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SKY convida Marcelinho, o fantoche do Youtube, para ação de Dia dos Namorados

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A SKY, maior operadora de TV via satélite do país, preparou uma surpresa para o Dia dos Namorados e convidou Marcelinho, fantoche que ficou conhecido no Youtube por ler contos eróticos com seu jeitinho particular, para comentar os filmes da saga Crepúsculo. O filme, criado pela Mirum, será veiculado nos perfis da operadora no FacebookInstagram e Youtube.

A ação integra o novo posicionamento da operadora – SKY, a gente se diverte junto, lançado em fevereiro de 2020, focado na presença da empresa nos micro momentos de diversão do dia a dia de seus clientes. Nos filmes, Marcelinho comenta frases de efeito e os xavecos ditos por Edward Cullen, o vampiro galã do filme interpretado por Robert Pattinson. Expressões como “Se você ficar eu não preciso do paraíso” e “Será que um dia meu coração vai parar de tentar sair do meu peito toda vez que você toca em mim?” não escapam do tom irônico do fantoche.

Os diálogos também podem ser acompanhados pelo público no Megapix (canais 107 e 507). No dia 13 de junho, a partir das 14h, será exibida a maratona com os cinco filmes da saga.

Link para o filme: https://youtu.be/xg7pQdNKsc4

Ficha Técnica
Agência: Mirum Agency
Diretor de criação: Filipe Matiazi
Coordenação Criativa: Victor Keiti
Criação: Carlos Franco e Danilo Nagami
Produtora de áudio e vídeo: Erik Gustavo (Marcelinho)
Producer: Paulo Setti
Atendimento: Patricia Rogoski, Andressa Sucodolski, Ana Oliveira
Estratégia de Mídia: Bruno Seus, Antonela Fabiano e Gustavo Hipolito
Aprovação Cliente: Veronica Leao Guerriere, Gabriela Piffer Rodrigues e Felippe Sampaio Toloi

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Vai e vem

Retail Media reforça comercial

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Cleber Alucci chega para realizar atendimento direto a clientes

Mesmo com a retração da situação atual, e com a maioria dos trabalhos sendo realizados remotamente, a Retail Media continua operando com força total e reforçando sua estrutura comercial. A empresa, agora, anuncia a contratação de Cleber Alucci. O executivo chega para reforçar a equipe comercial liderada por Mário Leão.

Cleber Alucci chega para atuar com foco no atendimento a clientes diretos, trazendo grandes experiências em empresas do mercado de comunicação com passagens pela Zoox Smart Data e b.Drops, Helloo, Elemidia e Jornal Valor Econômico.

 

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DigitalMarketing

7 dicas para tirar uma renda extra na quarentena

7 dicas para tirar uma renda extra na quarentena

Durante a pandemia muitas pessoas estão desempregadas ou tiveram reduções salariais. Pensando nisto, trago para vocês algumas dicas que estou colocando em prática para abrir meu ateliê de crochê.

Trabalhe com algo que você já sabe fazer
Para abrir um pequeno negócio durante a quarentena, liste coisas que você sabe fazer: um doce gostoso, artesanato ou identidade corporativa. O importante é você se sentir confiante para vender os seus serviços.

Pode ser algo relacionado ou não com a sua profissão. Eu por exemplo, estou fazendo uns freelas de identidade corporativa, mas também estou abrindo o meu ateliê. Una a sua criatividade com a sua experiência. Uma dica muito boa é partir para o lado gastronômico, já que aumentou muito a demanda para serviços de delivery.

Entenda a demanda
Além de fazer algo que você já sabe, deve entender o quanto as pessoas buscarão por este serviço no momento.

Como dito anteriormente, o delivery está com grande demanda, mas não é só isso. Cosméticos e artesanato são muito procurados em datas especiais, como o Dia dos Namorados e o Dia dos Avós, que estão pertinho já.
Pense em datas nas quais as pessoas comprariam o seu produto e se prepare para deixar tudo pronto e depois só vender.

