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Mídia

Facebook com cara nova

Com a popularização dos “shorts vídeos” com a plataforma TikTok, a companhia do Facebook resolveu trazer para o aplicativo central a ferramenta Reels do Instagram para mostrar aos usuários novas opções comerciais aos anunciantes.
Os vídeos curtos estão crescendo cada vez mais nas plataformas digitais, dando muita movimentação no mercado publicitário pois as marcas ali enxergaram uma oportunidade para alcançar o público em alta escala.
Sendo assim, o Facebook anunciou que algumas mudanças serão feitas em sua plataforma, já que no decorrer do tempo a rede acabou sendo de alguma forma “esquecida” pelos usuários que estavam preferindo redes como Instagram e Tiktok.
O Facebook disse o seguinte em seu blog pessoal “As pessoas podem descobrir Reels com base em seus interesses ou na seção News Feed, dedicada a mostrar o que é popular”.
Essa mais nova aquisição do Facebook é um grande exemplo de como as empresas de mídias sociais dos EUA estão oferecendo aos influenciadores oportunidades de se tornarem celebridades digitais, com uma forma de alcançar maiores audiências. Os Reels serão exibidos para todos os usuários do APP e não apenas para quem segue aquela conta, se igualando um pouco com a ForYou do TikTok.
Nos últimos anos o Facebook vem inovando bastante sua plataforma digital para o aumento de seu público, quando o Instagram adicionou a função dos stories em 2016, onde as postagens ficavam durante 24 horas por conta da febre do Snapchat. O que acontece é que os vídeos se tornaram essenciais no mundo da publicidade, o que acabou obrigando as marcas a desenvolverem estratégicas que pudessem atingir o seu público de forma mais criativa e de certa forma dinâmica, até por que sabemos que os “vídeos de 30 segundos” conseguem nos prender por horas, quem nunca acabou perdendo noção do tempo com eles?.

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EntretenimentoMídia

TikTok e a erotização precoce

O TikTok é uma rede social onde seus usuários podem gravar vídeos curtos e compartilhar na rede, e com a pandemia e o distanciamento social a rede teve seus acessos aumentados por trazer diversos conteúdos que interessa a pessoas do mundo todo. Porém, existem muitos riscos contidos no conteúdo do TikTok, principalmente para as crianças.

Dois anos atrás, a rede teve que pagar uma multa de US$ 5,7 milhões por coletar dados de crianças ilegalmente. Neste ano, o TikTok recebeu também uma multa da Holanda de US$ 900.000 por violar leis de proteção a dados pessoais. Diante de todos os acontecimentos, a rede alterou suas configurações de privacidade e trancou perfis de menores entre 13 e 15 anos.

Contudo, a empresa ainda possui diversas defasagens no seu algoritmo que contribui para criação de conteúdo com algum grau de nudez. Um levantamento feito pela própria rede mostrou que no 2º semestre de 2020 o Brasil ficou em terceiro lugar no ranking de vídeos removidos, tendo mais de 7,5 milhões de vídeos de usuários brasileiros apagados. Os motivos da exclusão dos vídeos foram “segurança de menores” e “nudez e atividades sexuais de adultos”.

Quanto maior o tempo de exposição das crianças nas redes sociais, maiores são os riscos de consumo a conteúdos inapropriados para sua faixa etária. Essas exposições podem levar a erotização precoce. Um exemplo desse caso foi a “Trend do Terninho”, desafio que teve uma grande repercussão no último mês. Nesse desafio o usuário aparece usando um look simples e sem maquiagem, enquanto no fundo é reproduzido um áudio específico; em seguida, com uma transição do vídeo, o usuário aparece mais produzido usando um terno aberto, muitas vezes com nenhuma roupa por baixo.

O desafio ficou bem famoso, tendo mais de 345 mil vídeos gravados, sendo muito desses vídeos gravados por menores de idade.
Estamos vivendo a era das redes sociais, e com certeza ainda vão crescer cada vez mais com os anos. É impossível manter as crianças isoladas delas, por isso é necessário que as plataformas cresçam em segurança de dados e melhorar seus algoritmos de acordo com a faixa etária, bem como é importante um acompanhamento dos pais nos perfis de seus filhos.

