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Mídia

Grupo de Mídia lança Mídia Dados 2021 com balanço dos impactos da pandemia na mídia brasileira

Avanço do digital, influenciadores e podcasts também ganham destaque na publicação online, que poderá ser acessada, gratuitamente, a partir do dia 13 de setembro

São Paulo, setembro de 2021.  Na era do Big Data é impossível empreender sem dados. Esse é o propósito do Mídia Dados Brasil 2021, um panorama completo desse segmento no mercado brasileiro. A publicação, que poderá ser acessada a partir de 13 de setembro pelo site , consolida as melhores informações sobre todos os canais de contado de mídia no País, e avança na coleta do universo digital, uma ferramenta essencial para os profissionais desse setor, os quais há décadas são apoiados pelo meticuloso trabalho do Grupo de Mídia São Paulo.

Quem sintetiza a relevância desse levantamento, que se aprimora a cada edição, é a presidente do Grupo, a publicitária Lica Bueno: “Aprender a pilotar com o avião no ar está na razão de ser do Grupo de Mídia São Paulo”. Segundo a executiva, a instituição segue em constante reinvenção e aprendizado. “Os desafios mais urgentes são, no momento, operar em real time e ampliar o entendimento da era digital pautada em dados. Todos precisamos ser híbridos e ainda mais ágeis. O mercado demanda dos profissionais de mídia, em especial os que detêm experiência em planejamento estratégico, aperfeiçoamento em relação aos canais digitais, à mídia programática, à BI e gestão de redes sociais”, acentua.

O Mídia Dados Brasil 2021.  A consolidação do meio digital, com movimentação crescente do segmento de streaming de vídeo, a expansão do e-commerce, com novos sites e marketplaces, e a maior relevância de Influenciadores e podcasts para as marcas estão entre os principais aprendizados do estudo. À frente da equipe responsável pelo extenso relatório e conselheira do Grupo de Midia, Luciana Schwartz também ressalta a importância do empenho coletivo na concretização do anuário, em especial a partir do momento único experimentado por todos diante da pandemia que se instalou no planeta.

“Sob os impactos da Covid-19, a publicidade brasileira reagiu rápido, buscando se adaptar a um cenário até então inimaginável”, ressalta Luciana, que acrescenta “Nas agências, todos os segmentos se desdobraram, em especial a Mídia, tateando no escuro em busca de soluções que mantivessem a proximidade entre as marcas e seus consumidores numa fase de estresse máximo. O Mídia Dados 2021 reflete em suas páginas parte dos esforços nesta direção”.

Entre os dados compilados pela publicação estão pesquisas e estudos de empresas renomadas como Kantar Ibope, ComScore, Nielsen, Jovedata, IPC Marketing, IVC e YOUPIX.

Alguns dos aprendizados do Midia Dados 2021:

*O investimento publicitário, ao longo de 2020, caiu 19%, segundo o CENP-Meios, e 9% segundo o Kantar Ibope Media. Mas já há claros indicadores de recuperação;

*Na TV Aberta e TV por Assinatura, telejornais, programação de entretenimento – com destaque para reality shows como Big Brother (Globo) e A Fazenda (Record), a transmissão de eventos ao vivo, como os esportivos e de entretenimento (Grammy Awards, Oscar, Prêmio Multishow e MTV Miaw Awards) e lives multiplaforma, em parceria com músicos e bandas   – ganharam audiência. Combinada aos veículos digitais, a tevê atingiu numerosos recordes, com elevados níveis de engajamento.

*Tendência observada anteriormente, o consumo dos meios de comunicação favoreceu a Mídia Digital, principalmente se considerarmos que boa parte dos veículos nativos analógicos também se fortaleceu no ecossistema digital, em múltiplos formatos. Com isso, o meio teve crescimento expressivo de audiência e atração de verbas publicitárias, reforçando o papel de protagonismo nos últimos anos. O share da mídia digital passou de 21,2% para 26,7% segundo o CENP-Meios;

* Lives tornaram-se um acontecimento nos primeiros meses das restrições sociais. As empresas anunciantes tiraram proveito do formato, pouco explorado até então, associando suas marcas e produtos à artistas engajados na mobilização por doações para entidades e ONGs.