Encontre fornecedores ativos
Para ter um lucro melhor, o segredo é encontrar bons fornecedores. O problema é que com tantos comércios fechados e com fretes absurdos, fica complicado ter fornecedores com bons preços e variedades de produtos.

Vale a pena procurar fornecedores de fora da sua região, pois os fretes acabam sendo menores que de grandes lojas, e há disponibilidade de mercadoria. Buscando armarinhos, pude perceber que os melhores preços estão em cidades próximas, como São José dos Campos, Campinas e regiões do ABC.

Faça do negócio um negócio de família
O melhor durante a quarentena é o tempo que estamos passando com quem mora com a gente. Eu moro com a mamãe, e como ambas fazemos artesanato, decidimos nos unir para produzir roupinhas de nenê e cachecóis para vender, ela no tricô e eu no crochê.

Encontre algo em comum que você e a pessoa com quem mora sabem fazer: se você faz esfihas e sua noiva faz doces, abram uma conta no iFood e vendam juntos!

O importante é se unir neste momento para conseguir superar as dificuldades.

Tenha redes sociais atrativas
Se for um projeto só para a quarentena, talvez não seja tão interessante abrir uma página para a marca de vocês, e sim trabalhar com as pessoas que já te conhecem.

Use suas próprias redes sociais para ofertar o serviço e tirar dúvidas sobre entrega segura e tempo de produção.

Porém, independente de usar sua própria conta ou uma conta nova, use cores atrativas e faça postagens relevantes para o público, despertando o interesse dele e mostrando que você é confiável para comprarem contigo.

Trabalhe o marketing boca a boca
Como as pessoas estão evitando comprar produtos não essenciais, será mais fácil vender para quem te conhece.
Comunique as pessoas próximas a você e ofereça descontos para elas caso te indiquem para amigos que fecharem encomendas com você também.

É uma forma de você aumentar a sua demanda e incentivar as pessoas a comprarem com você, que foi flexível com elas, incentivando a pessoa que te conhecer a fazer o mesmo, aumentando a sua rede de contatos que confiarão ainda mais no seu serviço por um amigo ter te indicado.

Faça ações sociais
As pessoas esperam ainda mais durante a pandemia que as marcas realizem ações sociais. Por isto planeje-se para doar parte de seus lucros ou produzir máscaras e distribuir em hospitais ou para pessoas necessitadas.

Acima do lucro, o importante é nos ajudarmos durante esta fase difícil, para que todos superem este momento e possam voltar a se ver num futuro mais breve.

Gostou das dicas? Fique em casa e continue vendendo, deixando as pessoas felizes em receberem seus produtos e ajudando a sociedade a espairecer um pouco. Una-se com quem está com você e se divirtam fazendo algo que gostam tirando uma renda em cima disso!

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Me tornei o que eu mais temia

workaholic

Eu sempre fui o primeiro a chegar no serviço, mas também sempre fui o primeiro a ir embora, ali, no virar das 18h. Sempre fiquei na deprê com a musiquinha do Fantástico e meu ódio pelo Faustão ia muito além de suas piadas chatas e sua mania de interromper as pessoas, mas também pelo fato dele apresentar seu programa no final da tarde na véspera de uma segunda-feira.

Sempre postei memes do tipo: “odeio segunda-feira” ou “sextou”. Me casei com uma workaholic e sempre me olhavam torto nas agências que trabalhei por ir embora no horário, sendo que ninguém me parabenizava por chegar antes de todo mundo e ainda fazer o café. Tenho um irmão obcecado por trabalho e fui criado por um homem que, se deixar, vai trabalhar até depois de morrer. Mas nunca fui um workaholic, embora seja apaixonado pela minha profissão.

