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Vídeo Mapping: Aposta para o futuro

Imagine que você está olhando para um prédio e de repente as paredes mudam de cor e mostram objetos, pessoas, nomes etc. Isso é o vídeo mapping.

E, antes de explicar e mostrar o porquê dessa ferramenta ser uma aposta para o futuro, precisamos entender o que é essa técnica.

Chamada também de projeção mapeada, o mapping é um recurso que projeta conteúdos audiovisuais em diferentes superfícies, ou seja, tudo que será projetado terá o formato que o prédio e suas paredes possuem, por exemplo.

Ele pode ser usado para diferentes eventos e, também, por instituições de forma que venha a impactar o seu público de maneira criativa e envolvente.

Além disso, essa técnica possui muitos recursos como:

  • Experiência única para impressionar o público, uma vez que muitas pessoas são impactadas pelas projeções, no qual elas tiram fotos e fazem vídeos, viralizando o evento.
  • Grande potencial para envolver o público com a sua marca, uma vez que essa técnica não é muito utilizada por outras empresas.
  • Flexibilidade para criar projetos em diferentes superfícies, espaços e formatos.
  • Facilidade de realização – é claro que aqui se encaixa projetos com baixa complexidade.

Assim, como vimos, há muitos benefícios de se usar a técnica do vídeo mapping e pode ser usada por diferentes empresas e ramos, desde restaurantes, até o próprio governo.

E, apesar de não ser um recurso novo, ele ainda não se faz tão presente em muitos lugares, então, que tal refletir e levantar novamente essa opção para o mundo publicitário?

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Retail Media leva espaço publicitário DOOH às lojas do Hirota em casa

Anunciantes já podem exibir suas marcas para público selecionado, em 32 lojas da capital paulista.

 

Especializada em mídia DOOH nos ambientes de consumo, a Retail Media, empresa do Grupo Seed, finaliza a primeira fase da instalação de suas telas digitais de alta definição nas lojas “Hirota em Casa” em São Paulo.

“Estamos animados em poder oferecer ao mercado esse circuito digital, contribuindo, especialmente, nas estratégias que visam impactar o público de condomínios residenciais e ampliar a visibilidade das marcas”, comemora Mario Leão, Diretor Nacional de Vendas da Retail Media.

“Além dos monitores, instalamos sensores WiFi tracking com o objetivo de conhecer o comportamento do consumidor neste novo ambiente, com insights de fluxo, frequência, recorrência e horários de pico”, comenta Vanessa Ebarra, Head de Comunicação e Marketing da Retail Media.

Nesse momento, as telas da Retail Media já estão presentes em 32 lojas Hirota em Casa, em importantes condomínios da cidade.

“Depois de trabalhar juntos nos supermercados da rede, temos a satisfação de levar as telas da Retail Media aos condomínios. É uma forma de comunicação inovadora, que traz resultados imediatos”, ressalta Helio Freddi Filho, Diretor de Expansão e Comunicação do Grupo Hirota.

O Grupo planeja inaugurar mais 20 lojas “Hirota em Casa”, fechando 2021 com 64 operações em funcionamento.

 

Sobre a Retail Media

A Retail Media é uma empresa de mídia digital out of home do Grupo Seed que trabalha com comercialização de espaços publicitários indoor. É especializada em telas digitais estrategicamente posicionadas para captar a atenção e impactar o consumidor, especialmente nos ambientes de consumo, como supermercados, pet centers e drogarias. A área de cobertura atual conta com varejistas atuantes nas principais regiões do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Fortaleza.

www.retailmedia.com.br

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Digital

Juliette comanda o “Festão de Ofertas” no aniversário da Americanas

Sob o comando de sua embaixadora, a marca comemora aniversário com
criação da WMcCann e mega live, produzida pela Play 9, com ofertas e
convidados especiais

Com a campanha “Festão de Ofertas”, a Americanas celebra mais um
aniversário com ofertas e condições especiais para seus clientes. Uma
das marcas mais queridas pelos brasileiros tem muito pra comemorar, a
data fortalece o objetivo da marca de ser cada vez mais relevante no dia
a dia dos clientes, garantindo sempre a melhor experiência de compra em
todos os seus canais, lojas físicas, site e app.

Criada pela WMcCann, a campanha de aniversário da Americanas é
dividida em duas fases. A campanha estreia na próxima segunda (26) com
publicidade em TV, digital e rádio, além de ativação nas redes com
influenciadores.

A partir da segunda semana de agosto, começa a segunda fase da
campanha, que ganha reforço de mídia OOH e envelopamento das lojas
físicas, comunicando super descontos, frete grátis e cupons exclusivos
no app. E como cereja do bolo de aniversário, a embaixadora Juliette
estará à frente de sua segunda mega live com a marca. Ela comandará
uma programação com duas horas de duração, com convidados especiais,
influenciadores do grande público, dinâmicas e brincadeiras.