 

 

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Opinião

O Youtube está sendo esquecido? Veja o porquê

Já percebeu que não se ouve tanto falar do YouTube recentemente? Ele foi sendo deixado de lado durante os anos? Qual o motivo disso?

 

Anos atrás, o Youtube era a principal (e quase única) maneira de se assistir vídeos online para se entreter. A plataforma se tornou um marco na história da internet e todos passavam muito tempo lá. Mas de tempos para cá pudemos perceber que as coisas mudaram. Com tantas opções de streaming e de outras redes sociais, o YouTube acaba se apagando em meio a uma enorme variedade de “concorrentes”.

Vemos que o que gera engajamento, agora, são vídeos curtos e diretos, sem tanta enrolação. Em questão de segundos, o usuário decide se vale a pena gastar um minuto do seu dia naquele conteúdo ou não. Não é atoa que vemos o sucesso estrondoso do TikTok ou dos reels do Instagram. Porém, esse dinamismo não é o diferencial da plataforma.

Outro fator acaba sendo o algoritmo, que é pauta para muitos youtubers e ex-youtubers há anos. A maneira com que a plataforma prejudica alguns conteúdos e beneficia outros é, muitas vezes, desleal. Por isso, muitos criadores desistem dela e acabam migrando para outras plataformas. Um exemplo claro são os  milhares de gamers e streamers que decidiram seguir nova carreira na Twitch, fazendo lives e ganhando muito mais lucro e visibilidade.

Falando nisso, já parou para pensar que o YouTube quer ser tudo, menos ele mesmo? Calma, vou explicar. Acredito, sim, que as plataformas precisam mudar e se atualizar de acordo com o público. Porém, será que o YouTube está fazendo isso corretamente? Na plataforma, há muita coisa acontecendo: shorts (vídeos curtos, quase como o TikTok), espaço para fazer publicações, opção de comunidade e membros, histórias (como os stories do Instagram)… é como se houvesse uma perca de identidade. Por mais que dizemos anteriormente que as pessoas costumam optar por conteúdos mais rápido, ainda há espaço para vídeos mais longos e elaborados.

Se o objetivo é se manter influente, o YouTube deveria focar em dar suporte aos criadores e usuários que ainda estão na plataforma. Melhorar o algoritmo para entregar o vídeo certo para o público certo é o ideal. Quem nunca foi recomendado para um vídeo absolutamente nada a ver com os seus gostos? Quantas vezes você já viu canais com 1 milhão de inscritos, mas com apenas 10 mil visualizações em seus vídeos? De nada adianta copiar os concorrentes e negligenciar seu próprio público, o resultado é claro: novos usuários não vão aderir e os antigos irão sair.

Além disso, gostaria de fazer um adendo sobre um dos maiores incômodos do YouTube atualmente por inúmeros usuários: a quantidade de propagandas. Muitas vezes deixamos de assistir um vídeo por conta do enorme número de anúncios que eles têm. Mesmo sabendo que são os criadores que colocam as propagandas nos seus vídeos, ainda acredito fortemente que o principal culpado é, novamente, o algoritmo da plataforma. Se os vídeos dos canais fossem realmente entregues pros inscritos, mais pessoas assistiriam e menos propaganda seria necessário para manter as receitas dos criadores.

 

Mas é claro, não podemos esquecer que o YouTube ainda continua sendo a maior plataforma para se assistir vídeos online e ele ainda é muito útil. Quando queremos algum tutorial, vídeo aula, ou vídeos mais objetivos, esse é o lugar correto. E ainda possui muito conteúdo bom, e é ótimo para divertir as crianças, por exemplo. Por outro lado, o número de criadores na página vem caindo, e isso é algo a se levar em conta.

O que você acha de tudo isso? Possui algo a acrescentar ou não concorda com o que foi dito aqui? Fala pra gente aqui nos comentários!

 

 

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Entretenimento

Chevrolet chega ao TikTok com batucada de Carlinhos Brown em volante musical

Em um volante transformado em instrumento musical por meio de tecnologia, cantor cria um beat e lança desafio na rede social

Quem não batuca no volante enquanto dirige ouvindo suas músicas preferidas? Foi este insight que originou a ação de lançamento do perfil no TikTok da Chevrolet ao som da batucada de Carlinhos Brown. A ação, criada pela Commonwealth/McCann – divisão da WMcCann para atendimento exclusivo da Chevrolet – , e com estratégia de mídia digital da Isobar, a Dentsu Company, tem como objetivo trazer visibilidade para a montadora entre o público jovem, reforçando a presença da marca nas redes sociais.