Sabe, sou um cara sistemático. Sempre fui muito focado no trabalho e concentrado dentro do meu horário de serviço, é fato. Mas quando dava meu horário eu costumava desligar a chavinha e curtir minha vida pessoal, tomar uma cerveja, ler meus livros, assistir minha televisão, escrever meus textos, namorar, sair…

Até eu abrir minha empresa.

Cá estou eu. De empresa aberta, com meus próprios clientes, jobs intermináveis e fazendo o que amo e sendo meu próprio chefe, me tornei o que eu mais temia: um workaholic. Abro o notebook de sábado, de domingo, acordo às 5h, às 6h, fecho o note às 22h, às 23h, às vezes nem fecho. Às vezes durmo, às vezes acordo de madrugada e vou pro sofá “trabalhar um pouquinho”; afinal, tive uma ideia que não pode esperar amanhecer.

Hoje tomo bronca da esposa – aquela, workaholic –,  acordo antes do chorar do bebê (pensou que fosse me dar baile e tirar meu sono, Nick? Hehe eu acordo antes, meu filho), segundas são domingo, domingos são segundas e por aí vai. Horário de almoço? Nem lembrava que isso existia, como rapidinho pra voltar a produzir. Se isso um dia vai acabar e eu vou voltar a ser um cara normal? É o que eu mais tenho medo de me tornar.

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Universidades se unem para reforçar a importância da educação em tempos de quarentena

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Movimento Educação Unida contra a COVID-19 destaca iniciativas e agradece a colaboração dos alunos e professores, em criação da WMcCann

Enquanto muitas categorias de serviços foram obrigadas a parar durante a pandemia do novo Coronavírus, as Universidades particulares e comunitárias, centros universitários e faculdades se reinventaram para manter os alunos em desenvolvimento. Em menos de uma semana, foram disponibilizadas aulas remotas para mais de 6 milhões de alunos em todo o Brasil, com aulas nos mesmos horários e com os mesmos professores.

É o que mostra a campanha criada pela WMcCann e assinada em conjunto por ABIEE, ABMES, ABRAFI, ABRUC, ACAFE, ANACEU, ANEC, ANUP, COMUNG, CONFENEN, CRUB, FENEP, FORCOM, SEMERJ, SEMESP, SEMESG, SINEPE MG.

O objetivo é unir forças do ensino superior brasileiro para reconhecer os esforços de alunos e professores e mostrar que esse momento vai passar, mas o conhecimento fica para sempre.

Link: https://youtu.be/NOIY1t3wgOs

Ficha Técnica: 

Agência: WMcCann
Cliente: ANUP
Produto: Institucional
Nome da campanha: Manifesto Movimento Educação
CCO: Hugo Rodrigues e Kevin Zung
VP Executivo e Diretor Geral da WMcCann Rio: Marcio Borges
Diretor executivo de criação: Ricardo Weitsman
Diretor de criação associado: Felipe Gomes
Criação: Ricardo Weitsman, Felipe Gomes, Alexandre Oliveira, Bruno Mukai, Rafael Jardim
CSO: Renata Bokel
Planejamento: Luiza Portella, Fabiana Lovate e Thamires Oliveira
Atendimento: Bianca Almeida, Katarina Nunes, Talita Fontes, Giovana Candia, Laura Nagem e Rodrigo Ribeiro
VP de Mídia: André França
Mídia: Romana Oliveira, Renata Duarte, Jaqueline Nunes, Vanessa Bussolin, Wiliam Brito, Carina Ezequiel, Marcelle Maia, Caroline Lourenço, Gabriel Baptista, Lucas Brasil, Taillany Carvalho, Yasmin Dourado e Danielle Besen
BI: Geisy Panisset, Manoela Araujo, Bruno Cidade
VP de Produção: Tato Bono
Produção Integrada: Bianca Repsold, Mariana Veronez e Fernanda Pinheiro
Produtora do filme: Studio Great
Diretor: Hugo Gama
Edição e Motion: Yuri Porto
Atendimento Produtora do filme: Jonas Monte
Produção de áudio: Craft Brasil
Produção Digital: WMcCann
Projetos: Erika Casal e Lara Falluh
Aprovação pelo cliente: ABIEE, ABMES, ABRAFI, ABRUC, ACAFE, ANACEU, ANEC, ANUP, COMUNG, CONFENEN, CRUB, FENEP, FORCOM, SEMERJ, SEMESP, SEMESG, SINEPE MG