“Estamos muito animados para comemorar o aniversário da Americanas e
ter a nossa embaixadora Juliette Freire no comando desta festa. Com a
mega live, queremos levar entretenimento para os nossos clientes por
meio de games, convidados especiais e ativações de marca parceira”,
afirma Briza Bueno, head de marketing da Americanas.

A mega live será produzida pela Play9, em parceria com a Stage Digital,
responsável pelas parcerias estratégicas da marca. Tais parcerias
reforçam a busca por uniões que ajudem na construção de mensagens e
diálogos com públicos estratégicos não só agora em sua campanha de
aniversário, mas durante todo o ano, com discursos interligados com as
campanhas da Americanas.

Assista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=4MSh9hEa04A [1]

Ficha Técnica:

Agência: WMcCann Rio
Cliente: Americanas

Produto: Institucional
Nome da campanha: Aniversário

CEO: André França

CCO: Hugo Rodrigues e Mariana Sá

CSO: Renata Bokel

VP Executivo e Diretor Geral da WMcCann Rio: Marcio Borges

Diretor de Criação: Ricardo Weitsman

Diretor de Criação Associado: Felipe Gomes

Criação: Ricardo Weitsman, Felipe Gomes, Durval Filho, Andrea Lobato e
Thiago Machado

VP de Planejamento: Renata Bokel

Planejamento: Luiza Portella, Pedro Osti, Daniela Urzeda e Evelyn
Cristina

Atendimento: Anna Moraes, Tarso Campos e Mariana Magalhães

VP de Mídia: Fabio Urbanas

Mídia: Patricía Oliveira, Samantha Rodrigues, Naiana Grangeiro,
Juliana Moraes e Beatriz Monteiro

BI: Cláudio Gomes, Ingrid Barros e Miguel Masuet

Produtora: Vetor Filmes
Direção: Carol Delgado

Direção de fotografia: Thiago Cauduro

Diretor Executivo: Alberto Lopes
Produção Executiva: Fernando Carvalho e Francisco Puech
Atendimento: Natalia Wandel, Marcia Guimarães
Montagem: Daniel Fiori
Coordenação de finalização: Clara Morelli e Tatiana Caparelli
Finalização: Equipe Vetor Zero

Produtora: Raw Audio

Produção Musical e Sonoplastia: Equipe Raw Audio

Compositor: Hilton Raw

Mixagem: Equipe Raw Audio

Atendimento: Carol Peternelli

Coordenação: Robério Barbosa

Locução: Simone kliass

Agenciamento: Stage Digital

Projetos: Erika Casal e Alexandre Gemmal

Relações Públicas: Kerena Neves

Aprovação pelo cliente: Léo Rocha, Stella Martins, Carla Maria,
Marcella Nunes, Erika Mattos, Bárbara da Rocha Montes.

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Publicitários criam projeto para dar visibilidade ao tema Ansiedade

Post em branco quer propor visibilidade e discussão sobre a TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizado – que já atinge cerca de 264 milhões de pessoas no mundo todo

Começou com uma crise real de ansiedade, mas logo o publicitário Daniel Portuga, viu que tinha nas mãos uma ferramenta para jogar luz a um tema ainda pouco discutido e conhecido: TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizado. O Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) 9,3% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade, por volta de 20 milhões de pessoas. pa
Portuga, que mora em Nova York e tem o diagnóstico de TAG, passou em 2020, o que chama de uma de suas piores crises, agravada pelo isolamento durante a epidemia do novo coronavírus. Com isso, resolveu fazer o experimento que virou o projeto Post em Branco.

“Me vi trancado no meu apartamento em plena quarentena, solitário e completamente angustiado. Sem forças para pedir ajuda, mas ao mesmo tempo querendo sinalizar aos amigos que algo não estava bem, postei 227 posts em branco, sem nenhum texto, apenas trazendo a palavra OUT”, conta.

O Post em Branco era para ser um pedido de ajuda, mas se tornou um experimento social. Junto com Rodrigo Esteves, outro publicitário também diagnosticado com TAG, surgiu o projeto que quer se tornar uma ferramenta para que as pessoas que sofrem de ansiedade possam chamar atenção em um momento de crise e receber apoio.
De acordo com o resultado do experimento, o spam de Post em Branco trouxe diversas reações que refletem posturas conhecidas de quem lida com os portadores da doença. Foram reações que variaram de mensagens negativas, passando por perguntas sobre problemas técnicos e pessoas que deixaram de segui-lo. Apenas poucas mensagens tiveram como objetivo saber se ele estava bem.

