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Vai e vem

Ipsos anuncia contratação de novo Diretor de Public Affairs

Ex-diretor de negócios do IBOPE, Helio Gastaldi possui mais de 30 anos de experiência na área de pesquisas

A Ipsos anunciou, na última semana, uma adição de peso à equipe: Helio Gastaldi foi contratado como o novo Diretor de Public Affairs (Opinião Pública) da empresa. Formado em comunicação pela Faculdade Cásper Líbero, com pós-graduação em Administração e em Comunicação e Marketing Digital, ele possui mais de 30 anos de experiência na área de pesquisas de opinião pública e de mercado.

Gastaldi já atuou como diretor executivo da unidade de Opinião Pública, Política e Comunicação do IBOPE. Lá, era responsável pelo atendimento e planejamento de projetos para o Governo Federal, governos estaduais, prefeituras, agências e meios de comunicação, empresas e instituições em geral.

Escreveu e apresentou inúmeros artigos para congressos internacionais de opinião pública, alguns publicados em livros e revistas, com ênfase na obra “Urna eletrônica: Mudanças no processo eleitoral e no comportamento dos eleitores”. O texto foi eleito o melhor artigo apresentado no IV Congresso Latino-Americano da WAPOR e premiado com o prêmio Edgardo Catterberg, em 2011.

Além de liderar a equipe de Public Affairs no Brasil, Helio assume os desafios de posicionar a Ipsos como referência em estudos sociais e opinião pública e de realizar pesquisas eleitorais no país. A Ipsos é a maior empresa de pesquisas eleitorais no mundo.

 

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Criatividade: dom ou habilidade?

Aposto que quando você diz que é publicitário, ou quando começou estudar publicidade e contou para seus amigos e familiares, você deve ter escutado algo como: “eu acho legal publicidade, mas precisa ser muito criativo e eu não sou tão criativo assim”.

Está mais do que comprovado que nós publicitários somos criativos, mas a verdade é que a criatividade, assim como qualquer outra habilidade, precisa ser desenvolvida, não é um superpoder que quando estamos no meio de uma campanha o ativamos e colocamos ele em ação, por exemplo. A criatividade é uma habilidade que precisa ser cultivada, explorada lapidada e muitas vezes até despertada!

E como é possível fazer isso? Através de repertório! Encontramos diversas inspirações por meio de filmes, viagens, apreciando uma boa música, leitura ou uma comida, enfim por meio de momentos, referências e claro muita pesquisa, porque assim teremos insights inovadores que façam sentido para agradar ao nosso cliente, que paga o pão nosso de cada dia (hihi).

Usar a criatividade é não ter medo de inovar, e fazer isso da melhor maneira e com toda a sua dedicação. Não existe uma receita de bolo pronta ensinando o passo a passo para você ser criativo, mas se você acompanha nosso portal, olha… Fique muito feliz porque já está no caminho certo!

É necessário haver muita dedicação para desenvolvermos da melhor maneira esse processo criativo na entrega das soluções para nossos clientes. Pode até parecer que a criatividade vem como se fosse um passe de mágica, mas isso é o fruto de anos buscando por conhecimento, novos repertórios, trabalho duro, e muita pesquisa para entender sobre o mercado, a demanda, o perfil do target, etc. E quanto mais sutil a sacada criativa parecer, maior será o reconhecimento de todo esforço dedicado ao longo do processo até chegar à entrega final.

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Opinião

Isolamento social e conexão digital: distâncias que promovem reinvenção

Tempo de pandemia está sendo o momento de reinvenção total de comportamentos e do uso e consumo tecnologias. Novos formatos, novos aplicativos, atualizações que foram feitos, principalmente, para a adaptação ao momento atual, como também para suprir essa ausência do contato presencial, que nós como seres sociáveis precisamos.

A pandemia fez colocar uma lente de aumento em tudo. Seja no uso excessivo de se manter conectado, mais também no sentimento da falta de experienciar os momentos de reunião com amigos e família. Inicialmente isso foi resolvido com o próprio uso da tecnologia, no entanto, com o passar do tempo, a necessidade da conexão real mostrou-se mais necessária. 