Com data marcada para o dia 20 de julho, o lançamento do TikTok da Chevrolet deu a Carlinhos Brown a inusitada missão de criar um beat a partir de um volante musical de um veículo da marca com tecnologia desenvolvida exclusivamente pela BizSys, com coordenação, projeto técnico e escopo da área de tecnologia da WMcCann.

“O território da música e tecnologia faz parte da Chevrolet e unimos as duas coisas para estrear nesta rede social que é sensação no Brasil”, destaca Hermann Mahnke, diretor-executivo de Marketing GM América do Sul.

O volante usado por Brown na ação foi adaptado a partir de uma bateria eletrônica, ou seja, cada parte do aro do volante é preenchida com um sensor responsável por uma parte do instrumento de percussão. Ao bater os dedos no volante, é possível ouvir diferentes sons de percussão reproduzidos no alto falante do carro. E não será apenas Carlinhos Brown que soltará o som durante a ação de lançamento do TikTok da Chevrolet, os seguidores da marca também serão convidados a participar do #BatuqueChallenge para criarem músicas nos volantes ou, até mesmo, imitar o batuque criado pelo cantor.

Além do cantor, nove creators da agência de influencers de TikTok G3A – Thalita Meneghim, Giulia Be, Supla, Paloma Souza, Pkllipe, Bia Napolitano, Rodrigo Rossi e Fael Gomes – estarão no comando do perfil da Chevrolet durante seis dias agitando o desafio e tornando o #BatuqueChallenge uma nova mania da rede social. O Instagram Reels também será palco deste desafio, dando ainda mais amplificação e engajamento na ação de lançamento com conteúdos exclusivos.

Ficha Técnica:
Agência: WMcCann
Cliente: General Motors
Produto: Tik Tok
Nome da campanha: Lançamento Tik Tok #BatuqueChallenge
Time do Cliente: Hermann Manhke, Federico Wassermann, Paula Saiani, Felipe Silva, Mariane Viola, Stefano Begliomini e Rebecca Nascimento
CEO: André França
CCO: Hugo Rodrigues e Mariana Sá
Gerente de projetos: Lara Falluh
Direção de Criação: Fernando Penteado e Eric Sulzer
Criação: Felipe Lermen e Francisco Oliveira
Assistente de Arte: Edilene Santos e Jennifer Oliveira
CSO: Renata Bokel
Planejamento: Eduardo Cabral, Tatiana Weiss, Luiz Angi, Arissa Oliveira e Pedro Hypolito
Diretor de negócios: Danilo Ken
Atendimento: Joana Campanelli, Caroline Rosa e Nicole Iasbech
ISOBAR – Estratégia Digital de Campanha: Ana Leão, Aloísio Pinto, Felipe Volpintesta, Alan Alves, Eric Scapim, Fernanda Marin, Ana Paula Thurler, Carmen Scórcio, Daniel Oliveira, Camila Moraes, Juliana Ribeiro, Paula Nóbrega, Jonathan Machado, Félix Fontes, Karina Okabatake, Marina Tunes, Raquel Cruz
Aprovação cliente: Hermann Mahnke, Bruno Campos, Francisco Batajelo, Francine Santos
BI: Felipe Borges, Thiago Tiuzzi, Fábio Oliveira, Camila Oliveira, Alexandre Costa, Eduardo Faustino.
Conteúdo: Patrícia Colombo, Dayana Teixeira, Larissa Araújo e Gustavo Ferreira
Diretor de Tecnologia: Marcelo Soares
Tecnologia: Marcos Falcão e Caio Costa
Vp de produção: Tato Bono
Diretora de Produção: Camila Naito
Produção Integrada: Daniela Freitas e Ana Andrade
Produtora de Imagem: Raiz Estúdio
Produtora Executiva: Fernanda Moraes
Diretora de Atendimento: Betania Garib
Direção de Cena: Cassio Neves
Diretor de Fotografia: Victor Carvalho
AD: Roberto Veiga
Stylist: Marcelo Gomes
Beauty: Amanda Pris
Diretor de Produção: Rodrigo Magu
Montagem: Paulo Alberto
Motion Graphics: Ligia Murakawa
Color: Clandestino
Produtora De Som: Hefty
Produtor: Edu Luke, Otávio Cavalheiro, Celso Moretti, Tuco Barini E Rud Lisboa
Atendimento: Debora Carvalho E Daniella Cabaritti
Coordenação: Cristiane Oliveira
Curadoria Artística: Cara de Conteúdo
Estratégia Digital: G3A Social ID
Estratégia Criativa: Guilherme Abreu Andrade
Produção: Luiza Pinato
Produção Gráfica: Mauricio Martim e Nereu Marinho
Art Buyer: Nathan Marino
Relações Públicas: Kerena Neves