* O crescimento do consumo de Video on Demand (VOD)/Série também se refletiu nas redes sociais, sendo que Netflix ocupa 18 posições entre os Top 20 mais falados no Twitter.  Perdidos em Floripa (Amazon) ficou em 5º lugar e As Five (Globoplay), na 17º colocação.

* No segmento Entretenimento, o Youtube, Uol Splash, Netflix, Globo e Terra ocupam as cinco primeiras posições do ranking.  Já, na categoria redes sociais, as Top 5, em número de visitantes únicos são: Facebook, Instagram, Pinterest, Bytedance (Tik Tok) e Twitter. Durante a pandemia, também observamos um crescimento expressivo do uso de aplicativos. No ranking dos 30 mais acessados, estão apps de entretenimento e notícias como Facebook, Uol, Globo e  Twitter,  de e-commerce (Mercado Livre, Magazine Luiza e OLX) e  de serviços financeiros (caixa.gov.br, Nubank), entre outros.

* Destaque também para os influenciadores. Muitos deles construíram canais importantes de comunicação com a população, sendo igualmente relevantes para a difusão de marcas e produtos de alguns dos maiores anunciantes do País, bem como de empresas recém-chegadas à publicidade. O Mídia Dados Brasil incorpora à sua edição informações sobre o uso deste novo e importante formato de comunicação;

* O meio OOH, que nessa edição do Mídia Dados passou a consolidar também os dados de mídia em elevadores e mobiliário urbano, apresentou uma redução expressiva de audiência, nos primeiros meses da pandemia, principalmente em regiões com forte presença de empresas e opções de lazer. Contudo, o meio foi rápido em reagir, acompanhando a volta das pessoas às ruas. (Fonte Google/rdbtec).

* O meio Rádio registrou sensível aumento de audiência em praticamente todos os grandes mercados brasileiros, consumido nas casas, carros e devices, pois praticamente todas as emissoras têm hoje seu sinal digital. Os formatos inovadores tornados possíveis pela internet caso dos Podcasts, que vem ganhando audiência e atraindo a atenção dos anunciantes (Fonte: Podpesquisa – BPOD).

*No cenário de valorização da informação de qualidade, os veículos de mídia impressa, Jornais e Revistas, brilharam graças à qualidade superior da sua curadoria e proatividade na apuração das notícias em meio em um ambiente envenenado pelas fake news. A audiência do meio teve crescimento em praticamente todos os grandes mercados consumidores. Iniciativas como a da formação do consórcio entre os veículos de comunicação em sua maioria impressos para consolidação dos dados da pandemia foram notáveis. No ranking de sites de notícias com maior repercussão no mobile, os 10 primeiros colocados são: Globo, Uol, Terra, R7, Metrópoles Sites, IG, Folha S.Paulo, UOL Tilt, Veja e Globo Tecnologia.

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Opinião

O Youtube está sendo esquecido? Veja o porquê

Já percebeu que não se ouve tanto falar do YouTube recentemente? Ele foi sendo deixado de lado durante os anos? Qual o motivo disso?

 

Anos atrás, o Youtube era a principal (e quase única) maneira de se assistir vídeos online para se entreter. A plataforma se tornou um marco na história da internet e todos passavam muito tempo lá. Mas de tempos para cá pudemos perceber que as coisas mudaram. Com tantas opções de streaming e de outras redes sociais, o YouTube acaba se apagando em meio a uma enorme variedade de “concorrentes”.

Vemos que o que gera engajamento, agora, são vídeos curtos e diretos, sem tanta enrolação. Em questão de segundos, o usuário decide se vale a pena gastar um minuto do seu dia naquele conteúdo ou não. Não é atoa que vemos o sucesso estrondoso do TikTok ou dos reels do Instagram. Porém, esse dinamismo não é o diferencial da plataforma.