Foi aí que os estabelecimentos precisaram se reinventar e adotar novas medidas para garantir aos clientes um local mais seguro possível diante das normas impostas pelos órgãos de saúde. Marcas precisaram usar de soluções criativas para manter seu público ativo e online, pois os acessos nas plataformas digitais se fortaleceu ainda mais.

A realização de videochamadas, seja para reuniões de trabalho ou para matar a saudade de familiares e amigos, “lives”, transmissões ao vivo realizadas dentro de redes sociais e plataformas de vídeo foram algumas das estratégias que diversos artistas, celebridades e também as marcas adotaram para produção e distribuição de conteúdo.

Uma pesquisa realizada pela Opinion Box, em maio, trouxe esses dados: 88% dos internautas brasileiros com smartphone já realizaram uma videochamada com o celular. A prática é mais comum entre as pessoas de 16 a 49 anos (90%). 52% dos que já realizaram videochamadas pelo smartphone afirmam que o hábito aumentou durante a quarentena. O aplicativo que o brasileiro mais usou até hoje para videochamadas é o WhatsApp, experimentado por 95%. Ainda sobre a pesquisa, entre quem assiste ou já acompanhou lives no celular, 64% aumentaram a frequência no período da quarentena.

Conexão entre o real e o virtual é o que estamos sentindo na pele como nunca. O mundo pós-pandemia, com o “novo normal” tão debatido, renascerá muito mais digital e as plataformas de entretenimento virtuais que explodiram durante esses meses de isolamento, vitrine digital de vivências e de experiências coletivas, ampliando ainda mais as possibilidades de encontro e conexão.

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Digital

Estudo identifica 5 perfis diferentes diante do cenário pós-pandemia

O estudo, realizado pelo McCann Worldgroup, aponta que 50% das pessoas seguirão as regras impostas conscientemente e 13% seguirão suas próprias regras

À medida que algumas partes do mundo caminham para uma retomada nas atividades, surgem muitas perguntas sobre quais comportamentos pré-pandêmicos retornarão e quais novos permanecerão quando o cenário estiver melhorando. Com base em um universo de mais de 16 mil pessoas, em 18 países de todos os continentes, uma pesquisa[1] da Truth Central – unidade de inteligência global do McCann Worldgroup – identificou 5 perfis de atitudes diante da fase de reabertura das atividades pós-pandemia.

Esses perfis foram definidos com base nas respostas e nos comportamentos das pessoas diante das novas regras que os governos estão estabelecendo para este período de reabertura gradual das atividades. São eles:

• Cautelosos: seguem as regras cuidadosamente – 50%*

• Condicionais: seguem algumas regras, mas não outras – 21%*

• Os não conformistas: ignoram todas as regras – 6%*

• Os criativos: seguem as suas próprias regras – 13%*

• Os sem noção: não sabem quais são as regras – 9%*

*Números globais

CLASS

MEXICO

BRAZIL

COLOMBIA

ARGENTINA

CHILE

THE CAUTIOUS

48%

 

54%

 

51%

 

48%

 

58%

 

THE CONDITIONALS

 

22%

18%

20%

22%

18%

THE (NON) CONFORMIST

 

6%

7%

6%

6%

5%

THE CREATIVES

 

15%

12%

13%

11%

14%

THE CLUELESS

 

9%

9%

10%

6%

6%

Quando comparados à média global, nos mercados latino-americanos os “cautelosos” são maioria no Chile (58%) e no Brasil (54%), e os “condicionais” no México e Argentina, com 22% em ambos os países. O perfil de “não conformista” é maioria no Brasil, mesmo com um índice de apenas 7%. Os perfis de “criativos” lideram no México (15%) e os “sem noção” na Colômbia (10%).

Nesse contexto, também é importante considerar que, globalmente, uma em cada cinco pessoas prefere trabalhar permanentemente em casa. A pesquisa também mostra que 29% dos entrevistados consideram que a sociedade está reabrindo muito rapidamente.