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Conteúdo

Vídeos na publicidade: 3 canais para você se inspirar

Quantos vídeos você já viu hoje? Aposto que conhece todos os aplicativos que contém vídeos como TikTok, Instagram, Kwaii, YouTube, entre outros.

Segundo a Kantar IBOPE Media, o Brasil se destaca no consumo de vídeo quando relacionado à média global. Assim, a nova onda dos vídeos se tornou tão grande que cada vez mais as marcas investem nessa ferramenta, seja pela facilidade ou pelo retorno que eles trazem.

Além disso, o uso dos vídeos possibilita várias oportunidades como mostrar o uso do produto, as cores, envolver os clientes sobre os benefícios e qualidades do serviço e prender a atenção do consumidor.

Devido a isso, muitas formas de vídeo se tornaram famosas, como a repetição de danças, as receitas rápidas/dicas de estudo e até vídeos mais longos com conversas e debates no IGTV.

E, se você se interessou e quer começar a fazer algum vídeo para o seu canal ou perfil, vou dar alguns exemplos para que você possa se inspirar!

  • Niina Secrets

De uma maneira descontraída e divertida, ela testa produtos de beleza, traz tendências sobre este mercado, além de contar um pouco da sua vida por meio de vlogs.

  • Thoraya Maronesy

Com perguntas e questionamentos sobre a vida e sentimentos das pessoas, Maronesy traz histórias e reflexões que podemos fazer durante a nossa vida.

  • TPM por Ju Ferraz

Não podíamos esquecer da comida! Brincadeiras à parte, o perfil da Ju mostra um pouco de receitas, experimentação de pratos de diversos restaurantes e fast foods (que muitos amam). Vale a pena dar uma olhadinha e se divertir com as histórias dela!

Bom, existem muitos outros perfis que poderiam entrar nessa lista e te inspirar ainda mais a utilizar essa ferramenta, faça uma pesquisa sobre os temas que você mais gosta e te faz sentir mais à vontade e aproveite a onda dos vídeos nas plataformas para fazer muito sucesso!

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Entretenimento

Conheça o “YouTube Shorts”, o novo recurso implementado pelo YouTube

Durante o período de quarentena, experimentado por todos nós desde o início do ano passado, foi evidente o crescimento estrondoso de aplicativos que possibilitam a criação de vídeos de curta duração, como o TikTok, Instagram Reels e Kwai. Dentro deles, os usuários se sentem livres para expor seus talentos, dicas, opiniões e a diversão é garantida com a criatividade e a autenticidade rolando solta com os vídeos mais incríveis. Afinal de contas, o brasileiro precisa ser estudado, não é mesmo?

A Google, percebendo isso, resolveu implementar uma nova ferramenta no YouTube, já reconhecido mundialmente como uma plataforma de streaming e compartilhamento de vídeos. O novo recurso é o chamado: “YouTube Shorts”. Vamos entender um pouco melhor as vantagens e desvantagens desse update?

Com o YouTube Shorts, o usuário possui recursos muito parecidos com aqueles já utilizados em outros aplicativos voltados para vídeos curtos, como a possibilidade de publicar vídeos (gravados no modo vertical) contendo até 60 segundos, gravá-los e editá-los dentro do próprio aplicativo, adicionando filtros, múltiplos trechos, legendas de modo automático ou manual, e até mesmo áudios e músicas. O layout é semelhante àquele com o qual todos já estamos acostumados, contendo os botões sempre à direita e possibilitando uma rolagem infinita de conteúdo (que cá entre nós, é a culpada por passarmos horas e horas vendo vídeos sem nos dar conta da passagem do tempo haha).