Outro fator acaba sendo o algoritmo, que é pauta para muitos youtubers e ex-youtubers há anos. A maneira com que a plataforma prejudica alguns conteúdos e beneficia outros é, muitas vezes, desleal. Por isso, muitos criadores desistem dela e acabam migrando para outras plataformas. Um exemplo claro são os  milhares de gamers e streamers que decidiram seguir nova carreira na Twitch, fazendo lives e ganhando muito mais lucro e visibilidade.

Falando nisso, já parou para pensar que o YouTube quer ser tudo, menos ele mesmo? Calma, vou explicar. Acredito, sim, que as plataformas precisam mudar e se atualizar de acordo com o público. Porém, será que o YouTube está fazendo isso corretamente? Na plataforma, há muita coisa acontecendo: shorts (vídeos curtos, quase como o TikTok), espaço para fazer publicações, opção de comunidade e membros, histórias (como os stories do Instagram)… é como se houvesse uma perca de identidade. Por mais que dizemos anteriormente que as pessoas costumam optar por conteúdos mais rápido, ainda há espaço para vídeos mais longos e elaborados.

Se o objetivo é se manter influente, o YouTube deveria focar em dar suporte aos criadores e usuários que ainda estão na plataforma. Melhorar o algoritmo para entregar o vídeo certo para o público certo é o ideal. Quem nunca foi recomendado para um vídeo absolutamente nada a ver com os seus gostos? Quantas vezes você já viu canais com 1 milhão de inscritos, mas com apenas 10 mil visualizações em seus vídeos? De nada adianta copiar os concorrentes e negligenciar seu próprio público, o resultado é claro: novos usuários não vão aderir e os antigos irão sair.

Além disso, gostaria de fazer um adendo sobre um dos maiores incômodos do YouTube atualmente por inúmeros usuários: a quantidade de propagandas. Muitas vezes deixamos de assistir um vídeo por conta do enorme número de anúncios que eles têm. Mesmo sabendo que são os criadores que colocam as propagandas nos seus vídeos, ainda acredito fortemente que o principal culpado é, novamente, o algoritmo da plataforma. Se os vídeos dos canais fossem realmente entregues pros inscritos, mais pessoas assistiriam e menos propaganda seria necessário para manter as receitas dos criadores.

 

Mas é claro, não podemos esquecer que o YouTube ainda continua sendo a maior plataforma para se assistir vídeos online e ele ainda é muito útil. Quando queremos algum tutorial, vídeo aula, ou vídeos mais objetivos, esse é o lugar correto. E ainda possui muito conteúdo bom, e é ótimo para divertir as crianças, por exemplo. Por outro lado, o número de criadores na página vem caindo, e isso é algo a se levar em conta.

O que você acha de tudo isso? Possui algo a acrescentar ou não concorda com o que foi dito aqui? Fala pra gente aqui nos comentários!

 

 

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Conteúdo

Vídeos na publicidade: 3 canais para você se inspirar

Quantos vídeos você já viu hoje? Aposto que conhece todos os aplicativos que contém vídeos como TikTok, Instagram, Kwaii, YouTube, entre outros.

Segundo a Kantar IBOPE Media, o Brasil se destaca no consumo de vídeo quando relacionado à média global. Assim, a nova onda dos vídeos se tornou tão grande que cada vez mais as marcas investem nessa ferramenta, seja pela facilidade ou pelo retorno que eles trazem.

Além disso, o uso dos vídeos possibilita várias oportunidades como mostrar o uso do produto, as cores, envolver os clientes sobre os benefícios e qualidades do serviço e prender a atenção do consumidor.

Devido a isso, muitas formas de vídeo se tornaram famosas, como a repetição de danças, as receitas rápidas/dicas de estudo e até vídeos mais longos com conversas e debates no IGTV.

E, se você se interessou e quer começar a fazer algum vídeo para o seu canal ou perfil, vou dar alguns exemplos para que você possa se inspirar!

  • Niina Secrets

De uma maneira descontraída e divertida, ela testa produtos de beleza, traz tendências sobre este mercado, além de contar um pouco da sua vida por meio de vlogs.