Segundo Daniel Portuga, “Muita gente não gostou da experiência e não entendeu como um pedido de ajuda. Algumas pessoas acharam que se tratava de vírus ou hackers. Vimos ainda que, assim como na vida real, muitas pessoas não querem “aquela pessoa problema” ou se envolverem de alguma maneira com isso e deixaram de me seguir. Enfim, felizmente, algumas pessoas se importam e são sensíveis para captar que ninguém normalmente postaria uma quantidade gigantesca de posts em branco à toa. Recebi mensagens de gente querendo saber se eu estava bem”, detalha.

Para Rodrigo Esteves, parceiro de Daniel Portuga no projeto, e que também é diagnosticado com TAG, o projeto tem uma força dupla “pois demonstra como as pessoas em geral ainda são desinformadas sobre o tema ao mesmo tempo que cria uma ferramenta para ajudar quem sofre com ansiedade e também que convive com pessoas nessa condição”.

Precisamos falar sobre TAG

De acordo com o psicoterapeuta Kiko Moraes, trazer a discussão sobre o tema é importante principalmente nos dias de hoje, cada vez mais incertos. Com a pandemia, tentamos nos proteger de um futuro sombrio e acabamos nos perdendo no presente. Ansiedade é a antecipação de situações que a gente supõe que possam trazer sofrimento. Dados da OMS dizem que 33% da população mundial tem algum tipo de transtorno de ansiedade e no geral, transtornos psíquicos é a terceira maior causa de afastamento do trabalho segundo o INSS.

“O sucesso de um tratamento da ansiedade está em sobretudo vencer pequenas batalhas emocionais diárias, e qualquer sinal é de extrema valia. O Post em Branco é um artifício simples para demonstrar algum desconforto emocional e abrir um canal de conversa no meio que mais interagimos ultimamente, as mídias sociais.” – finaliza Kiko Moraes.

Como funciona o Post em Branco
Em questão de segundos, algum gatilho dispara uma crise de ansiedade e a ajuda precisa ser na mesma velocidade. A mecânica do Post em Branco é muito simples: somente poste um post em branco em qualquer rede social. Desta maneira, ansiosos irão expressar seu estado emocional de uma maneira silenciosa para serem ouvidos por suas redes.
Faça o download de um post em branco e conheça mais sobre o projeto no link postembranco.org

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Entretenimento

O impacto das marcas na Olimpíada de Tóquio 2020

A cerimônia de abertura da Olimpíada de Tóquio acontece na sexta-feira, 23 de julho, no entanto, desde ontem começaram as partidas da primeira fase do futebol feminino e softbol, hoje, do futebol masculino. Os jogos já foram adiados devido a situação pandêmica que ainda vivemos, mas, que em 2020 era muito recente e sem dados firmados, por conta disso, os anunciantes e patrocinadores questionaram-se como trazer uma comunicação sensível diante às tragédias sanitárias, decidir se é o momento ideal para promover sua marca relacionada aos esportes e, mais ainda, se de fato o dinheiro investido não seria desperdiçado com o dilema de ocorrer ou não a Olimpíada; é através dessa leitura que entenderemos estratégias adotadas para uma comunicação neste momento.

Com toda festividade e alegria que os jogos olímpicos trazem para todos os países, a maior preocupação está entre as empresas que investiram no patrocínio deste evento, já que o decreto de estado de emergência na cidade acaba hoje. Os patrocinadores globais do Comitê Olímpico Internacional, o COI, garantem expor suas marcas mesmo com a ausência de clima e sem convidados, julgam essa decisão importante pois contamos com a ocasião que aparece a cada quatro anos e com alto alcance de visibilidade, cerca de 3,5 bilhões de pessoas, ou seja, metade do mundo.

Mesmo com a pandemia, confiam que os patrocinadores junto das marcas possam narrar uma história de resiliência com o esporte e, com isso, humanizar essa mensagem com seus produtos e/ou serviços. “Em um momento como esse, a marca não tem de vender, tem de envolver. Essa é uma oportunidade para a empresa mostrar o que pensa, o que valoriza.”, diz Mário D’Andrea, presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade. Com essa declaração as marcas pegaram o incentivo e colocaram em prática, citaremos algumas como: Panasonic, Bridgestone, Havaianas.

A primeira é parceira global do COI há mais de 30 anos e o intuito é conectar o Japão aos consumidores de um modo que todos estão habituados, através das redes sociais. A empresa deve veicular para TV filmes publicitários feitos pela agência Ogilvy, estrelando o maior medalhista da natação nos jogos Paralímpicos, Daniel Dias, novidade da modalidade skate com Pamela Rosa, surfe com Silvana Lima e Luiza Fiorese do vôlei sentado.

A Bridgestone, mais uma parceira do COI, também se instalou no digital e fará de um jeito diferente, criará um “grupo de zap” com atletas e fãs. Uma ação assinada pela agência de publicidade VMLY&R; divulgação será pelas redes sociais dos atletas patrocinados como, Ítalo Ferreira, atleta da modalidade surfe e Darlan Romani do arremesso de peso, e da rede social da própria Bridgestone.