Por um lado, trazer esses recursos de um modo não muito diferente do que já estamos habituados é bom! Já que não haverão muitas dificuldades no manuseio, e o modo de exibição já tem uma usabilidade e eficiência comprovadas pelo público, em experiências anteriores dentro de outros aplicativos. Mas esse fator também possui um lado ruim: Por que as pessoas deixariam um aplicativo que já faz parte do dia a dia delas, onde elas já têm suas preferências reconhecidas pelo algoritmo, já seguem as personalidades que produzem os conteúdos que as agrada, e já produzem conteúdo ali de forma satisfatória para seus propósitos, para trocarem por outro mais recente, sem muitos diferenciais e com menos recursos já inclusos? Essa possibilidade só será algo a ser considerado pelos usuários no momento em que o YouTube adicionar algo realmente inovador, que os outros aplicativos do ramo ainda não possuem.

Visando se destacar dentro desse cenário de difícil disputa, o YouTube permitiu que os vídeos curtos tenham integração com o extenso catálogo de vídeos já publicados na plataforma, sendo possível selecionar trechos específicos, não só deles, mas também de músicas que fazem parte do acervo do YouTube Music, que possui contrato com grandes artistas e gravadoras. Isso traz a possibilidade de criar conteúdos baseados em outros já existentes, fator vantajoso para o usuário.

Como os “shorts” ainda não foram aderidos massivamente pelas pessoas, o número de vídeos dentro dessa categoria ainda é bastante reduzido, o que favorece um maior alcance para os que se arriscam. Vídeos simples alcançam marcas de milhões de visualizações em pouco tempo. Mas isso não se torna tão atrativo ainda para aqueles que produzem conteúdo, pois os vídeos no formato “shorts” ainda não são capazes de gerar receita. A plataforma ainda não estruturou um plano de monetização a longo prazo, mas criou um fundo com cerca de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 530 milhões de Reais) para recompensar criadores que produzirem conteúdos exclusivos que agradem a comunidade.

A função ainda se encontra na fase beta, ou seja, de desenvolvimento e aprimoramento, podendo sofrer alterações. Os vídeos publicados no Shorts apenas estão disponíveis na versão Mobile do YouTube para Android e iOS, e somente em alguns países (o Brasil já é um deles). Eles se encontram em uma aba específica chamada “Shorts”, similar a uma prateleira que coloca em destaque alguns dos vídeos já publicados.

Que tal ir lá conferir e contar pra gente a sua opinião?

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Mídia

O excessivo conteúdo de DIY

Como as trends e tendências das mídias sociais se transformaram em um excessivo faça você mesmo.

Em tempos pandêmicos, a cultura digital se intensificou no dia a dia brasileiro, com diferentes estilos e temas, mas sempre procurando agregar de alguma forma.
Além dos vídeos de entretenimento, uma linha que vem crescendo cada vez mais são os vídeos de curta duração que mostram dicas de DIY.
O DIY, sigla em inglês que significa “do it yourself” – “faça você mesmo”, é uma área virtual que procura ensinar como algum trabalho pode ser feito em casa, um exemplo disso são as dicas de moda que transformam uma peça antiga em algo novo e tendencial.
Entretanto, com esse aumento significativo de pessoas mostrando seu trabalho, as mídias sociais influenciaram indivíduos sem conhecimento algum sobre o produto em questão a aprofundarem e produzirem trabalhos manuais até então feitos somente por comerciantes.
Mas, aprender a fazer chaveiros de resina, receitas que copiam deliciosas refeições famosas ou vestidos de grife aclamados, interfere de alguma forma no mercado?
Por mais que o processo seja exibido passo a passo de como o produto é feito, muitos materiais não são encontrados facilmente em casa, fazendo com que o cliente recorra ao comércio.
Contudo, com a necessidade de renda extra em casa e o índice de desemprego em alta, as tendências de DIY (mais…)

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Marketing

Storytelling: o que é e o porquê você deve utilizar

Quem não gosta de uma boa história? Todos nós temos uma para contar, aquela memória engraçada de um parente próximo, um acontecimento marcante da sua infância e até mesmo narrar os primeiros capítulos de uma nova série que você iniciou, todos nós temos histórias para contar. E o Storytelling trata-se da habilidade de contar todas essas histórias de forma técnica, nos ajudando a promover ações e negócios através da persuasão.