  • Thoraya Maronesy

Com perguntas e questionamentos sobre a vida e sentimentos das pessoas, Maronesy traz histórias e reflexões que podemos fazer durante a nossa vida.

  • TPM por Ju Ferraz

Não podíamos esquecer da comida! Brincadeiras à parte, o perfil da Ju mostra um pouco de receitas, experimentação de pratos de diversos restaurantes e fast foods (que muitos amam). Vale a pena dar uma olhadinha e se divertir com as histórias dela!

Bom, existem muitos outros perfis que poderiam entrar nessa lista e te inspirar ainda mais a utilizar essa ferramenta, faça uma pesquisa sobre os temas que você mais gosta e te faz sentir mais à vontade e aproveite a onda dos vídeos nas plataformas para fazer muito sucesso!

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Entretenimento

Conheça o “YouTube Shorts”, o novo recurso implementado pelo YouTube

Durante o período de quarentena, experimentado por todos nós desde o início do ano passado, foi evidente o crescimento estrondoso de aplicativos que possibilitam a criação de vídeos de curta duração, como o TikTok, Instagram Reels e Kwai. Dentro deles, os usuários se sentem livres para expor seus talentos, dicas, opiniões e a diversão é garantida com a criatividade e a autenticidade rolando solta com os vídeos mais incríveis. Afinal de contas, o brasileiro precisa ser estudado, não é mesmo?

A Google, percebendo isso, resolveu implementar uma nova ferramenta no YouTube, já reconhecido mundialmente como uma plataforma de streaming e compartilhamento de vídeos. O novo recurso é o chamado: “YouTube Shorts”. Vamos entender um pouco melhor as vantagens e desvantagens desse update?

Com o YouTube Shorts, o usuário possui recursos muito parecidos com aqueles já utilizados em outros aplicativos voltados para vídeos curtos, como a possibilidade de publicar vídeos (gravados no modo vertical) contendo até 60 segundos, gravá-los e editá-los dentro do próprio aplicativo, adicionando filtros, múltiplos trechos, legendas de modo automático ou manual, e até mesmo áudios e músicas. O layout é semelhante àquele com o qual todos já estamos acostumados, contendo os botões sempre à direita e possibilitando uma rolagem infinita de conteúdo (que cá entre nós, é a culpada por passarmos horas e horas vendo vídeos sem nos dar conta da passagem do tempo haha).

Por um lado, trazer esses recursos de um modo não muito diferente do que já estamos habituados é bom! Já que não haverão muitas dificuldades no manuseio, e o modo de exibição já tem uma usabilidade e eficiência comprovadas pelo público, em experiências anteriores dentro de outros aplicativos. Mas esse fator também possui um lado ruim: Por que as pessoas deixariam um aplicativo que já faz parte do dia a dia delas, onde elas já têm suas preferências reconhecidas pelo algoritmo, já seguem as personalidades que produzem os conteúdos que as agrada, e já produzem conteúdo ali de forma satisfatória para seus propósitos, para trocarem por outro mais recente, sem muitos diferenciais e com menos recursos já inclusos? Essa possibilidade só será algo a ser considerado pelos usuários no momento em que o YouTube adicionar algo realmente inovador, que os outros aplicativos do ramo ainda não possuem.

Visando se destacar dentro desse cenário de difícil disputa, o YouTube permitiu que os vídeos curtos tenham integração com o extenso catálogo de vídeos já publicados na plataforma, sendo possível selecionar trechos específicos, não só deles, mas também de músicas que fazem parte do acervo do YouTube Music, que possui contrato com grandes artistas e gravadoras. Isso traz a possibilidade de criar conteúdos baseados em outros já existentes, fator vantajoso para o usuário.