A Havaianas aposta que, mesmo em um momento difícil, acredita que com seus produtos consegue levar alegria típica de ser brasileiro, apostará nos atletas vestindo acessórios e sandálias da marca. Esperança que, mesmo com a situação complicada ainda no mundo, veicule algo positivo e que todos possam ter um assunto que entretenha, estratégia também da Magazine Luiza, assinante com a Globo, “Vamos aproveitar a atenção trazida pelos Jogos para uma promoção ligada ao tema”, afirma a empresa.

O que impulsiona a credibilidade dos anunciantes nesta edição atípica das Olimpíadas, é explicada pelo home office, segundo pesquisa Behup “Olimpíadas 2021”, cerca de 72% dos entrevistados acompanharão os jogos; a atenção do público mais jovem é conquistada pela entrada dos esportes skate, surfe, basebol/ softbol, 74% confirmam assistir a estas competições ao vivo. A transmissão dos jogos será pela emissora Globo com mais de 200 horas ao vivo na TV aberta, além disso, os canais do SporTV e o streaming Globoplay estarão disponíveis para acompanhar.

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Mídia

Sincronização de campanha no ambiente digital com o anúncio na TV ou Rádio. Já ouviu falar?

Se tem uma coisa que não falta em mídia digital é novidade. A todo momento, aparece uma nova tecnologia que surge pra facilitar a vida das pessoas e tornar fácil aquilo que até então talvez fosse impensável.

A comunicação de marcas no ambiente digital evoluiu de igual forma e a cada dia que passa, mais e melhores maneiras de impactar os consumidores são apresentadas ao mercado anunciante.

Sabemos que as pessoas vivem grudadas ao celular o dia todo. Talvez deixem ele de lado ali, somente na hora de dormir. Talvez nem isso. O consumo médio diário hoje é de 10h04m olhando para a tela de um smartphone. Sabemos também que é bastante comum e que mais de 70% dos internautas brasileiros assistem, por exemplo, a TV enquanto também navegam pela tela de um celular.

Dessa forma, gostaríamos de falar sobre o TV Sync da OPL. Uma tecnologia à disposição de marcas de produtos e serviços que vai além dos recursos tradicionais existentes da comunicação das marcas e que bem explora todos os limites da mídia programática.

Vamos explicar como funciona. De modo prático, assim que o anúncio da marca entra na TV, a campanha é lançada também no ambiente digital, para o target escolhido e na tela do Smartphone.

Existem três jeitos de se apropriar da solução de Sync:
1 – Reimpactando o target na tela do celular, assim que ele ver na TV o filme da marca
2 – Utilização de Guerrilha, implementando na ferramenta termos para captação de áudio
3 – Se apropriando de um território ou programação. Por exemplo, se você quiser associar a sua marca com programas de culinária ou futebol, assim que o target for impactado por esses programas, em qualquer canal, receberá o Reimpacto na tela do Smartphone.

Ah, mas será que isso faz algum sentido?

Quase 30% das pessoas que visualizam um comercial na TV tendem a procurar por informações online sobre o assunto. Sincronizando as plataformas, transformar o usuário interessado em um clique ou uma conversão para sua marca torna-se muito mais fácil. Aumento de CTR%, visita e por consequência, venda.

Além da TV, essa tecnologia também permite sincronizar a campanha do digital com o Rádio. É o que chamamos de Rádio Sync. Desta vez, o áudio emitido pelo rádio é captado pela fermenta e a mensagem aparece na tela do smartphone. Incrível, não?

Aqui na OPL DIGITAL temos cases incríveis para clientes que utilizaram a TV Sync ou o Rádio Sync em suas campanhas. Obtivemos resultados em que duplicamos a taxa de vistas de um site, quadruplicamos as conversões de um site e um outro em que a taxa de rejeição de um site caiu 65%.

Fale com o time comercial da OPL Digital e saiba como utilizar todos os benefícios da TV Sync para a sua campanha.

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Entrevistas

Entrevista com Viviane Camargo

Viviane Camargo, publicitária e fundadora da Aurora Branding, com passagem por grandes agências, como DM9DDB, McCann-Erickson e JWT Curitiba, em conversa com o Creativosbr, explanou sobre o que é branding e porquê essa estratégia tem se tornado cada vez mais importante para as organizações.

O que é branding? 

Branding é o processo de construção da marca. E tão importante quanto explicar o que é branding, é explicar o que é marca: marca está relacionada à imagem, pode ser de uma empresa, um produto ou serviço. A marca de uma organização é construída através das suas manifestações visuais e verbais, como: identidade visual, ou seja, todo o seu universo visual – logomarca, ícones, cores, tipografia -; sua comunicação verbal, linguagem, tom de voz, como não se expressa e como uma empresa se posiciona no mercado para se diferenciar das outras. Esse conjunto de definições [de marca] é o branding. Ou seja, é uma série de estratégias e metodologias para construir a correta imagem e associações a uma marca. Portanto, o branding é o processo, é o como se constrói essa imagem da forma mais apropriada possível.

