito do seu conhecimento e sua visão sobre o mundo; exige que você se dedique a ela e entenda todos os seus detalhes e as curvas de seu corpo. É preciso arquitetar cada peça e montar uma boa estratégia, além da soberania em dominar Exatas e Humanas, e acordar diariamente disposto a resolver problemas que ainda não existem com inovações geniais, por que o que era novo ontem, hoje já não é mais.

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O mercado brasileiro está preparado para o data marketing?

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Não é nenhuma novidade que atualmente as empresas vêm utilizando dados para transformar em informação a fim de desenvolver seus produtos e serviços, alavancar vendas e aumentar suas receitas. coque iphone 2019 Apesar desse cenário cada vez mais comum, será que no Brasil as empresas estão realizando essa mudança ou apenas fazendo parte dela? É importante ressaltar que em grandes multinacionais existem departamentos, profissionais qualificados e até empresas e agências qualificados para tirar insights, mas mesmo assim ainda grande parte das empresas não possui esse know-how de como usufruir de todas as informações que têm disponíveis. coque iphone x Com isso, empresas terceirizadas como instituto de pesquisas, consultorias e empresas com vasta base de dados entram no jogo. Na publicidade, marketing e comunicação, por exemplo, existem 4 maneiras de como as empresas se relacionam com dados: Nascente: campanhas de marketing usando majoritariamente dados de terceiros e compra direta de mídia, com baixa ligação a resultados de venda. Emergente: campanhas baseadas em dados próprios e compra de mídia programática com otimização e teste de forma independente por canal de mídia. Conectado: dados integrados e ativados ao longo de múltiplos canais de mídia com clara conexão a ROI e resultado de vendas. coque iphone 6 Multimomento: execução dinâmica, otimizada e personalizada baseada no resultado individual de cada cliente em todos os canais de mídia. Essas classificações foram feitas por um estudo do Google com a Boston Consulting Group (BCG) que avaliou as 60 principais companhias brasileiras. O estudo indicou que mais de 55% das empresas estão no estágio emergente e quase 2% no Multimomento. soldes coque iphone Pode-se dizer que as empresas que atuam no Brasil, de maneira geral, não estão explorando totalmente o potencial que possuem. Com tanta informação disponível, tratar esses dados, criar audiências e extrair informações relevantes para alavancar vendas é o maior dos desafios que, aparentemente, as empresas ainda não estão nem de longe alinhadas em executar com perfeição, até porque esse tipo de evolução necessita de aprendizado. coque iphone 8 Vale ressaltar que, se tecnologicamente as empresas estão aperfeiçoando a maneira de tratar e ler os dados, quem dirá de como executá-los nos demais canais que ainda não estão adaptados a todo esse dinamismo repleto de transformações. É clara a existência de um desalinhamento interno que muitas vezes provoca competição entre os próprios canais de e-commerce, o que torna a situação mais desorganizada. A comunicação integrada deve ser impecável neste cenário. coque iphone 6 Por fim, acredita-se que é com o tempo, com o erro e o aprendizado que as empresas irão se aperfeiçoar no processo como um todo.

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Transtorno espectro empreendedor

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O caráter empreendedor refere-se a uma série de condições caracterizadas por desafios com habilidades individuais, comportamentos, comunicação verbal e corporal, forças internas e diferenças únicas. Sabemos que não existe um único jeito empreendedor, mas vários, motivados ou estimulados por diferentes combinações de influências ambientais, pessoais e de networks.  Trouxe o termo “espectro” exatamente para refletir essa ampla variação das características citadas acima presente em cada pessoa que vive o transtorno de empreender.

Afirmo que todo mundo passa por isso, os sinais mais evidentes de transtorno empreendedor tendem a aparecer logo na infância em uma fase mais conhecida pelos “porquês”. Recomenda-se que os pais, aos perceberem o mínimo sinal, busquem incentivar esse comportamento de curiosidade. Os resultados podem ser incríveis.

Empreender é uma busca, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Empreender é para todos, mas não é para qualquer um. Não é uma atividade, é um modo de ser, um ponto de visita. É para quem sente dor, uma dor não-física que incomoda. Incomoda tanto que não dá pra ignorá-la, é preciso fazer algo. Empreender é o modo de ser dos inconformados, é o desejo verdadeiro de mudar uma situação, e requer muita paciência e perseverança (pra não dizer insistência).

Perseguir e instigar a mudança são coisas que empreendedores fazem instintivamente como a respiração. Requer certa sensibilidade e senso crítico, pois é preciso sentir e observar antes de agir. O sentimento empreendedor existe dentro de todos e a maneira como é despertado em cada um depende dos estímulos e das percepções individuais.