Como os “shorts” ainda não foram aderidos massivamente pelas pessoas, o número de vídeos dentro dessa categoria ainda é bastante reduzido, o que favorece um maior alcance para os que se arriscam. Vídeos simples alcançam marcas de milhões de visualizações em pouco tempo. Mas isso não se torna tão atrativo ainda para aqueles que produzem conteúdo, pois os vídeos no formato “shorts” ainda não são capazes de gerar receita. A plataforma ainda não estruturou um plano de monetização a longo prazo, mas criou um fundo com cerca de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 530 milhões de Reais) para recompensar criadores que produzirem conteúdos exclusivos que agradem a comunidade.

A função ainda se encontra na fase beta, ou seja, de desenvolvimento e aprimoramento, podendo sofrer alterações. Os vídeos publicados no Shorts apenas estão disponíveis na versão Mobile do YouTube para Android e iOS, e somente em alguns países (o Brasil já é um deles). Eles se encontram em uma aba específica chamada “Shorts”, similar a uma prateleira que coloca em destaque alguns dos vídeos já publicados.

Que tal ir lá conferir e contar pra gente a sua opinião?

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Mídia

Estadão lança Mobilidade Estadão, o novo programa diário no Youtube

O programa é o fio condutor de uma série de iniciativas que marcam o novo posicionamento do editorial

São Paulo, maio de 2021 – O Estadão acaba de anunciar o lançamento do Programa Mobilidade. Com estreia prevista para o dia 17 de maio, o programa cumpre a função de inverter a lógica do tema, mostrando que Mobilidade é essencialmente uma pauta de interesse e relevância geral para a sociedade. De acordo com Marcelo Godoi, diretor de Mobilidade do Estadão, a nova estratégia de conteúdo tem o objetivo de “Afirmar que Mobilidade vai muito além de um assunto para quem tem afinidade com veículos e modais, Mobilidade é comportamento, cultura, educação e cidadania, além de ser também infraestrutura, economia e negócios, inovação e tecnologia, mas principalmente, Mobilidade é uma prioridade global”.

O diretor de Conteúdo, Luis Fernando Bovo, explica que o Programa Mobilidade concretiza essa transformação e preenche uma lacuna de jornalismo de mobilidade recorrente, sendo o primeiro noticiário editorial de Mobilidade do Brasil com publicação de conteúdo diário, alinhado à expectativa do consumidor moderno sobre a experiência audiovisual e digital. O novo projeto terá dois apresentadores convidados, “creators” de internet que conhecem a linguagem e dinâmica das plataformas, compondo a programação com giro de notícias e quadros especiais que permitirão ao programa ser uma plataforma completa para produção de debates, cobertura de eventos, podcasts com convidados especiais. Eles também anunciarão os produtos e marcas de anunciantes, além de outros projetos próprios já previstos para 2021.

Com a nova plataforma de conteúdo audiovisual, a redação do Jornal do Carro, Mobilidade, MotoMotor e Estradão ganham novos formatos para amplificar o trabalho do jornalismo impresso e digital, que irão selecionar as manchetes mais relevantes para a produção do giro de notícias. De acordo com a estratégia do ‘Grupo Estado’, o objetivo é tornar a pauta de Mobilidade um assunto de interesse comum e para isso a curadoria e a forma correta de abordagem serão fundamentais para o engajamento da audiência.

A grande aposta dos quadros especiais está em dois novos produtos, Mobilidade Explica Papo de Garagem. O primeiro, é dedicado à audiência formada por profissionais autônomos que trabalham com aplicativos e plataformas de serviços, público empreendedor, mas carente de educação financeira e segurança no trânsito, fatores determinantes para o bem-estar e sustentabilidade do trabalho. Já o segundo, será apresentado no modelo podcast, com estética e temas elaborados para entrevistar especialistas de diversas áreas, desenhado com uma linguagem autêntica que quebra o paradigma conservador das entrevistas convencionais.

A novidade também traz novas oportunidades para os anunciantes, que terão a possibilidade de trabalhar estratégias de publicidade e branded content mais sofisticadas como: ações de merchandising, product placement, estúdio patrocinado e campanhas vídeo dentro do Programa Mobilidade. Para o diretor de Marketing, Daniel Canello, “as cotas comerciais para patrocínio da plataforma entregam soluções muito inteligentes em toda jornada de consumo da audiência, e todo planejamento foi pensado para levar a vertical de Mobilidade para um novo patamar de negócio”.