Por onde começar a aplicar o branding?

O trabalho de branding sempre começa de dentro pra fora, ou seja, dentro da empresa: nessa primeira fase a intenção é descobrir o que essa empresa faz, o que ela se propõe a fazer, qual é o propósito dessa organização – pergunta-chave do branding -, e essas descobertas são feitas por meio de conversas com gestores, colaboradores, vendedores e público interno. Após essa fase, a compreensão sobre aquela empresa se direciona para a percepção externa, consumidores, fornecedores, ou seja, todos os stakeholders, para entender se toda aquela verdade vista no início do projeto está sendo traduzida para o público externo. O branding trabalha muito com realidade e percepção, então no final desse processo de análise é preciso alinhar as duas coisas. E a função do branding é traçar uma identidade para que tudo fique alinhado, para que todos os públicos vejam a marca da mesma forma e com a mesma percepção. Então na implementação, o público interno é o primeiro impactado. E a razão para traçar essa estratégia de dentro pra fora é porque o branding trata de propósito, essência, DNA, cultura e principalmente de identidade. 

Esse trabalho que começa internamente é a construção da cultura? 

Exato, porque se não for trabalhado internamente se torna algo que não é verdadeiro. A empresa precisa internalizar a sua identidade para depois naturalmente essa marca se externalizar para outros públicos.

Quais são os benefícios de possuir uma estratégia de branding?

São vários. Pela nossa experiência aqui na Aurora, nós vemos que nossos clientes têm duas grandes dores que se traduzem depois nos benefícios que o branding entrega. A primeira é a frustração das empresas de possuir uma comunicação sem foco, de não ter uma identidade estabelecida, por exemplo, temos um cliente aqui na Aurora que não sabe se deve responder nas redes sociais com bom humor ou com de maneira mais séria, porque se trata de uma instituição de ensino superior, isso porque ainda não foi decidido o tom de voz da marca. Então essa falta de foco da comunicação da empresa é uma das grandes necessidades que faz com que uma empresa procure a Aurora. Nesse caso, o branding alinha essa necessidade e fornece quais serão os passos a seguir daquele momento em diante e pelos próximos anos. Ou seja, o branding vai organizar e dar uma diretriz para todas as ações de marketing e RH, quando se fala do público interno de uma organização, e direcionar aquela marca. E a segunda dor, sendo uma consequência da primeira, a empresa possui uma verba alta disponível para o marketing e ao final do ano a sensação que se tem é que o investimento foi gasto e a empresa não construiu a imagem que gostaria e que muitas vezes não sabe qual é. Nesse caso o branding ajuda a empresa a encontrar essa imagem, ou seja, qual a sua identidade, e traça um plano muito claro para isso. Então essas duas dores fazem com que a organização não construa de forma sistêmica e organizada as associações que a empresa quer que o público tenha quando pensar na marca. 

E organizar a identidade e comunicação da marca é o que faz com que ela seja lembrada pelos consumidores?

Exatamente, essa organização é fundamental na etapa de implementação do branding. E para que isso aconteça [lembrança da marca] é preciso haver consistência na comunicação dessa marca. O Itaú Unibanco é um grande exemplo dessa “consistência”: o som da marca, as cores, a tipografia, o tom de voz são os mesmos há muitos anos. Um grande erro das empresas é achar que as suas manifestações podem ser mudadas o tempo todo quando, na verdade, o consumidor não está tendo tempo de memorizar aquela marca, de construir as associações que o trabalho de branding traça. E é preciso ter em mente que essa construção pode demorar anos.

Existe diferença de branding para uma empresa menor e para uma grande organização?

Todo processo de branding tem diferença, já que quando falamos de identidade, cada empresa tem a sua. Mas a principal está no momento que cada empresa está vivendo, se é um rebranding ou a criação do branding de fato. No primeiro caso a construção da estratégia vai olhar muito pra história da marca, e nesse processo de mergulhar no passado da empresa, começa um trabalho de reflexão, ou seja, “quem eu sou?”, “de onde eu vim?” e “pra onde eu vou?”. E pra uma marca nova, que é o caso da construção do branding, a gente vai olhar muito pro contexto em que essa marca está inserida, para poder entender o porquê que o mundo precisa dessa marca? o que a marca está se propondo a solucionar?

Então no rebranding olhamos o passado e depois o presente para projetar aquela marca no futuro. E no branding olhamos para o contexto atual e futuro para entender a relevância da proposta daquele negócio para o público. E essa relevância é o que causa a diferenciação daquela marca. Então é entendendo de onde a empresa está partindo que adotamos a estratégia mais adequada para aquela organização.