Por essência, comunicadores são (ou deveriam ser) empreendedores de ideias. A inquietação, a inovação e inconformidade diante das situações tanto globais quanto dos respectivos desafios é o que motiva a inacabável luta para emplacar grandes ideias, a convencer lideres a comprarem as mudanças propostas. Comunicadores precisam ser inconformados com situações ao ponto de empreender vozes capazes de transformá-las.

Empreender é sentir as dores, não aceitá-las. É a busca incessante para transformar as dores em respostas, transtornos em benefícios. Entender a sua missão, a sua razão social e o seu propósito é o caminho para ativar o seu “eu empreendedor”.

Empreender é um olhar, uma perspectiva, ou melhor, é uma visão. Essa é a minha visão, qual a sua?

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Ser o melhor onde está ou ser bom onde estão os melhores?

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por Alan Cardozo

Uma das grandes“bolas divididas” dos novos publicitários que não nasceram nos grandes mercados do Brasil é saber escolher qual o melhor caminho, encarar o seu mercado local, trazendo inovações, buscando mudar o fluxo já existente e ser o melhor onde se está. Ou será correr atrás dos grandes centros, grandes agências e contas e, claro, grandes profissionais para ser bom entre os melhores?

È claro que como tudo na vida não se tem a receita pronta, mas em algumas conversas informais com colegas de faculdade, futuros publicitários e alguns jovens já consolidados no mercado, é possível perceber que os atrativos relacionados aos grandes centros vão além de um salário mais alto e de trabalhar com as melhores contas do país.

Estes fatores são importantes e dão o primeiro brilho aos olhos daqueles que buscam uma carreira mais sólida, porém algumas outras motivações são apresentadas como primordiais nessa “fuga de casa”. São elas: a facilidade em inovar mais em suas atividades profissionais, a maior chance de obter um reconhecimento a nível nacional, participar de grandes projetos, melhor estrutura de trabalho e uma liberdade para sair da mesmice dos pequenos e conservadores mercados locais.

A partir daí tudo certo, os benefícios que os grandes podem oferecer são bem destacados e saltam os olhos de muitos, mas por que não nadar contra a correnteza?

Buscar mudar o fluxo já existente no mercado local, fazer ser grande, sair das estratégias de cartas marcadas, fazer e ser o melhor onde está. Os benefícios destas escolhas também podem ser destacados, como estar perto da família, dos amigos, conhecer bem o público-alvo, ter ciência das nuances do mercado, reconhecer as fraquezas e atacá-las de modo a superar e tornar mais eficientes as estratégias já utilizadas.

Uma vez tive a audácia, dentro de um dos cursos de especialização que fiz em São Paulo, de dizer que não tinha motivos para sair do Espírito Santo e ir trabalhar em São Paulo, e que não via no pesar da balança benefícios melhores do que estar no convívio dos meus familiares e amigos, e que meu maior objetivo era ser o melhor no meu mercado. Porém, menos de seis meses após essa fala, meus olhos já brilham com o ar de grandeza dos maiores mercados, das melhores contas. O ar de “ser grande” já quero para a minha carreira, mas amanhã pode tudo mudar, pois a balança pende cada dia para um lado.

Enfim, a escolha a ser feita ainda está em fase de amadurecimento e pode ocorrer a qualquer momento da carreira de cada um. E você? Como foi o início e como está sendo a sua carreira no mercado publicitário? Fez algo grande no seu mercado local? Já é um dos melhores nos grandes mercados? Onde essa balança deve pesar mais? Conta pra gente nos comentários

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Apple: o Rubinho Barrichello dos smartphones

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Neste ano de 2017, houve muitas reviravoltas no mercado de smartphones. A Apple, com seus queridos e cobiçados smartphones, completou a décima geração, iniciada por Steve Jobs. Apesar disso, quem começou com um pé na frente no mercado Ocidental este ano foi sua principal concorrente, que lançou antes do iPhone X – edição comemorativa da décima geração – o Samsung Galaxy S8 e S8 Plus.

Em março, a empresa internacional sul-coreana apresentou ao mundo seu novo aparelho com o conceito da tela infinita que chegou para ficar. O aparelho sensação do momento ganhou visibilidade a ponto de manifestarem que a Apple, ao lançar o iPhone X neste mês de setembro, copiou o novo modelo da Samsung, assim como todo ano fazem.

Apesar disso, a Apple procurou não ficar para trás e trabalhou para trazer novidades aos consumidores como a inovação de realidade virtual, modo retrato na câmera frontal e configurações de iluminação de estúdio. Por um lado, a Apple inovou em alguns aspectos ao seu novo lançamento. Por outro, ela deixou a desejar, limitou-se a manter duas cores dos aparelhos e também deixou de inovar no design, algo que a destacou nos primórdios da era dos smartphones.

