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Opinião

FUNCIONÁRIO 2020

FUNCIONÁRIO 2020

A proatividade – tomar decisões sem que peçam para que realize um trabalho – é um termo muito citado por atualmente ser algo positivo, mas nem sempre foi assim. Apesar deste termo não existir antigamente, ações ligadas a ele eram mal vistas. Quer entender porquê?

 

Antigamente, um funcionário que fizesse mais do que lhe competia era visto como o “puxa saco” do chefe e que queria subir de nível mais rápido. Basicamente uma pessoa esnobe e metida, pois não era comum que as pessoas se interessassem em realmente dar o melhor de si para o crescimento da empresa, se importando apenas consigo. Porém, no cenário atual, a proatividade surge justamente para estimular os empregados, independentemente de seus cargos, a darem o melhor de si para que a companhia se desenvolva e possa enaltecer aqueles que a fizeram tão importante, são os chamados (por mim) funcionários 2020.

 

Um caso muito interessante de proatividade ocorreu com um amigo meu, que acabava de ter nenê, e após sua esposa e filhinho receberem alta, precisava colocar o pequenino no bebê conforto. No estacionamento do hospital, apenas um rapaz sabia instalar a cadeirinha e colocar o bebê confortavelmente nela. Este funcionário era indicado por todos os outros, parecendo até ser um especialista em colocar crianças no assento. Ao conversar com o jovem, ele contou que foi o único do estacionamento que, após perceber a necessidade que os pais de primeira viagem tinham em colocar o bebê na poltroninha, encontrou uma possibilidade de tirar uma renda extra que chegava a ele através das gorjetas, como gratidão que os pais tinham pelo cuidado com o qual ele lidava com a situação.

 

No trabalho empresarial, ocorrem situações de proatividade que nem percebemos realizar. O amor que tenho pela empresa na qual trabalho me faz pensar em soluções para ela dia e noite, o que me faz levar uns “puxões de orelha” de vez em quando por tentar abraçar o mundo e realizar jobs que sequer foram destinados a mim.

 

Em suma, ser proativo vale a pena – senão não teria caído no bordão de entrevistas de emprego como uma qualidade. Os benefícios da proatividade são o reconhecimento profissional que você terá por mostrar estar interessado em cumprir seu papel da melhor forma possível. Por outro lado, se isto for feito sem primeiro mostrar interesse, somente tomando decisões precipitadas e sem consultar seus superiores, pode ser uma furada para você, pois deixa de ser proatividade e passa a ser um ato de desobediência.

 

E você? Se considera um bom proativo ou já deu umas escorregadas como eu em querer abraçar o mundo?

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Vai e vem

WMCCANN FORTALECE LIDERANÇAS DE MÍDIA

WMCCANN FORTALECE LIDERANÇAS DE MÍDIA

Agência reforça o time liderado pelo VP da área, André França, com cinco contratações e duas promoções

A WMcCann anuncia cinco contratações e duas promoções de líderes na
área de mídia. Patrícia Calheiros, diretora de mídia da agência
desde 2018, passa a ser head de mídia do escritório de São Paulo.
Patricia atuou em agências como J. Walter Thompson, DM9DDB e Publicis,
e atendeu anunciantes dos mais diversos setores, como C&A, Unilever,
Johnson & Johnson, Walmart, Whirlpool, Avon e Intel. Além das
agências, também trabalhou no Google Brasil, o que lhe garantiu grande
expertise digital. Também como head, mas do escritório de Brasília,
chega Fernanda Magalhães, que possui mais de 16 anos de experiência,
tendo trabalhado na Deloitte e em agências como Cadreon e Reprise,
HAVAS e Wunderman. Fernanda atendeu grandes clientes como Citroën,
Peugeot, Banco La Caixa, Lacoste, Telecine, Danone, Latam Airlines,
Vivo, Easynvest, Unilever, Naranya, entre outros. Ambas reportam-se
diretamente à André França, vice-presidente de mídia da agência.