E quando é necessário que uma marca passe pelo rebranding?

Depende, há duas situações e elas podem acontecer ao mesmo tempo. A primeira é quando a própria empresa identifica que aquela maneira que ela está se apresentando para o mercado não traduz mais o que a marca é, geralmente está ultrapassada, sendo que a empresa está em outro momento. A segunda, é quando a empresa acha que está tudo certo, porém precisa mais de um direcionamento para a comunicação ou um conceito, que não está necessariamente atrelado ao visual. Mas quando partimos para a etapa de pesquisa para entender como a marca está sendo percebida, os clientes e o mercado trazem insights de que a empresa não traduz o que ela acha que transmite. Então quando há um rebranding a gente traça uma nova estratégia e em alguns casos um novo design visual para tornar tangível todo o conceito daquela marca.

Falando em construção de percepção de uma marca, a sociedade tem cobrado muito para que as empresas se posicionem e façam algo em relação às pautas da sociedade, como racial, LGBQIA+ entre outras. Quando e como uma marca pode abraçar alguma causa para defender sem parecer oportunista?

 Tudo gira em torno da verdade. O branding tem a ver com a identidade, com traduzir uma verdade e com a autenticidade. Uma marca que nunca teve seu propósito, ou seja, qual a contribuição maior que a marca quer oferecer onde ela atua ancorada em algum tema, seja ele qual for, gênero, raça, feminismo, machismo; e de repente começa a levantar aquela bandeira, provavelmente, a imagem que se vai passar é que a organização está se aproveitando do momento, ou seja, sendo oportunista. E marcas que defendem alguma bandeira e não parecem oportunistas, é porque elas não são. Já que aquilo está no seu DNA. A Magazine Luiza tem a Luiza Trajano, uma líder feminina e feminista que abraça questões relacionadas às mulheres, então quando a Magazine se envolve com essa questão não é visto como oportunismo, pois essa já é a imagem projetada pela empresa. Mas isso não significa que marcas que nunca falaram sobre alguma causa, não possam se associar a uma. Por isso existe o trabalho de branding, para entender qual é o propósito daquela empresa e pelo que a sua marca briga, no sentido de qual bandeira ela defende.

E é necessário que toda marca esteja engajada em algum tema social?

Toda marca precisa levantar uma bandeira, mas não precisa ser algo que é tema dos jornais. Essa bandeira não precisa estar ligada a gênero, à raça, à sustentabilidade, política; não necessariamente. A bandeira tem a ver com relevância, por exemplo, o Nubank defende o “banco simples”. Ou seja, não precisa ser um tema social, mas sim com relevância social, por exemplo a empresa MadeiraMadeira que tem como propósito “reinventar a maneira como as pessoas montam às suas casas” é uma bandeira que defende a compra de artigos para casa mais acessível em questão de preço, mais diversificada com um portfólio de mais de 2000 produtos, mais democrática. E essa é uma bandeira que tem relevância para as pessoas. O importante é a empresa se posicionar e não ter medo da sua posição.

E a relevância de uma organização é o que constrói o seu valor. Quais leituras pode-se fazer acerca desse tema? 

Há duas leituras sobre valor de marca, a numérica, que pode ser chamada de “Valuation”, calculada através de uma metodologia super complexa que considera ativos tangíveis, como patrimônio físico, quanto aquela empresa vale e quanto vai valer; e ativos intangíveis que é relacionado à percepção do público, ou seja, quanto o consumidor valoriza aquela marca. A Apple é um exemplo desse último ativo, sendo a segunda marca mais valiosa do mundo, ficando atrás apenas do Google, mas não é a maior empresa do mundo – pensando no primeiro ativo. E o que constrói esse valor de marca intangível, e que é um ponto muito trabalhado no branding, são os valores da marca, ou seja, as crenças e a forma de pensar e agir, os pilares; ainda usando a Apple como exemplo, os pilares da marca são: inovação, simplicidade e design primoroso; que são premissas no lançamento de qualquer produto deles, já que forma o DNA da Apple. Sem esses valores o produto não pode ser lançado, porque não corresponde à verdade e o que se espera da marca. E isso é o que constrói a percepção que público tem da marca.

O que o profissional precisa saber sobre a empresa para estabelecer estratégias de branding? 

Boa parte dos clientes com os quais trabalhamos aqui na Aurora sabem que têm um problema, mas não sabem o que é. E tem casos de empresas que acham que são algo, mas quando vamos pesquisar internamente e externamente, a visão da organização não é a percepção dos públicos. E muitas vezes isso acontece porque o dono centraliza a cultura e não há branding que resolva uma cultura mal construída, é preciso mudar a cultura. E como saber disso? Na etapa de imersão interna, há uma conversa com o dono, os gestores, o presidente, e todos os outros colaboradores que fazem parte da empresa. E o nosso papel como consultora – o que é o caso aqui da Aurora – é entender o que aquela empresa é, como está sendo vista; para traduzir isso de forma mais clara e que traga maior força pra organização.

