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O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática

O marketing de grandes marcas e a sustentabilidade na prática – Creativos Br – Marketing

Está cada vez mais crescente as empresas que se posicionam ambientalmente. Algumas apostam em estratégias de logística reversa com embalagens retornáveis, outras investem em criar embalagens através de resíduos. Envolver agentes civis e o poder público no diálogo, assim como desenvolver novos materiais industriais “ecologicamente corretos”, de acordo com texto publicado no Meio & Mensagem por Karina Balan, são ações que possuem potencial para solucionar o problema de desperdício de recursos e descarte indevido de resíduos em escala industrial. Existe um clima de “pressão” sob as marcas para adotarem princípios da economia circular. soldes coque iphone No último final de semana, a economia circular foi tema em muitos painéis do Festival Path, em São Paulo. Representantes de grandes players como Ambev e Coca-Cola e especialistas em políticas sustentáveis, apresentaram seus desafios para escalar práticas sustentáveis no Brasil e no mundo. Thaís Vojvodic, gerente de sustentabilidade da Coca-Cola, disse durante o Path que inovação não é sempre sobre tecnologia, mas sobre romper barreiras culturais entre empresas. coque iphone A Coca-Cola e a Ambev, por exemplo, há dois anos criaram a iniciativa Reciclar Pelo Brasil para oferecer apoio cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e têm como parceiros empresas como Vigor e Nestlé. Para Thaís, as empresas continuam sendo concorrentes e competindo entre si, porém, quando se trata de reciclagem e sustentabilidade não há motivos para competir. Os investimentos em embalagens retornáveis e em logística reversas já voltaram a ser uma prática das empresas. Contudo, para Thaís, o desafio é incentivar o consumidor a adotar um hábito antigo, no caso dos retornáveis. O Fórum Econômico Mundial aconteceu em janeiro, em Davos, na Suíça. Na ocasião, James Quincey, CEO da Coca-Cola, compartilhou que até 2030 a companhia pretende coletar e reciclar 100% das suas embalagens. coque iphone en ligne Neste trajeto da economia circular, a Nestlé também caminha junto com a mesma meta, porém com prazo até 2025. coque iphone xr O Head de sustentabilidade da Ambev, Richard Lee, afirma que as práticas relacionadas com sustentabilidade devem ser vistas como parte do core business das empresas, deixando de ser apenas branding. coque iphone “Se não tivermos uma bacia hidrográfica saudável, não conseguimos operar adequadamente”, exemplifica Richard, que afirma também que a empresa investe junto a startups e universidades para incorporar soluções sustentáveis. Sob outro viés, aponta Fernando Penedo, especialista em sustentabilidade urbana, que entre as empresas, a sociedade civil e os governos possuem desalinhamentos no quesito sustentabilidade. “É muito difícil vermos iniciativas de sustentabilidade das empresas sendo criadas junto à sociedade civil. Além disso, geralmente empresas privadas não querem se misturar com assuntos públicos, o que é necessário. coque iphone xs Hoje em dia, quem cuida do pós-consumo no País é apenas o poder público”, ponderou e exemplificou com o caso da cidade de São Paulo, que gasta sozinha mais de R$ 1 bilhão anuais para coletar e transportar o lixo do município. Thaís, da Coca-Cola, ressalta a ótica econômica: “A carga tributária referente a produtos reciclados pode se apresentar pouco viável para algumas empresas. Um produto que já pagou toda a sua cadeia tributária, como uma garrafa PET, quando é reciclado paga o mesmo valor novamente, enquanto o descarte de lixo tem custo menor.

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Está cada vez mais crescente as empresas que se posicionam ambientalmente. coque iphone 8 Algumas apostam em estratégias de logística reversa com embalagens retornáveis, outras investem em criar embalagens através de resíduos. Envolver agentes civis e o poder público no diálogo, assim como desenvolver novos materiais industriais “ecologicamente corretos”, de acordo com texto publicado no Meio & Mensagem por Karina Balan, são ações que possuem potencial para solucionar o problema de desperdício de recursos e descarte indevido de resíduos em escala industrial. Existe um clima de “pressão” sob as marcas para adotarem princípios da economia circular. coque iphone 8 No último final de semana, a economia circular foi tema em muitos painéis do Festival Path, em São Paulo. Representantes de grandes players como Ambev e Coca-Cola e especialistas em políticas sustentáveis, apresentaram seus desafios para escalar práticas sustentáveis no Brasil e no mundo. soldes coque iphone Thaís Vojvodic, gerente de sustentabilidade da Coca-Cola, disse durante o Path que inovação não é sempre sobre tecnologia, mas sobre romper barreiras culturais entre empresas. A Coca-Cola e a Ambev, por exemplo, há dois anos criaram a iniciativa Reciclar Pelo Brasil para oferecer apoio cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e têm como parceiros empresas como Vigor e Nestlé. Para Thaís, as empresas continuam sendo concorrentes e competindo entre si, porém, quando se trata de reciclagem e sustentabilidade não há motivos para competir. Os investimentos em embalagens retornáveis e em logística reversas já voltaram a ser uma prática das empresas. Contudo, para Thaís, o desafio é incentivar o consumidor a adotar um hábito antigo, no caso dos retornáveis. acheter coque iphone en ligne O Fórum Econômico Mundial aconteceu em janeiro, em Davos, na Suíça. Na ocasião, James Quincey, CEO da Coca-Cola, compartilhou que até 2030 a companhia pretende coletar e reciclar 100% das suas embalagens. Neste trajeto da economia circular, a Nestlé também caminha junto com a mesma meta, porém com prazo até 2025. O Head de sustentabilidade da Ambev, Richard Lee, afirma que as práticas relacionadas com sustentabilidade devem ser vistas como parte do core business das empresas, deixando de ser apenas branding. coque iphone xr “Se não tivermos uma bacia hidrográfica saudável, não conseguimos operar adequadamente”, exemplifica Richard, que afirma também que a empresa investe junto a startups e universidades para incorporar soluções sustentáveis. Sob outro viés, aponta Fernando Penedo, especialista em sustentabilidade urbana, que entre as empresas, a sociedade civil e os governos possuem desalinhamentos no quesito sustentabilidade. “É muito difícil vermos iniciativas de sustentabilidade das empresas sendo criadas junto à sociedade civil. Além disso, geralmente empresas privadas não querem se misturar com assuntos públicos, o que é necessário. Hoje em dia, quem cuida do pós-consumo no País é apenas o poder público”, ponderou e exemplificou com o caso da cidade de São Paulo, que gasta sozinha mais de R$ 1 bilhão anuais para coletar e transportar o lixo do município. Thaís, da Coca-Cola, ressalta a ótica econômica: “A carga tributária referente a produtos reciclados pode se apresentar pouco viável para algumas empresas. Um produto que já pagou toda a sua cadeia tributária, como uma garrafa PET, quando é reciclado paga o mesmo valor novamente, enquanto o descarte de lixo tem custo menor.