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Elo estreia releitura do filme que apresentou seu conceito

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São Paulo, 24 de abril de 2019 – Em 2019, a Elo inaugurou o conceito “Vai na sua. Vai com Elo”. A produção criada pela Wieden+Kennedy São Paulo celebrava a autenticidade das pessoas na vida e nas compras (relembre aqui).

Agora, a marca estreia uma releitura desse filme, composta de cenas reais de brasileiros que protagonizam suas próprias quarentenas: do sujeito que pegou onda com seu cobertor até a moça que fez pipoca usando uma chapinha.

Os filmes de 45s, 30s e 15s serão veiculados nas redes sociais da marca. Confira aqui.

 

AGÊNCIA: Wieden+Kennedy São Paulo
TÍTULO: Quarentena
DURAÇÃO: 45″, 30″ e 2×15″
CLIENTE: Elo
PRODUTO: Institucional
DIRETORES EXECUTIVOS DE CRIAÇÃO: Eduardo Lima | Renato Simões
REDATOR: Matheus Sanches
DIRETOR DE ARTE: Gustavo Henrique
RTV: Regiani Pettinelli | Rafael Messias
PRODUTOR DIGITAL: Maurício Yamashita
PRODUTORA DIGITAL: Joint
ATENDIMENTO: Fernanda Antonelli | Priscilla Carvalho | Beatriz Chedid | Anne Oliveira | Caio Fraga
PLANEJAMENTO: André Troster | Bruno Araldi | Izadora Feldner
DATA STRATEGY: Gustavo Cabral
SOCIAL STRATEGY: Felipe Zyman
MÍDIA: Aga Porada | Thais Altschuller | Cintia Mavros | Marina Signori | Gabriela Mansano | Victor Meireles
PRODUTORA: Joint
MONTADOR|EDITOR: Eduardo Barbosa
FINALIZAÇÃO: Joint
PRODUTORA DE SOM: Evil Twin
TRILHA – PRODUÇÃO: Andre Faria | Murilo Faria | Jimmy Gressler | Andre Namur | Rafael Vieira | Mateus Polati
APROVAÇÃO CLIENTE: Luiz Cássio de Oliveira | Renata Ucha | Renato Beralzir |
Thais Kiyomi Ishikawa | Natalia Mayumi Sato Calvaro

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Dois gigantes do mercado de tecnologia se unem em parceria comercial para a América Latina

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A Leyard, líder mundial em painéis de led, passa a distribuir suas soluções através da Anixter, líder global de soluções de network e segurança.

Um acordo latino americano de parceria comercial promete movimentar o mercado de painéis de led e monitores profissionais de grande formato.  A partir de março deste ano a Leyard inicia um novo modelo comercial com a Anixter. O objetivo é aumentar a operação da Leyard em toda a América Latina e consolidar a expansão na região por meio de revendas e integradores especializados.

Para lançar a parceria, convidamos a todos para nosso webinar SOLUÇÕES DE PAINÉIS DE LED E MERCADOS VERTICAIS. Este webinar abordará um panorama mundial de aplicação de mercados e linhas de painel de LED, aproximando os participantes das ofertas disponíveis na Anixter, conhecendo as tendências mundiais de Painéis de LED, Verticais de Mercado e Produtos aplicados na região da América Latina

Inscreva-se no link: https://bit.ly/39E4xQJ

Sobre o apresentador:

Dimas Gustavo de Oliveira atuou na Leyard como Account Manager, Gerente Comercial e Gerente de Produtos e Pré-vendas Brasil e Latam, completando 5 anos no mercado de LED, além de ter participado de projetos internacionais

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Home Office e Autoconhecimento

Home office e o Autoconhecimento

Com a pandemia que tomou conta do globo, a maior parte de nós, publicitários, foi alocada para trabalhar em home office, já que basta um notebook e internet para estarmos na área.