Está estratégia tem sido bastante utilizada para realizar vendas de forma direta. Muitas empresas tem feito uso deste recurso se expandindo além das palavras com frequência no audiovisual. Além do mais, temos o digital storytelling que tem dominado plataformas como a rede chinesa Tiktok atraindo novos clientes de diversas gerações.

Dito isso podemos entrar no seguinte ponto, com chegada da tecnologia e o crescimento dos movimentos sociais, as pessoas passaram a comprar com maiores propósitos. Eles querem saber quem é a marca, de onde veio e como se posiciona em relação aos acontecimentos. Ter um diferencial é primordial, mas quando o mercado satura, o storytelling pode ser sua carta na manga para mostrar para o seu consumidor quem é você e porque o seu produto é especial.

Quer um exemplo prático? Quando vamos ensinar as crianças a não confiar em estranhos nós lemos “chapeuzinho vermelho”. Ou que a mentira tem perna curta “Pinóquio”, a criação destas narrativas pode ser muita mais efetiva e clara, portanto na hora de falar com o seu público lembre-se que uma boa narrativa de ser composta de:

Proposito – como seres humanos somos movidos por emoção, crie enredos que estejam relacionados ao propósito da marca ou do produto. Tenha verdade e personalidade no está sendo exposto, carregue consigo vivência, gerando identificação e empatia.

Seja fluído –  uma narrativa fluida é uma narrativa firme. Sendo contínuo o seu ouvinte dificilmente dispersa do que é dito, atraindo o foco total a suas informações.

 

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Conteúdo

As mídias sociais e o movimento #StopAsianHate no combate ao preconceito

Desde o início dos primeiros casos de Covid-19 no Brasil, o aumento dos crimes de ódio contra a comunidade asiática foi absurdo. E as vítimas desses ataques de racismo e xenofobia são principalmente mulheres e idosos asiáticos, acusados de serem responsáveis pela disseminação do coronavírus no país.

O movimento #StopAsianHate ganhou muita força nos Estados Unidos nesses tempos de pandemia, principalmente nas mídias sociais.

O impacto das mídias sociais para o movimento #StopAsianHate 

João Luiz (@joaolpedrosa)

Sendo participante do Big Brother Brasil desse ano, João foi alvo de comentários racistas nos últimos dias. Seu perfil no Twitter tem feito feats (parcerias) com influenciadores digitais que combatem o preconceito contra as minorias. O feat foi feito com um vídeo da atriz Ana Hikari, que explica mais o movimento #StopAsianHate, uma luta frente aos crimes de ódio contra asiáticos que cresceram durante a pandemia do covid-19. Ana Hikari respondeu dezenas de comentários com dúvidas sobre o movimento.

A iniciativa do perfil do João Luiz com certeza ajudou a dar visibilidade ao movimento, já que seu perfil alcança diretamente o público do BBB, principalmente os jovens que acompanham o programa, retratando o poder que as mídias sociais apresentam no presente.

Ana Hikari (@_anahikari)

É uma atriz brasileira, conhecida pela sua personagem Tina em Malhação: Viva a Diferença. Ana carrega consigo uma importância muito grande para o movimento, ela foi a primeira atriz amarela a protagonizar uma novela da Rede Globo, isso somente foi acontecer em 2017.

Ela conta com mais de 1.3 milhão de seguidores no Instagram e produziu um vídeo que possui mais de 670 mil visualizações, justamente falando sobre a campanha #StopAsianHate, narrando casos de crimes nos EUA e como esses crimes se relacionam com a realidade do Brasil. – “Essas agressões são fruto de uma lógica racista que impõe que certas pessoas, pelo simples fato de não serem brancas, são inferiores. Isso afeta muito pessoas negras, mas isso também afeta outros grupos étnicos, de maneiras diferentes, mas afeta.”

Cláudia Okuno (@clauokuno)

Também é atriz e produtora de conteúdo no Instagram e no Tiktok, conta com 11,1 mil seguidores no Instagram e mais de 9 milhões de curtidas na plataforma do Tiktok.

Clau traz a questão dos asiáticos no Brasil e como frases como “Volta pro Japão”, são sim um tipo de discriminação. Além de posts com a pauta de porque não comparar pessoas da mesma etnia e também trazendo um relato pessoal de como é ser brasileira e se sentir estrangeira no próprio país.