 

Confira todas as novidades do Mobilidade Estadão em https://mobilidade.estadao.com.br/

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Entretenimento

MARKETING INFANTIL: A INFLUÊNCIA DA PUBLICIDADE NA NOVA GERAÇÃO

Sabemos que desde que o Mundo é Mundo estamos em constante evolução, então, venho falar um pouco sobre a grande influência que a publicidade televisiva tem sobre a nossa Nova Geração.

A Televisão é o veículo mais forte de publicidade e impacto em massa, e há umas décadas atrás eram mais frequentes em datas comemorativas termos comerciais que eram totalmente direcionados para a Geração Z, onde estimulavam o comportamento consumidor das crianças.

Publicidades onde palavras repetitivas, tons de entonação fortes e jingles que ficavam na cabeça eram comuns, quem não lembra do comercial da Batom? (COMPRE BATOM), e isso sempre trouxe muito resultado para as marcas.

Porém, o Mundo foi se atualizando, internet se desenvolvendo e a Mídia Digital crescendo, com isso, percebemos que os baixinhos que antes eram atingidos em massa através da Televisão não estavam mais conseguindo tanto alcance…mas por que?

Bom, o celular foi um grande avanço na tecnologia, há estudiosos que afirmam que futuramente o aparelho fará parte do nosso corpo, como se já não fizesse né? Enfim, as crianças de hoje em dia são muito mais conectadas do que as crianças de 2 décadas atrás, então, a Publicidade teve que dar “seu jeitinho Brasileiro” e acabou abrindo mão de grande parte de veículos televisivos para veículos digitais como por exemplo o Youtube.

Então, é comum vermos influencers fazendo Marketing de marcas em vídeos, pois assim como o Mundo, as Grandes Empresas de Brinquedos tiveram que se atualizar, e encontraram este meio que está mais ligado às crianças para atingimento em massa e isso vem trazendo muito resultado a eles.

Concluímos que, o Mundo se atualizou e as Empresas também, e ao invés de espaços na TV vemos que a Mídia Digital vem crescendo em massa para o grande atingimento nas crianças de forma boa, mais saudável porém bem mais persuasivas.

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Novo formato de anúncio do YouTube

Todos conhecem o YouTube pela sua principal característica de uma plataforma de vídeo, e pelo seu grande volume de conteúdo das mais diversas categorias, desde tutoriais, infantil, opinião, esporte, criadores de conteúdo, até clipes musicais.

E por falar em música, o Youtube percebeu que nesta categoria, existe uma grande oportunidade para ser explorada e contribuir com os players desse mercado, além de expandindo o seu leque de anúncios.

“Tentar ajudar os artistas do setor a ganhar mais receita com anúncios” afirmou Lyor Cohenm chefe global de musical do Youtube ao citar sobre o novo formato de anúncio que a plataforma vem desenvolvendo. Os anúncios de áudio de 15 segundos tem como público-alvo os usuários que consome música e podcast pela plataforma.

O YouTube observou que 85% do consumo de música ainda é feito por vídeos, mas os outros 15% é uma grande oportunidade em potencial para a plataforma testar e disponibilizar anúncios de áudio.

Os anúncios de áudio, estão em fase beta, disponíveis através de leilão no Google Ads e Display & Video 360, com base no custo por mil (CPM), segmentação e outras opções como campanhas de vídeo. Nesse formato de áudio, o visual é composto por uma imagem estática ou animação simples contendo uma área clicável para direcionar ao site do anunciante.

Com essa iniciativa, a plataforma espera um acréscimo considerado em suas receitas de anúncio, considerando que já possui mais de 70 milhões de faixas oficias, além de apresentações ao vivo e outros conteúdos disponíveis para os anunciantes divulgarem seus trabalhos e campanhas. Dessa forma o Youtube acaba se tornando um competidor direto da plataforma que tem como base a música e já comercializa anúncios nessa categoria há um tempinho, o Spotify.