Em um período de tanta precaução e restrição, no qual nos vemos obrigados a seguir uma rotina restrita, temos a chance de nos conhecermos melhor.

Neste post, eu destaco o que aprendi sobre mim mesma trabalhando de casa e como fiz isto, e espero que sirva como reflexão para você se policiar e entender melhor como você pode ser mais produtivo.

Trabalho sob pressão
Com os funcionários em casa, é provável que alguns líderes se sintam com o pé atrás de saber se você está de fato trabalhando. Não é o meu caso, já que tenho uma boa relação com os meus, além de sempre seguir as dicas que dei no meu último post sobre estágio. Porém, descobri que mesmo tendo uma ótima relação de confiança com eles, tenho medo que pensem que não estou dando o meu melhor, e acabo me pressionando para entregar mais.

Claro que não é muito bom se pensarmos em saúde mental, já que me obrigo a melhorar e ser mais firme durante a jornada de trabalho, mas ao mesmo tempo percebi um potencial maior de entrega e engajamento, tanto com a minha agência, quanto com o meu cliente.

Responsabilidade
Trabalhar de casa exige sim grande responsabilidade, pois você pode fazer tudo na pressa para entregar os Jobs espaçadamente e fingir que esteve trabalhando o tempo todo. Mas isso seria bom para você?

Eu não me sinto bem sabendo que alguém está me pagando para fazer um serviço com a qualidade que ele merece ter, e ao invés de me dedicar, fazer tudo com pressa para descansar ou me divertir.

Você deve ser responsável como seria se estivesse na empresa não apenas para ser correto no trabalho, mas para ser correto enquanto ser humano. Você fazer o certo mesmo quando tem a oportunidade de fazer o errado, mostra caráter, lealdade e, principalmente, responsabilidade.

Transparência
Do jeito que estou falando, parece até que é para ser um robô e nem olhar para o lado, né? Mas não é assim que trabalho em casa. Trabalho de camisola, na cama da minha mamãe, brincando com os cachorros e assistindo Casos de Família.

E sim, mesmo com tantas “distrações”, consigo aliviar a tensão de vez em quando com algum comentário da minha mamãe ou brincando com o Romero – meu nenê pitbull – sem perder o foco do trabalho.

Não há motivos para esconder a forma como você trabalha se, no final das contas, você está trabalhando bem. Se algo te ajuda a trabalhar, como meus cachorros, você deve incluir na sua rotina de trabalho esta experiência, que certamente te fará render mais.

Aproveitar o tempo
Num ambiente descontraído, por mais que eu gaste 15 minutos brincando e conversando com a minha família, ganho 20 com uma ideia de projeto ou novo produto. É como se enquanto eu trabalho com um planejamento ou um design, eu esteja fazendo um brainstorm com referências que vêm de vários lugares: do grupo de Facebook no qual minha mãe está procurando ovos de chocolate de colher, do barulho que faz o Romero se atentar para a rua, ou quando meu avô me manda um vídeo no WhatsApp sobre o coronavírus – como aconteceu neste exato instante.

Permita-se usar o tempo da melhor forma que quiser, desde que consiga entregar o que esperam de vocês.

Insights
Com tantas informações vindas de diferentes dispositivos, pessoas e sons de casa, temos muitos gatilhos – inclusive afetivos – que podem nos dar uma ideia de postagem, campanha ou entendimento do nosso consumidor.

Se você percebe que ficar neste ambiente “conturbado” parece te ajudar, então arrisque um dia de serviço para ver os frutos que irá colher desta nova forma de pensar e criar.