Quais são os campos de estudo para se tornar um profissional de branding?

Essa é uma pergunta difícil [rsrs]. Aqui na aurora eu trabalho com designers gráfico, psicólogos, agora eu tenho um antropólogo, eu me apoio muito na filosofia; mas se eu fosse direcionar para um curso, seria o marketing porque o branding é a base dessa área. Isso porque o branding se apoia nas relações entre marcas e seres humanos basicamente, por isso a antropologia, a filosofia e a psicologia estão ligadas a essa estratégia; e para construir essa relação é preciso entender e estudar o ser humano. Mas, mais do que um curso é o perfil do profissional de branding que importa, essa pessoa tem que gostar de ler, ser curiosa, precisa ser inquieta, antenada e gostar de estudar o ser humano. Então é mais sobre gostar dessa área do conhecimento [compreender o ser humano] do que um curso específico. O branding é muito amplo, é multidisciplinar, por isso aqui na Aurora nós somos uma combinação de profissionais multidisciplinares.

Um recado para os futuros publicitários e marketeiros ou gestores de marcas?

Independentemente do curso que você faça: administração, marketing, publicidade, design, todas essas áreas que permeiam o branding, vá além disso, seja inquieto, curioso, fique antenado e seja um profissional com repertório; esteja aberto a novas coisas e conhecimentos.

Como vimos durante a entrevista, possuir uma estratégia bem definida é essencial para o crescimento de uma organização enquanto marca e o branding é o que aponta a direção a ser seguida.

 

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Psicologia das fontes e o seu poder no mercado

Você já parou para pensar em como uma marca te faz sentir apenas por ver seu logo?

 

A psicologia das fontes é o estudo dos tipos de tipografia e em como diferentes fontes impactam os leitores psicologicamente, emocionalmente e até comportamentalmente através do subconsciente. Nesse post, iremos te mostrar o uso de alguns estilos tipográficos e como marcas as utilizam para mostrar para os clientes sua personalidade rapidamente.

 

Fontes serifadas

Essas fontes são as mais tradicionais e uma das mais usadas. São associadas com algo mais tradicional e ao mesmo tempo são modernas. Acabam sendo mais legíveis em papel impresso, pois guiam o olhar do leitor.

  • Em marcas, é associada com confiança, respeito e formalidade.

Exemplos de logotipos que utilizam a serifa:

Sans Serif (sem serifa)

São fontes modernas que engajam. São usadas por marcas que querem demonstrar simplicidade e objetividade. Na maioria das vezes, são associadas com tecnologia e inovação. São mais legíveis em telas e são mais versáteis que as serifadas.

  • Em marcas, são associadas com confiança, modernidade e minimalismo.

 

 

 

Fontes manuscritas ou Script fonts

São a escolha perfeita para algo mais elaborado e delicado, fazendo com que o texto fique mais detalhado e chique. Também usados em convites, pelo fato de que acabam sendo algo mais humano e natural.

  • Em marcas, associada com elegância, criatividade e felicidade.

 

 

 

Display e fontes decorativas

São uma das fontes mais versáteis, pois podem se transformar em basicamente qualquer coisa. Usualmente são uma escolha popular visando o seu grande impacto na personalidade de qualquer marca, sendo fáceis para diferenciá-las através de um logo.

  • Em marcas, associada com diversão, originalidade e personalidade.

 

 

 

 

Lembrando que essas dicas não servem apenas para os logos, mas também para as plataformas onde sua marca estará (tipografia do site ou dos posts nas redes sociais, por exemplo).

Para aplicar personalidade a sua marca, primeiro tenha em mente o que ela acredita e o que ela quer passar ao público. Depois, veja nessa matéria qual fonte acaba combinando mais. Então, é só fazer as modificações necessárias e pronto.

Percebemos que todos esses logos são bastante originais, e transmitem sentimentos diferentes. O que faz sua marca se destacar de muitas outras? Esperamos que essa matéria tenha ajudado e te inspirado!

Fonte: divulgação

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Vídeos na publicidade: 3 canais para você se inspirar

Quantos vídeos você já viu hoje? Aposto que conhece todos os aplicativos que contém vídeos como TikTok, Instagram, Kwaii, YouTube, entre outros.

Segundo a Kantar IBOPE Media, o Brasil se destaca no consumo de vídeo quando relacionado à média global. Assim, a nova onda dos vídeos se tornou tão grande que cada vez mais as marcas investem nessa ferramenta, seja pela facilidade ou pelo retorno que eles trazem.

Além disso, o uso dos vídeos possibilita várias oportunidades como mostrar o uso do produto, as cores, envolver os clientes sobre os benefícios e qualidades do serviço e prender a atenção do consumidor.