“No caso de um possível cenário próximo ao fim da pandemia, vemos que uma parte significativa da população terá uma atitude cautelosa. Do ponto de vista do marketing, estamos redesenhando nossa visão estratégica para o dia a dia dos consumidores e revisando a oportunidade de uma conexão significativa com as marcas, criando melhores experiências de interação física e digital em novos momentos”, afirma Fernando Fascioli, Presidente do McCann Worldgroup para América Latina e Caribe. O executivo ainda destaca que “neste momento é vital fornecer informações que possam reduzir os graus de incerteza, facilitando também esses processos que são completamente novos para um grande número de pessoas, como o uso  mais frequente de sites de compras e relacionamento online, entre outros. Contar com uma sólida estratégia digital e uma leitura correta dos dados que emergem nestes tempos é crucial para sermos significativos na vida das pessoas. Agora, mais do que nunca, os consumidores estão se adaptando e estão abertos à mudança, e esse é um terreno fértil e desafiador ao mesmo tempo, para o marketing e para as marcas”.

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DigitalMídia

Mario Mattos é o novo CEO da Hello Research

Agência de pesquisa comemora 10 anos apresentando nova liderança

A Hello Research – criadora do modelo de pesquisa digital OnTarget (2012) e da primeira plataforma de pesquisa programática do país (2016) – passa a contar com a liderança executiva de Mario Mattos.

Com 30 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais, empreendedor e professor, Mattos atuou como diretor executivo de Pesquisa Ad Hoc pela alemã GfK, um dos maiores grupos de pesquisa do mundo.

Mario Mattos vem aliar seu amplo conhecimento em consultoria de negócios, e análise de dados, com o expertise tecnológico e geracional da Hello Research para fornecer estudos com maior valor agregado e capacidade de ação aos nossos clientes. “Geramos recomendações estratégicas a nossos clientes a partir do conhecimento dos consumidores e dos mercados, da visão dos negócios e do uso da tecnologia em todo processo de coleta, tratamento e análise de dados”, diz Mattos.

A Hello Research, criada em 2010 como a primeira startup de pesquisa de mercado e consumer insight do Brasil, atua como agência de consultoria e pesquisa de mercado, atendendo cliente como Grupo Pão de Açúcar, Coca Cola Femsa, Natura, Bradesco, Allianz, Honda, EY, Tigre, Magazine Luiza, entre outros.

 

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Mídia

O consumo de conteúdo no Youtube em época de isolamento

No mês passado, em abril, acompanhamos o que diria ser o pico das lives na plataforma do YouTube. Assistir cantores sertanejos, artistas pop e até o estilo brega pedindo licença para entrar na sala de casa dos internautas, e muitas marcas aproveitando essa nova audiência das live shows foi uma maneira diferente para observar a forma de consumo dessa plataforma. O fato é que as pessoas já utilizavam o YouTube como um site de entretenimento e pesquisas, buscando por: lazer, diversão e informação, o que ocorreu foi apenas uma mudança no comportamento e o modo de consumir conteúdo dessa plataforma devido ao cenário em que estamos aprendendo a nos adaptar.

O Google realizou uma pesquisa para analisar as mudanças no comportamento do brasileiro no youtube durante o isolamento e a pequisa seguiu 3 pilares que influenciaram no crescimento da oferta e demanda de conteúdo neste cenário de quarentena.

Achar o equilíbrio entre informações e saúde mental.

Neste momento em que percebemos a importância da informação, também notamos que bombardear nossa mente com um assunto denso como a pandemia, acaba saturando e podendo causar problemas maiores a saúde mental. Dessa forma foi notado que assim como as notícias que cresceram 75% nos meses anteriores, a busca por assuntos relacionados a conscientização e a saúde mental elevou consideravelmente em até seis vezes mais do que o habitual.

A própria plataforma que estava desenvolvendo uma campanha institucional, aproveitou o momento para junto com diversos creators divulgar conteúdos diversos para amenizar e trazer aos usuários alguns momentos de leveza e distração, disponibilizando vídeos que vão desde crochê a meditação para fazer em casa e dicas de autocuidado, estimulando a hashtag #Fique em Casa comigo.

Adaptar ou criar uma rotina para o isolamento.