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SKY convida Marcelinho, o fantoche do Youtube, para ação de Dia dos Namorados

A SKY, maior operadora de TV via satélite do país, preparou uma surpresa para o Dia dos Namorados e convidou Marcelinho, fantoche que ficou conhecido no Youtube por ler contos eróticos com seu jeitinho particular, para comentar os filmes da saga Crepúsculo. O filme, criado pela Mirum, será veiculado nos perfis da operadora no FacebookInstagram e Youtube.

A ação integra o novo posicionamento da operadora – SKY, a gente se diverte junto, lançado em fevereiro de 2020, focado na presença da empresa nos micro momentos de diversão do dia a dia de seus clientes. Nos filmes, Marcelinho comenta frases de efeito e os xavecos ditos por Edward Cullen, o vampiro galã do filme interpretado por Robert Pattinson. Expressões como “Se você ficar eu não preciso do paraíso” e “Será que um dia meu coração vai parar de tentar sair do meu peito toda vez que você toca em mim?” não escapam do tom irônico do fantoche.

Os diálogos também podem ser acompanhados pelo público no Megapix (canais 107 e 507). No dia 13 de junho, a partir das 14h, será exibida a maratona com os cinco filmes da saga.

Link para o filme: https://youtu.be/xg7pQdNKsc4

Ficha Técnica
Agência: Mirum Agency
Diretor de criação: Filipe Matiazi
Coordenação Criativa: Victor Keiti
Criação: Carlos Franco e Danilo Nagami
Produtora de áudio e vídeo: Erik Gustavo (Marcelinho)
Producer: Paulo Setti
Atendimento: Patricia Rogoski, Andressa Sucodolski, Ana Oliveira
Estratégia de Mídia: Bruno Seus, Antonela Fabiano e Gustavo Hipolito
Aprovação Cliente: Veronica Leao Guerriere, Gabriela Piffer Rodrigues e Felippe Sampaio Toloi

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Digital

RedeTV! é a primeira emissora brasileira a ter 10 milhões de inscritos em seu canal no YouTube

Canal está ainda entre os 15 mais vistos no país na plataforma de vídeos

A RedeTV! é a maior emissora brasileira no YouTube em números de inscritos em seu canal principal. Mantendo-se na liderança entre os canais de TV aberta na plataforma há mais de um ano, a página da RedeTV! alcançou nesta semana a marca de 10 milhões de inscritos. O canal se destaca também em número de visualizações, sendo o único entre as televisões abertas a figurar no ranking dos mais vistos do SocialBlade, ocupando o 14º lugar.

O canal da RedeTV! no YouTube soma 6,1 bilhões de visualizações, mais do que o dobro da segunda colocada do segmento de televisão. De acordo com o ranking do SocialBlade, a página da emissora contempla mais views do que a do sertanejo Gusttavo Lima, por exemplo, que recentemente produziu lives no período de isolamento social.

Muito além de uma televisão aberta, a RedeTV! tem ampliado o desenvolvimento de produções multiplataforma, reforçando sua operação enquanto produtora de conteúdo a ser distribuído em diferentes verticais.

Toda sua estratégia e inteligência digital está concentrada na Peanuts Content, empresa voltada para a produção, gerenciamento e comercialização de conteúdo exclusivo para plataformas de social videos, responsável por tornar a emissora um dos maiores players digitais do país com um crescimento orgânico nas plataformas.

Ao todo a Peanuts administra cerca de 25 milhões de inscritos e seguidores no YouTube e Facebook com uma audiência total de 12 bilhões de views em seus vídeos.