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Marketing

McDonald’s substitui o plástico dos seus canudos por alternativas biodegradáveis

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Na Índia, o McDonald’s vem trabalhando ao longo dos últimos meses com os seus fornecedores para implementar uma ação sustentável em seus restaurantes. soldes coque iphone A principal filial do McDonald’s no oeste e sul da Índia informou que fez essa transição do plástico para alternativas ecológicas e biodegradáveis para os itens usados nas embalagens. coque iphone 2019 A empresa já se afastou do plástico em Maharashtra e das principais cidades de Karnataka. coque iphone O McDonald’s vem trabalhando para uma mudança a nível internacional. coque iphone x E na Índia, a previsão é que nos próximos meses essa solução sustentável já esteja sendo aplicada em todo o mercado. coque iphone pas cher De acordo com o McDonald’s, os restaurantes agora oferecem aos clientes talheres de madeira em vez de plásticos. coque iphone 6 Vale ressaltar que esta prática de trabalhar com fornecedores a fim de utilizar materiais sustentáveis é realizada nos Estados Unidos, mas não somente pela franquia, bares e restaurantes já adotaram a postura em diversos lugares do País.

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Mídia

Criatividade em front light

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                              "Use energia sabiamente"

                                           "Eskon"

 Criatividade presente nas coisas mais simples!

 A dica é do amigo JJ, em seu Blog www.blogdojj.com.br 

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Santander une veículos de comunicação

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Os assinantes do Jornal Folha de S. Paulo tiveram uma surpresa na última Quarta-Feira.

Junto com a edição do jornal pela manhã, veio um exemplar do concorrente O Estado de S. Paulo.

Como assim?!? São fervorosos concorrentes da mídia impressa brasileira.

Pois é, realmente aconteceu.

Os assinantes do O Estado de S. Paulo, também receberam um exemplar da Folha.

A ação é do Banco Santander, que tem como mote, a "idéia do Juntos".

Na minha opinião, tem alguma coisa aí de similar com aquela campanha criada pela McCann para a Nestlé, alguns anos atrás. A campanha se chamava Junta Brasil. Lembram?

Mas tudo bem. Ainda assim, achei a atitude ousada e de certa forma, chamou a minha atenção e também, a de inúmeras pessoas, com quem conversei de ontem para hoje.

Quem poderia imaginar, Estadão e Folha juntos?

A ação não parou por aí.

Além da ação com os assinantes dos jornais acima citados, a Talent, agência responsável pela campanha publicitária do Real, ainda juntou na manhã desta Segunda-Feira, no rádio, as emissoras Band News, Bandeirantes, Jovem Pan e Eldorado. Em um programa de poucos minutos, as emissoras em rede, através de seus âncoras, liderados por Salomão Esper, discutiram a questão da sustentabilidade.

Mais uma vez, digo: achei excelente a ação.

Para fechar, tem o vídeo de tv aberta, que começou a ser veiculado no início da semana. Destaque para o texto do filme.

Vejam:

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Publicidade verde

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A Revista Meio e Mensagem desta semana traz uma matéria de capa a respeito do “discurso verde” das empresas através de suas publicidades.

Segundo a revista, uma pesquisa realizada em diversos países, inclusive o Brasil, pelo Grupo Havas aponta que para 64% dos consumidores, as marcas só se envolvem com sustentabilidade para melhorar sua imagem institucional.

Para mim, não foi surpresa alguma, esse dado da pesquisa. As empresas perceberam na sustentabilidade, uma ótima oportundiade para defenderem o “seu peixe”.

Os consumidores passaram a entender essa questão como critério bastante relevante na aquisição de produtos.

Um exemplo disso é um dado da mesma pesquisa que diz que 90% dos consumidores respeitam empresas responsáveis e compromomissadas com o meio ambiente.

Aqui no Brasil, as empresas mais poluidores e que mais causam danos ao meio ambiente são as que mais vão à mídia para falar de responsabilidade social.

Agora então, com o resultado dessa pesquisa vai “chover” anúncio institucional no intervalo so Fantástico e do Jornal Nacional.

Podem esperar.

 

 

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