Com o distanciamento social e o isolamento, a sociedade teve que se adaptar e essa adaptação requer uma curva de aprendizado, no qual o Youtube foi importante como fonte de pesquisa para muitas pessoas que se questionaram e buscaram aprender como adaptar sua casa para o trabalho em home office, como diversificar na cozinha com poucos recursos, como entreter as crianças e até como fazer ginástica em casa ou apartamento.

As idas ao supermercado diminuíram e para isso, tornou-se necessário ser mais estratégico para comprar o essencial e de maior rentabilidade. A busca por “pão caseiro” subiu 66%, assim como receitas com 49% e o termo “cozinha” com 40% em comparação aos meses anteriores.

Se na cozinha os números cresceram, na sala não foi diferente. Os termos “aulas” e “estude comigo” tiveram um aumento de 33% e 52% respectivamente, assim como a busca por mais produtividade no trabalho, o termo “home office” foi o que mais cresce chegando a 173%.

Entender impactos mais amplos na sociedade.

Diante deste cenário, um tema tem tomado dois víeis, de forma macro e micro. A busca e o consumo por conteúdos relacionados a economia tem mantido um crescimento contínuo, porém, dividido entre os interesses com relação à economia global e o acompanhamento de como governos e instituições financeiras tem tomado medidas para minimizar os danos na sociedade de forma geral e o outro interesse relacionado ao próprio bolso buscando maneiras de segurar as finanças pessoais nesse período até que as coisas voltem ao normal.

Esse estudo completo e outros relacionados a tendências de consumo podem ser acessados pelo site disponibilizado pelo Google no site Think With Google que divulga artigos, dados e insights para informar e compartilhar mais conhecimento com seus usuários.

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Opinião

A importância de uma boa ambientação de loja

Uma
boa ambientação de loja pode ser usada para evocar humores mais do que
agradáveis nas pessoas.

Consumidores felizes acabam por gastarem mais
dinheiro, ficam muito mais tempo na loja e ainda saem mais satisfeitos
com sua experiência de compra.

Porém, as Lojas Americanas
parece fazer exatamente o contrário.

As lojas são péssimas, com clara
impressão de abandono.

Corredores estreitos, caixas jogadas pelo chão,
música alta e encontrar um funcionário para tirar uma dúvida é um parto.

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Digital

UOL é o preferido dos paulistanos

Estudo realizado pelo Ibope Conecta em homenagem aos 460 anos da cidade de São Paulo, revela as preferências do paulistano.

Uma lista de sites e aplicativos foi dada aos entrevistados para que apontassem quais daqueles eram os que mais ajudavam a viver na cidade de São Paulo.

Na “categoria” sites de notícias, o UOL foi o preferido dos paulistanos.

Foram ouvidos 800 internautas de todas as classes sociais.

Vejam a lista completa dos sites que mais ajudam a viver em São Paulo:

 

UOL – 50%

Folha de S.Paulo – 48%

G1 – 48%

Catraca Livre – 42%

Estadão – 39%

Prefeitura de São Paulo – 31%

R7 – 30%

Terra – 29%

Veja São Paulo – 29%

Diário de São Paulo – 23%

Guia da Semana – 14%

Oba Oba – 6%

Timeout – 0%

 

Coincidência ou não, eu também prefiro o UOL para me informar todas as manhãs. Acesso ainda o G1.

Porém, me nego a entrar no R7.

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Digital

Blog do Crespo participa da gravação de “A Maravilhosa Cozinha de Jack”

Na última Sexta-Feira foi divulgado o episódio "Degustação de Brejas – Boteco de Jack" do canal culinário "A Maravilhosa Cozinha de Jack."

No programa, cada convidado oferecia uma cerveja e um prato para harmonizar com a bebida.

Um pesquisa está sendo realizada na FanPage da Cozinha de Jack, no Facebook e se estende até a próxima Sexta-Feira.

A ideia do programa é fazer o prato vencedor da pesquisa.

Por enquanto, a cerveja Coruja acompanahda por Caranguejo, oferecidos pelo Blog do Crespo, lideram a pesquisa.

Até agora são mais de 1000 votos para a combinação porposta por nós.

E se continuar assim, o Blog do Crespo retorna para gravar mais um episódio.

 

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