“Esse olhar cuidadoso para as lideranças traduz a nossa busca por
profissionais que consigam trabalhar tanto a informação bruta – os
dados – quanto utilizar fontes que não são tradicionalmente de mídia,
como inputs de negócios e dados de segmento, para atuarmos diretamente
na estratégia do cliente”, destaca André.

Para integrar a diretoria do time de mídia, também chegam Romana
Oliveira, que está em sua segunda passagem pela WMcCann e já trabalhou
em agências como NBS, Loducca e Grupo RBS; Alexandre Ferreira, que já
atuou em agências como Publicis, Mullen Lowe, 9ine Sports e Lov,
chegando para assumir o cargo de diretor de mídia responsável pelo
QLAB – hub de inteligência de dados para a Seara; Beto Almeida, que
ingressou na WMcCann em 2017 como gerente de mídia, e foi promovido a
diretor, com passagens por grandes empresas como Y&R e
Colgate-Palmolive; Maurício Cruz, que retornou à WMcCann em 2018, e
também foi promovido a diretor, com passagens pela Leo Burnett, Lov,
Dentsu e AlmapBBDO; E Jodson Ferreira, que soma experiências em
agências como Artplan, DM9DDB, Y&R e Santa Clara.

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Publicidade

Publicis lança segunda edição do programa “Entre”

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Curso encabeçado pelo CCO Domênico Massareto promove a capacitação e o desenvolvimento de jovens criativas e conta com apoio da ONU Mulheres e da Adobe

· Alunas que participaram do projeto-piloto e que hoje estagiam na Publicis assinam a criação da nova campanha do curso

A Publicis, por meio de sua plataforma de diversidade e inclusão Publicis Plural, lança no dia 11 de março a segunda edição do Entre, programa de capacitação e desenvolvimento de universitárias que sonham em ser criativas. Elaborado com o objetivo de avançar na promoção da equidade de gênero na área de criação, o curso encabeçado pelo CCO da agência, Domênico Massareto, conta com o apoio institucional da ONU Mulheres e com o apoio técnico da Adobe.   “Um ano atrás, lançamos um piloto do Entre e hoje temos cinco das alunas que participaram do programa trabalhando no nosso time. Estamos em um processo de aprimorar o curso para que ele seja cada vez mais uma porta de entrada para mulheres que não se viam num departamento de criação de uma grande agência vencerem essa barreira”, comenta Domênico.   Atualmente, mais de 50% do público interno da Publicis é feminino e 59% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres. acheter coque iphone en ligne Na criação, porém, esse número é de 26%. “Sabemos que ainda estamos engatinhando em direção à equidade de gênero na área de criação, mas acreditamos que o Entre é uma forte ferramenta para fortalecer a autoconfiança de universitárias que sonham em seguir essa carreira e para ampliar a conscientização do nosso público interno e do mercado em relação ao tema”, diz Eduardo Lorenzi, CEO da Publicis.   O Entre 2 selecionará 30 pessoas que se identifiquem como mulheres e que estejam cursando universidade de Comunicação ou áreas correlatas na Grande São Paulo para que participem de um curso gratuito de 3 meses na Publicis. coque iphone 2019 As candidatas podem se inscrever entre os dias 11 e 22 de março pelo site www.publicis.com.br/entre. coque iphone 8 Os nomes das alunas selecionadas serão revelados no dia 3 de abril. coque iphone   A seleção será feita pela própria Publicis com orientação da gerente dos princípios de empoderamento feminino (WEP) da ONU Mulheres, Adriana Carvalho, e terá um olhar também para a diversidade e para universidades além das que tradicionalmente compõem os quadros de grandes agências. coque iphone soldes As aulas começam no dia 13 de abril e vão até dia 17 de agosto (em sábados alternados). coque iphone 7   CAMPANHA – A campanha que divulga o Entre 2 foi criada por cinco alunas que fizeram parte da primeira edição do curso e que hoje trabalham na Publicis – quatro delas como estagiárias e uma já efetivada. As cinco também protagonizam a campanha. coque iphone   As peças trazem elas entrando pela porta que está no logo do Entre e remetem a palavras que representam o espírito das mulheres que querem seguir uma carreira em uma área ainda identificada como um ambiente prioritariamente masculino: determinação, persistência, dedicação, coragem e realização.