Basta entender como você funciona e não se bloquear. Tudo pode ser um insight, e este insight poderá te levar a um projeto que você não pensaria só de frente para uma tela de computador na sua mesinha no escritório.

Espero que estes benefícios que o home office trouxe para que eu conhecesse melhor como funciono possam te ajudar a se autoconhecer também, testando seus limites e a sua forma de criar.

E você, também está trabalhando desse jeito doido e ainda assim entregando bons resultados, ou sou só eu que trabalho de camisola na cama?

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PUC-SP recebe evento internacional em ciência de dados

PUC-SP recebe evento internacional sobre ciência de dados

O campus Monte Alegre é sede, no próximo dia 2/3, do Woman in Data Science @PUCSP 2020, evento que procura inspirar e educar pessoas, independente do gênero, a conhecer e se interessar por ciência de dados e apoiar mulheres da área.

Originário na Universidade de Stanford, o WIDS acontece na PUC-SP em parceria com a SAP e receberá mulheres atuantes na área para falar sobre suas trajetórias, curiosidades e novidades da tecnologia. Um dos destaques da programação é a professora Edith Ranzini, integrante da equipe que construiu o primeiro computador do Brasil, batizado de “Patinho Feio”.

A atividade é a primeira realizada pela nova Faculdade de Estudos Interdisciplinares da PUC-SP. “Um evento com o WiDS é fundamental para a Universidade e sobretudo para assuntos relacionados às carreiras nas áreas de ciência e de tecnologia. Por se tratar de uma conferência anual que busca inspirar mulheres a seguirem carreiras nestas áreas, contará com palestrantes jovens, atuantes no mercado de tecnologia, e também como experientes, que ajudaram a colocar o Brasil na Era Digital há mais de 45 anos, o caso da professora Edith Ranzini. Todas e todos estão convidadxs”, afirma o diretor da FACEI, professor David de Oliveira Lemes.

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IPG destaca como a informação é essencial para conquistar a confiança do consumidor

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Terry Peigh, Senior Vice President and Managing Director do IPG, esteve na WMcCann nos dias 5 e 6 de fevereiro para apresentar o estudo que compara dados dos brasileiros de 2011 a 2019

 

Há 10 anos, o Interpublic Group vem conduzindo a pesquisa global “The IPG New Realities”, para analisar o comportamento de compra e hábitos dos consumidores diante de todas as novas fontes de informações de produtos disponíveis. O estudo foi realizado inicialmente na China e nos Estados Unidos e, desde então, outros países foram adicionados como Brasil, África do Sul, Rússia, Inglaterra e Índia.

 

A pesquisa investiga, entre outras coisas, até que ponto o consumidor atual valoriza as informações do produto; se eles acham a informação satisfatória; se estão compartilhando essas aprendizagens com seus amigos e familiares; quais canais de mídia são mais valiosos para eles quando se trata de conhecimento sobre produtos; o que eles pensam sobre o papel dos influenciadores hoje; e se têm problemas de falta de confiança com as marcas.

 

Com a pesquisa no Brasil iniciada em 2011, foram feitas ondas de dados destacando as tendências ao longo deste período e o contraste do consumidor brasileiro com o de outros países. Terry Peigh, Senior Vice President and Managing Director do IPG, esteve na WMcCann nos dias 5 e 6 de fevereiro para apresentar o estudo. E o que ficou claro é a demanda do consumidor por mais:

Mais dos fabricantes de produtos:

79% dos entrevistados no ano de 2019 afirmam que agora estão mantendo as marcas em um padrão mais alto do que nunca. Em 2017, foram 71% e em 2015, 66%.

 

Desses, os consumidores mais velhos são os mais exigentes. 80% dos respondentes de 53 a 70 anos disseram que estão mantendo as marcas em um padrão mais alto, 81% na faixa de 35 a 55 anos e 77% entre 18 e 34 anos.