Com o uso do humor, Clau conseguiu atingir um público muito vasto, em destaque, o jovem brasileiro. É através desse tipo de ação e representatividade que o país tenta caminhar na direção da igualdade étnica.

As celebridades também estão contra o preconceito

A representatividade asiática precisa ter mais detaque nas mídias, e hoje em dia, mais celebridades e influenciadores digitais estão dando voz à causa. Entre elas podemos citar:

– Sandra Oh (@iamsandraohinsta)

Sendo canadense e com uma família de imigrantes coreanos, mais conhecida pelo papel de Cristina Yang na série Grey’s Anatomy, Sandra Oh compareceu em março deste ano em um protesto que pedia o fim do racismo contra os asiáticos e seus descendentes. Ela liderou o protesto com a fala “Tenho orgulho de ser asiática. Eu pertenço a este lugar! Muitos de nós não temos a chance de dizer isso, então eu só queria nos dar a oportunidade de gritar isso.”

– Revista Marie Claire – Sabrina Sato, Ana Hikari e Maryel Uchida

Em 2018, a revista Marie Claire publicou como capa do mês uma homenagem aos 110 anos de imigração japonesa. A capa contou com Ana Hikari, Sabrina Sato e Maryel Uchida, elas debateram sobre um assunto importante para a comunidade nikkei, o preconceito anti-amarelo.  As três falaram de suas origens japonesas e como o “olho puxado” e a etnia amarela fizeram com que vivessem microagressões cotidianamente.

É preciso mudar o pensamento de que no Brasil só o branco pode fazer o melhor. A luta pela igualdade é uma causa que tem que ter voz em empresas, e principalmente agora, nas recentes startups, empresas que chegaram no mercado de trabalho com a base de inovação de tecnologia mas também de pensamento.

 

Fonte: https://www.otempo.com.br/super-noticia/super-tv/sandra-oh-diz-ter-orgulho-de-ser-asiatica-em-protesto-contra-racismo-1.2462660

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Mídia

TikTok e o seu impacto na Indústria Musical

TikTok é uma plataforma de origem chinesa criada 2016 pela ByteDance. Somando mais de 800 milhões de usuários, traz como proposta a criação de pequenos vídeos de 15 a 60 segundos. O usuário pode gravar o vídeo e editá-lo na própria ferramenta. É possível inserir diversos efeitos, filtros, trilhas sonoras, legendas, gifs e tudo o que é necessário para expressar a criatividade.

Atualmente o que tem chamado a atenção dos internautas, é o grande impacto que a rede vem causando em empresas de pequenos empreendedores até mesmo grandes negócios. Porém, o assunto que mais se destacou é sua influência direta na indústria musical.

A rede social tem colocado diversas músicas no TOP 10 das plataformas de stream. Artistas como a Cantora Olivia Rodrigo de apenas dezessete anos, saem do anonimato para 17 semanas em #1 na Hot 100 da Billboard com Driver’s License. Ou trazendo smash hits do passado, como a música Gimme More da Britney Spears lançada em 2007. Isso tudo após viralizar como trilha sonora, Challenges ou dancinhas que todo mundo tem se arriscado a tentar.

Seguindo uma linha do tempo, músicas que eram feitas para bombar nas rádios, seguindo da MTV, Ringtones e Youtube até o início dos anos 2010, hoje são feitas para estourarem no App. Além disso, o TikTok tem influenciado muitos jovens dentre as gerações Z ou Alpha, em estilos de roupas, maquiagens, decoração e até mesmo resgatando tendências dos anos 80.

É importante estar atento ao movimento ‘TikTok Viral’, pois ele vem fazendo bastante barulho e aparentemente não vai parar por aqui.

Artistas que tiveram suas músicas ‘viralizadas’:

  • Doja Cat
  • Olivia Rodrigo
  • Kali Uchis
  • Cardi B
  • Ariana Grande
  • Megan Thee Stallion
  • Usher

https://open.spotify.com/playlist/1GOM1WKZCqlkHGdhi5HDRO?si=yewQ-XFrTMyHElTyJW2bKA

Criei uma playlist com músicas do TikTok que todo mundo ama! E claro, tem para todos os gostos. 😊

 

 

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