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Opinião

As mulheres da minha vida… profissional

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Que as mulheres fazem a diferença na vida de um homem… isso é fato. Não é preciso dizer mais.

Mas hoje, nesse post que marca o meu retorno às páginas do creativosbr, quero destacar a importância que algumas mulheres tiveram em minha vida profissional.

E acreditem: foram muitas mulheres que passaram e que ainda passam pela minha vida profissional. Com elas, aprendi e aprendo e por isso, só tenho a agradecer.

Se me permitem, quero aqui relembrar o que aprendi com cada uma dessas mulheres importantes na minha formação profissional.

Começarei pela querida Helena Lourenço, ainda lá em 1998, quando eu tinha apenas 16 anos de idade. Dela, aprendi CONFIANÇA, já deixava comigo, muitas vezes sozinho, grupos imensos de turistas estrangeiros. Quantas vezes, a Helena me passou a missão de ir ao Aeroporto de Guarulhos junto com um motorista de ônibus fretado que eu nunca tinha visto, buscar gringos que eu também nunca tinha visto? E aquela vez que tive que levar um gringo que passou mal, ao hospital? Fomos de ambulância, ele gritava e o médico olhava pra mim, perguntando: “O que ele está dizendo?”. Meu Deus…. Na frente do médico já no pronto socorro, tive medo de errar a tradução de um sintoma e aquele paraguaio empalhar ali na minha frente. Já pensou? Obrigado pela confiança por todo o tempo que trabalhamos juntos, Helena.

Anos mais tarde, em 2001, tive como chefe, a Kelly, na Totalchem. Meu primeiro emprego mesmo, sentado em mesa de escritório, com roupinha meio que social, relógio de ponto e tal. Com a Kelly aprendi a ter RESPONSABILIDADE. Responsável pelo Departamento de Marketing da empresa, tínhamos prazos curtos a respeitar. Kelly me cobrava status diário, reports frequentes aos outros departamentos e gerava novos jobs e compromissos a partir da conclusão dos meus. Com ela, aprendi que só deveria levantar pra tomar café ou para bater papo, quando tinha certeza que terminaria o trabalho a tempo de ir embora.

Com a passagem no concurso público, assumi a função de agente administrativo na Prefeitura de Praia Grande. Lá, fui trabalhar numa escola. Era uma creche, na verdade, no bairro da Vila Sônia, em Praia Grande. Naquela época, bairro considerado perigoso. Chamava Centro Recreativo Sônia Regina. Minha chefe lá era a Dulcinéia, a diretora. Mulher de fala firme, cara fechada e que me ensinou rapidamente o que era  PONTUALIDADE. Com a Dulcineia não tinha conversa. “Tu não pode exigir obediência de um aluno se tu não obedece as regras de um colégio”. Estava eu lá, todos os dias 07 da matina, juntamente com o Seu Félix, abrindo a porta da creche para os alunos. Os professores sofriam com a direção rígida da Dulcinéia.

Mudei de função dentro da Prefeitura e veio então a Magali Oliveira. Talvez a chefe com quem mais aprendi. Foram muitos anos, muitas brigas, muitos pedidos de desculpas para ambos lados, mas também muito respeito. Que baixinha arretada aquela na Prefeitura. Podia ser vereador, secretário municipal ou delegado. Todo mundo que precisava falar com ela, respirava fundo, rezava e ia. Com ela, não tinha quebra galho e nem politicagem. Quer ser atendido? Fila! Quer seu processo analisado? Fila. Quer seja lá o que for? Fila. Magali me ensinou dentro do ambiente profissional, a IGUALDADE e HONESTIDADE.