Esses atrasos fazem com que o valor da Apple não se torne tão bons por não atrair tanto os consumidores que ainda não são fiéis à marca. Permitindo que outras empresas tomem o espaço que poderia pertencer à maçã. Consequentemente, a empresa fica restrita aos mais fiéis. Isso é só um dos atrasos da Apple, lembrando que isso já se repetiu quando a Apple lançou a tampa traseira de vidro, a opção multi janelas e a resistência À água e poeira.

Novamente tenho a sensação de que a Apple é o Rubinho Barrichello dos smartphones. Enquanto a Apple está lançando a tela infinita, que em teoria é uma inovação, muitos outros fabricantes já lançaram em questão de meses ou em questão de ano.

Me pergunto quando a Apple irá lançar a tela curva que desde 2015 já se encontra na sua principal concorrente!?

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TRATE BEM OS STAKEHOLDERS

BLOG-DO-CRESPO-CREATIVOS-BR-OPINIÃO-TRATAMENTO-HUMANIZADO

Há duas semanas eu fiz uma encomenda via contato WhatsApp e durante todo o processo de compra até a entrega fui atendido de uma maneira muito atenciosa e cortês pela fundadora dessa linha de produtos. Tive diversos problemas que atrasaram, e muito, a entrega da minha compra fazendo com que recebesse o produto somente após duas semanas.

Por mais que se trate de um pequeno negócio, a empreendedora agiu como muitas empresas médias e de grande porte deveriam, mas não agem. Depois de tantas adversidades, fui contemplado com a minha compra e como brinde, recebi alguns outros produtos de sua linha.

Ainda recordo do que foi dito pela empreendedora, “Se fosse outro cliente já estaria gritando comigo” e, realmente, quantos estariam gritando aos prantos e cuspindo críticas por suas frustrações? Em vez disso, pensei que tratá-la de uma maneira humanizada com toda educação e paciência seria um estímulo maior para que os meus problemas fossem resolvidos por ela. Dito e feito!

Durante todo o tempo a dona da marca procurou resolver o meu problema e acredito que a minha tolerância e compreensão serviram de estímulo para que meus problemas fossem resolvidos ainda mais rápido e de quebra, com um ótimo exemplo de como gerenciar crise no final da história. Então, não trate bem somente o seu cliente, mas também o seu fornecedor, seu funcionário, etc. Este tipo de comportamento só vai te agregar.

Somos seres humanos e frustrações e situações de fúria são totalmente normais, por isso que aqueles que mantêm a calma e serenidade se sobressaem perante aos demais.

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Não foque em resultados

Não foque em resultados – Opinião – Creativos Br – Blog do Crespo

É isso mesmo, não foque em resultados. Tê-los como objetivo principal pode ser cruel com você mesmo que está por trás dessa missão. Se a “perfeição” é a meta, não atingi-la será frustrante. Além de que, a busca frenética por resultados poderá ser desumana, considerando o nível da entrega pessoal necessária para tal realização, extrapolando horários que qualquer profissional trabalharia com satisfação.

Defendi por muito tempo (e trabalhei nesse molde) o foco em resultados, sem considerar a “hipótese” de que somos humanos e, como todo bom humano, passíveis ao erro. Não é necessário ser bom o bastante ao ponto de não se permitir errar. Erros acontecem, nas melhores e piores famílias, com os melhores e piores profissionais, e se o foco é o resultado isso será uma fatalidade, sendo que a pior acusação é a sua própria de achar que não é bom o suficiente por ter pecado logo naquele errinho “simples”, logo você que se dedicou tanto.

Talvez isso seja uma transição.  Complemento a frase do título: não foque em resultados, foque ativamente em crescimento. Os erros e acertos são fatos que acontecem e acontecerão com todos, a diferença é como nos posicionaremos diante deles. Encare o erro como uma crise e lembre-se que na crise estão as melhores oportunidades. No erro está a melhor oportunidade de crescimento. Não ignore o erro, aprenda com ele, cresça com ele.

Sequências de erros, explicações e discussões com a minha fonte de inspiração vem me fazendo perceber que as justificativas podem servir para terceirizar a culpa com as circunstâncias, afinal somos muito bons para errar daquela maneira, certo? Errado, somos bons o suficiente para reconhecer as falhas e convertê-las em sucesso. Talvez esse seja o verdadeiro sentido de humildade.

Foque em crescimento e terá resultado como consequência. Pra profissão e pra vida.

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