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Eventos

Nizan Guanaes em discurso na ANER

Não é de hoje, que a situação das editoras de revistas passam, de maneira geral, por dificuldades.

A queda nas vendas dos títulos e por consequência, a queda de investimento publicitário, tem feito com que editoras enxuguem seus quadros de funcionários.

Isso tem acontecido desde a peqeuna editora, até as grandes como Globo e Abril, que recentemente também anunciaram reestruturação de equipes e títulos.

Por conta deste cenário preocupante, a ANER convidou o mercado publicitário a discutir o futuro de meio, em seu Fórum 2013. O convidado, ninguém menos que Nizan Guanaes, do Grupo ABC.

Seu discurso foi bastante interessante e falou dos desafios que o meio encontra. Porém, uma parte do discurso “mais forte” e que de certa forma, surpreendeu parte dos convidados foi esse que transcrevo a seguir:

“Muitos dos problemas que afligem o mercado de revistas hoje foram criados por vocês (proprietários de editoras). Quem concorre com as revistas não são as plataformas digitais e os outros meios, mas sim as empresas de relações públicas que levam os seus jornalistas, que não conseguem ficar em suas publicações devido aos baixos salários que vocês pagam”.

Nizan Guanaes no Fórum da Aner 2013

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Entretenimento

‘Chico Bento Moço’ chega às bancas!

 


Depois do sucesso da Turma da Mônica Jovem, com mais de 60 edições publicadas, chega às bancas a nova aposta de Maurício de Souza.

Trata-se da primeira edição de “Chico Bento Moço” em que narra a história do jovem caipira que vai para a cidade grande cursar uma faculdade.

Compramos a primeira edição e em breve daremos nossa opiião sobre a vida nova de Chiquinho, contada por Maurício de Souza e sua equipe.

Boa tarde a todos!

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Mídia

Papa de chifres?

 

A última edição da revista americana Time, traz o Papa Francisco na capa.

Tudo maravilhoso, se a letra "M" do título da revista ficasse bem acima da cabeça do Padre Santo, formando algo parecido com um chifre!

Proposital ou infeliz coincidência?

Tratando-se da Time, acredito que tenha sido proposital.

Internautas se revoltam e o assunto bomba nas redes sociais.

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Opinião

Quem não quer ser um Washington Olivetto levanta a mão!

Confesso que ando meio atrasado com minhas leituras.

Tenho lido alguns bons livros e quando me dou conta, estou acumulando revistas semanais ainda lacradasem minha escrivaninha.

Mas na noite da última de Segunda-Feria resolvi dar uma atenção às últimas edições de Meio e Mensagem, Propmark e Adnews em Revista que lá estavam.

E este último título, traz em sua última edição uma interessante reportagem com o consagrado publicitário Washington Olivetto.

Na matéria (que desejo muito que você tenha lido ou faça isso em breve) foram entrevistados estudantes de Publicidade que estão em início de carreira e também o próprio Olivetto.

Interessante a abordagem da matéria, que pela primeira vez, mostra o lado daqueles jovens que não necessariamente vêem no grande mestre Olivetto, um caminho profissional a ser seguido.

Claro que todos estudantes ali entrevistados entendem e respeitam a genialidade e a contribuição do mestre Olivetto, mas também abordam a existência de muito "confete" (palavra minha), marketing e um pouco de mito também quando o "assunto" Olivetto é levantado aqui ou ali.

Para alguns dos que ali foram entrevistados, Olivetto teve seu ápice profissional numa época bem diferente do que vivemos hoje. Essa ideia de sentar, olhar pro teto, tomar um uísque e pensar na vida, enquanto vem uma excelente ideia, está muito longe da realidade de processo vivida dentro das principais agências de publicidade, nos dias de hoje. Não condiz mais com a nossa realidade.

Mais do que isso, Olivetto, que em minha época de faculdade era o "Deus" da publicidade, não é, de forma geral, o "cara" a ser seguido e de referência aos jovens profissionais do mercado.

Quer saber o que Olivetto pensa disso? Entrevistado pela mesma equipe de reportagem do Adnews, Olivetto foi genial, ao falar que seria pouca ambição, que um jovem profissional nos dias de hoje, quisesse ser um Washington Olivetto.

Segundo Olivetto, um jovem atual deve querer ser muito mais que foi o Olivetto, até porque todos precisam buscar a sua própria identidade e personalidade.

Achei genial a matéria que guardei em minha estante!

Quem não quer ser um Washington Olivetto levante a mão!

Fica a dica aos que não leram a brilhante matéria publicada pelo Adnews.

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