Cheguei na Ogilvy & Mather. Primeira agência grande que tive a oportunidade de trabalhar.  Quando lá cheguei, cai no time de Inteligência de Mídia. Além de trabalhar para o público interno da agência, minhas chefes Márcia Mendonça e Fernanda Lima me cobravam sempre a PROATIVIDADE na nossa função. Tínhamos o melhor e mais bem estruturado ferramental de mídia do mercado, sabíamos muitas vezes o valor que aquilo poderia agregar aos planos de mídia dos clientes da agência. Então… por que não propor algo a mais? Com o volume de trabalho que tínhamos, parecia bastante loucura entregar essa tal da proatividade, mas com o tempo, passei a entender o quão importante isso era. Por conta delas, hoje mexo em algumas das mais importantes do mercado publicitário. Sou grato. Elas sabem. Envio e-mail sempre agradecendo.

Tem uma passagem na minha vida que nunca esqueço. Mais do que isso: conto pra todo mundo quando tenho a oportunidade. Era uma tarde e eu estava na Y&R trabalhando em um dia qualquer. Toca meu celular e uma pessoa do outro lado da linha se identifica como Teca. Diz ser uma diretora de grupo de mídia da JWT e queria saber se eu tinha interesse em conversar com ela, para uma vaga que ela tinha em aberto em seu time. Disse que naquele mesmo dia, mais gente da agência dela me ligaria para também convidar para uma entrevista. Curioso que sou, questionei qual a conta que ela cuidava e foi justamente a resposta dela que me “ganhou”. No telefone, a Teca respondeu: “Se eu falar as contas que eu atendo, talvez tu não queria vir trabalhar comigo, porque talvez não sejam as contas mais legais aqui da agência. Mas eu sou legal e prometo que tu vai gostar se vir trabalhar no meu time”. Pronto. Nada mais me fazia poder ter outra escolha que não fosse essa. Ter a Teca como chefe nos anos seguintes foi um aprendizado enorme pra mim. Ela me ensinou que num time, devemos exercitar o ESPÍRITO DE EQUIPE sempre e em qualquer situação. Me ensinou que assim somos mais fortes. Que saudade que eu tenho da Teca. Me lembro do dia que ela anunciou sua saída da agência. Muitos da equipe que ela comandava ficaram estarrecidos. Teve gente que chegou a dizer que não fazia mais sentido trabalhar ali sem ela por perto. Hoje, Tequinha querida, brilha montão lá na Unilever.

Trabalhar na W/McCann era um sonho pra mim. Creio que para muitos também. Cruzar o corredor ou participar de discussões com um dos maiores nomes da publicidade mundial rotineiramente é espetacular e talvez só quem tenha tido essa oportunidade é que saiba disso. Foi nessa agência que conheci a Yara Apparício. Ela me convidou, me entrevistou e bancou a minha troca de agência da JWT pra lá. Me levou promovido. Me deu novos desafios. Passar de supervisor pra gerente foi o degrau mais difícil da minha vida profissional. Ela me ajudou. Ela me fez aprender o significado de RESILIÊNCIA, característica mais do que necessária para quem trabalha nessa área. Quem me conhece sabe que sou explosivo, mas Yara me ensinou que contar até 10 algumas vezes pode valer a pena. Quando ela não esteve por perto, estourei. Fiquei aliviado, confesso!

Por último, mas não menos importante, quero aqui trazer a minha mais recente chefe, a Leslye Revely, Coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da Fecap. Foi ela quem me contratou para lecionar na Instituição ainda em 2014. A Leslye tinha um estilo de liderança diferente de tudo o que eu já havia encontrado em um ambiente profissional. É bem verdade que estava acostumado com chefia de agência e talvez eu achasse que na faculdade seria igual. Mas trabalhar com a Leslye era assim: ciente de que seus comandados sabiam das regras, de seus direitos e de suas obrigações, ela deixava a coisa acontecer. Com ela, aprendi a LIBERDADE. Quando eu digo liberdade é no sentido de deixar trabalhar. Quem trabalha livre trabalha melhor. Quem tem liberdade de planejamento e execução, entrega melhor. Isso é fato. Obrigado, Leslye. Tentarei ser assim. Não sei se consigo. Confesso!