Confira o ranking dos canais brasileiros em visualizações no YouTube:
1) KondZilla: 30,1 bilhões
2) Galinha Pintadinha: 15,3 bilhões
3) GR6 Explode: 14,9 bilhões
4) Luccas Neto: 11,1 bilhões
5) Rezende Evil: 10,3 bilhões
6) Marília Mendonça: 10,3 bilhões
7) Turma da Mônica: 10,1 bilhões
8) Felipe Neto: 9,9 bilhões
9) Maria Clara & JP: 8,1 bilhões
10) AuthenticGames: 7,8 bilhões
11) Henrique e Juliano: 7,8 bilhões
12) Totoykids: 7,6 bilhões
13) Zé Neto e Cristiano: 6,7 bilhões
14) RedeTV!: 6,1 bilhões
15) Gusttavo Lima: 6 bilhões

Fonte: SocialBlade

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Mídia

O consumo de conteúdo no Youtube em época de isolamento

No mês passado, em abril, acompanhamos o que diria ser o pico das lives na plataforma do YouTube. Assistir cantores sertanejos, artistas pop e até o estilo brega pedindo licença para entrar na sala de casa dos internautas, e muitas marcas aproveitando essa nova audiência das live shows foi uma maneira diferente para observar a forma de consumo dessa plataforma. O fato é que as pessoas já utilizavam o YouTube como um site de entretenimento e pesquisas, buscando por: lazer, diversão e informação, o que ocorreu foi apenas uma mudança no comportamento e o modo de consumir conteúdo dessa plataforma devido ao cenário em que estamos aprendendo a nos adaptar.

O Google realizou uma pesquisa para analisar as mudanças no comportamento do brasileiro no youtube durante o isolamento e a pequisa seguiu 3 pilares que influenciaram no crescimento da oferta e demanda de conteúdo neste cenário de quarentena.

Achar o equilíbrio entre informações e saúde mental.

Neste momento em que percebemos a importância da informação, também notamos que bombardear nossa mente com um assunto denso como a pandemia, acaba saturando e podendo causar problemas maiores a saúde mental. Dessa forma foi notado que assim como as notícias que cresceram 75% nos meses anteriores, a busca por assuntos relacionados a conscientização e a saúde mental elevou consideravelmente em até seis vezes mais do que o habitual.

A própria plataforma que estava desenvolvendo uma campanha institucional, aproveitou o momento para junto com diversos creators divulgar conteúdos diversos para amenizar e trazer aos usuários alguns momentos de leveza e distração, disponibilizando vídeos que vão desde crochê a meditação para fazer em casa e dicas de autocuidado, estimulando a hashtag #Fique em Casa comigo.

Adaptar ou criar uma rotina para o isolamento.

Com o distanciamento social e o isolamento, a sociedade teve que se adaptar e essa adaptação requer uma curva de aprendizado, no qual o Youtube foi importante como fonte de pesquisa para muitas pessoas que se questionaram e buscaram aprender como adaptar sua casa para o trabalho em home office, como diversificar na cozinha com poucos recursos, como entreter as crianças e até como fazer ginástica em casa ou apartamento.

As idas ao supermercado diminuíram e para isso, tornou-se necessário ser mais estratégico para comprar o essencial e de maior rentabilidade. A busca por “pão caseiro” subiu 66%, assim como receitas com 49% e o termo “cozinha” com 40% em comparação aos meses anteriores.

Se na cozinha os números cresceram, na sala não foi diferente. Os termos “aulas” e “estude comigo” tiveram um aumento de 33% e 52% respectivamente, assim como a busca por mais produtividade no trabalho, o termo “home office” foi o que mais cresce chegando a 173%.

Entender impactos mais amplos na sociedade.

Diante deste cenário, um tema tem tomado dois víeis, de forma macro e micro. A busca e o consumo por conteúdos relacionados a economia tem mantido um crescimento contínuo, porém, dividido entre os interesses com relação à economia global e o acompanhamento de como governos e instituições financeiras tem tomado medidas para minimizar os danos na sociedade de forma geral e o outro interesse relacionado ao próprio bolso buscando maneiras de segurar as finanças pessoais nesse período até que as coisas voltem ao normal.

Esse estudo completo e outros relacionados a tendências de consumo podem ser acessados pelo site disponibilizado pelo Google no site Think With Google que divulga artigos, dados e insights para informar e compartilhar mais conhecimento com seus usuários.

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