Devido a isso, muitas formas de vídeo se tornaram famosas, como a repetição de danças, as receitas rápidas/dicas de estudo e até vídeos mais longos com conversas e debates no IGTV.

E, se você se interessou e quer começar a fazer algum vídeo para o seu canal ou perfil, vou dar alguns exemplos para que você possa se inspirar!

  • Niina Secrets

De uma maneira descontraída e divertida, ela testa produtos de beleza, traz tendências sobre este mercado, além de contar um pouco da sua vida por meio de vlogs.

  • Thoraya Maronesy

Com perguntas e questionamentos sobre a vida e sentimentos das pessoas, Maronesy traz histórias e reflexões que podemos fazer durante a nossa vida.

  • TPM por Ju Ferraz

Não podíamos esquecer da comida! Brincadeiras à parte, o perfil da Ju mostra um pouco de receitas, experimentação de pratos de diversos restaurantes e fast foods (que muitos amam). Vale a pena dar uma olhadinha e se divertir com as histórias dela!

Bom, existem muitos outros perfis que poderiam entrar nessa lista e te inspirar ainda mais a utilizar essa ferramenta, faça uma pesquisa sobre os temas que você mais gosta e te faz sentir mais à vontade e aproveite a onda dos vídeos nas plataformas para fazer muito sucesso!

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Mauro Rabello assume como CGO na The Heart em nova fase avant-garde da agência

Reestruturação é focada em aumentar fluidez no atendimento e entregar soluções com expertise em cada projeto

Fundada em 2013, a The Heart Corporation anuncia a chegada de Mauro Rabello, como associado e Chief Growth Officer, e uma reestruturação completa alinhada ao novo posicionamento de mercado. Direcionada às necessidades dos clientes que sofreram grande mudança nos últimos tempos e foi catalisada pela pandemia, a agência passa a atuar sob o lema `mais heads, menos overhead´. Mesmo com uma personalidade consolidada no mercado, a The Heart entendeu que seu modelo de negócio precisava se ajustar ao atual momento da publicidade. Para basear sua nova estratégia, a agência realizou um estudo com 30 heads de marketing dos mais diferentes setores a fim de entender o momento das companhias e o que elas esperavam de suas agências num cenário pós-Covid. “O resultado trouxe os insights necessários para nos tornarmos uma agência mais fluída e exatamente do tamanho que cada cliente precisa – montando, à quatro mãos, um squad alinhado à cada demanda, entregando a possibilidade de ser mais ágil e acionável, sem perder a consistência da comunicação”, destaca o CEO Valmir Leite. Além de Leite e Rabello, agência tem como associados também Marcelo Camargo (CCO), Valter Calamita (CFO) e Laura Siqueira (Head de Negócios).

Um outro pilar importante para The Heart é trabalhar como uma agência pessoal, fazendo de fato uma parceria com o cliente com uma real imersão em seu universo e público e, assim, entender a melhor forma de criar uma interlocução de valor. Essa virada de chave será executada de forma mais profunda por Mauro Rabello, que assimilou a necessidade de ter um núcleo de estrutura física e diversos satélites ao redor para auxiliar na execução, com a construção de uma rede de profissionais com habilidades específicas que atuam no segmento dos clientes e entendem a fundo suas necessidades, além de serem capazes de achar boas soluções para qualquer tipo de situação que se apresente.

A chegada de Mauro Rabello

Mauro Rabello, reconhecido profissional de mercado e que atuou para as mais importantes marcas e grupos de comunicação e mídia no Brasil e no mundo, chegou ao time este mês para assumir a função de Chief Growth Officer da The Heart Corporation.

Com extenso currículo e sólida experiência internacional, Rabello passou por McCann-Erickson/Coca Cola, Y&R/Colgate, Euro RSCG/Philips e em sua experiência mais recente foi na Dentsu Brasil como Brand Leader, em que promoveu um turnover de mais de U$ 12MM em 8 anos de trabalho, com uma total reorganização das contas e com um grande foco no desenvolvimento de novos negócios.

Função semelhante à que ele desenvolverá na The Heart, onde chega com grande visão de mercado para dar forma à esse novo momento da agência.

“Na pesquisa recente desenvolvida pela The Heart com mais de 30 dos principais CMOs do mercado brasileiro sobre o que os Clientes procuram em suas agências, fica clara a necessidade de resolver o binômio custo/benefício. Conseguir agilidade, qualidade nas entregas e novas formas de solução de negócios acaba encarecendo os serviços das agências. Por isso, e caminhando para equilibrar essa relação, chego a The Heart para consolidar nossa proposta de uma agência de estrutura enxuta, mas focada na qualidade e senioridade da equipe garantindo resultados eficazes e a construção de soluções exclusivas para os clientes”, afirma Rabello.

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