Em resumo, essas são as mulheres profissionais da minha vida e com quem muito aprendi.

Para esse texto aqui, preferi focar nas minhas chefes, o que não quer dizer que tenham tido outras mulheres igualmente importantes nesses meus anos dentro da Publicidade.

A todas elas, meu muito obrigado.

Filipe Crespo

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Mídia

21 de Junho | Dia do Profissional de Mídia

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Ser mídia não é tão fácil quanto parece.

Os amigos nos veem
como os mais “bem relacionados” da turma, pois estamos sempre presentes nas melhores
festas, nos camarotes open bar, somos amigos de um ou outro famoso e temos de
forma geral, os melhores contatos.

Nossos parentes também nos admiram e se
tornam muitas vezes, beneficiários dos presentes ganhos por nós durante a
semana. São ingressos para shows, teatros, eventos esportivos, chocolates
chiques, passeios de helicópteros, etc.

Quando precisam de dicas de bons restaurantes,
ligam para o mídia. Ele conhece todos. Pelo menos faz check-in no Facebook toda
semana, nos mais renomados espaços gastronômicos da cidade. Não paga, foi
convidado a ali estar.

Mas poucos sabem que a vida não é tão fácil quanto pode
parecer.

As dezenas ou até centenas de noites trabalhadas no ano, os finais de
semana na agência, a responsabilidade de se cuidar de um dinheiro que não é teu
e mais do que isso, de ser julgado posteriormente pelo cliente, pelas escolhas
que tu fez para a campanha dele…

Com a tecnologia cada vez mais apurada e
presente, torna-se cada dia mais fácil medir a eficácia dos esforços de mídia
recomendados por esse profissional.

Convidar um mídia para qualquer evento às
19 horas de qualquer dia durante a semana é quase um insulto. Ele não poderá
ir.

O dia a dia do mídia é bastante árduo e de muita responsabilidade.

E isso
tudo só faz a gente gostar ainda mais do que a gente faz.

Talvez tenha um certa
dose de masoquismo nisso, mas é viciante e não trocaríamos ser um profissional
de mídia por nada nesse mundo.

Nem por um par de ingressos camarote pro show
dos Stones ou por uma “double” caixa de Páscoa da Globo.

Feliz Dia do Mídia a
todos!

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Vai e vem

Publicis anuncia novo diretor de criação

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Com 20
anos de mercado e forte foco em inovação, Sandro Rosa é o novo diretor de
criação da Publicis.

O profissional, que atuava como diretor de criação digital
da AlmapBBDO, passa a integrar a equipe comandada por Kevin Zung e a trabalhar
com marcas como P&G e Heineken. 

Diretor
de arte por formação, Sandro Rosa tem passagens também pela
AgênciaClick Isobar, F/Nazca S&S, Africa e Dm9DDB. Seu portfólio
traz trabalhos para clientes como Volkswagen, Visa, Havaianas, Audi, Gillette,
Brahma, Skol, Bohemia, Antarctica e Itaú. 

Premiado
nos principais festivais de criação do mundo – entre eles, Cannes Lions, One
Show, D&AD, Webby Awards, Clio, New York Festivals e London International
Advertising Awards –, Sandro foi co-fundador do chat de tradução simultânea
iBabel.me e já teve ilustração publicada no livro “Things I Have Learned in My
Life So Far” do designer austríaco Stefan Sagmeister, sócio da empresa
nova-iorquina Sagmeister & Walsh.

O Blog do Crespo deseja sucesso ao profissional.

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