 

Mais valorização à satisfação e o conhecimento sobre produtos:

 

No Brasil, 76% dos entrevistados em 2019 afirmam que o aumento da informação também aumentou sua satisfação com as marcas. O brasileiro apresenta as pontuações mais altas do mundo. Em 2017, foram 71%; em 2015, 65% e em 2013, 57%.

 

Os consumidores brasileiros mais velhos encontram maior valor com as informações. 81% dos respondentes de 53 a 70 anos afirmam que o aumento da informação aumentou a satisfação com as marcas. 72% na faixa de 35 a 42 anos e 74% entre 18 e 34 anos.

 

O aprendizado de produtos continua sendo uma fonte de alegria e recompensa. O brasileiro é o que mais afirma que encontrar informações sobre marcas é gratificante. Em 2019, foram 77% dos respondentes. Em 2015, 66% e em 2011, 46%.

Novamente, o consumidor brasileiro mais velho acha informações particularmente satisfatórias. Foram 79% de 53 a 70 anos, 77% de 35 a 55 e 75% de 18 a 34 anos.

 

Informações mais confiáveis:

 

85% dos entrevistados em 2019 responderam que sempre procuram fontes confiáveis de informação. Em 2011, eram 51%. O segundo maior índice é na Índia, com 77%. Aqui, novamente, o brasileiro apresenta as pontuações mais altas do mundo.

 

E onde eles estão encontrando essas informações confiáveis? 58% dos brasileiros dizem que a recomendação pessoal de marcas é mais importante do que há alguns anos atrás.

 

22% dos entrevistados da América Latina confiam menos na mídia e mais em “pessoas na vida real”.  6% responderam que confiam em websites, -5% em TV/Rádio e -4% em print.

Percebe-se que com uma crescente preocupação com a veracidade das mensagens nas mídias sociais, há uma grande queda na confiança nas recomendações de compra advindas desse meio.

52% dos entrevistados em 2017 afirmam que fizeram uma compra com base na recomendação de alguém cujo conteúdo seguia nas mídias sociais. Já em 2019 ocorreu uma queda, foram apenas 41%.

 

Por fim, mais confiança no nome da marca e na reputação:

Especificamente, os consumidores ainda contam com nomes de marcas e reputação para transmitir a confiança necessária.

Para 67% dos respondentes em 2019, atualmente, os nomes e a reputação da marca são mais importantes do que nunca. Em 2017, foram 66% e 34% em 2013.

 

80% dos clientes dizem que a experiência que uma empresa oferece é tão importante quanto os produtos e serviços. 67% dos clientes dizem que o padrão para boas experiências é mais alto do que nunca (em grande parte impulsionado por novas tecnologias – IA, computação em nuvem, assistentes ativados por voz, realidade virtual, chatbots). 51% dizem que a maioria das empresas fica aquém das expectativas de uma ótima experiência.

 

Outro ponto que pode-se observar é que as compras baseadas em crenças são comuns em todo o mundo. 69% dos entrevistados em 2018 afirmam que compram motivados por crenças e mudança ano a ano. Em 2017, foram 56%.

As pessoas têm mais fé em marcas versus governo, para progredir em questões sociais. Para 46% dos entrevistados marcas têm ideias melhores que o governo e para 53% as marcas conseguem fazer mais do que o governo para resolver problemas sociais.

 

44% dos consumidores da “próxima geração” dizem que a responsabilidade social demonstrada fortalece a confiança em uma empresa. E não é só com jovens compradores. 67% do público de 35 a 54 anos afirma que importa com o que uma marca representa.

 

“Novas forças, desafios e crenças estão impactando o mundo do marketing. Hoje existe a necessidade de apoiar o cliente a longo prazo, gerar experiências e ter um diálogo bidirecional. Mas talvez conquistar a confiança do consumidor seja o item mais crítico de ser rastreado e melhorado”, afirma Terry Peigh, Senior Vice President and Managing Director do IPG.

 

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